tags: abo não tradicional, ALFA x ALFA, hbottom, pain kink, um pouco de humilhação e manipulação, belly bulge, ambos homens cis, harry usando calcinha e sendo chamado de puta p baixo.
ps: um obrigado especial às divas que me motivaram a escrever e me ajudaram com o título, amo vocês!!!
boa leitura :p
Harry tinha uma camisa branca de botões quase inteiramente aberta e jeans colados em suas pernas na primeira reunião com o advogado da família do seu ômega.
Oliver e Harry não tinham mais o fogo e o amor inicial do casamento, as coisas esfriaram num nível insuportável até o ômega se manifestar e pedir o divorcio. Aquilo acabou sendo um alívio para ambos porque nenhum dos dois via alguma salvação no relacionamento, e esse era o motivo pelo qual eles estavam naquela sala ampla com uma mesa exageradamente grande adornada por cadeiras robustas.
À espera deles estava Louis Tomlinson, o advogado. Ele observava a grande Londres que se exibia através das janelas enormes. Seu terno azul escuro era bem alinhado em seus ombros musculosos, assim como em todo seu físico corpulento, e seu cabelo parecia brilhar sob as luzes da sala. As mãos com dedos tatuados estavam unidas na frente do corpo.
Havia também seu cheiro, algo como madeira e couro misturados com um fundo de canela. Ele definitivamente era um alfa e a intensidade do aroma fez Harry pigarrear audivelmente, fazendo Louis se virar na direção do casal.
“Boa noite, Sr. Tomlinson” Oliver se apressou em ir até o advogado e apertar sua mão. A firmeza do toque deixou o ômega claramente nervoso e Harry revirou os olhos pela facilidade que ele teve em esquecê-lo.
“Boa noite, Smith” o sorriso que ele tinha nos lábios era profissional, mas ainda assim tão bonito “Suponho que esse seja Harry Styles”
Era péssimo, mas Harry não pôde evitar reparar na beleza de Louis. Nos olhos hipnotizantes e azuis, na boca fina e na barba bem feita que adornava o rosto de maxilar marcado. Ele só não sabia porque estava sendo tão detalhista com um advogado tão alfa quanto ele.
Quando o silêncio se tornou constrangedor e Harry notou a mão estendida na sua direção, ele a segurou.
“Sou eu, sim” o cheiro de Louis parecia ainda mais forte e Harry odiou que estivesse arrepiado “Sou o marido de Oliver… Ex marido, em breve” algo na presença do advogado deixava Styles levemente tenso.
A resposta de Louis foi um sorriso ladino. Ele molhou o lábio inferior com a língua e desceu o olhar para o peito exposto de Harry de forma descarada, erguendo as sobrancelhas em seguida como se tivesse constatado alguma coisa.
“Por favor, fiquem a vontade” ele soltou a palma quente de Harry e indicou a mesa de reuniões.
O alfa e o ômega sentaram-se um de frente para o outro enquanto Louis se acomodou na cadeira da ponta para conseguir ver os dois homens. Sua postura era sempre superior, assim como seu modo de falar, e isso estava incomodando o cacheado. Era como se ele não fosse um alfa presente ali também e não pudesse demonstrar sua liderança.
O advogado não lhe dava brecha alguma.
Louis parecia fazer aquilo de propósito, sempre lançando olhares sugestivos demais como se quisesse desfiá-lo por algum motivo ainda desconhecido por Harry.
“E assim ficaria a divisão de bens” Louis eventualmente disse, apontando para alguns papéis com a ponta da caneta.
“Acho que precisamos de uma segunda opinião, um outro advogado” Harry sequer sabia o que estava falando, Louis estava o intimidando o suficiente para que ele quisesse sair correndo daquela sala e descobrir qual era seu problema.
Tomlinson se recostou na cadeira, apoiando o cotovelo na mesma e escorando o queixo em seus dedos, encarando o fundo dos olhos verdes de Harry.
“Algum problema, Styles?” seu tom de voz era ácido.
Harry olhou para Oliver que parecia chocado e então voltou para Louis. O garoto engoliu o bolo que se formou em sua garganta e fechou os olhos negando com a cabeça.
"Nenhum, senhor, desculpe. Acho que só falei sem pensar"
Sério? Harry havia chamado outro alfa de senhor? Que porra era aquela?
"Bom, então eu espero que dá próxima vez você fique calado se não tiver nada útil para acrescentar" o alfa ofereceu um sorriso sem humor e logo voltou a falar com Oliver como se não tivesse repreendido um rival.
Afinal, alfas nunca se submetiam uns aos outros, isso era uma regra de sobrevivência. Quando há dois dominantes, ambos buscam ficar por cima de forma selvagem, mostrando suas habilidades e não baixando a cabeça.
Mas Harry se encolheu.
Os ouvidos de Styles pareciam tapados pelo resto da reunião, ele apenas concordava e discordava com murmúrios porque havia algo muito errado com seu corpo. O cheiro de Louis e o aroma doce de Oliver, agora ainda mais forte, estavam enojando seus sentidos. Havia o advogado e tudo que o cercava e isso era demais para o cacheado.
O lobo de Harry se sentia um filhotinho ao lado de tanta superioridade.
Seus sentidos voltaram a funcionar quando, depois do que pareceu uma eternidade, ele notou Oliver se levantar e apertar a mão de Louis mais uma vez em despedida.
Harry sentia as orbes secas porque esqueceu de piscar por tempo demais, focado em um único ponto da mesa que parecia mais interessante do que a conversa.
"Styles, gostaria que ficasse um pouco mais para discutirmos sobre as cláusulas da sua empresa" Louis chamou sua atenção. Não era bem um pedido, soava mais como uma ordem.
"E-eu... preciso levar Oliver para casa" sua fala estava quebrada e ele se amaldiçoou por isso.
"Não precisa! Eu me viro bem, resolva o que você precisa com Sr. Tomlinson e nos falamos depois" o ômega parecia realmente querer ser prestativo, mas Harry tinha vontade de matá-lo.
Os olhos verdes estavam arregalados quando olharam para o advogado novamente. Eles acompanharam sua figura prepotente enquanto Louis guiava Oliver para a porta da sala com cordialidade. Styles definitivamente não queria ficar sozinho com Louis, não depois de tudo o que já havia sentido em tão pouco tempo.
Com a audição apurada por causa da adrenalina, ele ouviu a porta ser fechada e então trancada.
Seus pelos arrepiaram por inteiro e seu lobo despertou quase que instantaneamente. Harry empurrou a cadeira para trás com brutalidade e se pôs em pé com o coração batendo forte no peito. Havia uma sensação de queimação em suas veias quando ele andou com passos largos até Louis e parou à centímetros do seu rosto.
"Que porra você pensa que está fazendo?" o cacheado tinha fúria brilhando em sua íris, mas isso não parecia abalar Louis de modo algum.
"Eu já disse, vamos discutir sobre as cláusulas da sua empresa e..."
Sem conseguir completar a fala, o colarinho da sua camisa foi agarrado pela mão de Harry enfeitada com anéis e um rosnado brotou na garganta do cacheado. Ele o liberou no rosto de Louis na intenção de intimidá-lo, mas Tomlinson apenas riu.
"É sério que você ainda tenta mostrar dominância?" ele estava quase gargalhando e Harry tinha uma expressão mais do que confusa "Você ainda não entendeu qual é o jogo aqui, não é?"
Num golpe ágil, Louis trocou as posições e então Harry estava encurralado contra a parede. Diferentemente de Tomlinson, ele tinha a bochecha colada na parede gélida e as mãos presas em suas costas. Seu corpo lutava para sair do aperto do advogado, mas estava sendo completamente inútil.
"Eu vou te explicar então" sua boca estava tão próxima do ouvido de Harry que o garoto precisou fechar as mãos em punhos para aliviar seu ódio que só crescia "Pensei que somente o seu maridinho fosse um ômega, mas você cheira igual a um. Quando apertou a minha mão eu pude ver como você já estava tão entregue só pelo aroma doce que você liberou e isso me fez perceber o submisso bonito que eu tinha na minha sala" a sua risada fez um arrepio longo reverberar a coluna de Harry "Então você senta na minha frente e quer pagar de machão, e isso é tão ridículo quanto mentir pra si mesmo que não sente vontade nenhuma de pular em cima de mim e me pedir pra foder esse seu rabo apertado"
Styles precisou morder os lábios para não emitir nenhum som que Louis fosse gostar. O advogado, em contrapartida, pôde notar sua expressão deleitosa.
"Eu não... não sei do que você está falando" ele tentou se livrar do aperto mais uma vez, seus batimentos cardíacos estavam em seus ouvidos "Dá pra me soltar, porra?"
"Depende muito, você vai se comportar?"
Harry deu um riso anasalado em deboche e escorou a testa na parede, precisando entrar no joguinho de Louis para se ver livre.
"Você tem a minha palavra"
Bastou Louis afrouxar a rigidez de suas mãos para que Harry o empurrasse para longe e fosse em direção à porta, era como se ele estivesse lutando pela sua vida. Seus dedos tentaram forçar a maçaneta e os olhos procuraram com esperança pela chave pendendo na fechadura.
"Está procurando alguma coisa?" Louis balançou uma única chave na frente dos olhos de Harry como uma isca. O cacheado apertou os olhos com fúria e um sentimento de desistência crescendo cada vez mais.
Seria mentira dizer que Tomlinson estava errado quando falou que Harry o desejava, porque ele o queria.
Styles só tentou fugir para escapar da vergonha de se sentir tão atraído assim por outro alfa. Aquilo não era biologicamente nem moralmente correto. Ele não reparou que seu cheiro havia ficado mais doce na presença de um igual, mas não achava isso o fim do mundo.
E se Louis fosse tomá-lo naquela sala mesmo, ele gostaria de se divertir um pouco também.
"É muito engraçado que a sua primeira reação foi fugir ao invés de me atacar" Louis divagou, encostando-se na borda da mesa e cruzando os braços.
Harry se virou, o corpo colado contra a madeira da porta e sua cabeça recostada para trás, pensando em seus próximos passos e dando a visão bonita do seu pescoço imaculado para Louis.
O alfa desejou muito mordê-lo naquela região e isso fez seu interior se agitar. Um rosnado grosso saiu dele e Harry estremeceu.
"Venha até aqui" ele mandou, seu tom rude e exigente.
O cacheado nunca tinha sido tratado daquela forma antes, sempre foi ele quem dominou e subjugou seus funcionários e seu marido. Era simplesmente novo ter outro alguém mandando em si, apesar de também ser muito prazeroso.
"Não estou afim"
Louis arqueou uma das suas sobrancelhas, incrédulo que aquela espécime de alfa estava realmente tentando bater de frente com ele. Ele desceu o olhar para as pernas de Harry e notou o volume do seu pau marcado nas calças coladas.
"Não é o que parece"
Harry acompanhou seu olhar e tentou se cobrir com as mãos, envergonhado ao ponto de causar um rubor nas suas bochechas.
"Agora você está com vergonha?" sua voz estava tão mordaz que parecia rasgar a epiderme do cacheado "Você é uma puta, Harry. Você é a porra de um ômega" ele cheirou o ar, se deleitando com os cubos de açúcar em formato de aroma que preenchia a sala "E tem o melhor cheiro que eu já senti, sem dúvidas"
O cacheado estava aturdido, sentindo-se pequeno diante da fala de Louis.
"Vem aqui, me deixe cheirar você"
O garoto estremeceu com a fala do advogado, sentindo seu membro cada vez mais duro dentro do aperto das calças. Faziam algumas boas semanas desde que ele tinha feito sexo com Oliver e, somado com aquela experiência nova que era um alfa lhe domando, ele sentia seu interior incendiar.
Ele precisava de algum alívio e tinha certeza de que Louis iria lhe proporcionar isso.
Com passos lentos e receosos demais, ele se arrastou até ficar na frente de Louis. Seu cabelo estava caído como uma cascata na frente do seu rosto e seus olhos estavam grudados nos sapatos bem polidos do alfa.
O advogado estava o manipulando e Harry sabia disso, mas ele sentia tanta vontade de se entregar e deixar Louis fazer o que quisesse com ele.
Por mais que não assumisse isso nem para si mesmo.
Louis ergueu seu rosto com delicadeza pelo queixo e tocou o pescoço de Harry, devoto, sentindo a pele arrepiar sob seus dígitos.
"Eu poderia te marcar bem aqui" seus dedos passeavam pela lateral da epiderme branquinha e Harry negou com a cabeça vezes demais "Não? E por que não? Você ficaria lindo com a marca de um alfa na sua pele. Com a minha marca"
"É... errado" Styles estava quase se deitando em direção ao seu toque como um gatinho.
"Oh, Harry, ficar maleável na mão de outro alfa também é muito, muito errado" sua pele formigou e ele não se conteve em pressionar as laterais do seu pescoço para privá-lo de ar, aproximando ainda mais seu rosto para sussurrar em sua boca "E mesmo assim você está aqui, ômega"
O cacheado rolou os olhos em puro deleite pela forma como Louis o chamou, inconscientemente virando a cabeça para o lado e deixando seu pescoço ainda mais visível, pedindo por uma reivindicação.
"Olha isso... puta que pariu, você é uma vadia submissa do caralho" ele não se conteve em levar as presas, agora ainda mais afiadas, e raspá-las na área sensível, apenas para enlouquecer o garoto.
"Louis, eu..." ele manhou, apertando as pernas uma na outra, tentando descontar um pouco do tesão que sentia enquanto Louis o arranhava com os dentes e a barba.
Aquilo era demais, o garoto nunca imaginou que pudesse ficar tão excitado com a ideia de ser marcado. Era definitivamente o pecado que ele estaria disposto a cometer com aquele advogado.
"Shh, eu sei" seu hálito estava quente de desejo "Vamos cuidar disso, sim? Ajoelha pra mim"
O garoto tinha certo temor no olhar, porque nunca havia feito aquilo antes. Ele reparou no volume dentro das calças sociais de Louis e engoliu em seco.
"Não precisa ter medo" Louis notou sua feição "Vamos começar devagar para ver você perdendo sua marra aos poucos"
Ele não respondeu, apenas ajoelhou-se tímido no chão frio da sala e encarou Tomlinson de baixo com suas orbes esmeraldinas. Ele queria ser bom e estava esperando uma próxima ordem como a porra de um ômega dedicado em agradar seu alfa.
Louis se desfez do cinto sem pressa, gostando de ver a antecipação na expressão de Harry. Sem se preocupar em tirar de fato alguma peça de roupa, ele apenas puxou seu cacete já duro de dentro da calça e o deixou na frente do rosto do cacheado.
Harry tinha os olhos arregalados e muito interessados, analisando todo o comprimento daquele pau com a cabecinha rosada e a extensão repleta de veias. Sua boca salivou.
"É todo seu" ele levou os dedos até o cabelo bagunçado de Harry "Eu sou muito paciente, mas você tem que fazer do jeito certo. Cuide com os dentes e deixe tudo bem molhado porque depois eu vou entrar em você"
O outro assentiu, acatando as ordens.
Ele começou com lambidas tímidas na ponta do caralho, sentindo o gosto almiscarado da cabecinha rubra dançar em seu palato. Harry não sabia exatamente onde colocar as mãos, então espelhou o que fazia consigo mesmo quando precisava gozar e começou uma punheta preguiçosa no comprimento do alfa.
O advogado queria afundar seu pau todo de uma vez na garganta de Harry, mas sabia que isso assustaria o garoto e ele provavelmente não iria querer continuar, então deixou que ele explorasse e se divertisse como quisesse.
Quando tomou coragem, Harry levou metade do cacete duro para dentro da boca, contornando as veias com a língua e se deliciando com a sensação nova que era tudo aquilo. Ele olhava diretamente para Louis em busca de uma resposta para saber se estava sendo bom o suficiente enquanto o advogado se satisfazia com o rostinho corado do alfa.
Louis tinha uma expressão prazerosa e Harry queria muito poder emoldurá-la. Os olhos azuis estavam quase tomados pelas pupilas negras e uma camada fina de suor se concentrava em sua testa. Ele era como a porra de um deus do sexo e isso mexia com absolutamente toda a razão do cacheado.
Seus fios cor de chocolate balançavam quando ele ia e voltava com a cabeça, tentando tomar cada vez mais daquele caralho e ficar drogado com o gosto de Louis.
"Isso, ômega, você está indo tão bem" ele incentivou e o cacheado gemeu, enviando vibrações gostosas para a ponta do seu pau.
O apelido fez Harry chupá-lo com mais afinco, formando vincos em suas bochechas e estalos toda vez que ele tirava a glande dos lábios apenas para voltar e deixar Louis louco de tesão. Aos poucos ele se tornava uma bagunça de gemidos, lágrimas e saliva e isso era uma perdição para Louis.
Tomlinson eventualmente rosnava de tesão e apertava suas mechas com mais força, mas o garoto sentia falta de algo, de algum tipo de desafio nos olhos dele e de sua brutalidade, então ele teve uma ideia.
Ele saiu até a pontinha do cacete babado e voltou, arrastando seus dentes superficialmente na pele sensível do advogado, coisa que havia sido proibida.
Louis grunhiu e apertou seu cabelo, mas entendeu que poderia ter sido apenas um descuido.
Até que Harry fez de novo.
Seus fios foram puxados para trás até que ele estivesse em uma distância considerável do pau de Louis. Ele queria avisá-lo de que Harry estava usando os dentes, mas então viu um sorriso sapeca no rosto do cacheado.
"Você fez de propósito?" ele estava verdadeiramente puto agora.
Talvez Harry não fosse um submisso, afinal. Talvez ele gostasse de ser forçado a se submeter.
"Não sei, eu fiz?"
A palma da mão de Louis ergueu-se no ar e então voltou contra a bochecha de Harry, fazendo o garoto chiar de dor. Uma vermelhidão se instalou na pele pálida e Harry sentiu seu pau molhar mais com isso.
"Faz..." sua voz estava embriagada de luxúria "Faz de novo, por favor" então ele pegou a mão de Louis e a posicionou na epiderme quente que havia sido espancada.
Louis molhou o lábio inferior com a língua, morrendo de excitação por ver aquela figura tão entregue aos seus modos. Sua mão livre encontrou o cacete desesperado por alívio e ele se masturbou devagar apenas com a imagem de Harry implorando pela dor.
"Eu disse que seria paciente se me obedecesse, mas acho que você não serve nem para isso" então ele deixou outro tapa estalado e Harry gritou.
O advogado foi até os lábios de Harry com rudez, puxando o inferior para baixo e obrigando sua boca a abrir. Ele agarrou os cabelos cacheados com domínio "Agora vai ser do meu jeito"
Ele bateu com a glande molhada de pré gozo e saliva nas bochechas machucadas do cacheado apenas para humilhá-lo e fazê-las arderem antes de realmente entrar na sua cavidade. Sem dar tempo para que ele se acostumasse, sem deixar ele seguir o próprio ritmo.
Louis não estava fodendo a sua boca, mas sim a usando como um buraco para se aliviar. Ele não mexia os quadris, apenas puxava a cabeça de Harry até o nariz dele tocar sua virilha e então repetia outra e outra vez.
Quando o advogado manteve a glande sensível por mais tempo na garganta do cacheado, os dedos magros arranharam o tecido da calça de Louis em desespero, desferindo socos para tentar se livrar da queimação e poder respirar novamente. Ele sentia que acabaria desmaiando.
Em exatos cinco segundos ele foi solto, fazendo sua garganta contrair e liberar ainda mais saliva, um fio transparente ligando sua boca até a poça no chão. Seu rosto parecia queimar e ele tossia, buscando se acalmar.
"Acho que superestimei você" Louis fez um carinho nos seus cachos, mas seu tom era manipulador "Você ainda precisa de muito para se tornar um ômega bom de verdade"
Harry ergueu os olhos chorosos, limpando algumas lágrimas com as costas da mão. Ele estava destruído e Louis sequer tinha fodido ele ainda.
"Então me ensine a ser bom, senhor" pediu com a voz quase sussurrada, vendo a reação imediata que aquilo causou em Louis.
As mãos tatuadas não perderam tempo em encontrar seus fios mais uma vez. Seu couro cabeludo ardia como o inferno, mas Harry aprendeu que gostava da dor.
Num instante, seus lábios receptivos enveloparam o caralho gostoso mais uma vez, Louis não aguentava perder mais um segundo de tempo.
Nas primeiras estocadas brutas, ele tinha reflexos e seus olhos enchiam de lágrimas quando o cacete grosso tocava sua garganta. Seu corpo inteiro parecia pegar fogo, tamanho tesão que ele sentia.
Isso até conseguir relaxar e passar a tomar aquilo como um verdadeiro ômega.
Louis tinha um sorriso ladino e orgulhoso nos lábios quando sentiu Harry se forçar por conta própria para levá-lo fundo.
O ritmo do alfa se tornou implacável e Harry estava desesperadamente excitado, então ele tateou cegamente até encontrar seu próprio pau, apertando-o por cima das roupas e rolando os olhos em prazer.
O advogado notou sua ação, tirando seu pau da cavidade já destruída do garoto.
"Está com dor?"
Harry concordou, esperançoso de que isso faria Louis aliviar as coisas para ele.
"E você fica excitado com isso? Meu ômega é tão sujo assim?" ele levou o sapato até a mão de Styles que estimulava o próprio pau e a afastou com um empurrão "Já que você precisa tanto se tocar, monta no meu sapato enquanto eu te uso"
O submisso logo chegou mais perto do pé de Louis e sentou sobre ele, conseguindo uma fricção gostosa enquanto rebolava os quadris como se estivesse cavalgando em um pau. O tecido da sua própria roupa estimulava sua glande extremamente molhada e isso lhe causava pequenos espasmos.
Tomlinson apenas sorriu pelo modo como Harry sequer questionava suas ordens, já tão bêbado de vontade para fazer tudo o que ele mandasse.
Os sentidos do cacheado gritavam o nome de Louis e o cheiro do alfa estava por toda a sala, cada vez mais intenso para as narinas de Harry e isso o levava à loucura. Era quase tão prazeroso quanto um orgasmo e talvez ele pudesse gozar somente com o aroma forte e masculino de Louis.
O cacete já estava em sua boca mais uma vez e ele tinha que se concentrar em ser bom para seu alfa e buscar alívio ao mesmo tempo. As sensações reunidas pareciam estourar atrás das suas pálpebras fechadas e ele aproveitava ao máximo a forma como estava sendo usado.
Louis, por outro lado, poderia vir apenas contemplando aquele "alfa" tão entregue e submisso aos seus pés. Ele sentia as bolas repuxarem e o baixo ventre esquentar com a antecipação de um orgasmo.
Harry se sentia sobrecarregado e isso era gostoso pra caralho. Ele estava tão perdido nas sensações que lhe preenchiam, aguentando Louis e montando em seu sapato caro, que sentiu seu corpo estremecer mais forte do que as outras vezes.
Focado demais no prazer do alfa, ele sequer percebeu que havia gozado.
Quando sentiu que não aguentaria mais um segundo, Louis deixou apenas a cabecinha do seu caralho na língua de Harry e pode assistir quando esporrou jatos esbranquiçados diretamente para dentro do garoto.
"Não engole, mantenha a boca aberta" disse ofegante, puxando os próprios fios do cabelo para trás ao inclinar-se e cuspir um fio de saliva diretamente na língua de Harry, misturando seus fluídos na boca dele "Agora sim, pode engolir"
Harry o fez com prazer, sentindo tudo aquilo deslizar pela sua garganta como uma recompensa.
"Bom ômega" ele secou algumas lágrimas que escorreram pelas bochechas de Harry e ajudou ele a se erguer depois de deixar um beijo em sua testa suada com alguns fios colados.
As pernas esguias estavam trêmulas quando o cacheado se colocou em pé, precisando do apoio de Louis. Ele sentiu algo pegajoso demais dentro da sua roupa e teve a certeza de que havia gozado somente se esfregando como um bichinho e mamando o pau do alfa.
"Se sente bem?" perguntou, seus olhos azuis buscavam qualquer traço de que Harry estivesse desconfortável.
"Estou ótimo" sua voz estava rouca e Louis queria lhe dar mais um tapa somente porque ele era gostoso pra caralho.
"Tira a roupa pra mim, tira" mandou, ainda segurando a cintura fina para mantê-lo estável.
Harry terminou de desabotoar a camisa, passando ela pelos ombros e braços e deixando-a jogada no chão. Ele viu como Louis se demorou em suas tatuagens e mordeu os lábios. Então continuou, desafivelando o cinto e abrindo a braguilha da sua calça skinny. Harry não queria ser rápido, era bom ter Louis olhando para seu corpo com um desejo ardente.
Seu coração errou o compasso, subitamente com vergonha do que Louis diria ao ver que ele vestia uma...
"Porra, você quer me matar" ele rosnou, puxando Harry até colarem seus peitorais, fazendo o garoto cambalear desajeitado "Quando eu acho que você não pode ser mais vagabunda, descubro que você esteve de calcinha esse tempo todo" suas mãos apertavam a carne farta da bunda de Styles com agressividade.
O garoto arfou, se empinando mais contra a palma áspera de Louis.
"Que porra você queria vindo no meu escritório com uma peça tão minúscula?" ele enganchou o dedo médio na alça lateral e soltou, vendo o elástico voltar contra Harry em um estalo "Já saiu de casa pensando em dar para qualquer um que quisesse te comer?"
Harry manhou e negou vezes demais, enlaçando seus braços ao redor do pescoço de Louis.
"Lou... Louis, alfa, me beija. Por favor"
O advogado não perdeu tempo, deixando uma mão em suas bandas gordinhas e levando outra para os fios de cabelo da sua nuca, puxando os lábios rosados em sua direção.
O beijo era dominante por parte de Louis, enquanto Harry apenas se deixava levar pela sensação que era a língua explorando a sua com vontade. Tomlinson era como um predador sugando a vitalidade de sua presa. As mordidas que ele deixava nos lábios de Harry doíam, mas o garoto só conseguia desejar mais. Aquele alfa beijava tão bem que Harry teve vontade ser seu ômega para sempre.
Um fio quase invisível de saliva ligava ambas as bocas quando Louis se separou contra a sua vontade. Ele trocou de lugar com Styles e logo estava prensando as coxas branquinhas entre as suas e a borda da mesa. Como se erguesse uma pena, colocou o garoto em cima da superfície de madeira.
Harry olhou para trás e deu um risinho.
"Vamos realmente fazer isso em cima dos papéis do meu divórcio?"
Louis deu de ombros, brincalhão.
"Você prefere o chão gelado?"
O garoto negou com a cabeça, rindo divertido antes de puxar Louis pela gravata e lhe dar mais um beijo urgente. Ele se sentia mais confiante e relaxado agora, nada mais parecia errado na sua submissão e seu cheiro estava cem por cento adocicado. As pernas de Harry enlaçaram o quadril de Louis e ele pode sentir seu cacete duro novamente roçando na parte interna da sua coxa.
Com rapidez, ele tirou o blazer de Tomlinson e pode ver os músculos marcados do alfa sob a camisa social branca. Harry mordeu os lábios atrevido e explorou seu bíceps com os dedos, sentindo como ele era duro e malhado sob seu toque.
Louis deu-lhe liberdade para examiná-lo como uma terra inexplorada. Afinal, Harry nunca havia tido qualquer contato com um corpo forte e músculos que não eram os seus, e aquilo era no mínimo curioso.
"Cospe" mandou, a palma da mão posta na frente dos lábios de Harry.
O garoto o fez, acompanhando quando Louis levou a mão molhada para o próprio pau e começou a masturbá-lo lentamente. Ele encostou sua testa na de Harry e só então notou a mancha escura na calcinha dele.
"Você gozou?" Harry assentiu "Quando?"
"Quando eu... Quando eu estava com seu pau na boca"
"Porra" praguejou baixinho, movendo o garoto para mais perto da borda da mesa com uma só mão "Não tira ela, eu quero foder você assim"
Harry assentiu, seus dedos apertavam os ombros alheios com força.
Ele se encolheu quando sentiu a ponta gorda da glande roçar na sua entrada. Harry sentia tudo escorregadio o suficiente, mas não conseguia evitar o temor que aflorava em sua mente.
"Ei, está tudo bem." Louis fez um carinho no seu quadril e Harry sentiu seus músculos relaxarem um por um "Aqui" ele colocou o nariz de Harry com cuidado em sua glândula odorífera "Sente o cheiro do seu alfa e relaxa"
O garoto inalou com vontade o aroma de Louis por alguns segundos e assentiu, confirmando que estava sim melhor e que eles poderiam continuar.
Louis voltou a pressionar seu cacete no cuzinho do alfa e quis morrer com o quão apertado ele era. Ele empurrou somente até a glande e sentiu Harry contrair, apertando as pernas ao seu redor e cheirando seu pescoço com força.
Harry estava agarrado a ele como um coala se agarra em seu galho favorito.
O advogado era calmo, deixando Harry se acostumar com a primeira sensação de ardência até que ele lentamente estivesse completamente dentro. Suas bolas bateram na bunda macia de Harry e ele precisou de todo o autocontrole para não fodê-lo com força.
"Eu estou bem, você pode se mover agora" garantiu, deixando um beijo casto na curva do ombro do advogado.
Ele ainda era delicado no começo, lutando contra a entradinha virgem de Harry que tentava expulsá-lo a toda hora. Gradativamente Louis foi aumentando o ritmo e força das estocadas, até ter o corpo do cacheado dando pequenos solavancos com a sua brutalidade.
Harry acabou deitado e mole sobre a superfície da mesa e os papéis bagunçados, seus cabelos espalhados por ali como a porra de um anjo.
Louis notou o quão relaxado e receptivo seu ômega estava sendo, sua boca pornográfica estava aberta liberando os gemidos mais gostosos que ele já ouviu na vida. Os dedos magros apertavam os mamilos rosinhas para estimulá-los e o alfa teve muita vontade de brincar com aqueles biquinhos até que estivessem roxos.
O garoto estava perdido no próprio prazer quando Louis pegou sua mão e posicionou sua palma em seu baixo ventre, onde um relevo surgia toda vez que ele ia fundo dentro dele. Harry arregalou os olhos e apoiou-se no antebraço livre para ver melhor, o cabelo desgrenhado cobrindo parte da sua face.
"Vou te dar o meu nó, o que você acha disso?" seu tom era quebrado, buscando o próprio orgasmo. O cacheado rolou os olhos em prazer com a ideia "Quer carregar os meus filhotes, ômega?" ele deixou a palma de Harry no mesmo lugar e deslizou a sua até o pau esquecido dentro da calcinha do cacheado.
Harry tremeu com a sensação que era ter sua bunda surrada enquanto o advogado punhetava seu pau tão gostoso.
"Sim... Porra, Louis!" sua cabeça pendeu para trás.
"Olhe para mim, quero ver como você é gostoso levando meu caralho nesse rabinho de virgem"
Styles gemeu alto e se obrigou a sustentar seus olhos nos de Louis. Seus lábios eram tão mordidos que alguns filetes de sangue o pintavam.
O alfa sentia que estava mais perto do que nunca, sendo implacável nas suas estocadas contra a bunda já avermelhada de Harry. Os sons que ele emitia estavam cada vez mais animalescos e selvagens, e isso excitava o cacheado de um jeito absurdo.
O cabelo liso colava na testa de Louis e os músculos se contraiam cada vez sob o tecido da sua roupa, era uma visão e tanto.
Harry ainda sentia o relevo do cacete de Louis o comendo sem dó alguma e aquilo o empurrava para a borda. A noção de que estava sendo fodido tão intensamente era demais para sua sanidade.
"Louis, Louis!" Harry gritou, as costas batendo de volta na mesa quando ele gozou contra o tecido rendado e a palma de Louis, amassando alguns papéis enquanto se entregava ao orgasmo forte que o atingiu.
Ele soluçou e chorou, cansado, sentindo seu buraco ser usado mais algumas vezes até que Louis estivesse liberando jatos quentes de porra branquinha em seu abdômen com um gemido gutural.
O corpo de Harry dava os últimos espasmos quando Louis o cobriu com o seu, deixando alguns beijos delicados no seu maxilar e cheirando sua nuca apenas para que o cheiro gostoso e docinho o tranquilizasse.
"Oi" ele riu, acariciando a bochecha de Harry com os dedos.
O cacheado abriu os olhos, se deparando com o rosto tão lindo perto do seu. Ele não se conteve em sorrir.
"Oi, você acabou comigo" sua voz era divertida.
"Te machuquei?" seus olhos agora estavam arregalados, com preocupação "Me desculpa, porra. Eu sinto muito, acho que foi demais. Eu..."
Ele foi calado por um beijo demorado de Harry, o ato inocente tinha a intenção de tranquilizar Louis. Harry definitivamente não poderia estar melhor.
"Você foi perfeito pra mim" ele mordeu o lábio inferior atrevidamente, pensando "Ahm... você falou sério sobre me dar sua marca?"
Louis deu de ombros, maneando a cabeça positivamente.
"Eu não tenho um ômega e você não terá mais o seu em breve, acho uma boa ideia te tornar meu"
A lembrança do divórcio sequer doeu em Harry, ele estava feliz com a possibilidade de ser de Louis.
"Eu também acho, alfa" o garoto deu um risinho contido.
Logo ele estava rindo alegre e alto enquanto Louis enchia sua clavícula de beijos e consequentemente lhe fazia cócegas.
Hoplofília (fetiche por armas, não há um nome oficial, mas de acordo com a internet, é esse), ltops, hbottom, h!inter, Louis policial.
L - 49
H - 25
Caso conheçam a série Chicago PD, pensem no Louis com a personalidade semelhante ao do Sargento Hank Voight.
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Era por volta das nove da noite quando Louis recebeu o chamado de um roubo no bairro próximo. De acordo com as informações passadas pela polícia no local, dois caras armados abordaram um senhor que voltava com as compras para o carro, o ameaçaram até que conseguissem entrar dentro do veículo e fugiram soltando disparos contra a polícia que estava fazendo patrulha próximo dali, mas que, infelizmente, chegaram tarde no local.
Essas eram as informações que Louis estava passando agora mesmo para sua equipe. Todos sendo detetives muito bem treinados e fazendo com que aquela fosse a melhor unidade de inteligência de Londres.
Louis era o sargento do Distrito 21 do Departamento de Polícia de Londres. Era ele quem comandava aquela unidade há tempos e por mais que nem sempre estivesse dentro dos gostos de seus superiores, todos sabiam que independente de ele ter o seu lado “não tanto dentro da lei”, ele era sem dúvidas o sargento que mais realizava prisões e soluções de crimes. E somente por isso — sem levar em conta o podre de seus superiores que ele usava como carta na manga — ainda era o sargento mais respeitado e odiado de Londres.
— O senhor no local foi baleado? — Jay questionou.
— Não. Só se assustou, mas está bem para prestar depoimento e fazer o reconhecimento.
— Terceiro roubo seguido na mesma região. Acham que pode estar ligado? — Kin perguntou olhando para seus colegas.
— É isso que vamos descobrir. Todo mundo pro local, agora. — Ele passa os olhos pela equipe. — Quero testemunhas, câmeras, um padrão nesses roubos. Chequem placas, ladrões conhecidos. E falem com a gangue local. Eles sempre sabem de alguma coisa. — Louis falou e todos os detetives na sala se aprontaram para saírem o quanto antes.
Louis voltou para sua sala e fechou a porta, pronto para focar no caso em andamento. Mas antes que pudesse sequer pegar os arquivos, o telefone da entrada da Inteligência tocou.
Ele contraiu a mandíbula. Odiava aquele toque irritante. Mais ainda, odiava não ter alguém fixo para atender essas ligações.
Soltou um suspiro pesado, empurrou a cadeira para trás e se levantou. Ajeitou o cinto ao redor da calça com um puxão firme e caminhou até o telefone, o som insistente martelando seus ouvidos.
Pegou o aparelho com força, impaciente.
— Tomlinson.
O sargento atendeu a ligação e os sons do outro lado da linha eram sutis, mas carregavam um peso que Louis reconheceu na hora. Suaves, entrecortados, e inegavelmente íntimos.
— Ah... hm... — O gemido invadiu sua audição novamente e em seguida percebeu a dona dos sons engolir em seco, parecendo estar alheia ao homem na linha.
Ele franziu a testa, segurando o telefone com mais força. Não era o tipo de coisa que esperava ouvir em uma ligação de trabalho.
Por um momento, ficou em silêncio, ouvindo sem querer ouvir. A voz dela tinha uma doçura inesperada, um contraste estranho com o teor da chamada. Louis apertou os olhos, a mandíbula travando. Seu primeiro instinto foi desligar, acabar com aquilo ali mesmo. Mas algo o fez ficar. Ele apenas não sabia se foi a curiosidade, o interesse na voz doce, irritação ou sentir que seu pau pulsou uma única vez dentro das calças.
Levou o telefone de volta ao ouvido e falou, a voz baixa, firme, carregada de autoridade.
— Você tem ideia para quem acabou de ligar?
No segundo seguinte ouviu a garota se assustar do outro lado da linha.
— M-meu Deus... d-desculpa... — Ela falou com a voz tremula e a chamada deu como encerrada.
Louis permaneceu mais alguns segundos com o telefone em mãos tentando internalizar tudo que tinha acabado de acontecer. Nunca havia passado por algo assim — e, francamente, não fazia ideia do que infernos acabara de ouvir.
Ele soltou um suspiro pesado, jogando o telefone de volta no gancho. Decidiu ignorar o que acabara de acontecer e voltar para sua sala e para o seu caso. Ainda estava meio desnorteado com o que aconteceu, meio irritado talvez e até sem foco agora.
Por que uma ligação daquela mexeria tanto com ele, logo em uma noite que ele está com dois casos em suas costas? Não importa que houvesse um tempo considerável sem ao menos um toque carinhoso, não deveria se entregar assim e deveria focar no trabalho.
Aquilo com certeza foi um trote e agora ele estava totalmente sem foco por causa de alguma pessoa sem noção querendo gastar o seu tempo.
Se jogou irritado em sua cadeira e tentou concentrar-se nos arquivos em seu computador, mas não conseguiu, ainda irritado por ter que ir atender o telefone para ouvir um trote.
Mas e se... e se não fosse um trote, talvez não fosse o que ele estava pensando, poderia ser algo a mais não? Era muito suspeito. E mesmo que não fosse algo a mais, ele iria mesmo deixar que a pessoa que estragou sua concentração terminasse a noite rindo de sua cara? E não seria certo verificar se realmente não era algo mais grave? Com certeza era, com certeza deveria ir até o local para primeiro: ver se não era algo grave; segundo: saber se era um trote e se fosse, a pessoa iria ter sua consequência só por ter o pegado em um dia ruim e se caso não fosse, ainda seria válido um aviso para que tomasse mais cuidado da próxima vez que fosse fazer seja lá o que estava fazendo na hora que o ligou.
O sargento então pegou o telefone de novo e digitou rapidamente um comando no sistema. O número da chamada apareceu na tela, e em segundos ele já tinha um endereço. Fácil demais.
Seus instintos diziam para deixar pra lá. Mas Louis não era o tipo que deixava pontas soltas.
Ele ficou de pé, pegou a jaqueta e saiu da sala sem dizer uma palavra.
Louis foi até o estacionamento da delegacia e entrou em seu carro. O endereço anotado em um pequeno pedaço de papel rasgado, estava dobrado dentro de seu bolso. Aquilo não era nada de tão importante, então não achou que precisava de algum tipo de notificação ou relatório, mas é claro que se fosse preciso iria tornar toda aquela situação oficial.
O aquecedor do carro foi ligado e o mesmo respirou fundo e aliviado. A cidade estava branca e quase engolida pela neve. Tomlinson não iria mentir que era sua época favorita. Era difícil quando precisava trabalhar em casos muitos difíceis e ter que lidar não só com o estresse do trabalho, mas com o estresse que o calor gerava em seu corpo. Naquela época, era bem melhor de lidar com os problemas, mesmo que talvez ele não estivesse lidando da melhor forma com o problema atual.
O endereço dava em uma casa branca com uma bela grama verde e um jardim muito bem cuidado. Olhou para o relógio em seu pulso e depois olhou para as luzes acessas da casa, eram exatamente 23h40.
Louis pensou que talvez não fosse muito delicado bater na porta de alguém a essa hora, mas ele era policial e estava fazendo seu dever de verificar se estava tudo bem e se nada de suspeito estava acontecendo ali.
O policial saiu do carro e olhou para os dois lados da rua mal iluminada e vazia, ajeitou a arma escondida na calça e o distintivo. Ao ficar bem próximo da porta, tocou a campainha e esperou.
Ouviu alguém correndo descalça e então o barulho da tranca. Uma moça pequena e de cachos um pouco a cima do ombro abriu a porta, o sorriso em seu rosto agora era um sorriso um pouco forçado, provavelmente com receio por ter um homem àquela hora da noite em sua porta.
— Hm... boa noite, posso ajudar? — Ela falou baixo e Louis sentiu uma sensação boa ao reconhecer a voz. Então era ela a dona dos gemidos que não saíram de sua cabeça até agora.
Olhou discretamente para os brincos de morango em suas orelhas, o gloss brilhoso e vermelho em seus lábios e o pijama de flores que a garota usava, provavelmente sem sutiã, pois era perfeitamente possível ver os mamilos marcando na blusinha delicada, que continha alças tão finas e frágeis que pareciam se desintegrar apenas com um toque mais bruto.
Louis tirou o distintivo do bolso e mostrou para a garota, que agora perdeu completamente o sorriso nos lábios e demonstrou confusão em seu rosto.
— Sou Louis Tomlinson, sargento do Distrito 21 do Departamento de Polícia de Londres.
— S-sim... — A moça engoliu seco, se encolhendo contra a porta — E-eu me chamo Harry. Como posso ajudar, sargento?
— Recebemos uma chamada suspeita desse endereço. Tudo certo por aqui? — Louis falou tentando olhar a casa por trás da garota.
A garota pareceu ficar nervosa e se encolher ainda mais — se é que era possível — contra a porta. Louis percebeu o rosto ficando vermelho até a raiz dos cabelos e uma concentração maior nas bochechas magras do rosto pequeno.
— E-eu acho que o senhor deve ter errado a casa. — Ela disse baixinho.
Tomlinson analisou mais um pouco da casa e olhou para a moça, sorrindo com a situação e pensando que, há poucos minutos, estava determinado a dar uma bronca na pessoa que abrisse a porta, mas se dava conta, agora, de que seria impossível fazer aquilo com aquela garota.
— Será que eu posso entrar pelo menos para confirmar se não há nada de errado? — Perguntou já sabendo que ela não teria coragem de negar.
— C-claro. — A garota respondeu e se afastou para dar espaço para que o homem entrasse.
Louis não estava fardado, claro, era sargento e em seu caso a farda era usada somente em casos especiais. Porém, Harry reparou na camiseta preta de botões e mangas dobradas até o cotovelo; a calça presa na cintura junto com o cinto que havia a arma que ele protegia com as mãos e o distintivo que ele usava na parte da frente. O cabelo liso com uma pequena franja caída no rosto e as laterais da cabeça raspada. “Realmente era um sargento muito bonito” pensou a garota.
A casa não era grande. Pequena, mas muito aconchegante. As paredes eram pintadas em uma cor creme, havia plantas e uma decoração de morangos, cerejas e corações; era realmente muito bem cuidada e limpa e era perfeitamente compatível com a personalidade que a garota transmitia ter: doce.
Após a breve análise, Louis tornou sua visão para a garota.
— É engraçado a senhorita achar que estou na casa errada.
— Por quê? — Um vinco se formou acima de seus olhos.
— Porque a sua voz é muito familiar.
— Droga... — Ela cochichou achando que o homem em sua frente não havia escutado.
— Foi você, não foi?
— Eu liguei por engano — Ela estava tão sem graça que mal conseguia olhar nos olhos do policial.
Louis riu baixo e trocou o peso da perna.
— Eu já vi que está tudo bem aqui, mas peço que tome mais cuidado na próxima vez que... Enfim, pode ser que outra pessoa atenda o telefone; há muitos policiais em Londres. De qualquer modo, se precisar algo ou alguma coisa ruim acontecer... — Levou a mão que não protegia a arma no bolso e pegou um de seus cartões. — Esse é meu número, a chamada irá diretamente para mim.
Harry pegou o cartão um pouco surpresa com toda a situação, estava no mínimo esperando levar uma bronca.
Olhou para o cartãozinho e viu o cartão da polícia com todas as informações do sargento de Londres.
— Tenha uma boa noite. — Fez um gesto com a cabeça e então saiu fechando a porta atrás de si.
— —
— Vê se mantém a calma lá dentro, hein, Tomlinson — Au, seu colega de trabalho, diz.
— Basta ele fazer o que eu quero e nada sai do controle — Louis falou dando o ultimo trago em seu cigarro e jogando no cinzeiro que ficava na entrada do estabelecimento.
Louis estava entrando em um dos vários bares que existia em Londres. Estavam em um caso complicado de tráfico de drogas e Louis precisava de um nome; o caso estava indo de vento em popa, e só precisavam confirmar uma suspeita. Sendo assim, o sargento Tomlinson andava tranquilamente ouvindo os demais no ambiente rirem escandalosamente enquanto se afogavam em suas cervejas, mas mantendo o foco no cara barbudo e de camiseta xadrez, com uma espécie de tigre tatuado no braço.
— Charlie Reid. — Louis falou se sentando ao lado do homem que deu uma golada grande demais em sua bebida e sentiu a garganta doer.
O cara barbudo viu o sargento bater o distintivo na mesa e já ia se preparar para correr quando a voz do mesmo cortou sua ação.
— Há viaturas na frente, nas saídas de emergência e nos fundos. Você pode facilitar as coisas: ser apenas uma conversa entre dois caras que só querem beber. Ou pode escolher o caminho mais difícil, que, particularmente, é o meu favorito: você corre, todos se levantam desesperados e eu te prendo. — Falou sem ao menos olhar no rosto do homem ao seu lado e pediu uma bebida ao moço que secava os copos logo ali.
O homem respirou fundo e sentou-se frustrado ao lado do sargento.
— Ta legal, o que você quer?
— Tráfico de drogas. Jesse Lee, conhece? — Reid cerrou os lábios e se ajeitou, desconfortável, na cadeira. — Um colega seu acabou de ser preso pelo meu pessoal porque ele não deu a resposta que eu queria.
— O que!? Quem foi preso?
— Alguém que não respondeu o que eu queria — Recebeu sua bebida e tirou outro cigarro do bolso. — Quero que me dê o nome do cara que fornece as drogas para Jesse Lee e eu sei que você sabe, Reid. Andamos de olho em você há alguns dias. — Tomou um gole da bebida e logo em seguida colocou o cigarro entre os lábios.
— Olha, eu não tenho nada a ver com esse...
— Não foi isso que eu perguntei, Reid — Louis o cortou rispidamente. A escuta em seu ouvido e a arma na cintura começando a o incomodar.
O homem barbudo respirou fundo mais uma vez, claramente irritado. Seus olhos lançaram um olhar de reprovação ao sargento antes de, a contragosto, virar o restante da bebida. Empurrou o copo para a frente com certa força, cruzou os braços e, com o semblante fechado, soltou a informação como quem não tinha outra escolha.
— O nome do cara é Nick Wechsler.
— Você é o garoto bonzinho, Reid. — Louis falou virando o copo e se levantando com o cigarro já pela metade.
Assim que saiu de dentro do estabelecimento encontrou um de seus agentes o olhando ansioso para alguma resposta.
— Nick Wechsler — Falou e o homem em sua frente puxou o rádio do bolso avisando para o restante do pessoal.
Sabendo que agora era só aguardar que a sua equipe — que ele julgava ser ótima por sinal — fazer o resto do trabalho, voltou para seu carro e começou a seguir direto para a delegacia, iria fazer seu relatório e ver como estava o andamento das coisas.
O relógio marcava 23:35. Louis abriu a janela do carro para que a fumaça do cigarro não ficasse presa dentro do veículo e ficou se perguntando o que a garota de cachos castanhos, que conheceu semana passada, fazia agora. Será que estava molhando as plantas? Pintando as unhas de rosa? Assando cookies? Ou gemendo no ouvido de outro policial de novo?
Louis não gostou muito da sensação que sentiu com a última pergunta; tragou forte o cigarro e respirou fundo, mandando para longe os pensamentos tão doces que rondavam a sua cabeça.
A delegacia era longe do local que estava, mas finalmente faltava pouco para chegar. Quando já estava chegando na esquina, o celular no bolso de sua calça tocou. Jogou o cigarro pela janela e com certo trabalho, conseguiu tirar o celular do bolso e contraiu a mandíbula ao ver que era um número desconhecido.
Voltou os olhos para a estrada e atendeu.
— Alô — Proferiu em um tom firme.
— É-é o sargento Tomlinson? — Poderia ser alguma ligação de trabalho, algum problema que teria que resolver, algum superior querendo resolver algo de última hora ou algum informante, e pensar isso já tinha o deixado em alerta e preparado para poder resolver qualquer problema que fosse; qualquer problema que fosse menos o problema de voz doce do outro lado da linha.
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— Harry? Está tudo bem? — Antes de deixar suas emoções o tomarem de conta — não poderia negar que havia ficado animado com a ligação, que havia, e que não gostaria de admitir, esperado todo esse tempo —, precisava lembrar que deu seu telefone de emergência para casos mais “privados”. Então, precisava ter certeza de que estava tudo bem.
Louis não entregava seu número para qualquer moça bonita que visse em sua frente. Aqueles cartões, na verdade, eram de uso exclusivo para o trabalho; normalmente, entregava para seus informantes, alguém que ele sabia que não tinha a melhor vida e poderia precisar de ajuda, coisas do tipo. E, bom, aquela moça poderia precisar de ajuda um dia, e talvez esse dia fosse agora.
Pensar que talvez Harry não estivesse bem o deixou meio inquieto no banco do carro.
— S-sim, está tudo bem, mas você disse que eu poderia ligar, então... Achei que se não estivesse muito ocupado... — Louis riu baixo.
— Eu sempre estou ocupado, meu bem... chegou aí em 10 minutos.
— Tudo bem, eu estou te esperando — Pelo tom da voz dela, Louis decidiu que ela estava sorrindo.
Dirigiu um pouco mais rápido que o normal, mas ainda respeitando a velocidade e talvez tenha chegado em menos de 10 minutos. Estava pensando o que será que ela poderia querer com ele, se estava tudo bem... aquela menina parecia ser muito inocente para ligar para ele com segundas intenções, só que ao pensar isso, conseguia sentir o baque desse pensamento colidindo com a lembrança dos gemidos desesperados da menina em linha.
Quando Tomlinson olhou para seu rosto no outro dia, apesar de ser a mesma voz, não conseguiu ver ali a mesma pessoa. Precisava ouvir aqueles sons pessoalmente, sabia que eles teriam uma influência muito maior sobre ele, do que por telefone. Precisava ver cada uma das expressões que aquele rosto tão meigo era capaz de fazer.
Sua maior curiosidade era saber o que a menina fazia naquela hora; ele queria saber se ela estava sozinha, se estava com mais alguém, por que o celular estava em sua mão, se ia ligar para alguém e acabou errando o número..., mas, se fosse ligar para alguém, por que estava ligando para ele agora? O que despertou o interesse nela?
Louis chegou na residência da garota e não demorou para estar em frente à sua porta, com o dedo na campainha.
Ouviu os mesmos passos apressados e descalços no chão, para em seguida, ouvir o barulho da porta sendo aberta.
— Boa noite, sargento — Ela falou com um sorriso, ainda parecia meio nervosa, mas não tanto quanto da última vez. A menina se afastou da porta e Louis entrou.
— Por favor, pode me chamar de Louis — Ele disse com um sorriso pequeno e como de costume, olhou ao seu redor para ver se estava tudo nos conformes. — Por que me chamou aqui?
— B-bom, eu achei que talvez não tivesse problema eu querer companhia para jantar...
— O que preparou para jantar? — Perguntou um pouco cético quanto a resposta da garota.
— E-eu... pensei que poderíamos pedir um lanche...
— Tem costume de jantar lanches? Não acha um pouco cedo para ter problemas de coração? — Perguntou bem humorado.
— Acho que não faz mal uma vez ou outra. — Ela disse juntando as mãos por trás do corpo e balançando para frente e para trás.
— Sabe, fiquei surpreso com a sua ligação — O policial se sentou no sofá e passou as mãos no estofado macio.
— Não esperava que eu fosse usar seu cartão?
— Não achei que entraria em perigo tão cedo — ele disse, e ela sorriu.
Harry deu de ombros e caminhou até a mesinha onde o celular estava. Louis acompanhou o movimento com os olhos, notando como o short dela subia levemente quando ela se inclinou. Ele desviou o olhar no segundo seguinte, puxando o próprio autocontrole de volta.
— Não estou em perigo — ela disse, os dedos deslizando pela tela do celular. — Mas acho que me senti um pouco… sozinha.
Louis arqueou uma sobrancelha, apoiando um braço no encosto do sofá.
— E resolveu que eu era uma boa companhia?
— Bom, você disse que eu poderia ligar…
— Se estivesse em apuros.
— E quem disse que se sentir sozinha não pode ser um apuro? — Apesar das falas provocativas, ele ainda via os traços de timidez dela e isso o chamava muita atenção.
Louis soltou um riso baixo, arrastado, e inclinou a cabeça para o lado. Ela estava o testando, e isso o divertia. Harry disfarçou um sorrisinho satisfeito ao notar a reação dele.
— O que quer comer? — ela perguntou, voltando ao celular.
Louis se levantou devagar, cruzando a sala até parar ao lado dela.
— Que opções tem?
Harry girou o celular na direção dele, mostrando a tela do aplicativo de entregas. Mas Louis não olhou para a tela. Seus olhos estavam nela — no jeito que segurava o celular com as unhas pintadas, no pescoço que expunha quando inclinava a cabeça, na forma como a respiração dela parecia hesitar quando percebeu o quão perto ele estava.
— Eu deveria confiar no seu gosto — Ele murmurou, a voz mais baixa, rouca.
Harry piscou algumas vezes antes de voltar a encará-lo.
— Eu… eu posso escolher então?
— Faça o que quiser, meu bem.
A palavra escapou sem que ele pensasse. Não deveria chama-la assim. Mas quando viu a forma como os olhos dela brilharam, e o jeito que ela sorriu antes de desviar o olhar, soube que não havia sido um erro.
Deu alguns passos pela sala e parou na porta da cozinha.
— Eu ainda estou bem confuso com toda a situação da semana passada — Falou olhando para a cozinha bem organizada.
— Como assim? — Ela desligou o celular e observou Tomlinson entrar em sua cozinha e fitar o cômodo.
— Eu quero saber como acabou ligando para a minha unidade. — Ele se virou para ela e começou a andar em sua direção. — O que estava fazendo na hora para ter ligado para lá? — Ao chegar próximo, seu olhar mudou a direção e ele continuou andando.
— E-eu já disse... Eu liguei errado — Ela o seguiu. Não estava se importando com o homem andando pela sua casa, estava cega na beleza do mesmo. Não conseguia tirar os olhos do rosto perfeito, a barba nem pequena demais e nem grande demais, a camiseta preta e a calça semelhante à do outro dia; o distintivo estava a mostra e seus braços estavam para trás do corpo escondendo a arma presa ali.
— Para quem iria ligar? — Andava calmamente pelos corredores e encontrou uma escada, será que levaria para o quarto dela?
— Eu não ia ligar para ninguém — Respondeu depressa. Ela nunca tinha visto homem mais lindo que aquele e não acreditava que poderia ser real o único que já havia visto pessoalmente, estar seguindo para o seu quarto.
— Ah não? — Ele riu. — Entrou nas chamadas sem querer? O que estava fazendo?
— Eu... — Harry começou a ficar com vergonha, estava extasiada com o homem lindo em sua frente, não parecia desesperada demais falar aquilo para ele? Mas ela já havia o chamado para sua casa sem nem saber ao certo o motivo, isso já não era ser desesperada demais? — Louis, eu só liguei errado...
— O que você estava fazendo? — Perguntou firme olhando dentro apenas dos cômodos com as portas abertas.
— Eu estava me tocando — Respondeu baixo.
— Não ouvi, responda claramente o que estava fazendo.
Harry respirou fundo.
— Eu estava me tocando. — Disse mais alto agora.
— Muito bom. Estava sozinha, certo?
— Sim — Seu coração acelerou quando Louis parou em frente a porta do seu quarto.
— Agora, me faça entender o que estava fazendo com seu celular e como acabou ligando "por engano".
— E-eu gosto de assistir quando estou me tocando.
— Você é uma putinha viciada em pornô, então? De anjo só tem essa carinha?
— Não! Eu não sou viciada em pornô, eu só assisto as vezes...
— O "não" é só para a parte do pornô? — Perguntou rindo baixo e entrando no quarto.
— O meu celular travou na hora e eu tentei desligar... Ele liga pra emergência automaticamente, mas achei que tivesse desligado... Eu me assustei ao ouvir sua voz, não foi intencional, eu não tinha visto que ainda estava em linha — Ela falou abaixando a cabeça.
— Eu quero ver seu celular — Ele disse após observar o quarto tão bem decorado.
— O- o quê? — Ela perguntou surpresa.
— Quero saber o que estava fazendo você gemer igual uma puta daquele jeito. Espero que seja algo bom mesmo.
Sem questionar mais, desbloqueou seu celular e entregou nas mãos do sargento, sem a mínima coragem de olhar para seu rosto e com as bochechas ardendo.
— Você gozou pra isso aqui, Harry? — Ele questionou olhando sério pra ela.
— Louis...
— Você é tão fácil pra abrir as pernas, ficar molha e gozar, que gozou pra isso?
— Eu estava muito excitada e já tinha muito tempo que eu não ficava com ninguém...
— E ligou pra mim pra que eu pudesse te fazer gozar de verdade?
Ela apenas concordou com a cabeça, incapaz de responder algo.
Tomlinson se aproximou lentamente e passou a mão em seu rosto, colocando o cabelo para trás de sua orelha.
— Me conta como você estava na hora — Ele ficou bem próximo da garota. Passando a mão em seus cabelos, os puxando para trás, mas com cuidado. Ainda não queria a machucar e nem estragar seus cachos.
— Eu estava de regata rosa... — Sua respiração era pesada e seu corpo estava paradinho, se acostumando com a proximidade do policial em sua frente. A sensação de ter seu corpo engolido pela a altura do outro era boa. — Mas ela estava abaixada...
— Eu quero que deixe do jeito que estava naquele dia. — Olhou para a alça branca que combinava com a pele pálida e reparou nos ombros pequenos e em como fariam um contraste enorme com os seus.
Harry levantou os braços lentamente e tentou abaixar sua blusa, estava nervosa e ao mesmo tempo queria que ele ditasse o próximo passo. Seus dedos trêmulos se atrapalharam para abaixar a blusa junto com o sutiã e Louis foi mais rápido em levar as mãos nas costas da garota e soltar o sutiã, que após solto, a peça se encolheu rapidamente e afrouxou nos ombros miúdos.
O policial desceu as alças pelos braços com os pelinhos arrepiados e sem receio, colocou a mão dentro da regata e tirou a peça, jogando no chão coberto por um tapete felpudo branco.
— Agora, faça.
Dessa vez, sem dificuldades, puxou a regata. Os peitos saltaram para fora e Harry olhou o quanto seus biquinhos estavam duros e suspirou pensando no quanto ela queria que o sargento os sentisse. Eles eram médios, mas ela tinha certeza que caberia completamente nas mãos dele e se segurava para não pedir isso.
— Continue.
Suas mãos tocaram as delas, que já estavam caídas na lateral do corpo, e subiram por seus braços, até que ele pudesse acariciar seus ombros macios.
— Eu estava sem o meu shortinho na hora e sem calcinha...
— E está sem calcinha agora? — Tocou seu nariz nos cabelos castanhos e fechou os olhos pra poder sentir o perfume dos fios macios.
— Hurrum — Ela respondeu e ele entendeu aquilo mais como um gemido.
— Eu posso ver? Não quero te ouvir gemer ainda, quero palavras.
— Sim, Louis.
— Muito bom.
Sua mão esquerda prendeu algumas mechas do cabelo macio e segurou com firmeza, empurrando a cabeça da garota até seu ombro, deixando-a deitar a cabeça ali.
— Você é tão cheirosa, Harry — Ele falava de olhos fechados, descendo a mão direita com toda a paciência do mundo pelas costas de Harry. — Tenho certeza que se preparou toda pra me receber, não foi? — Segurou a cintura e apertou, sentindo o corpo dela tremer e precisando pressionar a cabeça da menina contra seu ombro, quando ela tentou se afastar.
— Eu usei meu melhor perfume. — Disse baixinho e com a respiração acelerada por sentir as pontas dos dedos gelados, tocar a parte de sua barriga que estava exposta.
— Ele é ótimo, meu bem — Com os olhos ainda fechados e apreciando o corpo da garota, mergulhou sua mão por dentro do short, sentindo o quão quente estava aquela região. Acariciou a pele macia, sem deixar o contato ser muito forte, queria a provocar um pouco.
Harry foi um pouco mais impaciente e foi para frente, querendo sentir um contato maior com Louis, que afastou a mão rindo.
— Eu quero você quieta, Harry.
— Tudo bem, tudo bem, me desculpa... — Engoliu em seco e segurou a barra de seu shortinho em ansiedade.
— Será que você realmente é uma menininha doce ou as pessoas estão erradas em não te chamar de puta?
— E-eu me acho uma menininha doce, Louis... — Queria tanto sentir seus peitos sendo mais apertados contra o corpo do sargento, mas permanecia obedecendo a regra de ficar quieta.
Louis tocou toda as costas da mão na buceta macia antes de virar a mão e passar o dedo nos lábios, sem adentrar de fato. O que não foi necessário ser feito, para sentir que o melzinho já estava para escorrer em seu short.
— Fica quieta, eu não vou falar de novo — Ele falou abrindo os olhos por um instante quando a garota tremeu e gemeu baixinho.
— Louis, por favor...
— Quieta!
Assim que ela não o respondeu mais, deitou sua cabeça contra dela e fez carinho com os dedos enrolados nos cachos.
Espalhou o melado em seus dedos por toda a buceta da garota e então adentro um pouco os dedos, acariciando o clitóris inchadinho e tão quente quanto a parte de fora. Foi descendo os dedos sentindo o quanto a garota estava pegando fogo e percebendo o quanto ela se esforçava para não gemer.
— Você acha mesmo que uma princesinha estaria encharcada do jeito que você está?
— N-não, Lou. — Fungou apertando o tecido em seus dedos. Suas pernas estavam bambas e ela sabia que não parava de piscar sua bucetinha contra os dedos do policial.
— Então o que você é na verdade? — Seu dedo parou bem na entradinha de seu buraquinho e Harry não sabia mais se aguentaria ficar quieta.
— Eu sou uma puta, Lou... Ahh! — Ela gemeu alto e se mexeu, sentindo bem melhor a mão de Louis passando por sua buceta e quase a fazendo revirar os olhos. Aquela sensação tão maravilhosa que a fez querer segurar os ombros largos do sargento e se esfregar em seus dedos como uma gata no cio, durou muito pouco.
Louis se irritou e puxou seu cabelo, fazendo a olhar para cima e encontrar os seus olhos. Ele olhou os olhinhos assustados da menina e os lábios vermelhos entreabertos, provavelmente de tanto ela morder para não gemer.
— Eu não mandei você ficar quieta, porra? — Ele questionou e no momento seguinte enfiou os dedos melado na boca da garota, que se assustou e o olhou com os olhos arregalados. — Você sujou minha mão e agora vai limpar, sua puta!
Harry dava tapinhas no braço de Louis e tentava segurar a mão que apertava tão forte seu cabelo. Sentia que em algum momento iria engasgar com os dedos em sua boca.
— Você quer tanto assim esfregar essa buceta? Então você vai esfregar, mas vai esfregar quieta. — Ele tirou os dedos da boca dela, que se afastou tossindo e tentando recuperar o fôlego, e não pensou em dar um tempo para ela se recompor, logo a puxou para perto de volta.
Seus movimentos foram muitos rápidos, talvez por ser policial há anos e já ter feito diversas prisões. Para ele, virar alguém de costas e passar as algemas já era um comportamento condicionado, como levar um copo até a boca e saborear o gosto do café.
Quando Harry se deu conta, estava de costas para Louis e seus pulsos estavam presos em algemas.
— Louis, eu quero te tocar, por favor — Ela pediu com um biquinho, não acreditava que estava prestes a dar para um homem tão lindo e ao menos poderia tocá-lo.
Louis riu.
— Você é mimada pra caralho, quer tudo de uma vez e no seu tempo. Não é assim que funciona. — Ele disse tirando a arma da cintura e se afastou para abaixar o short da menina que ficou enrolado no meio das coxas. — Agora você vai esfregar essa buceta primeiro — Ele falou contra sua nuca e ela se assustou com o objeto gelado tocando seus peitos.
Ele passou a ponta da arma ao redor dos mamilos e deu algumas batidinhas, assistindo os seios tão lindos balançarem.
Ele desceu o objeto, passando pela regata, tocando a barriga dela que contraiu ao sentir o frio contra sua pele quente e enfim chegou em sua buceta, que ainda estava melada demais para alguém que mal havia sido tocado.
— Você vai deixar ela bem melada, entendeu?
— S-sim, sim!
— Acha que essa bucetinha é boa o suficiente pra deixar a minha melhor arma escorrendo mel de buceta?
— Sim, Louis! Sim, sim! — Ela respondeu apressadamente. Seus pensamentos estavam uma bagunça agora, sua respiração acelerada e seu coração errando as batidas. Nunca tinha experimentado tal situação e aquilo estava levando sua excitação em um nível completamente diferente. O medo e o desejo para saber tudo que Louis queria fazer com ela, a fazia querer ficar mais e mais entregue.
Ela pensou que pessoas normais não iriam se molhar ao ter um policial passando a arma em seus peitos, mas que graça tinha ser normal, a vezes?
— Ahh... Hmm... — O objeto já estava contra sua pele e Louis movimentava devagar, beijando a nunca da garota e o pescoço. Levou sua mão até os peitos dela e os apertou, eram tão macios, tão bons de apertar; ele poderia passar a noite toda os tocando e se sentiria o homem mais feliz da terra.
— Vem aqui.
A puxou para perto da cama e então ele se sentou, deixando-a parada em sua frente, a visão mais linda de todas.
Os cachos já não estavam mais tão bem feitos, a alça da regata estava um pouco caída e ela estava meio enrolada em sua barriga, assim como seu short ainda enrolado em suas coxas fartas. Harry estava com uma expressão manhosa e chorosa, os peitos que praticamente imploravam para serem tocados com força, subiam e desciam conforme a respiração desregulada. Ela estava uma bagunça.
— Eu quero poder assistir isso — A puxou para perto e segurou em seu quadril para poder beijar sua barriga. Parecia que não havia uma parte de seu corpo que não exalava um ótimo perfume e apesar de ele poder sentir o cheiro do creme que ela passara em seu corpo, ele ainda conseguia sentir muito bem o cheiro natural de sua pele.
Os beijos molhados começaram um pouco a cima do umbigo e foram para a região do ventre, onde havia um pequeno acúmulo de gordura e ele a puxou ainda mais para perto, como se estivesse com fome de tê-la. Ao descer um pouco mais, encontrou a buceta que tanto implorava por sua atenção e que mostrava isso por estar tão molhada.
— Ahh... Louis! Louis! Hmm... — Louis começou a chupar a bucetinha molhada, abrindo os lábios úmidos com a língua e sentindo o clitóris tocar sua língua e o gosto incrível tomar de conta de seu paladar. Louis a chupava com vigor e se deliciava em controlar os movimentos da garota com suas mãos e as suas pernas que prendiam as delas.
Tornou a pegar sua arma e apoiou seu rosto no ventre em sua frente, fechou os olhos apreciando o perfume incomparável e tocou sua arma entre as coxas tremulas e subiu até tocar a bucetinha de Harry.
— Abre as pernas pra mim, Harry. Eu quero me divertir um pouco com essa xota antes de comer você. – Harry não demorou muito para seguir o pedido e afastou um pouco suas pernas, gemendo manhosa quando Louis passou o braço por sua cintura e pressionou mais a arma contra sua buceta.
Ele se afastou lambendo os lábios e garantindo que nunca iria esquecer aquele gosto.
— Se esfrega — Ele falou vendo a garota se esfregar contra a arma.
Suas pupilas dilatadas e seus ouvidos agradecendo pela bela melodia que voava pelo quarto. Era como havia pensado, era bem melhor do que havia ouvido no telefone, era muito mais hipnotizante e deixava sua cabeça muito mais fora do lugar.
