Rasga-me o peito, ó Fortuna! com triângulos do espelho por mim partido! Destrói esse vidro que reflectia um sonho – tão puro e brilhante como um raio de Sol. Espeta-mo com força, como uma faca, fundo no meu coração. Ele está como eu: cançado da dor de repousar(!). Apaga-me os olhos, que já não...









