AS BRASILEIRAS DE PRATA EM PARIS
Por Daniel Marco | [email protected]
No Parque dos Príncipes, ouro para os Estados Unidos. Um a zero contra o Brasil. A gangue de Harleen Frances Quinzel faturou mais um ouro olímpico nos gramados dos jardins de Macron, le petit Napoléon. Com direito à pênalti não dado e um gol anulado de nossas meninas. Pois é, não deu. Perdemos para o "esquadrão" do Império do Mal. Feios, prepotentes, insossos… patéticos. Mas, fazer o que, né? Eles mandam no mundo. Até quando? Bem, falando sobre futebol, a prata brasileira valeu muito mais que o ouro delas, comemorado por uma torcida que não sabe o que é torcer em futebol. Num estádio, parecem mais estar em cinema de shopping center. I’m just kidding... Contra tudo e contra todos. Contra as arbitragens tendenciosas do Norte Global. Contra a arrogância das espanholas… O ex-império paumolenga especialista em babação geopolítica e racismo, redimido por Paco de Lucía, Sabicas, Cervantes, Picasso e Almodóvar… Esse time de Arthur Elias, com mais entrosamento e preparo… Seremos osso duro de roer em 2027, aqui no Brasil (com "ésse" mesmo). Estamos montando uma boa base. Seremos osso duro de roer em 2027. Ponto. Isso se os pérfidos, valendo-se do tal "Destino Manifesto", não começarem mais outra guerra… esse sim, o esporte favorito deles. Numa olimpíada chata, realizada numa tão idolatrada “Cidade Luz”, que ficou no escuro por algumas horas... o Brasil mandou bem. Contra tudo e contra todos, apesar dos pesares da nossa péssima política de esportes. No Hemisfério Norte, as meninas jogam bola junto com os meninos, são preparadas desde a infância, têm espaço, não são vistas com preconceito quando estão com a bola nos pés. Nisso, sim, o Tio Sam e seus comparsas nos podem servir de inspiração.