Harry estava agoniada porque ainda não era o suficiente, queria tocar Louis e queria dar a atenção necessária para sua bucetinha que pulsava tanto. Se esfregava desesperada contra a arma de Louis e sentia seu corpo ficar arrepiado por tê-lo a assistindo daquela forma.
Ele se levantou de abrupto e segurou seu cabelo novamente para a beijá-la. Desceu os beijos necessitados pelo pescoço até encontrar seus seios, os quais ele chupou sem o menor cuidado, sentia-se em seu estado mais necessitado.
— Lambe — Ele disse tocando o cano da arma, não mais tão gelada, contra seus lábios.
Harry, ofegante, olhou para Louis e sorriu. E sem nem mesmo cortar o contato visual, lambeu a arma sentindo o próprio gosto novamente.
— Você é uma filha da puta mesmo. — Disse rindo.
— E você gosta. — Chupou a ponta do objeto ainda o olhando.
— Vadia.
Louis a segurou pelos braços e a jogou de barriga para baixo na cama, de forma que seus joelhos ainda ficassem pra fora e tocassem o chão.
— Quero sentir mais desse gosto — Ele falou se abaixando por cima dela e não perdendo tempo em voltar sua arma para a buceta molhada.
— Você gostou, sargento?
— Eu amei — Viu os olhos dela abrirem mais e sua boca fazer o mesmo, soltando um gemido engasgado. — E você, gosta de ser fodida pela arma do seu sargento?
— Ahh... Louis — Seus olhos se fecharam com força e ela mordeu os lábios inquieta.
Tomlinson se posicionou de joelhos atrás dela e assistiu a buceta molhada engolindo sua arma tão bem, tão linda em volta do metal rígido, precisava urgentemente sentir o quão bem ela poderia aguentar seu pau.
Ela estava tão excitada, gemia tão alto e ele via como os seus dedos estavam agitados, querendo serem soltos da algema de Louis. Vendo a quão desesperada a garota estava em sua frente, parou de socar a arma e esperou para ver qual seria reação e ele precisava admitir que foi a melhor das que já presenciou.
— Está se fodendo na minha arma, Harry? É isso mesmo? Você é tão cadela que está adorando ser comida por uma arma?
— Louis, por favor! Eu quero tanto dar pra você! Por favor... Ahhh! — Suplicou enquanto rebolava sentindo a buceta preenchida.
O sargento sorriu com o gemido em protesto por ter tirado a arma da buceta dela, mas sorriu mais ainda ao segurar a bunda farta em sua frente e afastar as duas poupas. Assim pode ir direto com seu rosto chupar a xotinha tão molhada da garotinha presa em sua frente.
Fazia tanto tempo que não afundava o seu rosto em uma bunda tão gostosa que sentia que era realmente um sortudo aquela noite. Lambeu toda a buceta e seguiu com a língua até o cuzinho que piscava tão necessitado de atenção.
Enquanto chupava Harry sem dó dos gemidos altos e das suplicas para ser solta, Louis enfiou ou dedos na buceta melada e os meteu com força, vez ou outra deixando tapas na bunda farta.
Seus dois dedos sendo engolidos pelo interior quente e molhado, iam fundo e eram apertados toda vez que Harry contraia a buceta, vez ou outra esfregava o grelinho sensível e em nenhum momento deixou de chupar o cuzinho que estava todo melado agora. Também não perdia a oportunidade de morder a bunda enorme e apreciar os gritos doloridos da menina.
— Louis! Louis! Por favor, me solta! Eu quero gozar, Louis, por favor!! — Por mais que estivesse morrendo de vontade de ela mesma se esfregar contra o rosto de Tomlinson, preferiu tentar ficar com as pernas os mais quietas possível. — Eu vou gozar, Lou!! Ahh...
Tomlinson tirou os dedos da buceta e então voltou sua língua para ela, chupando com vontade e levando a língua até o grelinho inchado, onde ele lambeu de chupou com mais vontade quando percebeu as pernas da garota tremendo e os gemidos ficarem descontrolados.
— Lous!! Ahh!! Hmm!
— Gostosa da porra! — Ele falou assim que sentiu o corpo se acalmar e então lamber a buceta que havia ficado mais molhada após ela gozar.
— Louis... — Ela chamou baixinho e manhosa.
Ele se levantou sorrindo e pegando as mãos dela para soltar as algemas, e deu risada quando a viu soltar os braços em cada lado de seu corpo, exausta.
— Tira a roupa.
Harry arregalou os olhos e ouviu o barulho de algo cair no chão. Se forçou a apoiar os braços na cama e se virou para trás, ficando com a boca entreaberta ao ver Louis segurando o pau completamente duro e que sem dúvidas, era maior em comparação aos brinquedos que tinha guardado na gaveta da mesinha, ao lado da sua cama.
— Lou, eu não aguento... eu estou muito sensível agora.
Ele deu risada e pensou no quanto estava se divertindo essa noite, ela realmente era uma graça.
— Eu não perguntei se você quer tirar a roupa, meu anjo — Disse ainda masturbando seu pau que doía como o inferno dentro da calça e que parecia muito mais aliviado agora que estava prestes a comer uma menina tão gostosa.
Harry havia acabado de gozar, mas sua bucetinha ainda piscava com a forma como Louis falava e sabia que por mais que reclamasse, em poucos minutos estaria mais molhada ainda porque, não sabia como, mas Louis mexia muito com ela.
Então sem protestar mais, tirou seu shortinho e a regatinha, ficando com seu corpo completamente exposto para o policial.
— Deita com as pernas abertas pra mim. — Ele assistiu ela subir na cama e engatinhar de quatro até ficar no topo e então abrir as perninhas, segurando-as por baixo, ficando à mercê de Louis.
— Você é uma delícia, meu bem. Que gemido maravilhoso que você tem. Eu poderia ficar aqui a noite toda te comendo, só pra ouvir você gemer assim pra mim sem parar. — Ele subiu na cama e foi se aproximando dela até estar com os rostos bem pertinho.
— Então me come, Lou. Eu adoro gemer pra você.
Seus lábios se juntaram e os dedos de Louis entraram de uma vez na buceta da menina. Se afastando para olhar o quão vermelha e inchada ela estava.
— Louis, por favor!! — Ela gemeu alto e sentiu os dedos pararem de penetrá-la com tanta rapidez, para em seguida, Louis enfiar o pau duro com força dentro dela. — Ahh... sim... ah...
Era bem mais grosso que os seus brinquedos e era extremamente gostoso sentir sua xotinha tendo certo trabalho para aguentar a largura do policial. Doía, mas era uma dor gostosa e que ela estava sentindo falta. Sorriu ao se perceber toda aberta e gemendo para o policial que ela havia acabado de conhecer e que a comia tão bem.
— Ser feita de puta assim não é bem mais gostoso, meu amor? Não é bem melhor quando tem um pau pra te comer sem dó nenhuma?
— S-sim, Louis... ah... hm... por favor...
— Olha só como você já está toda molhada, minha vadiazinha. Que gostoso é você toda aberta assim pra mim, Harry.
Agarrou os seios que balançavam em sua frente e apertou os mamilos, segurando-os firmemente enquanto socava seu pau nela.
— Aposto que já planejava abrir as pernas pra mim desde que cheguei aqui, não é?
— Sim!!! Eu já estava querendo dar pra você desde a hora que te liguei, Louis!! Hmm...
— Delícia, me chamou aqui só pra te comer. Ta sendo ótimo essa pausa no trabalho, vai me fazer voltar bem mais disposto — Tomlinson sentia vontade de revirar os olhos com o aperto em volta de seu pau, sentia-se tão fundo em Harry e queria nunca mais deixar de sentir aquele calor do meio das pernas dela.
— Aahh... aah...
— Você vai ser minha putinha fixa pra foder sempre que eu estive estressado? Sempre que eu tiver uma pausa no trabalho? Às vezes, ser o chefe é estressante e é sempre bom ter uma bucetinha pra usar nessas horas.
— S-sim!! Eu vou Lou, eu prometo aahh!!
— Assim que eu gosto de ouvir! — Ele disse metendo com força, ouvindo os gritos ficarem mais desesperados e Harry gozar logo em seguida, molhando todo o seu pau e a cama. — Caralho — Ele falou saindo rapidamente de dentro dela e a puxando pelos cabelos, até que caísse em sua frente. — Abre a boca — Harry obedeceu e ele enfiou o pau em sua boca. — Mama feito uma boa menina pra mim, vai!
A posição que ela estava não era boa, mas isso não importava. Ouvir os gemidos de Tomlinson enquanto ela chupava seu pau com urgência era muito melhor do que se preocupar com uma posição mais confortável para fazer aquilo.
Não eram todos os homens que a comiam que gostavam de gemer e poder ouvir a voz rouca de Louis e saber que ele estava de olhos fechados aproveitando como usava a sua boquinha, era simplesmente ótimo.
O policial olhou para baixo e sentiu seu pau pulsar por ver a garota tão empenhada em mamar seu pau, como se fosse a última coisa que faria antes de cair em um sono pesado; foi preciso muito esforço para não gozar apenas com aquela visão.
— Vou fazer sua boca de buceta agora, abre bem a boca — Harry e sentiu o pau entrar fundo em sua boca, as mãos de Louis segurar sua cabeça e ele foder sua boca igual estava fazendo com sua buceta, sem dó.
Sua garganta doía e o aperto em seu cabelo também, sem contar que as vezes sentia tapas ardidos em sua pele.
— Caralho... hmm... — Olhava os olhos lacrimejando e seu pau pulsava cada vez mais com os barulhos altos que fazia toda vez que socava na boca de Harry. — Isso daria uma ótima foto para a minha mesa... merda...
A falta de ar estava a incomodando e quando estava começando a pensar em tentar se afastar, Louis segurou sua cabeça parado e então começou a gozar, enchendo sua boca com porra quente e não dando a escolha de não engolir.
— Porra! Engole tudo...
O pau pulsava em sua boca e ela engolia todo o líquido quente sem dar a chance de derramar.
— Ah... caralho... — A respiração de Louis agora estava tão ofegante quanto a de Harry. Por um instante sentiu como se toda a sua energia tivesse saído de seu corpo e desejou ficar nu, igual a garota, para poder dormir ao seu lado. Mas sabia que não era possível porque a qualquer momento poderia ter uma chamada nova. — Como você está? — Tirou o pau da boquinha judiada, vendo o fio de saliva ainda mantendo os dois conectados e levantou o delicado rosto pelo queixo.
Apreciou o rostinho cansado e os olhos úmidos, a boca vermelha e inchada, apostava que a bucetinha estava bem pior, e sorriu. Juntou os cabelos dela para trás e a ajudou a ficar de joelhos, ficando agora quase na mesma altura que ele.
— Tudo bem? — Fez um carinho em seu rosto e secou os olhos molhados.
— Sim, sim — Disse rouca e ficando vermelha logo em seguida. — Você gostou?
Louis riu baixo.
— Se eu gostei? Eu amei, Harry. Você foi ótima pra mim. E você, gostou?
— Muito, muito. É sem dúvidas, muito melhor do que quando me toco sozinha assistindo vídeos.
— Eu sei que é — Riu ao descer da cama. Colocou o pau de volta para sua cueca e se vestiu.
Enquanto se arruma, Harry o via pegar o distintivo que havia caído e a arma na beirada da cama.
— Estava carregada? — Questionou.
— Como? — Louis a olhou, colocando cada um de seus acessórios, inclusive as algemas, em seus devidos lugares.
— A arma, estava carregada?
Ele sorriu e enfiou a mão no bolso da frente, tirando de lá todas as balas.
— Você não era a única que estava planejando algo com aquela ligação. Eu nunca enfiaria uma arma carregada em você.
Ela sorriu para ele e se sentou sobre seus pés.
— Eu gostei de ter me falado isso só agora.
Ele deu risada e se aproximou dela, dando um beijo em seus lábios.
— Aquele lanche ainda vai demorar muito para chegar?
— Que lanche? — Arqueou a sobrancelha, não tinha a menor ideia do que Louis estava falando.
— Bom, quando eu cheguei aqui, me falaram sobre um jantar e eu fiz um trabalho muito pesado aqui. Estou com fome agora — Disse apreciou o sentimento bom da risada de Harry.
— Eu esqueci! Acabei não pedindo o lanche!
— Você estava mesmo desesperada para ser comida né? Se não se importar, eu acho que ainda tenho um tempo antes de precisar voltar para a delegacia e não recebi nenhum chamado ainda. Se a ideia do jantar ainda estiver de pé...
— Sim!! — Se levantou eufórica da cama e pegou suas roupas jogadas pelo chão do quarto. —Eu só preciso ir no banheiro e já peço os lanches.
— Tudo bem, minha gatinha. Eu ficarei aqui esperando — A assistiu correr para o banheiro.
Louis com certeza não poderia negar que aquela foi a melhor noite de trabalho.
Descrição: Louis decide levar Harry, seu namorado, para se divertir em uma cena no clube com seu amigos, como um presente para seu próprio aniversário. Eles pagam por uma sala fechada, e Louis faz de Harry a atração da sua festinha particular, oferecendo-o para os caras.
TW: degradação – DP – bondage – sadismo – group sex – hbottom – ds 24/7 – daddy kink – alfa x ômega.
Antes de ir para a história, tenho três avisos a dar:
1. Vão usar pronomes femininos para se referir ao Harry em dado momento da história.
2. Todo ato encenado pelos personagens é consensual.
3. Esse é um conto erótico, e não foi feito na intenção de incentivar qualquer pessoa a fazer o que está descrito nele.
É isso, boa leitura! ﻬ
…
Zach, Ian e Tommy estavam na área vip, rodeados por garotas. Eles passavam as mãos pelos seios ou pelo traseiro de algumas delas. Em algum momento se tornaram mais ousados, passando a enfiar os dedos debaixo das roupas, apalpando suas bocetas, deixando elas assanhadas e desinibidas.
O clube está lotado, a música sensual não é alta como em uma balada, mas a batida grave retumba sob seus pés. Há luzes de led entre roxo, azul e vermelho, espalhadas em pontos estratégicos do espaço, dando destaque às dançarinas. As banquetas de couro do bar estão todas ocupadas, e os garçons seminus, atravessam o lugar para todos os lados, com uma bandeja nas mãos e uma coleira no pescoço.
Harry passa a mão em seu próprio pescoço, tateando a correntinha de ouro e o pingente delicado das iniciais de seu dono em preto, de borda dourada. Sem ser chamativa, mas ainda ali. Um aviso para quem podia entender.
O ômega cobiçou as coleiras, sentindo falta da sua, do couro e do pinicar dos spikes pressionando sua pele sensível. Ele desviou os olhos para Clavin, que chegou até eles, erguendo os braços, com um copo de bebida em cada mão e os olhos brilhantes.
Seu pescoço estava com marcas de batom, e Harry sentiu o cheiro gostoso dele quando se abraçaram, em um cumprimento além do fraternal.
Se pudesse, ele passaria o nariz por toda a pele, e fungaria ali, manhoso. Os outros rapazes com seus corpos malhados e maneira dominante, os odores másculos, intensos, enchiam ele de tesão. Gostaria de lamber todos eles.
A palma pesada apertou sua cintura, puxando-o para trás, fazendo com que se soltasse de Calvin. Louis colou em suas costas, rosnando baixo em seu ouvido.
— Não haja feito uma cadela, não no meu maldito aniversário!
Harry encolheu, fingindo não saber do que Louis estava falando. Rodgers riu da situação, abraçando seu melhor amigo e dando tapinhas em suas costas.
— Feliz aniversário mate! - ele se aproximou e sussurrou em seu ouvido — Está tudo pronto para mais tarde. Nina usou as cordas que você gosta.
Tomlinson se animou, beijando a bochecha dele, e sorrindo pegou um dos copos de sua mão.
— Vamos, os caras estão esperando.
Ele virou a bebida toda de uma vez antes de se mover, o álcool não fazendo muito efeito para Louis, que passou o braço pelo ombro do namorado e guiou ele em direção ao grupo barulhento.
Calvin ficou para trás, analisando a bunda em movimento de Harry, que balançava dentro do tecido leve da calça pantalona.
Ele está tão gostoso que Calvin mal pode se segurar, recebendo uma olhadela de aviso de Louis, que se vira para encará-lo sob o ombro.
Certo… mais tarde.
...
Harry está irritado.
Seu alfa parece tê-lo esquecido completamente, e os caras também não lhe dão atenção. Ele bufou e fez biquinho, assistindo outras ômegas roçando nos meninos.
Louis está bebendo cada vez mais, admirando as coelhinhas rebolando no palco. Ele está quase babando, como se fosse subir lá em cima para fodê-las, dando a todos um tipo diferente de show.
Enciumado, Harry decide fazer algo para ter atenção.
Ele se desvencilhou do aperto firme do namorado, sem dizer aonde ia. E apesar de não olhá-lo, Louis sentiu ele se distanciar, sua presença deixando-o.
O garoto queria encontrar o banheiro do clube, para abrir sua camiseta toda e deixar seu corpo mais exposto para os caras. Mas acabou se perdendo dentro do espaço grande do clube, e a meia-luz dificultou sua visão.
Harry parou diante de uma escadaria, e curioso, subiu os degraus rapidamente, com medo de ser pego em uma área exclusiva e ser expulso dali.
O segundo andar é completamente diferente do clube embaixo. Há vários palcos no ambiente, com cavaletes, divãs, e estantes com acessórios de bondage e açoitamento. Floggers, palmatórias, chibatas, cordas, algemas entre outras coisas.
É interessante e convidativo.
Haviam outras pessoas espalhadas por ali, assistindo as cenas, voyeurs. Há alguns dom 's em cadeiras com sub 's ajoelhados, sentados ou em pé ao lado deles, sem falar ou se mexer. Somente esperando por alguma ordem.
Um suspiro desejoso saiu de seus lábios, e ele pensou em voltar para o seu próprio dom, afinal, tinha saído do seu lado sem pedir permissão. Porém, seu interesse foi aguçado ao ver um corredor pouco iluminado, à esquerda. Harry imaginou que ali fossem os quartos privados, e que talvez… ele poderia ir dar uma olhadinha.
Antes que se movesse, sua visão foi tampada. O tecido preto grosso não o deixava enxergar nadinha à sua frente. Nervoso, ele tentou puxá-lo para fora de sua vista e se afastar de quem o cegou. Mas seus pulsos foram pegos por mãos fortes, que giraram seus braços, pressionando-os em suas costas. A pessoa que o prendeu não é a mesma que o vendou, ele sabe disso porque pode sentir mais de uma presença ao seu redor.
Os lábios gordinhos se abrem em arfadas, ele treme dos pés à cabeça, com medo. Está tão assustado, que não consegue reconhecer os odores. Feromônios masculinos e característicos, que deveriam ser familiares.
— Cor?
Ele reconhece a voz de Louis, relaxando e sentindo um grande alívio.
— Verde senhor… Me desculpe por… - não consegue terminar sua frase antes de levar uma bofetada na bochecha, a pele ardendo e pinicando.
Porra! Louis está furioso com ele.
— Não, eu não vou desculpa-la. – Louis segura seu maxilar com firmeza. — Sua palavra de segurança? – diz ele, com pouca paciência.
Harry treme e choraminga, chateado por irritar seu senhor. O corpo viril ainda está atrás do seu, roçando a virilha em seu traseiro, apertando firme seus braços, de uma maneira que machuca.
— Boo. – Respondeu, alto e ansioso pelo que viria.
Este é o apelido de Louis, que apenas seu namorado e seus amigos conhecem. Harry o inventou quando ainda estavam no colegial, no último ano, onde sua amizade estava evoluindo e eles sentiam que não poderiam viver um sem o outro. Hoje em dia as emoções estão mais controladas, eles se conhecem e sabem melhor. Não é mais tão intenso quanto na adolescência. Mas o apelido passou a funcionar como a safeword deles, desde que descobriram se encaixar na relação d/s de escravidão 24/7.
Ian arrasta o corpo voluptuoso de Harry para o quarto, Louis o segue para dentro, onde os outros rapazes já estão aguardando.
— Vamos amarrá-lo e então usá-lo como quisermos. E você vai ficar em silêncio, não terá qualquer escolha aqui. No entanto, antes de começarmos, vou perguntar uma única vez. Você tem certeza que quer continuar?
Harry pensa um pouco sobre. Ele não sabe bem o que Louis fará consigo, no mais, há outras pessoas na sala com certeza, mas ele não consegue reconhecer quem são. Talvez sejam outros dom 's, ou até os meninos.
Dá um pouco de receio, uma hesitação que surge por ter noção de que seu senhor está bravo consigo e vai deixar outros homens tocá-lo como querem, sem que ele possa fazer nada, além de usar sua palavra segura, o que acabará com tudo imediatamente.
Já tinha sonhado com isso outras vezes. Louis dividindo-o com outros caras, principalmente seus amigos. Eles judiando dele, fazendo-o chorar de tanto fodê-lo.
Droga! Sim! Sim! Sim! Ele quer tanto isso!
— Sim senhor, quero continuar, obrigado.
Uma mão grossa acaricia seu rosto, não é a palma de seu dono, ele reconheceria.
— Consigo ver a marca perfeita dos seus dedos na bochecha dela cara, puta merda… isso deve ter doído. – houve um hálito quente em seu rosto, em seguida, lábios úmidos beijando todo o lado aquecido onde sua face foi atingida.
— Ele machucou você princesa… Coitadinha. – outros beijos, agora espalhados por todos os lados.
Alguém riu, grave e rouco. Calvin talvez?
— Isso não chega nem perto do que faremos com ela.
— Hazza é uma cadela. Uma putinha que adora atenção… ela vai amar. Não é, vagabunda? – ele concordou com Louis, extasiado.
— Tira a roupa dela.
A ordem veio de um canto que Harry não conseguiu identificar, mãos começaram a tocá-lo, não só retirando suas vestes, mas beliscando, apertando e massageando seu corpo.
— Deus! Ela é tão gostosa, Lou. Esperamos por isso faz tanto tempo. – Este é Zach. Ele quem desce o zíper da calça, e abaixa o tecido, até que suas pernas fiquem livres. A mão dele engancha no elástico da calcinha, prestes a tirá-la, enquanto outras mãos beliscam suas nádegas dolorosamente.
Há alguém arranhando sua barriga, afundando os dedos em seu quadril largo. Lábios beijam seu pescoço. Outro alguém está sugando sua pele da clavícula, e de repente, uma língua úmida lambe seu lábio inferior e depois desliza para dentro. Eles começam um beijo caloroso.
Harry sente quando sua blusa de seda é arrancada, assim como a calcinha. Ele apenas ergueu os pés, para que o tecido saia. Os caras ficaram mais agressivos, o beijo obsceno cria ruídos molhados e os cheiros se misturam no ambiente.
Ele sabe que Louis está por perto, consegue reconhecer sua presença, mas seu dom não o está tocando, nem parece próximo dele. Um choramingo manhoso escapa, pela falta do contato. E mesmo que Louis saiba o que ele quer, não vai alcançá-lo, deixando que seus melhores amigos se divirtam com a sua coisinha.
Tommy puxá a carne das nádegas, afastando-as bem, deixando o cuzinho exposto. Seu dedo médio resvala o buraquinho, criando uma fricção leve.
— Parece tão apertadinho… é quase, virginal.
— Definitivamente não é. Na verdade, é surpreendente que não esteja toda aberta com o tanto que eu uso.
Louis riu da besteira que seu amigo disse, lembrando da época em que seu garoto realmente era virgem. Nunca inocente, mas com certeza apertadinho e disposto a chorar em seu pau.
— Oh, claro… De qualquer forma, se ainda não está, no final da noite estará. – ele chupou o dedo, antes de colocá-lo de volta no traseiro de Harry, sentindo a entrada se contrair com o toque. — Ela vai ficar toda arrombadinha.
O ômega tremelicou sob as mãos dos alfas, que riram.
— Tragam-na aqui. - A voz de Louis soava tão séria, ele parecia sóbrio, mesmo que tenha bebido vários shots com os meninos. Deve ter haver com a cena acontecendo. Quando há algo assim rolando, ele fica centrado e mandão, Harry acha tão sexy.
Calvin e Tommy guiam ele até que esteja tropeçando em uma superfície de couro. É um pouco desconfortável, mas não duro como uma pedra. Tem um estofado preenchido por algodão, no entanto, é firme o bastante para que ele tenha que se esticar sobre.
Seus braços são puxados e esticados para frente, as pernas separadas, bem abertas, e seu tronco está projetado para baixo. O pênis pressionando contra o couro, vazando em sua barriga, e seu peitoral apoiado em cima da coisa.
Leva pouco tempo até que seus braços e pernas sejam presos. Harry demora para finalmente entender que está em um cavalete.
— O que acham? Palmatória? - Ian pergunta.
— Nah, com a vara será mais divertido. - Este é Zach falando, sua voz rouca soou perto demais.
Há uma risada que ecoa pela sala toda. Harry teme o que está por vir. Ele sabe o quão sádicos Louis e Zach são, dois malditos maníacos. Claro que seu mestre nunca o machucou dessa forma, e também sempre irá protegê-lo. Louis não permitiria que Zach o agredisse com crueldade. Mas mesmo assim, o medo é tão forte quanto a excitação.
Palmadas violentas são dadas em seu rabo empinado, seus muxoxos desesperados competem com o som. É dolorido e ridículo. Suas pernas chacoalham, trêmulas.
Passa pouco até que algum dos rapazes esteja esfregando o pênis em seu rosto. O cara ri, como se fosse uma piada.
— Abre a boca, puta.
Harry não notou antes, mas há um corpo montando sobre o seu. Sendo uma massa pesada de músculos prensando-o no cavalete, empurrando todo o ar para fora de si em arfadas pesadas.
A mão grande agarra um chumaço de cabelo, puxando sua cabeça para cima com firmeza. A virilha dele está colada em sua bunda, o cacete grosso espreita por entre as nádegas, e o peitoral dele pressiona as suas costas.
Ele pode ouvir sussurros, sabe que estão decidindo com o que vão lhe surrar. E é uma droga que não consiga ouvir direito o que eles falam. Eles estão fazendo de propósito, de forma que Harry não poderá se preparar para isso. Querem surpreendê-lo.
Tapinhas são dados em seu rosto, para que preste atenção. Ele se lembra então, que tem que abrir a boca, e quando faz, imediatamente sente o gosto salgado do cacete.
Harry não sabe de quem é o caralho grosso que está em sua boca, mas o cara está louco de tesão, ele pode sentir nas veias pulsantes do pênis, na forma como o pré-gozo amargo vaza aos montes na sua língua.
É bom… tão bom!
Quando o cara passa a meter, ele acha que está pronto, mas não. A rola vai fundo e sua garganta tensionada, que tenta expulsá-lo. Há um gemido gutural, e então, ele é fodido devidamente. Estocadas grosseiras, baba e lubrificação escorrendo pelos cantos dos seus lábios vermelhos. Ainda não há lágrimas em seus olhos, tão pouco virão. Harry está acostumado com a brutalidade, Louis é muitas vezes pior.
Seu cuzinho está sendo roçado pela pele macia de um caralho, às vezes a cabeça molhadinha da rola resvala em sua entrada, pegando ali, como se fosse penetrá-lo.
Entretanto, ele não vai, não sem permissão, não antes que o próprio Louis foda sua coisinha.
— Vá mais forte Calvin. Segure a cabeça dela, e esfole sua maldita garganta de tanto foder. Pare só quando ela estiver chorando, não importa quantas vezes você tenha que gozar para isso, porra! – Louis resmungou bravo. Ele estava com um plug anal na mão enquanto Zach passava lubrificante em toda a borracha.
Ian passava as cordas pelos arcos no teto, preparando o próximo passo da brincadeira, onde eles realmente iriam se divertir.
— Tenho mesmo que ensinar vocês como se fode uma puta, caras? Isso é sério?
Sua fala é como o incentivo que faltava para estourar algo em Calvin. Ele segura os lados de sua cabeça e estoca tão forte em sua garganta que queima. A virilha dele está em sua cara agora, os pelos grossos esfregando em sua face. O cacete está tão fundo em sua goela, que Harry o sente palpitar na traquéia.
Sua tentativa de suspiro falha, um estrondo esquisito zumbe de si, e Calvin treme. Tommy ri em suas costas, moendo contra ele. Styles passa a lutar contra a bile, tentando manter o suco gástrico no estômago.
Rodgers literalmente deixa-o sem voz. Suas arremetidas são tão violentas e profundas que produzem o barulho de carne batendo contra carne. A parte de seu nariz, boca e queixo, vão estar vermelhas quando terminarem. Fora o quão molhados já estão, de cuspe e porra. Está escorrendo por seus lábios e clavícula, pingando no chão. Nos pelos de Calvin também, batendo úmidos contra ele, fazendo seu rosto coçar.
— Uh! Então é assim que você gosta, sua vagabunda? Ia ser delicado com você, mas não há razões para ter misericórdia de vadias, não é? Oh-huh! Caralho!
Ele fode mais um pouco, Harry quer chorar, mas ele segura, como se desafiasse quem seria o cara a fazê-lo derramar lágrimas, desabar. Pelo visto não seria esse.
O cara solta um grito alto quando goza em sua garganta. Harry se esforça para aguentar a cabeça do pênis empurrando o volume de porra garganta a baixo. Sua traquéia comprime, tentando engolir, e isso aperta o pau sensível. Rodgers ofega e puxa para fora, reclamando. Harry está tossindo e derramando o esperma no processo. Os outros caras dão risada.
— Espero que seja melhor comendo sua bunda do que é recebendo um boquete, dude! – Zach afirma, com o riso frouxo.
Tom saiu de suas costas, deixando um rastro de sêmen para trás. Em sua fenda, nas nádegas e também uma e outra gotinha escorrendo em sua coxa interna. No segundo seguinte, a venda está sendo puxada de cima de seus olhos. É estranho e desconfortável abri-los novamente. A claridade incomoda, mas ele se adapta.
Louis está parado na sua frente, nu. O pênis como uma seta larga, apontando para cima.
Pela cara que ele está fazendo Harry tem consciência do quanto se ferrou. Louis vai foder tanto sua garganta, que ele estará desgastado e completamente em prantos.
Oh, merda…
Um sorriso sacana surge no rosto magro, um brilho arrogante nos olhos azuis. Seus dedos agarram sua mandíbula, e se apertam ali, cravando as unhas.
— Abre.
Basta isso para que ele ponha a língua para fora, espero pelo pau do seu mestre.
— Você é uma cadelinha fodida, não é amor… Uma putiha desesperada do caralho!
Ele empurra, a cabeça que se parece com um cogumelo adentra a cavidade até o fim, forçando o caminho para dentro da garganta já judiada.
Porra, dói! Mas Harry não chora. Seus olhos verdes aguados observam seu senhor sob os cílios longos. Parece tão inocente.
Louis solta um dos lados do rosto, para segurar os cachos com força, firmando o aperto no couro cabeludo. Isso o deixa aflito, mas piora quando Tomlinson passa a penetrá-lo com ímpeto. É violento e machuca. Harry se sente cheio e sem ar. As lágrimas começam a escorrer sem que ele queira, apenas descem por suas bochechas vermelhas enquanto suga o pau.
— Não estou nem perto, querida. Vou acabar com você! Quer ser uma vadia difícil, vamos ver por quanto tempo você se mantém assim.
Ele geme e soca o pênis para dentro, o ômega é obrigado a tentar relaxar, mas a sensação é como um rastro de fogo ardente. Todas as vezes que alcança o fundo da garganta, ele acha que vai vomitar. É tão intenso, que eles não notam Ian, Tommy e Calvin se masturbando.
Zach chega por trás do garoto no cavalete. Ele aproveita a imobilidade e distração para pincelar o plug preto no cuzinho dele, assistindo contrair.
Maldito seja Zachy, sadista fodido!
Ele age como se não fosse nada demais, acariciando a si mesmo enquanto empurra a ponta escorregadia na bunda.
Suas nádegas repuxam, flexionadas. O idiota ri e da um tapa ardido em cada lado.
— Vamos carinho, relaxe para mim, uh? Só quero ajudar você para o que está por vir. Me deixe brincar, yeah?
Harry grunhe, Louis geme e manda Zach metê-lo de uma vez. Os olhos verdes se arregalam e ele tenta olhar para trás, para o cara prestes a foder seu traseiro. Ele não consegue obviamente, mas sente perfeitamente quando a ponta emborrachada atravessa seu esfíncter, abrindo caminho em seu canal. A ardência faz ele choramingar manhoso, balbuciando com a rola na boca, impedindo a si mesmo de cravar os dentes na carne gorda que entra e sai.
O plug violando-o traz uma sensação estranha em seu cuzinho, que vai aumentando cada vez um pouco mais. Este é um daqueles brinquedos de ponta fina e base larga, e Zacharie está empenhado em abri-lo completamente com aquilo.
Hazzy se sente suar. Nas suas coxas trêmulas, nos pés, axilas, pescoço e barriga. Ele está vertendo suor, molhando o couro.
— Cara, é tão gostoso vê-la lutar com isso. O cuzinho está vermelho e se fechando contra o plug, mas mesmo assim ela não pode ir contra ele. – seu tom baixo é quase inaudível, ele suspira, parecendo vidrado em como o buraquinho está tentando empurrar a borracha dura para fora.
Quando a base larga finalmente entra, Harry solavanca para frente, gritando sufocado. Louis segura suas orelhas e fode sua garganta. Ele parece sem foco agora, estocadas firmes mas um pouco perdidas. Seu ômega chora tanto, que as lágrimas se misturam com o gozo, acumulando ao redor dos lábios que envelopam o cacete.
A testa dele brilha, e os olhos azuis se fecham, apertados em êxtase. Tão perto do orgasmo.
Ian e os outros assistem o cavalete trepidar, as coxas musculosas de Louis estremecerem e Hazz cerra as pálpebras firmemente, soltando ruídos lamuriosos pelo quão fodido estava, na frente e por trás.
O braço malhado de Zach se movia para frente e para trás, tirando e depois forçando o plug nele. Seus cachos loiros estavam indo para todas as direções, bagunçados. O torso bronzeado brilhava, como se tivesse passado óleo, e os lábios gordinhos eram mastigados em reflexo ao prazer. A glande sumia e aparecia no aperto cerrado de sua mão grande. Uma visão quente e viril. Até mesmo os outros caras ofegaram com a cena erótica..
Louis empurrou com força. Uma arremetida profunda, as nádegas contraíram e as pernas espasmaram. Ele ainda segurava a cabeça cacheada enquanto moia o quadril, arrastando a virilha, mantendo o pênis na goela do seu ômega, tendo certeza de que ele iria engolir toda sua porra.
Harry, entretanto, não pode fazê-lo. No minuto que o alfa puxou para fora, sua traquéia contraiu e todo o esperma voltou. Ele gorfou a porra toda no chão. Louis saltou para longe, para que não pegasse em seus pés, Zach parou os movimentos e por alguns segundos constrangedores, todos ficaram em silêncio.
Até os cinco amigos caírem na gargalhada. Rindo da incapacidade dele de engolir.
— Caralho princesa, não imaginei que fosse tão inútil.
– Ian disse, entre as lufadas de riso. Harry se encolheu e chorou, se sentindo humilhado.
Zachie deu tapinhas na base do plug, fazendo se mexer dentro do canal. Ele choramingou por isso, até ter a mão de Louis levantando seu queixo.
Woah cara, ele estava bravo.
— Sua estúpida! Só tinha uma maldita função e nem isso conseguiu fazer! Me humilhou na frente dos caras! – Os tapas vieram pesados em suas bochechas. Ele pode sentir o anel de compromisso que tinham contra a pele sensível. — Putinha burra do cacete!
O barulho ecoou por todo o quarto, os meninos pareciam chocados com a agressividade de Louis, menos Zach que sorria, adorando.
Foram tantos tabefes que seu rosto parecia ferver.
Seu alfa só parou quando estava respirando forte, a mão vermelha e os lábios com pequenos arranhões, sangrando. Ele os mordeu devido a fúria com que batia na face de sua menina.
Agora o garoto verdadeiramente chorava. Os choramingos e os soluços altos, o corpo convulsionando, tamanha intensidade.
Louis sempre se sentia um pouco mal depois de bater em seu garoto, temendo que tivesse ultrapassado algum limite. Mas Harry dizia que não, que estava tudo bem e que ele adora quando o alfa é violento.
— Oh, querida… não seja uma bebê chorona, sim?
– se abaixou para fazer carinho no rosto dolorido dele, suavemente. Seu menino aninhou-se ao toque, como um bichinho querendo afagos, os quais Louis deu de bom grado.
Ele beijou a testa molhada de suor, acariciou os cachos e tirou os fios que caiam no rosto angelical.
Calvin se moveu, aproximando-se deles, ele massageou as costas dele, também tentando acalmá-lo, e Zacharie retirou cuidadosamente o plug, apesar disso só tê-lo feito chorar mais.
— Amor… pare de chorar, sim? Por favor bebê. – Tomlinson está realmente preocupado que tenha sido demais. Ele vai em direção às restrições, para soltá-lo e obter uma pausa. Mas a voz grossa e falha de seu garotinho o impede.
— va-amos… vamos continuar… po-por favor, senhor.
O som não foi mais do que um sussurro quebrado, mas seu mestre entendeu de qualquer forma, e sorriu para como seu menino é forte. — Tudo bem amor, porém quando quiser parar, quando for demais, diga sua palavra. Não se superestime.
Harry balançou a cabeça em concordância, não podendo mais falar. Louis deu um beijo em seus lábios molhados e se levantou. Parou ao lado da cabeça cacheada e olhou para seus amigos. Eles olhavam de volta com preocupação e expectativa.
— E então, quem vai ser o próximo?
...
Harry está com a garganta tão fodida, que ele não sente mais nada do pescoço para cima. Sua voz não é mais do que sussurros finos e doloridos. O ômega sabe que não vai conseguir falar por uma semana inteira, só que vale a pena.
Tommy está novamente atrás de si no cavalete, dessa vez com um vara de bambu, espancando suas coxas e o traseiro. O som do assovio canta pelo ar e os outros meninos avaliam o desempenho.
Seu corpo solavanca no cavalete, as lágrimas escorrem gordas, assim como a saliva que desce dos seus lábios para o chão.
Dói, mas vai tão além, de uma forma alucinante. É como pequenas agulhas atravessando a pele. Harry acha que já ultrapassou o ponto de sentir isso como algo ruim. É apenas prazer na dor e também o costume, o calor.
Seu corpo estremece, Calvin acaricia seus cachos, Zach sua bochecha, Ian seus ombros e Louis dita como Tommy deve açoitá-lo.
Eles ficam nisso. Dez, vinte, vinte e três… trinta chibatadas.
Mas as próximas fazem com que Styles volte ao estado inicial de quando começaram o açoite. O canne pega em seu cuzinho, repetidas vezes.
Na primeira batida ele acha que é sem querer, mas então vem uma sequência, seguida de um grunhido orgulhoso, um aval. O ômega realiza que foi Louis quem mandou.
Harry tenta gritar, seu corpo treme tanto que está pulando sobre o couro. Ele se remexe, puxando as restrições.
Porra! Porra! Inferno! Isso dói como o diabo maldito!
— Louis… Lou, por favor! Papai!
Com esse chiado, as chibatadas param. Ele sabe que Louis apenas ergueu sua mão para que acabasse.
Seu rosto está encharcado e Harry não pode parar de soluçar e arrulhar nem se quisesse. O carinho característico de seu mestre vem como um oásis. Sua água no deserto.
— Tudo bem princesa, já acabou.
A partir daí eles soltam-no, e dão amor, carinho e afagos. Um descanso para seu bichinho, por ter sido uma boa coisinha…
...
Ele foi amarrado nas cordas. Preso e pendurado. Os joelhos erguidos e abertos, deixando seu cuzinho abusado à mostra.
As cordas passavam por seu peitoral. Os mamilos que haviam sido repuxados e torcidos, agora latejam. Seu corpo estava todo marcado. Manchas roxas, cor de vinho e rosa.
Doía como uma cadela!
Seu pau, com um anel peniano, estava duro de novo, tão vermelho que parecia prestes a explodir.
Depois que acalmaram ele, Zach o chupou até gozar suas bolas, deixando-o seco. Ian lambeu e sugou seu cuzinho machucado, e foi tão delicioso! Ele gozou com isso também.
E agora, estava erguido, todo arreganhado e contido. Era novamente a vez dos caras usá-lo.
Louis sendo o primeiro, claro. Parou em sua frente, e meteu o pau dentro de seu traseiro, fazendo Harry estremecer. Deslizou fácil por causa do plug, em contrapartida o encheu até o talo.
— Podem tocar. – ele comandou, e os caras se aproximaram, apalpando onde podiam do corpo suave.
Mas Zach foi além como sempre, ele se aproximou de Louis, assistindo enquanto o fodia, a virilha batendo em sua bunda, com força. O outro alfa riu e passou os dedos pelas nádegas, até encontrar seu buraco preenchido, os olhos castanhos se viraram para Louis com um pedido óbvio, esperando a permissão.
Louis sorriu sacana, adorando a ideia não verbalizada.
— Mete eles. Harry vai gostar.
Dois dedos foram enfiados, forçando sua bordinha a abrir ainda mais. Harry gritou e tentou se mexer, a corda maltratando sua pele, deixando dolorida e vermelha a cada tentativa. Nada adiantou, os dígitos adentraram seu canal e seu alfa não diminuiu o ritmo, achando graça.
Louis comeu seu cuzinho enquanto Zach metia dois dedos dentro.
As estocadas grosseiras foram incômodas até ele tocar seu ponto doce. A cabeça da rola bateu em sua próstata repetidas vezes, fodendo-a. Seus corpos batiam um no outro, as cordas balançavam.
Ian e Tommy passaram a esfregar o pau em partes do seu corpo. Roçando a cabecinha quente de seus pênis nos mamilos sensíveis, melando-os, assim como fizeram na barriguinha. Sujando Harry por inteiro.
— O que você é, querida? - Louis perguntou, entre arfadas.
Harry choraminga. Suas pernas presas dormentes pelo tempo em que ficaram abertas e erguidas. Seu cuzinho ardendo. Ele acha que não vai poder se sentar mais.
Há esperma escorrendo de seu buraquinho.
— Sou seu depósito de porra, papai. Seu buraco de esperma. – as bochechas são acariciadas assim como os cachos, e Louis sussurra afirmações dóceis, palavras reconfortantes e amáveis.
Os caras dão risadinhas, como estavam fazendo enquanto fodiam sua garganta.
— Você é a atração da festa amor, é o brinquedinho mais legal, aquele que quero exibir e dividir com meus amigos, yeah?
Um tapa foi dado em sua nádega direita, roxa. A pele que já estava dolorida, pinicou, e Harry remexeu nas restrições.
— Você adora, não é? Gosta de ser o centro das atenções. Quando os caras te bolinam, quando te apalpam pensando que não estou vendo. Você sempre foi louca para que te comessem porque é uma piranha, uh?
— Sim! Sim! Sim! Eu adoro Lou! - foi tudo que ele conseguiu murmurar, perdido no prazer de ter o caralho grosso do seu papai indo fundo nele.
Seu alfa fodeu seus nervos para fora, deixando a sensação de estar à flor da pele. Harry queria ter gozado junto dele, todo soltinho, em êxtase pelos grunhidos e a porra quente correndo para fora de seu buraquinho. Louis se retirou e saiu de perto. Mas o ômega não conseguiu gozar também, bloqueado pelo anel. Apesar de que Harry acredita não ter mais nenhuma porra em suas bolas para que possa por para fora.
— Minha vez.
Zacharie disse antes de empurrar a cabeça dentro. Harry estava tão aberto e molhado que foi tranquilo. Seu cuzinho todo relaxadinho e frouxo, aceitando o pênis com barulhos úmidos.
Ele parecia estar alucinando, numa experiência extracorpórea. Zachy segurou sua cintura e trepou forte com ele, que só conseguia choramingar, todo manhoso.
O cara ia fundo e acertava sua próstata já sensível. Era como se quisesse virá-lo do avesso. As bordas do canal estavam inchadinhas, assim como os mamilos e a cabeça roxa de seu próprio pau.
É tão abundante. Ele se sentia indo ao espaço, totalmente sem ar, e então em queda livre de volta para a terra. Sendo um sentimento opressor. Bom e ao mesmo tempo doloroso.
Era como se o queimassem vivo, a chama vindo de dentro para fora, febril e assustador.
Urros eram ouvidos por ele, enquanto o corpo balançava pelo ar. Harry fechou os olhos, não podendo fazer mais do que aceitar e sentir tudo o que eles tinham para dar. Sua boca estava aberta, soltando ofegos e gemidos entrecortados, roucos e suaves. Zach iria gozar, ambos sentiram isso, os movimentos apressados e grosseiros. As arremetidas dolorosas, como se, quanto mais perto ele está de gozar, mais violento fica.
O ômega acha que não vai aguentar, tão… mas tão além do limite. Porém, seu dono para ao lado de sua cabeça, agachado. Ele segura seus cachos e os tira da frente do ouvido esquerdo, antes de começar a sussurrar palavras de incentivo.
— Você é uma menina tão boazinha, não é bebê? Aguenta tanto pelo papai. – Ele deu-lhe beijinhos pelo rosto. — Pode suportar mais um pouco, não é amor. Você é a minha garotinha forte, que vai deixá-los usá-la, e vai suportar tudo isso. Vai deixar o papai feliz.
Harry acenou freneticamente, tentando se desligar de todas as suas emoções para se concentrar na voz gostosa e sussurrada de Louis em seu ouvido. O acalento bondoso, a afirmação de que ele é tão bom e deixa seu papai tão feliz. Que agrada-o tão bem.
— Hazzy, amor… Você é minha coisinha preciosa! O amor da minha vida, me deixa tão orgulhoso!
Ele gemeu, longo e agudo. Seus lábios vermelhos mal estavam abertos, o som foi tão excitante quanto o que Zacharie fez ao gozar.
Ambos suspiraram satisfeitos, finalmente havia chego ao fim. Pelo menos para Zach. Já Harry não sente mais seus membros. Nada funciona conforme seu cérebro ordena. Ele é só uma massa mole e desmiolada.
Louis passou a beijá-lo, lento e calmo, distraindo-o. Ele soluçou entre o beijo, quando Calvin trepou com ele. Mas não sentia tanto assim, não tinha noção do tempo ou espaço. Flutuava pelo quarto para além da nuvem orgasmática em que esteve outrora. Era como um balão, rodopiando pelo cômodo.
Calvin era do tipo romântico, ele foi o mais doce desde o início. Transar com ele era como mergulhar em um lago profundo e sereno. De certa forma, tão arrebatador quanto. Sua voz tenor proferia elogios com tanto carinho e apreço, que Harry não só se sentia bem fodido, como também apreciado, admirado. Era como uma musa recebendo odes apaixonadas.
Tão bom e doce, tão delicado e gentil. Louis sorria entre os beijos a cada nova frase que saia da boca do seu melhor amigo, ele também estava aprovando os elogios. Mesmo que às vezes dê uma mordidinha ou outra nele, demonstrando sentir um pouquinho de ciúmes. O alfa ainda gostava que seu bom menino fosse bem tratado.
Tão suave quanto veio, o corpo quente e macio de Calvin se foi. Dessa vez Harry não percebeu que ele gozou. Não tinha respostas de seus nervos, nem sentia do quadril para baixo direito.
Estava bem alimentado e bem fodido.
— Ainda faltam dois convidados, amor. Eles estão olhando para você como se fosse um pedaço de bolo que estão famintos para comer. Está pronto para isso, bebê? Não posso deixar meus convidados com fome no meu aniversário, não é?
Harry implorou para que acabassem ali, disse tudo o que sentia e o que não sentia mais em si. Estava definitivamente acabado, não achava que pudesse suportar mais uma rodada.
— Podemos fazer o seguinte, bebê. Você tem os dois de uma vez. Dessa forma eles terminam juntos e este será o fim. Eu poderei limpá-la e cuidar de você todinha. Uhm?
Ele busca por os pensamentos em foco. Tenta ponderar, mas sua mente vaga, distante. A conclusão mais fácil que pode ter, é deixar que eles façam isso. Que os dois paus o fodam de uma vez.
Não sabia se seu cuzinho iria aguentar, mas provavelmente não sentiria, devia estar todo aberto e escorregadio.
— Tudo bem papai, eu quero. – Louis dá algumas ordens antes de dar-lhe um selinho e sorrir contra sua bochecha.
Os rapazes se juntam para retirar as cordas, e mudar sua posição, amarrando-as novamente, dessa vez mais frouxas.
Harry está preso como se estivesse em um balanço. Os dois alfas que vão usá-lo desta vez estão ao seu redor, na frente e atrás. Ele deita a cabeça no peitoral de Tommy e sente Ian em suas costas, o calor do corpo de ambos deixando-o feliz, pronto para se aconchegar numa espécie de conchinha a três.
Mesmo quando pensou que não sentiria mais nada, que seu sistema nervoso já havia pifado, ele ainda pode notar o dedo de um deles rondando sua fenda.
— Caralho! Ele está todo aberto! – Eles riram, Harry esfregou a bochecha no peito quente em resposta, sem se importar com nada.
— Eu vou primeiro, e você entra depois, ou vamos juntos, de uma vez? – Perguntou Tommy. O peitoral vibrando no rosto de Harry conforme falava.
— Do jeito que ela está arrombadinha nem vai sentir se entrarmos de uma vez. Vamos os dois.
Eles entraram. As duas glandes buscando passagem pela borda frouxa do canal. Harry deu um pulo entre eles, assustado. Definitivamente sentiu a pontada ao que teve que se abrir para abrigar os dois caralhos dentro de si.
— Papai, por favor papai, cadê você? - Harry implorou, chamando por seu namorado desesperado. Um pânico crescente de que não aguentaria aquilo.
— Shh, está tudo bem meu amor, você vai ficar bem… papai está aqui. – Louis segurou sua mão, sentindo o suor que estava na palma escorregadia de sua bebê.
Ele beijou e acariciou a mão do seu menino. Passou a confortá-lo com sua presença, dizendo a ele que estava tudo bem, que ele podia lidar com isso, enquanto Harry sentia o avançar dos dois comprimentos em seu interior, preenchendo-o de tal forma que o ômega não conseguia respirar direito.
Estava tão empalado em ambos os pênis. Sua voz não saia mais, ele apenas balançava a cabeça, desnorteado.
Os meninos seguraram suas coxas e passaram a arremeter para cima, caçando seu buraco no ar.
— É bizarro como ele ainda parece tão apertadinho, mas ao mesmo tempo, molhado e suave. Porra! Tão gostoso! – Ian murmurou no topo de sua cabeça.
Louis mantinha-se por perto, ainda segurando sua mão. Mas agora mandava os outros meninos ajeitarem a sala.
Nas festinhas de aniversário, sempre tem aqueles que ficam para limpar a bagunça, afinal.
Os caras passaram a macetar seu cuzinho sem qualquer misericórdia. Eles arranhavam e apertavam sua carne para se segurar, enquanto gemiam e urravam, batendo os cacetes grossos dentro do canal.
As lágrimas escorriam pela face vermelha dele, seus olhos verdes reviravam sob as pálpebras fechadas, o corpo todo relaxadinho sofria com alguns espasmos. A mão suada, ora ou outra apertava a de Louis, só para garantir que seu papai estava ali ainda, consolando-o. Os muxoxos que saiam de sua boca eram incompreensíveis, ele parecia estar levando pequenos choques elétricos.
Tommy foi o primeiro a gozar, gritando em plenos pulmões, e depois deu um selinho na boquinha vermelha de Harry. Ele puxou devagar para fora, com todo o cuidado para não machucá-lo.
Ian veio logo em seguida, esporrando no cuzinho, fazendo escorrer para fora ao que puxou seu pênis.
Louis tratou de retirar o anel peniano de seu bebê com cuidado, recebendo um chorinho suave e fraco, os olhos verdes se abriram, olhando unicamente para seu papai, mesmo quando os meninos ajudaram a desamarrá-lo.
Louis recebeu uma toalha úmida fofinha e limpou a pele judiada de seu amor com delicadeza e toda a calma do mundo. Deu beijinhos em sua cabeça e desceu para o pescoço, fazendo cócegas ali.
Ele percebeu que seu garoto não estava exatamente aqui, que tudo aquilo tinha sido intenso demais e levou ele para o subspace. Tudo bem, Louis lidaria com isso.
— Amor, você está me ouvindo? - acariciou seu rosto com o dorso da mão. - consegue responder o papai, bebê? – A cabeça cacheada balançou, mas nenhum som foi ouvido.
— Vou levar você para casa, sim? Vou te dar um banho quente de banheira, com todos aqueles sais que você gosta. Também vou te alimentar. Fazer seu prato favorito, uhm? Volta para mim querida.
Os caras observavam a interação, tirando os olhos deles apenas para ir atrás das roupas espalhadas e para retirar as cordas dos ferros chumbados ao teto.
Louis pegou Harry no colo e se apoiou no cavalete, pedindo a Calvin, ajuda para vesti-lo.
Por um minuto, quando tentou ir atrás de uma garrafa de água, prestes a soltar a mão do seu ômega, ele não deixou. Apertou firme e fez cara de choro, desesperado e manhoso. Louis suspirou e voltou para perto dele, abraçando-o.
— Não vou deixá-lo, nunca! Você é a minha vida, meu amor. Nunca vou deixá-lo sozinho.
Depois de mais alguns minutos de uma conversa amena e baixa, Harry foi retornando aos pouquinhos. Ainda muito sensível e manhoso, não deixando que Louis saísse de perto de si um segundo sequer, nem mesmo quando chegaram ao carro e se despediram dos garotos.
Cada um veio até ele na rua, para dar um beijinho em sua bochecha e agradecer pela noite, mas Harry se encolheu no ombro de Louis, todo envergonhado. Eles sorriram com afeto, beijaram-no mesmo assim e partiram.
Já dentro do táxi, seu papai fez carinho nele até que estivesse quase adormecendo.
— Este foi o melhor aniversário de trinta anos que eu poderia ter. Obrigada meu amor, por estar comigo… por estar na minha vida. Você é o meu sol e eu não poderia estar mais feliz de envelhecer ao seu lado.
Somnophillia, incesto, infantilismo leve, diferença de idade, hbottom, Harry como mulher cis, ltops, slapping(tapas), cnc, lactation (A lactação da H aqui será algo comum, como se fosse comum todas as garotas lactarem a partir de determinada idade, igual com menstruação).
🖤 L - 49y
🖤 H - 19Y
Obrigadinha a pessoa que enviou a ask com essa ideia e a @louis28cm que me ajudou de cabo a rabo nessa one🖤
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- Boa noite, meu anjinho - O homem mais velho falou ao afastar os cachos recém lavados com cheirinho de morango e deixar um beijo na testa de sua filha.
- Boa noite, papai - A garota respondeu agarrada em seu coelho de pelúcia que foi presente de um dos amigos da empresa de Louis.
Harry visitava constantemente a empresa de seu pai após sair da faculdade e sempre era muito bem recebida lá, tinha amizade com todos e era conhecida por ser muito gentil e meiga. Mês passado foi seu aniversário e John, que era o braço direito de seu pai, lhe presenteou com um coelho de pelúcia com longas orelhas e um laço rosa no pescoço, a menina se apaixonou pelo presente e desde então não o largou mais.
Louis andou até a janela enorme no quarto da filha observando que o céu estava mais escuro que o normal e que ao longe era possível ver uma forte tempestade se aproximando. O homem fechou as cortinas e apagou os abajures, saiu do quarto da menina e foi direto para a cozinha preparar uma xícara de chá para dormir.
Enquanto a água fervia, mexia em seu iPad para ver os documentos que sua secretária lhe enviará por e-mail e que deveriam ser lidos até amanhã e se sentou na cadeira próxima a si para poder a fazer a leitura de forma mais confortável.
Seu chá já estava pronto e agora ele voltava para seu quarto. Louis deixou a luz do quarto fraca, pendurou seu robe ali do lado e se deitou em sua cama enorme demais para alguém que foi abandonado no altar com um bebezinho de apenas um mês. Seus amigos e familiares até pensavam que ter sido abandonado no altar era o motivo de o mais velho sempre ser tão sério e calado, talvez fosse, Louis não gostava de falar sobre isso.
Colocou seus óculos e apreciou o gosto do chá extremamente quente que era a única coisa capaz de fazer sua dor de cabeça sumir após um dia estressante em sua empresa, isso e as visitas de sua filha que ficava sentada em seu colo querendo entender todos aqueles papéis com palavras estranhas e gráficos no computador de seu pai.
As perguntas de sua filha eram perguntas muito óbvias para alguém que já estava no ramo há muito tempo e que muitas das vezes não teria paciência de responder, porém para Louis, era a coisa mais linda do mundo ver sua menininha tão curiosa e interessada em seus negócios, já havia até cogitado a ideia de passar a empresa para o nome de sua garota caso quando adulta, continuasse tão interessada naquilo.
O mais velho demorou para pegar no sono. Louis pode dizer que nunca teve uma rotina boa de sono, sempre foi de dormir muito tarde e acordar cedo demais, isso porque passava a noite estudando para a escola ou passava a noite estudando para a faculdade ou em seu status atual, passava a noite resolvendo coisas do seu trabalho e pensando em ideias para inovar seu negócio. Porém, nas últimas semanas o seu sono tem melhorado de uma forma estranha... boa, mas estranha. Estranha ao ponto de ficar preocupado, e isso se devia aos sonhos que ele estava tendo ultimamente e que inclusive, estava tendo agora.
Em seu sonho ele sentia o peso do biquinho durinho e quente em seus lábios, ele queria poder agarrar o mamilo que lhe provocava com a boca ou com suas mãos, mas seu corpo simplesmente não se mexia, nada queria o obedecer, nem mesmo a região entre suas pernas que começava a ficar quente demais para um simples sonho.
O corpo sobre o seu se moveu e agora era o outro seio que roçava em seus lábios, em um impulso com seu corpo de peso similar ao de mármore, conseguiu agarrar o biquinho durinho com os lábios e sentiu seu corpo pegar fogo ao que ouviu a pessoa encima de si soltar um barulhinho baixo e em seguida levar a mão até sua têmpora, onde começou a deixar um carinho ali e pentear todo o seu cabelo para trás enquanto ele mamava com uma necessidade exagerada, quase como se estivesse com fome.
Seu corpo pareceu se sentir realizado ao que o seio jorrou leite em sua boca. Ele engoliu aquilo com o maior prazer e sugou o seio com mais força, não importando se o machucaria, apenas queria encher sua boca com aquele leite docinho e quente enquanto sentia o carinho gostoso em seu rosto e seus cabelos sendo penteados com cuidado. Aquilo com certeza era melhor que qualquer remédio para dormir.
Um trovão soou alto em seu sonho e logo ele sentiu o biquinho escapar por seus lábios. Ficou desnorteado por um tempo até acordar com um segundo trovão, percebendo agora que estava sonhando e que a chuva extremamente forte lá fora era real.
Se levantou assustado e se sentou em sua cama. Seu coração estava acelerado e seu rosto completamente suado e para piorar, a coberta marcava certinho o seu pau duro.
- Que porra foi essa? - Ele questionou baixinho para si mesmo.
- Papai - A voz chorosa soou da porta de seu quarto e ele sentiu a alma sair de seu corpo por um instante.
Sua filhinha segurava a maçaneta de sua porta enquanto estava agarrada no coelho de pelúcia. Sua princesinha usava uma camisolinha de cetim rosa, curtinha e com alças fininhas. Louis se assustou ao se pegar olhando para os seios da filha que estavam marcados por trás do tecido fino e colocou toda a culpa naqueles sonhos eróticos, ele se sentia um adolescente na puberdade.
- O que foi minha garotinha, por que a princesinha do papai está chorando? - Ele falou tentando se recuperar do sonho e abriu os braços vendo Harry fechar a porta e se aproximar com lágrimas em sua bochecha.
- Papai, eu estou com medo - Ela subiu na cama e se sentou em seu colo, abraçando seu pescoço e começando a soluçar por conta do choro. Enquanto isso, Louis prendia sua respiração por ter sua filha sentada bem encima de seu pau. - Eu odeio chuva papai, eu estava dormindo e acordei com um trovão! Papai, eu não quero dormir sozinha, não quero! - Ela se afastou e Louis olhou a carinha de dor de sua princesinha, a menina estava com os olhos vermelhos, assim como as bochechas e os lábios, tudo isso por causa do choro. - Deixa eu dormir com o senhor, papai? Por favor, por favor, eu não quero dormir sozinha - Ela se agarrou ao corpo do homem e Louis iniciou um carinho em suas costas para acalentar a garota chorosa.
- Tudo bem, meu amor, não precisa chorar - Ele respirou fundo e procurou seus óculos na mesinha de cama. - Papai está aqui, hm? Eu deveria ter te chamado para dormir comigo, eu vi que iria chover, desculpa o papai.
O homem se afastou do corpinho da menina e secou suas lágrimas vendo ela abrir um sorriso.
- Obrigada, papai - Ela disse roubando um selinho do mais velho que a olhou em repreensão.
- Já falei para não roubar beijos do papai.
- Desculpa, papai - Ela falou abaixando a cabeça.
- Vem, deita aqui do meu lado - Ele puxou o corpo levinho e a colocou de costas para ele, a cobriu bem com a coberta e não se esqueceu de cobrir o coelho também. - Boa noite, filhota.
- Boa noite, papai, amo muito o senhor.
- Eu também te amo, minha garotinha.
Louis iniciou um carinho nos cachos da menina e notou que ela não demorou muito para dormir. Os dedos se movendo no cabelo da garota estavam no automático, isso porque Louis estava com a cabeça em outro lugar, não acreditando no que ele havia sonhado, parecia tão real que ele ainda podia sentir o peso do biquinho e o gosto estranho em sua boca, nunca havia sentido aquele gosto antes e por isso achava que era algo psicológico.
Por um momento pensou que a mulher de seu sonho poderia ser a sua ex noiva, sim a mãe de Harry, Louis nunca mais quis se relacionar com nenhuma outra mulher, dedicou sua vida unicamente a seu trabalho e em dar amor e carinho para sua filha que significava o seu mundo.
- Não pode ser possível uma coisa dessas – Sussurrou frustrado esfregando a mão em seu rosto.
Decidiu que tentaria dormir de novo e torceu para não ter nenhum sonho erótico novamente. Não negaria que era lindo a visão dos seios fartos se esfregando em seus lábios, mas não queria ficar a noite toda com uma ereção contra a bunda de sua filha, por mais que fosse tentador. Por precaução, depois de tirar os óculos e se ajeitar na cama, colocou um travesseiro entre sua pélvis e o quadril da filha e se sentiu mais em paz para poder dormir.
。:゚🎀゚:。
Louis estava sentado na mesa da cozinha agora, ainda lendo seus documentos enquanto esperava sua filha terminar de pôr a mesa. Estava distraído até Harry se sentar em sua frente e ele desligar o iPad.
- Tudo pronto, papai - Ela disse com um sorriso pegando a jarra de suco.
- Obrigado, meu amor - Ele falou com um sorriso pegando o bule de chá e então seus olhos caíram sobre a bancada atrás de Harry, onde ele viu a bombinha de ordenhar da garota e estreitou os olhos por perceber que há dias aquela bombinha estava ali e que nunca mais viu a garota usá-la. - Não está usando a bombinha?
- Que bombinha? - Ela indagou com um sorriso dando um gole no suco.
- A de ordenhar - Ele disse e notou o exato momento em que a expressão da garota oscilou e ela engoliu o pedaço de pão de uma vez.
- M-meus peitos não estão produzindo mais - Ela comentou baixo e Louis estreitou os olhos novamente.
- Não estão produzindo? Mas sempre eles sempre foram regulados, nunca atrasaram.
- E-eu sei, papai - Ela respondeu parecendo não querer continuar com aquele assunto.
- Sei que talvez não se sinta à vontade pra conversar isso com seu pai, mas se estiver acontecendo alguma coisa, pode me contar, ok? - Ele disse levando a mão sobre a dela e a sentiu tremer. - Você é a minha garotinha e o papai quer cuidar de você.
- Ok, papai.
。:゚🎀゚:。
Louis estava em seu trabalho agora, havia deixado sua filha na faculdade e foi direto para a empresa. Sua noite maravilhosa que tinha o feito acordar de bom humor foi para os ares assim que chegou na empresa, isso porque deu de cara com uma reunião que tinha a ver com os documentos que passou a madrugada lendo e agora estava na sala junto com John.
- E deu tudo certo na reunião?
- Mais ou menos, os caras querem abrir uma empresa com a porra de um produto que qualquer um sabe que não vende, querem parceria comigo e ainda querem que eu ajude com a porra do capital da empresa, eu os mandei se foderem.
- E isso é porque você estava de bom humor hoje, imagina se fosse igual aos outros dias - John comentou baixo enquanto organizava uma pasta em sua mesa.
- Eu precisaria de bem mais do que eu tive pra poder aguentar uma reunião daquelas.
- E do que é que você precisa? Andou fodendo alguém? - Questionou irônico.
- Tá mais pra pornô ilusório.
- Como? - John largou a pasta e olhou com o cenho franzido para Louis.
- Cara... - Louis passou a mão no rosto respirando fundo. - Eu estou sonhando com peitos - Ele sussurrou em desabafo e John começou a rir alto. - Pare de rir seu imbecil, estou sonhando com peitos há dias, que porra de sonho é esse?
- Um que eu com certeza adoraria ter - John disse se recuperando da risada e voltando a arrumar a pasta. - E quem é a mulher dos sonhos?
- Pensei que poderia estar sonhando com a mãe de Harry, mas porra, não faz sentido isso.
- Isso é falta de foder meu amigo, vá em qualquer casa noturna que logo, logo isso passa...
- Você não entende porra...
-... Aliás, onde está Harry? Faz tempo que não a vejo, saudades dela.
Louis o olhou com os olhos estreitos e John não percebeu.
- Ela anda ocupada com a faculdade.
- Poderia chama-la pra vim aqui, iria ser bom para todos.
- O que está insinuando? - Questionou Louis cruzando os braços.
- Ah cara, você sabe, você sempre fica com um humor bom quando ela vem te visitar, olha... Se vocês não fossem pai e filha eu até pensaria outra coisa, porque o seu humor realmente muda e bom... Você não é o único com tesão acumulado aqui e a sua filha...
- Você está ouvindo o que você está dizendo?! Você por acaso perdeu a porra da sua noção?
- Calma cara...
- Calma é o caralho - Louis riu indignado e esfregou a mão em seu rosto. - Você se ouviu caralho? Está dizendo que quer comer a minha filha na minha frente!?
- Louis eu...
- Pegue a porra das suas coisas e some da minha frente.
- Calma, você está me demitindo?
- Some agora dessa sala, porra! - Louis esbravejou e John não demorou muito a pegar suas coisas e sair de cabeça baixa pela porta da sala. - Mas que caralho! - Bateu na mesa e se sentou na cadeira, cruzou as mãos por debaixo de seu queixo e apoiou seus cotovelos no apoio da cadeira, a qual ele ficava rodando de um lado para o outro.
Não tinha demitido John, apesar de ser a sua maior vontade no momento. O problema era que ele não suportava a ideia de outro homem tendo aqueles tipos de pensamentos com a sua garotinha.
Ele sabia que Harry realmente era gostosa, porra ele não era cego e nem santo, e até já teve a oportunidade de experimentar o corpinho tentador em uma das visitas de Harry onde ele gozou nela umas duas ou três vezes e pediu para que ela ficasse deitada no chão com as pernas abertas, só para ele poder trabalhar vendo o buraco enorme que deixou na buceta da garota, só pra ver a virilha e a intimidade da menina toda molhada, inchada e vermelha. O corpo de Harry era tão branquinho e ele conseguia deixar a bucetinha dela em um vermelho vivo e vazando seu leite.
Depois daquele dia, a menina o implorou por mais, mas o máximo que ganhava era a permissão de se esfregar em seu pau e olhe lá. Louis ficou com a consciência pesada por a menina ter passado dias dolorida e por ter sentido dor no começo da relação, isso porque ela era muito apertada, e por isso, decidiu que não iria mais foder a garota.
Ficou martelando os pensamentos em sua cabeça até ouvir batidas na porta.
- Quem é? - Perguntou impaciente e a porta se abriu dando a visão de sua secretária. - Entre Anna, no que posso ajudar?
- Sua filhinha está aqui - Ela disse com um sorriso.
- Manda ela entrar - Ele disse voltando a atenção para o computador em sua mesa.
- Ela é uma graça, aposto que deve sentir muita falta da mãezinha dela, assim como o senhor deve se sentir muito sozinho, senhor Tomlinson - A moça falou se aproximando da mesa. - Não pensa em arranjar uma mãezinha pra sua princesa?
