for better or for worse.
jxeward:
Quando Gen começou a chorar, Joel riu duas vezes com o nariz, mas se conteve por medo de acabar sendo assassinado ali, ou depois, quando ela recobrasse a consciência. “Ah é? Você devia ter pensado nisso antes de beber todo o estoque de álcool da nossa cidade.” Ele tirou da testa dela os cabelos longos que, encharcados, começavam a obstruir seu rosto e visão. O braço direito de Joel estava por baixo dos seios da namorada, a mantendo firme contra seu peitoral. As duas pernas dele esticadas. Gen esparramada e resmungando contra o chuveiro ligado. Uma cena deplorável, mas ao mesmo tempo muito cômica. “Okay, Nellie, que tal tirar uma foto do casal feliz agora?” O Ward ironizou depois de se erguer um mínimo para desligar o chuveiro. A cunhada havia entrado com o copo e o medicamento.
Em seguida, voltou a falar com a namorada. “Ei pilequinha, bebe um pouco de água e a aspirina, beleza?”
Nellie fitava a cena, de fato, com ares de quem estava doida pra rir. Era mesmo cômica demais e quase sucumbira à vontade de realmente tirar uma foto pra torturar a irmã depois. “ — Ah, é, vamos mandar pro TMZ. Rebater os rumores da melhor maneira possível.” Debochou, o que gerou um questionamento de Gen sobre o que ela estava falando e Eleanor apenas balançou a cabeça, deixando aquela conversa depois para ela e o namorado. Com muito custo e esforço, ela e Joel conseguiram secá-la e colocá-la dentro dos pijamas depois de forçar Gen a tomar a aspirina que, talvez, ajudaria um mínimo com a ressaca iminente. Ao invés de logo morrer na cama como Nellie previra que a irmã faria, porém, a mais nova aventurava-se pelos armários da cozinha, ainda ligeiramente trôpega, enquanto a Hudson mais velha despedia-se do cunhado na porta. “ — Kay, she’s all yours, have fun. Lots of liquids to her. Anything non-alcoholic. E você...” Ela apontou para Joel e depois para as garrafas na sala. “ — A mesma coisa. Parem de encher a cara e conversem feito adultos, pelo amor de Deus. Qualquer coisa me liga. Bye, Genny!”
Gen, na cozinha, atarefava-se com um pacote de sucrilhos e ergueu a mão livre pra se despedir da irmã. A pior parte da embriaguez havia descido com o ralo no chuveiro mas, ainda muito alterada, agora sentia a necessidade de comer algo. “ — Você sabia que não tem nada pra comer nessa casa?” Dirigiu-se à Joel.















