if you're anti-communist, support isreal, and deny the genocide of palestine, what differentiates you from a right winger in the current global political climate?
(I am queuing this post because I thought it would be funny)
Before I answer, let me remind you that we were having a conversation before you blocked me. If you want to keep having a conversation, you can unblock me. If you don't, don't. Oh, and if it's not you and instead just one of your followers: lmfao bro log off
I am still going to answer this ask in case anyone is interested in hearing me out.
if you're anti-communist
And anti-capitalist too, yes
support isreal [sic]
I support Israel's existence, doesn't mean everything it's ever done is right
and deny the genocide of palestine
There'd have to be something to deny
what differentiates you from a right winger in the current political climate?
Thinking leftist = communist and anticommunist = rightist is just the idea some idiot commie has of politics, where you can just define would-be allies out of coalitions so you can continue jerking each other off around The Gospel According to Saint Karl.
In the shorter term I support the expansion of the social-democratic state we already have, more substantial investment towards public education at all levels, more involvement from labour unions and technical associations in the political process, and the revitalisation of national industry and the rail system.
This is all so that in the longer term a quasi-technocratic state can be created where entire areas of national importance aren't left to the interests of "politics" or "economics", but instead to technicians and specialists trained in their fields and preferably with hands-on experience as workers. Money itself as we know it would be abolished in favour of an energy accounting system.
That's to say, I'm not pro-capitalist at all, and thus not right wing. My ideal society falls sonewhere broadly to the left, but clearly rejects what you define as leftist - communism. So I don't expect you to understand it or care
"La ciencia ha sido el opio del pueblo moderno. Bastaba con creer en sus promesas para que produjera un mundo mejor. Pero aquí estamos, en plena postmodernidad [...]
En verdad, nada hubo más crédulo que nuestra relación con la ciencia. [A] través de la palabra “ciencia”, es generalmente la tecnociencia lo que se designa. La prueba de que la ciencia es verdadera, en este caso, es que funciona. Nada de demostraciones especulativas, basta con ver un smartphone, una sonda espacial o el método CRISP-Cas9. Se abandona uno entonces a dos presupuestos: que la ciencia no es en primer lugar contemplativa; que la verdad se reduce a la eficiencia o al buen funcionamiento. Se vuelca uno inconscientemente en el pragmatismo o el utilitarismo. La relación con la ciencia se convierte en interesada: todo depende de los beneficios que se le puedan sacar. Lo especulativo, en el sentido de la inteligencia, cede su sitio a lo especulativo, en el sentido de las finanzas. Es suficiente ver los fantasmas y las sobrevaloraciones bursátiles alrededor de la “inteligencia artificial” para comprender hasta qué punto la credulidad sigue siendo el motor de una tecnociencia que multiplica los medios sin plantearse nunca la pregunta sobre su finalidad última."
— Fabrice Hadjadj: "Acerca de la ciencia, la fe y la caballería andante"
«Mientras que el partisano no era más que una “tropa ligera”, un húsar o tirador de especial movilidad táctica, su teoría era de la competencia de la ciencia militar. Únicamente la guerra revolucionaria lo convirtió en una figura clave de la historia universal. ¿Pero qué será de él en la época de los medios de destrucción atómicos? En un mundo técnicamente organizado y planificado las antiguas formas e ideas feudal-agrarias de lucha y guerra y enemistad tienen que desaparecer. Es evidente. Pero ¿desaparecerán también lucha y guerra y enemistad como tales, convirtiéndose en conflictos sociales más o menos inofensivos? Cuando se haya realizado por completo la racionalidad y regularidad inmanentes a un mundo técnicamente organizado -según creencias optimistas- entonces el partisano no supondrá quizá ni siquiera un perturbador. Desaparecerá sin más en el funcionamiento sin fricciones de la marcha técnico-funcional así como un perro desaparece de la autopista. Para una imaginación técnicamente orientada no constituirá ningún problema, ni de tráfico ni de moral, ni filosófico ni jurídico.»
Carl Schmitt: Teoría del partisano: acotación al concepto de lo político. Editorial Trotta, pág. 87. Madrid, 2013.