- Certo, qual é o problema das pessoas dessa empresa hoje!? - Se colocou de pé e a mulher se afastou assustada. - Anna, me escute bem, eu não me sinto sozinho e nem quero ninguém pra fazer companhia, me entendeu? - A mulher balançou a cabeça repetidas vezes positivamente. - E Harry não precisa de uma mãe, ela já tem a mim! - Apontou para o próprio peito. - Agora saia da minha sala e vá fazer seu trabalho e mandar a minha filha entrar!!
- S-sim senhor Tomlinson, me desculpe - A moça saiu apressada fazendo Louis se irritar pelos barulhos do salto e no segundo seguinte a carranca sumiu de seu rosto.
Sua visão foi tomada pela garotinha de cachos em um vestido curto rosinha, a mochila branca e brilhosa em suas costas e o coelhinho que ela segurava pela orelha. Louis também não podia deixar de notar o brilho nos olhinhos verdes e o sorriso de covinhas.
- Por que o papai está tão bravo? - Ela perguntou fechando a porta e vendo Louis se jogar na cadeira novamente.
- É apenas todo mundo irritando o papai.
Harry jogou a mochila no chão e colocou o coelho encima.
- Acho que deveria jogar esse coelho imundo no lixo - Louis falou erguendo os braços para sua filha que vinha em sua direção e subia para seu colo.
- Não fala assim do meu coelho - Ditou brava enquanto ajeitava as pernas cada uma de um lado do corpo de Louis e sentia as mãos fortes segurando sua cintura.
- Como foi a aula da minha garota?
- Difícil papai - Ela falou manhosa e deitou a cabeça em seu ombro enquanto aproveitava o carinho em suas costas.
- Você está estudando bastante, sei que vai se sair melhor esse semestre.
- Eu queria ter mais tempo com o senhor - Disse se mexendo no colo do mais velho. - Eu tenho que estudar o tempo todo e o senhor trabalha o tempo todo, quase não tem mais tempo pra mim - Seus dedos foram para a nuca do pai e Louis sentiu o carinho gostoso e semelhante que quase esvaiu a raiva que sentia.
- Estou em uma época boa para contratos e parcerias, preciso ficar mais tempo na empresa e você está de exame em três matérias, precisa se esforçar para recuperar tudo na prova da semana que vem - Falou sério tentando conter as mãos na cintura de Harry, a menina estava inquieta e aquilo estava acabando com Louis.
- Eu sei papai, mas eu preciso de atenção e o senhor também precisa - Ela rebolou contra o pau de seu pai. - Já tem meses que o senhor me tocou.
- Aquilo foi um erro Harry - Falou segurando a roupa da menina entre os dedos.
- Mas papai foi tão bom, eu lembro até hoje de como o senhor me deixou cheia e aberta - Ela se esfregava tanto em seu corpo e Louis já sentia seu corpo esquentar. - O senhor não gostou? - Ela perguntou com um bico enquanto olhava para seu pai e posicionava sua xotinha sobre a coxa do homem.
- É claro que eu gostei, Harry - Ele disse olhando nos olhos da filha para manter o seu controle.
- Então por que não quer fazer de novo, papai? Eu estou aqui para o senhor, eu estou bem no seu colo, me esfregando na sua perna - A garota levou a mão por debaixo de seu vestidinho e tocou em sua calcinha, a qual ela puxou para o lado para poder ter seu grelinho em contato com a calça social cara.
- Aquilo foi um erro, Harry, você é muito apertada e papai acabou machucando você - Ele disse arrumando um cacho da garota.
- Não papai, não me machucou, eu juro que aguento!
- Já falei que não, além disso, você está de castigo por causa dos exames - Falou firme.
- M-mas eu hm... Eu estou me esforçando papai - Ela segurou os ombros do homem para poder tomar mais impulso.
- Deveria ter se esforçado desde o início - Ditou sério. A expressão em seu rosto era de indiferença. - Eu deveria ter te dado uma surra para você aprender.
- Eu estou sendo uma boa garotinha agora, papai.
- John acha que você é a minha puta e que vem aqui pra eu me aliviar - Falou com raiva e se sentindo completamente duro. -
- Mas eu sou, papai, eu sou qualquer coisa que o senhor quiser, me usa papai, me usa como o senhor quiser.
- Não - Olhou nos olhinhos que estavam começando a ficarem marejados e gostou de saber que sua filha estava chorando de desespero para ser fodida, que aquele corpinho pequeno estava acumulado de tesão e que não seria apenas dois dedinhos que iriam satisfazer a vontade dela.
- Papai, eu preciso do senhor - Ela se sentia tão excitada e sabia que iria gozar em minutos. - Eu não aguento mais gozar só com os meus dedinhos e foi tão bom quando o senhor me fez gozar, faz de novo papai!
- Não, Harry! - Ele disse apertando mais a cintura da menina.
- Por favor - Seus olhos estavam marejados pelo tesão acumulado e pela rejeição de seu pai, não entendia o porquê de ele não querer ela.
- John queria te foder, sua vadia - Ele agarrou o pescoço dela e ela se assustou por um instante e em seguida aumentou a velocidade de suas reboladas. - E é exatamente isso que você é, uma vadia, olha só como você tá no meu colo, você não sente vergonha, Harry?
- Não fala assim, papai - A garota miou chorando. - Eu sou só sua, eu só quero o senhor.
- Mas eu não quero foder você.
- Papai - Ela choramingou. - Por que o senhor está me rejeitando?
- Pare de chorar - Ele apertou a mão em seu pescoço e deixou um tapa forte em sua bochecha, fazendo ela sentir um aperto em seu coraçãozinho e a sensação forte em seu ventre ao ser atingida por um orgasmo dolorido, ela queria seu papai, queria pelo menos que ele fizesse carinho nela, mas ele estava muito bravo agora.
- Já se satisfez, certo? - Ela balançou a cabeça em afirmação enquanto secava as lágrimas. - Agora vá para casa e vá estudar - Louis falou autoritário e Harry apenas fungou e se levantou tristonha, não reparando na mancha escura na calça de seu pai e no membro duro entre as pernas do homem.
A garota arrumou sua calcinha e seu vestidinho e colocou sua bolsa nas costas. Agarrou seu ursinho e foi andando de cabeça baixa até a porta.
- Tchau, papai - Ela sussurrou e saiu sem obter nenhuma resposta, Louis estava muito ocupado pensando em como ele iria limpar a porra que estava melando toda a sua cueca e calça agora.
。:゚🎀゚:。
Louis estava entrando dentro de casa agora e notou o quanto tudo estava limpa. A casa era enorme e ele tinha condições de pagar para alguém limpar, mas Harry insistiu que não queria ninguém limpando sua casa e que ela mesmo podia cuidar do seu lar.
Andou até o quarto da garota e olhou pela fresta da porta, viu sua garotinha estudando e fungando ao mesmo tempo. O homem sabia que ele era o causador daquele chororô e por isso seu corpo ficou quente.
O homem abriu a porta com cuidado e a menina pareceu não notar sua presença. Foi andando com cuidado e quando estava bem próximo as costas de Harry, posicionou a mão no ombro da menina que tomou um leve susto.
Harry não se virou para trás, continuou aproveitando o calor da mão de seu pai pousada em seu ombro. Ela usava um outro vestidinho agora, uma de alça um pouco grossa e roxo com várias flores brancas.
Louis acariciou o ombro miúdo da menina e foi com sua mão até o colo macio, sempre percebeu o quanto a pele de sua menina era macia e cheirosa e ele amava aquilo nela, podia passar horas grudado com a garota apenas sentindo o cheirinho de morango ou de baunilha e se deliciando com a pele extremamente macia.
Brincou um pouco com a barra do vestido e sentiu o corpo de Harry tencionar e foi então que ele adentrou o vestidinho e segurou o seio quente, notando que ele parecia inchado demais para seios que não produziam leite como sua filha havia falado.
Apertou a carne em sua mão e viu Harry se encolher. Ele continuou massageando e brincando com o biquinho até que sentiu seus dedos molhados e parou no exato momento com os movimentos.
- Papai... Eles estão doloridos...
Louis ignorou sua fala e apenas puxou o seio farto para fora do vestido da menina que se sentia ansiosa e ao mesmo tempo não podia controlar sua bucetinha piscando sem parar.
Seu pai fez um carinho por seu seio e segurou o biquinho. Harry sentiu-se ficar mais excitada ao realizar que seu mamilo estava preso nos dedos de seu pai, que ela estava sendo segurada apenas pelo seu mamilo durinho. Foi tirada de seus devaneios e pensamentos eróticos quando seu pai puxou seu mamilo e o apertou em seguida, fazendo um curto jato de leite voar direto para a sua mesa de estudos.
- Achei que tinha dito que eles não estavam produzindo mais - Seu pai falou ao que acariciava o bico de seu peito e juntava uma gota de leite ali.
- E-eles não estavam - Falou ela nervosa. - Mas hoje eles... Eles voltaram e eu não tive tempo pra ordenhar - Seu coração estava batendo a mil e só piorava com o silêncio de seu pai.
O homem abandonou seu seio de abrupto e ela se assustou, virando-se para trás no mesmo instante e o vendo se sentar em sua cama.
- Papai...
- Pegue a sua bombinha - Ele disse firme.
- Papai não precisa, meus peitos não estão tão cheios...
- Pegue a sua bombinha, Harry - Ele repetiu.
Harry sabia que seu pai não gostava de repetir e por isso arrumou seu vestido para esconder seu seio novamente e foi até a cozinha pegar sua bombinha de ordenhar. Quando voltou, seu pai ainda estava sentado em sua cama com o semblante sério. E ele estava lindo, mais lindo que o normal, o cabelo penteado em uma franja lateral que combinava com os óculos que ele usava as vezes na ponta do nariz, a camiseta social com as mangas dobradas, dando a ela a visão do braço tatuado e as veias saltadas, sem contar nos botões de sua camisa que acabaram abrindo e agora a sua tatuagem do peito estava a mostra, ele estava realmente lindo.
- Senta aqui - Disse deixando tapinhas em seu colo.
Harry deixou a bombinha do lado do pai, subiu na cama e engatinhou até seu colo, se sentando ali com um pouco de receio de mostrar o quanto estava feliz por estar no seu lugar favorito do mundo, o colinho do seu pai. Queria abraça-lo e encher sua bochecha barbada de beijos e dizer o quanto amava ele, mas tinha receio de ele ainda estar bravo.
- Eu bati muito forte no seu rosto - Ele fez carinho na bochecha levemente vermelha.
- Não tem problema, papai - Ela disse controlando sua felicidade.
- Me desculpa por ter sido grosseiro com você, não tive um bom dia no trabalho - Louis acariciou o rosto de sua filha e então olhou para seu colo vendo como a cor do vestido fazia um ótimo contraste com sua pele. - Me tiraram do sério desde a hora que eu cheguei lá - Ele segurou a alcinha do vestido e enrolou em seus dedos.
- O que aconteceu, papai? - A menina perguntou vendo Louis abaixar a alça e deixar seus seios expostos para ele.
- A reunião não rendeu muita coisa - Ele disse virando sua atenção para a bombinha e a ligando em seguida. - E ainda tive que escutar John dizer que queria comer você e depois foi minha secretária com assuntos... Com assuntos que não eram da conta dela - Ele conectou a bombinha na garota e Harry gemeu baixinho ao sentir o leite sendo sugado de seus seios. - E por último eu... Bem, eu ando tendo umas noites de sono estranhas.
Harry estava vermelha e ajeitava sua franja atrás de sua orelha e para evitar o olhar de seu pai, o abraçou escondeu seu rosto em seu pescoço.
- O que foi, princesa? Você quer ficar sozinha? Normalmente você não se importa de fazer isso perto de mim, achei que estava tudo bem.
- Não é isso, papai - Ela disse abafada contra seu pescoço e seu corpo ficando arrepiado ao que Louis tocou em suas costas nua. - É que eu não gosto de usar a bombinha, eu... Eu não gosto de ficar com isso em mim.
- Não gosta? Deve ter outro jeito então, tem alguma forma que você acha melhor?
O corpo da garota tencionou e ela ficou em silêncio por alguns instantes.
- Não importa agora, me conte sobre suas noites de sono - Ela disse respirando fundo, estava sendo estimulada o suficiente para sentir seu corpo pegar fogo, estava no colo de seu pai, as mãos dele estavam em contato direto com a sua pele e seus seios que eram tão sensíveis, estavam sendo sugados pela máquina.
- São apenas sonhos bobos.
- Mas estão te incomodando, não estão?
- Amor...
- Por favor, papai - Ela se afastou e segurou um gemido por ter se esfregado propositalmente em seu pai. - Eu quero saber - Suas mãozinhas agora faziam um carinho nos fios ralos da nuca do homem.
- O sonho é com uma mulher - Harry tencionou um pouco, tentando não mostrar que não havia gostado muito do que tinha acabado de ouvir. - Quase todas as noites eu sonho que ela vem até mim e começa a acariciar meus cabelos - Ele disse olhando para o corpo de sua filha e aproveitando o carinho. - Ela está sempre nua, pelo menos na parte de cima do corpo.
- Então o senhor consegue ver ela? Consegue ver ela enquanto ela faz carinho nos seus cabelos, papai? - Ela foi subindo a mão até sua franja e brincando com alguns fios.
- Sim, consigo - Ele responde no automático enquanto olha fixamente para os seios sendo ordenhados na máquina.
- E como ela é?
- Eu não consigo ver o rosto dela, no meu sonho a única coisa que eu consigo ver são os braços, a barriga e os seios dela.
Harry estava ficando excitada, não conseguindo se controlar enquanto ouvia o sonho erótico de seu pai e tinha os olhos azuis do mais velho tão presos em seu corpo.
- E aí?
- Eu sempre tento pegar os seios dela, mas eu nunca consigo me mover e no começo ela me provoca muito até eu finalmente conseguir pegar o peito dela com a boca. Ela sempre fica brincando com o biquinho nos meus lábios e as vezes parece rir pelo meu desespero por não conseguir pegá-los.
- É mesmo, papai? - Questionou manhosa penteado o cabelo de Louis para trás enquanto sentia as mãos firmes agora irem pra sua cintura e tomar controle de suas reboladas.
- Eu começava a mamar nos peitos dela, princesinha, e ela tinha leitinho igual você. Eu sugava ela igual a máquina está sugando os seus peitinhos agora - Ele subiu as mãos pelo tronco da garota, foi para o colo e desceu pelos braços dela, evitando tocar nos seios da filha. - E parecia tão real, princesa, eu quase consigo sentir os biquinhos dela na minha boca quando eu acordo.
- Papai - Ela gemeu agoniada, Louis a fazia rebolar com força em seu colo, sua calcinha estava tão molhada e ela queria acabar logo com todo aquele tesão que ela sentia. - Mostra em mim, papai, por favor! Por favor! - Suas mãozinhas seguravam o rosto de Louis enquanto ela fazia um biquinho em seus lábios e controlava suas lágrimas. - Mostra em mim como você mamava nela papai, por favor, eu fui boa hoje, eu estudei o dia inteiro, papai!
- Verdade, você foi uma boa garota estudando igual o papai mandou - Ele disse desligando a máquina e tirando as mangueiras dos seios inchados. Louis se deitou um pouquinho e puxou Harry, que agora estava literalmente encima de seu pau. - Coloca seus peitos na minha boca.
Harry se inclinou um pouco e Louis segurou o biquinho sensível com a boca, começando a sugar o leite da menina imediatamente, a fazendo revirar os olhos e jogar a cabeça para trás.
- Ahh papai!
As mãos do homem foram até a bunda da garota e puxaram o tecido do vestido para cima, a deixando exposta para que ele pudesse fazer o que quiser. Espalmou a mão com força em uma das nádegas e riu pelo susto da filha.
Harry segurava com uma mão na cabeceira enquanto com a outra segurava a cabeça de seu pai para que seu peito não escapasse da boca dele.
- Papai, tá gostoso? O meu leite tá tão bom quanto no seu sonho?
- É idêntico ao meu sonho, princesa - Ele disse soltando o bico amarronzado. Levou sua mão até a carne branquinha e apertou com cuidado, assistindo maravilhado a pequena gotinha de leite se formar no biquinho inchado. Louis olhou nos olhos verdes de sua filha e lentamente passou a língua pelo mamilo da garota, recolhendo todo o leite acumulado ali e então começando a deixar beijos em torno da aréola. - O seu peito na minha boca é tão bom, é muito melhor que no meu sonho.
- Vai para o outro papai, por favor - Ela fungou arrumando o seu próprio cabelo e depois penteando os cabelos castanhos de seu pai.
Louis trocou de seio e continuou a mamar com intensidade enquanto tinha a garota se esfregando em seu pau.
- Eu preciso gozar, eu quero muito gozar, deixa eu brincar no seu pau, papai, por favor?
- A única coisa que vai poder fazer é se esfregar no meu pau, mas não vai colocar ele dentro de você.
- Obrigada, papai! Obrigada! - Ela disse animada se afastando dele e começando a abrir a calça de seu pai. Claro que aquilo não era o suficiente pra matar todo o desejo que a menina sentia, mas sem dúvidas era mil vezes melhor do que os seus dedinhos insignificantes e aquilo era muito mais do que tudo que seu pai havia lhe dado em meses de privação.
A garota segurou pau grosso que ela teve chance de senti-lo dentro dela apenas uma vez e sua boca salivou juntamente com sua xotinha que ficou mais molhada. A menina tirou sua calcinha e então se sentou sobre o pau grosso caído sobre o abdômen do homem.
- Ohh meu deus! - Ela gemeu ao esfregar seu grelinho no membro quente.
- Eu não disse que era pra você tirar a porra dos seus peitos da minha boca - Um tapa forte foi deixado em seu seio.
- Desculpa, papai! - Ela se aproximou e segurou a cabeça do homem novamente para poder encaixar seu mamilo na boca gostosa. - Isso papai, por favor!
Harry se esfregava com urgência e sentia seus seios doloridos por Louis não ter dó nenhuma ao usá-los. O leite em seus seios já havia acabado, porém aquilo não foi motivo para Louis parar de mamar a garota, nem mesmo quando começou a gozar em seu próprio abdômen. Continuou estimulando a menina até sentir o grelinho pulsar contra seu pau e a xotinha ficar mais melada. A garota tremia abraçando seu pai e fungando, aquele fora o orgasmo mais intenso que teve em tempos.
- Se levanta - Harry se sentou molinha em seu colo e Louis terminou de tirar o vestido da garota. Usou o pano para se limpar e o jogou no chão, também tirou a máquina de ordenhar a garota dali e colocou no chão. - Deita aqui - A menina se deitou do seu lado e respirou fundo ao ter seu corpo abraçado por seu pai.
- Obrigada, papai - Ela sussurrou felizinha.
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Louis estava no escritório da sua casa agora. Estava em frente à mesa de pé com os braços apoiados ali, olhando toda a papelada que tinha para avaliar. A três semana atrás ele estaria arrancando os cabelos fora por ter que lidar com tudo aquilo, mas era tudo porque seus sonhos estavam o deixando maluco. Agora estava um pouquinho diferente, ainda estava conseguindo ter uma boa noite de sono, porém não estava mais tendo os sonhos que lhe atormentavam o juízo. Louis até chegou a pensar que realmente estava com tesão reprimido e que o momento íntimo que teve com sua filha aliviou aquilo, fazendo também os sonhos irem embora.
Olhou de relance para a janela que ia até o chão em seu escritório e viu como o cômodo estava tomado pela luz alaranjada do pôr do sol e em seguida olhou para seu relógio, Harry deveria chegar em casa em alguns instantes. A garota saiu logo depois do almoço para ir no shopping com as amigas e voltaria antes das 18:00 horas.
Louis queria ligar para saber se a filha já estava voltando, mas preferiu não atrapalhar o momento de sua filha com as amigas, por isso, tornou a sua atenção ao trabalho, queria terminar tudo antes do jantar para poder ter o final da noite tranquilo com sua bebezinha.
Passou-se alguns minutos e Louis ainda estava de pé, sentia seus ombros doloridos por estar tão tencionado com o trabalho complicado em sua frente, até que sentiu dois bracinhos finos agarrando seu corpo e uma bochecha se encostando em suas costas.
- Cheguei, papai - Harry falou com as bochechas amassadas contra as costas do pai.
- Oi minha princesinha, tudo bem? - Ele disse segurando as mãos da menina que estavam sobre sua barriga.
- Sim, papai.
- Como foi no shopping com as suas amigas? - Ele questionou se soltando dos braços da menina e se virando para ela.
- Foi legal papai, passamos em quase todas as lojas do shopping antes de irmos no cinema e depois fomos comer lanche e eu comprei algumas roupas novas, o senhor quer ver?
- Quero sim, minha princesa, papai só vai guardar essas coisas do trabalho e já subimos para o seu quarto para você me mostrar as suas roupas novas.
- Tá bom, papai! - Ela falou animada e saiu saltitando da sala e subindo direto para o seu quarto.
Louis passou cerca de uma hora e meia apenas vendo as roupas da filha e fingindo ignorar todas as vezes que ela o provocava com as lingeries novas que havia comprado e o mesmo tempo quase babando no corpinho lindo e saltitante em sua frente.
Logo depois do desfile de roupas novas de Harry, o homem mais velho ligou para o restaurante e pediu seu jantar, que não demorou muito para chegar. Os dois jantaram e passaram o resto da noite juntinhos assistindo um documentário criminal, Louis sentado no sofá e Harry deitadinha em seu colo. Tudo aquilo foi até Harry cair no sono e seu pai levá-la para o quarto e então aproveitar para ir se deitar também.
Teve um dia cheio e estava cansado, se sentia feliz por finalmente poder deitar em sua cama e dormir, queria poder descansar porque amanhã teria um dia cheio em seu trabalho.
O homem se deitou em sua cama e fez sua rotina de dar uma olhada em seu iPad, ligar o despertador, tirar os óculos e desligar o abajur. Fechou seus olhos e foi necessário apenas alguns minutos até que seu corpo relaxasse e ele dormisse.
Louis dormia tranquilamente até sentir uma sensação familiar em seus lábios. Era durinho e quente, passava por seus lábios e ele pensava em agarrar com a boca, mas seu corpo não obedecia como todas as outras vezes. Ele abriu os olhos e viu os dois seios enormes em seu rosto, os biquinhos amarronzados estavam com gotinhas de leite na ponta e pareciam tão cheios, como se há tempos não tivessem recebido a devida atenção. Por isso, Louis fez força para que seu corpo obedecesse e sua boca agarrasse o peito em sua frente.
Ele sentiu o gostinho do leite quente em seus lábios e quase derreteu com o carinho em seu cabelo. Era um gostinho tão familiar, assim como o carinho. Ele tinha certeza já ter sentido aquilo outras vezes, só não conseguia se lembrar de onde.
Não conseguia se lembrar de onde ele tinha aquela sensação de seu rosto sendo enterrado nos peitos cheios de leite e muito menos de mama-los até não haver nenhuma gota se quer. Ele mamava com força e ansioso, querendo descobrir o porquê tudo aquilo era tão familiar.
Fazia força com seu braço para tentar agarrar o peito cheio e fazer sair mais leite, mas seu corpo não o obedecia de jeito nenhum.
Viu o peito saindo de sua boca e então o outro mamilo foi encaixado em seus lábios. Até que sua mente se acendeu e ele caiu na real de que estava sonhando. Ele estava sonhando de novo e era por isso que aquela sensação era tão familiar, ele precisava acordar, precisava conseguir espantar aquele sonho. Continuou fazendo força com a sua mão para tentar segurar o peito e o tirar de sua boca, seu corpo tenso para que ele acordasse e a agoniado de não estar conseguindo fazer aquilo.
Até que finalmente seu corpo obedeceu e seu braço se moveu, mas ao finalmente segurar algo, sabia que não era o peito que estava na palma de sua mão. Abriu os olhos com dificuldade e tendo certeza de que agora não era um sonho e sim a realidade, e a primeira visão que teve fez seu rosto todo se contorcer de raiva.
Harry estava sentada sobre seu corpo, ela não usava nada além de uma calcinha que ele tinha certeza que estava molhada porque sua filha não passava de uma simples puta. Os peitos da menina estavam inchados assim como em seu sonho e realmente havia uma gotinha de leite se juntando ali nos mamilos.
Com a pouca luz que entrava no quarto, Louis viu que o rosto da menina estava paralisado e pálido. Ela estava completamente em choque por ter sido descoberta.
- Papai...
- Mas que caralho, Harry! Era você esse tempo todo? Porra, eu não acredito - Ele riu desacreditado se sentando na cama e ligou o abajur ao seu lado. - Olhe para o seu estado!
- Papai, não briga comigo.
- Esse tempo todo eu estava queimando a cabeça por causa desses sonhos e quase surtando simplesmente porque a minha filha é tão desesperada pra ser fodida, que não aguenta ficar sem dar essa buceta de vadia e quis vim no meu quarto durante a noite pra dar mama pro papai.
- Pap... - Harry foi interrompida de falar quando Louis deixou um tapa em seu rosto.
- Cale a boca, eu estou falando com você.
Ela abaixou a cabeça em obediência e olhou para seus seios, sentindo seu corpo esquentar de vergonha e de tesão ao ver uma gotinha de seu leite pingar no colo de seu pai.
- É por isso que você não estava mais usando a máquina de ordenhar, né? Porque você estava vindo ordenhar a porra desses peitos na minha boca - Ele disse segurando a cintura de Harry com mais força e a trazendo com raiva para mais perto, a menina pelo susto, também agarrou os ombros do homem e apertou seus dedinhos ali.
- O senhor é tão melhor que a máquina, papai. Eu não gosto de usar a máquina - Ela estava tão molhada e não parava de se esfregar no colo do homem.
- Você preferiu mentir pra mim dizendo que seus peitos não estavam produzindo mais e ficar duas semanas sem ordenhar só porque não consegue ficar sem sentir meu pau, neném? Você sentou nele uma vez, Harry.
- Mas foi tão gostoso, papai - Ela gemeu. - Por favor, deixa eu sentir o senhor de novo.
- Você chorou de dor aquele dia.
- Eu prometo que aguento - Ela abraçou ele rebolando em seu colo. Louis já estava tão duro e estava sendo terrível aguentar sua filha daquele jeito. - Por favor, papai, os meus peitos estão tão cheios, eu deixei eles ficarem bem cheinhos só para o senhor mamar neles e eu estou tão molhada hmm...
- Você parece estar no cio, Harry! - Louis se afastou para segurar o rosto da filha com uma mão, fazendo os lábios gordinhos formarem um pequeno bico. - Não cansa de implorar para ser fodida? De ficar o tempo todo com essa buceta pingando.
- A culpa é toda sua que me comeu como se eu fosse uma puta no seu escritório e agora se quer encosta em mim. Eu te imploro por atenção todos os dias e você só quer me usar quando você está muito necessitado, quando você está morrendo de tesão e então enfim resolve foder a sua filhinha... - Harry parou de falar no momento em que sentiu a mão forte em seu rosto e sua bochecha arder do jeito que ela gostava, mas que nunca admitiria.
- Com quem você acha que está falando pra usar esse tom de voz? - Louis perguntou irritado ao mesmo tempo que agarrou o pescoço da menina e sentiu as mãozinhas pequenas agarrando seu braço.
- Papai, calma...
- Você quer que eu te foda, Harry? - Ele então soltou o pescoço que agora estava um pouco vermelho por conta da brutalidade e agarrou a cintura da menina, a erguendo um pouco enquanto com a outra mão tirava seu pau para fora.
- Não papai, calma, calma! - Harry tentava empurrar o peito de seu pai para poder se afastar, mas simplesmente não conseguia.
- Então eu vou te foder e vou te tratar como a puta desesperada que você é, não adianta reclamar, nem chorar e nem dizer que está doendo, você encheu a porra do meu saco hoje e agora eu só vou me acalmar quando finalmente saber que você está guardando toda a minha porra dentro dessa buceta molhada.
- Papai, espera!
Louis masturbou seu pau algumas vezes e levou sua mão até a xotinha da menina, empurrou a calcinha para o lado e passou a mão ali algumas vezes sentindo que poderia gozar a qualquer momento somente por saber como ele conseguia deixar sua filha tão quente e tão molhada. Escorregou seu dedo para dentro da grutinha algumas vezes ouvindo os resmungos de Harry e tornou a pegar seu pau.
Sem nenhum aviso, penetrou seu pau dentro da garota enquanto abraçava o corpinho para tentar se acostumar com o quão apertada ela era e não gozar.
- Eu realmente preciso te foder com mais frequência, vai ser um porre toda vez que eu decidir te comer quase gozar só pela sua buceta ser apertada pra caralho.
- Hmm - Ele olhou para o rosto da menina e viu lágrimas se juntarem nos cantinhos dos olhos verdes e o sorriso nos lábios vermelhos. - Ahh! - Gemeu com o tapa em sua coxa.
- Porra, você tá gemendo mesmo sentido dor? E eu todo preocupado com você, não querendo te foder pra tão te machucar e você sorrindo feito uma vadia.
- Me fode por favor, eu gosto de sentir minha xotinha se alargando pra aguentar você, papai!
O homem então soltou o corpinho mole e tornou a segurar na garganta da menina, mas agora sendo com as duas mãos.
Harry sentiu o pau sair e entrar de seu interior de uma vez, fazendo-a sentir dor, mas também a mesma sensação que sentiu há meses atrás e que lhe fez falta toda vez que se tocava em seu quarto e sua bucetinha ficava pulsando querendo algo para lhe preencher. Agora ela finalmente tinha, finalmente o papai dela estava cuidando de suas necessidades.
O mais velho tinha a melhor visão que poderia imaginar agora, bem melhor que as de seus sonhos. O rosto de Harry estava vermelho, juntamente com o pescoço onde ele apertava com suas mãos, a menina chorava e gemia ao mesmo tempo. As unhas grandes da menina quase furavam sua pele toda vez que seu pau entrava com força dentro dela e ele já conseguia ver as marcas ali e provavelmente iriam ficar até amanhã.
- Hmm papai!! - Ela gritou rouca e Louis pode sentir quando a menina engoliu o choro e gemeu com a bocha fechada.
Seus olhos desceram para os peitos inchados em sua frente e pensou que agora seria seu momento de fazer tudo que ele queria fazer em seu sonho, mas não conseguia por seu corpo não o obedecer. Com isso, parou de foder a menina e tirou uma das mãos do pescoço dela, não a dando tempo de raciocinar o que ele iria fazer e apena a surpreendendo com um tapa em seu seio direito.
- Ahh!! - Gritou jogando a cabeça para trás e recebeu mais um tapa no outro seio.
- Você deixou esses peitos cheios só pro papai mamar né? Você gosta de ver o papai chupando esses peitões? Gosta de imaginar o papai satisfeito com o seu leite?
- Sim papai ohhh... eu quero ser útil para o senhor hmm... Eu quero deixar meu papai de barriguinha cheia com o meu leite.
Louis sentiu como se sua cabeça estivesse rodando ao ouvir aquelas palavras de sua filha, que fizeram seu pau pulsar forte e então voltou a socar com força em sua filha, mas agora espremendo e beliscando os mamilos sensíveis e se deliciando com as gotinhas de leite que escorriam por sua mão e seguiam até seu braço.
- Papai, dói - Ela gemeu segurando as mãos de Louis que judiavam de seus peitinhos. - Dói muito papai, vai machucar - Ela fungou com as bochechas vermelhas e o choro forte.
- Isso aqui é para pagar por todas as noites que você me fez achar que eu era um louco pervertido e por ter ficado batendo cabeça com isso. Você precisa aprender a não ser uma garotinha desesperada pelo pau do papai.
- Hmm - Gemeu entre um soluço e outro.
Louis fodia a menina com força e a visão dos peitos molhados serviu de alavanca para que finalmente ele tivesse seu orgasmo e sentisse seu pau enchendo a bucetinha gordinha de sua menina de porra. Caiu cansado para trás e colocou os braços sobre o rosto para poder tomar fôlego.
Enquanto isso Harry ainda sentia todo o tesão acumulado em seu corpo a torturando e por isso começou a se mexer sozinha sobre o colo de seu pai, gemendo pela sensação gostosinha de estar preenchida pelo pau grosso e a porra quentinha, sem contar que seus mamilos latejavam em uma dor gostosa e ela nem se importava de estar sujando seu pai com as gotinhas de leite.
Começou a quicar mais rápido sobre o colo do homem e levou suas mãos até seus peitos, os segurando para que eles não pulassem enquanto ela quicava, entretanto sentiu as mãos grossas segurando seus pulsos.
- Não é para segurar, quero ver eles pulando na minha frente enquanto você se fode bem gostosinho no meu pau.
- Hmmm... T-ta bom papai...
- Seja uma menina boa e pula essa bucetinha no meu pau até você gozar bem forte.
Louis ficou segurando as mãos da menina nas laterais de seu corpo enquanto assistia o corpinho delicioso pular no seu pau. Resolveu então soltar uma das mãos da garota e levou a sua até o grelinho inchado e vermelho, sorrindo com a reação de sua garota ao ter seus dedos brincando com o clitóris dela.
- Ahhh continua papai, tá tão gostoso... - Harry passava a mão livre por seu corpo e segurou um de seus seios com força ao que o orgasmo a invadiu e ela sentiu seu corpinho amolecer.
- Caralho - Louis falou deixando um tapa na coxa da menina. - Levanta - Disse com seriedade e Harry se levantou com dificuldade, gemendo ao sentir o pau de seu pai sair de dentro da sua xotinha.
A menina caiu na cama ao lado do homem que se levantou e ela arregalou os olhos ao ver como ele ainda estava duro. Harry seguiu seu pai até o banheiro com os olhos e levou sua mãozinha até sua bucetinha dolorida, arregalando mais ainda os olhinhos chorosos e abrindo as perninhas ao notar como seu pai havia deixado sua buceta larga.
Fechou os olhinhos brincando com seu grelinho e se sentiu ficando molhada de novo.
- Ahhh não... - Gemeu ao ter dois dedos invadindo sua xotinha e a dedando com força.
- A puta ainda tá com as pernas abertas e brincando com essa xota na minha cama? – Disse a dedando o mais rápido que podia e então parou de uma vez, abandonando a grutinha que pulsou expulsando sua porra para fora. – Tá toda arrombada, vou me certificar de te manter assim direto agora.
- Papai, foi tão gostoso, eu quero dar pro senhor de novo
- Você vai, sua bucetinha vai ser meu novo brinquedinho agora e papai vai querer brincar muito com ela, pra machucar.
O homem se deitou ao lado da menina e puxou o corpinho para perto do seu, puxando a perna dela para ficar sob seu corpo.
- O que você está fazendo? - Perguntou ela quando o homem mais velho encaixou seu cacete dentro da bucetinha aberta.
- Vou dormir a noite inteira com essa xotinha gorda esquentando meu pau - Disse gemendo baixo ao estar por completo dentro da menina.
Harry se mexeu um pouquinho e gemeu por sentir seu pai tão fundo dentro dela.
- Quieta - Ele disse dando um puxão em seu corpo. - Não quero ouvir um gemido a noite inteira, você vai ser o brinquedo do papai e brinquedos ficam quietos e calados. Vai me dar a bucetinha a noite toda e o peito também, hoje eu finalmente vou poder dormir mamando em você.
- Pode mamar, papai, por favor.
Louis tomou o peito da garota e então relaxou o seu corpo com o líquido quentinho que encheu sua boca. O homem podia afirmar que nunca havia dormido tão bem em tanto tempo em sua vida.
É isso basicamente, desculpem qualquer erro, aproveitem e se puderem deixar um comentário pra eu saber sobre a opinião de vocês eu agradeço ❤️
Aproveitem. Happy Halloween 🎃
“And when you're gone
I'll tell them my religion's you”
Naquela noite tenebrosa, na pequena cidade oculta da sociedade humana, a lua cheia lançava sua luz gélida sobre a casa abandonada, conferindo à cena um toque de melancolia sinistra. A casa, como um relicário de segredos obscuros, era o cenário de uma reunião secreta do clã de vampiros. Entre os membros da assembleia, um jovem e intrigante vampiro de sangue puro chamado Louis se destacava, com seus olhos vermelhos que brilhavam como rubis em meio à escuridão.
A criança vampira estava prestes a fazer sua estreia em uma reunião que seria lembrada por gerações. Louis, contudo, não compreendia completamente o significado do evento que se desenrolava à sua volta. Sua natureza como herdeiro do trono do clã era um segredo bem guardado, e ele ainda não tinha conhecimento de sua linhagem real. O que ele sabia era que a sensação em sua boca era insuportável, sua gengiva latejava com uma dor estranha, e uma sede inexplicável o consumia, como se algo primal o chamasse das profundezas do inferno.
Os olhares dos vampiros adultos se voltaram para Louis com uma intensidade que o fez estremecer. Era como se a atmosfera pesada da sala se concentrasse nele, e sua presença atraísse uma atenção inquietante. Os murmúrios em uma língua antiga e misteriosa preenchiam o ambiente, como se os vampiros estivessem sussurrando segredos ancestrais.
O mentor de Louis, um vampiro mais velho de aparência macabra percebeu a confusão em seus olhos e aproximou-se com um sorriso enigmático. Ele sussurrou a Louis, revelando apenas o suficiente para instigar sua curiosidade: "Chegou a hora, meu jovem. Beba do cálice da noite e toque no poder que flui em nossas veias."
Louis, com suas mãos trêmulas, pegou o cálice ornado com runas e símbolos misteriosos, que parecia um artefato arcaico de um mundo distante. O líquido dentro, quente e pulsante, emanava uma aura hipnótica e sedutora. Enquanto ele hesitava, sua mente era tomada pela vertigem do desconhecido, e sua gengiva latejava como se fosse uma chama que ardesse incontrolável.
O primeiro gole foi como uma revelação sobrenatural. O sangue, com seu sabor ancestral e poder mágico, inundou seu corpo e sua mente, como se uma torrente de poder de outras gerações despertasse em seu interior. Louis sentiu-se mergulhar em um abismo de êxtase e medo, uma experiência que o deixou ofegante e desorientado.
Todos na reunião, agora cientes da identidade real de Louis como herdeiro do trono, pararam para observá-lo. O salão, antes cheio de murmúrios, caiu em silêncio absoluto. Os olhares de admiração se voltaram para o jovem vampiro, e então, uma aclamação ensurdecedora irrompeu. Os vampiros aplaudiram não apenas o ato de beber o sangue, mas a confirmação de que o herdeiro do trono, o escolhido para liderar o clã, estava próximo de seu poder pela primeira vez.
Louis, atordoado e confuso, observava os vampiros o aplaudirem com um sentimento de perturbação e realização que ainda não compreendia completamente. A jornada rumo ao seu destino como líder do clã havia começado, e ele mal arranhara a superfície da escuridão que o aguardava. Com o sabor do sangue ainda em seus lábios, ele se viu imerso em um mundo de intriga e segredos, onde o trono do clã o esperava, um trono de sombras e poder.
Com o gosto do sangue ainda fresco em sua boca, Louis sentiu o poder do lado sombrio de sua natureza o envolver como uma tempestade. Seus olhos, antes vermelhos como rubis, foram tomados por uma escuridão profunda e avassaladora. O preto que consumiu suas íris não era apenas uma ausência de cor, mas uma negrura que sugava a luz do ambiente, como se a própria escuridão tivesse ganhado vida em seus olhos.
Um arrepio percorreu a espinha de todos os vampiros presentes na cerimônia. O ar se tornou mais pesado, carregado de uma energia sombria que se espalhava pelo recinto. Os lábios dos vampiros se curvaram em sorrisos maliciosos, e um arrepio de excitação os dominou. Sussurravam entre si em uma língua antiga e profana, chamando Louis de "o emissário das trevas" e "o herdeiro da noite eterna".
O mentor de Louis se aproximou novamente, olhos fixos nos dele, e disse com uma voz que carregava o peso de séculos de existência vampírica: "O pequenino rei das trevas realmente honra o sobrenome que tem."
O ambiente se encheu de uma tensão palpável enquanto o pequeno Louis, agora transfigurado em um ser de puro terror, ergueu sua cabeça com uma dignidade sombria. Ele sentiu um misto de poder, êxtase e desespero inundar sua mente. O que ele tinha se tornado? Era o senhor da escuridão, mas sua humanidade estava perdida para sempre.
A assembleia de vampiros riu e aplaudiu, celebrando a transformação de Louis como se fosse a mais grandiosa das conquistas. O pequeno vampiro tinha abraçado a noite, mas também selado seu destino, tornando-se um ser de pura escuridão, cuja fome insaciável estava prestes a desencadear um reinado de terror inimaginável. A noite estava apenas começando, e as sombras que o cercavam se estenderiam para além do entendimento humano.
Naquele cenário sombrio e aterrorizante, Louis, ainda uma criança, se via envolvido em um ritual macabro que o afastava cada vez mais de sua humanidade. Os vampiros ao seu redor comemoravam com uma alegria sádica, seus rostos retorcidos em expressões de regozijo. O pequeno Louis, no entanto, olhava para o cálice em suas mãos trêmulas e via o líquido escarlate como um portal para a escuridão eterna. Cada gota que tocava seus lábios era como um pacto com o diabo, e o poder avassalador que se apossava dele era sufocante.
Ele contemplou o reflexo de seus olhos negros nas sombras dançantes de uma vela próxima. Era como se o próprio abismo olhasse de volta para ele, uma negrura sem fim e sem misericórdia. O sangue que havia bebido corria por suas veias como rios de trevas líquidas, e uma risada malévola ecoou em sua mente, como o eco das almas torturadas em busca de vingança.
Num momento de inadvertência, Louis involuntariamente projetou suas presas afiadas, como garras da própria morte, revelando sua juventude e inexperiência. No entanto, em vez de zombarem dele, o mentor o elogiou na frente de todos. "Vejam todos!" ele exclamou, "Nosso jovem Louis, ainda uma criança, mas o sangue de um vampiro puro já o faz mais forte do que muitos aqui. Um prodígio verdadeiramente raro!"
Na penumbra das sombras, a mãe de Louis, agora uma vampira atormentada, observava com o coração pesaroso. Ela havia sido humana uma vez, e o amor que sentia por seu filho a mantinha à distância. O que ela via era a transformação implacável do menino que um dia fora inocente e brincalhão, agora mergulhado na escuridão sem fim.
O mentor, percebendo o desejo insaciável de Louis, perguntou: "Louis, meu querido, você quer mais sangue?" O pequeno vampiro, com um sorriso infantil e macabro, respondeu: "Claro, papai."
Suas presas afiadas se projetaram novamente, como se tivessem vida própria, e seus olhos oscilaram entre o vermelho e o preto, como portais para o fim. O poder que ele sentia era avassalador, e o sabor do sangue era como uma droga que o seduzia implacavelmente. Louis estava perdido nas profundezas da escuridão, e nada o impediria de abraçar completamente o terror que se desenrolava à sua volta. Seu sorriso, agora sombrio e impiedoso, era como o de uma criança sapeca que acabara de descobrir e se apaixonar pelo sabor do poder e do sangue, uma alegria demoníaca que manchava sua inocência para sempre.
•••••••••••
- Não é uma boa resposta. – Harry franziu a testa e fez um leve biquinho, ultimamente suas discussões com Louis sempre terminavam assim. – Por que você não pode quando já fez isso com meio mundo?
Louis suspirou indignado e perdendo a paciência; seus olhos ficando completamente pretos para encarar o ser petulante a sua frente. Harry mal ergueu as sobrancelhas para a mudança de aparência aterrorizante a sua frente. Quando Harry encanava com alguma coisa nem o capeta mudava a cabeça do menino.
- Porque eu já disse que não porra. Não vou te usar assim. Você sabe que antes dos meus dezoito anos eu não tenho controle total sobre o que estou fazendo.
- Você não está me usando se eu estou pedindo por isso. E eu sei que você tem treinado faz anos.
Louis respirou fundo. Ele sabia que qualquer argumento que usasse naquela discussão ia ser inútil. Talvez seu erro fosse ter contado para Harry o que era quando ambos tinham doze anos de idade e mostrado o que ele podia fazer. Ele só não esperava que ao invés de aterrorizar o melhor amigo, ia ganhar uma criança fascinada por si e pelos seus poderes. E que a mesma criança ia crescer sem se importar com atrocidades que Louis lhe contava que cometia.
O cheiro do sangue de Harry era maravilhoso e tudo que ele mais queria era lhe morder; mas sabia pelo próprio bem que não podia fazer isso. Ele tinha matado uma mulher fazia dois dias por não saber controlar a própria sede, e Harry sabia disso. Era infundada a discussão que estavam tendo. Era pela própria segurança do mesmo que Louis estava falando não.
- Não. Você não vai me convencer na base da birra. Eu não sei o que você tanto quer nisso, você devia olhar pra mim e querer distância, eu matei uma mulher dois dias atrás por sede Harry. Ao invés de sair correndo sua cabeça acha uma boa ideia você oferecer seu pescoço numa bandeja pra mim.
Louis suspirou recuperando um pouco o autocontrole e se afastando do mesmo, indo em direção a porta do quarto de Harry enquanto o outro ainda estava com os braços cruzados apoiado no canto da cama; era aniversário de dezesseis anos de Harry e os dois estavam trancados fazia pelo menos meia hora desde que a discussão tinha começado. O cheiro do quarto estava sufocando Louis, e o estresse da discussão não ajudava. Louis precisava de ar puro antes que fizesse merda.
Se fosse um humano ali, o que Harry disse em seguida jamais teria sido ouvido mas não era e o cérebro de Louis tomou milésimos de segundos pra processar a frase.
- Não é só o meu pescoço que eu estou oferecendo.
Seu corpo agiu mais rápido que seus pensamentos, e quando Louis se deu conta Harry estava embaixo de si na cama, as mãos presas por uma das mãos de Louis enquanto a outra se apoiava na cintura do mais novo. O rosto a milímetros de distância um do outro.
Os olhos pretos haviam voltados e as presas de Louis se projetavam para fora, e o maldito provocadozrinho embaixo de si tentava manter a respiração quando eles estavam a centímetros de distância com a boca aberta e os olhos encarando a boca de Louis..
Louis olhou no fundo dos olhos de Harry e apertou com mais força seus pulsos e cintura, mesmo sabendo que Harry o deixaria fazer o que quisesse tentou se conter, precisava se reestruturar e sair dali, não importava o quanto o corpo abaixo de si fosse convidativo. Louis mordeu a própria boca com força tentando sair daquela névoa e fechou os olhos tentando focar em qualquer coisa que não fosse o misto de tesão e sangue. Sua cabeça limpou por breves segundos e ele afrouxou o aperto do corpo de Harry, até que um gemido manhoso o fez abrir os olhos. Levou cerca de dois segundos para entender o que estava acontecendo, mas quando viu, seu pau pulsou. Os lábios de Harry estavam manchados de vermelho e a língua do garoto levemente para fora numa cena completamente obscena tentava alcançar mais dos lábios de Louis; a mordida que Louis tinha dado nos próprios lábios vertendo sangue por conta das presas que outrora estiveram ali, e a boca de Harry capturando cada gota, sua língua antes tímida agora roçava nos lábios de Louis coletando o sangue do mesmo. O corpo de Louis se arrepiando com a sensação e seus ouvidos capturando o murmurinho de desprazer que saiu da boca de Harry quando as feridas se curaram.
A boca de Harry aberta num pedido mudo pra ser tomada e seus olhos fechados foi o que fizeram Louis mergulhar a própria língua na boca do garoto e o beijar como se fosse o último resquício de oxigênio, ele ainda podia sentir o gosto doce de seu próprio sangue nos lábios alheios, e passaria o resto da vida ali. Foi quando suas presas ameaçaram sair para fora novamente que ele cortou o beijo e voou para o outro lado do quarto. A visão que tinha certamente o artomentaria por meses, Harry estava com a boca manchada de sangue, os pulsos com marcas roxas ainda levantados e o pau marcando sobre a calça enquanto estava deitado sobre a própria cama.
A mão de Louis fechou sobre a maçaneta da porta e ele inalou o cheiro do quarto mais uma vez.
- Feliz aniversário, seu merdinha.
Harry sorriu com os olhos fechados e escutou a maçaneta se abrir para que Louis saísse. Se Louis não ia lhe morder ainda, pouco importava, porque agora ele sabia que teria acesso ao sangue dele quando quisesse e que o vampiro tinha amado aquele inferno particular tanto quanto ele.
•••••••••••••••
A lâmina da adaga brincava na mão de Harry, virando-a entre seus dedos ele a observava. Tinha sido um presente de Louis no seu 17º aniversário, e a primeira vista poderia até ser algo simples mas era muito mais que especial. Existiam apenas duas daquela, uma estava na suas mãos e a outra afundada em algum lugar do oceano Pacífico. A única arma capaz de matar qualquer ser místico.. A única arma capaz de matar um sangue puro, tão antiga quantos os encantamentos e runas que adornavam seu cabo. Ele a deixava sempre por perto, porque por mais que fosse um artefato para se defender, ele tinha descoberto uma utilidade muito mais prática.
Depois dos seus dezoito anos as coisas tinham se tornado estranhas, Louis tinha praticamente sumido de sua vida e a única coisa que havia dito era “espere até o Halloween”. Todas as vezes que Harry tinha visto o vampiro depois disso envolveram sua quase morte, discussões onde ele não sabia se no próximo segundo ia ser morto ou fodido e Louis saindo no meio de tudo deixando Harry extremamente frustrado, sem entender que merda estava acontecendo entre eles. Ainda brincando com a adaga observou seu próprio reflexo na lâmina, se a janela ao lado da sua cama dizia alguma coisa, era que era quase noite. O sol se pondo e o crepúsculo da noite tomando conta.
Era quase noite do dia trinta e um e Louis não tinha dado as caras. Harry franziu o cenho, ele sabia que a última discussão que teve com o vampiro foi justamente por ter feito isso mas ao mesmo tempo algo em si ardia e ansiava tanto pela presença de Louis que ele não se importava se fazer aquilo só traria um vampiro puto pra caralho pra sua casa.
Ele sentou na cama observando a adaga, a blusa branca que usava subiu um pouco deixando sua cueca a mostra, mas sinceramente ele pouco se importava em como a própria aparência ia parecer para o outro, ele só precisava ver Louis e ouvir sua voz. Ter o vampiro longe parecia uma abstinência das piores das drogas.
Ele firmou a adaga na mão direita e estendeu o braço esquerdo, suspirando por alguns segundos antes de cravar um corte em diagonal fundo o bastante para precisar de pontos. Ele não se importava com a dor, o sangue escorreu pelo seu braço todo e seu cérebro contou exatos vinte e oito segundos antes da voz na porta do seu quarto ecoar.
- Eu não te dei essa porra de adaga pra você se matar
Louis estava encostado no batente de sua porta, usando uma calça preta e blusa na mesma cor com os olhos vermelhos observando o sangue pingar, enquanto mantinha os braços cruzados e uma feição nada agradável que fez quando Harry olhar pra ele quase engasgar a própria saliva.
Harry sabia exatamente o que estava fazendo, e Louis também. Ele não ia se matar, e se o vampiro queria jogar aquele joguinho, Harry não ia se fingir de santo.
- Uma pena então não é mesmo?
Harry largou a adaga ao lado da cama e levantou para ir até onde Louis estava, ele mal deu um passo antes que o vampiro estivesse na sua frente. Os olhos vermelhos de Louis demonstravam raiva e um outro sentimento que a muito tempo Harry não via nos mesmos.
Desejo e sede.
Foi questão de segundos antes que Louis estivesse mordendo a própria mão e enfiando na boca de Harry, e depois disso tudo ficou turvo na cabeça do mais novo, ele podia sentir o sangue do vampiro na sua boca, o corte em seu braço se fechando, seu próprio pau pulsando dentro da cueca e a vontade ensurecedora de ter mais sangue na própria boca. Era como a melhor droga que ele já tinha provado, a mais viciante de todas.
- Flor, o vampiro sou eu, você pode parar de agir como uma puta desesperada pelo meu sangue.
De alguma maneira Louis tinha se apoiado sentado na cama e trazido Harry para seu colo, o mais novo deveria sentir vergonha de perceber que estava no colo de Louis se contorcendo mas ele apenas ignorou e fincou os joelhos na própria cama para observar a feição de Louis.
O vampiro podia falar o que quisesse, mas seus olhos mesclando entre vermelho e preto eram indicativos suficientes que ele sentia tanto desejo por Harry quanto deixava transparecer.
Harry fez questão de se inclinar novamente e lamber uma linha no pescoço do vampiro até que sua boca estivesse rente a orelha do outro, onde ele se afastou só o suficiente para que pudesse murmurar.
- Eu sempre fui uma puta desesperada pelo seu sangue. Diferente de você que parece ter medo do meu.
Antes que o vampiro pudesse reagir, Harry sentiu a adaga relando na própria perna e a pegou, deixando a ponta posicionada bem ao centro do coração de Louis. O que obrigou o vampiro a lhe encarar e ficar imóvel
- Você tem sangue de virgem Harry, caralho, você acha mesmo que eu nunca quis te morder? Só que só de estar perto de você eu já perco o controle. Você acha que eu gosto de te ter rebolando em cima do meu pau como uma puta barata depois de ver que você é tão desesperado por mim que quase se mata e não fazer nada?
Harry observou o vampiro falando e parou para notar o quanto o pau dele estava duro em sua bunda, com a adaga ainda pressionada sobre o coração de Louis, ele rebolou a cintura observando o vampiro por as presas pra fora e um arrepio subir por seu corpo. Ele não sabia se queria mais que Louis mordesse ele ou o fodesse.
- Isso também é sua culpa.
- Sim, é minha culpa eu não querer te foder porque você acha que eu teria autocontrole pra não te morder.
- Você já fez isso com outras pessoas, qual a diferença?
- Nenhuma delas estava tão impregnada com o meu sangue a ponto de eu ter uma ligação com elas inferno.
As mãos de Louis cravaram ainda mais sobre a bunda de Harry e o menino gemeu jogando a cabeça para trás a adaga deslizando um corte fino sobre a pele e camiseta de Louis.
- Isso vai ser um problema seu.
A petulância de Harry irritava Louis a níveis profundos, ele tinha acabado de soletrar que praticamente mataria o mesmo e isso não parecia o atingir.
Harry enfiou a mão sobre o cabelo de Louis e puxou para o lado, deixando a cabeça do vampiro exposta.
- Que porra você…?
Antes que pudesse completar a frase Louis sentiu um corte com a adaga sendo feito em seu pescoço, e Harry a jogando longe em seguida. Ele pensou por milésimos de segundos em parar aquilo enquanto ainda sentia o mínimo autocontrole mas se fosse pra falar a verdade, ele estava cansado de anos de autocontrole. Harry o encarou como se pedisse permissão, e ele virou mais a cabeça deixando com que o corte escorresse. Ele não ia cicatrizar tão rápido por conta da adaga e Louis estava cansado de lutar uma batalha perdida.
Quando os lábios de Harry encostaram definitivamente no seu pescoço ele foi ao inferno e voltou, a sensação de sentir exatamente o que Harry estava sentindo no momento e o laço entre eles ficando mais forte era avassaladora, e tornava sua sede ainda maior.
Harry começou instintivamente rebolar no seu colo e a cueca que ele ainda usava foi rasgada e jogada longe pelos dedos de Louis em segundos, que envolveram o pau do mesmo seguida.
A névoa de prazer que tomou conta da cabeça do garoto de cachos era insana, seu corpo parecia ter vontade própria e sua mente parecia derretida para pensar em qualquer coisa que não fosse Louis. Seu sangue. Seu cheiro. Seus cabelos no meio dos seus dedos. A mão controladora e forte ao redor do seu pau. Harry afundou mais no colo do mesmo e grudou a boca com vontade sobre a ferida quase cicatrizada. Seu baixo ventre se contraindo. Ele queria poder deixar a marca de sua boca no pescoço de Louis, um roxo, uma marca de mordida, qualquer coisa que dissesse a porra do mundo que Louis era dele. Que a conexão doentia que sentia quando estava com a boca cheia do sangue alheio era algo só dele.
Sua língua passou uma última vez sobre onde um dia houvera um corte e seus quadris arquearam, seu orgasmo sendo praticamente arrancado de si enquanto seus dentes cravavam numa mordida e sua boca se abriu para deixar um gemido digno de atriz porno, arqueando o corpo e cabeça pra trás em seguida quando os movimentos de Louis não pararam em seu pau sensível.
Harry certamente teria caído da cama se não fosse o outro braço do vampiro lhe prendendo a seu colo, seu coração ainda acelerado tentando processar que a mão em seu pau ultrassensível havia o deixado. Seus olhos que antes estavam fechados, se abrindo e se adaptando a luz com certa dificuldade, o fazendo gemer ao ver Louis colher com a própria língua o gozo de seus dedos que estavam sujos.
Sua boca se abriu em um gemido mudo e seu pau pulsou outra vez quando o vampiro colocou a mão agora limpa sobre sua colcha. Uma imensidão negra o encarou e ele se contorceu, colocando a mão ao redor do rosto de Louis e fazendo com que o mesmo ficasse com a boca mais próxima da dele. As presas do vampiro completamente a mostra.
- Você é uma vadia insaciável mesmo.
Um sorriso brincou no canto dos lábios de Harry e ele fez em seguida o que queria a séculos, juntou a própria boca a de Louis e sentiu as presas do vampiro machucando seus lábios inferiores, e a língua dele deslizando junto a sua. Seu controle durou até aí, quando Louis realmente o beijou com vontade, sem se importar no sangue escorrendo dos lábios de Harry, ou nas feridas suas presas estavam deixando, devorando Harry de dentro pra fora como a muito tempos o menor queria que ele fizesse Harry só conseguiu gemer.
Eles só se separaram quando Harry estava realmente quase morrendo por oxigênio, e a visão que Louis teve foi infernal. O garoto no seu colo estava com os lábios inchados, a respiração descompassada e as pupilas totalmente dilatadas.
Louis iria acabar com ele. Foda-se se Harry morresse no processo ele tinha implorado por aquilo desde quando se entendia por gente. Louis não era um mocinho para negar as próprias vontades eternamente.
Harry notou o exato momento onde a sede e o desejo falaram mais alto que a consciência de Louis, foi quando seu olhar voltou ao antigo azul por segundos antes de suas visão se tornar completamente preta, como a de um caçador que está atrás de uma presa.
A boca de Louis voltou a tomar a sua, só que dessa vez devagar, colhendo cada gota de sangue que escorria de onde as presas raspavam, saboreando o líquido que lhe dava tontura de tanto desejo. Ele só parou quando sentiu sua boca melada e as feridas completamente curadas.
Harry reclamou de suas roupas em algum momento, e ele fez questão de tirar todas as peças e rasgar a camiseta que o menino usava em segundos antes de puxa-lo novamente para o seu colo. Deus, ele não sabia o que lhe corroía mais naquele momento, a sede de sangue ou a vontade de só se enfiar dentro de Harry até que o mesmo estivesse chorando sem conseguir pronunciar o próprio nome.
Aparentemente Harry sabia decidir por ele quando olhando para os olhos de Louis ele apenas inclinou o pescoço e o deixou a mostra. Louis cravou as unhas na bunda do mais novo, se inclinou para o pescoço e deixou um beijo demorado lá, deixando as presas roçarem na pele branca de Harry.
Ele podia sentir a pulsação desesperada do coração de Harry e a veia pulsando sobre sua língua, e o gemido de descontentamento que saiu da garganta de Harry. Era engraçado ver como sua presa chorava por antecipação.
- Louis… por que porra…
Harry não teve tempo de terminar a frase. Quando sentiu sua pele sendo rasgada e Louis sugando seu sangue, ele gritou praticamente em prazer puro, se tomar o sangue de Louis trazia um sentimento prazeroso e de conexão, ser mordido por ele era assustadoramente tudo isso ampliado. Parecia que Harry estava a beira de um orgasmo o tempo todo e que cada pensamento e desejo de Louis passavam por seu corpo. O pau duro roçando em sua bunda parecia seu próprio pau em desespero, a sede de sangue parecia sua e a sensação da boca preenchida com o seu sangue que trazia satisfação parecia sua. Se Louis estivesse sentindo tudo aquilo, Harry entendia perfeitamente agora a parte do não conseguir parar.
Ele não pararia no lugar de Louis.
Como se tivesse ouvido seus pensamentos Louis gemeu, as presas ainda fincadas em Harry e a boca cheia de sangue, deixaram escorrer algumas gotas que foram direto para o peito e pau de Harry.
Deus, o estado de frenesi que Harry tinha entrado fazia com que ele quisesse ficar lá pra sempre, foi só quando a sua visão turvou e ele sentiu os braços perderem a força que ele saiu de lá. Ele estava mole e seus olhos fechados demais, algum líquido quente foi posto em sua boca e ele demorou segundos para voltar que se deu conta em como seu corpo ainda pulsava em tesão.
- Eu quase te mato mas a primeira coisa que você pensa é que está com tesão.
- O que significa que eu estou muito bem vivo.
Louis deu uma pequena risadinha de escárnio pra ele, seus olhos estavam azuis agora e seu pau duro como uma pedra.
- Por que você não usa essa boca pra algo melhor além de me infernizar?
Harry sorriu com a fala. Com seus sentidos completamente de volta ele saiu de cima de Louis, e ajoelhou do lado cama.
- Como você quiser… como eles te chamam mesmo príncipe ou majestade?
Louis desceu um tapa ardido na cara do ser petulante a sua frente e ficou feliz quando viu uma lágrima escorrer.
- Abra bem esse caralho de boca que você tem Harry. Eu não dou a mínima se você engasgar, chorar ou espernear, eu vou foder essa marra pra fora de você e só parar quando eu quiser.
Harry mal terminou de abrir a boca e Louis já tinha o pau enfiado na mesma, forçando a garganta do cacheado a se acostumar, seus olhos ardiam e lacrimejavam, o tratamento duro de Louis como se Harry fosse só mais uma puta barata esquina fazia seu pau escorrer mas ele felizmente aguentaria tudo que o vampiro quisesse.
Sua mandíbula doía quando Harry engasgou e o que Louis fez em seguida quase lhe fez gozar. A mão forte em seu cabelo tinha tirado o pau da boca de Harry por apenas alguns segundos e encarava o menino quando enfiou novamente, só que dessa vez os dedos de Louis não permaneceram em sua cabeça mas sim desceram e prenderam a respiração de Harry segurando seu nariz. No desespero de tentar respirar, Louis enfiou seu pau ainda mais fundo na garganta alheia e manteve a cabeça do menino ali até que ele estivesse tão desesperado por oxigênio que batesse em sua perna.
- Você pediu pelo meu pau como uma verdadeira prostituta durante anos Harry. Então quando eu enfiar ele na sua boca outra vez, eu quero sentir o volume na sua garganta e não você desesperado por ar.
A fala de Louis mal havia terminado quando Harry abriu a boca novamente, num desafio mudo a si próprio, o vampiro escorregou o pau para dentro da cavidade e com a ponta dos dedos sentiu a protuberância que se formava na garganta de Harry. Apertou sobre a pele e sentiu seu baixo ventre contrair enquanto Harry tentava engolir todo o gozo sem engasgar ou sufocar. Quando Louis puxou o pau pra fora e o cacheado observou que nem uma gota de porra havia ficado fora de si ele se sentiu orgulhoso.
Ele mal havia recuperado o ar quando Louis o jogou de quatro na cama, separando as bandas de sua bunda e dedilhando sobre seu cuzinho virgem. Harry gritou com vontade quando sentiu a língua do outro rodear sua entrada. Seus braços estavam tremendo e tudo o que ele mais queria era Louis dentro de si, ele estava pedindo por favor e nem sabia para que exatamente.
Louis não teve um pingo de dó de Harry quando enfiou dois dedos de uma vez, apenas molhados com sua própria saliva. Sabia que Harry nunca tinha dado para ninguém mas isso não significava que o garoto não era uma puta.
Louis lhe faria pagar por todas as vezes onde aquele merdinha havia se cortado com um plug e tomado o sangue de Louis para gozar em seguida.
A adaga que tinha sido jogada no canto do quarto chamou a atenção de Louis, e o mesmo abriu um corte generoso na palma da mão quando a pegou, colocando a mão que jorrava sangue na boca de Harry. Os dedos que ainda estavam dentro do garoto se curvaram e passaram a macetar sobre a próstata do mesmo.
Harry estava entre o paraíso e o inferno, seu orgasmo vindo de uma maneira desesperadora e sua cabeça envolta num misto de Louis, sangue e seu cuzinho sendo maltratado pelas mãos alheias. Ele não sabia no que focar ou o que fazer, se gemia e deixava o sangue de Louis escorrer, se continuava só se contorcendo desesperado ou se gritava para parar.
A segunda vez que gozou foi bem mais forte que a primeira e por alguns minutos ele realmente achou que fosse desmaiar, a mão de Louis em sua boca saiu e ele pode buscar mais ar. Sentia seu corpo destruído e sem forças para fazer qualquer outra coisa que não fosse gemer. E quando os dedos em sua entrada socaram sobre sua próstata um última vez ele se contorceu fugindo do toque. A mão em seu baixo ventre o parou no meio do caminho com uma força assustadora e ele abriu os olhos para olhar para Louis.
O vampiro apenas sorriu para ele antes de puxar os dedos pra fora de uma vez. Harry engasgou com a ação e gemeu se sentindo vazio, seu cuzinho piscava por atenção e para que fosse preenchido novamente. Louis observou a cena e se abaixou para que estivesse rente a orelha de Harry.
- Eu vou socar meu pau tão fundo em você que vai ser a única coisa que seu corpo vai sentir por horas, e quando eu gozar, eu vou assistir minha porra cair gota por gota para fora do seu corpo enquanto você se contrai desesperado para guardar tudo dentro de si. Porque você vai estar acabado Harry. Aberto como uma puta. E aí eu vou beber seu sangue até te sentir mole nas minhas mãos e incapaz de se mexer.
Harry gemeu alto com isso, ele amava como Louis tinha deixado de o tratar como uma boneca de porcelana para o tratar como um brinquedo particular.
- Sim, por favor, por favor.
Foram as palavras que sua mente foi capaz de raciocinar e falar, ele sentiu Louis puxando seu corpo e o deixando de quatro na cama. Harry não tinha forças para manter seus braços retos, então caiu de cotovelos sobre a cama e empinou a bunda num convite descarado. Ele podia estar sem forças mas tudo que mais queria no momento era o pau de Louis dentro de si.
O vampiro observou a cena sentindo suas presas se pronunciarem sobre sua boca, era bizarra a devoção e sede que ele tinha sobre aquele garoto, e ver o mesmo se expondo daquela maneira mexeu com algo primal dentro de si. Ele estalou um tapa sobre a bunda de Harry que fez com que o mesmo fosse para frente na cama. A marca de seus cinco dedos agora estampava a bunda alheia, e sua sede ao ver isso só aumentou. Ele abaixou o rosto e deu um beijo no local onde sua mão havia marcado e logo em seguida cravou os dentes sobre a pele que se rompeu facilmente. Em algum lugar em sua mente ele lembra de ter ouvido Harry gritar um xingamento mas ele não se importou. Assim que o sangue chegou em sua boca ele se separou.
- Eu vou te foder com o seu próprio sangue Harry.
A imagem a sua frente era esplêndida, a pele marcando, os dedos do tapa, os dois furinhos que vertiam sangue da mordida e Harry tremendo. A única coisa que melhorou ainda mais a cena foi pegar em seu próprio pau e o arrastar lentamente pelos furos da mordida, o sangue de Harry manchando sua pele enquanto pré-gozo saia da cabeça de seu pau para grudar em Harry.
Louis poderia ficar eternamente naquilo. Seu pau cada vez mais molhado pelo sangue de Harry enquanto estava duro pra caralho, e a bunda que se estendia a sua frente como um banquete. Por uma última vez ele passou a glande já manchada de vermelho sobre um dos furos de suas presas e gemeu. Por mais que quisesse ficar naquela brincadeira sadica para sempre os gemidos manhosos e desesperados de Harry lhe despertavam para o cuzinho virgem e desesperado que ele iria arregaçar.
Segurando em seu pau, ele enfiou a glande devagar e gemeu. O sangue deixava tudo mais escorregadio e paredes internas do garoto que lhe apertavam enquanto ele enfiava o restante o faziam ver estrelas. Harry estava uma bagunça de gemidos e choro pedindo por mais abaixo de si e ele mesmo não sabia por quanto tempo manteria o controle. Estocando num ritmo forte Louis se perdeu no próprio prazer.
Ele nunca tinha ficado com tanto tesão em alguém, suas estocadas selvagens agora faziam Harry gritar e quando sentiu que o próprio orgasmo estava chegando ele manteve um ritmo ainda maior, puxando Harry da cama e o colando a seu corpo para que tivesse acesso ao pescoço do menino.
