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Cliff Burton preso injustamente enquanto estava em Londres.
Na primeira visita do Metallica ao Reino Unido, Cliff foi abordado por dois policiais na estação de metrô Tottenham Court Road. "Se revistássemos você agora, encontraríamos alguma droga?", perguntaram. Apesar da resposta negativa, o músico foi preso por suspeita de posse de substância controlada e levado para a delegacia de Albany Street. E qual era essa substância controlada? Era o expectorante do baixista. Ele foi prontamente liberado sem acusações e com um pedido de desculpas do sargento responsável pela recepção.
O primeiro nome do álbum de estreia era tão ofensivo que a gravadora proibiu
O álbum de estreia de 1983 não se chamaria "Kill 'Em All".
O título escolhido pela banda era "Metal Up Your Ass", acompanhado da ideia de uma capa mostrando um vaso sanitário com uma mão segurando uma faca saindo dele.
A gravadora recusou imediatamente, dizendo que nenhuma loja venderia um disco com aquele nome.
Irritado, Cliff Burton respondeu algo como:
"Esses caras... matem todos eles."
A frase inspirou o novo título: "Kill 'Em All", que acabou se tornando um dos álbuns mais importantes da história do heavy metal.
Eles mudaram de cidade por causa de um único integrante
Quando James Hetfield e Lars Ulrich viram Cliff Burton tocando com a banda Trauma, ficaram impressionados e decidiram que precisavam dele no Metallica.
Cliff, porém, impôs uma condição inesperada:
"Se eu entrar, vocês se mudam para San Francisco."
Na época, o Metallica estava em Los Angeles. Em vez de procurar outro baixista, os integrantes aceitaram a exigência e mudaram toda a banda para a região da Baía de São Francisco. Essa decisão foi fundamental para aproximá-los da cena thrash que estava nascendo e ajudou a moldar a identidade musical do grupo.
Dave liga a James: "Eu seria uma mulher bonita?
"Uma vez, o Dave me ligou, eu devia estar lá pelas 3 da manhã, e perguntou se eu achava que ele era uma mulher bonita. Eu disse "ah, que nada", e desliguei." James conta em uma entrevista.
Jogando "bolas de boliche" em frente ao palco
"Os caras que você vê ajoelhados em frente ao palco nas fotos de [Ruthie's inn]: Eles estão jogando o que nós chamávamos de "bola de boliche". O que você fazia era esperar por quem pulasse do palco. Alguém pulava no palco e, assim que isso acontecia, você o derrubava no chão com um golpe de linebeacker. Nós batiamos muito nas pessoas era uma violência amigável e boa; todo mundo suado e se debatendo como louco, era uma ótima noite."
“As coisas estúpidas que ele fazia estavam quase se tornando sociopáticas. Ele parecia achar que estava acima de todas as regras e regulamentos.” – Rachel Bolan
“Abrir a cabeça daquela garota”, Bolan suspira, quase sem palavras, “bem, foi horrível. Criou uma enorme divisão no meio da banda. As besteiras que ele fazia estavam quase se tornando sociopáticas. Ele parecia achar que estava acima de todas as regras e regulamentos.”
O restante de 1990 e o início de 1991 foram dedicados à gravação do segundo álbum da banda, Slave to the Grind, com o produtor Michael Wagner. O álbum alcançou o topo da parada da Billboard, tornando-se o primeiro álbum de hard rock a atingir tal feito na nova era do SoundScan. O álbum não seguia a tendência musical da época, e Bolan concordou que a sonoridade pesada de Slave to the Grind poderia ter afastado alguns fãs.
A notoriedade do Skid Row, ou mais especificamente de Bach, havia atingido novos patamares. Jon Bon Jovi acreditava que Bach havia insultado sua banda no palco durante a turnê anterior. Com as brincadeiras de fim de turnê em andamento, Bach foi coberto de leite e ovos pela equipe de Bon Jovi antes do show e no palco. Ele começou um discurso furioso, convidando Jon a "me dar uma lição". Quando Bach desceu a rampa depois, Bon Jovi e sua comitiva de capangas o esperavam. Bach se lembraria: "Jon tentou me dar um soco e errou, então eu o soquei no queixo."
