Feliz Natal, meu amor.
Feliz natal, gatinha.
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Feliz Natal, meu amor.
Feliz natal, gatinha.
Acho que preciso de uma massagem.
E é justamente por ser “o rei” que você não precisa mais delas. Como já disse, Rolland está de olho em você. Por mais que eu seja capaz de entrar na cabeça dele e fazê-lo não pensar mais em te colocar para fora daqui, ainda assim, você tem que ficar mais esperto, meu amor.
O quê? Pensar? Então está dizendo que eu serei submetida à análises? Logo quem conseguiu o paradeiro do tal Calisto?
Eu gosto delas. Fazer o quê. Não é necessário. Já está na hora de eu parar de ser covarde e enfrentar a situação em si. Mas eu volto de vez em quando por você. Eu vou sobreviver por você, como sempre foi.
Nem me fale em Calisto. Problema demais pra uma pessoa só resolver.
Acho que preciso de uma massagem.
Aquilo não foi um barraco, meu amor. Foi uma lição de vida para aquela praga.
Hm… Acho que nada. Hal explodiu o laboratório, Diana congelou nosso quarto de novo… Alex teve uma overdose e Brandon e Brianna assumiram o namoro para Deus e o mundo. Comprei seu presente, conheci gente nova… Fiz até uma viagem para outro continente em forma de espírito. Ha. Foi legal assustar quem estava por lá… Mas enfim. Como está? O que andou fazendo? E eu não aceito ficar sem beijo.
Foi uma lição que, francamente, me deu dor de barriga de tanto que eu ri. Verdadeiramente, o nome disso é barraco. É só eu sair que as coisas aqui se agitam. Francamente. Até parece que vocês aí não sabem que eu sou o rei de uma boa confusão.
Quanto a mim? O de sempre. Saí pra resolver uns negócios e procurar um novo esconderijo. Rolland não vai me aturar aqui muito tempo. Ele me detesta, nós dois sabemos disso. Quanto ao beijo... posso pensar no teu caso.
Acho que preciso de uma massagem.
Fica suspirando isso pelos cantos que a Florence ouve e dessa vez eu uso o Kramy pra arrancar um dos olhos dela.
Olá, garotão.
Acho que eu vou procurar a dita-cuja Tô precisando me divertir e o último barraco me rende risos até hoje.
Olá, gatinha. O que eu perdi dessa vez?
Acho que preciso de uma massagem.
Feliz aniversário, meu amor. No momento, estou dando um jeito de providenciar seu presente (que eu sei que vossa senhoria recusará), então... Só queria te dizer: fique são e salvo. Coma bem. Continue sorrindo. Eu te amo.
Obrigado, gatinha.
Não vai se livrar de mim assim tão fácil. O vaso ruim aqui não quebra.
Psiu, gatinha.
Se eu já não tivesse planos para nós dois hoje, eu ofereceria a oportunidade agora mesmo.
Na verdade, nós dois e mais umas três pessoas.
..uh. Comece a falar.
ALEEEEEEEEEEEEEEEX!
"Santa". Ok…
Isso sim é uma boa história. E vou fingir que eu acreditei no “nada muito violento". O tio da Leo, bem, ele é um cara… complicado. Mas enfim, pelo menos está tudo razoavelmente bem agora. Tirando o fato de que você está aqui escondido e sendo teoricamente acusado de agressão? É, haha.
Falando em estar viciado, já faz sete meses que eu não uso nada. Sabe quando você acha que está bem e que já pode usar uma vez só que não vai ficar viciado de novo, só pra aproveitar o momento? Estou nessa fase…
Hm, mas nunca soube que você era viciado. Na verdade, achei que nada fazia muito efeito em você.
Mas você tá legal. Certo?
Na cabeça do Peterson ela é a mais santa do universo, cara. O tio da Leo precisa dormir de olho aberto, porque na menor das chances, eu juro por deus que eu mando ele pro inferno de onde ele nunca devia ter saído. Ainda não sei porque ele vive.
'Cê tava usando o quê? Eu tava viciado em Vagostesyl. Medicamento, saca? Gostava de tomar com álcool. Só não faz efeito em mim derivados do opio e álcool.
Psiu, gatinha.
Tipo…?
Tipo um dia normal e que o plano não incluisse me vendar
Psiu, gatinha.
Nem fodendo mesmo.
Se tivesse me oferecido a coleira em outras circunstâncias.
ALEEEEEEEEEEEEEEEX!
Pra mim, já bastou a experiência que tivemos no acampamento, também.
Pode ser a da fuga, pra começar. Sou todo ouvidos.
A da fuga. Bem, o tal Peterson nojento decidiu que a santa sobrinha dele não devia andar comigo, porque supostamente eu era má influência, e doente da cabeça por conta do sangue e dos tapinhas que acontecem de vez em quando. Nada muito violento [ooc: RISOS]. Aí ele mexeu os pauzinhos e descobriu com o gagá do Rolland que eu tava aqui, eu tô, escondido e me ameaçou dizendo que eu ia ser pego pela polícia se continuasse com a Leo por... por aquilo. Bem, a Leo cheirou coca, eu voltei dois dias depois do sumiço e o dito-cujo acabou me engolindo.
A essa altura até eu tava viciado, mas isso é outra história.
Psiu, gatinha.
Não é só porque eu gemi “Don" uma ou outra vez, que eu sou a obediente da relação, garotão.
Hahaha. Eu te ofereci uma coleira, já no meu pescoço, algum tempo atrás, mas você pareceu não acreditar na oferta. Perdeu, querido. E, bom, eu ia dizer que era uma ou outra marca dos seus dentes, hm;
Eu não vou te responder pra não te envolver em nada.
É, me ofereceu uma venda no mesmo dia. Eu não fico vendado nem fodendo.
ALEEEEEEEEEEEEEEEX!
Que tal me contar essa história? Hahaha!
Ah, cara, que bom. Felicidades ao casal, e continuem usando proteção porque não quero ser tio ainda.
Cara, eu não quero pirralho catarrento gritando na minha cabeça.
Que história? Da overdose, dos vícios, do namoro ou da fuga?
ALEEEEEEEEEEEEEEEX!
Eu soube do papo da overdose e… Chicago? Não é lá qu- Oh, tá, entendi. Mas eu fiquei sabendo que vocês estão firmes, tão firmes que teve até direito a aliança. Confere?
Eu precisei fugir por causa daquele desgraçado. Isso que dá ser procurado. É, eu tô meio amarrado nisso de aliança.
Psiu, gatinha.
Não. Você é fofo.
Não tenho? Ano passado você recusou meu presente. Mas tudo bem! Obrigado, de novo, garotão. Sabe o que mais fica bonito no meu pescoço?
Exagero seu.
A diferença é que eu sou o Don aqui, gatinha. Eu sou quem te dou as escolhas.... Ah, sei. Uma coleira com o meu nome ficaria ótimo.