Harry mal aguentava o próprio corpo, e só estava com as costas coladas ao peito de Louis porque o vampiro estava literalmente lhe segurando, sua cabeça estava tonta e sua visão nublada pelo prazer, ele ia gozar novamente e nem sabia como isso era possível, mas seu pau e mente só imploravam para Louis ir mais rápido, forte e fundo. Sua próstata estava sendo impiedosamente surrada e de sua boca só saíam grunhidos incompreendidos. Sua mão foi em direção ao próprio pau para arrancar de si mais um orgasmo mais Louis foi mais rápido e a segurou. Ele implorou um misto de por favor enquanto lágrimas caíam e quando estava para abrir a boca mais uma vez ele sentiu seu pescoço sendo mordido. Isso lhe mandou por uma espiral de prazer que quase o fez desmaiar, e seu pau ultrassensível gozou como se fosse a primeira vez aquele dia. Ele nunca tinha sentido tanto prazer.
Sua entrada sensível sentiu quando Louis gozou fundo dentro dele, e mais uma vez Harry achou que fosse desmaiar de tanto prazer. A boca do vampiro sugando seu sangue tornava tudo mais sensível. Ele sentia cada parte do corpo formigar de prazer e deleite, e soltou um gemido alto e choroso quando sentiu Louis tirar o pau de dentro de si. Ele estava tão aberto, queria apertar as pernas mas não conseguia se mexer, a boca de Louis estava grudada ainda sugando seu sangue e ele sentiu porra escorrer por suas coxas. Sua boca soltou um murmurinho de lamentação e em seguida os dedos de Louis estavam lá, pegando o próprio gozo e enfiando novamente dentro do cuzinho de Harry para se manter lá dentro.
Harry gritou quando sentiu o vampiro fazendo isso e suas pernas que já estavam trêmulas, ficaram moles, ele sentiu Louis cravando os dentes mais fundo em si e sua cabeça ficou leve, os dedos do vampiro mais uma vez entrando dentro de si, um prazer surreal se apossando do seu corpo e um orgasmo que Harry não previu vindo com tudo. Fazendo tudo ao seu redor girar. Os dedos de Louis saíram de dentro de si e quando Harry sentiu prazerosamente Louis sugar seu pescoço, uma escuridão encontrou ele de volta.
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Louis observou a cena ao seu redor. Os lençóis manchados de sangue, o quarto bagunçado, a adaga no canto da cama, as roupas destruídas que outrora Harry usava e o corpo sem vida em cima da cama. Ele não sabia o que fazer exatamente mas ele sabia que quando tudo aquilo começou, ele devia ter parado. O garoto gelado e morto por sua causa. Ele não sabia por onde começar arrumar tudo.
Ia dar um trabalho do caralho explicar para o seu clã como ele tinha transformado um humano que ia ter uma ligação com ele para a eternidade e ser rei das trevas ao seu lado aos dezoito anos.
Harry e Louis se conheciam desde quando eram bem pequenos ficando próximos muito rápido. Harry era filha de uma das amigas de infância de longa data da mãe de Louis, então eles sempre estavam juntos desde os 6 anos de idade. Louis, com seu jeito brincalhão, se apaixonou por Harry logo de cara, mesmo sendo só crianças.
Em um dia quente de verão, eles estavam brincando no parque. Harry estava sentada em um dos galhos altos de uma árvore, olhando o mundo de lá de cima, e Louis, olhando pra ela com sua bola de futebol apoiado na sola descalço do pé.
Ele não parava de admirar a beleza dela.
— Ei, você está bem alto aí em cima! Quer descer? Eu te ajudo! — Louis pergunta.
— Não, obrigada! Eu até que gosto de ficar aqui. E você não consegue subir, né? — Disse Harry rindo.
— Consigo, sim! Só não quero me sujar. Você sabe, sou um atleta em potencial! — Diz Louis puxando a camisa com os dedos pra fazer um charme.
Harry riu, achando graça na confiança de Louis.
— Ah, é mesmo? E quais prêmios você já ganhou, hein, super atleta? — Harry ergue as sobrancelhas.
— Só um campeonato de futebol da escola. Vou ser famoso! Você vai ver só.
Harry fez uma careta de brincadeira.
— E vai se esquecer de mim quando se tornar famoso? — Louis para e observa Harry em silêncio por alguns segundos.
— Nunca! Como eu poderia esquecer de você? Você é a melhor parte de tudo isso!
Os dois riram e continuaram brincando, logo depois.
Na adolescência, Louis já sabia e descobria mais sobre os sentimentos dele por Harry. Além da tensão e um misto de ciúmes dele por ela, e dela por ele, ele decidiu se arriscar.
Em uma tarde, eles estavam juntos em uma loja de discos, olhando as capas dos álbuns na sessão favorita de Harry. Louis sentiu seu coração acelerar, e finalmente encontrou coragem para falar.
— Harry, posso te perguntar uma coisa? — Louis perguntou nervoso.
— Claro! O que foi? — Questionou curiosa. Louis engoliu em seco e falou.
— Desde que nos conhecemos, você sempre foi a pessoa mais importante pra mim. Eu meio que... tô gostando de você, de um jeito que é mais do que amizade e não sei como te pedir pra ficar comigo.
Harry ficou em silêncio por um momento, surpresa e emocionada.
— Você tá falando sério? Porque eu também gosto de você, eu sempre gostei de você na verdade, mas não sabia se você sentia o mesmo.
Louis sorriu, aliviado ao saber que Harry compartilhava os mesmos sentimentos.
— Então, você quer ser minha namorada?
— Sim! Eu quero muito! — O sorriso que Harry lhe deu foi tão bonito, que foi impossível Louis não sorrir também.
Eles se inclinaram um para o outro e tocaram um o lábio do outro, no começo foi tímido, mas ao passar os segundos, o beijo foi passando a ficar caloroso do jeito que os dois queriam.
Com o passar dos anos, o relacionamento deles se aprofundou, os dois se descobriram juntos na primeira vez o que cada um gostava e sentia prazer.
Louis se destacou como um jogador de futebol famoso, e sua carreira começou a decolar. Harry sempre estava ao seu lado, torcendo em cada jogo e o apoiando em todas as vitórias e derrotas.
Meses depois, Harry e Louis decidiram se casar em uma cerimônia discreta, apenas com amigos e familiares próximos. Apesar da simplicidade, o evento foi lembrado como o "casamento do século", principalmente pelos votos emocionantes que eles trocaram no altar.
— ... Prometo estar com você em todos os momentos. Você é tudo para mim — Disse Louis, com a voz carregada de emoção.
Harry, com os olhos marejados, respondeu: — ...E eu prometo te apoiar e amar todos os dias. Você é a razão de tudo isso.
Depois do casamento, a vida continuou cheia de amor e aventuras. Alguns meses depois, durante a lua de mel na cidade dos sonhos de Harry, veio a notícia que mudaria suas vidas: eles seriam papais.
— Louis, precisamos conversar… — Disse Harry, com uma expressão suave, tirando um pequeno sapatinho que escondia atrás de suas costas. — Estou grávida! — Seus olhos se encheram de lágrimas de felicidade.
— É sério? Isso é incrível, amor! Vamos ser papais! — Louis exclamou, puxando ela para um abraço apertado, girando Harry na sala de estar e a beijando com todo o amor e emoção que sentia.
O casal começou a se preparar para a chegada do que depois eles vieram a saber que o bebê que eles esperavam seria na verdade um casal de gêmeos.
Quando o grande dia finalmente chegou, Harry deu à luz a Matteo e Anna. Louis esteve ao lado dela durante todo o parto, segurando sua mão e sorrindo de felicidade ao ver os filhos pela primeira vez.
— Eles são perfeitos, Harry! — Louis disse enquanto tinha Anna nos braços, deixando um beijo carinhoso na testa da esposa, que chorava emocionada ao segurar Matteo.
Harry olhou para os gêmeos e depois para Louis, sentindo um amor indescritível.
— Mal posso esperar para vê-los crescer ao seu lado. Você vai ser um pai incrível, amor.
Ambos sabiam que se tornaram um casal espelho, com Harry se tornando uma figura de elegância e discrição, e Louis se tornando um grande ídolo para muitos, incluindo para a sua esposa e seus filhos.
Harry terminava de ajeitar seus cachos bem definidos com o baby liss na frente do espelho, enquanto Louis a observava sério, sentado de pernas abertas na poltrona ao lado da cama no quarto do casal.
Ela desviou o olhar para ele e deu um sorriso pelo espelho, antes de se virar.
— O que foi? Está feio? — Perguntou Harry, olhando para o seu vestido após colocar o baby liss em um suporte.
Louis estendeu a mão, chamando Harry para mais perto.
Ela usava um vestido preto simples, porém elegante, com detalhes metálicos em uma das alças, que lhe davam um charme especial.
— Você está perfeita, amor — Louis disse, segurando a cintura dela e puxando para que se sentasse em seu colo. — Se não tivéssemos um evento importante hoje... — Ele sussurrou em seu pescoço, a voz rouca de desejo.
— Louis... — Harry riu suavemente, mas o riso se transformou em um suspiro quando sentiu os lábios dele em seu pescoço, a barba roçando levemente sua pele, provocando arrepios.
— Você está irresistível — Louis murmurou, apertando suavemente a cintura dela, fazendo Harry se remexer em seu colo, o que provocou uma uma ereção em Louis.
— Amor... — Harry começou, mas foi interrompida por um beijo intenso de Louis, que a tirou do foco completamente, fazendo o tempo parecer parar ao redor deles.
— Mamãe! — A voz de Matteo chamou do corredor, interrompendo o momento. Harry rapidamente se levantou do colo de Louis, ajeitando o vestido enquanto se virava para o marido.
— Acho melhor você se recompor. — Harry disse com um sorriso travesso.
— Não pense que vai escapar de mim. — Louis respondeu, estreitando os olhos antes de dar um tapa na bunda empinada de Harry e ajeitar discretamente a ereção em suas calças.
— Mamãe! — Matteo chamou novamente, entrando no quarto com o tênis branco nas mãos, os cadarços todos bagunçados. — Não estou conseguindo colocar, e a Anna está dizendo que sou burro...
— Anna, venha aqui agora. — Harry chamou a gêmea, que apareceu com uma expressão de "sinto muito, mamãe". — O que já conversamos sobre chamar seu irmão de burro? — Harry perguntou, colocando as mãos na cintura e olhando para Anna com um olhar sério.
— Eu não quis, mamãe — Anna respondeu, um pouco envergonhada. — Mas é que o Matteo estava dizendo que não sabe amarrar os tênis, e eu fiquei preocupada.
— Você sabe que não é legal falar assim, mesmo que esteja preocupada — Disse Harry, suavizando o tom. — O que você pode fazer é ajudá-lo, em vez de magoá-lo.
— Não precisamos repetir o quão feio é falar isso. Mas agora você sabe o que deve fazer. — Disse Louis concordando com Harry.
— Sim papai, sim mamãe — Anna olhou para o irmão, sua expressão suavizando. — Desculpe, Matteo. Não queria te fazer sentir assim. Posso te ajudar a calçar os tênis?
Matteo olhou para a irmã, sua expressão relaxando. Ele assentiu, aceitando a ajuda dela, enquanto Harry e Louis sorriram orgulhosos da atitude da filha.
— Querido, você poderia ajudar o Matteo a colocar o tênis dele? — Perguntou Harry a Louis.
— Claro, deixa comigo! — Louis respondeu, levantando-se da poltrona e indo até Matteo. — Venha cá, campeão. Me deixe ver como podemos fazer isso.
— Aproveite e coloque a gravata também — Harry sugeriu, enquanto observava os dois com carinho.
Louis se agachou, ajudando Matteo a calçar o tênis. Enquanto isso, Harry se voltou para Anna.
— Agora, amor, vamos arrumar esse cabelo — Harry disse, pegando uma escova e algumas presilhas. — O que você acha de usar as presilhas de pérolas?
Anna fez uma careta.
— Mas mamãe, as pérolas não combinam com o meu vestido. Eu quero usar as douradas!
— Tem razão, querida. As douradas vão combinam muito mais. — Harry concordou, sorrindo ao ver o entusiasmo de Anna começando a escovar o cabelo dela. — Vamos usar as douradas, então.
Louis, ao lado, já estava ajudando Matteo a amarrar o tênis, explicando pacientemente.
— ... É assim que se faz. Primeiro, você coloca o pé dentro do tênis… — Disse Louis, enquanto Matteo observava atentamente o pai.
— Eu consigo fazer isso! — Matteo determinado disse tentando imitar os movimentos de Louis.
— Isso mesmo! Agora, você puxa o cadarço assim… e faz um nó! — Louis orientou, sorrindo satisfeito quando Matteo conseguiu amarrar o cadarço corretamente no outro pé.
— Olha só, meu garoto está se saindo muito bem!
— Obrigado, papai! — Matteo respondeu com um sorriso radiante.
Harry terminou de arrumar o penteado de Anna, prendendo as presilhas douradas nos cabelos da filha.
— Você está linda, querida.
— Obrigada, mamãe! Estou muito animada para a premiação do papai! — Disse Anna, encantada ao se olhar no espelho.
Harry pegou um vidro de perfume e aplicou um pouco em si mesma, passando um pouco em Anna também.
— Eu também estou animada, amor, — Harry respondeu. — Agora, vamos esperar seu pai terminar de arrumar a gravata de Matteo para irmos.
— Estou pronto, mamãe! — Matteo disse com entusiasmo, ao ver Louis terminar de ajustar sua gravata e amarrar seus tênis.
Harry sorriu para Matteo enquanto Louis aplicava um pouco de perfume em ambos. De mãos dadas com Anna, Harry seguiu em direção à porta do quarto, pronta para a noite especial que os aguardava. Louis e Matteo vinham logo atrás, igualmente preparados para a ocasião.
[...]
O palco estava iluminado com luzes douradas que refletiam o brilho da prestigiada Bola de Ouro. O ambiente estava cheio de expectativas, e quando o nome de Louis foi anunciado como o vencedor, aplausos eufóricos tomaram conta do salão. Ele subiu ao palco com um sorriso emocionado, o troféu brilhando em suas mãos.
— Boa noite a todos. — Louis começou, a voz levemente embargada pela emoção. — É uma honra indescritível estar aqui hoje, recebendo este prêmio que significa tanto para mim. O futebol sempre foi minha paixão, meu propósito, e me deu algumas das maiores alegrias da minha vida. Mas ele também me ensinou sobre resiliência, trabalho em equipe e a importância de nunca desistir.
Ele fez uma pausa, os olhos brilhando com gratidão.
— Quero agradecer a todos os meus companheiros de equipe, treinadores, e ao clube que sempre acreditou em mim. O futebol é um esporte coletivo, e sem vocês, eu não estaria aqui. Este troféu é tão de vocês quanto meu.
Louis então olhou para a plateia, e seus olhos encontraram Harry, que o observava com um sorriso orgulhoso, segurando as mãos de Anna e Matteo, sentados ao lado dela.
— Acima de tudo, quero dedicar este prêmio à minha família. Harry, minha esposa incrível, você é minha maior força. Seu apoio, sua paciência, e seu amor incondicional me motivam todos os dias. Às nossas crianças, Anna e Matteo, vocês são a razão pela qual eu me esforço tanto, para ser um exemplo e para que vocês saibam que com dedicação e paixão, tudo é possível.
Ele respirou fundo, sentindo a emoção crescendo.
— Este prêmio é para todos nós, para o amor que nos une e para os sonhos que estamos construindo juntos. Obrigado por estarem sempre ao meu lado, em todos os momentos, sejam eles de vitória ou derrota. Eu amo vocês. Obrigado.
Com essas palavras, Louis ergueu a Bola de Ouro no ar, recebendo mais aplausos da plateia, e desceu do palco para se reunir com sua família. Ao encontrar seus filhos, Louis se abaixou para abraçar e beijar Anna e Matteo na cabeça, depois se levantou para abraçar Harry.
— Eu te amo muito, amor — Disse Harry enquanto segurava os dois lados do rosto de Louis entre suas mãos o encarando emocionada.
— Eu amo você bem mais. — Os dois trocaram um breve selinho carregado de amor e cumplicidade, antes de se reunirem como família, celebrando a vitória juntos.
[...]
Após colocar as crianças na cama, que já haviam adormecido nos braços dos pais no banco de trás do carro durante a volta para casa, Harry fechou a porta com cuidado. Soltando um suspiro leve, ela se afastou e seguiu em direção a Louis.
Ela o encontrou na piscina, encostado em uma das paredes, a observando com um olhar intenso que parecia despir Harry a cada passo que ela dava em sua direção.
— Ouvi dizer que o grande vencedor da Bola de Ouro recebe um tratamento especial. Isso é verdade? — Harry perguntou com um ar inocente, enquanto um sorriso travesso se formava em seus lábios.
— Não sei, mas estou ansioso para aliviar as minhas dentro de você... — Louis respondeu, sua voz baixa e carregada de desejo.
Harry se arrepiou ao ouvir as palavras dele, e em questão de segundos, Louis emergiu da água com um movimento ágil, avançando em sua direção com uma intensidade irresistível.
Louis agarrou os cabelos de Harry com possessividade, passando o nariz perfeitamente desenhado pelo pescoço dela, provocando arrepios que a deixaram ainda mais molhada sob a calcinha de renda. O corpo de Harry havia sido o lar de dois seres que eram os grandes amores de Louis, e, apesar de continuar tão jovem, seu corpo não havia se alterado nem um pouco. Na verdade, ele se tornou ainda mais definido graças aos exercícios de pilates e ioga que ela praticava regularmente.
Com um movimento suave, Louis deslizou o vestido de Harry para baixo, expondo sua pele suave à luz suave da piscina. A lingerie preta destacava sua pele clara e cheia de pintinhas.
— Porra, você é perfeita demais para mim! — Louis mordeu o pescoço de Harry, que resfolegou e gemeu, agarrando as costas de Louis e cravando as unhas curtas e perfeitamente pintadas na pele do marido.
Louis sorriu safado, e subiu, esfregando a barba ruiva na bochecha macia de Harry, esfregou seus lábios nos da esposa que resmugou. A cacheada cansada daquilo, agarrou os cabelos de Louis, o deixando parado, e lambeu desde o pescoço até os lábios dele, deixando ele sedento pelo que mais ela podia fazer com aquela língua tão habilidosa.
Harry puxou o lábio inferior de Louis entre seus dentes de coelhinhos e chupou de maneira tão gostosa que o pau de Louis contraiu de forma dolorosa dentro da bermuda. Os olhares dos dois se conectaram, e a expressão submissa de Harry deixou Louis ainda mais excitado.
Ele estava pronto para fuder Harry até o amanhecer.
As mãos de Louis deslizaram até a bunda de Harry, apertando com firmeza e a puxando para mais perto de si, era como se estivessem prontos para se fundirem e virarem um só. Harry ansiava por mais contato de seus corpos, e sua respiração acelerada revelava sua excitação e ansiedade.
Harry sentiu o contato da mão tatuada de Louis agarrando seu pescoço e a boca dele tomando conta da sua de maneira sedenta e faminta.
Harry empurrava a sua bunda na direção da mão de Louis, a calcinha de renda já estava completamente arruinada, se tornou pequena demais ao se enfiar no meio de sua bunda. Louis aproveitou para acariciar com os dedos o meio de suas pernas. Ela estava escorregadia e morna demais.
— Ah amor... — Harry estava mole e se jogava.
Apesar dela se tornar naquele momento algo suave e delicado, o único pensamento que rondava o cérebro de Louis era foder aquele corpo até o ponto de engravidá-la novamente.
— Você é gostosa demais, baby.
Subindo as mãos em direção ao seios de Harry, que sempre pareciam sempre tão inchados, como se lactasse, Louis os apertou e acariciou por cima do sutiã de renda sem alças. Ele tirou a peça que o mantinha tão longe daquele pedaço de carne que implorava por atenção e se afastou momentaneamente para olhá-los.
— Lindos. — Louis deixou um beijo em cada um.
O frio da área da piscina, mesmo estando climatizada e coberta, fez Harry se arrepiar e seus mamilos se tornaram mais evidentes.
— Nunca me canso de admirar. — Murmurou Louis antes de tomar um dos seios na boca, arrancando gemidos de prazer de Harry.
Era sempre tão gostoso.
Louis puxa com os dentes, chupa e rodeia o mamilo com tanta fome que apenas faz com que Harry murmure palavras desconexas e gema ainda mais.
A outra mão tortura apertando e puxando o bico do peito de forma quase agonizante, Harry se contorcia em seus braços.
Chega a ser insano o prazer que dominava o corpo de Harry naquele momento.
— Ah, Louis... — Harry choraminga jogando a cabeça pra trás enquanto Louis chupava com uma vontade excessivamente prazerosa.
Louis passa para o outro seio, não deixando o anterior abandonado, pois seus dedos o estimulam como estimularam o anterior.
— Porra, é delicoso demais. — Louis voltou a chupar os seios de Harry, intercalando entre ambos, empurrando o seu quadril para friccionar o pau duro na virilha de Harry.
— Eu... eu vou gozar, Louis.
— Ainda não. Eu ainda não comecei.
A mão de Louis desliza por sua bunda novamente, dentro da calcinha, seu dedo indicador penetra a entrada pulsante e molhada por trás.
Harry se segura para não gritar, rebolando sem tirar os olhos de Louis, enquanto o dedo dele é envolvido pelo calor das dobras dela. Harry sentiu sua intimidade se contrair, ansiosa por mais por ser preenchida completamente.
Louis movimentava seu dedo com maestria, explorando cada canto e estimulando os pontos mais sensíveis de Harry. Ela gemia alto, incapaz de conter o prazer que tomava conta de seu corpo. Se sentia alucinada, desejando desesperadamente mais daquela sensação avassaladora.
Em um movimento brusco, Louis se afastou, arrancando a calcinha de Harry com pressa e a jogando no chão ao lado do vestido. Ele a encarou nos olhos, sorriu de forma predatória antes de se ajoelhar e começar a beijar e lamber suas coxas, se movendo lentamente em direção ao centro de todo o seu desejo.
— Por favor, Louis — Harry implorou cegamente. Ele sorriu para ela, a respiração quente de Louis pairando sobre a umidade de Harry.
Harry se contorcia, ansiosa pelo toque de Louis em seu ponto mais íntimo que pulsava e transbordava.
— Já tão molhada para mim, hm? — Louis arrastou a língua pela buceta carente de Harry.
Ela fechou os olhos e soltou um suspiro de puro prazer quando finalmente sentiu a língua quente e úmida de Louis recolhendo todo o prazer que ela soltava por si.
Louis saboreava cada parte dela, explorando, provocando e atiçando mais ainda, até que Harry estava diante das portas da loucura, clamando por mais, por tudo o que ele poderia lhe dar. E ele, ávido e sedento, não negava nada.
— Sim, ah sim, por favor, Louis. Não para. — Harry implorou com a voz totalmente aruinada.
— Não se preocupe, eu não pretendo parar, meu amor.
Quando Louis afundou novamente o rosto no meio das pernas de Harry, chupando, e penetrando a língua entre seus lábios, a cacheada mergulhou em um estado de completa insanidade, com gemidos incontroláveis. A barba gostosa roçando entre as suas coxas e virilha era enloquecedora. O ardor era gostoso demais, unido ao calor de sua língua, degustando, lambendo, chupando e sugando seu interior sensível, fazia Harry tremer em espasmos.
Quando Louis mordisca seu centro de terminações nervosas, Harry agarra seus cabelos lisos e macios e afunda mais ainda sua carne pulsante no rosto dele.
Harry estava desesperada, alucinada, sentindo todos os esparmos, o formigamento, seus músculos se contraindo.
Louis comia a entrada com fome. Com sede, bebendo tudo o que ela lhe oferecia.
— Oh, Louis... Não consigo mais controlar... Eu... Eu vou gozar — Com suas palavras carregadas de desespero e sentindo o corpo inteiro tremer, e formigar Louis continuou a explorar cada canto do corpo de Harry, levando-a à beira da loucura.
— Goza, Harry. Vem pra mim, amor. — O quadril de Harry se ergue enquanto ela goza de maneira intensa esguichando, enquanto grita alto.
O corpo de Harry convulsiona enquanto Louis continua a estimulá-la, prolongando seu prazer, e ele expressa gratidão pela proteção acústica da casa, sabendo que as crianças certamente acordariam caso contrário.
Após se acalmar do orgasmo intenso, recuperando um pouco do fôlego perdido, Harry sobe no colo de Louis, envolvendo as pernas em sua cintura e os braços em volta de seu pescoço. Ele a segura pelas coxas e os dois entram na piscina.
O beijo entre eles é carinhoso e cuidadoso, mas rapidamente se intensifica, se tornando agressivo e ávido por mais.
Harry morde o ombro de Louis com tesão e beija seu pescoço e peito tatuado roçando os lábios nos pelos ralos, algo que sempre a deixava excitada. Desde a adolescência, ela tinha uma espécie de obsessão egoísta pela tatuagem no peito de Louis, o momento que ele mostou a ela vivia grudado em seu cérebro.
Harry e Louis ainda não namoravam nessa época, mas ela se lembra de se tocar pensando em Louis e na sua tatuagem indecente.
— Porra! — Louis resmungou contra o pescoço de Harry enchendo as mãos da bunda da esposa.
Harry lambeu e mordiscou o maxilar de Louis, os olhares se conectaram mais uma vez enquanto Louis sentia uma das mãos de Harry soltando seu pescoço e se arrastando por seu peito, abdômen até chegar no pau dolorido ereto transbordando pré-gozo na glande que se mesclava com a água aquecida da piscina.
Louis perdeu o ar quando Harry o agarrou em sua barriga, acariciando. A água parecia mais quente naquele momento, quase em estado de ebulição.
Harry mordia os lábios de Louis, passando a língua devagar para aliviar a pressão, enquanto o seu pulso trabalhava, apertando forte a base, e acariando, massageando com o dedão a glande vermelha tirando Louis de foco.
Louis estava completamente molhado, tanto pela água da piscina, como pelo líquido transparente que não deixava se sair pela fenda já fragilizada. Ele sentia cada parte de si responder de maneira sensorial aos toques de Harry.
A adrenalina e o tesão o faziam ofegante, como se ele estivesse acabado de sair de uma partida acirrada de futebol.
Louis ofegava nos lábios de Harry, soprando o ar quente na boca dela quando ela o puxou para baixo da sua intimidade esfregando a cabeça do membro na entradinha ansiosa.
Harry abriu os olhos e rebolou. A glande tocar suas paredes internas, a fazendo gemer e agarrar os cabelos de Louis com intensidade.
A ereção de Louis doía, o seu abdômen doía, seus músculos estavam sensíveis.
— Amor... Tão bom. — Harry resmugou esfregando a buceta no pau grosso e grande de Louis.
— Isso é gostoso demais! Caralho — Louis sussurrou, apertando a bunda de Harry com força e puxando para cima. Ele levantou o quadril e, em um movimento a cabeça de seu membro entrou completamente na entrada apertada e quente de Harry, arrancando gemidos de ambos.
Louis para com a glande encaixada na buceta, enquanto Harry, ansiosa por mais começou a se mover, rebolando lentamente até que o pau de Louis escorregou todo para dentro dela.
Um grito abafado escapou da boca de Harry contra os lábios de Louis, e ela começou a se movimentar no colo dele, sentindo o membro pulsante ansioso para encher a buceta de porra a preencher completamente.
O coração de Louis parecia bater na cabeça do pau, enquanto ele roçava todos os cantos internos de Harry, alargando a entrada apertada começando a socar forte, rápido, e fundo com o sinal que recebeu de Harry afirmando que ela estava preparada.
O peito de Louis amassa os seios de Harry, enquanto as suas mãos dominam sua cintura, apertando forte, deixando marcas de seus dígitos.
— Sim amor, sim, sim! — Harry joga a cabeça para trás gemendo alto sem parar a cada investida forte de vai e vem dentro de si.
Harry sentia o pau de Louis roçar seu ventre despertando um formigamento sem igual que começa ousado, sem timidez e alvoroça tudo por dentro de si. O calor a deixa desesperada, fazendo rebolar se afundando mais ainda no membro de Louis até sentir as bolas pesadas e doloridas batendo contra a sua bunda.
A sensação ardente piora quando Harry escuta os sons delicosos e roucos que Louis solta a cada ida e vinda dentro de si no pé do seu ouvido.
Ela sente tudo, as veias sobresaltadas do pau de Louis pulsando dentro de si, causando uma sensação inebriante de tesão. Harry abre a boca e solta um grito mudo, Louis dá um sorriso de lado estimulando Harry metendo com força, urrando e apertando a bunda da esposa com firmeza a trazendo de volta com força. O barrulho molhado do contato era som pros ouvidos dos dois.
Louis não sai, nem até a metade antes de cavar fundo, as investidas dentro não tem intervalos, e quando Harry sente Louis contrarir tudo paralisa.
O grito gutural deixa a garganta dos dois.
Ambos vem juntos ao mesmo tempo. A entrada de Harry esmagando o pau de Louis. Os dois estremecendo em espamos enquanto Louis goza esvaziando as bolas dentro de Harry, em longas fitas de gozo.
Ele preenche e marca Harry mais uma vez.
Louis beija as lágrimas que Harry soltou de desespero tamanho o tesão que sentia e brinca com a sua entrada, tirando deixando só a cabeça encaixada, e voltando novamente para dentro, devagar a fim de prolongar o clímax dos dois.
Harry abre os olhos verdes que brilhavam mais que as estrelas no céu, e Louis beija seus lábios com carinho parado dentro dela que observava o sorriso mais lindo nos lábios de Louis crescer.
Ela era e se apaixonava a cada dia mais pelo seu marido.
— A cada dia eu me apaixono mais por você! — Os dedos de Harry acariciam com carinho e ternura as expressões relaxadas do marido. Como se não tivesse motivos e nem porquês suficientes para interromper aquele momento sublime.
Ela se aconchega nos braços dele que a abraçou com força, deixando seus corpos relaxarem, e lentamente saiu de dentro dela.
Ainda envoltos nos toques, os dois saíram da piscina e caminharam juntos em direção ao quarto. Antes de se aconchegarem na cama, Louis a levou para o banho, a lavando com cuidado. Em seguida, ele a vestiu com uma delicada camisola de seda e deitou ao lado dela, abraçando-a em uma conchinha,
— Eu amo você! — Harry sussura em um bocejo entrelaçando os dedos entre os seus e adormece sem esperar resposta de Louis.
— Você é perfeita. Eu amo você mais do que imagina amor! — Louis resmunga, a acarianando os cachos desformes e molhados de Harry, deixa um beijo em seu pescoço vermelho e marcado pelos beijos de Louis e adormece sentindo o cheiro de sabonete de morango da esposa.
Um ano depois, Harry se descobriu grávida novamente. A alegria tomou conta da família quando Mia nasceu, uma garotinha totalmente dócil que mesclava as características da mãe e do pai, com traços que a faziam parecer a cara dos dois, sem distinção.
Certa noite, Louis entrou no quarto e encontrou uma cena encantadora. Anna e Matteo estavam impressionados com a nova irmãzinha. Os dois estavam sentados na cama, conversando animadamente com Harry, que estava amamentando Mia.
— Olha como ela é pequena! — Matteo exclamou, com os olhos brilhando enquanto Mia segurava o dedo dele com suas mãozinhas delicadas.
— Ela tem os olhos da mamãe! — Anna completou, observando a nova irmãzinha. Os olhos cor de ciano de Mia estavam fixos em Anna, como se estivesse entendendo cada palavra.
— Com certeza! — Louis disse, rindo. As crianças correram até ele com animação o cumprimentando e em seguida voltaram a sua posição.
— Ela é perfeita, papai! — Anna respondeu, batendo palminhas. — Eu quero brincar com ela quando ela crescer!
— E eu vou ensinar ela a jogar bola! — Matteo acrescentou, orgulhoso.
— Ela já conquistou o coração da família toda! — Louis disse, olhando para Mia, que parecia perceber a presença do papai. Ela esticou a mãozinha em direção a ele, balbuciando como se quisesse segurar.
— Oi, minha pequena! — Louis disse, pegando delicadamente a mão de Mia depois de ter beijado a testa de Anna e Matteo. — Você tem uma família que te ama muito!
Anna e Matteo se aproximaram mais, todos maravilhados com o novo membro da família.
— Vamos fazer um novo álbum de fotos com a Mia! — Sugeriu Anna, já imaginando como seria ter uma irmã ao lado.
— E eu posso ser o fotógrafo! — Matteo disse, entusiasmado.
— Isso seria maravilhoso! — Harry disse depois de observar os filhos contentes com a irmã caçula.
— Com certeza, vocês vão ser os melhores irmãos do mundo — Louis disse, se inclinando para dar um beijo suave na testa de Harry.
Harry, segurando Mia nos braços enquanto ela mamava, observou as crianças com carinho interagindo entre si, criando planos para o futuro com a irmã mais nova. O berço de Mia estava ao lado da cama de casal dos pais, o quarto sendo iluminado apenas pela luz do abajur.
Com o tempo, as crianças não duraram muito e logo começaram a adormecer. Anna se aconchegou nos braços do pai que a abraçava consolando o sono da filha, enquanto Matteo se encostava no ombro da mãe, ainda segurando a mão de Mia.
— Você está maravilhosa, amor. — Louis murmurou, olhando para Harry com um olhar cheio de admiração.
Harry levantou os olhos, sorrindo suavemente para Louis. Ela estava com a mão direita estendida, e a pequena mão de Mia estava segurando seu dedo anelar, onde brilhava a aliança de ouro do casamento depois de Matteo ter soltado.
— Eles são perfeitos, não são? — Harry sussurrou, seus lábios rosados tocando o dorso da mão de Mia, sentindo o aroma doce da pele da bebê. Harry observava a familia linda que contruiu com Louis.
Louis se inclinou, passando o dedo pelos cabelos de Harry com carinho.
— Sim, são. E você também. — Louis respondeu, sua voz carregada de emoção. — Olhar para você assim, com nossa família, me faz sentir que construímos o lar dos nossos sonhos.
— Estamos tão abençoados, — Harry respondeu, acariciando a cabeça de Anna depois de ter colocado Mia no berço em seguida quando a fez arrotar.
Harry olhou para Louis com um sorriso de gratidão, seus olhos brilhando com amor.
— Eu não poderia imaginar um lugar melhor para estar.
Louis se aproximou, segurando a mão da esposa com a delicadeza.
— Nós fizemos isso juntos, Harry. E cada dia ao seu lado é uma nova bênção.
Harry apertou a mão de Louis, sua voz quase um sussurro de afeto.
— Eu te amo, Louis. E nossos filhos são a prova viva disso.
Louis inclinou a cabeça e deu um beijo suave nos lábios dela.
— Eu também te amo. E não há nada que eu queira mais do que passar cada dia ao seu lado.
Obrigada pela sua leitura e perdoe por algum erro! 🪽
Esta foi a penúltima one da votação do Ranking. Ainda falta uma, e logo em seguida a da ask a qual recebi que foi criar um H mimado e grávidinha do L.
Ela já está finalizada, só falta corrigir e revisar. Inclusive, obrigada meu amor a quem enviou o plot. Ela será postada em breve. 🤍
Harry, uma aclamada atriz de cinema e estrela de musicais, recebe um convite especial para participar de um tributo em homenagem ao Presidente, Louis Tomlinson.
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Obra inspirada em National Anthem de Lana Del Rey.
O restaurante L'Éclat Royal estava vibrante naquela noite, decorado com luxuosas flores brancas e douradas que dançavam ao ritmo das luzes suaves.
O ambiente estava impecável.
O restaurante reservado para a celebração do aniversário de Louis era sofisticado e discretamente luxuoso, com velas perfumadas e arranjos florais em cada mesa, e um murmúrio de conversas sussurradas que criava uma atmosfera de exclusividade.
Louis Tomlinson, agora presidente de grande renome depois de alguns anos como deputado, estava sentado à cabeceira da mesa principal, cercado por uma elite política e social. Seu olhar estava fixo em um ponto distante, seu rosto sério, mas seus olhos revelavam uma intensidade latente.
Entre os convidados, a presença de Harry estava sendo prestigiada. Ela usava um vestido branco de seda, que tinha um decote em V profundo, delineando perfeitamente seus seios avantajados. A saia plissada esvoaçava levemente a cada movimento, lembrando o clássico glamour de Hollywood. Seu cabelo castanho estava estilizado em cachos suaves que caíam sobre os seus ombros nus, e seus lábios brilhavam sob um gloss claro, destacando o sorriso provocante que exibia enquanto atravessava o salão, além de que seus olhos verdes cintilavam sob a luz.
Louis Tomlinson, estava vestido com um terno preto impecável, uma gravata branca de seda, abotoadoras em suas mangas de ouro e um olhar que misturava autoridade. Ele acendeu um cigarro, o gesto casual, mas carregado de significado. Ele o segurou entre os dedos com naturalidade.
Isso só aumentava o ar de poder ao seu redor.
Conforme a fumaça subia lentamente, seus olhos não deixavam Harry por um segundo sequer, era como se estivesse avaliando cada passo dela, cada movimento do vestido que ondulava ao redor de suas pernas.
A festa seguia com risos e conversas animadas, até que a atenção foi chamada para o palco onde Harry se dirigia. Ela pegou um microfone, suas mãos delicadamente o segurando e com um sorriso confiante, os holofotes a iluminando como uma estrela. Louis tragou o cigarro, os olhos azuis brilhando por entre a fumaça.
— Boa noite a todos — Sua voz era como um sussurro sedutor, cativando imediatamente a audiência. — Hoje celebramos um homem que não só lidera com uma força admirável, mas também com um charme irresistível. Senhoras e senhores, o nosso Presidente, Louis Tomlinson!
A plateia aplaudiu, mas o olhar de Louis era o que capturava toda a atenção.
Harry fez uma pausa dramática, seus lábios se curvando em um sorriso travesso.
— E agora, vou entoar uma pequena canção para nosso anfitrião. Espero que ele goste.
Louis tragou o cigarro mais uma vez, sem desviar o olhar, quando ela começou a cantar "Parabéns pra Você" com uma interpretação glamourosa, cada nota carregada de sedução e como se gemesse a cada palavra que deixava seus lábios cheios. A forma como ela balançava o corpo e olhava para Louis era deliberadamente provocativa.
— Parabéns pra você, Senhor Presidente... — Harry cantou de foma lenta, sedutora, seu olhar penetrante nunca desviando de Louis. O vestido se movia junto com ela, revelando mais das pernas a cada passo. A luz capturava o brilho de seus olhos verdes, que não saíam de Louis por um segundo sequer.
A forma como ela pronunciava cada palavra era quase como uma conversa íntima com o presidente, e seu tom de voz era suave e sedutor, carregado com um sotaque e uma cadência que eram inconfundíveis.
Louis manteve a postura firme, o cigarro repousando entre os dedos, mas seu olhar queimava.
Enquanto Harry cantava, seus lábios esboçavam um sorriso lento, um que parecia prometer algo muito mais íntimo. Cada verso que ela entoava trazia seu corpo mais perto, o decote provocante do vestido cintilando à luz suave do restaurante, abraçando cada curva com uma precisão quase cruel. O jeito como seus olhos verdes nunca deixavam os dele fazia com que cada palavra da canção soasse como uma confissão particular.
— Parabéns pra você... — Harry sussurrou nas últimas notas, fazendo uma pausa dramática. Seus lábios travessos se curvaram em um sorriso quando adicionou: — Nesta data querida, muitas felicidades... — A última palavra mal deixava seus lábios, prolongando o momento como se pertencesse apenas aos dois.
A plateia estava encantada, mas era o algo silencioso que ardia entre Louis e Harry que realmente mantinha todos hipnotizados. Quando a canção terminou, Harry se inclinou sutilmente, e o vestido abriu um pouco ao redor de seus joelhos, a saia leve flutuando ao redor de suas pernas como uma segunda pele. Louis inalou uma última vez do cigarro, ainda mantendo a postura impecável e o controle absoluto, como se cada provocação de Harry estivesse sendo meticulosamente registrada. Ele apagou o cigarro com uma calma quase ensaiada, sem tirar os olhos dela.
Harry começou a se aproximar, um passo deliberado após o outro, cada movimento feito para atrair sua atenção. Quando chegou perto o suficiente, ela se inclinou levemente sobre a mesa, o decote revelando ainda mais seus seios, enquanto um sorriso se formava em seus lábios.
— Senhor Presidente — Ela murmurou, a voz suave e sedutora. — Espero que tenha gostado da minha pequena homenagem.
Harry ergueu os olhos para encontrar os azuis profundos de Louis. Havia uma chama ali, algo que queimava com a mesma intensidade da chama de seu cigarro. Mesmo assim, a expressão de Louis permaneceu impassível.
— Harry — Louis respondeu com um tom formal. — Sua performance foi... memorável. Você certamente conseguiu isso — Ele disse. — Não é todo dia que alguém faz um esforço tão... pessoal.
— Eu me esforço para ser memorável — Ela disse, inclinando a cabeça com mais um sorriso.
O jeito que Harry se movia, a forma como seus lábios se curvavam, eram uma provocação direta a ele.
— Você certamente teve sucesso — Louis repetiu, mas desta vez sua voz tinha um peso mais sombrio, grave. Seus olhos percorreram o corpo dela com uma intensidade discreta, como se a estudasse por completo. — E quanto a mim, devo dizer que estou... intrigado.
Harry se aproximou ainda mais, seus passos precisos e elegantes, como se cada movimento fosse uma coreografia meticulosamente ensaiada para capturar a atenção de Louis. Quando chegou à mesa, ela deslizou suavemente para o banco ao lado de Louis, seus olhos ainda presos nos dele, o perfume suave que ela usava se misturando ao ar e invadindo os sentidos dele. De repente, a mão firme de Louis, cheia de autoridade e controle, envolveu sua coxa, os dedos apertando a carne com uma força possessiva que arrancou um suspiro silencioso dos lábios dela. Ele se inclinou, a respiração quente contra a sua orelha enquanto sussurrava com uma rouquidão que a fez tremer.
— Afinal, — Ele sussurrou, sua voz carregada de promessas perigosas — você não quer que a única coisa que eu me lembre desta noite seja uma canção, quer?
O arrepio percorreu o corpo de Harry, um calor subindo pela espinha, e o ar escapou de seus lábios em um suspiro leve, mas profundo. Cada centímetro dela parecia responder ao toque de Louis, o calor da mão dele queimando sua pele, e ela mal conseguia conter o tremor que lhe atravessava o corpo. Ela fechou os olhos, tentando manter a compostura, mas o calor dele, a proximidade, estava lentamente destruindo as suas defesas. O toque dele incendiava cada parte dela, e a forma como os dedos de Louis se moviam lentamente, subindo mais por sua perna, fazia seu corpo tremer de expectativa. O controle que ela fingia ter escapou de suas mãos no instante em que ele a tocava daquele jeito.
Louis sabia exatamente o que estava fazendo — ele sempre soube.
Seus movimentos eram calculados, um jogo silencioso onde ele sempre mantinha as rédeas, mesmo quando parecia casual.
Cada toque, cada deslizar dos dedos por sua coxa era feito com a intenção de provocar, de testar até onde ela suportaria sem perder o controle.
Ela se esforçou para seguir com a conversa com a convidada ao seu lado, tentando focar nas palavras, mas cada vez que a mão sobresaltadas de veias de Louis voltava a tocar sua perna, era como se o mundo à sua volta desaparecesse. Sua mão subia com uma lentidão agonizante, os dedos brincando com a borda da calcinha de renda de Harry, quase como se estivesse testando sua resistência. Harry mordeu o lábio, seu corpo pedindo mais, cada fibra dela clamando por ele, mas sua mente tentava desesperadamente manter o controle.
Ela lutava para manter o semblante calmo, sua calcinha já molhada de antecipação, enquanto Louis continuava provocando impiedosamente. Quando ele finalmente alcançou, e sentiu a umidade da peça íntima delicada, seus dedos pararam ali, tocando suavemente o tecido molhado, sem pressa. A pressão era leve, mas suficiente para deixá-la em um estado de pura expectativa. E então, de repente, ele retirou a mão, voltando a atenção para outro convidado da mesa como se nada tivesse acontecido.
— Então, como foi trabalhar no filme? — Perguntou a mulher ao seu lado, alheia ao que estava acontecendo por baixo da mesa.
— Foi... desafiador, mas bastante gratificante — Harry respondeu, a voz levemente trêmula, o rosto tentando não trair o caos que se desenrolava dentro dela. Ela torcia para que a mulher não notasse a tensão que vibrava em seu corpo.
Mas antes que ela pudesse respirar aliviada, a mão de Louis voltou, subindo novamente por sua coxa, desta vez com mais firmeza, com mais propósito.
Quando os dedos dele finalmente tocaram o tecido úmido da calcinha de Harry, ela apertou os lábios com força para não gemer. Seu corpo, incapaz de resistir, se contorceu levemente na cadeira, tentando manter o controle, mas a cada toque, Louis a quebrava mais um pouco.
Os dedos de Louis roçaram suavemente por cima da calcinha, como se ele estivesse brincando com a ideia de levá-la ao limite. Era uma tortura deliciosa, uma dança de poder onde ele a dominava sem esforço. Cada movimento fazia Harry querer mais, seu corpo pedindo por algo mais, mais profundo, mas Louis se mantinha no jogo, dominando com uma facilidade desconcertante. Então, ele parou novamente, a deixou à beira, no limiar de um prazer que ela nunca tinha experimentado com tamanha intensidade.
Harry abriu os olhos, respirando com dificuldade, tentando parecer composta. Mas, por dentro, ela estava despedaçada pela ausência dele, o vazio do toque que queria de volta mais do que qualquer coisa.
Harry, tremendo por dentro, abriu os olhos lentamente, encarando Louis. Ele a observava com um olhar afiado, saboreando o controle absoluto que tinha sobre ela, enquanto a deixava em um estado de desejo insuportável.
Harry sentia o corpo inteiro vibrar com a lembrança de como tudo havia começado.
Semanas atrás, no teatro, ela não sabia o que esperar quando anunciaram que o presidente Louis Tomlinson estaria presente naquela noite. Ele não era apenas um líder político; era um homem com uma presença magnética, capaz de atrair todos os olhares sem esforço. Enquanto se preparava para subir ao palco, ela sentia o coração acelerado, algo dentro dela já antecipando o impacto que ele teria em sua vida.
No final da apresentação, depois de receber aplausos estrondosos, Harry estava nos bastidores, respirando fundo, quando Louis entrou no camarim. Sua postura era firme, impecável, e seus olhos se fixaram nela com uma intensidade que a fez engolir seco.
— Você foi magnífica no palco — ele disse, com a voz grave e carregada de seriedade.
— Obrigada, Senhor Presidente — Harry respondera, sua voz quase sumindo. Ela sabia que estava nervosa, mas havia algo em Louis que a deixava desnorteada.
Havia algo sobre ele que a deixava vulnerável, como se cada palavra fosse um comando que seu corpo obedecia automaticamente.
Agora, semanas depois, ela se via sentada ao lado dele, numa mesa de jantar formal cercada de outras pessoas, mas o calor entre eles incendiava o ar.
A mão de Louis, antes discreta, agora agia com uma possessividade descarada. Ele a tocava como se ela fosse dele, como se nada ao redor tivesse importância. A mão subiu pela coxa dela com uma firmeza calculada, cada centímetro de pele ardendo sob o toque dele.
Harry mal conseguia prestar atenção à conversa que acontecia à sua volta. Tudo o que existia era o toque de Louis e o prazer avassalador que ele provocava. Quando seus dedos afastaram sua calcinha, sem aviso, ela não pôde conter o suspiro que escapou de seus lábios. O ambiente ao seu redor parecia desaparecer, e ela sabia que estava à beira de perder completamente o controle.
Louis deslizava seus dedos entre os lábios molhados da buceta de Harry, movendo devagar, com uma pressão torturante. Ele explorava sua intimidade com uma habilidade cruel, sentindo o calor e a umidade que só aumentavam a cada toque. Harry mordeu o lábio, tentando sufocar os gemidos que ameaçavam escapar, mas seu corpo inteiro tremia sob o domínio dele. As pernas dela se abriram ainda mais, quase por reflexo, implorando silenciosamente por mais.
— Você está molhada por mim — Louis murmurou no ouvido dela, sua voz baixa e cheia de desejo controlado. — É uma vagabunda tão necessitada.
Um arrepio percorreu todo o corpo de Harry, a fazendo tremer. Sua respiração estava pesada, acelerada. Os dedos de Louis começaram a se mover com mais intenção, traçando círculos lentos ao redor de seu clitóris, enquanto dois dedos se afundavam dentro da entradinha dela, provocando um gemido que ela não conseguiu conter. Seu corpo reagia involuntariamente, os músculos internos se contraindo em resposta ao toque, a pele queimando de tesão.
Tudo o Harry que desejava naquele momento era que Louis a tomasse completamente, ali em cima da mesa na frente daqueles convidados que não tinham poder algum perto do Presidente, queria que ele estivesse a fodendo naquele momento rompendo qualquer barreira de formalidade e a levasse ao limite sem piedade. A urgência que tomava conta de seu corpo era física, e ela sabia que não conseguia mais esconder o quanto o desejava.
Louis, sempre no controle, observava cada reação com uma satisfação interna.
Seus dedos agora se moviam mais fundo, alcançando o ponto exato que fazia o corpo de Harry se arquear involuntariamente, o peito subindo e descendo em uma tentativa desesperada de controlar os sons de prazer que escapavam de maneira baixa.
— Você quer que eu te foda, não é? — Louis perguntou, os olhos fixos nos dela enquanto sua mão continuava a esfregar a buceta chorosa.
Harry mal conseguia falar, mas conseguiu sussurrar, sem conseguir conter o tom de súplica.
— Sim... Eu preciso, por favor.
Louis esboçou um sorriso de canto, aquele sorriso calculado que sempre fazia o coração dela acelerar. Lentamente, ele retirou os dedos, provocando um suspiro frustrado de Harry. O corpo dela estremeceu com a ausência repentina. Ele, no entanto, manteve a calma, pegando sua taça de uísque e tomando um gole, os olhos ainda fixos nela como se estivesse avaliando seus próximos passos. Harry se sentia à mercê dele, enquanto o olhar de Louis deslizava provocadoramente até o volume que crescia em sua calça.
— Eu poderia te foder aqui e agora, e aposto que você adoraria ver essas pessoas te vendo gozar no meu pau — Ele murmurou, a voz baixa e grave, enquanto seus olhos percorriam cada centímetro dela. — Mas acho que você ainda não está pronta.
A antecipação fez o corpo de Harry vibrar, ela quase choramingou, ela queria aquilo mais do que qualquer outra coisa, queria sentir Louis dentro dela, dominando e submetendo Harry de uma maneira que ninguém jamais fez. Ele sabia disso, e a provocava, a mantinha à beira do desejo, controlando cada segundo como se fosse uma partida de xadrez que ele já havia vencido.
— Eu estou pronta — Ela sussurrou, a voz trêmula, quase implorando.
Louis a encarou com um olhar firme, os dedos traçando lentamente a lateral da perna dela, como se estivesse apenas aquecendo. Ele se inclinou, o hálito quente contra seu ouvido, e sussurrou com uma firmeza que fez os músculos dela se contraírem.
— Veremos.
Antes que ela pudesse responder, o momento foi interrompido bruscamente por um dos convidados que se aproximava, parabenizando o presidente.
Louis ergueu os olhos, sua expressão perfeitamente controlada, mas ainda carregada de uma tensão latente. Ele manteve a postura firme, como sempre, enquanto Harry tentava, sem sucesso, mascarar a frustração que queimava dentro dela.
Ela estava à beira do orgasmo, cada fibra de seu corpo clamando por alívio, e agora tinha sido cruelmente deixada com a sua buceta latejando. A mão de Louis ainda repousava firme em sua coxa, seus dedos apertando a carne de forma possessiva, o anel de ouro pressionando contra a pele dela, um lembrete silencioso, porém o toque enviava ondas de excitação por todo o corpo de Harry, a tornando mais escorregadia.
A respiração dela estava descompassada, suas pernas tremendo levemente com o resquício do tesão interrompido que ainda pulsava dentro dela. O corpo queria mais, mas ela precisou se conter enquanto Louis se levantava, ajustando sua postura com a habitual elegância. Antes de soltá-la completamente, ele apertou sua coxa uma última vez.
— Fique quieta. Eu ainda não terminei com você.
A promessa na voz dele enviou uma corrente de excitação pelo corpo de Harry, como se cada nervo estivesse aceso. O pulsar entre suas pernas era um lembrete cruel de quão perto estava de gozar nos dedos de Louis.
Enquanto Louis cumprimentava o convidado com um sorriso contido e a postura de um líder, Harry estava perdida em seus próprios pensamentos. A conversa educada entre os dois parecia irrelevante, distante, enquanto a tensão e a necessidade ainda dominavam seu corpo.
Sua mão caiu disfarçadamente sobre a mesa depois que os dois resolveram se sentar, os dedos apertando o tecido da toalha branca enquanto tentava se ancorar na realidade. Seu corpo ainda estava em chamas, cada célula clamando por mais.
Cada gesto de Louis e seu olhar furtivo indicavam que ele estava ciente da tensão que ela estava vivendo. A conversa se voltou para Harry, e o convidado comentou:
— Acho que a senhorita Harry fez mais do que apenas cantar parabéns esta noite. Sua performance foi... extraordinária.
Harry sentiu o rosto esquentar, sem saber se o comentário se referia ao palco ou à tensão entre ela e Louis.
— Ela definitivamente sabe como cativar uma plateia.
Enquanto falava, sua mão voltou a pousar discretamente na coxa de Harry continuando seu caminho lento e deliberado, agora mais ousada, traçando os contornos da calcinha dela. Harry lutava para manter a compostura, mas a cada segundo ficava mais difícil. Ela precisava se segurar para não soltar um suspiro audível, enquanto Louis mantinha uma conversa perfeitamente casual com o convidado.
— Você acha que ela poderia me dar algumas dicas de performance? — O convidado brincou, rindo.
— Acredito que seria uma boa ideia — Louis respondeu, sua voz agora mais grave, seus olhos fixos nos de Harry. — Mas temo que suas... habilidades sejam únicas.
O duplo sentido na voz de Louis fez uma onda de calor atravessar o corpo de Harry. Cada palavra parecia ter sido escolhida com precisão para provocá-la, e ele sabia exatamente o que estava fazendo. Seus dedos agora roçavam a calcinha dela, e Harry mordeu o lábio para evitar que um gemido escapasse.
Louis, sem interromper o fluxo da conversa, se inclinou ligeiramente em direção ao seu ouvido, o hálito quente fazendo sua pele arrepiar.
— Você adora isso, não é? — Ele sussurrou. — Estar à mercê, sem poder reagir. Vamos ver até onde você aguenta.
Harry fechou os olhos por um instante, sentindo o controle escorregar por entre os dedos. Louis estava jogando com seus limites, e ela sabia que ele a manteria naquele estado de expectativa até o momento em que ele decidisse que ela estava pronta. O desejo era insuportável, e ela mal podia esperar pelo que viria a seguir.
Finalmente, o convidado se afastou, satisfeito com a conversa, e Louis se voltou para Harry, seus olhos agora escurecidos pelo desejo que ele não se dava mais ao trabalho de esconder.
— Levante — Ele ordenou, sua voz baixa, mas firme. — Me siga.
Harry obedeceu sem hesitar, suas pernas trêmulas pela tensão que ainda percorria seu corpo. Eles se afastaram da mesa discretamente, atravessando o salão com uma elegância estudada. Ninguém parecia notar algo entre os dois, mas Harry sentia como se todos ao redor pudessem perceber o tesão que emanava dela.
Quando chegaram à saída, o motorista de Louis já os aguardava. Ele abriu a porta do carro com uma formalidade que contrastava com a urgência silenciosa que pairava no ar. Louis indicou com um gesto que Harry entrasse primeiro. Ela obedeceu, o coração disparado enquanto se acomodava no banco traseiro. Louis entrou logo em seguida, fechando a porta suavemente atrás de si. O carro começou a se mover pelas ruas escuras, as luzes da cidade passando rapidamente pelas janelas enquanto o silêncio dentro do veículo parecia amplificar a tensão entre eles.
Louis, ao lado dela, estava relaxado, mas Harry sabia que ele estava apenas esperando o momento certo para agir. Ele se inclinou levemente, a boca próxima ao ouvido dela, e sussurrou com uma voz rouca e carregada de promessas:
— Você sabe o que vai acontecer quando chegarmos, não sabe?
Harry sentiu um arrepio percorrer sua espinha. Ela assentiu levemente, incapaz de formar palavras. O toque de Louis voltou a deslizar pela sua coxa, seus dedos traçando círculos lentos e provocantes na pele exposta.
O carro seguia suavemente pelas ruas, e Harry sentia o corpo vibrar de antecipação. O motorista, alheio ao que acontecia no banco de trás, guiava com precisão até a mansão de Louis. Quando o carro finalmente parou, Harry quase suspirou de alívio e ansiedade ao mesmo tempo.
Louis abriu a porta e saiu primeiro, estendendo a mão para ela em um gesto controlado, mas carregado de intenção.
— Venha. — O tom era firme, quase uma ordem.
Harry colocou a mão na dele, sentindo a faísca familiar correr por seus dedos. Ela desceu do carro, mas suas pernas pareciam fracas, o corpo respondendo demais ao simples toque de Louis. Ele entrelaçou os dedos nos dela, guiando até a entrada da casa.
Assim que entraram, a porta se fechou com um clique suave atrás deles.
Sem dizer uma palavra, Louis a puxou pela cintura, seus lábios finalmente encontrando os dela em um beijo profundo e urgente. As mãos de Louis deslizavam pelo corpo dela, segurando seus quadris com força.
— Louis... — Foi tudo que ela conseguiu murmurar entre os beijos.
Os dedos de Louis afundaram em sua bunda, apertando com veracidade provocando um gemido tremulo e alto em Harry. Era impossivel para ela manter o controle perto dele.
— Diga pelo que você está implorando, Harry. — Ele provocou, os lábios roçando o pescoço dela enquanto sua ereção pressionava contra a sua intimidade.
Harry mordeu os lábios, o corpo implorando por mais toques dele.
— Eu... eu preciso de você, Senhor Presidente — Ela sussurrou, a provocação clara em sua voz, sabendo exatamente como aquilo o afetaria.
Ele a afastou apenas o suficiente para encará-la. O fogo nos olhos de Louis era hipnotizante, queimava com uma intensidade que fazia Harry tremer por dentro. Com um movimento rápido, ele avançou, capturando a boca dela em um beijo profundo. Os lábios dele pressionavam os dela com força, e a forma como ele explorava sua boca com a língua era uma tortura deliciosa.
Harry mal conseguia respirar, sua cabeça girando com a velocidade e a intensidade de tudo. Ela sabia que ele estava apenas começando.
Louis não perdeu tempo. Ele a ergueu do chão, as pernas de Harry automaticamente enroscandoem volta da cintura dele. Com passos rápidos e decididos, ele a carregou pelo corredor, e Harry podia ouvir o eco das solas de seus sapatos no mármore, amplificando a sensação de isolamento e a expectativa do que estava por vir.
Quando chegaram ao quarto, Louis empurrou a porta com o ombro, a escuridão do ambiente dando as boas-vindas. A única luz vinha das janelas, onde as luzes da cidade iluminavam fracamente o espaço. Ele a colocou de pé, mas não a soltou, mantendo-a próxima o suficiente para que ela sentisse cada centímetro de seu corpo contra o dela.
— Olhe para você — Ele murmurou, o tom da voz dele carregado de desejo e provocação. — Tão disposta a me dar tudo. Tão linda assim, entregue.
Harry estava completamente submissa àquele olhar, ao toque dele. Louis tinha o dom de deixar tudo ao redor deles se desfazer, como se apenas os dois existissem naquele momento. E ela queria ser tudo o que ele dizia, queria ser dele de todas as formas possíveis.
— Louis... — A voz dela saiu em um suspiro trêmulo.
Ele sorriu, aquele sorriso satisfeito que dizia que ele sabia exatamente o que ela sentia. Em vez de responder, Louis levou as mãos aos botões da própria camisa, abrindo um a um lentamente, os olhos nunca deixando os dela. Harry observava hipnotizada, os dedos se mexendo impacientes ao lado do corpo. Ela queria tocá-lo, mas sabia que ele queria prolongar a expectativa, aumentar o desejo.
Quando Louis finalmente tirou a camisa, Harry sentiu o coração bater ainda mais forte e o ar ser lhe arrancado de seus pulmões com força. Ele era o ápice do controle, a personificação do poder e da elegância.
Ele se aproximou de Harry novamente depois de ter pegado e acendido o seu cigarro, coisa que fez mais do líquido pegasoso escorrer na calcinha já arruinada de Harry, ele se aproximou, o cheiro da fumaça misturado ao perfume de sua pele invadindo os sentidos dela. Ele parou tão perto que ela podia sentir o calor que emanava do corpo dele, o cigarro a centímetros de sua boca entreaberta.
— Tire o vestido — Ele disse, a voz baixa, rouca, mas carregada de uma autoridade que não permitia hesitação. Não era uma sugestão, era uma ordem. E aquilo fez o corpo de Harry reagir de imediato, um calafrio de excitação percorrendo sua espinha.
Ela engoliu seco, os dedos trêmulos deslizando pelas alças do vestido. O coração batia forte, a mente uma confusão, mas os olhos de Louis... eram quase hipnóticos. Ele não precisava falar; o simples olhar comandava cada célula do corpo dela. Lentamente, ela puxou o tecido, sentindo-o deslizar pela pele, suave e tentador, até que o vestido caiu ao chão, revelando sua lingerie branca, tão delicada quanto provocante sob o olhar penetrante de Louis.
Ela parecia uma visão angelical, mas o que acontecia entre eles estava longe de ser puro.
Louis tragou mais uma vez, os olhos correndo pelo corpo dela com uma intensidade que fez o ar no ambiente ficar mais pesado. Ele parecia saborear aquele momento, o cigarro não fazia nenhum efeito, seu pau contraia doloroso, a pré-porra escorrendo na cabeça e sendo absorvida pelo tecido de sua cueca.
Ele jogou o cigarro no chão, apagando com o pé, e caminhou até Harry, seus passos lentos, predatórios, uma das mãos pousando acima da sua bunda dela a puxando para mais perto. Louis soprou a última baforada de fumaça nos lábios de Harry, e ela, sem conseguir resistir, inalou lentamente, sentindo o sabor amargo da nicotina e o gosto de Louis invadirem sua boca ao mesmo tempo. Seus olhos fecharam, o corpo inteiro entregue ao momento, ao toque dele, à forma como ele dominava cada movimento, cada suspiro.
Os seus dedos traçando uma linha ao longo da pele nua do braço dela, até chegarem ao ombro, deslizando para o pescoço. Ele inclinou a cabeça e beijou a clavícula de Harry, provocando um arrepio que percorreu todo o corpo.
— Você gosta de ser provocada, não é? — Ele murmurou contra a pele dela, os lábios tocando-a suavemente enquanto suas mãos desciam pelas costas dela. — Gosta de saber que está completamente à minha mercê.
Harry mal conseguia responder, o corpo dela tremia sob o toque dele. Cada palavra de Louis, cada toque, era um lembrete do poder que ele tinha sobre ela. Ela o queria desesperadamente, precisava sentir cada centímetro dele contra si.
— Eu quero ouvir você dizer... — Ele provocou, sua boca pairando a milímetros da dela. — Você sabe... o que eu te faço sentir? — ele sussurrou, sua voz sedutora, enquanto deslizava a mão para cima, os dedos traçando um caminho pelo braço dela até o pescoço.
— Sim... — Ela sussurrou, a voz quase um gemido.
Seus dedos apertaram levemente o pescoço de Harry, forçando-a a encará-lo diretamente, os olhos dele se tornando apenas uma nuvem escura, escondendo as iris azuis.
— Sim o que?
—Sim, Senhor.
— Boa menina — Ele murmurou, seus lábios finalmente pressionados com os dela, em um beijo profundo, saliente e dominador.
Harry gemeu contra a boca de Louis, seu corpo pressionado contra o dele, sentindo o membro de Louis duro por ela. Ela sentiu, o calor em sua coxa nua, a dureza.
A imagem dos dois refletida no espelho ao lado parecia saída de uma cena cinematográfica, uma visão que capturava o puro desejo entre eles, algo que ninguém mais testemunhava.
Louis separou os seus lábios dos dela, deixando um rastro úmido de saliva na pele enquanto descia pelo queixo até a clavícula. Sua língua traçou uma linha quente pelo pescoço dela, enquanto seus dedos deslizavam pelas curvas, explorando cada pedaço de pele exposta.
— Você é tão linda... — Ele murmurou contra sua pele, a voz grave enviando ondas de calor pelo corpo de Harry.
Ela mal conseguia falar, sua mente nublada de desejo, as pernas fracas sob o toque dele. Louis beijou, mordeu, e chupou sua clavícula, e Harry sentiu um arrepio profundo. Seus dedos cravaram nos ombros dele, como se estivesse se segurando para não cair.
Harry mal conseguia respirar, a mente completamente dominada. Seus pensamentos estavam turvos, cada toque de Louis amplificando as sensações em seu corpo. Ele beijou, mordeu, e chupou sua clavícula com uma precisão calculada, cada movimento arrancando um gemido baixo de Harry. Seu corpo tremia, suas pernas estavam fracas, e os dedos dela cravavam desesperadamente nos ombros de Louis, como se ela precisasse se segurar para não cair de tão entregue que estava ao momento.
— Louis... — Ela sussurrou, quase sem voz, um pedido entrecortado pelo prazer que pulsava dentro dela.
Louis, com um sorriso de satisfação, parou por um breve momento. Ele segurou Harry com firmeza, virando-a de frente para o espelho. Queria ver cada expressão, cada emoção que passava pelo rosto dela. Seus olhos queimavam de intensidade enquanto a encarava pelo reflexo, absorvendo a vulnerabilidade e o tesão estampados em suas feições. Os dedos dele subiram lentamente pela coluna dela, fazendo a pele de Harry arrepiar, até se enroscarem em seus cabelos. Ele puxou sua cabeça levemente para trás, expondo o pescoço dela, que estava quente e convidativo.
— Diga o que você quer — Ele exigiu, sua voz baixa, mas tão cheia de comando que era impossível para Harry não responder.
Ela mordeu o lábio, seus olhos fechados por um segundo, tentando se recompor enquanto sentia a respiração pesada se misturar com a excitação crescente. O toque de Louis em sua pele era como uma corrente elétrica, deixando-a ainda mais ciente da proximidade dos corpos.
— Eu quero... você. Quero sentir você — Ela admitiu, finalmente, sua voz saindo entrecortada e cheia de desejo. As palavras saíram trêmulas, mas carregadas de uma necessidade inegável.
Louis sorriu, satisfeito com a rendição que Harry lhe oferecia. A submissão dela era o combustível para o controle que ele gostava de exercer. Com os olhos fixos no reflexo deles, ele desceu lentamente as mãos pelas curvas do corpo dela, até alcançar a borda da calcinha de renda que mal cobria sua pele. Ele pressionou sua ereção contra o meio da bunda de Harry, esfregando lentamente, apenas o suficiente para fazê-la gemer e sentir o quanto ele a desejava.
— Você sente isso, não sente? — Louis murmurou contra o ouvido dela, sua voz grave e quente, enquanto seus dedos brincavam sobre o tecido da calcinha, provocando-a sem pressa. — Isso é tudo o que você faz comigo, Harry...
Harry arfou, sentindo o corpo inteiro estremecer sob o toque das digitais. Cada movimento parecia calculado para deixá-la à beira da loucura. Ela podia sentir a ereção de Louis pulsando atras dela, o calor de seus corpos se misturando de uma forma que a fazia perder qualquer resquício de controle.
— Seja comportada — Louis sussurrou, o tom de comando ainda presente, enquanto seus dedos desciam lentamente até onde Harry mais ansiava por ele. O toque suave de seus dedos sobre o tecido encharcado da calcinha fez Harry arfar de prazer, o corpo todo se arqueando em resposta.
— Louis, por favor... — Ela sussurrou, seus olhos revirando enquanto a sensação eletrizava cada parte do seu corpo.
Harry pressionou a bunda com mais força contra a ereção de Louis, sentindo o pau duro dele sendo esmagado contra a calça.
O calor entre eles era insuportável, a tensão sexual crescendo com cada segundo que passava. Louis, sem tirar os olhos do reflexo dela no espelho, afastou a calcinha de Harry, liberando acesso à sua buceta encharcada. Ele espalhou as pernas dela um pouco mais, os dedos habilidosos deslizando pelos lábios internos, enquanto o dedão acariciava o clitóris com uma precisão cruel.