Após a briga com Bon Jovi, Bach declarou que o rock and roll se trata de se unir ao público, e não de se preocupar em como transformar uma fortuna de 69 milhões de dólares em 71 milhões. Bach alegou ter recebido apoio de Axl Rose, do Guns N' Roses, e Lars Ulrich, do Metallica, mas isso colocou seu colega de banda, Dave Sabo, em uma posição delicada, dado seu histórico com Jon Bon Jovi.
Por dentro da música brasileira (Os 34 nichos que você deveria saber)
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Bruce Springsteen cantou Sociedade Alternativa em sua passagem pelo Brasil
Em sua última turnê, o lendário Bruce Springsteen interpretou músicas compostas por artistas dos países por onde passou.
Na Nova Zelândia, cantou Royals, de Lorde, e na Austrália a escolhida foi Highway to Hell, do AC/DC. Já era esperado que ele fizesse algo do tipo por aqui, mas quem esteve nas duas apresentações no Espaço das Américas ou no show do Rock in Rio se surpreendeu, e muito, com Springsteen cantando a faixa de Raul em português e acompanhado de uma instrumentação primorosa.
O lado profissional de Raul Seixas por Leite
Ele tinha excelentes músicos, mas não gostava muito de ensaiar, nem exigia muito deles. Os músicos é que queriam elaborar mais, mas Raul não ligava para isso. Queria um rock básico diz Leite, que abordou também como as drogas e o álcool foram tomando conta da vida do artista.
Depois de meados dos anos 70, ele passou a faltar shows, a fazer poucas apresentações. Aí ficou realmente complicado para quem tocava com ele, porque os músicos começaram a perder dinheiro.
O segurança faixa preta
Raul vivia tendo crises de paranoia, surtos que passaram a ser frequentes no fim dos anos 1970, fase em que o cantor mergulhou fundo no uso de cocaína. Em visita ao apartamento do roqueiro, no bairro carioca de Copacabana, Caetano Veloso foi recebido por um Raul armado com dois revólveres calibre 38 na cintura, ao melhor estilo Cowboy Fora da Lei, pronto para um duelo imaginário.
Veloso já contou essa história em algumas ocasiões, inclusive em seu livro Verdade Tropical.
Neste mesmo apartamento de Raul moravam dois argentinos: Oscar Rasmussen e Hugo Amorrortu. O primeiro virou parceiro de Raul no disco Por quem os sinos dobram, considerado o pior álbum da discografia do roqueiro — havia uma suspeita, jamais confirmada, de que Rasmussen fornecia cocaína em troca de parceria nas composições, o que poderia explicar a baixa qualidade do disco.
O segundo argentino, Hugo Amorrortu, faixa preta de caratê, virou segurança de Raul.
Em dezembro de 1979, de acordo com uma matéria do jornal O Globo, o próprio Amorrortu acabaria assassinado dentro do apartamento de Raul ao perceber que traficantes estariam lhe vendendo açúcar em vez de cocaína. Ao reagir, o argentino trocou tiros com os traficantes e acabou morto.
Fome e amor no Rio de Janeiro
Em Ouro de tolo, Raul canta: Eu devia estar alegre e satisfeito/ Por morar em Ipanema/ Depois de ter passado fome por dois anos/ Aqui na Cidade Maravilhosa.
Na sua temporada carioca, vivida no fim dos anos 1960, Raul não comeu o pão que o diabo amassou porque não havia nem pão. O rock, depois do estouro da Jovem Guarda, havia perdido espaço para as canções de protesto, sintonizadas com o momento do país.
Raul, ex-vocalista dos Panteras, estava sem trabalho algum.O jeito foi recorrer ao talento como compositor e abraçar um gênero que jamais saiu de moda: a música brega.