Existe una falsa dicotomía entre ciencia y política. El conocimiento es una herramienta y, como tal, debe estar disponible para lo que el conjunto de la sociedad, decida en un debate necesariamente político, qué hacer con su destino. El actual intento de imponer políticas tecnocráticas debe acabar.
Ha llegado a tus manos un artículo científico que, aseguran los autores, demuestras…
Pobres, Mal-Agradecidos e Felizes por Isso: Como o Tecno-Capitalismo Nos Ensinou a Amar Nossa Própria Jaula
Existe uma alquimia perversa no coração do sistema que governa as nossas vidas: a arte de destruir o mundo com uma mão e oferecer um brinquedo reluzente com a outra. Somos a geração que conhece o nome de cada mecanismo da sua própria exploração — e ainda assim desliza o polegar para cima.
— I —
É verdade que o tecno-capitalismo está a destruir a biosfera a um ritmo sem precedentes — cobrindo planícies, serras e zonas costeiras de fazendas fotovoltaicas e parques eólicos que apagam ecossistemas inteiros sob a bandeira verde da "transição energética", enquanto as emissões globais continuam a subir e as corporações que extraem lítio e cobalto para as baterias eléctricas envenenam lençóis freáticos em três continentes.
Mas, em compensação, esse mesmo tecno-capitalismo criou uma inteligência artificial que nos poupa o incômodo de pensar. Já não precisamos escrever com as nossas próprias palavras, estruturar os nossos próprios argumentos, ou enfrentar o desconforto produtivo de não saber — porque há sempre um modelo de linguagem pronto a fazê-lo por nós, transformando a nossa incapacidade crescente em conforto premium.
— II —
É verdade que o Império Ocidental — com os seus drones, as suas sanções, os seus golpes de Estado e os seus armamentos vendidos a preços de saldo — continua a provocar guerras, massacres e colapsos institucionais numa escala que envergonharia os impérios coloniais do século XIX. Gaza, Sahel, Ucrânia, Sudão, Yemen: o mapa da destruição financiada ou tolerada pelo Ocidente é um atlas do horror contemporâneo.
Mas, vendo bem, essas guerras geram refugiados que vêm para as nossas cidades e nos trazem, de bicicleta e ao toque de uma aplicação, comida quente à porta de casa. A tragédia alheia tornou-se a nossa infraestrutura de entrega. A precariedade do outro é a nossa conveniência.
"Sabemos exatamente como funciona a máquina. Conhecemos cada engrenagem. E continuamos a alimentá-la — porque ela entrega a pizza em 30 minutos."
— III —
É claro que a rapina capitalista global extrai recursos do Sul enquanto mantém os seus trabalhadores em condições de escravatura moderna — salários de subsistência, sem direitos, sem proteção, em fábricas que colapsam ou pegam fogo enquanto o mundo ainda debate se vale a pena auditar a cadeia de fornecimento. Bangladesh, Etiópia, Honduras: a moda rápida tem endereço e tem código postal.
Mas, por outro lado, isso permite-nos usar roupa nova todos os dias — encomendada online, descartável por design, barata como papel. Podemos construir uma identidade nova a cada semana sem nunca ter de confrontar quem a coseu, em que condições, e com que futuro.
— IV —
É claro que os nossos governantes estão a construir, tijolo por tijolo, a maior arquitetura de vigilância digital da história humana — um panóptico invisível que regista os nossos movimentos, mapeia as nossas redes de amizade, antecipa os nossos comportamentos e vende tudo isso ao melhor licitante, seja ele uma empresa de publicidade ou um serviço de informações.
Mas, que diabo, as plataformas são gratuitas. TikTok, Instagram, X, YouTube — um oceano infinito de conteúdo disponível a qualquer hora, por alguma razão impossível de fechar, projetado por equipas de engenheiros cujo único objetivo declarado é que não consigamos parar de rolar a tela.
— V —
É verdade que o tecno-capitalismo nos está a conduzir ao colapso simultâneo em várias frentes — saúde mental em colapso, solidão epidêmica, incapacidade de concentração, ansiedade generalizada, pobreza crescente, democracias a esvaziar-se por dentro, biodiversidade a desaparecer, oceanos a acidificar. Ficamos mais doentes, mais pobres, mais incapazes, mais isolados e menos livres — mas de uma forma que não cabe numa manifestação porque estamos demasiado cansados e a Netflix acabou de lançar uma nova série.