Harry soltou um gemido baixo, seu corpo inteiro tremendo com a intensidade das sensações. As costas dela se arquearam, e um gemido alto escapou de sua boca quando Louis finalmente empurrou um dedo dentro de sua carne pulsante e quente. Ele começou devagar, torturando com movimentos lentos, colocando e tirando o dedo com uma calma que a deixava insana
— Louis... mais... — Harry conseguiu balbuciar, sua voz entrecortada, as pernas já vacilando de tanto prazer.
Louis riu baixo, satisfeito com a súplica. Ele empurrou mais um dedo, aumentando o ritmo apenas o suficiente para mantê-la na beira do desespero. O outro braço dele envolveu a cintura de Harry, puxando ela para mais perto, enquanto ele afastava o sutiã, deixando um dos seios expostos. Seus dedos encontraram o mamilo duro, torcendo delicadamente ao mesmo tempo em que continuava a penetrando com os dedos. Os olhos fixos no reflexo dela, observando o rosto de Harry se contorcer de prazer.
Harry estava a um passo de perder o controle. A combinação dos dedos de Louis dentro dela, e o toque habilidoso em seu mamilo, fazia sua cabeça girar. Ela jogou a cabeça para trás, a boca entreaberta, soltando gemidos curtos e desesperados. Os espasmos no corpo dela eram involuntários, e de vez em quando, pequenos choramingos escapavam de seus lábios.
— Por favor... — Ela sussurrou, os olhos marejados de desejo, a voz tremendo. — Eu preciso de mais, Louis... — Ela implorou, a voz tremendo, o corpo se arqueando involuntariamente a cada toque.
Louis estava a um passo de jogá-la na cama e fodê-la com toda a força que ela pedia, mas ele queria saborear cada momento.
— Mais? — Louis sussurrou, os dedos deslizando mais fundo dentro dela, aumentando o ritmo sem pressa. — Você sabe que só vai ter o que eu quiser dar, não sabe?
Harry mordeu o lábio, seus olhos quase implorando através do espelho.
— Sim... eu sei... — Ela respondeu, quase sem fôlego.
Louis sorriu satisfeito, a mão que brincava com o seio dela apertou um pouco mais o mamilo, arrancando um gemido ainda mais alto de Harry. Ele aumentou o ritmo dos dedos, deslizando dentro e fora dela com mais rapidez, vendo o corpo de Harry reagir com espasmos de prazer.
— Você é minha, Harry — Ele murmurou, os lábios roçando o pescoço dela, mordendo levemente enquanto seus dedos continuavam a tortura lenta e deliciosa. — Diga que é minha.
— Eu sou sua... só sua... — ela respondeu entre gemidos, os olhos fechando de novo, o corpo inteiro pulsando com o prazer que ele infligia.
— Muito bom. — Louis murmurou com um sorriso satisfeito, observando o reflexo dela no espelho. Seus dedos se moveram ainda mais rápido, finalmente levando Harry ao limite enquanto ele observava cada expressão de êxtase passar pelo rosto dela.
Ele deslizou os dedos mais fundo dentro dela, agora movendo com mais intensidade, o ambiente sendo preenchidos pelos gemidos ainda mais altos e roucos de Harry. O corpo dela tremia de tanto prazer, e a visão dos dois no espelho era a personificação da rendição total e completa.
As suas pernas tremendo enquanto ele a levava cada vez mais perto do limite. Os dedos de Louis agora se moviam mais profundamente, e o som molhado de seus movimentos a fazia gemer ainda mais alto. Ele observava cada detalhe no espelho, cada revirar dos olhos de Harry, o modo como a boca dela se abria, implorando por mais.
— Olha pra você — Louis murmurou, a voz baixa, rouca, cheia de desejo contido. — Tão entregue, tão perfeita... Está gostando de se ver assim?
Harry abriu os olhos com dificuldade, se forçando a encarar o reflexo no espelho. Ela viu seu próprio corpo curvado, os olhos enevoados de desejo, a boca entreaberta soltando gemidos involuntários. E atrás dela, Louis observando com aquele sorriso satisfeito que a deixava ainda mais à beira da loucura.
— Eu... eu não aguento mais, Louis... — Ela arfou, a respiração pesada, os olhos verdes brilhando com as lagrimas de prazer contidas.
Louis aproximou a boca do ouvido dela, o hálito quente fazendo a pele de Harry arrepiar.
— Você vai aguentar. Eu decido quando isso vai acabar. — A voz dele era um sussurro firme, sem pressa, cheia de controle.
Harry gemeu alto, o corpo inteiro contraído, sentindo o prazer subir em ondas cada vez mais intensas. Ele enfiava os dedos mais fundo, em ritmos prolongados dentro e fora o polegar esfregando seu clitóris com tanta precisão que ela quase perdeu o controle. O corpo dela estava à beira de uma explosão, cada nervo eletrizado, os espasmos a deixando completamente entregue.
— Louis... por favor... — Ela choramingou, seus olhos se fechando de novo enquanto tentava conter o prazer que ameaçava tomá-la por completo. Ela sabia que ele estava no controle, mas o desejo de alcançar o orgasmo era esmagador.
— Ainda não — ele disse firmemente, seus dedos diminuindo o ritmo apenas para torturá-la mais, sentindo o corpo de Harry se contrair em resposta. Ele queria que ela implorasse, queria ver até onde ela iria por ele.
Ela abriu os olhos de novo, os lábios entreabertos, uma expressão de puro desejo e desespero no rosto. — Por favor... eu não posso mais... — A voz dela era um gemido, quase um sussurro desesperado, o corpo arqueando involuntariamente a cada toque dos dedos dele.
Louis riu baixinho, satisfeito.
— É isso que eu queria ouvir. — Com um movimento rápido, ele tirou os dedos dela, deixando-a vazia e ofegante. Harry soltou um gemido de frustração, seus olhos arregalados no espelho, incapaz de acreditar que ele a deixou naquele estado.
— Louis! — Ela protestou, sua voz cheia de necessidade, o corpo pulsando de desejo.
— Você vai me implorar direito agora. Diga que você precisa de mim — ele exigiu, os lábios roçando o pescoço dela enquanto suas mãos continuavam a brincar com o corpo dela. — Diga o quanto você me quer.
Harry mal conseguia falar, sua mente completamente tomada pelo desejo.
— Eu... eu preciso de você, Louis... eu te quero tanto... — Ela arfou, a voz falhando a cada palavra.
Louis sorriu, satisfeito com a submissão dela. Ele inclinou a cabeça, mordendo suavemente o pescoço de Harry.
— Agora, eu vou te dar o que você quer.
Com um movimento firme, ele a virou de frente para si, seus olhos fixos nos dela, enquanto suas mãos deslizavam pela cintura de Harry, segurando ela com força. Ele a levantou e a jogou na cama afastando as pernas para abrir espaço.
Louis tirou as calças de si, ficando totalmente nu. O pau duro, grosso e grande repleto de veias apontava para onde Harry estava. Louis se masturbou devagar tentando aliviar a pressão e a dor gostosa em seu pênis, e Harry mordeu os labios com força para não gemer diante da cena imaculada que ela via diante de si. Suas paredes latejavam de ansiedade para receber Louis dentro de si, e também pelo orgasmo negado mais uma vez.
O presidente andou devagar até onde estava Harry, no meio da sua cama e ergueu os olhos até os dela.
— Olha pra mim... — A voz dele era um sussurro grave, mas cheia de controle.
Ela gemeu baixinho, incapaz de se conter, enquanto o corpo todo tremia de antecipação. O desejo queimava em cada célula do seu corpo, suas pernas ainda abertas, completamente à mercê de Louis. Harry mordeu o lábio com mais força, sentindo as paredes do seu corpo pulsarem pela necessidade de ser preenchida.
Louis caminhou lentamente até ela, cada movimento carregado de propósito, sua ereção rígida balançando com cada passo. Seus olhos estavam cravados nos de Harry, que respirava com dificuldade, suas mãos ansiosas tocando o lençol abaixo dela, lutando contra o impulso de se mover, de implorar por ele. Ela estava desesperada, e ele sabia disso.
— Você está pronta pra mim? — Louis perguntou, mas a pergunta não era apenas uma confirmação; era uma provocação. Seus dedos começaram a deslizar pelas coxas dela, traçando um caminho ardente até o ponto mais sensível.
Ele passou o polegar de leve sobre o clitóris de Harry, arrancando um suspiro profundo e entrecortado dos lábios dela. Seus quadris involuntariamente se ergueram em busca de mais contato, e Louis, com um sorriso satisfeito, recuou ligeiramente, controlando cada segundo daquele momento.
Harry assentiu freneticamente, sua voz falhando por um momento, tomada pela onda de desejo que a inundava.
— Sim... por favor, Louis... — Ela implorou, os olhos marejados, a voz fraca e carregada de uma necessidade que a fazia perder o fôlego.
Louis sorriu com a súplica, saboreando a rendição completa de Harry. Ele se inclinou sobre ela, sua ereção roçando contra a sua pele quente.
Seus lábios se aproximaram da orelha de Harry, enquanto suas mãos continuavam a provocar sua intimidade, tocando de uma forma que arrancava gemidos incontroláveis de seu peito.
— Você vai me implorar do jeito que eu gosto? — Os dentes roçando levemente o lóbulo da orelha dela enquanto, com um gesto firme, retirava o sutiã de Harry. Sua outra mão passeava pelo corpo dela, apertando o seio nu com a mesma habilidade que ele usava entre suas pernas.
Harry soltou um gemido alto, o corpo se arqueando mais uma vez. Ela estava no limite, e Louis sabia exatamente como mantê-la ali.
— Eu... eu faço qualquer coisa... — Ela arfou, os dedos dela se curvando em busca de algo para agarrar, enquanto seus quadris buscavam, em vão, mais contato com o corpo dele.
Louis riu baixinho, satisfeito com o que ouviu.
— Qualquer coisa? — Ele repetiu, enquanto seus dedos finalmente ofereciam o que ela tanto desejava, pressionando o clitóris dela com mais força, agora completamente exposto depois que ele rasgou a calcinha de renda com precisão.
— Sim... qualquer coisa... eu sou sua... — Harry praticamente gritou, a cabeça tombando para trás enquanto seu corpo reagia de forma incontrolável ao toque dele.
Satisfeito com sua submissão, Louis desceu pelo corpo dela, beijando e lambendo os seios com uma atenção dedicada. Seus lábios sugavam e mordiscavam os mamilos de Harry, enquanto suas mãos, firmes, apertavam suas curvas com desejo evidente. O anel de Louis deixavam marcas na pele de Harry, delineando sua cintura com um toque possessivo.
Harry arfava cada vez que sentia a barba de Louis se aproximando de sua intimidade. O simples toque áspero fazia seu corpo pulsar de antecipação. Louis, com uma habilidade que só ele tinha, passou a língua pelo clitóris de Harry, arrancando um grito estrangulado de seus lábios.
— Louis... — O nome dele escapou em um gemido, mas foi cortado pelo prazer avassalador que a tomava. Era como se ele estivesse reivindicando cada centímetro do seu corpo, tomando posse de suas sensações, dos seus pensamentos, da sua alma. Cada movimento, cada lambida e mordida a levava ao limite, e ela não conseguia mais segurar o clímax iminente.
Quando o orgasmo a atingiu, foi como uma explosão de puro êxtase. Seu corpo inteiro tremeu, cada músculo se contraindo e relaxando sob o toque habilidoso de Louis. Ela gritou alto, a voz rouca de tanto prazer, enquanto seu corpo se contorcia na cama de Louis. As pernas dela se fecharam involuntariamente ao redor da cabeça dele, tentando encontrar algum alívio, mas só aumentando a pressão da língua dele em seu clitóris já sensível.
As lágrimas escorriam pelos cantos dos olhos de Harry enquanto ela gozava, o prazer era tão intenso que beirava o insuportável. Seu corpo se arqueava da cama, os gemidos altos ecoando no quarto, enquanto ela se entregava completamente ao controle de Louis.
Mas ele não parou. Louis continuou, movendo a língua em círculos lentos e torturantes, prolongando o orgasmo de Harry, e bebendo tudo que ela soltava por ele.
Louis subiu pelo corpo de Harry, ela mal conseguia respirar. Seu peito subia e descia com respirações rápidas e irregulares, a pele brilhando com uma fina camada de suor. Seus lábios estavam entreabertos, e sem hesitar, Louis se inclinou tomou sua boca em um beijo voraz.
Harry, ainda trêmula, envolveu os braços em torno do pescoço dele, o puxando para mais perto. Suas pernas se entrelaçaram em torno dos quadris de Louis, o puxando mais para si, até sentir o peso do pau duro dele pressionando contra sua buceta. O contato fez os dois soltarem gemidos quase simultâneos, o som abafado entre os lábios ainda conectados.
O corpo de Harry estava em chamas, e a fricção do pau de Louis contra sua pele só aumentava sua necessidade. Ela rebolou os quadris, o provocando, fazendo com que a ereção dele escorregasse mais facilmente entre suas pernas. Louis soltou um gemido rouco contra seus lábios, a cabeça de seu pau deslizando de leve contra a entrada de Harry, enviando ondas de prazer por todo o corpo dela.
Os dois interromperam o beijo por um instante, apenas para se encararem. Os olhos de Louis estavam fixos nos dela, intensos, famintos, e Harry correspondia com um olhar igualmente cheio de desejo e submissão. O momento estava carregado de tensão, como se ambos estivessem à beira de perder o controle.
Louis então segurou seu pau e, com uma precisão quase cruel, roçou a ponta contra a entrada de Harry. Ela arfou, seu corpo todo estremecendo enquanto sentia a pressão, a pele sensível ainda pulsando de prazer.
— Você me quer, não quer? — Louis sussurrou, sua voz baixa e rouca, os olhos nunca deixando os dela.
— Sim... — Harry mal conseguiu responder, sua voz entrecortada, as mãos agarrando os ombros dele com força. — Eu preciso de você... agora.
Sem mais palavras, Louis começou a empurrar, lentamente, abrindo caminho para dentro dela. Harry rebolou suavemente, ajustando-se ao tamanho dele, cada movimento fazendo com que ela se moldasse ao pau dele com mais precisão. Louis estava completamente dentro dela, ambos respirando pesadamente.
Os olhos de Louis estavam fixos nos de Harry, observando cada expressão de prazer que passava por seu rosto enquanto ele se enterrava mais fundo dentro dela. Ela abriu a boca, soltando um gemido longo, o som abafado pela intensidade da sensação.
— Você é meu hino nacional... — Louis murmurou, sua voz carregada
— Ah sim... Isso... bom... Tão bom — Ela conseguiu murmurar, a cabeça jogada para trás, sentindo ele se mover dentro de si com uma precisão que a deixava completamente à mercê dele.
Louis segurou seus quadris, a puxando para si com cada estocada, e Harry rebolava em resposta, sentindo o prazer crescer novamente, dessa vez ainda mais intenso.
Louis aumentava o ritmo de suas estocadas, cada vez mais profundas e intensas. O quarto estava repleto dos sons de prazer compartilhado – os gemidos de Harry, a respiração pesada de Louis, e o som dos corpos se encontrando. O suor escorria pelos corpos de ambos.
Harry, completamente à mercê dele, sentia seu corpo se aproximando de mais um orgasmo. Seus quadris rebolavam contra Louis, buscando mais contato, mais fricção. Ela se segurava nos lençóis, seu corpo em chamas, incapaz de pensar em qualquer coisa além do prazer que Louis a fazia sentir.
— Eu não... não consigo segurar — Harry arfou, seus olhos semicerrados de tanto prazer.
Louis, com um sorriso satisfeito, inclinou-se sobre ela, suas mãos segurando os quadris de Harry firmemente, como se estivesse reivindicando-a de todas as formas possíveis.
— Então goza pra mim, Harry — Ele murmurou, seus olhos queimando de desejo enquanto mantinha o ritmo intenso.
Harry mordeu o lábio com força, sua cabeça tombando para trás. Ela sentiu a onda de prazer subindo, mais forte e implacável do que antes. O orgasmo a atingiu como uma explosão, e ela gritou alto, seus músculos se contraindo violentamente ao redor de Louis. As pernas dela se fecharam ao redor da cintura dele, tentando desesperadamente encontrar algum alívio, mas o que conseguiu foi prolongar ainda mais o prazer, os movimentos de Louis implacáveis.
Ele não parou.
Nem por um segundo.
Continuou empurrando com força, cada vez mais fundo, fazendo Harry gemer e gritar, sem dar a ela chance de se recuperar. Ela estava sendo levada a outro orgasmo antes mesmo de ter se recuperado do primeiro.
Suas mãos agarraram os braços de Louis, o corpo inteiro tremendo, completamente dominada.
— Louis... eu vou... de novo — Ela gemeu entre suspiros, o corpo arqueando mais uma vez enquanto a próxima onda de prazer chegava. Mais lágrimas escorreram de seus olhos, o prazer era tão forte que parecia demais para aguentar. Seu corpo pulsava, suas mãos desesperadamente segurando os ombros dele.
Louis observava cada expressão dela, cada gemido que escapava dos lábios de Harry o levava mais perto de seu próprio clímax. Ele estava próximo, muito próximo. Seus olhos permaneceram fixos nos de Harry, enquanto a penetrava mais fundo, mais devagar agora, mas com uma intensidade que falava mais que palavras.
— Harry, eu vou... — Ele murmurou, os dentes cerrados enquanto seus movimentos se tornavam mais erráticos.
Ele se abaixou para beijá-la profundamente, suas bocas colidindo em um beijo desesperado e cheio de desejo.
Quando Louis finalmente gozou, ele soltou um gemido baixo contra os lábios dela, seu corpo inteiro tremendo enquanto sentia o prazer explodir dentro dele. Eles gozaram juntos, o corpo de Harry apertando-o ainda mais forte, como se não quisesse deixá-lo escapar.
Por longos minutos, o mundo parecia parar. Os corpos entrelaçados, a respiração deles se misturando enquanto recuperavam o fôlego, suas peles quentes e suadas. Louis saiu de dentro dela com cuidado e se deitou ao lado de Harry, puxando-a para seus braços, sentindo o coração dela ainda batendo acelerado contra seu peito.
— Você... é inacreditável — Ele murmurou contra o cabelo dela, os dedos acariciando suas costas com gentileza.
Harry sorriu, ainda ofegante, os olhos fechados enquanto se aconchegava mais no peito dele.
— Você também não é nada mal, Senhor Presidente — Ela brincou, sua voz fraca e satisfeita.
O silêncio confortável tomou conta do quarto enquanto eles se aninhavam um no outro, aproveitando o momento íntimo depois de tanta intensidade. A luz suave da lua iluminava o quarto pelas janelas, refletindo na cama desarrumada e nos corpos entrelaçados.
Depois de um tempo, Louis se remexeu, como se estivesse pensando em algo. Ele inclinou a cabeça para olhar para ela, seus dedos ainda traçando círculos suaves nas costas de Harry, até que ele parou. Harry estranhou e o olhou, os olhos azuis fixos nos seus por longos segundos que pareciam minutos, Harry traçava sua barba enquanto acariciava os dedos de Louis com a outra mão.
— Casa comigo? — Ele perguntou, os olhos azuis fixos nos dela verdes.
O mundo pareceu desacelerar. Harry piscou, absorvendo o pedido. Ela cobriu a boca com a mão, o choque misturando-se com uma alegria esmagadora.
— Louis... — sussurrou ela, o coração disparando em seu peito.
Depois de um momento de respiração profunda, Harry viu a seriedade nos olhos de Louis e sem exitação em suas palavras ela afastou a mão da boca e envolveu os braços ao redor do pescoço dele, segurando-o com força. Sua voz saiu entre risos emocionados.
— Sim! Sim, eu caso com você!
Ele a puxou para um beijo suave, que contrastava com a intensidade do momento e as marcas que ainda estavam em seus corpos. O beijo, tranquilo e carinhoso, foi igualmente poderoso. Quando eles finalmente se separaram, Louis pegou um anel de ouro puro, imponente e com um símbolo distinto, e deslizou-o no dedo anelar de Harry. Ela observou o anel com um sorriso radiante, absorvendo o significado profundo daquele gesto.
— A Primeira-Dama — Harry sussurrou, quase rindo ao perceber a importância da proposta. Ela balançou a cabeça, ainda atônita pela magnitude do momento.
— A Primeira-Dama — Louis repetiu, a puxando de volta para seus braços. Ele a beijou novamente, sentindo o calor e a satisfação que ambos sentiam.
Naquele momento, com os corpos ainda entrelaçados na cama desarrumada e a lua iluminando suavemente o quarto, Harry soube que aquele era apenas o começo de algo... ela só não sabia qual seria a proporção.
Obrigada pela sua leitura! 🪽
E também deixo aqui o meu agradecimento aos 200 likes por cada obra minha. Obrigada pelos votos, comentários e pelas ask's. Muito obrigada!
Não posso deixar de agradecer a ela, cujo essa obra vai totalmente, San, eu não tenho palavras pra você, você é inacreditável. Te dedido está também. Espero que sempre tenha você ao meu lado, você é a melhor pessoa que conheço. Obrigada sempre, sempre.
Após quase cinco anos de divórcio, Louis e Harry seguiram caminhos totalmente diferentes, porém as suas filhas eram o seu único meio de assuntos.
Harry se envolveu em uma série de relacionamentos fracassados, enquanto Louis vivia de forma quieta e reservada.
Tudo muda quando em uma noite, Harry decide enviar mensagens provocativas para Louis, convidando ele para tomar vinho em sua casa.
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Louis estava em casa, sozinho, como de costume nas últimas semanas. Suas filhas, Sophie e Lila Tomlinson-Styles, já adolescentes — Sophie com 17 anos e Lila com 14, apenas três anos de diferença entre elas — estavam na casa da irmã de Louis, aproveitando as férias escolares fora do país, mais especificamente em Paris.
A casa estava silenciosa, como Louis gostava, exceto pelo leve som da TV ao fundo. Ele sempre preferiu o silêncio em meio a qualquer outro barulho, fosse ele qual fosse. Louis era o típico homem clássico que atraía olhares, com sua postura reservada e charme discreto, o que o tornava ainda mais intrigante tanto para homens quanto para mulheres.
Ele pegou o celular para checar algumas mensagens de trabalho, mas o nome de Harry, sua ex-mulher, apareceu na tela.
Já fazia tempo que não trocavam mensagens que não estivessem relacionadas às filhas. Ele hesitou por um momento, mas a curiosidade o venceu. Abriu a notificação.
— Me lembrou você...
A foto que veio em seguida fez o coração de Louis parar por um segundo, e ele sentiu uma reação imediata em seu corpo.
Harry estava com uma taça de vinho na mão, parada em frente a uma parede branca de sua sala de estar. O vestido de seda preta que usava era provocante, com uma fenda alta revelando suas coxas de forma explícita. Seus seios, cheios e realçados pelo decote adornado com rendas, atraíam o olhar. O vinho parecia um detalhe insignificante diante da pose e do olhar que ela lançava para a câmera. Era uma foto cheia de intenção, que o deixou sem fôlego.
— Sério que está me provocando assim? — Ele respondeu rapidamente, enviando a mensagem em seguida.
Elavisualizou quase instantaneamente e respondeu: — Provocando? Eu só queria companhia. Sabe como é... o vinho fica melhor com alguém.
Louis sabia exatamente onde aquilo estava indo, e cada parte dele lutava entre ceder ou manter algum controle.
Mas o jeito como ela sempre soube mexer com ele, como Harry sempre o teria em suas mãos, estava claro em cada palavra, em cada imagem e frase que aparecia na tela.
— Não parece o tipo de vinho que eu costumo beber... Tem algo diferente aí.
— Talvez seja a taça. Ou o fato de você ainda lembrar o quanto gostava de vir aqui... pra mais do que apenas vinho.
Aquela frase o fez se remexer no sofá. As memórias começaram a voltar em ondas – noites parecidas com aquela, onde o vinho sempre era a desculpa para algo muito mais intenso.
Era sempre assim nos primeiros anos de separação. Apesar de terem se casado jovens, a separação foi inesperada e um choque. Não se sabe bem qual foi o motivo. Porém a carência e a necessidade gritavam mais alto.
Eles se encontravam quase sempre, ora no apartamento de Louis, ora no de Harry. O vinho era a desculpa perfeita, mesmo que Louis não gostasse muito. Porém, bastava uma única taça, nem cheia, sequer pela metade, para que o desejo e a provocação de Harry abalassem todas as defesas de Louis.
Isso só acabou quando Harry começou um novo relacionamento. Obviamente, mais um fracasso, que terminou apenas dois meses depois do anúncio.
E agora, ela o provocava de novo, jogando ele para dentro daquele jogo perigoso de tensão que só eles dois sabiam criar.
Ele hesita por um segundo, mas logo começa a digitar.
— Então você está me chamando pra tomar vinho ou pra outra coisa?
Harry não respondeu de imediato. Ele observou os três pontinhos na tela, indicando que ela estava digitando, mas parecia demorar demais. Quando a resposta finalmente chegou, veio em forma de outra foto – mais próxima, mais tentadora. Agora, a taça estava praticamente esquecida, e tudo o que ele conseguia ver era o olhar de desafio nos olhos dela.
— Venha descobrir.
Aquela mensagem foi o bastante para Louis pegar as chaves de casa e do carro e sair sem pensar duas vezes. O trajeto até o apartamento de Harry parecia mais curto do que de costume, ou talvez fosse a adrenalina pulsando em suas veias que o fazia pisar mais fundo no acelerador, cortando a estrada quase vazia. Ao chegar, ele hesitou por um segundo em bater, mas antes que pudesse decidir, percebeu que a porta estava entreaberta. Com um leve empurrão, ele entrou.
Harry estava exatamente onde havia tirado a foto, sentada no sofá, com uma perna elegantemente cruzada sobre a outra. O vestido, já curto, subira ainda mais, formando dobras sensuais sobre o colo. Na mão, uma taça de vinho, que ela segurava com um ar de despreocupada sensualidade. O líquido vermelho contrastava quase de forma indecente com os lábios cheios dela, manchando de um jeito provocador.
A língua rosada dela deslizou lentamente, sugando os resquícios de vinho que haviam escapado para o canto de sua boca.
Louis parou por um momento, observando ela. Sua ex-mulher nunca estivera tão linda, e ao mesmo tempo, tão deliciosamente imoral. Ele não conseguia evitar lembrar dos tempos em que duas semanas sem sexo era o máximo que aguentavam longe um do outro.
— Achei que fosse demorar mais — Disse Harry, encarando ele por cima da borda da taça, os olhos verdes brilhando com malícia.
— Você sabe que nunca fui bom em resistir a você — Respondeu Louis, fechando a porta atrás de si. Sem desviar o olhar, caminhou até o sofá e se acomodou ao lado dela.
Harry esboçou um sorriso lento, os olhos implorando por algo que ambos conheciam muito bem. E Louis sabia exatamente o que ela queria.
Ela deu de ombros, como se a provocação fosse inocente. O olhar de Harry percorria o corpo de Louis de forma descarada, demorando-se onde a recente ereção se tornava visível. Ela conhecia muito bem o ex-marido, e o quanto aquele pau havia sido responsável por seus orgasmos mais intensos.
Foram quase nove anos juntos. Harry teve as filhas muito jovem, e os anos de pilates e corrida haviam devolvido seu corpo escultural, capaz de parar o trânsito. Mas aquele mesmo corpo evitava qualquer envolvimento sexual, até mesmo com seus namorados, que queriam avançar mais na relação. Ela simplesmente não estava pronta. Ou talvez fosse a sensação incômoda de que, de alguma forma, ainda estaria traindo Louis.
— Sim, eu lembro disso... — Disse Harry, com os olhos intensos capazes de desconcertar qualquer pessoa, até mesmo Louis. — Você quer...? — Provocou, erguendo a taça, o peito quase totalmente exposto pelo decote do vestido.
Era fácil perceber o quanto Louis os amava. Ele os venerava, passando horas com eles em sua boca.
— Prefiro algo mais forte — Respondeu Louis, se ajustando no sofá, as pernas ligeiramente mais abertas, as mãos tatuadas deslizando devagar sobre suas coxas.
Harry apertou as pernas, sentindo a respiração se acelerar, o corpo já respondendo àquela provocação. A excitação era palpável, e ela mal conseguia esconder.
— Uísque? — Perguntou com a voz um pouco trêmula. Era difícil respirar perto de Louis sem querer se jogar sobre ele e se empalar em seu pau.
— Você me conhece bem, baby — Disse ele, com um sorriso malicioso. O apelido fez Harry morder o lábio, tentando conter o gemido que ameaçava escapar.
Com movimentos lentos e calculados, Harry se levantou do sofá, exatamente como Louis sabia que ela faria. Ao descruzar as pernas, o pé descalço roçou suavemente na perna dele, criando uma tensão silenciosa e eletrizante entre os dois. O som suave da taça sendo colocada sobre a mesinha de centro ecoou pela sala, mas os olhos de Louis estavam fixos nela.
Ele sabia que a noite estava apenas começando.
As reboladas de Harry eram intensas, quase hipnóticas. Uma provocadora. Uma tentação viva.
A cada passo, ela parecia flutuar, os quadris desenhando curvas sutis no ar.
Uma puta provocadora.
Louis sempre soubera disso, mas agora, naquela sala, com toda a tensão acumulada entre eles, aquilo parecia ainda mais evidente.
Ela caminhou até a prateleira onde estava o uísque de Louis, pegando um dos copos de cristal que eles haviam ganhado nas bodas de madeira, um lembrete de tempos que pareciam distantes. Ao se inclinar para pegar a garrafa, Harry fez questão de exagerar no movimento com uma lentidão quase cruel, fazendo com que parte de sua bunda ficasse exposta, revelando a calcinha minúscula de renda preta que ela usava. Louis respirou fundo, sentindo a tensão apertar dentro de si. Ele lutava pela compostura, mas seus olhos não conseguiam desviar.
Harry nunca tivera vergonha de mostrar o quanto ainda tinha controle sobre ele. Mesmo depois de tanto tempo, ela ainda ditava o ritmo daquele jogo perigoso. E, naquela noite, ela estava determinada a lembrar Louis disso.
Quando começou a rebolar suavemente enquanto enchia o copo, o vestido curto subiu ainda mais, revelando quase toda a sua bunda. Louis a observava intensamente, os olhos escurecidos de desejo, as pupilas dilatadas. Ele sentia o tesão pulsar dentro de si, e seu pau pressionava contra o tecido macio da calça de moletom. Era impossível disfarçar.
Sem esperar mais, ele se levantou do sofá. Cada passo em direção a ela era lento, mas decidido. Harry não se virou, mas continuou com seus movimentos provocadores.
Quando Louis estava perto o suficiente, suas mãos deslizaram pelas coxas dela, subindo devagar até que seus dedos encontraram a umidade entre suas pernas. O gemido suave que escapou dos lábios de Harry foi a confirmação de que ele precisava.
— Sempre a mesma provocadora. Você gosta de me testar, não é?
Louis levou os dedos ao nariz, inalando o cheiro dela, um sorriso satisfeito se formando em seus lábios. Ela sempre fora irresistível, e o fato de tê-la ali, vulnerável e ao mesmo tempo no controle, só aumentava sua vontade.
Harry se virou lentamente, os olhos faiscando de desejo... de puro tesão. Ela mordeu o lábio inferior de leve, seus dentes maltratando a pele macia enquanto um sorriso provocador surgia. Com um gesto lento, estendeu o copo de uísque para Louis, mas ele já não se importava mais com a bebida.
— Gosto de ver até onde você vai por mim — Respondeu Harry, a voz baixa e carregada de desejo.
Em vez de pegar o copo, Louis segurou a cintura de Harry, a puxando para mais perto de si. O corpo dela arfou quando se encaixou ao dele como se fossem feitos para aquilo, o calor de ambos se misturando, os dois prestes a pegar fogo juntos.
Os lábios de Louis pairaram sobre os dela, e suas respirações se misturaram no pequeno espaço que os separava. O tempo parecia parar, enquanto o tesão parecia vibrar como moléculas ao redor deles.
— Hoje você vai entender quem manda aqui, Harry — Ele murmurou com uma voz firme e baixa.
Louis pegou o fio da calcinha no meio das nádegas de Harry, puxando levemente e depois soltando. O movimento fez Harry estremecer, deixando escapar um gemido sôfrego, o que deixava claro o quanto ela estava afetada.
— Vamos ver o quanto você aguenta — Ele sussurrou, próximo ao ouvido dela.
A buceta de Harry se contraiu em torno de nada com o puro desejo que se acumulava dentro dela.
Louis não precisou de mais palavras. Ele a puxou pela bunda para um beijo intenso, cheio de urgência e tesão contidos. Harry correspondeu com a mesma fome, os braços envolvendo o pescoço dele enquanto seus lábios se moviam em sincronia perfeita. O beijo era profundo, quente, e os corpos deles se colaram ainda mais, deixando de lado qualquer hesitação.
Nenhum outro havia se comparado a Louis. Todos os outros homens que Harry namorou desapareceram como sombras diante da intensidade com que ele a fazia sentir. Louis tinha um poder sobre ela que ninguém jamais alcançaria.
Com as mãos firmes, ele puxou o vestido de Harry para cima, revelando sua pele nua e suave. Seus dedos exploraram cada centímetro de carne exposta, arrancando um gemido suave dos lábios dela. O som carregava o peso de todo o desejo reprimido, e Harry se movia contra o corpo de Louis, roçando na ereção dele, mostrando o quanto ela também queria aquilo.
Os beijos se tornaram mais intensos, e as respirações eram pesadas e ofegantes. Louis a pressionou contra a parede, os corpos colidindo com uma urgência crescente. Os lábios de Harry deslizaram pelo pescoço dele, e pequenos suspiros escapavam enquanto ela mordiscava a pele sensível, incendiando e alimentando o fogo de Louis.
— Porra! — Ele sussurrou, a voz rouca de desejo enquanto ela mordia seu pescoço, suas mãos explorando cada centímetro do corpo dele.
Ele agarrou a bunda dela com mais força, esfregando sua ereção contra a intimidade de Harry. Ela rebolava lentamente, provocando-o, e o pau de Louis endurecia ainda mais, quase rasgando o tecido da calça de moletom. Ele estava à beira de perder o controle, desejando tomar posse daquele corpo de qualquer jeito, com ou sem as roupas entre eles.
Louis desceu um tapa firme na bunda empinada de Harry, fazendo-a soltar um gemido alto bem perto do ouvido dele.
— Louis... — Ela gemeu, quase implorando, com a voz carregada de necessidade.
Ele sorriu, satisfeito, inclinando-se sobre ela, seus lábios roçando no ouvido de Harry.
— Diga o que você quer, Harry — Ele provocou, a voz carregada de autoridade enquanto os seus dedos encontrando o ponto mais sensível entre as pernas dela. Os seios macios sendo prensados contra o peito de Louis.
Ela fechou os olhos, ofegante, o corpo estremecendo sob o toque dele. Os gemidos de Harry se intensificaram, mas Louis não tinha pressa. Cada movimento era calculado, controlado.
— Eu quero você, Louis — Respondeu ela, a voz falhando de tanto desejo.
Louis fixou os olhos famintos nos seios voluptuosos, que pareciam ainda mais exuberantes sob a pressão dele. Com um movimento suave, ele desfez as alças do vestido, que escorregou até o chão.
— Quem diria que você não aguentaria por alguns segundos, Harry? Está tão necessitada assim?
— Louis... — Ela gemeu ao sentir as mãos dele explorando sua pele, provocando arrepios.
— Já tão arrepiada aqui — O toque das mãos de Louis alcançaram ao redor dos mamilos de Harry. Sem jamais tocar a carne que implorava pelo seu toque.
Louis sentiu a maciez daquela pele novamente, e deu um tapa suave no peito direito de Harry, fazendo ela soltar um suspiro satisfeito.
Agradado com a reação, os olhos de Louis estavam fixos nos mamilos rosados.
Uma de suas mãos envolveu um seio, pressionando e apertando a carne macia. Harry gemeu, chorosa, quando Louis beijou seu peito, mordiscando rudemente um mamilo endurecido antes de prender a boca ao seu redor e chupar com força.
As bochechas deformadas em sugadas e a barba recém-raspada criavam um contraste de sensações deliciosas.
As costas de Harry se arquearam em resposta às emoções, enquanto Louis massageava o outro seio em um ritmo acelerado.
Era como se ele estivesse tentando encontrar a quantidade certa de pressão e dor. Louis sempre foi um amante áspero e apaixonado, desejando ver sua (ex) esposa sobrecarregada de sensações e implorando por mais.
Mais do que só ele daria a ela.
Felizmente para ele, Harry era do tipo que implorava e apreciava cada momento de provocação e preliminares, ficando pronta para gozar a qualquer instante.
Os dedos de Harry se enroscaram nos cabelos castanho-escuros, derretendo-se a cada toque, pequenos gemidos se acumulando a cada sucção.
Seus seios ainda estavam sensíveis da espera torturante anterior, proporcionando um prazer dolorido que descia pela espinha e diretamente até sua entrada.
Harry gemeu novamente, mais alto dessa vez, sentindo a umidade se formando, os lábios se abrindo sob a atenção.
— Louis... — Ela jogou a cabeça para trás, agarrando o suéter que ele vestia. — Isso não é justo! — Louis levantou os olhos para ela, que o encarava com um olhar excessivamente explícito.
Harry puxou o sueter de Louis para cima, removendo, e em seguida, abaixou as calças de moletom junto com a cueca dele. O membro duro de Louis bateu contra sua barriga.
Ao olhar para o pênis rodeado de veias, Harry lambeu os lábios de maneira provocante. Sua boca salivou com a imagem.
Louis não resistiu e empurrou seu membro entre as pernas de Harry. A pele nua das coxas dela o fazia vazar ainda mais, melando a pele macia e deixando Harry sentir aquela dureza pressionando suas dobras.
Louis soltou o mamilo de Harry com um pequeno estalo, um fio de saliva escorrendo de seus lábios. O corpo de Harry se arrepiou, e o mamilo já enrijecido endureceu ainda mais quando Louis soprou ar quente sobre ele. A diferença entre os dois mamilos era evidente: um deles estava vermelho, inchado, parecendo cru e macio.
Louis beijou a pele sensível, suas pupilas dilatadas, deixando apenas um aro fino do azul visível em seus olhos.
Isso deixou Harry ainda mais excitada.
Louis sorriu com malícia, um sorriso cafajeste, antes de prender os lábios e os dentes ao redor do outro seio, que até então fora negligenciado.
Harry gemeu novamente, mordendo o próprio lábio, enquanto seus dedos se enroscavam no cabelo de Louis, puxando sua nuca. Suas unhas curtas, mas bem cuidadas, arranharam suavemente o couro cabeludo dele. O outro mamilo estava tão sensível e endurecido que doía, sendo resfriado pelo ar frio.
Louis se retirou depois do que pareceu minutos inteiros de gemidos e suplicas de Harry beijando a pele macia ao redor do broto já em um vermelho vivo empinado.
— Caralho, como eu quero foder esses peitos.
— Por favor... — Harry suplicou.
— Ajoelha. — Louis se afastou, dando espaço para ela.
Harry não fez cerimônia, ela se ajoelhou, e juntou os seios sensíveis entre os dedos, os mantendo unidos, formando uma passagem para Louis. Ele segurou o pescoço de Harry, erguendo até que seus olhos se encontrassem. A boca rosada entreaberta, os olhos verdes, como uma floresta, mais claros, revelavam o quão perto ela já estava.
— Abre. — Louis ordenou, e Harry obedeceu, abrindo a boca.
Louis deixou a saliva escorrer da sua boca para a dela, que engoliu satisfeita, quase ronronando.
— Mesmo depois de todo esse tempo, você continua sendo uma vagabunda, Haz!
Por fim, ele segurou a base de seu pau, alinhando na abertura apertada e macia que Harry formava com os seios. Saliva escorreu pela ponta quando Harry estendeu a língua, tentando lubrificar a passagem.
A glande de Louis aparecia o suficiente para que uma pequena gota de pré-gozo se formasse e caísse no peito dela.
Enquanto Louis se afastava e avançava com estocadas lentas, Harry mantinha a língua para fora, lambendo a ponta sempre que ela passava. Isso arrancou um gemido satisfeito de Louis, que começou a acelerar o ritmo.
A saliva foi suficiente para começar, e a própria lubrificação natural de Harry o mantinha escorregadio enquanto Louis continuava a foder entre seus seios.
O atrito fazia os mamilos de Harry, já sensíveis, endurecerem novamente. Ela gemia baixinho, apertando os seios com mais força enquanto lambia a ponta do pau de Louis. O gosto salgado e almiscarado de seu sêmen deixava a mente de Harry em branco, a fazendo se perder por um momento.
Tomlinson acelerou ainda mais suas estocadas, seus gemidos se tornando mais constantes e ásperos. Era difícil descrever, mas Louis sentia seu pau pulsando entre os seios de Harry.
Quando Harry notou a respiração cada vez mais acelerada e entrecortada de Louis, um sorriso maldoso apareceu em seus lábios. Com um movimento rápido, sua mão agarrou a base do pau de Louis, apertando com firmeza.
O homem, quase choramingando, teve seu orgasmo interrompido. Seu membro pulsou violentamente, estremecendo e pressionando contra o mamilo de Harry, que o esfregava intencionalmente contra a fenda úmida.
— Ainda não, não aqui. — Harry provocou, dando uma lambida rápida, antes de se levantar.
Algo obscuro brilhou nos olhos de Louis diante daquela provocação, um sorriso sacana cruzando seu rosto. Eles voltaram a se beijar com ainda mais fome do que antes.
Louis agarrou o único pedaço de tecido que ainda cobria Harry, rasgando a renda frágil até reduzi-la a farrapos. Com isso, ela o guiou até seu quarto, a urgência entre os dois crescendo a cada toque, seus corpos cada vez mais molhados pelo desejo que pulsava através de suas peles.
As pernas de Harry estavam novamente abertas quando Louis deixou sua boca e começou a descer pelo corpo dela, sugando, mordendo e apertando com as mãos. A buceta de Harry estava encharcada, sua lubrificação natural escorrendo pelas coxas, formando uma tremenda de uma bagunça molhada e excitante pra caralho.
A língua de Louis deslizou do clitóris até a entrada, arrancando um gemido alto e arrastado de Harry.
— Porra, essa buceta continua com o gosto tão bom quanto antes... — Louis se levantou de repente, deixando Harry confusa. — Mas sabe o que ficaria ainda melhor? — Ele disse, com um ar de mistério, voltando a se ajoelhar, aparentemente sem nada nas mãos, antes de retomar o trabalho em sua intimidade.
Os olhos de Harry se fecharam, os quadris movendo-se no mesmo ritmo que os lábios de Louis, até que a sensação tomou conta de seu corpo.
— Ah, Louis... — Harry gritou alto, arrepiada, puxando os cabelos dele com força. Louis se afundou ainda mais em sua buceta, sugando o máximo possível do sabor doce que lembrava cerejas. — Foda-se — ela gemeu, perdida no prazer.
A sensação gelada do gelo pressionando o clitóris de Harry enviava uma onda de frio intenso pela sua pélvis, subindo por sua espinha. A dor pungente logo se transformava em prazer, e seu corpo se contorcia enquanto Louis mergulhava a língua no gosto de Harry, a deixando alucinada. O choque de temperaturas fazia o gelo derreter, e a água escorria pelos lábios de Louis.
A boca de Harry permanecia entreaberta, as pernas se contraindo e os dedos dos pés se curvando de prazer.
— Louis! — Harry gritava em meio aos soluços, tentando instintivamente fechar as pernas, mas elas eram imediatamente empurradas para se abrirem novamente por mãos firmes. Louis levantou a perna direita dela sobre seu ombro, enquanto mantinha a outra travada aberta com o cotovelo, expondo ainda mais sua buceta.
Harry arfava e gemia quando o gelo era rolado e pressionado contra seu clitóris, Louis traçando círculos com ele sobre o pequeno broto, aumentando o prazer e o tormento que a faziam sussurrar e se contorcer sob o toque dele.
Louis alternava entre o gelo e o calor de sua boca, prendendo Harry em um ciclo vicioso de sensações inebriantes: a pressão lenta, fria e rolante do gelo seguida pelo movimento rápido e quente de sua língua. Harry sentia o orgasmo crescendo em sua barriga novamente, mas então Louis se afastou mais uma vez.
— Nããão... — Harry soluçou fracamente, parecendo à beira das lágrimas.
— Shhh, querida. Vou colocar.
Harry congelou.
— O—o gelo? — Ela estremeceu, mas no fundo sabia que confiava em Louis, e ele jamais faria algo para machucá-la.
— Sim. Quero beber da sua buceta. Hoje, ela vai ser meu vinho de cereja.
Uma onda de calor e arrepios disparou diretamente pela espinha de Harry. Palavras e a respiração morreram em sua garganta, seu corpo vibrando de expectativa e excitação.
Louis beijou suavemente a parte interna da coxa de Harry, tentando relaxá-la.
— Confia em mim? — Ele perguntou, e ela assentiu rapidamente, ansiosa.
— Sempre. — Ela sussura.
— Você é tão gostosa, baby, sabia disso? — Louis sussurrou, sua voz rouca e carregada de desejo, o que fez Harry se sentir ainda mais vulnerável e entregue.
Ela mal tem tempo de responder antes de o ar ser arrancado de seus pulmões. A bola fria e úmida, agora pequena e maleável, desliza provocante ao longo da sua buceta sensibilizada. Louis a movimenta para cima e para baixo, do seu buraco ao clitóris, até finalmente empurrá-la para dentro com a ponta de um dedo.
Harry solta um gemido profundo enquanto o gelo é empurrado ainda mais fundo em seu corpo, os dedos de Louis aninhados no calor infernal de seu núcleo ardente. O frio, dentro de um lugar tão sensível, parecia queimar, provocando sensações únicas e inexplicáveis.
— Louis! Ah, isso é… ah! — Suas pernas chutam, sua bunda empinada se contorce, lutando contra a intensidade da sensação, mas o gelo está lá, dentro.
— Como é essa sensação, baby? — Louis abre suas pernas novamente, e Harry quase ronrona de alívio ao sentir as baforadas quentes contra sua entrada encharcada.
— Louis, eu preciso de você… — Ela murmura, quase chorosa de tanto tesão. O prazer é insano, inacreditável.
Louis não resiste ao seu drink de uísque e, após um gole, lambe lentamente a buceta de Harry, sua língua deslizando com firmeza. Ele suga com a ponta da língua antes de mergulhar profundamente, girando-a e mordiscando o clitóris. O gemido rouco de prazer que ele solta, intensificado pelo sabor, é abafado pelo grito de Harry, mas as vibrações de Louis são sentidas profundamente em sua entrada. Ele suga tudo, o gosto de Harry misturado com o gelo derretido lembrava um vinho de cereja perfeito.
As coxas de Harry apertam ao redor da cabeça de Louis enquanto ele continua brincando, acariciando e chacoalhando, lambendo os últimos vestígios de gelo derretido dentro dela.
Louis se levanta, puxando ela mais para perto, suas mãos deslizando pela cinturinha fina de Harry.
— Minha vadiazinha suja. — Louis dá um tapa firme na bunda dela, o som ecoando pela suíte, seguido de outro tapa no peito, estalando alto. Os gemidos que escapam da boca de Harry são altos demais, quase capazes de atravessar as paredes. É provável que o síndico na portaria receba reclamações sobre os "barulhos agitados" no apartamento 291.
Louis agarrou os quadris de Harry, pressionando seu pau entre as pernas dela, roçando-o ao longo de sua entrada. A ponta provocava deliciosamente o clitóris com o atrito intenso.
Harry ergueu uma perna, envolvendo o quadril de Louis, aumentando o contato entre os corpos.
— Hm... — Harry gemeu, sentindo o pau grosso deslizar contra seus lábios, pressionando com a cabecinha molhada sua entrada apertada.
Quase como se fosse virgem de novo, após o divórcio.
— Ah, Louis, seu pau é tão bom... — Ela murmurou, e antes que ele pudesse responder, Louis bateu seu pau contra a entrada encharcada dela, afundando fundo e firme, com força e velocidade.
Isso tirou o fôlego dos pulmões de Harry que soltou o grito que fora abafado pelas bocas estarem unidas. Styles não teve tempo de se recuperar, Louis mantinha uma mão firme na coxa levantada de Harry e a outra segurava seu queixo, forçando os olhos dela a permanecerem fixos nos dele, enquanto ele entrava e saía em estocadas rápidas e precisas.
Era uma sensação única, intensa. Louis não apenas tomava seu corpo, mas também deixava claro, através do olhar, o quanto ela ainda era importante para ele.
A cada puxada para fora, o prazer aumentava. A buceta de Harry envolvia o membro de Louis, apertando e sugando, contraindo ao redor dele, em uma mistura de prazer e desejo insaciável.
Louis deixou apenas a ponta dentro dela antes de puxar para fora e voltar com tudo para o calor úmido e ardente. Isso deixava ambos perigosamente perto do limite. Harry mal tinha consciência dos próprios gemidos, e Louis já não conseguia mais controlar os seus.
— Caralho, isso é fodido demais. Sua bunda é gostosa demais, baby. — Louis murmurou, dando um tapa forte na coxa de Harry, que gemeu contra o pescoço dele, apertando-o ainda mais contra si. — Essa buceta me suga de um jeito tão bom.
Styles mordeu a pele do pescoço dele, tentando se segurar. A maneira como Louis falava, somada à sensibilidade da sua entrada, que ele atingia repetidamente de forma impiedosa, fazia Harry ver estrelas.
— Louis... — Ela gemeu, o cérebro tomado pelos sons dos quadris dele se chocando contra sua bunda, as bolas cheias batendo de maneira deliciosa, fazendo-a rebolar a cada impacto. — Aaah, Louis... Fode, fode, fode...
O centro de Harry borbulhava de um jeito novo, e Louis desceu a mão até o clitóris dela. Ela soltou um grito, se remexendo, enquanto seu ponto sensível inchado quase pulsava sob os dedos dele. A sensação fez a agonia prazerosa crescer, seus dedos dos pés se curvando.
As estocadas de Louis começaram a perder o ritmo, ficando mais lentas, mas cada vez mais firmes, quase saindo para entrar de novo com força. Então, ele juntou sua mão à dela, esfregando dois dedos para cima e para baixo em seu clitóris.
— Me diz o que você quer, amor.
— Eu... Hnghh — Harry mal conseguiu completar a frase antes de ser tomada pela agonia do prazer. Ela gozou intensamente no pau de Louis, gritando e choramingando a cada movimento, sentindo o jorro quente saindo de seu centro pulsante.
Os gemidos de Harry eram incontroláveis, seus quadris se afastando do estímulo enquanto a sensibilidade a deixava completamente vulnerável. Era um ataque de prazer tão forte que ela mal conseguia formar palavras.
Ela já havia sido superestimulada antes, especialmente por Louis, mas nunca daquela forma.
— Oh, caralho- — Louis gemeu ao sentir a entrada de Harry o apertar ainda mais, sufocando seu pau sensível, forçando ele a parar enquanto espasmos percorriam seu corpo. Mesmo assim, seus dedos continuavam esfregando o clitóris de Harry, prolongando o seu orgasmo.
Ele já a tinha visto gozar muitas vezes, mas aquela foi, sem dúvida, uma das mais lindas.
Mais líquido escorria de Harry, suas coxas encharcadas enquanto Louis continuava se movendo, buscando seu próprio prazer. Ele se derramou dentro de Harry, que assentia, incentivando-o a continuar, a usá-la até o limite.
Louis não demorou a seguir, e segundos depois, com o coração acelerado, ele se perdeu no momento. Seu pau pulsou dentro de Harry, e logo vieram os jatos quentes de porra, preenchendo-a até a borda. O clitóris de Harry ainda vibrava, e o batimento cardíaco desenfreado a levou a gozar novamente, forçando o membro de Louis a escorregar para fora de si.
Tomlinson, ainda imerso nas ondas do orgasmo, mal percebeu quando Harry se ajoelhou e tomou seu pau na boca, chupando com fome, desejando o gosto dele em sua língua. A dor e a sensibilidade quase o fizeram chorar, era um prazer quase insuportável. Harry saboreava cada gota, o gosto de Louis impregnando seu paladar.
Louis veio de novo, soltando um grito rouco e estrondoso, enchendo a boca de Harry até transbordar, o líquido esbranquiçado escorrendo por seus lábios. Com um toque suave, Harry recolheu a linha de esperma com o dedão e a levou de volta à boca, sugando devagar.
— Puta que pariu... — Louis murmurou, puxando Harry para cima e beijando-a com força.
Minutos se passaram, o calor do quarto ainda impregnado em seus corpos suados. Louis se deitou ao lado de Harry, ambos respirando com dificuldade, os corpos tremendo das últimas ondas de prazer. A luz suave da manhã começava a invadir pelas frestas das cortinas, envolvendo-os em uma atmosfera tranquila e íntima.
Harry, com os cabelos desgrenhados e um sorriso tímido nos lábios, se virou para Louis. Ela tocou suavemente o peito dele, sentindo o batimento acelerado sob sua palma. Louis pegou a mão de Harry e beijou seus dedos, um a um, de forma lenta e carinhosa.
— Eu senti tanto a sua falta, Harry... — ele murmurou, a voz rouca do esforço e da emoção.
Harry sorriu, sentindo o peso daquelas palavras. Eles haviam passado por um período difícil, uma separação dolorosa, mas agora, tudo parecia se encaixar novamente. O vazio que Harry sentia desde que Louis havia partido parecia finalmente preenchido.
— Eu também senti sua falta, Lou. Tanto... — ela respondeu, a voz dela trêmula com a intensidade do momento. Seus olhos se encheram de lágrimas, mas dessa vez eram de alegria, não de tristeza.
Louis a puxou para mais perto, seu corpo se moldando ao de Harry como se nunca tivessem se separado. Eles ficaram assim por alguns minutos, respirando juntos.
Algumas semanas seguintes, com a luz do final de tarde começando a dourar o apartamento que ambos conseguiram juntos. Louis e Harry permaneciam juntos no sofá da sala. O ambiente estava silencioso, exceto pela respiração tranquila dos dois, que agora pareciam em paz, reconectados depois de tanto tempo separados. Harry repousava com a cabeça no ombro de Louis, sentindo a segurança daquele momento.
— Eu ainda não acredito que estamos aqui... juntos de novo — murmurou Harry, olhando para a mão de Louis entrelaçada com a sua. As alianças brilhavam com a luz refletida das janelas.
Louis sorriu, passando os dedos suavemente pela pele macia dela.
— Não vou mais te perder. Nunca mais.
O silêncio reconfortante foi interrompido de repente pelo som de vozes vindo da entrada. As portas da frente se abriram com um estrondo, seguidas de risadas e o barulho familiar das malas sendo arrastadas pelo chão de madeira.
— Eu te disse que aquela loja em Paris era incrível! — exclamou Sophie, a filha mais velha, com uma voz empolgada.
— Eu sei! Não acredito que comprei três jaquetas! E todas diferentes! — Respondeu Lila, a mais nova, rindo ao relembrar suas aventuras de compras durante a viagem à Europa. A irmã de Louis levou as meninas para sessões intermináveis de dias de garotas no shopping center.
Louis e Harry se entreolharam por um momento, congelados no sofá, antes de se levantarem apressadamente. As meninas não sabiam que os pais estavam juntos novamente, e a surpresa que estava prestes a acontecer causava um frio na barriga de ambos.
— Soph, você exagera sempre, e ainda reclama quando a mala não fecha — Lila provocou, empurrando a irmã levemente enquanto tirava os tênis na entrada. — Mamãe vai ficar louca com a quantidade de roupas que trouxemos!
As duas riam enquanto colocavam as malas no chão da sala, ainda de costas para os pais. Louis e Harry observavam em silêncio por um breve segundo, até que Soph se virou, e o sorriso dela congelou no rosto ao ver os dois lado a lado.
— O que... — Soph começou, os olhos se arregalando.
Lila, que estava tirando o casaco, percebeu a reação da irmã e também se virou rapidamente. Seu queixo caiu, completamente atordoada. Louis e Harry estavam juntos, em casa, lado a lado, como nos velhos tempos. Era algo que as duas meninas não viam há meses.
— Vocês... — Sophie tentou falar, mas a surpresa parecia ter travado sua voz.
— Voltaram? — Lila completou a frase, os olhos brilhando de uma mistura de choque e alegria.
Harry, com um sorriso nervoso e emocionado, deu um passo à frente.
— Sim, meninas. Nós voltamos.
— Isso é real? — Sophie perguntou, ainda desacreditada, mas com um brilho de esperança no olhar.
Louis deu um passo em direção às filhas, os olhos suavemente marejados.
— É real, querida. E, dessa vez, pra valer.
Lila soltou uma risada nervosa, quase sem acreditar, e correu para abraçar os pais, se jogando nos braços de Louis primeiro, depois de Harry. Sophie logo a seguiu, e o abraço familiar foi reconfortante, como um laço que finalmente estava sendo reatado.
Sophie era a imagem de Louis, com olhos azuis profundos que refletiam a intensidade do pai. Seus lábios finos e sobrancelhas retas lembravam os da mãe, Harry. Pequenas sardas na altura das bochechas, herdadas de Louis, e um nariz de botão lhe conferiam um ar inocente. Seus cílios longos emolduravam o olhar, enquanto sua pele bronzeada brilhava sob a luz. Os cabelos lisos e castanhos escuros completavam sua aparência. Sua personalidade doce e amorosa era uma herança da mãe, Harry, que também era festeira e cheia de vida.
Lila, por outro lado, era mais parecida com Harry, ostentando cabelos castanhos claros com ondulações nas pontas. Suas covinhas apareciam quando ela sorria, e seus olhos verdes vibrantes refletiam a vivacidade da mãe. Os lábios cheios e as sobrancelhas arqueadas, herdados do pai, Louis, davam a ela um toque especial. Seu nariz reto e afilado era um traço marcante. Com uma personalidade mais reservada e tranquila, Lila exibia características de Louis, contrastando com a energia festiva de sua irmã.
— Não acredito! Isso é tão... tão... — Lila falava, mas a emoção a impedia de continuar. Seus olhos estavam cheios de lágrimas de felicidade.
Lila, mais contida, se afastou um pouco, secando os olhos disfarçadamente.
— Mamãe... Papai... Vocês não têm ideia do quanto nós queríamos isso.
Harry sentiu o coração apertar ao ouvir aquilo. Sabia o quanto as filhas tinham sofrido com a separação, e agora, tudo parecia estar voltando ao lugar certo.
— E vocês chegaram bem? Como foi a viagem? — Harry perguntou, tentando aliviar a tensão emocional com uma mudança de assunto.
Lila deu um risinho.
— Foi incrível! Compramos tantas coisas! E Sophie gastou todo o dinheiro em roupas, como sempre.
Sophie fez uma careta para a irmã, mas sorriu logo em seguida.
— Pelo menos eu vou ser a mais estilosa da escola.
Louis riu, aliviado por ver a leveza voltar à conversa.
— Parece que a viagem foi boa, então.
— Foi ótima! Mas isso aqui... — Sophie apontou para os dois pais juntos. — Isso supera tudo. Vocês voltaram antes da gente? Como foi isso? Conta tudo!
Harry olhou para Louis, ambos compartilhando um olhar de cumplicidade. — Não tem muito segredo. Nós percebemos que não queríamos mais ficar separados. Foi difícil, mas... — ela hesitou, tentando encontrar as palavras certas. — Eu amo o seu pai. E ele me ama. Isso foi o que fez a diferença.
Louis assentiu, completando.
— Às vezes, é preciso errar pra entender o que realmente importa. E o que importa somos nós, essa família.
As meninas se entreolharam, os sorrisos de felicidade estampados em seus rostos.
— Acho que podemos comemorar, então! — Soph disse, animada. — Mamãe, você sempre prepara algo especial quando quer dar boas notícias!
Harry riu.
— Já estou pensando nisso. Que tal a gente fazer um jantar todos juntos? Algo especial pra marcar esse momento.
Lila concordou, sorrindo.
— Sim! E depois contamos mais sobre a viagem. Vocês não vão acreditar em algumas das coisas que aconteceram!
O ambiente estava leve, repleto de risadas e sorrisos, como se um novo começo estivesse se desenhando. Enquanto Harry começava a separar os ingredientes para o jantar na cozinha, Louis foi até a sala com as meninas, ajudando-as a organizar as malas e perguntando sobre as aventuras delas em Paris.
— E o que vocês mais gostaram? — Perguntou Louis, curioso.
— Ah, definitivamente a Torre Eiffel à noite! — Soph disse, animada. — E a comida! Vocês precisam experimentar o croissant de lá!
Sophie balançou a cabeça.
— Paris é incrível, mas acho que amei mais o Louvre. Vocês sabem que eu adoro arte. Inclusive, mamãe e papai, trouxe presentes! — Disse Sophie, com um sorriso travesso, correndo até a mala.
Lila olhou para a irmã, curiosa, enquanto Sophie tirava dois pacotinhos embrulhados em papel colorido. Harry e Louis se entreolharam, surpresos e comovidos.
— Vocês compraram presentes? — Perguntou Harry, enquanto Sophie se aproximava com os embrulhos.
— Claro! Não podíamos voltar de Paris sem algo especial pra vocês! — Disse Sophie, entregando um dos pacotes para Harry e outro para Louis.
Harry abriu o presente primeiro, um sorriso se formando em seus lábios ao ver o conteúdo. Era uma caneca com a frase "meilleure maman du monde" (a melhor mãe do mundo) escrita em um estilo delicado, com desenhos sutis em torno das palavras.
— Ah, meninas... — Harry murmurou, visivelmente emocionada. Ela passou os dedos suavemente pela caneca, como se estivesse absorvendo o carinho por trás do presente. — Isso é tão lindo. Eu amo vocês.
Louis, ao seu lado, também abriu o presente e soltou uma risada divertida ao ver um boné preto com a frase "meilleur papa du monde" (o melhor pai do mundo) bordada na frente. Ele imediatamente colocou o boné na cabeça e olhou para as meninas com um sorriso orgulhoso.
— Acho que vocês acertaram em cheio. — Louis riu, ajustando o boné com as mãos. — Ficou perfeito, não acham?
— Ficou ótimo! — Lila respondeu, rindo enquanto dava um passo para trás e observava os pais. — Agora estão oficialmente equipados como os melhores pais do mundo. Isso é uma verdade que todos podem ver!
Harry e Louis se entreolharam, mas a troca de olhares disse muito mais do que palavras. Harry abaixou os olhos rapidamente, submissa ao olhar firme e decidido de Louis. Sabia que ele jamais usaria aquele boné na rua, mas algo na maneira como o acessório repousava na cabeça dele o deixava absurdamente atraente.
Harry desviou o olhar, tentando se concentrar nas filhas, enquanto Louis disfarçava um sorriso de lado, percebendo o efeito que causava nela.
— Esse presente é mais do que eu poderia pedir. — Harry sorriu, agora com os olhos marejados, segurando a caneca como se fosse um tesouro. — Não sei se sou a melhor mãe do mundo, mas com certeza tenho as melhores filhas.
Louis assentiu, puxando Sophie e Lila para um abraço. — E os melhores pais também têm as melhores filhas, disso não tenho dúvidas.
As meninas se apertaram contra os pais, e o abraço familiar parecia consolidar ainda mais a sensação de que, finalmente, a família estava completa de novo.
— Sabe, eu acho que a gente deveria fazer mais viagens assim, só nós quatro. — Sugeriu Lila, sua voz abafada no meio do abraço. — Talvez para algum lugar onde a gente possa surfar... ou fazer trilhas!
Louis riu.
— Eu topo. Mas talvez possamos começar por algo mais perto. Uma viagem para a praia, quem sabe?
Sophie, sempre mais prática, se afastou um pouco, rindo.
— Eu só preciso garantir que as próximas viagens incluam boas lojas. Mas sim, eu topo qualquer coisa se estivermos juntos.
Harry olhou para cada um deles e sentiu uma paz imensa. Tudo pelo que tinham passado parecia finalmente fazer sentido. As dificuldades, as incertezas... tudo os havia levado de volta para aquele momento. A casa, cheia de risadas e conversas animadas, parecia viva de novo. O vazio que a separação havia trazido agora era preenchido pelo amor renovado.
— Sabem de uma coisa? — Disse Harry, sorrindo enquanto colocava a caneca sobre a mesa. — Vamos fazer essa noite especial. Depois do jantar, que tal assistirmos a um filme juntos? Só nós quatro, como nos velhos tempos.
— Ótima ideia! — Lila concordou, animada. — E eu escolho o filme desta vez!
Louis revirou os olhos de brincadeira, abraçando as filhas pelos ombros. — Desde que não seja um daqueles documentários longos que você adora, estamos dentro.
Soph riu, empolgada.
— Eu topo qualquer coisa, desde que tenha pipoca!
Enquanto todos riam e se preparavam para a noite que prometia ser cheia de histórias e lembranças, Harry ficou um momento em silêncio, observando sua família. Pela primeira vez em muito tempo, o futuro parecia brilhante. A casa estava cheia de vida novamente, e eles estavam juntos.
E assim, enquanto o cheiro do jantar se espalhava pela cozinha e o riso das meninas ecoava pelos corredores, Harry e Louis sabiam que, apesar de tudo o que haviam passado, eles haviam encontrado o caminho de volta um para o outro e para as filhas.
Aquela era a verdadeira definição de lar.
Obrigada pela sua leitura, e por favor, me deixem saber as suas opiniões.
Harry, o chefe do tráfico de drogas, e Louis, um dos grandes nomes do mercado de armas, são inimigos mortais e vivem se enfrentando.
Mas, quando o tesão fala mais alto, eles se encontram em um quarto de hotel privado, onde a rivalidade dá lugar a um jogo intenso de poder e desejo.
Em vez de lutar, eles se entregam a uma noite de prazer, revelando um lado inesperado da sua animosidade.
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O celular de Louis tocou com uma nova mensagem, mas ele não demonstrou emoção ao ver de relance a tela acender com a notificação de um número desconhecido, que ele nem mesmo se deu ao trabalho de salvar o contato.
Qual nome ele colocaria ali afinal? Louis sempre sabia quem estava enviando mensagens para o seu celular particular.
As mensagens no seu número privado não eram enviadas por acaso; ele tinha um controle rígido sobre quem tinha acesso direto a ele.
E ele o tinha.
Harry.
Havia muito tempo que os dois estavam envolvidos em viagens de negócios, mal tendo tempo para se falar sem que a tensão fosse desencadeada. Os olhares trocados em cada encontro entre eles era carregado de uma hostilidade quase palpável, um jogo perigoso de provocações silenciosas e ameaças não ditas na base do pente do fuzil, era como se estivessem prontos para se enfrentarem a base de munições a qualquer momento. Ambos sabiam que, mesmo cercados por homens bem treinados e armados até os dentes, aquele confronto entre eles seria inevitável.
Louis era um dos principais mafiosos do mercado de armas, enquanto Harry dominava o submundo do tráfico de drogas. Ambos eram poderosos e temidos em seus respectivos mundos. A ideia de um confronto entre eles era assustadora, mas ao mesmo tempo excitante.
Enquanto o celular de Louis continuava a piscar com mensagens não lidas de Harry, ele sabia que a próxima vez que se encontrassem, seria o começo de uma guerra entre eles. Uma guerra que só poderia terminar com um vencedor. E Louis estava determinado a ser esse vencedor.
[ ° ]
— Você gosta, Harry? Gosta quando eu te chamo de uma das putinhas mais deliciosas de fuder? Hum? — O cacheado esfrega a bochecha nos lábios de Louis. A barba ruiva pinicando o rosto delicado e cheiroso de Harry em uma sensação relaxante. Apesar de incomodado pela comparação, Harry não queria ser alvo de semelhanças com as vadias que Louis fodia por uma noite.
Isso não.
Ele rosnou cravando as unhas no peito de Louis se impulsionando para se afastar, mas Louis o trouxe mais perto, pressionando seu peito contra o dele.
— Pensando melhor... — Louis agarra seu queixo com força e firmeza, fazendo com que o rosto de Harry se alinhasse ao seu, perto o suficiente para que ambos respirassem o mesmo ar. Louis notou o olhar de raiva e algo mais nas íris verdes flamejantes de Harry que ele não conseguiu decifrar. — Você não é minha puta. Você é a minha cachorra, sempre necessitada — Lembra se referindo a mensagem que recebeu. — Talvez da próxima vez eu até coloque uma coleira em você com meu nome cravado nela.