Durante um bom tempo, Raul encheu a barriga e pagou as contas compondo para intérpretes românticos, como Jerry Adriani (Doce, Doce Amor), Diana (Ainda Queima a Esperança) e Márcio Greyck (Foi Você).
Esta última seria gravada por Roberto Carlos, que na última hora desistiu. Raul teria garantido a janta por pelo menos uma década.
Caetano, o inimigo íntimo
Caetano e Raul pertenciam a turmas distintas. Enquanto o autor de Coração Vagabundo tinha como ídolo João Gilberto, o roqueiro venerava Elvis Presley e Jerry Lee Lewis. Na música Rock n Roll, Raul tira sarro do pessoal do Teatro Vila Velha, berço do tropicalismo em Salvador, de onde saíram Caetano, Gil, Gal e Tom Zé.
No Teatro Vila Velha, velho conceito de moral/ Bosta Nova pra universitário/ Gente fina, intelectual/ Oxalá, oxum dendê oxossi de não sei o quê/ de não sei o quê.Caetano respondeu anos depois com Rock'n'Raul uma "homenagem" ao roqueiro, em que ele elogia o sarcasmo do compositor: Minha ironia/ É bem maior do que essa porcaria.
O baiano, entretanto, também cutuca a implicância do cantor com as coisas brasileiras e a veneração a tudo que é americano: Nada de axé, Dodô e Curuzu/ A verdadeira Bahia é o Rio Grande do Sul.Provocações à parte, os dois se davam e se admiravam.
Caetano visitou Raul no momento mais difícil da sua carreira, na fase de vacas magras em Copacabana, além de citar Ouro de Tolo como uma das dez melhores canções já feitas no Brasil.
Por sua vez, Raul cita versos de Tropicália, canção de Caetano, nos momentos finais de Eu sou Egoísta.
O Morto Vivo
O sepultamento de Raul Seixas, morto em 21 de agosto de 1989, parou Salvador. Nem o enterro de Mãe Menininha do Gantois, falecida três anos antes, atraiu tanta gente ao Cemitério da Saudade, no bairro de Brotas. Os fãs, em transe, invadiram a missa realizada antes do enterro ao gritos de "Viva! Viva! Viva a Sociedade Alternativa". O grupo entrou correndo e foi direto para cima do corpo de Raul.
A ideia dos fãs era tirá-lo do caixão e levá-lo para passear, beber e fumar. O ato de loucura só não foi adiante porque Marcelo Nova, amigo e parceiro de Raul, colocou-se em frente ao corpo e passou uma descompostura nos fãs.
Marcelo não evitou que o vidro do caixão fosse quebrado, mas impediu que Raul, mortinho da silva, saísse carregado até o bar mais próximo.
Como o jogo mordaz do Mötley Crüe fez com que a banda fosse expulsa de um hotel — e se envolvesse em uma briga com Van Halen e AC/DC.
As coisas podem ficar meio loucas quando as maiores bandas de hair metal saem em turnê.
No recente documentário Nöthin' But a Good Time: The Uncensored Story of '80s Hair Metal, o fotógrafo Mark Weiss relembrou uma vez em que estava em um ônibus de turnê com o Mötley Crüe e Nikki Sixx se virou e o mordeu.
"Eu fiquei tipo, 'O que está acontecendo?' Ele respondeu: 'Me faça sangrar!'", relembrou, explicando: "Ele queria que eu o mordesse de volta e eu disse: 'Não vou fazer isso.'"
O empresário da banda, Doc McGhee , explicou que "todo o Mötley Crüe tinha uma coisa chamada Dark Angels... Eles mordiam você bem no meio da testa, mordiam você no braço."
"Quando eles mordiam, era como uma mordida de cachorro", acrescentou, afirmando que, embora outros entrassem na brincadeira, ele não estava interessado.
