Você vai esquecer de mim, como todos os outros. Eu sei.
September, 1996. (via futuro-heroi)
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Você vai esquecer de mim, como todos os outros. Eu sei.
September, 1996. (via futuro-heroi)
Eu queria ser o seu motivo. De quê? Ah, de qualquer coisa. O motivo da sua fuga, da sua volta, do seu desespero, das suas dúvidas, dos seus calafrios e arrepios, dos suspiros fundos de olhos fechados, dos dias em silêncio perdendo para a saudade, do ódio repentino, do querer desenfreado. Qualquer coisa, meu bem, mas que me fizesse morar em alguma parte tua.
Ultimamente, umas das coisas mais difíceis para mim é acreditar nas pessoas e deixar que alguém se aproxime. E a cada decepção, por mais que não deixe de amar e querer estar perto, eu vou me afastando e a corrente que nos unia vai se quebrando. Não me leve a mal, é uma auto-defesa. Eu me entrego demais, sinto demais, sofro demais. Até a mais simples das palavras pesam em meu coração e a falta dela suga o ar de dentro do meu peito. Eu sou extremo, sou tudo e nada, sou céu e estrada, sou fogo e água. Eu sinto, sinto muito.
Poderíamos casar, teríamos um apartamento, tomaríamos café às cinco da tarde, discordaríamos quanto a cor das cortinas, não arrumaríamos a cama diariamente, a geladeira seria repleta de congelados e coca-cola, o armário, de porcarias, adiaríamos o despertador umas trinta vezes, sentaríamos na sala de pijama e pantufas, sairíamos pra jantar em dia de chuva e chegaríamos encharcados, nos beijaríamos no meio de alguma frase, você pegaria no sono com a mão no meu cabelo e eu, escutando sua respiração. Eu riria sem motivo e você perguntaria porque, eu não responderia, saberíamos.
Caio Fernando Abreu. (via allaxg)
E quando falo com você tudo muda, meus olhos brilham, meu humor muda, meu sorriso fica mais lindo e eu me sinto melhor, esses são alguns sintomas que você causa em mim, você me traz paz me faz sentir melhor mesmo distante, e mesmo com toda essa distancia entre nós, o que eu sinto por você não vai mudar, o amor que eu sinto não vai diminuir, pelo contrario, ele vai crescer, vai aumentar, vai duplicar e meus sentimentos e o carinho imenso que eu sinto por você vai se eternizar, quero que saiba que mesmo longe, eu posso sentir você. Essas palavras talvez não possam fazer efeito nenhum em você, não podem descrever tudo oque eu sinto , mais uma coisa eu te digo, é muito verdadeiro o que eu sinto.
“Eu me importo demais com pessoas de menos. Eu choro demais por problemas pequenos. Eu tenho medo do que não existe. Eu sofro de amor calada.”
Caio Augusto Leite. (via inverbos)
No século XX não se ama. Ninguém quer ninguém. Amar é out, é babaca, é careta. Embora persistam essas estranhas fronteiras entre paixão e loucura, entre paixão e suicídio. Não compreendo como querer o outro possa tornar-se mais forte do que querer a si próprio. Não compreendo como querer o outro possa pintar como saída de nossa solidão fatal. Mentira, compreendo sim.
Caio Fernando Abreu. (via allaxg)
Esta noite eu vou te roubar pra mim. Te buscar na sua casa, e te trazer pra minha cama. Te acariciar embaixo da coberta e cochichar o nosso futuro que eu vivo planejando. Vou te abraçar forte, e deixar tudo de ruim pra trás. Vou grudar seus pés com os meus. Vou juntar teu corpo ao meu. E dizer a noite toda, o quanto eu te amo…
Cabana dos Sonhos. (via autografia)
Não seria clichê nenhum dizer que eu preciso de você. Porque eu preciso. E preciso muito.
Tenho uma parte que acredita em finais felizes.Enquanto outra acha que só se ama errado.
Caio Fernando Abreu. (via versificar)
E eu vou me afastando porque sinto que estão melhores sem mim.
Uma única coisa é necessária: a solidão. A grande solidão interior. Ir dentro de si e não encontrar ninguém durante horas, é a isso que é preciso chegar. Estar só, como a criança está só.
a-m-o-r, uma palavra fácil de escrever e de ser dita, mas um sentimento tão complexo que levamos quase a vida inteira para entender.
É que solidão virou rotina. Já me conformei com o fato de me sentir sozinho mesmo rodeado de pessoas.
Parece exagero, mas é que você, poxa vida, só você conseguiu pular o muro de dificuldades que levantei em volta de mim quando as palavras dor, saudade, ausência, falta e despedida fizeram de mim uma menina de lata. Você e seus cabelos escuros e sempre meio ensebados de vir da rua, seu abraço com cheiro de confiança e seus sorrisos nada comerciais. Eu, menina com os pés no chão e sem teto, acabei de decidir que vou levar um choque térmico, atravessando bruscamente pro lado quente da calçada. Conto contigo. Então, ficaí.
Podemos ser o que quiser, desde que lutemos por isso.
Isabela Freitas (via mulhermeninaapaixonada)