Cada pelo do corpo de Harry se arrepia e ele fecha os olhos. O estalo de um tapa vem seguido de um aperto em um dos lados de sua bunda empinada, fazendo com que o corpo do cacheado se impulsione para frente, quase apoiando todo o seu peso em cima de Louis.
— Você é desgraçadamente um filho da puta, Louis. — Sussurra, a voz embargada pela raiva e afetada pelo tesão.
— Eu sei disso, Клубника. — Louis riu do breve xingamento.
Os dois poderiam se odiar fora da cama, ditar a cada segundo ameaças de morte um para o outro, mas dentro de quatro paredes, Louis conhecia bem o que o corpo de Harry implorava.
Mais especificamente, o pau dele comendo a entrada apertada de maneira firme, forte, para deixá-lo insano e totalmente fora de si.
Como o momento em que Louis tinha gravado no mais profundo de suas lembranças. A vez em que Louis o comeu com tanto ódio, tanta força que proporcionou em Harry um orgasmo múltiplo, onde o cacheado não parou de tremer, gritar e gozar por longos vinte segundos de prazer intermináveis.
Louis não poderia ter visão melhor daquele corpo se contorcendo em espasmos de prazer, suando e revirando os olhos como se não se reconhecesse e não tivesse noção do espaço, muito menos do próprio quarto altamente secreto e de extremo padrão de luxo, superior ao quarto presidencial que Louis tinha e reservava para os dois em um dos hotéis do mafioso.
O quarto tinha acesso apenas a Louis ou a Harry, tanto quanto ao elevador que não tinha outra parada a não ser o local onde estavam naquele momento.
— Não se ache tão superior, Louis, eu gosto do seu pau, não de você, ainda desejo te matar de forma mais primitiva possível. — Harry esfregou o nariz contra o pescoço perfumado de Louis. — Inclusive, pare de me chamar com essa palavra que só você sabe o significado.
As mãos possessivas de Louis o puxaram para mais perto, pressionando o seu corpo contra o corpo do cacheado. A lingerie vermelha — cor preferida de Louis, e ocasionalmente, aquela peça sendo uma das favoritas dele. Obviamente, Louis nunca deixaria aquilo explícito. — fazia destaque com a pele clara, cheia de pintinhas, e o mafioso morreria e mataria para deixar, e marcar o corpo do cacheado com manchas vermelhas e roxas, para ser viável a possibilidade de expô-lo, e deixá-lo se mostrar em uma galeria de artes como uma peça exclusiva e inédita, cujo escultor e os créditos iriam somente a Louis.
Porém, os pensamentos possessivos de ver qualquer um tocá-lo com desejo, ou querer vê-lo despido como estava agora apenas para si, fazia querer e planejar bem o rumo que cada um tomaria.
Harry ondulou sua coluna, esfregando a sua ereção contra o pau duro de Louis por cima da sua calça social escura. As mãos do cacheado apertavam as costas cobertas pela camiseta social desabotoada de Louis como se tivesse a necessidade de se segurar.
Os dedos ansiosos de Harry puxavam a camiseta pelo colarinho afim de tirar e ter mais contato de pele com pele, enquanto Louis afastava a parte do sutiã que cobria e impedia que Louis tivesse um acesso direto aos peitos de Harry. O mafioso se afastou para olhá-los de maneira ampla os mamilos durinhos, e não se demorou a cravar os dedos apertando estes a fim de sentir a maciez em seus dígitos.
— Sempre tão eriçados pra mim. — O de olhos azuis sussurrou soprando uma lufada de ar quente em seguida vendo o mamilo esticar em um arrepio, o mafioso não se demorou a colocar um deles na boca. A reação de Harry não fora outra a não ser cravar as unhas pintadas de maneira perfeita em um tom de vermelho vinho nos cabelos lisos do outro e jogar a cabeça recheada de cachos longos para trás a fim de absorver tudo o que o mafioso lhe daria.
Louis chupou com fome o bico duro enquanto observava a expressão ofegante do outro empurrando o peito em direção a boca do seu então, inimigo mortal.
Louis passou a maltratar o outro enquanto apertava entre o polegar e o indicador o mamilo rosado sentindo-o escorregadio pela saliva.
Louis dobrou o seu joelho e roçou o pau duro contra a ereção que lutava para se libertar de Harry.
— Ah, Louis... — Gemeu com a voz espremida.
— O que foi, H? Hum, não está gostando? — Harry não tinha capacidade de responder nem se quisesse. A sua atenção era toda voltada ao prazer que Louis proporcionava ao apertar e torcer os seus mamilos durinhos em cada polegar e indicador. — Você quer que eu pare?
— Você não ousaria fazer isso agora. — A voz quebradissa de Harry era música aos ouvidos de Louis.
— Oh não? — O tom de deboche de Louis fez com que uma sobrancelha de Harry se erguer.
Os dedos se afastaram no mesmo segundo, e Harry observou Louis caminhar a uma das poltronas e se acomodar no assento servindo a si mesmo uma dose de uísque, e um cigarro.
Parecia a cena mais indecente do mundo, e Harry segurou um choramingou manhoso por ele ter parado.
A ereção gloriosa se espandia e lutava por espaço no meio das pernas de Louis, parecendo até maior do que Harry estava acostumado a ver, e para Louis era doloroso se segurar e não jogar aquela porra mimada e socar sem dó, nem preparo a fim de descarrega as suas bolas cheias de leite dentro do cuzinho guloso de Harry buscando fazê-lo pagar a provocação que fez o deixando duro na frente de seus sócios. Ainda por cima, aguentar uma vadia que se oferecia a ele de maneira tanto quanto suja ao ver o volume em suas calças.
— Venha até aqui. — Louis observava os olhinhos brilhantes querendo mais. E Harry sem titubear, foi. — Ajoelha e tira a minha calça. — Rolou em sua língua a ordem em uma baforada de fumaça do seu cigarro caro.
Antes que pudesse ter outra reação, Harry rapidamente se ajoelhou descendo o zíper da calça de Louis de forma delicada, sem pressa, subindo e descendo esbarrando a porra dos seus dedos na ereção dolorida, deixando Louis estremecer.
— Pare com essa porra! — Cuspiu as palavras em uma ordem.
— Ora Louis, — O olhou com os mesmo olhos que mostravam submissão, mas suas atitudes, provavam exatamente o contrário. — não tire um pouco da minha diversão.
Louis rangeu os dentes e agarrou os cachos sem nenhuma delicadeza e o trás mais próximo, seu polegar acaricia o lábio vermelho carmisim que o lembravam morangos maduros e doces. Harry não demorou a abri-los e Louis não demorou nada a enfiar o polegar entre eles naquele calor aconchegante, imaginando aqueles mesmo ao redor do seu pau.
— Quando eu mandar você fazer algo, faça. Eu mando e você obedece. Achei que isso estivesse claro entre nós, Клубника. Então, tira. A. Porra. Da. Minha. Calça. — Louis colocou mais 3 de seus dedos na boca de Harry indo até o fundo. — Seja obediente, querido. — Os olhos de Harry lacrimejavam de prazer e ódio enquanto a língua rodopiava em volta dos dedos de Louis.
Ele desejava mais. Harry sempre desejava mais.
As calças são tiradas, e o pau de Louis salta livremente, Harry não demora a pegar na ereção gloriosa que além da pré-porra brilhando na ponta, o pau grosso, cheio de veias trazia um objeto brilhoso que sempre fora o ponto fraco de Harry.
Louis tinha a porra de um piercing no pau.
E ele se recorda perfeitamente quando virá isso pela primeira vez, um dos dias furtivos que se encontraram para se saciarem um no corpo do outro.
"As mãos ansiosas de Harry trabalhavam para tirar o cinto de Louis, e assim que desceu o zíper, puxou as calças do outro para baixo deixando o pau tão bonito e grosso do outro livre, Harry ficará surpreso ao avistar e encarar o falo com curiosidade, o piercing de diamante brilhava, e Harry brincava com ele.
— Você já terminou? — Pergunta de maneira irônica em referência ao seu piercing, onde o cacheado colocava entre os seus dedos e dava algumas leves puxadinhas. Louis acima encarava Harry com tédio.
— Doeu? Para furar? — Harry pergunta. Louis parou e observou Harry por alguns segundos.
Ele estava vidrado no seu pau.
— Eu estava chapado, então não doeu tanto como doaria se estivesse sóbrio. — Fez pouco caso.
— Tem alguma diferença no sexo? Com ou sem? — Pergunta com os olhos curiosos e intrigados.
— Pra mim não, só quando brincam com a língua enquanto estão com o meu pau na boca. Dá mais tesão.
Mais tarde naquele mesmo dia, Harry chupava o pau de Louis enquanto tinha o cinto do mafioso enrolado em seu pescoço."
O cacheado acaricia com cuidado, passando o dedo de forma gentil na cabeça espalhando tudo o que ele já soltou de prazer por si. O punho de Louis enrola os cabelos de Harry trazendo o seu rosto pra bem perto do pau.
Os olhos verdes encaram os azuis de forma inocente e Harry distribuí pequenas lambidinhas tímidas na cabeça, capturando o princípio do gosto de Louis. O cacheado coloca a cabecinha na boca e chupa, passa a língua na fenda vendo Louis estremecer, além de sugar e brincar com o piercing deixando o outro ofegante soltando um suspiro de prazer genuíno.
Harry sempre fora bom com os lábios.
O de olhos verdes colocou mais do membro duro na boca, chupando como um picolé em dia de calor afim de se refrescar, em seguida segurou acariando e apertando de leve as bolas cheias de Louis com uma mão enquanto a outra se mantinha na base do pau.
Sem tirar os olhos do mafioso, Harry levou o membro até a garganta emitindo um gemido sufocado que fez Louis ferver de tesão. Sem perder tempo, ele juntou os cachos de Harry em um rabo de cavalo, apertando-os com força enquanto o cacheado descia para chupar suas bolas, prontas para esporrar naquela cara que parecia tão inocente.
Os lábios de Harry contornavam o pau de Louis de forma imoral, a cena mais suja que ele já havia visto. Seus olhos permaneciam conectados, um desafio explícito, enquanto Louis apertava os cachos de forma autoritária e possessiva. A raiva crescia em seus olhos ao ver como Harry aguentava tudo tão bem, sem engasgar, e ainda se esfregava de maneira sedenta em sua perna.
A calcinha de Harry estava tão molhada como se Louis tivesse chupado seu pau. O mafioso agarrou seu queixo, o mantendo imóvel, e começou a estocar naquela boca suave como veludo. O de olhos azuis soltava respirações longas; Louis nunca fora de gemer alto o suficiente para o parceiro escutar, mas seu fôlego o entregava: as respirações profundas, o estremecimento de seu corpo, o pau latejando de tão duro. Estava tão molhado dentro da boca de Harry que ele teve a ligeira impressão de que Louis havia gozado, mas sabia que não, porque a expressão do mafioso se transformaria na mais bela imagem que, na opinião de Harry, deveria ser emoldurada.
E porra, como aquilo era delicioso.
Louis acelerou o ritmo das estocadas profundas, impulsionando o quadril com força. Ambos sabiam que o mais velho não demoraria a gozar. O atrito do pau esfolando a boca macia de Harry era absurdo.
— Quero que goze na minha boca — Harry ditou.
— Implore — Louis respondeu com autoridade.
"Pode fazer o que quiser comigo."
— Eu quero que você me faça perder o ar e que só pare de foder minha boca depois de gozar nela inteira. Quero engolir tudo enquanto te vejo gemer de tesão ao me ter assim... tão entregue e obediente a você. Só a você, querido.
Louis contraiu o maxilar e afundou o pau, que latejava de forma quase dolorosa, novamente na garganta sensível de Harry.
Louis flexionou o quadril, gozando e esporrando tão fundo que, por um segundo, pensou que o cacheado pudesse se engasgar com a quantidade de porra que saía de seu pau, mas esta foi engolida com rapidez pelo mais novo.
Harry continuou mamando até sugar tudo, prolongando o prazer de Louis, engolindo com pressa toda a porra que ele soltava. O tremor nas coxas do mafioso excitava Harry ainda mais. Seus olhares permaneciam fixos, e a forma como Harry brincava e sugava gostoso o piercing fez Louis estremecer.
Louis pegou o pau sensível e deu leves batidas no rosto do mais novo, deixando pequenas marcas molhadas nas bochechas rosadas.
Harry se levantou, virou de costas e caminhou até a cama. A bunda cheia e a calcinha de renda presa entre as nádegas faziam a mente de Louis imaginar todas as posições em que o comeria da maneira mais suja possível.
Harry virou de frente para ele novamente, tirando a calcinha, o único tecido que ainda vestia, ficando totalmente exposto. Nu.
Louis observava tudo em silêncio.
As pernas de Louis estavam abertas e seu pau, duro novamente, apontava para cima.
A cena era enloquecedora.
— Vista de novo. — ordenou Louis, sua voz profunda e rouca ecoando pelo quarto, fazendo Harry se arrepiar enquanto o encarava com fome.
— O quê...?
— Coloque a calcinha de novo. Eu não mandei você tirar. — Louis repetiu, desviando os olhos enquanto pegava mais um de seus cigarros caros e o acendia.
Com as pernas mais relaxadas e o pau para fora, Louis tragava o cigarro. Harry imaginava que apenas aquela cena poderia fazê-lo ter um orgasmo.
— É sério? Você quer que eu coloque só para você tirar? — Harry perguntou, pegando a calcinha que estava no tapete.
Louis deu uma tragada profunda, soltou a fumaça pelas narinas, apagou o cigarro e se levantou, caminhando lentamente até Harry.
Ele agarrou o rosto de Harry com força, trazendo-o perto o suficiente para que seus olhos se encontrassem, ambos flamejando de desejo. Os dois já não aguentavam mais a provocação, mas sabiam que isso era o que os excitava ainda mais.
Harry conhecia bem como Louis funcionava, e isso sempre o deixava mais excitado.
— Achei que já tínhamos tido essa conversa antes, Harry. — disse Louis, seu sotaque russo puxando ao pronunciar o nome do mais novo.
Harry sentiu-se vazando, o pau já envergado e dolorosamente esquecido entre as pernas. Colocar a calcinha novamente foi um sacrifício. Qualquer contato sobre ele o faria jorrar porra.
— Mas, pelo visto, você nunca aprende — disse Louis, tirando sua calça e jogando-a no chão antes de lançar Harry de costas na cama. Ele se arrastou por cima do corpo do cacheado, que se acomodava na cama, puxando o próprio corpo para cima. — Já que você parece tão sedento que é capaz de me mandar uma foto vestido com essa porra, vai ter que aguentar meu pau enterrado nessa sua bunda com ela.
Harry choramingou quando Louis mordiscou seu lóbulo da orelha, descendo com mordidas violentas e sugadas em seu pescoço, tirando o fôlego dos pulmões do mais novo.
— Louis... — Os dedos de Harry cravaram-se nos cabelos de Louis, puxando e acariciando desde a raiz até as pontas, em um gesto de carinho, contrastando com o desejo desesperado que seu corpo clamava.
O cabelo de Louis, alto em cima e curto nas laterais, o deixava tão bonito. Mesmo depois de meses sem se verem, sem estarem como estavam naquele momento, o tesão de Harry por Louis só havia crescido.
De repente, a ideia de ser fodido até beirar a inconsciência parecia bastante atraente naquele instante.
O quadril nu de Louis roçou contra o pau coberto pela renda delicada da calcinha de Harry, fazendo-o arfar de modo sôfrego no ouvido de Louis.
Os chupões e mordidas violentas subiram desde o pescoço até o maxilar de Harry. Louis passou a língua pela pele sensível, afundando os dentes logo em seguida e chupando, deixando uma marca vermelha que provavelmente se transformaria em um roxo profundo logo depois.
Os lábios de Louis roçaram contra os de Harry, que lhe lembravam muito morangos, tanto na cor quanto no sabor. Parecia que as únicas refeições de Harry eram essas frutas. Isso deixava Louis frustrado, porque não era para ser assim.
O mafioso agarrou o lábio inferior de Harry, puxando-o para os seus e mordiscando, como se pudesse ter um pouco mais daquele gosto tão bom. Era para ser doloroso, mas, para Harry, a dor se transformava em puro prazer.
Louis maltratava seus lábios com os dentes, sugando e chupando até o limite, absorvendo tudo o que queria. Suas mãos possessivas escorregaram do abdômen de Harry até sua cintura, a marcando com força, fazendo o cacheado se contorcer contra os lençóis macios, enquanto sua ereção continuava completamente esquecida.
Louis afastou a calcinha do pau de Harry e agarrou o membro vermelho, começando a masturbá-lo. Harry gritou alto devido à sensibilidade do pau duro e pesado contra sua barriga, choramingando e se contorcendo embaixo de Louis.
— Ah, Louis... — gemeu Harry, mas o mafioso desceu a mão com força em sua coxa desnuda, que ficou vermelha e marcada em segundos, quase como uma tatuagem feita pelos dedos de Louis.
Harry apoiava a bochecha contra os lábios de Louis, tão próximos que, de vez em quando, se roçavam e se pressionavam de forma gostosa, criando um ambiente ao mesmo tempo íntimo e intimidador.
Afinal, não era sempre que suas vontades e desejos se encontravam assim, sem barreiras. Eles estavam em um ambiente sem seguranças armados ao redor, sem se enfrentarem à base de fuzis, sem qualquer risco eminente. Apenas eles dois, sem que precisassem prever o próximo movimento um do outro.
Harry sentia os dedos molhados de Louis cavando sua entrada, enquanto a outra mão estimulava seu pau. Os dedos se afundavam em sua bunda, roçando de maneira provocante até finalmente penetrarem, indo e vindo num ritmo que fazia Harry tremer de prazer.
O ar cheirava a pecado, pura luxúria, como se os gemidos e grunhidos de ambos pintassem as paredes com desejo e prazer cru.
Finalmente, Louis afastou as mãos de Harry e o virou de bruços. A maldita calcinha tinha um laço vermelho acima da bunda empinada dele.
— Você gosta de viciar seus compradores, não é? Ou talvez provocá-los, fazer com que imaginem como eles poderiam te comer... — Louis aproveita e pega o saquinho com pó branco na mesa de cabeceira da parte do seu lado e o derrama sobre a bunda de Harry. Era uma quantidade mínima, já que Louis não era usuário frequente e sabia que não teria efeitos significativos em seu organismo.
Mas cheirar o próprio produto de venda de Harry em sua própria pele lhe parecia excitante e insana demais.
Louis inalou o pó, bloqueando uma narina e sugando pela outra a essência do cheiro de Harry com o seu carro chefe lhe trouxe uma onda de necessidade a mais.
A sensação esmagava seu peito e fazia seu pau latejar de desejo.
Louis limpa com a narina, sugando cada partícula que sobrou na pele de Harry e desce o nariz bem perto da sua entrada.
Soprando ar quente da sua boca na abertura apertada que ansiava pelo contato do que Louis poderia lhe dar.
— Eles não têm o que você tem de mim, Louis. Apesar de usar meu produto em meu corpo, você conhece bem qual é o seu vício.
Louis sabia que, apesar de usar o produto de Harry, ele não poderia substituí-lo. A conexão entre os dois ia além do vício; era algo mais profundo e intenso.
E isso provocava uma sensação de insanidade em Louis.
Louis acariciava a bunda de Harry, dando dois tapas doloridos em cada lado das bochechas antes de dar a ordem.
— Empina. — A voz potente fez Harry resmungar. — Obedeça. — Harry ergueu o quadril, ficando perfeitamente de quatro.
A visão diante de Louis era majestosa e hipnotizante. A cabeça cheia de cachos desfeitos estava enterrada no travesseiro, a fina linha de renda da calcinha mal cobria a entrada, e as bochechas da bunda coradas contrastavam com a pele macia e branca.
— Porra, isso é digno de um quadro. — Louis murmurou com a voz rouca.
Harry sentiu o pau duro de Louis pressionar contra sua entrada por cima da calcinha, o que o deixou impaciente. Ele esfregava e ameaçava invadir Harry, enquanto afastava o tecido que atrapalhava o contato com a entrada de Harry.
— Ah... por favor — Harry pediu com um tom choroso, mexendo os quadris e fazendo a cabeça do pau de Louis bater na sua entrada. Apesar de não conseguir penetrar, o gemido desesperado de Harry ecoou pelo quarto, fazendo Louis contrair o maxilar com força.
Os corpos quentes estavam carregados de desejo.
Louis arredou mais a calcinha de Harry para o lado e despejou lubrificante no seu pau e na entrada do cacheado, começando a forçar a penetração no buraco apertado.
Um gemido alto escapou de Harry, seguido por um suspiro aliviado e manhoso ao sentir Louis inteiramente dentro dele. O pau duro, com as veias salientes, latejava dentro de Harry. As bolas descansavam confortavelmente na sua bunda enquanto Louis agarrava sua cintura com força e possessividade, pressionando a pélvis contra ela.
Louis se debruçou sobre o corpo de Harry, entrando e saindo em um ritmo forte e rápido, com movimentos intensos. Seus dedos apertavam a bunda de Harry tanto quanto a cintura delineada.
— Ah, Louis... — Harry gemia alto e desesperado, rebolando no pau dele no ritmo das estocadas de Louis.
— Porra, caralho, essa cuceta me recebe tão bem. — Louis deu mais um tapa em Harry. — Sempre tão apertado. Tá esmagando meu pau.
— Você gosta assim, querido? — Harry se empina mais para Louis, revelando seu rosto de lado. — Gosta como eu sou sempre apertado pra você? — Louis contrai o maxilar e mete com mais força.
— Gostoso pra caralho, Клубника.
Harry foi colocado de costas na cama, de frente para Louis, com os joelhos flexionados. Louis entrou nele novamente, mantendo o contato visual. Desta vez, o ritmo era mais acelerado, os levando a um estado de êxtase. Enquanto uma das mãos de Louis acariciava um dos peitos de Harry, a outra subiu até sua garganta, pressionando levemente. Nessa mão, Louis exibia uma tatuagem com as palavras "your throat here", que, de forma irônica ou não, excitava Harry intensamente. Harry não conseguia decidir se a sensação de ter seu pescoço controlado por Louis o assustava ou excitava, mas, de alguma forma, aquela tatuagem se tornou a favorita de Louis naquele momento.
A mão de Harry desceu para se estimular no mesmo ritmo das estocadas de Louis, mas Louis rapidamente deu um tapa em sua mão.
— Você vai gozar comigo metendo, não se masturbando. Meu pau não é suficiente pra você, porra?
Os movimentos eram rápidos, fortes e intensos. Os dedos de Louis apertavam a pele de Harry, quase o enforcando durante as estocadas cada vez mais velozes. Quando Louis percebeu que os gemidos de Harry estavam se tornando desesperados, ele parou, apertando o pescoço de Harry enquanto ele choramingava.
Harry estava no seu limite, com o pau de Louis batendo e esmagando sua próstata a cada golpe.
— Tão bom... — Os cílios de Harry tremiam enquanto Louis voltava a ganhar impulso, o som da pélvis batendo com força na bunda de Harry o deixava desesperado.
Seu coração batia rápido e o ar se tornava escasso.
Ele estava prestes a vir.
Até que Louis parou novamente.
— Porra! Porra! — Harry encheu os olhos de lágrimas, prestes a se derramar em frustração.
Ele arranhou os pulsos de Louis, mas o mafioso observava com curiosidade e diversão.
— Eu preciso gozar! — Harry pediu, a voz arrastada e chorosa, com o nariz vermelho de tanto fungar.
— E você irá! — O olhar de Louis era desafiador e determinado.
Era torturante para ele também. Segurar o orgasmo enquanto a entrada gulosa de Harry apertava seu pau a cada novo golpe.
— Ah! — Harry gritou alto com os novos golpes de Louis.
Dentro e fora. Dentro e fora.
Lágrimas de frustração e prazer escorriam pelo seu rosto enquanto Louis metia, metia e metia, atingindo sua próstata a cada estocada.
Os soluços altos de Harry preenchiam os ouvidos de Louis. Os movimentos continuaram, fortes e potentes, até que, chorando, Harry gozou.
O orgasmo veio com tanta força que Harry puxou os lençóis da cama com violência, enquanto seu gozo se derramava em longas tiras pela sua barriga. Os gritos eram altos, mas havia uma beleza crua nisso.
O cacheado se contorcia enquanto Louis continuava a estimulá-lo, seu pau cutucando a próstata de Harry em busca de seu próprio prazer, que não demorou a chegar devido ao aperto doloroso da entrada de Harry.
Harry sentiu o pau de Louis espasmar dentro de si e, no segundo seguinte, seu interior se aqueceu com o gozo quente do mafioso o preenchendo. Louis resmungou alto, apertando o maxilar com força enquanto esvaziava todo o seu prazer dentro de Harry.
O gozo de Louis tornava Harry ainda mais molhado, facilitando o entra e sai, prolongando o clímax de ambos.
Louis desabou sobre Harry, que acariciava carinhosamente as suas costas. Eles se viraram, seus rostos se encontraram, ansiando um pelo outro, até que Louis tomou os lábios de Harry para si.
Eram mais suaves do que Louis jamais imaginaria, e ele captou cada detalhe: a maneira envolvente daqueles lábios cheios, tão pecaminosos, com gosto e aroma de morangos.
Isso contrastava com as atitudes duras de Harry, criando uma mistura única de desejo e intimidade.
Louis mantinha o controle total do beijo, apertando o maxilar de Harry com uma mão enquanto a outra apertava sua bunda. A língua de Louis invadia a boca de Harry com dominância, e os estalos e sons sensuais preenchiam o ambiente.
Harry estava completamente entregue, gemendo baixinho.
Ambos sabiam quem eram e como funcionavam juntos. Eram como fogo e gasolina; um atiçava o outro e nenhum sairia vencedor daquela disputa, porque ambos sabiam que não parariam até estarem completamente satisfeitos um com o outro. Não havia vencedores quando se tratava de Louis e Harry.
Obrigada pela sua leitura! 🪽
E agradeço muito, teço minhas mais singelas palavras de gratidão a minha amiga que me apoiou desde sempre! Ao seu incentivo a mim para voltar a escrever depois de longos anos sem a escrita fazer mais parte da minha vida!
San, você é uma escrita FODA! Minha escrita favorita: você é incrível, inacreditável, FODA! Uma escritora PERFEITA! Você merece todos os elogios já feitos.
Eu não posso falar mais nada a não ser agradecer você. Sempre e sempre!
imgonnagetyouback • oneshoth!inter | parte II traição
Descrição: Não tem como saber se Harry e Louis terem se conhecido e se apaixonado na festa de um amigo em comum foi destino, ou o mais puro catastrófico acaso. A única certeza que ambos tem em seus corações, é que apesar de tudo que aconteceu, uma parte deles sempre saberá que pertecem um ao outro e não há muito que possam fazer sobre isso.
E é por isso que mesmo após todas as tentativas inúteis e desesperadas de Louis em manter distância de Harry após o término, uma perda de um alguém especial vai ser capaz de uni-los novamente, quando precisam ir juntos para Las Vegas como um casal para assinar os papéis de uma estimada herança deixada para os dois.
⛓️💥.
— Espero que tenha vindo hoje com boas notícias. — Foi a primeira coisa que o homem usando um terno caro falou, sentado na cadeira giratória preta do escritório jogando uma bolinha de golf de uma mão para a outra. — O dia já tem sido merda o suficiente.
O advogado de pele negra retinta, também usando terno, tinha acabado de entrar na sala com os lábios pressionados, demonstrando certa tensão nos traços de seu rosto. Os dois olhavam um para o outro e Louis logo soube que não, as notícias não eram boas como ele queria.
— Isso vai depender do ponto de vista do senhor. — O advogado, Michael, disse colocando algumas pastas sobre a mesa de Louis, enquanto se sentava na cadeira acolchoada. — Como já deve estar imaginando, Harry não assinou os papéis. Me encontrei com ele no seu local de trabalho e me colocou pra correr com aquele mal humor, dizendo que não era o momento certo para aquilo.
— Ah claro. — Louis murmurou, pensando como aquilo era a cara de Harry.
— Mas, isso veio a calhar como uma coisa boa para o senhor. — Michael pegou alguns papéis de dentro da maleta de trabalho. — Como vimos na semana passada, seu tio lhe deixou uma estimada herança. Mas lendo as letrinhas miúdas da coisa, como o senhor gosta de dizer, ele tinha uma condição antes que tudo isso fosse oficializado. — Isso fez Louis arrumar a postura e olhar para o papel que ele colocou sobre sua mesa, puxando-o para si a fim de ler o local que ele se referia. — A condição era que ainda deveria estar em uma união estável com o senhor Styles e que os dois deveriam ir juntos no cartório de Las Vegas assinar juntos os papéis, para que os advogados pudessem dar continuidade no processo de passar os bens para seu nome.
Louis ficou em silêncio por um momento, lendo as letrinhas miúdas do documento, se sentindo um idiota por ter ficado surpreso com a nova notícia.
Os pais de Louis se separaram quando ele ainda era muito pequeno. Sua mãe se mudou para a França com o novo namorado e ele ficou em Londres com o pai, que nunca foi exatamente o modelo de pai do ano, então ele acabou sobrando na casa de seu tio Daniel. O homem nunca tinha se casado ou tido filhos, o que sempre quis, então Louis foi como um presente que chegou no momento certo e do qual se certificaria de cuidar com zelo.
Tio Daniel desde o começo se mostrou muito respeitoso sobre a sexualidade de Louis, tratando com muito respeito todos os namorados ou namoradas que Louis levava em casa. Mas quando Louis falou sobre Harry pela primeira vez para o tio, comentou algo como "de todos, ele foi o único com quem me imaginei casando e estamos apenas saindo" e isso imediatamente fez com que seu tio se afeiçoasse por Styles, sem nem mesmo conhecê-lo. Então quando se conheceram... tio Dan simplesmente se encantou.
Então era um pouco óbvio que Daniel iria querer favorecer os dois como um casal com sua herança, com certeza imaginando, assim como Louis, que Harry era um alguém para a vida inteira.
Aquilo fez Louis bufar frustrado, jogando o documento sobre a mesa e se recostar contra a cadeira giratória, os olhos fechados respirando profundamente.
— O senhor Daniel queria que você também desse continuidade em seus negócios, assumindo controle por suas partes das empresas que era sócio. — O advogado continuou, mesmo que Louis ainda tivesse os olhos fechados. — Nem tudo está perdido, senhor Tomlinson. Você e Harry, legalmente, ainda estão casados. Se explicasse a situação para o senhor Styles, os dois fizessem um acordo na presença de um advogado, bem poderiam assinar junto os papéis e dividirem os bens. É muito dinheiro até mesmo para alguém de muito orgulho como o senhor Styles ousar recusar.
Aquilo fez Louis rir um pouco, balançando a cabeça em negação algumas vezes. Conhecendo Harry, sabia que para ele assinar os papéis do divórcio, seria o mesmo que declarar derrota. Harry estava se recusando a aceitar que o casamento entre os dois estava acabado, chegando a tomar medidas desesperadas em busca de sua atenção.
E honestamente? Funcionava em partes, porque algumas dessas atitudes desesperadas sempre conseguiam deixar Louis duro pra caralho nas calças.
— Irei pensar a respeito, Michael. Entro em contato assim que possível. — Louis se limitou a falar, os dois ficando de pé ao mesmo tempo e trocando um aperto de mãos. — Obrigado.
— Espero que sim, senhor Tomlinson. O senhor é um homem de negócios, sei que entende o quanto está em jogo nessa situação. — Michael disse com um pequeno sorriso e Louis observou ele se afastar e sair do escritório fechando a porta atrás de si.
Louis voltou a sentar na cadeira giratória com um suspiro, levando ambas as mãos para a cabeça, esperando que em alguns segundos conseguisse colocar as ideias em seu devido lugar. No mesmo instante ouviu o som característico do celular vibrando sobre a mesa e no mesmo instante se inclinou para alcançá-lo, vendo pela barra de notificações se tratar de mensagens de um número desconhecido.
Anteriormente foi citado sobre atitudes desesperadas de Harry que conseguiam deixar Louis um tanto… excitado. Justo naquele momento, estava se passando uma daquelas situações.
Número Desconhecido: hoje eu me toquei pensɑndo em você, Lou. Imɑginei que erɑm suɑs mα̃os no meu corpo e usei o mesmo dildo que você costumɑvɑ usɑr quɑndo brincɑvɑ comigo. Gozei forte e gritei seu nome, desejɑndo que você estivesse ɑqui, e ɑgorɑ me sinto tα̃o triste e sozinho no meu quɑrto.
Nα̃o sei onde e nem em quɑl fuso você estά, mɑs você jά me conhece e sɑbe que em seguidɑ vem umɑ foto da minha bucetinha depois de gozar. Isso porque quero te fazer sentir minha falta. Te fazer ver o que está perdendo ficando tão longe de mim. Como tem sido malvado me deixando ficar tão molhado e sem você pra me ajudar a limpar minha bagunça.
Mal posso esperar pelo dia em que vou te ver de novo…
E realmente veio uma foto. Uma linda foto daquela buceta que Louis já conhecia tão bem e toda molhada, engolindo só a cabecinha de um dildo de vidro com um detalhe de coração rosa.
Louis engoliu em seco com os olhos passeando em diferentes pontos da foto. Prestou atenção nos detalhes da florzinha que tinha os lábios levemente esfoladinhos, o grelinho melado pelo melzinho que escapou e consequentemente deslizando pelo dildo de vidro. Enquanto observava a foto, relendo pelo que parecia ser a décima vez a mensagem junto a ela, Louis se pegou acariciando o próprio pau sobre a calça.
Louis precisou despertar dos pensamentos e parar com o que estava fazendo quando ouviu passos se aproximando do lado de fora do corredor, o que o trouxe de volta para a realidade em que realmente se encontrava: ele estava sentado em seu escritório do trabalho, eram 10h da manhã e ainda tinha um longo dia pela frente. Ele se sentiu ainda mais ciente de todos esses fatos quando ouviu leves batidas em sua porta, o que fez ele se adiantar em apagar a foto, as mensagens e bloquear o contato em uma rapidez surpreendente.
Não era capaz de se lembrar quantas vezes tinha bloqueado números como aquele, ou trocado o próprio número a fim de evitar mais surpresas. Porém, de algum modo, Harry sempre os descobria e tornava a mandar tais mensagens que inegavelmente o deixavam afetado. Não tinha como Louis negar e de repente bancar o cara super centrado e evoluído, se enganando com a ideia de que totalmente detestava aquilo e que não sentia o ego sendo amaciado de certa forma, porque seria totalmente mentira.
Sim, ele adorava que Harry ainda fosse completamente apaixonado, obcecado e devoto por sua atenção, mesmo depois do modo que as coisas acabaram entre os dois – Louis sendo um completo estúpido babaca fodendo ele como se fosse nada, para em seguida exigir que saísse da casa que tecnicamente era dos dois, enquanto dizia nunca mais querer ver sua bunda de vadia pela frente novamente.
Acontece que ele ainda amava Harry. Porra, ele amava Harry pra caralho. Amava como tudo entre eles dois funcionava e se encaixava perfeitamente bem em todos os sentidos. Amava que Harry o conhecesse bem o suficiente para saber o que ele precisava e o momento que precisava.
Droga, ele amava Harry e Harry fodeu com tudo. Talvez ele tenha fodido as coisas no começo e elas tenham chegado onde acabou por causa desses pequenos fatores, mas claro que a culpa era completamente de Harry. Pois, diferente dele, Louis nunca traiu ou sequer um dia cogitou fazê-lo.
Porque ele amava o Harry.
Despertando de seus pensamentos, Louis falou em voz alta para quem quer que fosse que podia entrar, respirando fundo para soar normal tanto quanto realmente deveria.
— Oi, senhor Tomlinson. — A porta foi aberta por uma figura adorável, carne fresca no escritório que muitos caíram matando em cima desde o começo e que Louis tinha conseguido ser o escolhido. — Eu consegui terminar aquilo que me pediu. Antes do prazo que me passou. — Louis sorriu pequeno quando se deu conta de que ele achou importante acrescentar e dar certa entonação para essa última parte.
— Austin, entre. — Louis indicou arrumando a postura na cadeira, observando a figura adorável de grandes olhos castanhos entrar na sua sala fechando a porta silenciosamente, se aproximando rapidamente de onde estava com um envelope grande amarelo na mão. — Me diga, te dei muito trabalho? — Louis disse com humor, não pensando muito quando o puxou pela mão fazendo-o sentar de lado em seu colo, se divertindo um tantinho com a expressão surpresa em seu rosto.
— V-Você é meu chefe. Precisa me dar trabalho. — Austin disse tímido, se movimentando um pouco sobre suas coxas para arrumar a postura até que sentiu algo diferente. — Não te deixei tão animado assim tão fácil, sim?
— Desculpe. — Louis sorriu pequeno, não entrando em mais detalhes sobre isso, enquanto pegava o envelope para tirar de dentro o papel com as informações que Austin estava reunindo. — Bem organizado… muito bem, isso ajuda muito. — Louis acariciava a base das costas dele, sentindo o olhar dele queimando em si.
— A lista que me passou já era um pouco antiga, muitos já tinham até mudado de telefone. Consegui todos atualizados pra você. — Austin disse com um sorriso realmente satisfeito.
— Isso é perfeito. Bom trabalho. — Louis deixou o envelope sobre a mesa e se recostou mais contra a cadeira, deslizando a dobra do indicador em sua bochecha corada. — Eu estive pensando… queria que fosse comigo para aquela viagem de negócios para Las Vegas. Claro que nos termos certos da coisa, você iria comigo como um assistente pessoal.
— Sério mesmo? — Ele perguntou com um sorrisinho, não resistindo em beijar Louis na bochecha. — Eu ia querer muito isso. Muito, mesmo.
— Ótimo. Vou dizer para providenciarem uma passagem extra, deixar tudo certo desde agora, sim? — Louis o incentivou a se aproximar novamente, aceitando os pequenos selinhos que ele passou a deixar em seus lábios, esses sendo o suficiente para animá-lo e fazê-lo se movimentar mais sobre seu colo.
— Me responde… — Austin começou em um tom baixinho, apoiando os antebraços em seus ombros, seus rostos a centímetros de distância. — O que te deixou tão animado antes de eu chegar aqui?
A imagem da buceta deliciosamente molhada de Harry voltou como flashs na sua cabeça, Louis chegando a fechar os olhos e a balançar por um momento tentando afastar o pensamento.
— É vergonhoso. — Louis disse, mas Austin continuou olhando daquele modo curioso e disposto a ouvir de qualquer forma. Aquele olhar que grita “não importa! Tudo bem, apenas me deixe saber”. — Eu estava… assistindo um pornô… um que me enviaram.
— Oh. — Austin arregalou um pouco os olhos. — Não faz mal de vez em quando, não é? — Ele disse com um pequeno dar de ombros, os dedos deslizando suavemente pela gravata azul marinho de Tomlinson. — Será que posso te ajudar? Com isso. — Ele deslizou os dedos ao longo de sua gravata, passou as pontas pela trilha de botões da camisa social até chegar no botão de sua calça indicando claramente sua ereção.
— Claro, meu bem. — Louis segurou ambos os lados do rosto dele, iniciando um beijo lento em que suas línguas brincavam uma com a outra, enquanto o dava liberdade para abrir sua calça e começar a punhetar a cabecinha do seu pau.
⋅˚₊‧ ୨୧ ‧₊˚ ⋅
Numa manhã de terça feira, um Bentley Continental GT estacionou próximo a extensa calçada movimentada de um prédio muito alto com suas inúmeras janelas espelhadas. Do carro saiu uma figura de saltos pretos, usando um espartilho branco rendado como uma blusa comum e uma saia jeans surrada pouco abaixo da polpa de seu bumbum. No momento em que saiu do carro e sentiu uma rajada de vento gelado contra seu corpo, no mesmo instante puxou para si o casaco preto lhe cobria até a altura das coxas.
Harry bateu a porta do carro e travou as portas acionando o alarme, caminhando pela calçada com passos confiantes, sentindo alguns olhares queimando em si. Passou pela porta giratória da frente e seguiu até a recepção onde tinha três mulheres, todas com coques de cabelo muito apertados, usando blazers em tons bege.
— Olá, como posso ajudá-lo? — A mulher que no crachá tinha escrito “Rose” perguntou com uma voz mansa.
— Oi. Só preciso de um crachá como visitante, é horário de almoço e marquei de encontrar com meu marido. — A mentira fluiu muito bem e rapidamente por sua boca, que até mesmo ele se surpreendeu.
— Ah, claro. Qual seu nome?
— Harry Tomlinson. — Harry informou, tirando os óculos escuros que usava para o caso de ela querer confirmar sua aparência com alguma foto de seu cadastro.
— Hum… Lamento, mas não estou encontrando o senhor na lista. — A mulher informou com um pequeno beiço teatral após um rápido minuto. — Sinto muito, mas sem o cadastro constando eu não vou conseguir gerar um crachá pra você. — Ela informou olhando para Harry com um sorrisinho triste.
— Perdão, eu sei que está apenas fazendo o seu trabalho, mas isso é realmente necessário? — Harry perguntou com um riso sem humor. — Louis Tomlinson trabalha aqui há mais de seis anos, somos casados há quase dois e estou sempre por aqui.
— Eu realmente sinto muito. — A mulher voltou a repetir e, mesmo irritado com a situação, jamais foi do feitio de Harry fazer um escândalo em público.
Harry permaneceu lá parado, forçando as engrenagens em seu cérebro a funcionar. Seus olhos correram pela recepção muito grande e movimentada, quando eles pararam sobre um alguém de cabelos ruivos queimados familiar. Ele tinha acabado de chegar e estava acompanhado por outro homem, ambos já segurando o crachá que tinham no pescoço para passar pelo leitor na catraca.
— Thomás? — Harry se viu gritando, tentando chamar a atenção do homem, enquanto caminhava rapidamente até onde ele estava. Enquanto isso, ele ignorou os chamados da recepcionista, informando que não deveria ir até aquele lugar. — Thomás Belgrim? — Harry voltou a chamar e o homem parou de andar procurando a origem do chamado, um sorriso enorme ocupando seu rosto quando viu de quem se tratava.
— Harry! Quanto tempo. — Thomás se aproximou e o cumprimentou com um beijo na bochecha, o homem que o acompanhava não disfarçando de modo algum como tinha gostado do que viu.
— É, eu sei. — Harry riu tímido, não fazendo ideia se por acaso Louis tinha comentado algo para ele ou não. Era possível que não, Louis nunca fez o tipo que gostava de falar sobre seus problemas no trabalho ou com pessoas do trabalho. — Eu voltei a trabalhar, agora eu tenho minha própria boutique e de vez em quando estou fazendo uns trabalhos como modelo.
— Uau, isso explica seu sumiço. Me admira que Louis tenha deixado você voltar a trabalhar. Ele sempre faz aquele tipo mais…
— Ah, sei! Pois é! — Harry acabou rindo pelo alívio e no mesmo instante um segurança se aproximou junto a recepcionista de antes.
— Algum problema aqui? — O segurança alto de rosto fechado perguntou e olhou para Harry. — Foi informado que não possui cadastro para entrar, preciso que me acompanhe.
— Ei, o que é isso? — Thomás interviu ficando entre os dois, uma expressão incrédula no rosto. — Faz uns dias que o sistema tem mostrado instabilidade, certo? Harry é casado com um dos diretores executivos, o Tomlinson, eu sou grande amigo dos dois. Agora que estou aqui, pode colocar que ele está comigo.
— Sinto muito pela confusão. — A mulher, Rose, voltou a falar de modo envergonhado. — Eu não sabia da instabilidade do sistema.
— Está tudo bem agora. — Thomás falou tranquilo para apaziguar a situação, abraçando Harry pelos ombros e voltou a caminhar com o acompanhante silencioso no encalço em direção às catracas. — Nada como uma manhã movimentada, hum? — Ele brincou passando primeiro, e depois colocando o crachá novamente para que Harry passasse.
— Muito obrigado, Thomás. Louis não sabe que estou aqui, queria fazer uma surpresa, e fiquei desapontado pensando que teria de ligar pra ele vir resolver a situação. — Harry disse piscando os grandes olhos verdes, deixando o outro meio abobado.
— Não foi nada. — Thomás procurou por algo dentro do terno e tirou do bolso um tipo de cartão prateado. — Eu tenho outro desse. Use pra conseguir usar o elevador ok? Eu te acompanharia, mas agora eu e meu amigo aqui temos uma reunião marcada naquela sala.
— Ah, tudo bem. — Harry se aproximou dele e beijou sua bochecha. — Tchauzinho, Thomás! — Harry se afastou na direção dos elevadores, ouvindo ele gritar “foi bom te ver!”.
Harry ainda lembrava do andar que Louis tinha sido mandado após receber a promoção no trabalho. Ele entrou no elevador, aproximou o cartão de um leitor azul que logo ficou verde e apertou o botão do andar desejado, se virando na direção do espelho para conferir a própria aparência quando as portas se fecharam. Do bolso de seu casaco ele pegou um gloss e passou nos lábios, os esfregou um contra o outro para deixar uniforme e depois tirou os pequenos borrados com a ponta dos dedos.
Quando chegou no andar, saiu do elevador e se viu em uma sala aberta muito iluminada por causa de suas várias janelas enormes, com algumas cadeiras pretas para quem estivesse à espera. Ali tinha um garoto atrás de uma mesa que continha várias pastas empilhadas, papéis espalhados, digitando algo rapidamente no computador.
Ele parou o que fazia quando notou sua presença com um ar surpreso, Harry logo se aproximando dali com um pequeno sorrisinho.
— Bom dia. Como posso ajudar? — O garoto de enormes olhos castanhos perguntou, dando muita atenção para todas as partes que os olhos eram capazes de alcançar.
— Eu vim encontrar com o Louis. — Harry respondeu. — Eu não sabia que a Victoria não trabalhava mais aqui. Eu me afeiçoava por ela. — Harry comentou descontraído, deixando o garoto levemente atordoado.
— É um tipo de reunião? Você tem hora marcada? — O garoto imediatamente começou a vasculhar por algo no computador, talvez buscando alguma anotação na agenda, na qual tinha esquecido de lembrar.
— Não. — Harry riu. — Eu não preciso de hora marcada, eu sou casado com ele. — Harry informou com simplicidade e certo prazer, não deixando de reparar como aquilo tinha de certa forma afetado o outro.
— Casado?
— Sim. — Harry mostrou a aliança que ainda usava no dedo indicador. — Eu vou indo, porque meu tempo é curto também. Foi bom te conhecer…
— Austin.
— Austin! Prazer, sou Harry.
Então ele se afastou pelo pequeno corredor que levava até a sala de Louis e parou por alguns segundos na frente da porta preta que parecia reluzir, antes de dar algumas batidinhas ali e entrar quando ouviu a voz familiar dando permissão.
No momento que Harry entrou, avistou Louis sentado em sua cadeira logo atrás da mesa de magno. Ele tinha a cabeça abaixada lendo um papel que tinha em mãos, a outra ocupada segurando o que parecia ser um copo de café fumegante. Harry demorou ali parado, observando como ele ainda continuava tão atraente e confirmando para si mesmo que jamais seria capaz de superar um homem como aquele.
Observou os olhos azuis ainda tão cristalinos, como sua barba ruiva queimada e com alguns fios grisalhos parecia um pouquinho maior. A linha de seu maxilar atrativo que ainda continuava tão acentuada e cortante. Até mesmo seus braços pareciam um pouco mais malhados em evidência sob o terno caro. Porra, ele parecia caro da cabeça aos pés, Harry adorava aquilo nele.
Foi só no momento que Harry fechou a porta sem fazer barulho e avançou pequenos passos em direção a mesa dele, que Louis ergueu o olhar e a cabeça parecia ter dado muitas e muitas voltas. De primeiro instante, Louis não falou nada e não moveu um músculo, continuando a olhar para ele com certo choque, como se não fosse capaz de acreditar que ele estava ali em carne e osso.
— O que tá fazendo aqui? — Louis finalmente conseguiu perguntar, deixando o papel e o café sobre a mesa com movimentos controlados.
— Você não respondeu às minhas mensagens, ou atendeu minhas ligações. Então, achei necessário vir até aqui. — Harry respondeu e estremeceu um pouco quando Louis ficou de pé de súbito e o punho atingiu a mesa com força.
— Porque eu não tenho mais nada pra falar com você. — Louis disse entredentes, deixando claro a fúria que estava sentindo só de vê-lo ali na sua frente.
— Mas eu tenho. — Harry teimou e ignorando todos os sinais de alerta, ainda assim avançou mais alguns passos e ficou bem de frente para ele, com a distância somente da mesa entre os dois. — Eu fiquei sabendo do Daniel só esses dias. Soube do velório. Por que não me contou? Não achou que, apesar de tudo, eu tinha o direito de saber?
— Quem você pensa que é? — Louis riu sem humor, esfregando as duas mãos no rosto demonstrando sua irritação. — Você pensa que, se meu tio soubesse do que fez, iria querer que alguém como você estivesse lá?
— Ele era importante para mim também. — Harry ignorou o que ele disse. — Eu posso ter feito o que fiz, mas você não pode negar todo o cuidado que eu tive pelo Daniel, todas as vezes que eu o acompanhei quando precisou.
— Acho que você tem merda na cabeça. É a única explicação pra esse teatro, essa palhaçada que veio fazer aqui.
— Teatro? Eu estou desde o começo tentando conversar feito adultos. O teatro quem tá fazendo é você, se recusando a ouvir, birrando feito criança e mandando advogados e mais advogados atrás de mim pra uma coisa que a gente pode e deve resolver juntos.
— Ah é? E sobre o que você acha que a gente deve conversar mais? — Louis perguntou naquele tom irônico, cruzando os braços em uma postura que cuspia prepotência. — Você quer falar sobre como estava começando a se sentir infeliz casado comigo. Que essa infelicidade te trazia solidão e você só foi atrás de algo que não estava conseguindo ter em casa. Que ele apareceu no lugar errado, mas no momento certo e logo você se viu na obrigação de fazer o que fez. Desculpe, tudo isso eu já sei, eu não quero mais ouvir esse tipo de merda.
— Eu me arrependo! Você acha que eu não me arrependo? Que se eu não tivesse o poder de voltar atrás e mudar tudo, eu não mudaria? — Harry gritou irritado, vendo Louis revirar os olhos e dar as costas, os ombros dele se movendo mostrando como respirava fundo para se acalmar. — Me arrependo porque eu sou louco por você. Eu amo você demais e quase não consigo suportar, porque passo os meus dias pensando em você.
Um momento de silêncio se instalou na sala e Harry tirou proveito dele para dar a volta na mesa e se aproximar de onde Louis estava, mas ainda mantendo uma distância segura de poucos passos entre os dois.
— Eu sempre penso sobre aquele dia. — Harry sussurrou olhando atentamente para o perfil de seu rosto sério. — Sobre aquilo que me falou. Que me usaria, que iria me foder inteiro, pra não me deixar esquecer sobre você ser o único a me fazer se sentir inteiro. — Isso fez Louis olhá-lo e Harry engoliu em seco, se sentindo tão pequeno sob o olhar frio dele. — Você conseguiu, Lou. Não tem um dia que eu não pense sobre isso e que não sinta falta de você fazendo comigo daquele jeitinho que só você sabe.
— A única coisa que eu tenho pra te dizer, Harry. — Louis virou para ficar de frente para ele, avançando e ficando junto a ele sem quaisquer barreiras entre os dois, segurando seus ombros magros com força. — É pra parar de prolongar uma causa que já tá perdida. Assine os papéis do divórcio de uma vez por todas.
— Não…
— Sim, Harry.
— Não! Não.
— Eu não te quero mais. Você não me serve mais. — Louis daquela vez segurou ambos os lados do rosto dele e eles ficaram a centímetros de distância, a ponta dos narizes encostando. — Eu não sinto nada por você.
— Você tá mentindo. — Harry sussurrou, segurando os pulsos dele com carinho ao que ele continuava segurando seu rosto com certa firmeza que o fazia arfar. — Porque você sente raiva de mim. Raiva por ainda me querer com você. Por gostar que eu esteja aqui. Por ainda me amar, mesmo depois de tudo. — Louis o soltou de abrupto para se afastar, mas Harry continuou segurando seu braço. — É isso, não é? Você me quer. Sempre vai me querer e isso enraivece você!
— Vai embora daqui. — Louis se livrou do toque dele e praticamente fugiu para o outro lado da sala. — Saia, ou eu vou chamar o segurança, eu estou falando sério, Harry.
Harry respirou fundo e balançou a cabeça em compreensão, caminhando na direção da porta para sair, mas mantendo o olhar preso em Louis que nem mesmo tinha coragem de olhá-lo.
— Eu abri uma boutique na Madison. Caso precise de mim… — Harry informou e abriu a porta para sair e Louis só voltou a olhar naquela direção quando ouviu a porta ser fechada, suspirando agoniado com aquela tensão nos ombros.
⋅˚₊‧ ୨୧ ‧₊˚ ⋅
Quando Harry informou onde estava trabalhando e ainda acrescentou que era pro caso de Louis um dia precisar dele, Louis internamente riu muito. Ele debochou do fato de que um dia iria atrás de Harry, pois se havia algo que ele tinha de sobra, era orgulho e muita teimosia.
O problema era que seu advogado, Michael, havia o ligado há alguns dias informando que haviam entrado em contato com a seguinte informação: a assinatura dos papéis sobre os bens de tio Daniel tinham um prazo para serem acertados, caso contrário Louis poderia perder seus direitos sobre os bens e as ações do tio.
Tinha muito dinheiro envolvido naquilo. Claro que uma parte de Louis estava muito preocupada em perder tanto dinheiro, mas a outra também se importava muito sobre o rumo que as ações da empresa poderiam tomar sem seus cuidados. Ele desde muito novo falava que ajudaria o tio em sua empresa e ele queria cumprir com sua promessa. E se pra isso ele precisava ter Harry por perto por alguns dias, ele seria capaz de fazer aquele pequeno esforcinho.
Louis estacionou o carro perto do estabelecimento de vitrine chamativa com detalhes dourados, algo escrito em francês com letras cursivas. Ele saiu do carro batendo a porta e se aproximou da entrada, observando como o local estava um pouco movimentado, mulheres por toda parte em diferentes setores falando sobre roupas, ou acessórios.
— Olá, senhor. Posso ajudá-lo? — Uma mulher de pele morena e cabelos pretos cacheados perguntou com um sorriso brilhante.
— Sim. Eu procuro o Harry. — Louis informou e ela analisou bem seu rosto, antes de sorrir como alguém que acaba de entender algo.
— Claro. Me acompanhe, por favor.
A mulher com vestido azul marinho começou a andar na direção de uma porta que levava até um corredor e Louis a acompanhou com certa ansiedade. No último encontro que teve com Harry, as coisas foram no mínimo tensas e certas verdades difíceis de serem engolidas foram ditas pelo próprio Harry.
Louis detestava que o cretino fosse tão cara de pau e ainda o conhecesse tão bem. Na verdade, na medida que Louis detestava, ele amava também. Era como um tipo de droga que ele não se sentia capaz de abrir mão. Era humilhante.
A mulher parou em frente a uma porta e Louis parou logo atrás dela, vendo ela bater na porta e abrir em seguida, colocando a cabeça para dentro informando que tinha uma visita. Ela abriu mais a porta e saiu do caminho, informando que Louis deveria entrar.
Ele viu Harry lá dentro usando um vestidinho branco de cetim com alças muito finas, deixando à vista os ossos proeminentes de sua clavícula e até mesmo de seu busto, mostrando como ele estava um pouco mais magro. Em seu pescoço alongado tinha alguns colares dourados e na sua orelha os brincos que iam ao longo da cartilagem de sua orelha.
E tinha a droga das bolinhas dos piercings em seus mamilos, que ficavam perfeitamente marcados no tecido fino do vestido que delineava seu corpo tão bem.
— Lou! — Harry disse com um sorriso, no mesmo instante ficando de pé e saindo de trás da mesa para vir ao seu encontro. — Obrigado, Gillian. — Harry agradeceu, dispensando a mulher que se retirou da sala com um sorriso e o som da porta sendo fechada. — Eu estou tão feliz em te ver aqui.
Louis se limitou a levantar a mão, um pedido silencioso para que parasse com toda aquela forçação e aparências. Sem Harry dizer nada, ele se aproximou mais da cadeira em frente a mesa dele e sentou ali, o que induziu Harry a fazer o mesmo.
— Vim pra falar de negócios. — Louis foi direto ao ponto e Harry olhou para ele com certa desconfiança.
— Se for sobre os papéis do divórcio, Louis, eu realmente…
— Não, isso é assunto para outro momento. — Louis o interrompeu, tirando da pasta de trabalho um papel que colocou sobre a mesa de Harry e empurrou em direção a ele. — É sobre meu tio Dan. Antes de morrer, ele fez um testamento em que deixa seus bens, suas ações da empresa para mim… e pra você.
— Oh… — Harry parecia realmente admirado e tinha certa tristeza em seu rosto, pegando o papel para passar os olhos por cima daquele montante de textos com palavras difíceis demais para seu gosto. — Eu nunca imaginei… que ele faria isso.
— É. A questão é que precisamos ir juntos para Las Vegas para assinar o documento que nos dá o direito a esses bens. — Louis informou evitando olhar para ele por muito tempo. — Só conseguimos isso como um casal, caso contrário estará fora dos termos que ele impôs no contrato.
— Então, por isso falou que a história do divórcio é pra outro momento. — Harry falou em um tom de entendimento, deixando o papel sobre a mesa para cruzar os braços contra o corpo em posição de defensiva. — Pra isso você ainda precisa estar casado comigo.
— Eu no seu lugar, não seria orgulhoso e ficaria só pensando desta forma. — Louis disse, finalmente olhando em seus olhos muito verdes. — Isso é algo que faria muito bem para você, Harry. Se trata de muito dinheiro, te faria ter uma vida muito mais confortável do que já tem. Fora isso, somado ao valor que eu já possuo, no momento da divisão de bens você sairá ganhando muito.
— Eu não consigo ver as coisas só desta maneira. — Harry disse com um pequeno vinco entre as sobrancelhas.
— Romantismo a essa hora, Harry? Faça-me o favor. — Louis ficou de pé com um revirar de olhos e Harry suspirou passando os dedos pelos fios castanhos. — Você me disse para vir aqui quando eu precisasse de você. Você disse isso, não disse? — Harry balançou a cabeça lentamente. — Eu odeio admitir, mas neste momento eu preciso. Preciso que esse final de semana vá comigo para Las Vegas, assinemos esses papéis e fim da história.
— Nesse final de semana?
— Sim. Por coincidência, tenho que fazer uma viagem de negócios para lá em nome da empresa e já estarei indo no sábado. Apesar de talvez só dê para assinar os papéis na terça feira, falei com um advogado para tentar marcar com urgência do sábado para o domingo, então veremos como vai ser.
— Tudo bem, então. — Harry também ficou de pé. — E essa viagem de negócios é como uma daquelas comissões que você ia com outros membros da empresa? Reuniões grandes com pessoas de outras filiais?
— Sim, por quê?
— Porque então eu tenho uma condição. — Harry disse de cabeça erguida e Louis ficou em silêncio, se preparando para o que viria pela frente. — Absolutamente todos sabem muito bem que eu e você somos casados. Eu sei que você ainda não contou para ninguém sobre a situação em que estamos. Então por isso que minha condição para ir, é se me tratar exatamente como tratava nesses eventos quando ainda estávamos juntos.
— Fala sério…
— Eu estou falando! Não vai poder levantar a voz para mim quando se zangar comigo e por mais que me odeie, não vai me tratar com diferença na frente de todas aquelas pessoas. Vai me dar todo o tratamento especial que sempre deu, toda a sua atenção e carinho como o casal apaixonado que a gente era, mantendo as aparências direitinho. Caso contrário, compro na mesma hora uma passagem de volta e não assino merda nenhuma. Não vou deixar você me envergonhar na frente de todas aquelas pessoas.
Fazia todo sentido aquele pedido que Harry estava fazendo. Se Louis queria Harry para terem um momento de aparências na frente de um advogado no momento de assinar os papéis, Louis teria que ter Harry para um momento de aparências durante todo o processo.
— Tudo bem. Se é assim que quer, assim vai ser. — Louis pegou a pasta de trabalho de cima da cadeira e se afastou na direção da porta.
— Vou te mandar meu novo endereço. Afinal, você vai me buscar pois vamos juntos ao aeroporto, amor. — Louis ouviu Harry dizer em suas costas e fechou os olhos por um momento para manter a calma, saindo da sala dele sem responder nada.
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Fazia pouco tempo que os dois estavam dentro do avião. Harry, como sempre, tinha feito questão de ficar com o assento ao lado da janela e Louis precisou ficar no assento logo ao lado dele, quando o senhor que estava junto a eles pediu para ficar na poltrona do corredor pois constantemente precisava usar o banheiro.
Louis tinha tirado alguns minutos para responder e-mails, se forçando a ignorar a presença de Harry logo ao seu lado, se aconchegando confortavelmente sob a coberta que tinha trago, assistindo ao filme que tinha colocado na pequena tela.
Teve um momento que Louis viu notificações de mensagens novas de Austin. Fazia alguns dias que o garoto estava estranho com ele e isso começou logo após a visita surpresa de Harry no seu trabalho. Louis explicou para Austin que as coisas entre ele e Harry já não estavam muito boas, o que era verdade, e que se o garoto não quisesse mais se encontrar com ele daquele jeito ele aceitava perfeitamente.
Mas claro que isso não aconteceu. Claro que Austin ainda o queria e por isso estava mandando mensagem dizendo que tudo estava certo para o seu voo que seria algumas horas mais tarde.
— Eu sabia que tinha algo. — Harry disse em um sussurro e só então Louis percebeu que ele lia suas mensagens, desligando o celular no mesmo momento e enfiando na calça. — Caso com o secretário? Seja menos clichê.
— Cuide da sua vida. — Louis respondeu, reparando que o senhor ao seu lado já tinha dormido.
— Há quanto tempo tá acontecendo?
— Por que acha que eu te devo essa satisfação?
— Tecnicamente ainda somos casados.
— Tecnicamente ainda éramos casados quando deu sua buceta pra um qualquer. — Louis retrucou entre dentes e na mesma hora a mulher no assento da frente se virou um pouco ao ouvir seu palavreado.
— Ele é bom pra você? — Harry perguntou em um tom baixo e curioso, Louis olhando para ele por um momento, sem a intenção de responder. — Eu só me importo. Posso ter feito o que fiz, mas não me importo menos com você por isso.
— É só sexo. Com você aprendi da pior forma que casamento é perda de tempo, não se preocupe. — Louis disse cortante, colocando uma máscara de olhos para conseguir dormir mais fácil. — Agora faça um favor e fique quietinho, quero dormir.
Quando Louis acordou horas depois, teve a impressão de que tinha dado tempo apenas de piscar os olhos, pois logo acordou com Harry o cutucando avisando que o avião iria pousar e ele deveria colocar o cinto.
Ele colocou o cinto e se certificou de que estava com tudo guardado e no lugar certo, observando pelo canto do olho Harry se agarrar nos braços da poltrona e fechar os olhos tentando se manter calmo. Harry sempre detestou aqueles balanços do avião, mesmo aqueles do final do voo quando o avião já estava pousando.
Em outro momento da vida deles em conjunto, Louis teria segurado sua mão com tamanha firmeza, que o faria esquecer minimamente da situação que conseguia afligi-lo. Mas agora tudo estava diferente entre eles dois, então a melhor coisa que Louis podia fazer era fingir que não estava percebendo nada e fechou os próprios olhos, esperando que aquilo acabasse o quanto antes e estivessem em terra firme, a caminho do hotel onde ele poderia descansar do voo desconfortável.
Quando chegaram no aeroporto de Las Vegas, Louis se encarregou de levar o carrinho com as duas malas, enquanto Harry levava apenas uma bolsa pequena. Como de costume, Louis tinha contratado um serviço de aluguel de carros e ficou aliviado que o carro que alugou já estava disponível.
No momento em que chegaram no hotel, no entanto, o hall estava cheio com várias pessoas conhecidas de outras filiais e algumas até mesmo da que Louis trabalhava. Assim que viram Louis e Harry, começaram a puxar assunto sobre as mais variadas coisas, enquanto tudo que eles queriam era ir logo para o quarto e deitar em uma cama confortável.
— Não se esqueçam de descer para o jantar! — Um homem atraente de fios loiros perdido em meio aos grisalhos avisou, já usando vestes um pouco mais confortáveis e segurando uma taça em mãos. Ao lado dele tinha uma mulher muito jovem, olhos felinos e um sorriso marcado com um batom vermelho.
— Perdão, que jantar? — Louis perguntou, ainda um pouco desnorteado pelo sono que sentia da viagem de algumas horas.
— Esse Louis já está ficando um pouco velho, amigos. — Eles começaram a rir em grupo e Louis se limitou a dar um sorriso amarelo, nem mesmo percebendo quando Harry tocou sua mão para ajudá-lo com uma das bolsas. — Ficou marcado um jantar com todos os representantes das filiais como uma forma de boas-vindas. Fora que é uma ótima forma de todo mundo ver todo mundo e colocar o papo em dia, sim?
— Ah, claro. — Louis balançou a cabeça algumas vezes, passando os dedos pelos fios emaranhados do cabelo. — Logo desço, sim?
Louis os deu as contas e partiu andando na frente em disparada, ouvindo os passos ligeiros de Harry atrás de si tentando acompanhar seu ritmo. Chegaram ao elevador e um funcionário usando uniforme vermelho apertou o botão para chamar o elevador e em seguida entrou com eles apertando no andar que eles estariam hospedados.
Louis aproveitou aquele pequeno momento de silêncio para pegar o celular novamente e responder algumas mensagens. Não demorou muito para eles saírem e já darem de cara com a porta do quarto, Louis procurando por todos os bolsos da calça e camisa onde tinha colocado o cartão prateado que servia como chave, praguejando baixinho que o tinha perdido.
Harry revirou os olhos e o empurrou de leve pra passar por ele, tirando o cartão da bolsa e passando na fechadura da porta, olhando para ele com certo deboche.
— Se não tivesse pego de mim, eu saberia exatamente onde estava. — Louis teimou passando pela porta com algumas bolsas, Harry atrás com apenas uma e o funcionário levando o restante com uma facilidade de quem já estava acostumado com aquilo.
— Se eu não tivesse pego, ela teria ficado lá embaixo no balcão, pois você como sempre esqueceu de pegar. — Harry respondeu tranquilamente, começando a andar descalço pelo local espaçoso a fim de estudá-lo e admirou a enorme janela onde seria um tipo de sala de estar. — Obrigado pelo serviço, moço. — Harry tirou uma nota de cinquenta que tinha no bolsinho do short jeans que usava, entregando para o homem que sorriu contente e agradecido pela gorjeta.
Ali eles estavam praticamente na cobertura e não se tratava de um simples quarto de hotel. Havia uma sala de estar com enorme televisão e em divisa outro espaço com uma mesa redonda de vidro para café da manhã. Então tinha uma porta que levava para a grande suíte confortável com uma king size e acesso a uma pequena varanda com a vista de fora.
Harry adentrou mais o quarto e sentou no meio da cama, as mãos passando pelo lençol tão macio e gelado por conta do ar condicionado, seu corpo imediatamente tendo a reação de ceder e bater as costas no colchão incrível com um som abafado. Ele se espreguiçou ali com os olhos bem fechados e um sorriso no rosto, virando de bruços com o bumbum arrebitado para cima e puxando um travesseiro para ficar sob sua cabeça.
— Eu vou descer pro jantar. — Louis disse e Harry virou a cabeça na direção dele, vendo que esse já tinha rapidamente trocado de roupa. — E você fica aqui. — Isso fez Harry sentar rapidamente.
— Mas por quê? Sempre te acompanhei nos jantares, não acha que vai ficar um pouco na cara se eu não for com você?
— Harry, eu não ligo. — Louis deu de ombros com um riso sem humor. — Eu só não estou com saco pra lidar com isso hoje. Por isso, por uma única vez na vida, escute o que estou falando e fique aqui. Fora que não é como se eu fosse demorar tanto lá embaixo.
— Tá bom, então. — Harry abaixou a cabeça um pouco e ficou perdido em pensamentos por alguns segundos, ouvindo os passos de Louis se distanciando e a porta sendo aberta e fechada no momento que ele saiu.
Talvez pudesse ser um pouco ridículo tamanha ousadia, mas Harry ainda tinha esperança de conseguir reconquistar Louis e fazer com que ele o perdoasse por tudo que aconteceu. Harry sentia lá no fundinho que ainda tinha uma parte de Louis que sentia sua falta e o desejava de volta, e queria fazer o que fosse possível para trazer essa parte à tona.