"A Nikki e o Tommy [Lee] estavam tentando me morder. Acho que a Nikki veio primeiro, eu a agarrei e a puxei para baixo. Depois, o Tommy pulou em cima de mim e eu o coloquei sobre o meu ombro", ele lembrou.
"Eu derrubei os dois no chão e comecei a socá-los sem parar, e os soquei tantas vezes que vomitei neles", ele riu.
McGhee então relembrou um incidente ocorrido antes do Monsters of Rock em Estocolmo, Suécia, em 1984, quando o caos se instaurou no hotel da banda devido a uma mordida.
"Havia 15.000 pessoas no salão de baile do Grand Hotel em Estocolmo, na Suécia. Estávamos fazendo o Monsters of Rock e as bandas eram AC/DC , Van Halen e Mötley Crüe", disse McGhee. "De repente, Nikki se levanta, vai até Eddie Van Halen e o morde no ombro."
Van Halen não achou graça nenhuma, e ficou ainda mais irritado quando Tommy Lee se aproximou e também o mordeu.
"Agora todo mundo está puto", continuou McGhee. "Quinze minutos depois, Vince [Neil] vai lá para mordê-lo. Eddie agarra Vince pelo rosto, joga-o em cima da mesa e eles começam a brigar. Então Malcolm, o baterista do AC/DC , olhou para Nikki e disse: 'Se você me morder, cara, eu arranco sua orelha fora com os dentes'. Nikki o agarra pelos cabelos e o joga contra a parede."
Enquanto isso, "Tommy e David Lee Roth estão em cima da mesa, fazendo alguma luta de kung fu ou algo do tipo."
O incidente resultou na expulsão de todos do hotel, algo que não incomodou o Mötley Crüe no dia seguinte. Quando McGhee lembrou Lee de que ele havia mordido Van Halen, ele disse: "Cara, a gente só mordeu ele porque gosta dele."
McGhee disse: "Eu disse a ele: 'Você está ferrado. Você não morde as pessoas.'"
José Artur Machado, conhecido como Petit (muitas vezes escrito "Peti"), foi o surfista que inspirou "Menino do Rio", de Caetano Veloso.
Nos anos 1970, ele virou um símbolo da juventude carioca: loiro, bronzeado, carismático e um dos surfistas mais admirados de Ipanema. A música foi composta durante um encontro entre Caetano, Petit e Baby do Brasil, que depois gravou o sucesso em 1979.
Surfava trocando de base.
Petit era considerado um talento raro porque conseguia mudar naturalmente a posição dos pés enquanto surfava, dominando ondas para os dois lados com muita fluidez. Surfistas da época diziam que seu estilo era único e muito elegante.
Recusou estrelar o filme "Menino do Rio".
Quando o filme homônimo foi produzido em 1982, ele foi convidado para participar, mas preferiu continuar vivendo longe dos holofotes. O protagonista acabou sendo interpretado por outro ator, embora o personagem tivesse sido inspirado em sua imagem.
Teve um fim muito triste.
Em 1987, Petit sofreu um grave acidente de motocicleta, permaneceu em coma por cerca de 40 dias e ficou com sequelas permanentes. Amigos relataram que ele teve muita dificuldade para lidar com as limitações físicas e emocionais após o acidente. Em 1989, aos 32 anos, ele morreu por suicídio.
5 de abril de 1986: Axl Rose, de ressaca, agride Steven Adler antes de uma apresentação de uísque.
Axl, que estava dormindo no sofá, ficou irritado com Steven Adler, que ou estava limpando cacos de vidro ou atirando garrafas em Axl para acordá-lo. Axl jogou uma mesa de centro, empurrou Steven contra um extintor de incêndio e começou a desferir golpes na cabeça dele. Os dois voltaram a ser amigos na hora seguinte.
Junho de 1985: Izzy e Duff brincam de esconde-esconde com o bumbo.