Mas, vejam só: o cartão de débito já não precisa de PIN. Quatro teclas. Era muito. Resolvido. O progresso continua.
— VI —
É claro que é apenas uma questão de tempo — e de interações tecnológicas — até robôs armados e drones com reconhecimento facial patrulharem as nossas ruas, e até a IA governamental poder bloquear o nosso dinheiro digital porque postamos ou compartilhamos um meme considerado subversivo, ou porque assinamos uma petição errada, ou porque conhecemos alguém que conhece alguém. O sistema de crédito social não é ficção científica chinesa: é uma folha de roteiro com prazo de entrega.
Mas, que diabo: há futebol no fim-de-semana, séries novas na Netflix e o Big Brother está de volta. O espetáculo continua. Nós também.
Somos, afinal, uma civilização de uma lucidez extraordinária. Vemos o abismo. Identificamos os mecanismos. Nomeamos os culpados com precisão cirúrgica — em podcasts, em threads, em essays virais. E depois fechamos a tela, abrimos o Uber Eats, e rezamos para que o apocalipse seja pelo menos bem desenhado.
Pobres e mal-agradecidos? Não. Pobres, completamente conscientes, e anestesiados com requinte.
Essa é a verdadeira obra-prima do sistema: não nos tornar ignorantes — tornar-nos cúmplices informados.
Este manifesto também está disponível em Patreon:
Pobres, Mal-Agradecidos e Felizes por Isso: Como o Tecno-Capitalismo Nos Ensinou a Amar Nossa Própria Jaula by Claudio Suenaga on Patreon.
Patología del exceso en la era tecnocrática
«Los sistemas se desarrollan hasta tal punto que superan su propósito y se vuelven simulacros de sí mismos». Baudrillar
La hipertelia puede entenderse como la patología silenciosa de nuestro siglo prometeico: una enfermedad estructural inoculada en el proceso cotidiano, en la continuidad del presente que arrastra pasado y prefigura un futuro…
Tecnocracia e Inteligência Artificial: O Crepúsculo da Liberdade Humana | Por Greg Reese (legendado)
O vídeo “Technocracy and the Internet of Bodies” de Greg Reese apresenta uma crítica distópica ao avanço da tecnocracia e ao conceito de Internet of Bodies, alertando para os riscos de controle social e perda de liberdade individual diante da integração entre tecnologia, biologia e inteligência artificial.
A tecnocracia, definida como um sistema em que decisões são tomadas por especialistas técnicos e algoritmos em vez de representantes eleitos, aparece como pano de fundo para a expansão da IoB. Esse conceito prevê a integração do corpo humano às redes digitais por meio de dispositivos vestíveis, implantes e biochips, transformando indivíduos em pontos de coleta de dados contínuos.
Reese alerta que, sob a promessa de eficiência e progresso, esconde-se um projeto de vigilância e controle. A coleta de informações biométricas — saúde, emoções, comportamento — poderia ser utilizada não apenas para monitoramento, mas também para restringir liberdades e impor padrões sociais. O que antes era visto como utopia modernista, afirma, envelhece rapidamente e se converte em distopia.
O vídeo adota um tom sombrio e alarmista, sugerindo que a humanidade caminha para um regime em que a autonomia individual se dissolve diante da lógica das máquinas e da tecnocracia digital. A crítica central é clara: ao transformar corpos em nós de uma rede global, a sociedade corre o risco de perder o controle sobre si mesma.
Em síntese, Technocracy and the Internet of Bodies expõe a tensão entre inovação tecnológica e liberdade humana, levantando questões éticas urgentes sobre quem realmente se beneficia do avanço da inteligência artificial e da biotecnologia — e quem paga o preço.
Technocracy and the Internet of Bodies, by Greg Reese: https://x.com/i/status/1927792383166665043
Legendas por Ovelha_negra: https://www.bitchute.com/video/8PUMWVorcVZ5
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