Mas ficava um pouco difícil fazer aquilo com Louis constantemente o distanciando e não permitindo nem um pouco qualquer tipo de proximidade entre eles. Talvez Harry tivesse que ir um pouquinho mais além… mas como?
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Já era dia seguinte.
Na noite anterior, quando Louis saiu falando que não demoraria muito tempo no jantar, ele obviamente tinha mentido. Era meia noite quando Harry, já deitado com suas roupas de dormir, ouviu o som da porta sendo aberta e os passos de Louis zanzando pela sala de estar e ligando a televisão deixando em um volume baixo. Teve um momento que ele ouviu os passos de Louis se aproximarem da porta do quarto e imediatamente fechou os olhos, escondendo o rosto nas cobertas macias quando ouviu que ele abriu a porta.
Louis não entrou. Só ficou lá, parado olhando a figura adormecida sozinha no meio da cama muito grande para seu adorável corpo. Ele suspirou, a cabeça cheia de pensamentos que ele não gostaria de ter mais e tornou a fechar a porta com cuidado.
Aquela manhã tinha amanhecido ensolarada e quente. Harry tinha colocado seu maiô branco favorito e uma saída de banho na mesma cor em um tecido bem mais fino que deixava bem à mostra as curvas de seu corpo e sua pele, antes de sair com uma bolsa contendo o que precisaria para ir até a área da piscina.
Quando ele chegou ao hall, acabou encontrando com alguns dos amigos de Louis, que cumprimentou e conversou educadamente antes de seguir seu caminho até onde realmente queria ir. Já na área da piscina, Harry não demorou muito para ver um pouco mais ao longe Louis sentado no em uma das banquetas do bar na companhia de amigos e também de outra pessoa em específico.
Austin, o secretário com quem ele estava trocando mensagens.
Harry sentiu imediatamente o sangue esquentar na veias. O trato que ele tinha com Louis era muito claro e simples, e Louis estava jogando tudo aquilo no lixo. Harry queria mais do que nunca fazer um escândalo, mas, novamente, aquilo não era do feitio dele.
Então ele se limitou a respirar fundo, colocar aquele sorriso mecânico no rosto e se aproximar de onde todos estavam com aquele costume andar confiante. Antes mesmo que ele tivesse se aproximado totalmente, Louis parecia ter notado sua presença, pois tirou a atenção da conversa que estava acontecendo, os olhos muito azuis atentos em seu corpo pecaminoso.
— Harry! Faz tempo que não te vemos. — Um dos amigos de Louis, Anthony, comentou com um sorriso gentil.
— Anthony! É bom ver você. Todos vocês, na verdade. — Harry se corrigiu e chegou mais pertinho de Louis, não pensando duas vezes antes de segurar o bíceps dele com carinho e ficar na ponta dos pés deixando um beijinho no canto de seus lábios. — E você, huh? Agora sai da cama sem avisar pra onde está indo?
— Desculpa. — Louis precisou engolir em seco tudo que na verdade gostaria de estar falando. Ele forçou um sorriso no rosto. — Você estava dormindo ainda. Não quis te acordar.
— Oh, amor… — Harry então segurou a bochecha dele e juntou seus lábios em um selinho demorado, se afastando quando Louis disfarçadamente apertou seu braço com força em claro aviso.
No mesmo instante Austin levantou, pedindo licença informando que precisava atender uma ligação e se retirou do local. Harry observou aquilo com certo divertimento, mas olhou na direção de Louis e viu claro como água que esse quis ir atrás do garoto e isso foi o suficiente para fazê-lo se enfurecer novamente.
Harry suspirou e se afastou de onde ele estava sem falar nada, indo em direção as espreguiçadeiras enfileiradas de frente para a piscina e sentou em uma delas com raiva, nem mesmo se dando conta de que Louis vinha atrás dele.
— Que merda foi essa…
— Eu quem pergunto. Que merda foi essa, Louis? — Harry, diferente de Louis, falou em um tom menos controlado. — Você acha que eu não sei que ele é o mesmo com quem troca mensagens? Que ele provavelmente está aqui porque você chamou ele e com certeza estavam fodendo ontem, e esse é o porque chegou tarde? — Louis olhava para ele com certo divertimento e Harry forçou um sorriso. — Você pode achar que eu estou enlouquecendo. “Quem é você para me cobrar?” e eu logo te respondo quem sou: sou a pessoa que você depende pra assinar aqueles papéis, ou caso contrário eu nem estaria aqui. E em falar nisso, eu já deveria mesmo estar atrás de passagens de volta para casa, pois vejo que você não tá se comprometendo em cumprir com sua parte.
— Acha que se eu não estivesse cumprindo com minha parte, teria permitido que fizesse o que fez ali? — Louis perguntou irritado, mas ainda mantendo um tom baixo para que os outros não escutassem.
— Louis, não se faça de idiota. Você pode partir meu coração, até um milhão de vezes se necessário, me desprezando de tal maneira, mas eu não admito que me envergonhe na frente dessas pessoas. — Harry avançou e agarrou as bochechas dele com uma mão, seus rostos a centímetros de distância. — E eu juro, Tomlinson, eu não vou admitir se alguém, qualquer pessoa que for, chegar até mim falando de suspeitas sobre um caso entre você e aquele garoto ridículo. Você tá me entendendo?
— Sim. — Louis se limitou a responder e virou o rosto para se afastar de seu toque.
— Como eu disse, se quer que eu assine os papéis, vai ter que ser dessa forma. — Harry disse começando a passar protetor solar nas pernas longas.
— Eu disse que já entendi. — Louis ficou de pé e passou as mãos na cabeça em claro estresse, lançando um olhar na direção da porta que Austin tinha passado para fugir da situação e que até aquele momento não tinha voltado.
— Ainda não consigo acreditar que está perdendo seu tempo com um garoto como aquele também. — Harry revirou os olhos quando se deu conta do que ele estava fazendo. — O que ele tem de tão especial? Ou é a emoção que torna as coisas melhores do que realmente são?
Louis ficou em silêncio, deixando claro que não responderia nenhuma de suas perguntas. Harry decidiu aceitar aquilo e não forçar mais perguntas sobre aquele assunto, porém claro que ele não deixaria Louis em paz tão rapidamente.
Antes que Louis pudesse voltar para o bar onde estava sentado, ouviu Harry o chamar novamente e se virou para sua direção.
— Preciso de ajuda com o protetor. — Harry falou com um sorrisinho no canto dos lábios e Louis meneou a cabeça.
— Está falando sério?
— Do que tá falando? Você sempre me ajudou. — Harry tirou a saída de banho, as mangas deslizando por seus braços, antes de pegar o protetor solar para entregar para Louis. — Por favor, amor? — Piscou os grandes olhos verdes, cílios alongados por rímel.
Louis respirou fundo e deu uma olhada em volta, antes de pegar o protetor e fazer o que ele pediu. Colocou uma quantidade na mão e sentou no espaço que Harry indicou logo atrás de si na espreguiçadeira. Ele começou a deslizar as mãos naquele região visível da pele em sua nuca, os ombros e omoplatas.
Tinha uma parte do maiô que ficava amarrada nas costas e impedia Louis de espalhar mais protetor por ali, porém Harry simplesmente levou uma das mãos para trás e puxou o nó até que esse cedesse e soltasse, tomando certo cuidado para não expor os peitinhos. Daquela forma Louis colocou um pouco mais de protetor em uma das mãos e continuou a espalhar mais pelo restante de suas costas, os pensamentos ficando um pouco distantes conforme deslizava os dedos sobre a pele muito macia que há muito tempo não tocava de tal forma.
Louis não se tocou que suas mãos voltaram um pouco mais para o topo, voltando para os seus ombros magros, observando aquelas pintinhas marrons que ele tinha espalhadas nas omoplatas por toda parte. Aquelas que ele já conhecia tão bem e sempre foi tão obcecado por elas.
Em determinado momento Harry percebeu o que estava acontecendo e tirou proveito para se recostar contra o peitoral dele, levando uma das mãos até a dele o incentivando a descer um pouco mais por sua clavícula até alcançar um de seus peitinhos, meio desnudo por já não se preocupar mais em segurar aquela parte da frente do maiô.
Harry não evitou um sorriso quando se deu conta de que Louis realmente foi em frente, usando a ponta dos dedos para afastar o tecido do maiô e expor seu peitinho de uma vez por todas. Ali ele dedilhou o mamilo com as duas bolinhas prata do piercing, antes de usar dois dedos para beliscar em uma provocação que fez Harry morder o lábio e olhar em volta, se certificando de que ninguém estava percebendo o que acontecia.
Vendo que ninguém estava por perto ou prestando atenção neles dois, se deu ao luxo de relaxar um pouco mais contra ele, deitando a cabeça em seu ombro com os olhos fechados e os lábios entreabertos em suspiros de prazer. Àquela altura a mão dele já estava encaixada em seu peito, o apalpando com a palma grande e forte com certa firmeza capaz de fazer Harry ofegar e a cabeça dar voltas.
E só quando Louis aproximou os lábios daquela região abaixo da sua orelha, simplesmente deslizando os lábios ali, muito ocupado em respirar fundo e se embebedar com seu cheiro, que Harry se deu conta do quanto tinha sentido falta de tudo aquilo. E para Louis estar fazendo tudo aquilo, mesmo depois de tudo o que disse, significava que ele sentia tanta falta quanto ele.
Louis só se deu conta de onde as coisas estavam indo quando os dedos de Harry deslizaram por seu cabelo e ele gemeu baixinho, se empurrando contra a ereção que se construía aos poucos em suas vestes. Louis se desvencilhou rapidamente dele, ao ponto de Harry por pouco não cair para trás, um pouco desnorteado com ambos os peitinhos já expostos para fora.
— O que aconteceu? — Harry perguntou confuso, vendo Louis se limitar a dar as costas e se afastar indo em direção aos banheiros que tinham por ali.
Só então que Harry sorriu satisfeito consigo mesmo, se deitando confortavelmente na espreguiçadeira com a saída de banho jogada sobre os peitinhos para se cobrir, se sentindo mais do que satisfeito com o pouco que tinha acontecido.
Naquele mesmo dia era pra ter acontecido o encontro com o advogado para que assinasse os papéis, mas como Louis não estava em sua maré de sorte, o advogado precisou desmarcar com ele por conta de alguns imprevistos que tivera no escritório. O problema foi que ele informou que só teria um horário novamente daqui dois dias e aquilo foi o suficiente para quase fazer Louis arrancar seus cabelos.
Ele conseguiu falar com Aiden apenas de noite, pois esse passou o restante do dia o evitando e respondeu suas mensagens dizendo que não era para ir atrás dele, que nunca mais queria vê-lo. Porém, quando Louis definitivamente mostrou que não iria mais atrás, descobriu que Aiden tinha bebido algumas e então foi ele a vir atrás de si.
Era uma situação um pouco triste, porque foi naquele momento que Louis viu como o garoto estava nutrindo sentimentos um pouco mais intensos por ele. Louis não sentia um terço daquelas coisas por Aiden e aquela era a mais pura verdade.
Aiden só era alguém com quem Louis gostava de passar o tempo e se divertir de seu próprio modo. O garoto gostava de se esforçar para fazer o que ele queria e era exatamente o tipo de coisa que ele precisava ter na fase em que se encontrava. Podia soar um pouco escroto e meio merda, mas Louis nunca e em nenhum momento mentiu sobre seus sentimentos com relação a Aiden.
Desde que Harry voltou a se fazer ainda mais presente na sua vida, Aiden passou a se sentir mais inseguro que nunca. Primeiro que ele detestou descobrir que Louis era casado e quis saber porque Louis nunca o contou. Nesse ponto, Louis falou a verdade e disse que o relacionamento dele com Harry estava um pouco conturbado, que eles tinham se distanciado e que Louis tinha seus planos de se divorciar, porém que não tinha conseguido até o atual momento. Depois Aiden descobriu sobre Harry também ir para a viagem de negócios para Las Vegas e foi quando se sentiu ainda mais traído, sendo necessário Louis explicar que era lá onde iriam assinar alguns papéis também relacionados ao divórcio. Mas então toda essa versão verdadeira de Louis não estava batendo, quando pessoalmente Harry estava constantemente com ele e eles ainda tinham uma postura de casal apaixonado.
Aquilo era capaz de acabar com Aiden, fazê-lo arder de ciúmes.
Mas ele ainda assim não se sentia capaz de distanciar Louis completamente e lá estava ele em seu quarto com Louis como companhia, ambos ainda nus e meio ofegantes após a foda rápida.
— Eu já preciso ir. — Louis falou sentando na cama, buscando por sua cueca e a calça.
— Por que não passa essa noite aqui? Só dessa vez. — Ele pediu vendo Louis levantar para vestir a calça, a cabeça balançando em negação.
— Não posso. Ainda tenho muito trabalho pra fazer essa noite. — Louis mentiu. Se ele ficasse por ali, era capaz de Harry ir atrás dele batendo em todas as portas daquele maldito hotel. — Amanhã na reunião a gente se vê, sim? — Louis se inclinou para beijar sua testa e se afastou ainda colocando a camisa, dando um aceno antes de sair pela porta.
Porém, quando Louis estava caminhando pelo corredor na direção do elevador dando um trato na aparência, acabou encontrando com um grupo de conhecidos da filial de Londres que estavam descendo para beber juntos. Eles conversaram com Louis jogando uma conversa fora, até todos se juntarem na missão de convencê-lo a descer e beber um pouco com eles.
Louis não estava nenhum pouco ansioso para ir para seu andar e ter Harry constantemente o encurralando e provocando, pois ele já tinha provado a si mesmo como a carne era fraca. Então ele conferiu se a sua carteira estava mesmo no bolso e concordou em acompanhá-los.
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Louis chegou no andar dele e passou pela porta cambaleando um pouco, fechando a porta atrás de si para que ela trancasse automaticamente. Ele se aproximou do sofá e apoiou as mãos no encosto acolchoado, fechando os olhos sentindo o mundo girar um pouco.
Levando em conta o seu estado, não dava para negar o quanto ele tinha se divertido bebendo com o pessoal. Já fazia certo tempo que ele não saía para beber daquele modo, então talvez tenha o feito um pouco bem.
Foi só quando ele ouviu um barulho vindo da suíte que ele voltou a abrir os olhos e despertou dos pensamentos. Ele caminhou na direção da porta entreaberta e a empurrou um pouco silenciosamente, encontrando no meio da cama Harry utilizando nada além de uma camisola branca minúscula de cetim, a mão trabalhando rapidamente naquela região entre suas pernas abertas.
Louis suspirou e o som chamou a atenção de Harry, que olhou na sua direção e ainda assim não parou com o que fazia. Inclusive, sua presença parecia ter dado ainda mais incentivo para a figura pecaminosa, que movia os dedos sobre o grelinho molhado com mais intensidade, a boquinha aberta em gemidos gostosos.
— Você demorou. — Harry observou ainda se tocando, parando por um momento só para levar a ponta dos dedos melados até a boca e aquilo foi o suficiente para deixar Louis mais que afetado, virando o rosto apoiando a testa no parapeito da porta.
— Estava bebendo. — Louis respondeu.
— E também estava com seu brinquedinho novo. — Harry disse com uma risadinha e isso fez Louis voltar a olhá-lo, vendo que desta vez ele brincava com os próprios biquinhos dos peitinhos. — Foi gostoso com ele hoje? Eu fiz render uma boa foda de reconciliação entre vocês?
— Por que isso importa? — Louis perguntou piscando os olhos lentamente e Harry parou por um momento para sentar no meio da cama, olhando para ele com atenção.
— Porque sinto sua falta. — Harry rastejou para fora da cama e andou igual um felino em direção a ele, parando a poucos centímetros de distância. — Falta de você brincando comigo. Só isso.
— Já chega. — Louis falou em um tom ainda tranquilo, e Harry assentiu tocando a mão dele.
— Então vem pra cama. — Harry o puxou de leve e Louis hesitou. — Você tem que dormir em uma cama de verdade, Louis. Desde que chegou você tá naquele sofá. Não tá dormindo direitinho, huh?
Lembram-se de antes? Sobre a carne ser fraca.
Louis aceitou ser levado até a cama e Harry o empurrou para que deitasse ali. Então Harry subiu na cama também e o ajudou a tirar sua camisa, em seguida desceu para desafivelar o cinto e conseguir abaixar suas calças e tirar por suas pernas junto aos sapatos caros. Harry voltou para a cama e viu Louis com os olhos bem abertos, olhando na sua direção em silêncio.
Harry ignorou a chance de ser totalmente dispensado e então passou uma perna sobre suas coxas, sentando ali com a bucetinha melada bem posicionada sobre o volume escondido sob sua cueca. Ele só se manteve paradinho, sentado ali, os dedos acariciando a barba curta de seu rosto com carinho.
— Você não sente minha falta, Lou? Nenhum pouquinho? — Harry perguntou baixinho, os dedos começando a trilhar linhas invisíveis pelo seu peitoral.
— Sinto. — Louis respondeu sincero e Harry sorriu com um suspiro de alívio, se inclinando para beijar seu rosto. — Não faz isso…
— Por que não?
— Não faz. — Louis fechou os olhos e balançou a cabeça um pouco. — Me fazer te querer de volta. Eu não vou aguentar.
— Não precisa resistir. — Harry continuou deixando beijinhos por seu rosto, se movendo só um pouquinho sobre o pau dele fazendo-o gemer. — Lá na piscina, você fugiu porque viu o quanto me quis e eu te quero assim também. Então, por favor, deixa… Eu amo tanto você, te quero tanto de volta pra mim.
— Porra. — Louis ofegou e segurou ambos os lados do rosto dele, o puxando com certa violência para beijar sua boca, Harry imediatamente gemendo em alívio se movimentando sobre seu pau.
Seus lábios deslizavam um contra o outro e suas línguas molhadas brincavam juntas, as mãos de Louis deslizando por suas costas até alcançar sua bunda e apertar ali com força, o incentivando a continuar rebolando sobre seu pau que aos poucos já endurecia. A bucetinha de Harry já fazia uma bagunça no tecido da cueca branca de Louis, deixando uma mancha molhada ali.
— Vem aqui. — Louis o chamou, indicando o rosto. — Eu quero comer você. — Harry sentiu a bucetinha fisgar com aquilo e logo obedeceu, mas invertendo a posição para que ficasse de frente para o pau dele.
Harry apoiou os joelhos no colchão em cada lado de sua cabeça, antes de se abaixar aos pouquinhos sobre sua boca e dar um pulinho assustado quando ele já começou a trabalhar com certa intensidade contra sua buceta. A boquinha de Harry se abriu em um gemidinho e as costas arquearam em prazer, começando a movimentar os quadris para frente e para trás, indicando para Louis onde queria que a língua dele estimulasse.
Harry se inclinou sobre o peitoral de Louis, se apoiando um pouco sobre o abdômen dele para empurrar sua cueca para baixo e livrar sua ereção daquele aperto. Com a ponta dos dedos Harry começou a acariciar o baixo ventre dele, seguindo por aquela trilha de pelinhos ralos que seguiam até a base de sua ereção.
— Eu sei que você foi atrás dele hoje. — Harry comentou um pouquinho ofegante por causa do oral dedicado que recebia. — Mas eu sei também que você nunca comeu ele como está me comendo agora. — Harry se interrompeu com um gemido quando Louis grunhiu contra sua xoxotinha, sugando seu grelinho gordo
para dentro da boca com ainda mais dedicação. — Não é verdade, Lou?
Louis porém não respondeu, muito ocupado em comer aquela buceta como há muito tempo não fazia.
Louis sempre gostou de deixar claro como no sexo amava a parte dos orais. Para ele não tinha nada como conseguir enrolar Harry na ponta do seu dedo só em chupá-lo do modo que sabia bem que ele gostava.
Na última vez que ele e Harry estiveram juntos, Louis não se permitiu fazer o que mais gostava, porque sentiu que de certa forma estaria agradando Harry – o que era algo que ele definitivamente não merecia naquele momento. Isso sem contar o detalhe que outro cara momentos antes estava fodendo ele.
Então ali Louis estava tirando todo seu atraso. Ele não queria saber de parar com o que fazia e muito menos de responder perguntas naquele momento. Porém, Harry parecia disposto a punir ele e ergueu os quadris, tirando a buceta de sua boca com um som molhado.
— Ei, me responde. — Harry cobrou dengoso, os dedos acariciando provocativamente seu pau.
— Volta. — Louis cobrou com a voz meio grogue, os braços tentando puxar suas coxas, mas Harry resistiu.
— Responde. Você já comeu o Austin assim? Desse jeitinho gostoso que você faz comigo. — Harry voltou a perguntar, rebolando provocante sobre o rosto dele para instigá-lo.
— Não.
— E por quê?
— Porque é sua buceta que eu amo. — Louis respondeu com simplicidade, usando os dedos grossos para afastar os lábios melados da xoxota um do outro, a abrindo e tornando ainda mais apetitosa aos seus olhos. — Eu amo comer você. Sempre é bom com você.
— Então, você me quer de volta? — Harry deu um jeitinho de arrumar sua posição, voltando a se posicionar sobre o pau dele, as mãos apoiadas nas laterais de sua cabeça.
— Você está colocando palavras na minha boca. — Louis semicerrou os olhos e Harry revirou os dele em deboche, levando a mão para segurar o pau dele e guiar a cabecinha gorda do pau até a entradinha de sua buceta. — Eu nunca… falei isso. — Continuou a falar com dificuldade, conforme o calor da buceta envelopava seu pau.
— Então eu vou te fazer falar. — Harry teimou rebolando gostosinho para fazer o pau encaixar direitinho dentro de si. — Porque você precisa de mim.
— Ah, é mesmo? — Louis o provocou e Harry sorriu balançando a cabeça em afirmação. — E como você vai fazer isso? — Louis perguntou, sendo ele a sorrir dessa vez, observando Harry parar com seu pau enfiado até o fundo para tirar a camisola sobre a cabeça e ficar completamente nu sobre seu corpo.
— Vou refrescar sua memória. — Harry explicou voltando a se mover, apoiando as mãos em seu abdômen para quicar em seu pau com facilidade.
Louis puxou um travesseiro para por embaixo da cabeça e conseguir visualizar melhor o corpinho de Harry sobre seu corpo. A pior parte daquela situação era que Harry sabia exatamente o que deveria fazer para desestabilizar ele, porque já fazia o jeitinho certo de rebolar em seu pau e fora aquele modo que ele apertava a bucetinha envolta do seu comprimento em momentos específicos.
Em determinado momento Harry apoiou as mãos em suas coxas e o tronco ficou inclinado para trás, conseguindo assim mais apoio para quicar para cima e para baixo com mais facilidade em seu pau. Aquela dedicação foi o suficiente para enviar cargas de prazer ao longo do baixo ventre de Tomlinson, a cabeça dele pendendo para trás e os olhos fechando em prazer.
Ali Louis com certeza estava tendo sua memória refrescada. Era sempre uma delícia ter Harry em cima de si, rebolando e quicando no seu pau como um profissional, ainda mais quando ele tinha aquele maldito talento de se apertar com ainda mais força em seu pau e era capaz de levá-lo à loucura.
E era exatamente aquilo que Harry estava fazendo agora, o que fez Louis sentar e agarrar sua cintura com um braço que o forçou a parar de se movimentar por um momento. Mas Harry ainda assim continuou se apertando e relaxando em volta do seu pau, o que estava levando Louis à loucura, tendo a reação de acertar um tapa pesado e estalado em sua bunda, que arrancou uma risadinha gostosa de Styles.
— Te fiz lembrar, não fiz? — Harry perguntou ainda com aquele sorrisinho sapeca, a ponta dos dedos dedilhando a barba curta de suas bochechas. — Ah, eu fiz sim. — Ele riu quando Louis não respondeu nada, ofegando quando este o largou de modo que caísse de bruços no colchão.
Harry imediatamente separou as pernas e empinou bem o bumbum, sentindo Louis se posicionar sobre seu corpo com uma das mãos apoiadas no colchão bem ao lado da sua cabeça, enquanto a outra mão guiava a cabeça do pau para encaixar certinho em sua buceta apertada novamente.
A boquinha de Harry se abriu em um gemido que não saiu, os dedos magros agarrando o lençol da cama com força, conforme Louis começava a se movimentar para dentro e para fora com certa dificuldade por conta de seu estado embriagado, misturado ao prazer.
— Eu amo seu pau. — Harry gemeu com certa dificuldade, os dedos se fechando no pulso de Louis, que tinha as mãos apoiadas nas laterais de sua cabeça. — Fode tão bem a minha buceta. Eu amo você.
Louis se sentiu um pouco mais tonto após aquelas palavras capazes de atingi-lo em cheio, parando com os movimentos por um momento. Harry, porém, com sua bucetinha tão molhada e gulosa por pau, deu um jeitinho de se mover por conta própria. Ele começou a se empurrar para trás em direção a toda a extensão de seu pau, dando pequenas reboladas ali, antes de voltar para frente e repetir todo o processo com certo prazer.
Louis acabou não conseguindo resistir mais a tentação, os dedos se emaranhando nos cabelos longos dele para virar sua cabeça e conseguir alcançar seus lábios. O beijo era desajeitado e coberto de desejo por ambas as partes, tendo um momento em que suas línguas apenas brincavam juntas fora da boca e eles gemiam demonstrando seu interesse de ter cada vez mais um do outro.
— Eu quero que você goze dentro de mim. — Harry disse em um tom dengoso, conseguindo fazer o pau dele escapar da sua buceta e assim virando para deitar de costas e ficar de frente para ele. — Você vai fazer isso? Por favor. — Harry perguntou, segurando a cabecinha do pau dele e voltou a pressionar na entradinha molhada da sua buceta.
Harry amava ficar naquela posição com Louis, pois conseguia ficar tão mais juntinho dele e observar seu rosto, enquanto esse metia tão gostoso em sua buceta. Fora que amava que daquela forma conseguia soar ainda mais atrativo e apetitoso aos olhos do Tomlinson, fazendo esse atacar seus lábios, morder seu pescoço e judiar de seus peitinhos deixando chupões por toda parte.
Louis não conseguiu responder. Quando sentiu a cabecinha do pau já devidamente encaixada na xotinha dele, logo agarrou sua cintura e passou a bater os quadris com força contra seu corpo, manipulando seu corpo magro e puxando em sentido às suas estocadas um pouco mais agressivas que antes.
A boquinha de Harry deixou escapar um gemido delicioso que preencheu todo o quarto, sendo capaz de afetar Louis de uma forma que o fez vacilar nas estocadas e sendo sua vez de gemer rouco e excitado, as mãos agarrando ambos os seus peitinhos para os dar certo volume e imediatamente enfiou um deles na boca, começando a mamar com vontade em um deles.
— Eu odeio você. — Louis acabou falando em determinado momento, posicionando a mão em seu pescoço com seus rostos ficando de frente para o outro com alguns centímetros de distância. — Odeio você por me fazer te querer de volta. Por amar tanto você.
— Eu te amo. — Harry sussurrou lambendo o queixo dele coberto pela barba ruivo queimada por fazer até alcançar seus lábios. — Senti tanto sua falta. Eu amo tanto seu pau, suas mãos, sua boca… eu amo você, Lou. E você me quer de volta.
— Não… — Louis sussurrou com dificuldade, se movendo lentamente para dentro e para fora dele em meio a conversa sussurrada.
— Sim, você quer. — Harry segurou ambos os lados do rosto dele, começando a deixar beijinhos por seus lábios. — E tudo bem… eu já sou seu.
— H-Harry…
— Eu sou seu, Louis. — Harry voltou a repetir com um sorrisinho. — Você me quer de volta e já tem. Eu sou seu e sempre vou ser.
— Então ouça bem o que eu vou dizer, Harry. — Essa foi a vez de Louis agarrar ambas as bochechas dele com uma mão, até mesmo parando de meter em sua buceta, mas permanecendo parado enfiado na xoxotinha dele até o fundo. — Você me quer de volta? Quer voltar a estar comigo? — Harry com um beicinho balançava a cabeça em afirmação. — Ok. Eu vou te aceitar de volta. Mas eu juro, Harry, ouça bem o que digo… eu juro que se você fizer algo como o que fez novamente… eu mato você.
Harry engoliu em seco e balançou a cabeça em compreensão, os dedos alcançando o próprio clítoris e começando a esfregar em movimentos circulares. Louis ter dito aquilo e daquele jeito, o excitou bem mais do que realmente deveria.
Droga, Harry realmente amava aquele homem.
— Ouviu o que eu disse, Harry? — Louis perguntou em um grunhido, a outra mão se posicionando bem sobre seu pescoço e apertando ali levemente. — Eu mato você e quem quer que seja o filho da puta desgraçado. Eu juro por Deus que mato os dois.
— S-Sim. Eu entendi, amor. — Harry balançou a cabeça algumas vezes, choramingando excitado que bastou Louis ouvir suas palavras para voltar a meter deliciosamente em sua buceta, causando sons molhados e estalados que preenchiam todo o quarto, junto aos seus gemidos.
— Você não tem ideia de quantas vezes eu fiquei por um triz de fazer uma loucura quando tudo aconteceu. — Louis dizia sério, os olhos azuis muito escuros olhando profundamente para os verdinhos brilhantes de Harry, que sentia que poderia gozar a qualquer instante. — Quando eu terminei com você e saí de casa naquele dia, eu cheguei a ir atrás do desgraçado. Você tem ideia do que poderia ter acontecido? Consegue imaginar como chegou muito perto de que eu fizesse uma loucura?
— Oh, Lou, e-eu sinto muito, amor.
Louis o silenciou enfiando o polegar em sua boca, o usando para brincar com sua linguinha quente e molhada, conforme sentia o orgasmo se construir no pé de sua barriga, a virilha esquentando junto aquela formigação em seu pau.
Harry percebeu como Louis já estava ficando cansado e não demorou para inverter suas posições, sorrindo safado e satisfeito quando estava em cima dele e conseguiu com que o pau não deslizasse para fora de si em momento algum. Seu sorriso ficou um pouco maior quando se deu conta do estado destruído que Louis se encontrava, o rosto levemente suado com alguns fios em sua testa, os olhos azuis tomado pelo preto das pupilas por tamanho prazer e os lábios finos avermelhados de tanto serem beijados e mordidos por si.
Talvez Harry tenha demorado um pouquinho para começar a se mover, pois logo despertou de seus pensamentos quando sentiu tapas estalados serem deixados em sua bunda, indicando que deveria voltar a quicar.
Deixou um choramingo dengoso escapar com a sensação da bunda ardendo após os tapas pesados, apoiando ambas as mãos em seu abdômen e voltando a subir e descer rebolando gostoso em toda sua ereção. Enquanto isso, Louis se limitou por um momento a apenas observá-lo, seus gemidos baixos e roucos servindo como incentivo o suficiente para que Harry continuasse dedicado nos movimentos como se sua vida dependesse daquilo.
— Eu vou gozar. — Harry gemeu, estremecendo sobre Louis e parando por um momento com as quicadas, mas ainda dando pequenas reboladas que faziam a glande estimular os lugares certos.
— Eu também, princesa. — Louis grunhiu apertando os quadris dele e Harry não evitou se sentir um pouco mais sensível quando se deu conta de que aquele apelido carinhoso tinha voltado. — Volta a fazer daquele jeitinho, que você sabe que o papai gosta. Seja bonzinho, estou quase lá.
Harry apertou os lábios para se conter e não continuar sendo tão alto, balançando a cabeça em afirmação. Apoiou um dos antebraços no colchão ao lado de sua cabeça, seus rostos ficando juntinhos conforme Harry voltava com as quicadas e ofegava dengoso em sua boca.
Os lábios de Louis começaram a explorar o pescoço dele, deixando pequenos beijos e mordidas ali capazes de desestabilizar o mais novo. Ele percebeu o exato instante em que Harry entrou em um orgasmo, as pernas longas estremecendo na lateral de seu corpo e todo o corpinho tendo pequenos espasmos.
Inconscientemente ele parava aos poucos de rebolar em seu pau e Louis estava tão perto, logo precisando tomar as rédeas da situação agarrando seu quadril e a bunda para literalmente usar sua buceta, o forçando a se movimentar.
Os olhos de Harry se marejaram com tamanha estimulação, os dedos apertando o bíceps tatuado dele com força, as unhas curtas se fincando na pele. Um gritinho excitado escapou de sua boquinha quando Louis gozou e gemeu contra seu pescoço longamente, conforme liberava porra dentro de sua bucetinha fodida mantendo-o cheio, e acabou mordendo a pele sensível de seu pescoço com força.
Depois que gozou, foi a vez de Louis em segurar Harry com firmeza para fazer questão que ele não se mexesse em seu pau sensível pós orgasmo e os dois ficaram assim, juntos e agarrados por longos minutos. Somente seus corpos nus, quentes e suados contra o outro.
Quando Harry já se sentia recuperado o suficiente, arrumou a postura e se ergueu de pouquinho a pouquinho, sentindo o pau grosso sair centímetro por centímetro de dentro de si, em seguida a porra branquinha escapar aos montes de seu buraquinho usado.
— Te amo. — Harry sussurrou com um sorriso, deixando beijinhos por todo o rosto de Louis, que provavelmente já dormia.
No dia seguinte quando Louis acordou, sentiu sua cabeça doer e imediatamente lembrou da bebedeira da noite anterior. Não só da bebedeira, mas também do que tinha acontecido após isso, pois tinha Harry deitado ainda nu logo ao seu lado e ainda agarrado ao seu braço.
Louis não sabia ao certo o que deveria fazer. Lembrava que tinha de certa forma perdoado Harry e que eles tinham tecnicamente voltado, mas as coisas ainda pareciam um pouco estranhas.
Porém, bastou Harry se mover um pouquinho, estremecendo claramente de frio por estar tão exposto, que Louis o puxou ainda mais para seu corpo quente e jogou um pouco do cobertor sobre ele. Isso foi o suficiente para despertar Harry, que piscou os olhos algumas vezes e ficou parado olhando em sua direção por alguns segundos, como se estivesse se preparando para um possível golpe.
— Bom dia. — Louis falou com a ponta dos dedos tirando os fios de cabelo da frente de seu rosto. Harry não respondeu, apenas apoiando a mão sobre seu peitoral e se inclinando em sua direção para beijar seus lábios. — Dormiu bem?
— Sim. Obrigado. — Louis teve a impressão de que Harry o agradecia por outra coisa.
— Eu vou pedir o café. — Louis falou após um momento e sentou para conseguir levantar da cama, Harry permanecendo deitado exatamente onde estava. — Depois vou ter que descer. Marcar presença com todos aqueles representantes.
— Precisa mesmo ir? — Harry perguntou com um beicinho, ainda escondido sob as cobertas fofas com apenas o rostinho amassado pelo sono para fora. — Estou tão feliz. Queria tanto passar o dia com você hoje.
Louis ia falar que era algo importante, que não seria de bom tom desmarcar. Porém ele parou pra pensar um pouco e chegou à conclusão que não seria a melhor coisa a dizer, quando seu relacionamento com Harry já tinha sido prejudicado porque suas prioridades sempre pareciam ser o trabalho e nunca Harry como sua companhia.
Então se ele tinha decidido dar mais uma chance para seu casamento com Harry, também precisava fazer sua parte.
— Vai ser algo rápido, mais como um café também. Por que não se veste e desce comigo, depois quando acabar saímos pra dar uma volta na cidade.
Aquilo fez um sorriso genuíno surgir no rostinho de Harry, que imediatamente assentiu e falou que só tomaria uma ducha.
Em meia hora eles tinham descido juntos, Louis em roupas casuais, mas de certa forma ainda elegantes e caras, e Harry com seu lindo vestido branco tomara que caia que possuía um lindo corte na perna direita até a altura da coxa. Harry o tempo todo ficou junto a ele, de mãos dadas e com sorrisos idiotas no rosto corado como se não conseguisse acreditar que o tinha de volta.
Claro que Louis parecia tão satisfeito quanto, também fazendo certa questão de mantê-lo por perto, deslizando a mão pela base de suas costas e mantendo em sua bunda casualmente para ficarem próximos. Ou quando estavam sentados na mesa do café da manhã e Louis tinha a mão sobre sua coxa fazendo um carinho discreto, Harry abraçado ao seu bíceps e vez ou outra deixando beijinhos em sua bochecha.
Um pouco depois, Austin apareceu para o café da manhã e encontrou como os dois estavam, se sentindo levemente desnorteado e sem entender ao certo o que estava acontecendo.
Porém bastou Louis olhar na sua direção e não esboçar nenhuma reação, muito menos ter tentado dar a entender que tinham algo para conversar depois, que ele entendeu que tinha perdido.
Louis voltou sua atenção para o que um daqueles homens engravatados comentava sobre algo engraçado que aconteceu em uma reunião e foi a vez de Harry olhar na direção de Aiden, o cumprimentando com um sorrisinho e deitando a cabeça no ombro do marido em certa provocação.
Teve um momento que Austin sentiu certa necessidade de se afastar daquele espaço para respirar um pouco e foi em direção que ficavam as piscinas. Não levou nem cinco minutos para que então Harry o surpreendesse ao aparecer ali também, um cigarro aceso entre os dedos magros.
— Sinto muito. — Harry disse e deu uma pequena tragada no cigarro, Austin olhando para ele com certa raiva e olhos marejados. — Você devia ter imaginado que isso aconteceria.
— O que?
— Ele dar pra trás e voltar pra mim.
— Mas por que? — Aiden de certa forma teimou como criança e Harry sorriu com um dar de ombros.
— Porque só eu sei o que ele realmente precisa e quando precisa. — Harry sussurrou. — E ele nunca amou ninguém como me ama. Acha que ele seria capaz de perder isso por causa de alguém como você? Não, não é assim que funciona.
— Ele também me amou. Pelo menos um pouco.
— Talvez. — Harry deu de ombros, dando uma última tragada no cigarro antes de jogar no cinzeiro que tinha sobre uma mesinha quadrada de madeira que tinha ali. — Mas não o suficiente para querer matar alguém por sua causa. Entenda, se não há loucura, sempre vai faltar algo e nunca será o suficiente. Agora ele é meu de novo e eu sou dele.
Então Harry se afastou e caminhou em passos tranquilos de volta para onde acontecia o café, deixando Austin para trás.
Mamãe espera que vocês gostem e gozem, amo vocês demais! Boa leitura. 🤍
💌
- Achei que você tinha dito pra você nunca mais me procurar, Styles. – Louis soltou a fumaça da maconha pra cima, ajeitando o fuzil pendurado em seu corpo, o jogando pro lado.
- Oh meu gatinho, você sabe que não consegue ficar longe de mim. – Harry sorriu encantador, as covinhas fundas e os dentinhos de coelho aparecendo. Se aproximou de Louis, olhando pros lados no beco escuro pra ter certeza que estavam sozinhos antes de lhe dar um selinho do canto da boca, não sendo retribuído por Louis. – Você ainda está bravo comigo? – Harry fez bico, apoiando as mãos na parede fria atrás de Louis, o olhando nos olhos.
- Você acha que eu sou otário, não é? – Louis riu sem humor. – Deixa eu ver se eu entendi. Você é um filhinho de papai que nem teve coragem pra me assumir publicamente, é mimado pra cacete, implora pelo meu pau à três anos e quando eu te digo que tô maluco por você, tu mete o pé e some, aparece namorando um loiro sem sal e vem me procurar pra foder? Tu acha que eu sou o que, Styles? Caça teu rumo. – Louis tinha o maxilar travado, fumando o cigarro de maconha sem ao menos olhar pro rosto de Harry.
- Oh meu gatinho, você sabe que eu não posso terminar com ele, meu pai me mataria, é aliança eleitoral. Tu também sabe que meu coração é todo seu, mas eu não posso te assumir, Lou. Todo mundo sabe que você é o dono dessa favela, o que você quer que eu faça? – Harry suspirou.
- Esse não é o caô, Harry. Tu sabe que não é. Já te disse mil vezes que por você eu largava toda essa merda, porra. Largava a favela, o tráfico, ia trampar em loja e me endireitar. Tudo por você, enquanto tu nem tem cu pra admitir que só não me ama. Mete o pé, Styles, não tenho mais nada pra falar com você. – Louis empurrou o peito de Harry, puto pra caralho.
- Lou, por favor. – Harry choramingou, cobrindo o rosto com as mãos. – Não faz assim comigo.
- Porra Harry, que porra! – Louis o girou pela cintura, empurrando seu peito de encontro com a parede. Harry assustou, apoiando as duas mãos na parede quando seu cabelo foi puxado pra trás, sua cabeça apoiada no ombro de Louis. – Tu quer a porra do meu pau na sua bunda de vagabunda, não é? – Ele perguntou, apoiando o cigarro entre os lábios pra espalmar um tapa ardido na bochecha de Harry. – Me responde!
- Sim, eu quero. – Harry engasgou, sentindo seu pau latejar nas calças só pela pouca interação.
- Essa vai ser a última vez. Tu vai ter meu pau bem aqui, na merda desse beco e vai levar minha porra pro seu namoradinho. A merda desse tempo todo eu te tratei como uma princesa, te fodi na cama com aquelas merdas de lençóis caros que você tanto ama. Eu te ofereci os jantares mais caros dos restaurantes que você ama, dentro da minha casa, porque você tem vergonha de mim. Eu te apresentei pra minha mãe e pra minha família, tu foi a minha pior decisão, Harry. – Louis segurou as bochechas de Harry com brutalidade. – Todo o circo que você vive, esbanjando dinheiro e ganhando jóia todo santo dia, qualquer um vai te dar. Mas nenhum outro vai te foder como eu, nenhum outro vai te fazer gozar até ficar babando e chorando, implorando pra parar. Nenhum, Harry, vai te bater tão bem quanto eu, exatamente como você gosta. Tu pode ter luxo, uma mansão, carro caro e a porra de um anel de diamante. Mas nunca, nunca, você vai ser amado do jeito que eu te amo. – Louis o soltou, jogando o fuzil pendurado pra trás das costas. – Ajoelha. – sussurrou.
- Aqui não, Lou. – Harry choramingou.
- Eu tenho pena de você, na moral. – Louis riu sem humor, virando as costas para Harry e descendo o beco.
- Não! Louis. – Harry o puxou pela regata, caindo aos seus pés de joelhos. – Estou aqui. – ele engoliu em seco, tentando segurar o choro entalado na garganta.
- Implora. – Louis mandou.
- Por favor, gatinho. Me deixa te mamar, me fode, me usa como quiser. Por favor, Lou, eu preciso de você. – Harry agarrava o shorts de Louis, esfregando a bochecha no pau marcado. – Não vai embora, amor.
Louis deu um último trago no beck antes de apagar, o guardando no bolso. Ele abriu o shorts sem enrolação, puxando o pau pra fora da cueca e o segurando firme, o esfregando no rostinho de Harry.
- Abre a boca e mama direito. – Louis mandou, segurando firme dos cabelos de Harry, o sentindo lamber a glande e sugar, gemendo baixinho no seu pau. – Engole inteiro, princesa. Sei que tu consegue. – Ele empurrou a cabeça de Harry contra sua pelve, o assistindo respirar pelo nariz até que seu pau estivesse todo dentro, latejando na garganta pequena. – Porra, boneca, vai ser difícil pra caralho achar outro que faça tão gostoso assim. – Louis riu vendo Harry franzir o cenho, bravo, arranhando suas coxas. Ele sabia o quão ciumento seu garoto era, sabia que por mais que não admitisse, ele preferia morrer do que ver Louis com outro. – Relaxa pra eu foder tua boquinha. – pediu, tirando o pau até a cabecinha e voltando até a garganta, começando a foder lento e aumentando a velocidade, vendo Harry babando pra caralho e as lágrimas gordas deslizando nas bochechas vermelhinhas. – Assim, do jeitinho que eu te ensinei. – Louis gemia rouco, sendo impiedoso com Harry, usando sua boca como bem queria. Ele sentia o garoto esfregando a língua nas veias do seu cacete, sugando forte pra sentir o gosto do pré gozo, o fazendo quer encher a boca quente de porra, o fazendo engolir tudinho como um bom menino. Ele tirou o cacete da boca de Harry, o puxando pra cima pelos cabelos. O empurrou na parede e o beijou, o fazendo amolecer em seus braços. Sua mão já conhecia cada botão de cada roupa do cacheado, adestrada por tantas vezes que fora ela a abrir suas calças com rapidez, sem paciência pra estar dentro dele o mais rápido possível. Usou a habilidade conquistada pra abrir a calça social dele, enfiando a mão por dentro da cueca e apertando a carne farta da bunda com força, o fazendo gemer em sua boca.
- Entra em mim, Lou, me fode. – Harry choramingou, punhetando o pau de Louis completamente babado.
- Vira. – Louis sussurrou ofegante, abaixando a calça e a cueca de Harry de uma só vez. Harry apoiou as mãos na parede, separando as pernas o máximo que podia. Foi surpreendido quando ao invés do pau gostoso se esfregando a borda do seu cuzinho tão necessitado, ganhou um tapa forte e ardido na bunda branca. Gemeu alto, sentindo Louis tapar sua boca e começar a espancar sua bunda, o batendo mais forte do que todas as outras vezes. Ele não queria que Harry sentisse tesão, ele queria que Harry sentisse a mesma dor que ele sentia no peito. – Eu te odeio, playboyzinho. – Louis segredou, espalmando tapas e mais tapas, deixando a bunda com a pele arroxeada. Harry quis responder mas a mão possessiva de Louis em sua boca o impedia, tanto quanto os gemidos que o fazia engasgar a cada golpe. Louis cuspiu em seus dedos, esfregando no cuzinho que pulsava, não resistindo à meter dois dedos de uma vez. Ele tirou a mão da boca de Harry e deslizou até o pescoço suado, apertando e regulando sua respiração. Os dedos passaram a estocar rude, abrindo o rabo tão gostoso de foder.
- Sei que não me odeia. – Harry gemeu, se empurrando contra as estocadas.
- Cala a porra da boca, Harry. – Louis disse rude em sua orelha. – Usa a boca pra algo útil e geme meu nome. – ele mordeu a pele do pescoço dele, sugando a pele e deixando um chupão enorme, o marcando como seu.
- Me fode com seu pau, Louis. – Harry brigou, contradizendo os olhos revirados e os gemidos gritados. – Por favor.
- Tu implora igual puta pro seu namoradinho também? Hm? – Louis esfregou a cabecinha do pau dolorido no rabo apertado do outro, empurrando e sentindo sua relutância em alargar. – Nem parece que ele te usa, tá apertado igual a porra de uma virgem. – Louis gemeu rouco, adentrando a camisa do cacheado e beliscando seus mamilos.
- Larga de besteira, ele nunca me tocou, gatinho. – Harry disse com a respiração desregulada. – Fode sua princesa, fode? – Harry olhou pra Louis como pode, puxando-o pela nuca e o beijando de imediato, precisando de todo toque que pudesse receber.
Louis suspirou, gemendo junto com Harry ao que estocou a primeira vez, segurando firme em sua cintura e passando a foder sem dó, deslizando a mão até o pau negligenciado de Harry e passando a punhetar, o fazendo gritar de tesão e se empurrar cada vez mais contra suas estocadas. – Que rabo apertado, porra. – Louis sussurrou em seus lábios. – Vai, continua se fodendo no meu pau, me mostra como é um cachorrinho desesperado. – Louis soltou seu pescoço, firmando as mãos na cintura do outro e o puxando contra sua pelve, empurrando o pau até o fundo, rápido e rude, a cabeça girando ouvindo Harry gritar seu nome. – Fala que precisa de mim, que não sabe viver sem teu macho, fala? – Louis sussurrou em seu ouvido entre gemidos.
- Não sei, meu gatinho, sou tua boneca, só tua. – Harry gemeu, olhando em seus olhos. – Preciso do seu pau mais fundo, Lou. – disse manhoso.
- Porra, tira essa calça. – Louis se afastou, vendo Harry passar a mesma dos seus calcanhares com os próprios pés. Ele o girou, segurando atrás de suas coxas e entrelaçando suas pernas em seus cintura. Pressionou suas costas na parede e o segurou firme com uma só mão, metendo nele de novo e o sentindo descer até a borda.
- Puta merda! – Harry agarrou mais forte os braços em volta de seu pescoço, ajeitando as pernas tendo cuidado com o fuzil.
Louis apertou a bunda de Harry com as duas mãos, estocando pra cima, o fodendo contra a parede. Ele o beijou, um beijo quente e errado, esfregando suas línguas e gemendo um na boca do outro. O pau de Harry se esfregava entre seus corpos e sua costa ardia raspando na parede chapiscada e a cada segundo eles sentiam mais a falta de ar e a exaustão dos músculos, mas nada disso faria com que parassem. Harry se sentia sujo e isso o fazia delirar em tesão, o cacete de Louis surrava sua próstata e os seus dentes maltratavam seu lábio inferior, as mãos possessivas em sua bunda eram a promessa das marcas que ele observaria por dias até poder tê-las novamente. A verdade era que Harry era completamente apaixonado por Louis, ele sabia que o homem era sua obsessão, sua paixão e o dono do seu coração. Ficar sem Louis era desesperador. Ele conheceu o garoto aos dezessete e ele ganhou todo seu coração, mas seu pai ameaçou jogar Louis na cadeia se o visse junto ao filho mais uma vez. Ele tentou tirar o garoto da cabeça, tentou se apaixonar e viver com um playboy qualquer mas era impossível, ninguém jamais seria seu favelado que o bate até chorar e o mima até dormir, o que fica com seu coração toda vez que tem que ir embora, o que seria capaz de matar por ele mas nunca de quebrar seu coração. Foi por isso que voltou pra favela da Maré depois de anos e pegou seu homem de volta, porque era impossível viver sem ele. Doía ter que ir embora mas doeria mais não poder voltar, e ele tinha consciência de que toda vez que ia embora e voltava, machucava o coração de ambos.
- Continua me marcando, me deixa ter você na pele. – Harry gemeu, o pensamento navegando em nuances de Louis.
- Tu ama sentir que me pertence, né? Meu cachorrinho de coleira. – Louis sorriu, passando a marcar todo pescoço de Harry. – vou deixar você todo machucado pro teu namoradinho saber que tu é uma puta, a minha puta gostosa e obediente, viciada no meu pau, maluca pra ser fodida na ponta da minha Glock.
- Preciso disso. – Harry gemeu, sentindo sua pele arder. – Porra Lou, eu vou gozar. – choramingou arranhando a nuca dele, que passou a estocar mais forte contra sua próstata. – Vai amor, me deixa todo aberto vazando com seu leitinho até as coxas.
- Goza princesa, goza no meu pau. – Louis passou a levantar e abaixar o corpo de Harry, entrando fundo nele, surrando a próstata inchada. – Vou deixar teu rabo largo e molhado, vazando igual uma boceta, do jeitinho que tu quer. – Louis sussurrou em seu ouvido.
- Isso amor, usa minha bocetinha, toda apertada só pra você abrir com seu pau. – Harry tombou a cabeça no pescoço de Louis, passando a marcar seu pescoço assim como ele fez consigo, sentindo o orgasmo tão próximo que seu rabo pulsava forte, o pau doía junto das bolas pesadas e as pernas tremiam. – Porra! Eu preciso de você me fodendo desse jeito todo dia. – Harry gritou, arqueando as costas e gozando forte, cravando as unhas curtas na nuca de Louis e amolecendo em seu corpo, babando no ombro do homem enquanto tremia forte e revirava os olhos, o rabo continuando sendo fodido forte, duro e rude, tudo se tornando muito mais do que ele achava suportar. Nem por isso reclamou, se mantendo ali, como um buraquinho para Louis ter seu prazer e finalmente ter sua recompensa, a porra dele bem fundo em seu cuzinho. – Tão bom... – Harry divagou baixinho, fazendo Louis gemer alto por perceber o quão vulnerável Harry estava. – Não tira, goza dentro. – pediu manhoso, gemendo.
- Não vou bebê, Lou vai gozar bem no fundo. – Louis espalmou em tapa na bunda sensível. – Fala pra mim de quem tu é, huh?
- Seu. – Harry gemeu.
- Repete assim, sou a puta burra do Louis.
- Sou a puta burra do Lou. – Harry gemeu. – Só tua.
- Isso, só minha, meu buraco bom de foder. – Louis gemeu alto, pressionando Harry na parede, estocando forte e lento, gozando tudinho dentro do garoto. – Minha.
- Sim. – Harry gemeu baixinho, beijando o pescoço de Louis. – Me leva pra tua casa.
- Tu só vai entrar na minha base se for pra ficar, Harry. – Louis sussurrou, deixando Harry em pé no chão, ambos gemendo baixinho quando o cacete saiu de dentro. – Tu vai ficar? – Louis praticamente engoliu as palavras, guardado o pau pra dentro do shorts e abaixando, pegando a calça de Harry e o ajudando a vestir. Ele pegou a cueca úmida do chão, a colocando no bolso de trás do shorts. – Isso fica de lembrança.
- Quero dormir contigo. – Harry pediu, abraçando a nuca de Louis, as pernas ainda tremendo.
- Tu vai embora de manhã? – Louis perguntou receoso, recebendo uma confirmação lenta. Ele segurou os dois lados das bochechas de Harry, esfregando o dedão nelas. Sorriu triste, selando seus lábios com carinho, esfregando seus lábios e depois suas línguas, aproveitando o beijo quente e cheio de sentimentos sufocados. – Tchau, Styles. – ele se afastou, segurando o nó na garganta quando Harry se agarrou mais forte ao seu corpo. Ele beijou sua testa e sua têmpora, a pontinha do nariz e as duas bochechas. – Nem tenta voltar, Maré tá fechada pra você. Se cuida, playboy. – Louis o afastou, virando de costas e descendo o beco, deixando Harry chorando sozinho para trás.
- Seguinte, tu segue ele e leva pra fora em segurança, se ele perder um fio de cabelo eu desço metendo bala em quem tiver na frente. – Louis avisou Zayn pelo telefone. – Tá ligado mermão, sou rendido nesse playboy.
- Ele não vai dormir contigo hoje? – Zayn riu. – Valeu irmão, maluco vai chegar lá fora tranquilão.
- Ele tá de caô comigo e tu sabe, fecha a favela pra ele. Não quero mais ver ele aqui. – Louis virou a esquina de sua casa, subindo as escadas pra entrar.
- Tá de brincadeira? Tu tirou a coleira mermo, mané? Não boto fé.
- Valeu valeu, cuida dele aí. Qualquer coisa me dá um toque. – Louis desligou, entrando em casa e subindo na laje. Encheu um copo de vodka com energético e debruçou no muro dali, acompanhando Harry descendo a rua principal do morro com o coração em pedaços.
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- Eu tava em casa e me ligou no whatsapp querendo ir pro mandela. A mãe dela me odeia o pai quer eu na cadeia e eu quero o coração dela... – Louis cantarolava, a musica tocando na caixinha no último volume. A música parou e ele olhou pra trás, vendo Zayn parado.
- Se eu ouvir essa merda mais uma vez eu te mato.
- Se tu me incomodar de novo eu dou dois tiro no seu joelho. – Louis bufou. – Fala tu.
- Mermão, adianta nada tu fechar a favela pra ele, o maluco fica vindo aqui semana atrás de semana e tu fica aqui, repetindo essa música e todo pra baixo.
- Mané, sou rendido nesse moleque à mais de ano. É óbvio que eu tô na merda.
- Esse é o papo, tu esqueceu da história de vocês dois e e só eu tô lembrado é?
- Porra Z, tá afim de tomar teu rumo não?
- Presta atenção. – Zayn encostou no murinho, pegando a erva já dixavada de cima da mesinha e começando a bolar um fino. – Tu conheceu ele quando tu era um favelado qualquer, era um moleque, zero experiência de vida. Tu tinha sei lá, uns dezessete? Sei lá, não importa muito na real. Mas assim, tu foi lá, se apaixonou, vocês começaram a sair, ele começou a vir aqui todo final de semana e até aula ceis matavam pra ficar grudado. Até que o coroa dele descobriu e assim, Lou, tu pode até se contentar com o papo de que ele não queria o Harry namorando homem, mas tu sabe bem que o seu problema não era um pau no meio das perna e sim ser favelado, pé-rapado, sem um tostão pra comer e uma casa de barro pra cair morto. Tu sabe que nunca foi preconceito do que o Harry é, e sim de onde você veio. Até aí beleza, moleque obedeceu o pai, nem terminou contigo, só sumiu por cinco anos até aparecer aqui de novo. E tu fez o que? Justamente, aceitou ele de volta com um sorriso de orelha à orelha. Acho ruim? Num acho, faria o mesmo? Provavelmente. – ele pausou, lambendo a seda. – Só que o moleque não voltou pra te assumir, voltou porque gosta de você o suficiente pra arriscar que o pai saiba que cola na maré pra transar contigo mas jamais pra levar tu pra casa e te ter do lado. Capaz que ele real te ame, mas não ama o suficiente pra não te usar por uma noite e voltar pra vida superficial que tem, muito menos pra largar as regalia e privilégio de filhinho de papai porque te ama. Então, tu decide terminar e pá, mas fica aqui na laje bebendo e fumando, chorando e vendo foto de vocês no celular. Qual o sentido?
- Todo esse discurso pra que, irmão? Se era pra me fazer sentir mais otário, parabéns, tu conseguiu. – Louis bufou, se afundando na cadeira.
- Hoje tem baile, cê tá ligado. Bora descer, toma uns goró, olha os macho e as mina gostosa, fuma um e relaxa. Tu nem precisa sair comendo geral igual tu normalmente faz, mas pelo menos ouve outra música né, porque puta que pariu que saco parceiro, aguento mais não. – Zayn acendeu o beck, tragando e jogando a fumaça pra cima.
- Beleza. – Louis suspirou. – Pra quem tá com saldo negativo qualquer um centavo já é milagre. – Louis acendeu um cigarro. – Terminando aqui eu desço me arrumar. Valeu, Z.
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Louis já estava no baile, encostado na parede, bebendo e rindo com Zayn e Oli, se sentindo melhor. Ele usava uma regata branca, um shorts preto de Tactel e meia na canela. A Glock estava no cós do shorts e da cueca, o relevo por baixo da regata.
- Ow, tu viu que a Sté veio com o Pedrinho? Maluco, olhei e fiquei ca-ra-lho. Tava até ontem botando gaia na coitada. – Oli disse pra Louis, fazendo o homem rir.
- Pedrinho simplesmente não tem a porra de um pouco de vergonha da cara, não sei como a Sté descobre sempre e tem coragem de ficar perdoando. – Louis negou com a cabeça. – Mas o Pedrinho parece que ficou com aquela amiga loira dela? Pois é, diz que deu maior caô.
- Que fofoca eu perdi? – Zayn chegou guardando o telefone no bolso.
- A fofoca que eu perdi né, quem ligou pra tu? – Louis perguntou sorrindo.
- Fita antiga, nada demais. Quero é saber porque o Pedrinho tava com aquela loira lá embaixo, ele não tinha vindo com a Sté?
- Tá de caô! Ele tá com a outra aqui? Caralho, maluco é corajoso. – Oli disse indignado, mas Louis não prestou atenção.
Louis estava olhando fixamente pra frente, vendo Harry andando em sua direção. Parecia que o tempo passava em câmera lenta, Louis analisou cada detalhe do outro. Como o shorts curto rodeava as coxas grossas que ele tanto ama, como a camisa de botão estava aberta até a mariposa tatuada aparecer. Como o colar de pingente de cruz e da banana estavam mais pra baixo do que o usual, como os cabelos encaracolados não tinham sido aparados nessas semanas. Como o sorriso em seu rosto era enorme, como suas mãos estavam no bolso do shorts e ele se decepcionou em não saber quantos anéis ele usava no dia. Ele suspirou quando se lembrou as circunstâncias em que esse encontro estava acontecendo, desejando não ter saído de casa naquele dia.
- Porque ele tá aqui e porque ninguém me ligou? – Louis perguntou pra Zayn, que tinha um sorriso amarelo nos lábios.
- Ligaram pra mim falando que ele tava aí e eu mandei subir. Se eu ouvisse aquela porra de música mais uma vez eu me matava na tua frente. – Zayn riu, dando sinal pra Oli, ambos deixando Louis sozinho.
- Oi. – Harry disse assim que parou na frente de Louis. – Você tá lindo.
- Para. – Louis engoliu em seco, bebendo a cerveja em suas mãos. – O que tu quer?
- Me desculpa. – Harry procurou os olhos de Louis, que grudaram rápido nos seus. – Eu estive sendo um idiota esse tempo todo.
- E descobriu só agora? – Louis riu sem humor. – O que tu quer? Foder e ir embora? Eu avisei que aquela era a última vez, já pode meter o pé.
- Caralho Louis, me escuta! – Harry disse bravo, o interrompendo. – Cacete de menino que não cala a boca. – Ele suspirou. – Eu fui otário com você, beleza? Tô ligado da merda que eu fiz esse tempo todo, sem justificativa, mas eu sempre ia embora porque eu tinha que ir, porque senão meu pai era capaz de mandar operação pra cá todo santo dia. Só que não tinha como eu parar de vir, Louis, porque eu sou incapaz de ficar sem você. Quando eu tô em casa eu passo o dia inteiro pensando em você e a noite inteira acordado porque queria estar no teu abraço, e eu neguei tanto, tanto, o que eu sinto por você, Louis. Eu quero estar contente com que eu tenho, mas eu simplesmente não consigo. Não consigo ser feliz sem você! E sabe como isso é? É um lixo! Eu quis tanto não te amar, quis tanto sumir e nunca mais voltar, mas não dá. Eu te amo tanto que chega a doer, Louis, eu preciso de você! – Harry engoliu o nó na garganta. – Me aceita de volta, Lou. Não posso continuar sem você. – o coração de Harry batia forte no peito, sentindo o gelo no estômago aumentar a cada segundo que eles se olhavam em silêncio.
- Isso é literalmente tudo que eu sempre quis ouvir, sabia? Todo santo dia, desde moleque, tudo que eu queria era te ouvindo dizer que me ama tanto quanto te amo, que precisa de mim igual um drogado porque eu me sinto assim sem você. Mas, isso foi bem tarde. Que garantia eu tenho de que amanhã tu não vai embora antes do café? Que garantia eu tenho de que não vou ter que te esconder e jamais sair contigo aqui nos baile? Que garantia eu tenho que você não vai me usar e me deixar de novo, Harry?
- Se tu precisa que eu não volte pra casa, eu não volto. É literalmente o que tu tinha me dito, dinheiro, diamante e os caralho todo mundo vai me dar. Mas ninguém vai me amar como você, ninguém vai me aceitar como você. Ninguém vai ter meu amor e meu coração como você tem. – Harry limpou uma lágrima solitária com o dedão, se aproximando de Louis. Ele apoiou as mãos no peito de Louis, sentindo o coração dele disparado. Subiu as mãos até sua nuca, olhando em seus olhos antes de selar seus lábios. Ele arrastou a língua pelos lábios trêmulos de Louis, sentindo o gosto amargo da cerveja. O sentiu puxar seu corpo pela cintura, tão juntos que a Glock machucava seu quadril mas ele jamais se importaria. Louis o tomou para si, judiando da cintura delineada e aprofundando o beijo como se fosse a primeira e última vez. – Eu sou teu, Lou. – Harry sussurrou em seus lábios. – Me tira pra dançar, me apresenta pra todo mundo como seu, me beija até a gente não aguentar mais. Mas me deixa saber que você me aceita de volta, fica comigo, briga comigo, namora comigo, me deixa maluco e depois casa comigo. Mas fica. – Harry o abraçou forte, sentindo ele envolver seu corpo num abraço apertado. O fazendo sentir seguro.
- Tô aqui, playboy. Mas se tu vacilar mais uma vez, não tem mais conserto. Beleza? – Perguntou, fazendo carinho nos cabelos de Harry.
- Não vou, amor. Eu prometo. – Harry respondeu, beijando o peito de Louis. – Tava morrendo de saudade de você.
- Eu também. – Louis respondeu sorrindo ladino, aproximando a boca da orelha dele. – Dança pra mim.
- Acho que tu quer outra coisa de mim, gatinho. – Harry riu safado, sentindo Louis beijar seu pescoço.
- Olha. – Louis apoiou um dos pés na parede atrás de si, mantendo a perna flexionada. Girou o copo de Harry, encaixando a bunda macia em cima do seu pau. – Presta atenção. – sussurrou em seu ouvido, olhando a multidão bebendo e dançando, as meninas rebolando a bunda até o chão. – Vê quantas pessoas estão olhando pra gente? – perguntou, adentrando a camisa de Harry com a ponta dos dedos, fazendo carinho na barriga definida, causando arrepios nele. – Eles estão olhando pra você, playboy. Tão olhando pra você igual um pedaço de carne.
- Porque tu tá me falando isso? – Harry engoliu em seco, o maxilar travado.
- Porque eu odeio que olhem o que é meu. – Louis deslizou a mão mais pra cima, beliscando um dos mamilos gostosos entre os dedos, de leve, tirando um suspiro pesado de Harry.
- E o que tu quer que eu faça? – Harry disse afetado, tentando sair dos braços de Louis, sendo impedido pelas mãos possessivas do mesmo que o pressionaram mais contra o pau duro. – Não parece que você odeia tanto assim. - Harry riu malicioso, se divertindo com Louis enciumado.
– Você é meu cachorrinho, Harry. Meu homem, meu buraquinho de foder, minha puta. Só meu. – Louis deslizou os dedos até o cós do shorts minúsculo, encontrando uma renda delicada ao invés de um elástico bruto. – Você veio me ver de calcinha, bebê? – Louis gemeu rouco em seu ouvido.
- Sei que você gosta. – Harry respondeu gemendo baixinho, esfregando a bunda macia contra o pau de Louis. – Ela é tão bonita, Lou. Quero que me foda com ela.
- Como uma boa putinha, não é? Doida pra me agradar. – Louis provocou, sentindo Harry se virar de frente pra si, segurando firme nos cabelos de sua nuca.
- Faço qualquer coisa por você, gatinho. – Harry deslizou a mão livre devagar até chegar no pau duro, o apertando por cima do shorts fino. – Eu sou só seu, amor. Tô maluco pra te sentir dentro de mim. – Choramingou beijando o pescoço dele, sugando a pele quente e suada.
- Você vai, bebê, bem fundo. – Louis sussurrou em seu ouvido, beliscando a carne de sua bunda. – Vamo subir. – propôs, segurando no pulso de Harry com firmeza.
- Sim. – Harry assentiu rápido, deslizando seu punho e encaixando seus dedos nos de Louis, o seguindo enquanto subiam o morro. – Ué. – Harry estranhou quando Louis não virou no beco, caminho que dava acesso a sua casa. – A gente não vai pra sua casa?
- Não. – respondeu. – Vou te levar em um lugar que nunca te levei. – Louis se esgueirou entre duas paredes próximas, trazendo Harry confuso em seu encalço. Ele empurrou a porta do que parecia ser uma casinha de gás, dando acesso à entrada do que parecia ser um grande cômodo. Puxou Harry pra dentro e soltou sua mão somente pra trancar a porta, deixando Harry observar o local quando acendeu a luz.
Pacotes de droga eram dispostos em cima de mesas de madeira, uma delas organizada do que parecia ser o trabalho de dividir pó em saquinhos e pinos da gramatura certa. Um colchão solitário estava jogado no canto, correntes saiam das paredes e Harry percebeu que elas eram chumbadas ali, impossibilitando que quem quer que fosse preso se soltasse.
- Gostou? – Louis perguntou, fazendo Harry se assustar quando foi agarrado pelo quadril, sentindo ele juntar seus corpos, a respiração de Louis em sua nuca.
- Porque me trouxe aqui? – perguntou confuso, sentido as mãos de Louis abrindo os botões de sua camisa.
- Você não achou que seria tão fácil assim me ter de volta, achou? – Louis riu quando percebeu a respiração de Harry se tornando desregulada. – Você me fez sofrer, minha garotinha burra. – Louis tirou a camisa dele, a jogando na mesa mais próxima. – Você não acha que deve sofrer tanto quanto eu?
- Do que você tá falando? – Harry sentiu seu pau fisgando ao sentir o tom de voz de Louis no pé do ouvido, seu coração disparado no peito. – Porque tem correntes aqui?
- As vezes algumas pessoas precisam aprender lições. – Respondeu direto. – Você é uma delas. – Louis girou Harry pelos quadris, olhando nos olhos assustados do outro. – Preciso te lembrar de que é meu, Harry. Te lembrar que depende de mim igual a porra de um drogado. – Louis segurou nas bochechas de Harry com firmeza, apertando-as com uma mão só. – De quem você é, cachorrinho? – olhou nos olhos marejados.
- Seu. – Harry levantou a mão devagar, acariciando a barba de Louis. – Sou completamente seu.