Em sua autobiografia, Slash descreve as travessuras do Guns N' Roses desde o primeiro teste de Steven Adler. "Quando Steven saiu para fazer xixi, Izzy e Duff esconderam um de seus bumbos, um surdo e alguns tons menores. Steven voltou, sentou-se e começou a contar o tempo da próxima música antes de perceber o que estava faltando. 'Ei, onde está meu outro bumbo?', perguntou ele, olhando em volta como se os tivesse deixado cair no caminho para o banheiro. ... Steven nunca recuperou seu bumbo extra e foi a melhor coisa que já lhe aconteceu."
23 de outubro de 1986: Guns N' Roses perde um membro para o show de Alice Cooper.
O Guns N' Roses abriu o show para o ícone do shock rock Alice Cooper com uma apresentação inteiramente sem Axl Rose — ele chegou atrasado ao Arlington Theater e foi barrado. Izzy Stradlin improvisou letras, como "pênis de elefante debaixo dos meus braços" em vez de "mala de cascavel" em "Nightrain". Slash perguntou à plateia quem queria subir ao palco e cantar. Frustrados, a banda destruiu o camarim e quebrou todos os espelhos.
Setembro de 1987: Izzy e Duff gravam fita adesiva para o baterista do Faster Pussycat
No outono de 1987, o Guns N' Roses fez oito shows na Europa e na Inglaterra com o Faster Pussycat, também da Sunset Strip. "Éramos cordiais, não o que eu chamaria de amigáveis", Slash diria mais tarde sobre a relação entre as duas bandas — mas quando o baterista do Pussycat, Mark Michals, insistiu em acompanhar o Gunners em uma noite de farra no bairro Reeperbahn, em Hamburgo, ele irritou tanto Duff e Izzy que eles acabaram amarrando sua boca e membros com fita adesiva, jogando-o no elevador do hotel e mandando-o para o saguão. "A equipe do hotel lidou com ele a partir daí", lembrou Slash.
Dezembro de 1987: Steven Adler perde a luta contra um poste de luz.
Em 1987, quando o álbum Appetite for Destruction estava prestes a decolar, o baterista Steven Adler quebrou a mão numa briga ao tentar acertar um poste de luz. Com uma turnê se aproximando, a banda seguiu em frente, recrutando outro baterista carismático, Fred Coury, do Cinderella, para assumir a bateria
27 de agosto de 1989: Izzy é preso após acidente com urina no ar.
Durante um voo de Los Angeles para Indianápolis, o guitarrista rítmico Izzy Stradlin urinou na cozinha do avião. “Eu estava bêbado no meio de um monte de idosos. Eu estava fumando, e a aeromoça veio até mim. Mandei ela se foder”, disse Izzy. “Eu tinha bebido tanto que precisei urinar. As pessoas no banheiro… cara, parecia que eu esperei uma hora. Então, urinei na lixeira.” A polícia recebeu Izzy em Phoenix, prendendo-o sob a acusação de perturbação da ordem pública por fumar em uma área proibida para fumantes, fazer gestos obscenos para os passageiros e insultar verbalmente uma aeromoça. “De repente, o avião pousou, eu saí e vi 10 policiais… E me lembro de ter pensado: 'Ih, acho que fiz merda de novo'.”.
30 de outubro de 1990: Axl Rose é preso por suposta agressão com garrafa de vinho e frango.
“Moro ao lado de uma psicopata”, disse Axl Rose a um repórter de TV após ser libertado da prisão por supostamente ter atingido sua vizinha com uma garrafa de vinho vazia. De acordo com a suposta vítima — que morava no mesmo andar que Rose em um elegante prédio de luxo em West Hollywood — o cantor também jogou um pedaço de frango nela. Foi uma briga de vizinhos levada ao extremo, que Rose alegou ter começado assim que se mudou para o apartamento. No fim, o caso foi arquivado, mas Rose não deixou o assunto morrer: ele escreveu a música com o título nada sutil “Right Next Door to Hell” para o álbum Use Your Illusion I.