- Acha que merece um castigo?
- Sim. – Harry gemeu baixinho. – Preciso de você, papai. – sussurrou, esfregando uma coxa na outra.
- Eu vou espancar você, filhotinho. O que acha? – Louis apertou a bunda de Harry com força, arrancando um gemido arrastado dele.
- Verde. – Harry disse, gemendo alto quando Louis bateu forte em sua bunda.
- Eu não pedi pra falar sua cor. – Louis riu, espalmando um tapa na bochecha de Harry, voltando a segurar suas bochechas com firmeza e assistindo os olhos arregalados marejarem.
- Desculpa. – Harry soluçou, sentindo pré gozo escorrer de sua glande.
Louis o soltou, se afastando e caminhando até o colchão jogado no chão. Ele pegou as chaves de casa do bolso da bermuda, escolhendo a chave certa e abrindo as algemas das correntes uma por uma. – Vem aqui. – mandou.
- Lou... – Harry disse baixinho. – Eu não quero. – ele abaixou a cabeça, olhando os próprios pés.
- Eu não perguntei se tu quer ou não, Harry. – Louis suspirou. – Mandei vir aqui.
- Lou. – Harry negou com a cabeça.
- Se eu for até aí te buscar vai ser muito pior. – Avisou. – E se me chamar assim de novo eu juro por Deus que faço sua bunda sangrar. – Louis olhava Harry fixamente, o vendo começar a se mover até si devagarinho, com medo. – Me dá sua mão. – pediu assim que Harry parou à sua frente, prendendo-a na corrente içada no teto. – A outra. – repetiu o processo. Assim, Harry tinha ambos os braços levantados e presos, mas os pés ainda ficavam o colchão abaixo de si. – Porque tá com medo? – Louis perguntou, acariciando seu queixo e o levantando, fazendo o garoto olhar para si.
- Vai doer. – Respondeu. – Você nunca me tratou assim, papai. Você sempre foi cuidadoso, gentil.
- E é justamente por isso que você fez o que fez. Se eu tivesse sido duro com você, teria se comportado, não teria sido um garoto burro e mau criado. – Louis respondeu. – Eu já te machuquei além do que você gostou, Harry?
- Não. – Harry negou rápido. – Nunca.
- Então porque não confia em mim? – perguntou.
- Eu confio. Eu só tô com medo. – Segredou.
Louis não respondeu, se abaixou e tirou seus tênis e as meias, subindo as mãos pelas pernas grossas e puxando o shorts para fora do corpo de seu garoto. Ele admirou a calcinha rosa pastel, salivando ao grudar seus olhos no pau dolorosamente duro, a cabecinha brilhando escapando da renda sob a luz fraca e amarelada. Ele raspou os dentes na barriguinha desnuda, quase encostando o queixo no pau duro. Apertou a bunda gostosa com as duas mãos, batendo com força usando as mesmas, apertando a carne entre os dedos e olhando para Harry, o rosto contorcido pela dor. Se levantou, agarrando os cabelos da nuca de Harry e puxando para trás, deixando um tapa rude na bochecha dele. Harry gemeu, apertando as coxas uma na outra, as pernas falhando. – Minha puta. – Sussurrou, abrindo a boca de Harry e cuspindo ali, dando outro tapa firme em sua bochecha já vermelha e assistindo ele revirar os olhos. Louis desceu a mão livre, batendo de novo na bunda que formigava, fazendo Harry se empurrar contra seu corpo. Olhou nos olhos do garoto, esses que estavam arregalados e chorosos, a boquinha aberta prontinha pra gemer seu nome. Ele deslizou a mão e apertou um dos mamilos entre os dedos, puxando e torcendo, deixando vermelhinho enquanto o Harry batia os pés no chão tentando aliviar todas as sensações que sentia.
- Papai, tá doendo. – Choramingou, recendo um tapa leve nas bolas cheias, tentando se soltar das correntes. – Não! Por favor, não. – Soluçou, ouvindo Louis gemer rouco e lhe bater nas bolas novamente, massageando devagar e o fazendo ter alívio.
- Dói muito, bebê? – Louis perguntou soltando os cabelos de sua nuca e trocando pra cintura fina, apertando com possessividade.
- Muito, papai. – Harry assentiu, gritando quando Louis bateu novamente, mais forte dessa vez. – Porra Louis, para! – brigou tentando se afastar, sendo impedido pela mão em sua cintura.
- Fala comigo direito! – Louis gritou consigo, batendo em seu rosto, em sua bunda e nos mamilos sensíveis.
- Me perdoa. – Harry pediu, sentindo o pré gozo escorrer de sua glande e molhar sua barriga mais e mais a cada segundo. – Desculpa, papai, mas tá doendo muito, eu não consigo. – Harry falou com dificuldade, chorando.
- Você consegue sim, amor. – Louis o acalmou, beijando seu pescoço com delicadeza. – Você é meu menino bom, não é? Meu menino obediente.
- Sou. – Harry assentiu rápido. – Eu sou, papai.
- Aparentemente o medo te excita. – Louis dedilhou a virilha de Harry, rindo admirado ao ouvi-lo gemer. – Gosta de sentir medo, bebê? – Harry negou e Louis lhe deu um tapa ardido na coxa. – Não minta pra mim. – repreendeu. – Você gosta de sentir medo, Harry? – Louis apertou suas bolas, vendo Harry assentir devagarinho. – Palavras.
- Sim, papai. – Harry engoliu em seco.
- Você é uma caixinha de surpresas. – Louis tirou a camiseta, tirando a arma da cintura e colocando ao lado do colchão. Ele se virou, puxando uma caixa de papelão debaixo da mesa e pegando um pedaço de fio de energia, o dobrando e esticando. – Sabe, queria estar em casa pra te bater com nossos brinquedos. Mas na falta deles, vou ter que te corrigir de outro jeito. – ele se aproximou de Harry, que começou a negar e tentar se soltar quando viu o fio nas mãos de Louis.
- Não papai, por favor, já foi o suficiente. – chorou, tentando fugir.
- Fala sua palavra, então. – Louis sugeriu, sorrindo ladino para o silêncio de Harry. – Você é uma vagabunda, bebê. – Louis esticou o fio e bateu com ele na coxa de Harry, aproveitando o grito de dor do menino. – Um buraquinho apertado e sem cérebro. – repetiu o processo, batendo na outra coxa. – Chama pelo papai. – gemeu rouco, excitado pra caralho ao ver as marcas fodidamente vermelhas e as lágrimas gordas deslizando pelas bochechas coradas.
- Dói muito. – Harry reclamou, contradizendo a glande babada sujando sua barriga.
- Você merece, amor. – Louis deu a volta por seu corpo, batendo na bunda que engolia a calcinha. A marca do fio avermelhou na hora e Louis assistiu o vergão aparecer, ignorando completamente os gritos de protesto de Harry. Ele se aproximou e bateu com a mão livre na marca, apertando entre os dedos e gemendo. Se afastou novamente, dando outra pancada na nádega ainda branquinha, marcando-a assim como a outra.
- Papai, chega. Eu já aprendi minha lição. – Harry chorava, tentando se afastar da próxima pancada e gemendo abertamente quando ela aconteceu. – Papai, para. – puxou as correntes, atraindo a atenção de Louis.
- O que você acha que já aprendeu? – Louis sussurrou em sua nuca, fazendo carinho nos vergões da bunda de seu menino.
- Que eu fiz o papai sofrer, porque eu fui burra. Eu deveria ter ficado com você, deveria ter cuidado de você, papai. Eu tratei você muito, muito mau. Papai não é um brinquedo, eu que sou. – Harry suspirou, tentando olhar para Louis por cima do ombro.
- Você tá certo. – Louis beijou a nuca suada e esfregou o pau duro como pedra na bunda machucada. Harry gemeu deleitoso, se empinando pra Louis.
- Fode meu cuzinho, papai. – Harry pediu, mas Louis se afastou e lhe deu três pancadas seguidas na bunda e Harry jurou que o fio havia cortado sua carne. Ele gritou, tentando se afastar. – Não! Para! – pediu, recebendo mais e mais pancadas seguidas, o deixando com a única alternativa de chorar compulsivamente e rezar pra não gozar sem ao menos ser tocado.
- Bebê? – Louis o chamou, dando a volta e parando em frente à Harry, que tinha a cabeça baixa e soluçava.
- Oi. – Harry respondeu num fio de voz, olhando pra Louis. – Eu fui bom? Você tá orgulhoso? – perguntou receoso.
- Minha princesa linda. – Louis sussurrou sorrindo ladino, tirando um sorriso imenso de Harry. – Você foi perfeito, bebê. A putinha perfeita, só do papai. – Louis dedilhou sua cintura, expondo sua língua e lambendo o mamilo durinho de Harry, começando a mamar nos peitinhos dele.
- Papai. – Harry gemeu alto, sorrindo e feliz por finalmente estar tendo a atenção que queria. – Tão bom pra mim. – Soluçou, jogando a cabeça pra trás.
- Você é tão bonito, meu amor. – Louis sussurrou, começando a brincar com o outro peitinho. – Cada parte de você me deixa maluco. Seus peitos durinhos, a cintura gostosa. Porra, sua cintura parece que foi feita pra minha mão, princesa. – Louis deslizou uma das mãos até as bolas de Harry, massageando elas por cima da calcinha. - Suas pernas deliciosas, seu pau grande e bonito, sempre duro e babando por mim. – Louis subiu os beijos até o pescoço de Harry, o ouvindo gemer manhoso em seu ouvido, ficando ofegante. – Sua bunda redonda e macia e seu rabo tão gostoso de foder, bebê. Um cuzinho tão apertado, sufoca meu pau, é impossível não gozar bem no fundo dele toda vez, amor. – Louis subiu os dedos devagar, começando a esfregar o dedão na cabecinha do pau completamente duro dele, deslizando fácil por tamanha lubrificação. – Eu sou tão sortudo por ter você, por você ser a minha puta particular, a minha vagabunda, o único que pode me tocar. Todo meu, bonito, venerável, sensível e completamente entregue à mim, como a porra de uma cadela. – Louis sentiu as pernas de Harry tremendo e sorriu, lambendo o lóbulo de sua orelha.
- Papai, eu vou gozar. Eu posso? Por favor. – Harry gemeu, rebolando os quadris e tentando ter mais toques de Louis no seu pau que pulsava.
- Pode, bebê. É sua recompensa. – Louis beijou seu pescoço. – Já parou pra pensar em como eu te marquei hoje, amor? Sua bunda tá completamente roxa, sabia? Toda minha, marcada por mim e só pra mim, sendo a porra do garoto mais lindo que eu já vi. Você é tão bom pra mim, cachorrinho, eu tô maluco pra foder você até você chorar de tesão, do jeitinho que sempre faz. Você quer minha porra, bebê? Hm? Quero tanto ver seu cuzinho aberto todo sujo.
- Papai! – Harry gemeu alto, gozando forte nos dedos de Louis e sentindo suas pernas amolecerem. Louis o segurou firme pela cintura, continuando a esfregar a cabecinha com delicadeza. – Porra, eu te amo. – gemeu, procurando os lábios de Louis que o beijou. Ele deixou Louis coordenar o beijo e se preocupou apenas em gemer em sua boca. – Sabe que eu fico maluco quando tu me elogia desse jeito. – Harry sussurrou.
- Eu também amo você, minha princesa. – Louis sorriu ladino, pegando a chave do bolso e abrindo as algemas, tendo um Harry pendurado em seu pescoço completamente mole. – Agora quem vai gozar sou eu, bebê. – Louis deitou Harry no colchão, empurrando o shorts e a cueca pra baixo.
- Papai vai me usar? – Harry disse mordendo o lábio inferior, olhando o cacete duro de Louis.
- Vou usar sua boca agora, preciso que você consiga andar até em casa. Se eu te foder agora tu não vai conseguir. – Louis punhetou seu pau dolorido, vendo Harry se colocar de joelhos e o olhar com os olhos verdes pidões.
- Goza na minha garganta? Depois a gente vai pra casa e você usa meu cuzinho a noite inteira. Prometo que não vou precisar de preparação, a gente chega e você me abre com seu pau. Por favor, papai, me dá seu leitinho. – Harry implorou, as mãos apertando as coxas de Louis.
- Abre a boca. – Louis mandou, empurrando o pau pra dentro da boca de Harry. – Quero te ver chorando. – Ele empurrou a cabeça de Harry contra sua pelve, agarrou os cabelos da nuca dele com força e passou a puxar e empurrar sua cabeça, usando a boca do menino como um brinquedinho qualquer. Ele sentia Harry apertando sua bunda com força e puxando, um pedido silencioso e permissivo, dizendo silenciosamente o quanto queria Louis inteiro dentro da boca gostosa. Ele sorriu orgulhoso, mantendo a cabecinha bem fundo em sua garganta e usando a mão livre pra apertar seu nariz com o dedão e o indicador, o impedindo de respirar completamente. Admirou os olhos arregalados se enchendo de lágrimas. – Que boca deliciosa, bebê, me mama tão bem. – Ele sentiu a garganta fechar e Harry engasgar, mas apenas juntou saliva em sua boca, deixando-a escorrer até a boca esticada em volta do seu cacete. Ele soltou o nariz de Harry e se afastou devagar, deixando Harry tossir e respirar fundo. – Gostoso pra cacete, cachorrinho. – Louis desceu e subiu mão em seu pau, aproveitando a quantidade excessiva de baba que Harry deixou ali para deslizar com facilidade. – Vem, abre a boca e me faz gozar. – Louis passou o dedo no queixo do menino, gemendo rouco e ficando fissurado na saliva que escorria por todo seu queixo e descia pro pescoço vermelho. Harry beijou a pontinha do dedão de Louis, abrindo a boca a pegando a cabeça inchada entre os lábios, fazendo movimento de sucção, literalmente mamando a cabecinha e olhando Louis gemendo alto seu nome. Desceu os lábios por todo o comprimento, balançando a cabeça pros lados até ter o cacete inteiro dentro da boca de novo. Seus dedos foram até as bolas cheias e babadas, passando a massagear enquanto fodia sua garganta por si mesmo, não se importando com os barulhos de saliva e seus engasgos. Louis segurou firme a nuca e na garganta de Harry, fodendo a garganta com força e sentindo-a se alargando toda vez que a cabecinha a forçava a se abrir, gemendo rouco enquanto gozava toda sua porra dentro da boquinha dele. – Porra, bebê, engole tudo. – Louis sussurrou com a cabeça jogada pra trás, estocando lento e terminando de gozar. Harry soltou o pau de Louis com um barulho de sucção, engolindo tudinho e lambendo os lábios. Louis subiu o shorts e a cueca, guardando o pau sensível. – Você é perfeito. – elogiou levantando Harry e abraçando sua cintura, o beijando firme e sentindo seu gosto na boca quente e inchada. Sentiu Harry se esfregando em seu quadril, percebendo o pau gostoso completamente duro de novo. – Já tá duro de novo pro papai, amor?
- Sim, papai, sempre fico quando você fode minha boca, é tão gostoso. – Harry gemeu baixinho. – Me leva pra casa. – pediu, sentindo ele marcando seu pescoço.
- Vamos vestir você, tá? – Louis se ajoelhou, pegando o shorts jogado no colchão e sentindo Harry se apoiando em seus ombros pra passar os pés. Ele subiu o elástico pelas coxas machucadas, beijando os vergões. Beijou a cabecinha vermelha do pau molhado, mamando e lambendo a barriga, deixando Harry limpinho antes de subir o shorts até o quadril. Harry gemia manhoso, fazendo carinho nos cabelos de Louis por todo o processo, se sentindo cuidado. Louis deu tapinhas leves em sua coxa o incentivando a sentar e assim que o fez -gemendo dolorido pela carne machucada - calçou suas meias e seus tênis, buscando a camisa e o ajudando a vestir, fechando os botões pacientemente. – Minha bonequinha. – Louis elogiou fazendo carinho nos mamilos durinhos contra a camisa, tirando um ofego de Harry.
- Podemos ir rápido? Preciso de você, Lou. – pediu manhoso, recebendo um selar carinhoso.
Louis pegou sua arma antes de saírem do local e atravessaram o beco, indo pro lado oposto e chegando rápido até a casa de Louis. Subiram calmos e Louis trancou cada porta atrás de si, garantindo que ninguém pudesse atrapalhar os dois. Louis o levou até seu quarto e um barulho brusco assustou Harry, que abraçou Louis de imediato.
- É operação, bebê. Relaxa. – Louis afastou a cortina, mostrando a Harry o helicóptero passando e os barulhos de tiro interrompendo a noite silenciosa ali em cima.
- Então é assim? É horrível. – Harry esfregou a bochecha no peito de Louis.
- Sim, é assim. Com sorte acaba logo. – Louis suspirou. – Mas eu sinceramente tô interessado em outra coisa. – ele fechou a cortina, andando com Harry até sua cama e empurrando o garoto nela. – Tira a roupa pra mim, bebê. – Pediu, começando a tirar as próprias.
- Lou, a gente pode morrer? – Perguntou, desabotoando a camisa com as mãos trêmulas.
- Sim e não. Sim, é uma possibilidade mas não, não acontece muito. – Disse dando de ombros, assistindo Harry deslizar o shorts até os tornozelos.
- E você não se importa de me foder agora? – Harry já estava apenas de calcinha e deslizou os dedos pra dentro dela, puxando o pau semi ereto pra fora.
- Nem um pouco. – Louis negou, subindo na cama entre as pernas de Harry, o empurrando até o centro. – Deixa o papai cuidar do garotinho assustado dele. – Provocou , beijando os lábios entre abertos e segurando seu pau junto ao de Harry, punhetando ambos lentamente.
- Papai. – Harry chamou. – Me mama? Seu bebê precisa tanto. – choramingou, tendo Louis abocanhando seus peitos com fome, mordendo, sugando e babando neles. Ele desceu a língua pela barriga arrepiada, deixando um rastro de saliva por ela toda. Deitou entre as pernas de Harry e arredou a calcinha pro lado, lambeu suas bolas, subindo por todo comprimento, engolindo a cabecinha úmida, levando até a garganta devagar, subindo e descendo com calma. – Meu Deus, papai. – Harry gemeu se apoiando nos cotovelos, observando Louis com a boca cheia de seu pau. – Caralho. – Gemeu alto, estocando pra cima em um espasmo. Se assustou, vendo Louis sorrir como podia e assentir. Segurou nos cabelos de Louis inseguro, estocando lento até o fundo, sentindo Louis gemendo em seu pau. Firmou os pés no colchão, estocando forte, fundo e lento, assistindo seu papai revirando os olhos em prazer. Harry ficou insano, passando a foder a boca de Louis lentamente, do jeitinho que gostava, sentindo Louis esfregar o dedo em seu cuzinho todo molhado de saliva. Ele empurrou dois de uma vez, fazendo Harry acelerar os movimentos em sua boca, gritando seu nome.
Louis empurrou mais um dedo, abrindo Harry com três dedos. Sua boca continuava sendo fodida e ele gemia deleitoso a cada dedo que empurrava pra dentro de Harry sem que ele percebesse. Ele já tinha cinco dedos pra dentro do rabo largo quando Harry cansou de estocar e parou ofegante. – Você é uma puta tão usada, bebê. – Louis sussurrou, empurrando até a metade da mão pra dentro de Harry, que gemeu gritado. – Tô abrindo seu rabo com a mão toda, amor. – avisou. – E você nem percebeu.
- Papai. – Harry chamou assustado, levando a mão até sua borda esticada e percebendo que era verdade. – Meu Deus!
- Vou te foder tão bem com a minha mão inteira. – Louis avisou mordendo o lábio inferior, puxando a mão e estocando, empurrando mais. – Que rabo gostoso, bebe.
- Não papai, não faz isso com a sua bonequinha. – Harry segurou firme no pulso de Louis, empurrando a bunda contra a mão dele inconscientemente. Louis sorriu ladino, segurando a quadril de Harry no lugar e puxando o punho pra fora, voltando em pouco mais fundo, ficando alucinado e fascinado, começando a estocar pra dentro de Harry sem se importar com os gritos dele.
- Que boneca boa, toda larga pra mim. - Louis gemeu. – Cabe tanto cacete dentro de você, amor, você é tão gostoso. – Louis tirou a mão de dentro dele, afastando as pernas gostosas e empurrando pra cima, vendo o cuzinho largo contraindo. Ele cuspiu e babou no rabo aberto, lambendo toda sua mão antes de empurrar pra dentro de novo, fodendo Harry, girando o punho e tirando, cuspindo e lambendo a borda esticada, surpreso com a forma que Harry gemia alto e arqueava as costas, as pernas tremendo como se estivesse gozando.
- Papai, eu quero seu pau. Por favor. – Harry chamou e Louis o olhou, o vendo chorando de soluçar e babando excessivamente.
- Papai te machucou? – Louis subiu em cima de seu corpo, sentindo Harry entrelaçar as pernas em seu quadril e agarrar sua nuca, as mãos suadas e quentes completamente possessivas.
- Não, juro que não. – Harry negou, fazendo carinho em sua nuca. – Mas eu não posso mais aguentar, eu preciso sentir o seu pau, papai. – Harry engoliu a saliva. – Eu não aguento mais, por favor, por favor. – delirava, implorando tão desesperado que Louis chegou a sentir pena.
- Está chorando porque precisa do meu pau? – Louis perguntou e Harry assentiu. Louis limpou suas lágrimas, admirando a confusão de sentimentos que Harry se tornou.
- Por favor, papai, eu preciso sentir você. – Pediu começando a chorar mais ainda, cobrindo o rosto com as mãos.
- Shh, tá tudo bem, boneca. – Louis cuspiu em seus dedos e espalhou a saliva em seu pau, guiando a glande pro cuzinho de Harry e empurrando pra dentro sem dificuldade, pressionando seu quadril na borda do outro.
- Obrigado papai, obrigado. – Harry beijou os lábios de Louis repetidas vezes. – Fode, bem forte. – Sussurrou.
Louis segurou na coxa de Harry e começou a estocar forte, fundo e rápido, ouvido Harry chamar seu nome como uma prece. – Por favor Louis, fode, fode sua puta. – pedia com os olhos revirados.
- Tô aqui, filhotinho. – Louis sussurrou em seu ouvido, beijando o pescoço suado. – Papai tá orgulhoso demais de você, sabia? – se afastou, puxando as pernas de Harry para seus ombros e voltando a se inclinar, fodendo usando o peso de seu corpo, maltratando a próstata judiada sem dó.
- Mais papai, mais. – Harry implorou, como se nada fosse o suficiente. Louis se ajeitou nos joelhos e apoiou as mãos ao lado da cabeça dele, começando a ser o mais rude e bruto possível. O pau mal saia de dentro do cuzinho gostoso, fodendo ininterruptamente a próstata inchada. O corpo de Harry chacoalhava conforme era fodido e não havia uma parte de si que não tremia e vibrava em puro prazer. Harry apertou as mãos nos braços de Louis e cravou as unhas na pele quente e suada, arqueando as costas e gritando enquanto gozava por todo seu abdômen, a porra atingindo seu peitoral. Não demorou muito até suas mãos caírem no colchão e seu corpo todo amolecer, desmaiando após o orgasmo completamente arrebatador.
Louis parou de foder seu corpo e passou a beijar todo seu rosto molhado, chamando seu nome e fazendo carinho em sua bochecha. – Meu bebê? Volta pra mim, papai tá tão orgulhoso de você. – disse, vendo Harry dedilhar sua costela devagar, avisando que estava acordado.
- Goza no bebê. – Harry falou arrastado, quase incompreensível.
- Tudo bem, princesa, você já foi perfeito pra mim. – Louis sussurrou, beijando seus lábios com carinho.
- Não. – Ele abriu os olhos como pôde, olhando para Louis com o rosto em desespero. – Goza no seu bebê. – pediu novamente, formando um bico antes dos olhos se encherem de lágrimas.
- Não precisa chorar, meu amor. – Louis o acalmou, esfregando seus narizes. – Não é demais pra você? – verificou.
- Não, quero ser útil. Por favor, me usa até gozar. Eu aguento. – Disse devagar. – Eu sou bom.
- Você é o melhor, amor. Perfeito pra mim, o único que eu quero. - garantiu, se movendo devagarinho. A essa altura o cuzinho já tinha voltado a se fechar em volta do cacete grosso, tornando tudo dolorido pela força que pulsava devido ao orgasmo de Harry. – Você tá tão apertado, bebê. – gemeu no ouvido de Harry, que falava coisas desconexas baixinho. – Eu te abri tanto e você já tá me machucando de tão pequeno. – ele rosnou, sentindo Harry pulsar forte. – Tão bom pro seu papai.
- Cheio. – Harry gemeu. – Cheio do papai.
- Eu vou deixar, bebê, cheio do meu leitinho. – Louis afirmou, fodendo mais rápido.
- Cheio de bebês. Papai vai me encher de filhos. – Harry delirou, gemendo e levando a mão trêmula até o baixo ventre, deixando Louis desacreditando da cena completamente deliciosa.
- Tu quer meus filhos, amor? Quer ficar grávido do papai? – Louis perguntou insano, se perguntando a quanto tempo Harry pensava nisso enquanto ficava cheio de gozo. – Porra, tu quer ser mamãe, amor? Quer ficar com os peitos cheios de leite? – Louis perguntou sentindo as bolas repuxarem, esquecendo da sensibilidade do garoto e estocando com fome.
- Sim papai, cheio. – Harry revirou os olhos gemendo.
- Papai ia amar tanto mamar nos seus peitos, tomar seu leite. – Louis foi quem revirou os olhos dessa vez, imaginando os peitos de Harry vazando leite e a barriga imensa. Se abaixou e sugou um dos mamilos de Harry, fazendo movimento de sucção. – Minha bonequinha. – Louis rosnou gozando fundo, sugando o peito com força. – Toda cheia, cheia de bebês. – ele mamava nos peitos de Harry quando sentiu a mão dele se mexendo, vendo ele estimular o pau duro devagar. – Vem na boca do papai, amor. – pediu, tirando o pau de dentro de Harry e descendo entre suas pernas, chupando a cabeça do pau necessitado com delicadeza, engolindo ele todo mesmo que Harry chorasse por estar sendo superestimulado, Louis o mamou entre protestos até ter a porra rala e quentinha no fundo da sua garganta.
Louis respirou fundo sentindo o cheiro de porra e suor misturado com o hidratante do menino, beijando todo seu corpo com devoção enquanto subia até seu pescoço, o abraçando entre os braços trêmulos. – Eu te amo, te amo tanto. – segredou.
- Eu amo você. – Harry falou baixinho quase inconsciente.
Louis ficou ali abraçando seu menino por alguns minutos, beijando seu pescoço e sentindo seu cheiro em todo o quarto, sentindo seu peito cheio de paz. Se levantou devagar da cama e teve que segurar no colchão até suas pernas conseguirem se firmar, levando Harry no colo até o banheiro. Com completa devoção ele lavou seu rosto sujo de saliva e lágrimas, os cabelos suados, a bunda, o pau e o peitoral sujos de porra. Ele beijava e elogiava Harry a cada pequena reclamação dele, mesmo que soubesse que ele mal de mantinha acordado. Trouxe Harry até o quarto e o sentou em seu colo, secando seu cabelo entre milhões de resmungos. O deixou deitado no sofá até que os lençóis fossem trocados e o deitou já num sono profundo, passando pomada nas feridas que a noite inteira foram feitas. Tomou um banho rápido e deitou ao lado do seu menino, o trazendo pra dormir em seu peito. Não demorou pra que seu corpo desligasse e ele caísse no sono.
O sol vindo da janela cobriu seu corpo com o calor, despertando devagar e se lembrando de cada segundo da noite anterior. Estendeu o braço e procurou Harry na cama, suspirando triste quando a realidade de não encontrá-lo se fez presente. Ele sabia que não deveria ter acreditado mas seria hipócrita se dissesse que se arrependia. Ele não mudaria nada, mesmo que soubesse que o resultado não mudaria. Puxou o travesseiro pra cima da cabeça e grunhiu irritado consigo, assustando quando sentiu os dedos gelados dedilhando sua coluna.
- Bom dia senhor soneca. – A voz calma e bem humorada de Harry soou direto em seu peito, o fazendo sorrir como o grande idiota que era. O travesseiro acima de sua cabeça foi tirado e jogado no chão, ainda de olhos fechados ele sentiu os beijos carinhosos de Harry em sua costa desnuda e o peso dele o abraçando, dando pequenas mordidas em seu ombro. – Acorda. – pediu com a voz inconfundível de quem tinha um bico enorme nos lábios. – Ei. – sua mão dedilhou a barriga de Louis, que começou a rir.
- Bom dia. – Louis sussurrou rouco, abrindo os olhos e vendo Harry sorrindo grande acima de si. Se virou, puxando Harry para cima de seu corpo e o abraçando tranquilo.
- Me solta. – Harry reclamou manhoso. – Para de ser estraga prazeres. – fez cócegas em Louis, que finalmente o soltou.
- O que eu estraguei? – perguntou bocejando, vendo Harry sair da cama.
- Senta. – pediu e Louis o fez, esfregando os olhos.
- Aqui. – Harry colocou uma bandeja de café da manhã em cima de suas pernas.
Olhou, vendo frutas, misto quente, café e num pratinho um escrito totalmente torto, parecendo ser Nutella. “Quer namorar comigo?”
- Você que fez? – Louis perguntou sorrindo ladino, sabendo que tiraria Harry do sério.
- Lou! Responde. – Ele cruzou os braços, mordendo a bochecha e olhando com os olhos verdes pidões.
- Só quando me disser se foi tu que fez. – Brincou, gargalhando quando Harry bufou e esticou os braços ao lado do corpo. – Amo tanto te ver puto. – Confessou, colocando a bandeja de lado e puxando Harry pela mão, o trazendo pra sentar em seu corpo. – É óbvio que sim, bebê. – Disse abraçando sua cintura, beijando seu pescoço. – Achei que depois de ontem a gente se casaria de uma vez. – Brincou, assistindo Harry ficar vermelho.
- Louis. – Harry repreendeu, escondendo o rosto com as duas mãos.
- O que foi? – Louis riu, puxando suas mãos pra baixo. – Porque tá com vergonha?
- Só lembrei das coisas hoje de manhã. – Riu envergonhado. – Não vou listar as coisas, mas tipo sua mão inteira e gravidez. – Ele encostou a cabeça no peito de Louis. – Desculpa.
- Para com isso, amor. Eu amei cada segundo. – Louis segurou firme em suas coxas e o puxou pra sentar bem em cima de seu pau. – Fiquei maluco quando tu pediu meus filhos, sabia? Tu ficou tão lindo com minha mão dentro de você, também. – Louis enroscou os dedos no elástico da cueca que Harry usava.
- Louis William. Café da manhã. – Harry bateu em seu ombro, o fazendo erguer os braços e parar de toca-lo. –
- Parei. – Louis riu. – Então tu finalmente é meu namorado, Harry Styles? O filho perfeito do prefeito namorando o dono da Maré? Quem diria.
- Não dá pra negar, Lou. Vai ser surpreendente pra todo mundo, mas eu sempre senti que eu ia parar aqui contigo de qualquer jeito. – Harry sorriu selando seus lábios com carinho. – Sempre fui teu.
- Pra todo mundo? – Perguntou surpreso, procurando nos olhos de Harry um rastro de mentira. – Sem segredo? Sem mudar nada?
- Sim. Não quero que tu mude nada, foi desse jeito que eu me apaixonei por você. Sem largar nada por mim, sem me esconder, sem nada, sem segredo. – Harry sorriu. – Sem ir embora no meio da noite ou quando nasce o sol.
- Vai ficar? – Louis perguntou fazendo carinho em sua costas.
- Só quando tiver espaço pra todas minhas roupas. – Implicou. – Tô brincando. – riu beijando a pontinha de seu nariz.
- Vou mandar construir um quarto só pra tuas roupa. – Louis sorriu.
- Tenho certeza que sim. - Harry riu, beijando os lábios de Louis com carinho.
“talvez ter mantido uma amizade com seu ex-marido tenha sido sim uma boa ideia, uma vez que harry revê seu ex padrasto, que a criou tão bem durante anos, fica toda mexida. louis só queria dar um presentinho para sua garotinha no seu aniversário, que mal tinha?”
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— Louis! — a mulher de cabelos loiros escorridos celebrou sua chegada. — Que bom que você veio. Fico feliz que tenha aceitado o convite.
— Eu nunca perderia o aniversário dela — Louis cumprimentou sua ex mulher, entregando em suas mãos o presente que tinha comprado dias passados. — Como você está, Ruby? Parece muito bem.
— Estou ótima. E você… parece ótimo, né?
Ruby notou certa diferença no corpo de Louis. Mesmo que magro, seus músculos definidos eram notáveis, ainda com os braços repletos de tatuagens só realçando a visão privilegiada que era olhar e admirar as curvas dos bíceps. Ruby também não deixou de notar os fios brancos no cabelo de Louis.
— Eu precisava — disse em um tom divertido. — Mas eu ainda continuo comendo muita besteira, você sabe.
Algumas risadinhas só para Louis poder entrar na casa e ficar besta pela decoração. Tudo remetia a Harry.
As paredes brancas da sala enfeitadas com balões rosa choque e rosa pastel, fitinhas do teto pendurando vários lacinhos e a mesa posta só com tons de rosa e branco, nada mais que isso. O bolo estava no centro, em formato de coração com a escrita “Feliz aniversário, Princesa” cheio de pérolas do lado. E onde estava a decoração, podia ver alguns desenhos de bambi pulando pra e lá pra cá.
Louis sorriu bobo para tudo isso.
— Onde ela tá?
— Lá atrás com as amigas — Ruby informou. — Vai lá. Ela está morrendo de saudades do pai.
Ele gostava de ser lembrado como pai de Harry por ter simplesmente boa parte da vida da garota ao seu lado. E somente eles sabem o melhor lado disso.
Louis se dirigiu até os fundos da casa, um jardim consideravelmente grande com uma piscina fazendo a divisa da sala e da área de lazer. Não demorou muito para ele achar Harry.
Estava sentada em uma roda com mais cinco amigas, no chão com as pernas brincando no ar, a barriga deitada na grama enquanto as outras garotas se apoiavam nos cotovelos. Todas pareciam muito despojadas e confortáveis.
Louis elogiou Harry mentalmente, a chamando de princesa ao colocar os olhos no seu vestido azul e rosa, a saia sendo rosa e a parte de cima sendo justinha em um tom muito, muito claro de azul. quase branco. Uma gola gravata era o charme, o colar de pérolas em volta do pescoço era delicado. Percebeu que estava usando meias 3/4 de rendinha, ainda ser está calçando os sapatinhos.
— Princesa?
Harry reconheceu o tom rouco da voz, sabendo que era a pessoa que mais amava no mundo. Se levantou tão rápido que Louis mal teve tempo o suficiente para raciocinar o pulo em seu colo.
— Papai! — Harry entrelaçou suas pernas em volta de sua cintura, afundando seu rostinho no pescoço do homem. — Senti tanta sua falta.
— Eu também, amor — juntou suas mãos por baixo do bumbum de Harry, se virando de costas para as outras garotas para poder apertar de leve suas nádegas, subindo o toque para a cintura. — Estava morrendo de saudades.
— Por que não veio me ver mais? — Harry fez um beicinho choroso, se perdendo nos olhos azuis de seu papai, na barba ralinha meio ruiva e por fazer. — Eu chorava de saudades, você não sabia?
— Eu sabia. Mas o papai estava muito ocupado com o trabalho, viajando pra todo lado — Louis fez mais força para aguentar Harry em seus braços, a garota sorrindo sapeca ao que sentia as mãos espalmadas do homem em seu bumbum. — Por isso eu te trouxe muitos presentes.
— Presentes! — exclamou toda sorridente. — Onde estão?
— Todos na sala — Louis informou. — Mas um tem que pegar comigo depois.
Harry estreitou o olhar, mordendo o lábio inferior sem perceber o movimento desse ato.
Louis colocou sua garotinha no chão novamente, fazendo um carinho em seus cachos, soltos e definidos. Ergueu o rostinho lindo de Harry, o interior de seu peito queimando quando se deu o tempo o suficiente para admira-la.
— Gostou do meu vestido, papai? — Harry questionou, segurando as barrinhas do tecido e balançando seu corpo pra lá e pra cá.
— Eu amei, princesa — Louis fez questão de pegar em sua mão e dar um giro lentamente, descendo os olhos em cada parte daquele vestido. — Bem comportadinha… — disse mais para si do que para Harry. — Rosa e azul para sempre, lembra?
— É claro que lembro, né papai! Por que acha que escolhi esse?
— Boa garota —Louis segurou o rosto de Harry com as duas mãos, trazendo seu rosto até o seu para deixar um beijo carinhoso na testa.
E as amigas de Harry já se queixavam dela. Deu um abraço apertado na cintura de seu papai e foi correndo até as outras garotas, pulando como um bambi.
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Tudo estava indo perfeitamente bem. Harry estava recebendo todos seus convidados, a maioria amigos de colégio e alguns familiares. Até que…
— Cala sua boca, Agnes, para de falar!
— Você tem problema? Eu só estava brincando!
— Que brincadeira mais idiota! Igual a você!
As vozes altas e finas das duas estavam sendo ouvidas por todos da casa. Ruby foi correndo juntamente com Louis até a sala, que era onde estava acontecendo essa discussão.
— Parem com essa gritaria! — Ruby interviu, se colocando no meio das duas para prevenir um possível briga física. — Eu quero explicações agora, andem! Podem falar!
Harry estava chorando, era possível ver seu rímel escorrendo pelas bochechas. Foi direto para os braços de Louis, que teve que fazer um carinho nas suas costas para acalmar os soluços. Estava muito aborrecida.
— Harry, o que aconteceu? — Ruby perguntou.
Ela não soube falar, só enterrar seu rosto no peitoral de Louis molhando toda a camisa social dele.
— Você pode começar a se explicar? — sem chances com Harry, tentou com Agnes.
— Eu só disse que achava Louis bonito! — Agnes literalmente berrou, somente as duas e os pais de Harry ali, o resto todos olhando pela porta de correr dos fundos. — Ela começou a chorar e me xingar!
— Você não disse só isso, sua mentirosa de merda! — Harry rebateu a altura, abraçada em Louis mas ainda assim seu rosto maneava para frente jogando as palavras na cara de Agnes. — Eu nem te convidei pro meu aniversário, você é amiga da Cindy, não minha!
As outras garotas foram chegando ali e Ruby foi conversando com Agnes, enquanto isso, Louis fazia um carinho na sua cabeça com o coração amolecido por ver Harry chorando daquela forma.
— Bebê — Louis a chamou. — O que ela disse pra você ter ficado assim, uhn? — Harry ficou de cabeça baixa, chorando mais porém baixinho. — Não quer falar pro papai?
— Ela… — tinha um soluço entalado na sua garganta. Fungou forte antes de começar a falar devidamente. — Ela disse que te achava muito bonito. Queria ter você como papai dela. Ela quer você, Lou.
Louis sabia que nada do que falasse naquele momento acalmaria Harry. Sendo assim:
— Ruby, vou conversar com Harry lá em cima, okay? Ela está muito mal. Pode tranquilizar a situação aqui?
— Sim, sim — Ruby assentiu. — Voltem só quando for a hora do parabéns.
E assim, Louis abraçou Harry de lado e foram até as escadas, subindo duas até chegar no quarto da garota.
Ainda continuava o mesmo.
— Você ainda tem os bonequinhos Sylvanian Families que eu te dei? — tentaria distrair sua garotinha de qualquer jeito.
— Tenho, papai — disse baixinho, ainda abatida.
Quando seguiram para o banheiro, para limpar o rosto sujo de maquiagem borrada de Harry, ele viu uma fileira só com os bonequinhas Sylvanian que ela tinha guardado, todos bem cuidados e era a coleção inteira ali. Seu quarto com as paredes rosa pastel estavam revestidas por pequenos lacinhos, Harry amava lacinhos.
— Vem aqui — Louis a chamou para seus braços, pegando ela em seu colo para deixar em cima da bancada da pia. Louis ficou entre o meio de suas pernas. — Por que você chorou tanto por causa daquilo, bebê? Você não sabe que ninguém nunca vai me ter como você me tem?
— Eu não gosto que falem de você daquele jeito! — Harry exclamou, os olhos trêmulos cheios de lágrimas olhando para Louis, cruzando os braços à sua frente. — Ela ficou olhando pra você o tempo todo, eu queria pular no pescoço daquela piranha!
— Presta atenção em mim, tá? — Louis pegou o rosto abatido em suas mãos, apertando suas bochechas. — Eu sou o seu papai e você é minha garotinha. Minha princesa, meu bebê. Ninguém nunca vai me ter. Assim como ninguém nunca vai te ter, Harry. Você é minha.
— Jura? Por favor, papai, você jura? — disse tão desesperada que conseguiu tirar seu rosto do aperto, abraçando o pescoço de Louis.
— Eu não preciso jurar. Você sabe que é verdade, não sabe?
— Eu sei.
Harry abraçou Louis com toda sua força, sentia uma saudade imensa dele todos os dias, nunca parecia ser o suficiente estar com ele uma ou duas vezes por semana, tinha que ser todos os dias até morrer. Harry dependia de Louis.
— Você ainda usa chupeta, meu bebê?
— Uhum — Harry faz que sim com o rostinho no ombro de Louis.
— Vai gostar dessa.
Simplesmente, Louis tirou do seu bolso uma caixinha pequena com uma chupeta rosinha com um desenho de um bambi, e isso fez Harry brilhar os olhos.
— Ela é linda, papai! Eu gosto de usar por que me deixa calma.
— Sei disso — Louis fez um breve carinho nas suas bochechas. — Coloca ela pra mim ver?
Nem precisou pedir. Harry colocou sua língua para fora, uma mania sua, e abocanhou a chupeta, Louis vendo ela se remexer em sua boquinha rapidinho, vendo como sua garotinha precisava se acalmar. Precisava até demais.
— Você é linda — Louis elogiou, dando um beijo na chupeta fazendo ela se empurrar na boca de Harry. — Agora o papai vai cuidar de você, tá?
Harry fez que sim, balançando as perninhas aéreas na bancada vendo Louis pegar demaquilante e algodões.
Ele se fez novamente entre as pernas e Harry ficou sentada, reta e com o rosto para frente, para que Louis pudesse pegar em queixo e limpar sua testa, olhos e bochechas, nessa sequência, bem devagar para não machucar.
— Tem tirado notas boas no colégio?
Harry fez que sim, os olhinhos fechados sentindo Louis tirar sua sombra rosa gliterinada.
— Jura?
— S-sim, papai — disse um pouco atrapalhada por conta da chupetinha.
— E sem distrações, né? — Louis questionou, segurando seu rosto pelo queixo encontrando os verdes esmeraldas se abrirem. — Você sabe o que eu quero dizer.
Harry hesitou.
— Só existe uma resposta para essa pergunta e eu espero que seja a que estou pensando.
Ela tirou sua chupeta antes de poder falar, os olhos daquele jeitinho pidão.
— Eu só me distraio pensando em você, papai…
— Por que eu sinto que você está mentindo?
— Não estou! — Harry colocou sua chupeta na boca novamente, para não se equivocar novamente, deixando ela na beira dos lábios. — Eu fico pensando quando você brincava comigo… — seus olhos estavam olhando para seus pés enquanto falava, mas de repente, um pensamento surge em sua cabeça e decidiu colocar para fora: — Mas você não deve gostar mais de brincar comigo!
— Por que acha isso? — Louis estava sorrindo pela forma birrenta que Harry disse. Colocou os algodões e demaquilante de lado para tomar sua atenção a ela.
— Você não quis mais ficar comigo… — Harry resmungou pausadamente, a chupeta indo para o meio de sua boca. — Você me deixou, papai.
— Eu nunca vou te deixar — Louis puxou Harry pela cintura com certa violência, erguendo seu vestido para passar os dedos bem de leve por cima de sua bucetinha ainda revestida na calcinha. — Sempre vou querer brincar com a minha bebezinha. Lembra quando foi a nossa primeira vez? Você chorava tanto, amor, mas não queria deixar meu pau.
— Papai… por favor, me diz que você vai brincar comigo? — Harry implorou baixinho, abrindo mais as pernas para que Louis pudesse ter mais facilidade com os dedos. — M-mhn… você vai fazer com carinho?
— Muito, meu amor — Louis deixou um beijo na chupeta, tirando ela de Harry, vendo a garotinha formar um biquinho tão gordo que apenas sentiu seu lábio inferior entre os dela, da forma mais fofa. — Vou mostrar pra você que não precisa fazer birra com medo de perder o papai. Sempre vou estar aqui.
— O senhor… mhn… papai, o s-senhor? Mhn! — as palavras começaram uma cair sobre as outras quando Louis decidiu só arrastar pro lado sua calcinha, massageando devagar seu clítoris inchadinho, indo tão lento que era uma tortura. — Papai, dorme hoje aqui!
— Shhh… — Louis se aproximou de Harry, sentindo seu pescoço sendo abraçado pelos bracinhos da garota.
O que fez foi como dizer a Harry “fique calma, vive esse momento com seu papai, não pense demais.”
Louis tinha dado início nos carinhos por todo rosto de Harry, fazia questão de acariciar suas bochechas, enrolar os dedos nos cachos e fixar os olhos na chupeta que mexia pra lá e pra cá na boquinha de sua garotinha. Mesmo que estivesse gemendo baixinho contra a chupeta, Harry parecia pura demais, numa inocência genuína, do jeito que Louis se encantou por ela.
Seu pau já estava extremamente duro, precisava se aliviar de uma vez ou poderia gozar ali mesmo só com os gemidos manhosos de Harry e aquela bucetinha toda molhada, o toque escorregadio e macio em seus dedos. Louis conseguiu desabotoar sua calça somente com um mão, tirando seu cacete para fora da boxer e iniciou seus movimentos por todo comprimento rígido e pesado, se punhetando rapidamente ao que o pré-gozo jorrava da glande avermelhada.
Harry arregalou os olhos quando sentiu Louis parar com dedilhar em seu clítoris. Ficou confusa, mas logo depois reparou devidamente no que estava acontecendo.
Imediatamente a garota abriu os braços com os dedinhos chamando por Louis.
— Eu quero colinho! — Harry praticamente gemeu, naquele tom dengosa, e ao mesmo tempo, um tanto diabólica.
— Vou te dar colinho depois que deixar sua buceta escorrendo minha porra — Louis disse rangendo os dentes, sem muitas cerimônias, desceu mais o corpo de Harry na bancada da pia e começou a roçar somente sua cabecinha nos lábios gordinhos daquela xotinha. — Você merece tanto isso, amor, sei que vai deixar o papai orgulhoso, não vai?
— Uhum, uhum — Harry fez que sim freneticamente com a cabeça, ela mesmo se esfregando no pau que estava quase se introduzindo.
Louis só arrastou pro ladinho a calcinha branca de renda, e sem muita demora, enfiou todo seu pau na bucetinha de Harry, arrancando dela um ofego alto e doloroso, os olhinhos se fechando com força por se lembrar do quão grande e grosso seu papai era. O quão sem piedade Louis podia ser quando se tratava de cuidar de sua filhinha.
— De… devagar, papai, você me m-machuca assim… — Harry pediu aos choramingos, sua voz chorosa na chupeta era um tanto embargada. Ela amava ver o cacete de Louis saindo e entrando de sua bucetinha, não conseguia tirar os olhos disso.
— Vê se fica quietinha? — foi uma pergunta retórica, Louis indo mais rápido com seu quadril, sentindo uma certa dificuldade em voltar com seu pau dentro de Harry por ela ser simplesmente muito apertada, muito mesmo. — Não quer que ninguém veja o papai brincando com você, quer?
Harry negou com a cabeça, respirando fundo a cada estocada.
— Boa garota — Louis segurou a cintura de Harry com as duas mãos, deixando ela com um total de zero chances de sair dali.
Os gemidos de Harry eram baixinhos por conta da chupetinha em sua boca, ela chupava mais forte a medida que Louis empurrava seu pau na buceta toda encharcada, já estava se acostumando com o tamanho, trazendo em todo seu corpo aquele prazer mórbido que era sentir uma saliência em sua barriga devida a sua dilatação e o tamanho daquele cacete.
Louis não se aguentava e tinha que beijar sua boca contra a chupeta, sabia que isso deixava Harry louca e sem graça, as bochechas da mesma se queimando.
— Papai, eu quero colo… — Harry implorou novamente, queria muito, muito, mas muito sentar naquele pau e deixar Louis gozar dentro de si, bem gostoso. — Por favor, eu prometo… mhn! Papai!
Como se já não bastasse, Louis começou a estimular seu clítoris rapidamente, tão rapidinho que era doloroso a sensibilidade. Louis fazia de seu cacete ir o mais fundo possível, perto de seu ápice, querendo prolongar a sensação a cada estocada forte e rápida.
— Você promete? — deu continuidade, a respiração indo pra casa do caralho com aquela velocidade que seu quadril tomava.
— Eu! Mhn… papai, eu prometo ficar quietinha! — Louis queria devorar aqueles peitinhos balançando pra cima e pra baixo pelo solavanco de seu corpo. — Eu quero seu colo, papai, por favor!
Louis sorriu tão sujo que a ideia de serem pegos só o motivou ainda mais. O fato de que Harry era o seu segredinho mais sujo.
A cintura de Harry tinha marcas dos dedos de Louis, ele a apertava com mais força assim que voltava a enterrar aquele pau dentro da bucetinha apertada e toda melada.
— Eu vou gozar, Lou… — Harry contorcia os dedinhos de seus pés e tentava afastar Louis do seu corpo, por estar muito sensível.
— Nem pense — Louis disse rapidamente.
O som das estocadas estavam altas, Harry começando a dar indícios de um choro e Louis fazendo o favor de ir lento e fundo, gozando dentro daquela bucetinha a cada ida e volta para fora e para dentro, gemendo rouco juntamente com os gemidos chorosos de Harry, que estava mordendo a chupeta.
— Oh, bebê, se você soubesse o quanto eu amo comer sua bucetinha… — Louis disse meio aéreo, segurando seu pau pela base para não sair do ritmo, ainda estocando lentamente. — Você deixaria o papai orgulhoso todos os dias.
— Deixaria, papai! — Harry estava se derretendo por dentro, não havia sensação melhor do que fazer seu papai gozar tudo na sua bucetinha, sentindo cada centímetro alargando sua entrada. — Isso… mhn… é tão gostoso, papai, não para…
Louis enterrou seu pau em Harry para poder pegar ela em seu colo. Tirou a chupeta da sua boca, que estava toda babada mas isso não era problema, e selou seus lábios, andando até a cama para deitar ela com cuidado, ainda dentro daquele xotinha tão quente que seria um pecado deixá-la para trás.
— Eu vou descer… — Louis sussurrou contra o beijo, dando mais um selinho e logo indo para o pescoço de sua garotinha. — Você vai se arrumar de novo… — fez mais uma estocada, a última, deixando seu pau mais enterrado ainda em Harry, arrancando da mesma um choro. — E vai cantar seu parabéns. Seu presente de aniversário é ser minha garotinha, minha putinha, que eu sei que você ama tudo isso.
E quando finalmente saiu de Harry, viu aquela buceta expelir seu gozo para fora, pulsando repetidas vezes pela pressão que levou durante todo esse tempo. Era a visão mais linda que Louis já viu em toda sua vida.
— Depois você tem outra surpresa. Agora quero que se arrume e desça aquelas escadas direito, sem cambalear.
— Fica comigo um pouco mais, papai… — Harry estava chorando, tendo que colocar sua chupeta novamente na boca para não surtar ali. — Eu quero gozar, por favor, por favor!
— Você vai — Louis disse, firme. — Mas não agora. Para de birra.
Harry fez que sim tristemente.
— E desça sem calcinha. Quero meu gozo escorrendo pela sua buceta o dia inteiro hoje. Mais tarde, seu colinho vai chegar.
E Louis deixou um beijo na testa de Harry, se arrumando dentro das calças já indo para a sala novamente, dando a desculpa para Ruby que ela só estava terminado de se maquiar.
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O sol se pondo sempre refletia a luz laranja nos fundos da casa de Harry. Era lindo ver a grama verdinha sendo beijada pelas luzes cansadas e quentes, a água da piscina bem calma se movimentando de acordo com o caminho do vento.
Ela demorou um pouquinho para descer as escadas, e quando o fez, arrancou elogios de todos e um olhar orgulhoso de Louis, um olhar muito singular também.
— Quer ver o pôr do sol, querida?
— Não, mãe, acho que vou tirar alguns fotos antes do parabéns.
— Hum — Ruby passou as mãos pelos ombros de Harry. — Está bem. Acho que Louis está lá dentro. Chama ele?
— Sim, sim — sorriu gentilmente.
Harry encontrou Louis sentado no banco da mesa posta de seu aniversário, o bolo em formato de coração era simplesmente lindo, com a escrita delicada e o chantilly fazendo enfeites em volta. Ele estava distraído, até colocar os olhos na figura de Harry, ali parada sorrindo boba.
— Você fica linda desse jeito — fez referência a troca de vestido, um mais curto, mas nem tanto, e a pouca maquiagem. Cabelos soltos, apenas duas mechas presas em um laço atrás. — Vem aqui, amor.
Harry foi até o homem com pulinhos, fazendo o barulho de suas Mary-Jane no piso porcelanato.
— Posso sentar no seu colo? — Harry pediu com um beicinho proposital.
— Meu colo é seu, bebê — e Louis deu tapinhas em sua coxa, indicando que podia sentar ali quando quisesse.
Dito e feito. Harry fez questão de levantar seu vestido para sentar diretamente com a bunda no colo de Louis, o mesmo que correu suas mãos entre as pernas da garota só para sentir sua bucetinha ainda quente e toda melada, cheia de gozo do seu verdadeiro dono. Harry começou a rebolar nos dedos de Louis, gemendo para dentro e sem tirar os olhos dos convidados ali.
— Levanta um pouco — Louis mandou de repente, tirando seu pau para fora da boxer e se encaixando aos poucos na buceta de Harry. — Não queria colinho?
— Mhn… eu quero, papai… — Harry gemeu tão baixinho que sua cabeça caiu para frente ao sentir todo o cacete de Louis dentro de si, sua buceta pulsando com todo aquele tamanho enterrado, praticamente enterrado dentro de si.
— Rebola pro papai, amor — Louis teve que abraçar o corpo de Harry, encostando sua cabeça nas costas da garota só para apertar seus peitos e deixar leves beijos em seus ombros. — Isso, uhum, devagarinho…
Harry fazia movimentos muito calmos e leves, lentamente para frente e para trás, a bucetinha pulsando no pau de Louis trazia a sensação que alguém estivesse o beijando ali.
E todos os convidados voltaram.
— Não para.
— Papai, eles vão ver a gente!
— Não. Para. — Louis sibilou, apertando muito forte sua cintura, a obrigando a rebolar.
— P-papai, por favor!
— Você quer mesmo me deixar decepcionado? — Louis disse, tendo que fazer um carinho nem tão carinhoso para controlar suas pernas tremelicando de baixo da mesa, olhando o pessoal se aproximando cada vez mais. — Depois de tudo o que eu fiz para estar aqui hoje? Depois de você me implorar pra sentar no meu pau e agora fica nessa? É assim que você diz ser minha garotinha?
— Uh-uhn — Harry negou com a cabeça, gemendo por estar muito, muito, mas muito perto de gozar.
“Tudo está lindo!” “Que graça esses laços, Ruby, onde comprou?” “Harry está cada dia mais angelical, como pode?” “Tudo parece tão encantador” “Que decoração mais bonita!”
Eles iam ouvindo os mais tipos de comentários.
Chegou certo momento que Harry não conseguia mais rebolar, se fizesse, ia se tremer inteira e acabar gemendo um tanto alto. Sabendo disso, Louis deu início no seus movimentos rápidos no clítoris todo inchadinho da garota, não demorou muito para ver ela abafando a boca e fingindo sorrisos meigos para cada convidado, se custando a dizer algo quando alguém perguntava onde ficava o banheiro, só sinalizava com as mãos e Louis ainda tinha a pachorra de dar um sorriso calmo. Se abrisse a boca, um gemido escaparia.
— Pode gozar, meu bebê — Louis disse, num sussurro. — Bem devagar, tá?
Os dois estavam gozando juntos naquele momento. O cacete de Louis não parava de jorrar toda sua porra dentro daquela bucetinha, e todo o seu melzinho lambuzando os lábios gordinhos e ardidos, Harry queria tanto a chupeta que começou a chupar o próprio dedo, discretamente.
— Agora sabe o que você vai fazer? — Louis questionou, os últimos jatos de gozo lhe trazendo o alívio necessário. — Você vai cantar parabéns com a bucetinha marcada por mim. Você vai dar seu primeiro pedaço de bolo para Ruby e para mim. E depois, quero que mostre a Agnes o que seu papai faz com você.
— C-como assim? — podia jurar que o gaguejo foi um gemido.
— É isso mesmo — disse firme. — Enfia seus dois dedinhos na sua bucetinha e leva elas até a boquinha da sua amiga Agnes, mostra pra ela que ninguém vai me ter como você me tem, mostra pra ela quem é a garotinha do papai.
— Eu não posso fazer isso…
— Você deve. Se não, vou ter que mostrar a ela o gostinho do que seria me ter.
— O que quer dizer?! — Harry protestou em revolta, tendo que disfarçar a expressão brava para os convidados.
— É dois toques pra mim levar Agnes pro seu quarto e fuder ela na sua cama, bem do jeitinho que eu faço com você.
— Não! Você não faria isso!
— Faria. Se você não mostrar a ela o quão bom é ser minha, terei que provar isso diretamente com ela.
Harry olhou para Agnes com raiva. Muita raiva. Com certo custo, conseguiu se levantar e gemeu em protesto por estar longe do pau de Louis.
No passo que Harry ia dar para ir até a garota, voltou no mesmo.
— Eu não consigo…
— Consegue — Louis deu uma piscadinha. — Vai lá e me deixa orgulhoso.
E ela foi. A ideia de aborrecer Louis era a pior que podia passar por sua mente.
Harry pegou no pulso de Agnes a trouxe para um canto reservado e perto de onde já estavam, levou seus dois dedos maiores até sua bucetinha recolhendo todo o gozo de Louis e o próprio, Agnes olhava confusa e paralisada, mal se dando conta que aqueles dedos de Harry estavam pintando seus lábios e sua língua com tanto gozo.
Harry chegou perto do ouvido de Agnes, tão perto que sua boca encostava em seu ouvido, e então, disse em um sussurro manhoso:
— Esse é o gostinho do meu papai.
E assim, Agnes foi deixada de boca aberta e olhos arregalados naquele canto, vendo Harry se sentar ao lado de Louis toda sorridente, o mesmo homem que sorriu sujo ao ver a expressão pasma, vendo a garota levar seu gosto goela abaixo.
Harry teria aquele gostinho pelo final de semana inteiro, a tal surpresa de Louis não podia ser melhor, pois dentre a três, todas elas se conversavam.
“a criação de coelhinhas que harry tinha era simplesmente amável. fazia a contagem delas todos dias, e certa vez, se deu conta que uma estava desaparecida. não podia ir atrás do bichinho sozinha… então, por que não pedir ajuda a louis, um dos fazendeiros que trabalhavam na fazendinha que morava?”
🎀ྀིྀི
⤷ h!inter • dacrifilia • cock warming • daddy kink • harry18|louis30 • perda de virgindade • um pouco sexo baunilha e muitos elogios.
🐰ྀིྀི
O sol beijava todas as plantações e as copas das árvores verdes da fazenda, o vento balançava os capins dourados juntamente com as flores brancas, alguns girassóis se abrindo a medida que a luz quente aquecia seu caule.
Viver longe da cidade foi um pouco desafiador no começo para Desmond, que decidiu tomar essa vida após seu divórcio, vivendo apenas com sua pequena em uma casa que lhe despertava o sentimento de lar e conforto. Queria que Harry tivesse a melhor experiência vivendo em um lugar com contato direto a natureza, e bem, isso não poderia ter funcionado da melhor forma!
Harry se adaptou rapidamente. Cresceu em meio a muitos porquinhos, celeiros e cavalos, até tinha pônei branquinho, era realmente uma graça. Aos quinze, começou a ajudar seu pai com o que podia, como ir a cidade para buscar ingredientes e rações, de vez em quando plantava algumas plantinhas e sempre estava de olho no crescimento das flores. Mas, ela tinha um sonho desde pequenina.
— Pai, eu poderia ter uma coelhinha? — tinha dito em uma manhã aleatória da semana, a voz mansa para compadecer o coração de Desmond.
— Não vejo problema, filha — e ele respondeu calmamente, vendo que o sorriso em Harry surgiu rapidamente. — Porém, existem regras. Somente você vai cuidar dela, okay? Não vou ficar cuidando coelho de ninguém. Se você quer, você cuida.
— Sim, sim, sim! — Harry pulava alegremente na quina da mesa. — Eu vou cuidar dela, eu prometo!
E naquele dia, Harry voltou de uma fazenda que doava coelhos com a sua pequena Lola, os pelos branquinhos super macios, tão frágil de segurar nos braços que vivia com medo de derruba-la no chão. Cuidou dela como todo seu amor e carinho, não conseguia deixar a coelhinha dormir no cantinho que Desmond fez para ela no celeiro, por esse motivo, fez uma caminha toda rosa em uma das gavetas de sua cômoda, deixando o serzinho tão pequeno se aconchegar ali.
Lola tinha mil laços. Harry gostava sempre de mostrar ela aos trabalhadores da fazenda, mostrando que as duas estavam combinando a cor dos laços. Desmond olhava de longe e sentia muito orgulho, ficava fascinado como Harry era tão pura e se prendia em coisas simples, se apaixonava pelo pouco e abrigava o amor dentro de seu coração.
E os anos foram se passando… Harry não tinha mais 15 anos, e sim 18.
Acordava ao som das copas e dos pássaros. Descia as escadas correndo sentindo o cheiro forte de café sendo passado por Jennie, uma empregada da casa que Harry considerava como uma vó, já que a mesma sempre cuidou dela quando pequena. Se arrumava e ia pegar seu carro para ir à cidade, estudava meio período e voltava de tardezinha. Viu a fazenda de seu pai ganhar lugar no mercado de exportações, viu Desmond se tornando uma peça importante para outras cidades que usufruíam de seus serviços.
Dado isso, algumas coisas mudaram. Mais homens começaram a trabalhar na fazenda, mais mulheres começaram a trabalhar na casa, e quanto mais serviço, mais Desmond ficava afastado da filha. Harry tinha uma vida monótona, não reclamava de nada, mas como os anos foram se passando e ela foi tomando uma consciência do que era crescer, adquirir mais esperteza, e também a surpresa da puberdade, começou a achar que a vida na fazenda poderia ser entediante de vez em quando.
Sendo assim, Harry adotou mais sete coelhinhas. Todas fêmeas, das cores mais diversas. Era um jeito de se ocupar com o que realmente gostava, vivia enfurnada em seu quarto estudando ou fazendo companhia para Jennie; que também, não reclamava, amava a companhia da senhorinha.
Não tinha muitos amigos. Não tinha muitos amigos por que morava longe, quando era chamada para uma festa simplesmente não tinha como ir, ou também seu pai não deixava. Harry era curiosa para tudo. Queria saber mais da vida, algumas coisas sobre a vida íntima e tudo o que faz de uma adolescente ser uma adolescente. Tinha feito 18 recentemente, não se considerava tão adulta, sabe? Mesmo tendo muito conhecimento do que é uma trabalho ardo, já que fez parte disso na fazenda, e tendo conhecimento de que estudar era a única coisa que devia focar para crescer.
Harry era pura e casta. Curiosa demais numa inocência genuína. Queria mesmo saber das coisas. E ela foi descobrindo aos poucos…
Ao chegar da escola, gostava de sentir o pôr do sol em sua pele lá da pequena janela de seu quarto, no último andar da casa. Encostava seu queixinho no dorso da mão, fechava os olhos e apenas sentia seu rosto se aquecendo e os cachos voando pelo vento forte e abafado. Uma vez, fazendo esse seu costume rotineiro, decidiu abrir os olhos para ver os fazendeiros trabalhando naquela imensidão de verde.
Por que os corpos eram tão malhados? Por que tinham uma estrutura corporal tão bruta e atraente? E por que sentiu sua bucetinha pulsar ao olhar tanto para aqueles homens?
Ficou tão confusa… não tinha sentido nada assim como antes. Na verdade, tinha sim, mas não com tanta atenção quanto naquele momento.
Aquilo não saia de sua cabeça. Quando desceu para dar tchau aos trabalhadores, sentiu uma forte atração por um deles, uma atração carnal. Não conseguia ficar ali esperando que todos dessem um beijinho na sua bochecha, e então, foi para seu quarto e esperou a casa toda ficar em silêncio - as empregadas dormiam na casa de vez em quando.
Harry se permitiu olhar seu próprio corpo no espelho. Queria ver sua versão mais nua e crua. Queria ver se seria capaz de instigar alguém quanto se sentiu instigada mais cedo naquele dia.
A pele branquinha com um leve fundo de bronze, os joelhos sempre tão avermelhados e as coxas grossas que roçavam uma na outra quando usava saia. Harry levou suas mãos até seus peitinhos, apertou eles sentindo novamente aquela pulsação entre suas pernas. Tadinha… ficava muito confusa! Não tinha ninguém para explicar a ela! Como poderia adivinhar?
Já que estava sozinha, em seu próprio quarto, começou a analisar mais a linguagem de seu corpo quando apertava seus peitinhos. Era tão gostoso, o biquinho ficando durinho a cada afofadinha, parecia estar apertando algo fofo e frágil.
Harry sentia cada vez mais essa pulsação entre suas pernas. Não se aguentou e se sentou no chão, de frente para o seu espelho grande, abrindo as pernas e vendo como sua bucetinha estava toda melada, expelindo seu melzinho com uma força desconhecida.
— Mhn… — Harry gemeu baixinho quando teve a brilhante ideia de descer seus dedos para sua bucetinha, vendo como estava sensível quando subiu novamente e tocou seu clítoris inchadinho. — M-meu Deus…
Se apoiou em só um cotovelo, tocando seu peitinho só com uma mão, enquanto com a outra, descobria como gostava de se tocar, no começo só fazendo movimentos circulares e leves, nem se dando conta que a medida que ia gemendo baixinho, quase inaudível, movia seu quadril para frente e para trás, o seu dedo do meio indo rápido demais, sua bucetinha toda molhada com o tanto de mel que expelia, tudo numa medida que fez Harry só jogar a cabeça para trás e continuar se tocando.
Harry tinha suas pernas tremendo, o seu dedo fazendo movimentos para cima e para baixo, com mais força, o clítoris inchado e muito sensível trazendo a sensação de orgasmo cada vez mais perto.
— Mhn… eu não consigo parar! — disse mentalmente, mordendo com força seu lábio inferior, vendo a imagem linda de si mesma no espelho. A bucetinha toda aberta e rosinha, os lábios gordinhos com uma aparência macia.
A sua boca foi aberta em um “O” perfeito quando sentiu seu primeiro orgasmo, mal conseguindo se tocar de tão sensível que tinha ficado, tentando fazer isso mas seu próprio corpo tinha se negado. Harry estava toda molhadinha e muito excitada, ainda pensando naquele fazendeiro que a fez se tocar tão loucamente. Brevemente se lembrou do nome do rapaz, algo como Louis.
🐰ྀིྀི
Louis estava trabalhando no celeiro aquele dia. Desmond estava prestes a chegar da cidade depois de uma semana fora de casa. E, bem, Louis não estava sozinho.
A garota chegou no celeiro com uma pequena cesta na mão, havia algumas rações e tecidos. Harry decidiu colocar uma mini saia e um camiseta que mostrava boa parte de sua barriga, exibindo a pele um tanto rosada. Os sapatinhos Mary-Jane chamaram a atenção de Louis, foi subindo os olhos pelas pernas lisinhas da garota até dar de cara com polpa daquela bundinha.
Harry subiu uma madeira da portinha que fechava o cantinho das coelhas e começou a conta uma por uma, se perdendo na contagem toda vez por que elas não paravam quietas. Harry se inclinou para frente e isso fez com que sua saia subisse, sendo assim, Louis teve uma visão privilegiada daquela buceta revestida pelo tecido rosinha. As coxas coladas uma na outra só deixou os lábios da xotinha de Harry bem apertadinhas.
— Moranguinho, Tina e… meu Deus, fiquem paradas! Assim não consigo contar cada uma — fazia a contagem todos os dias, era importante. — Okay… Moranguinho, Tina, Dentuça… — Harry havia se perdido novamente. — Meninas, por favor! Eu vou ter que contar de novo, que saco!
Louis observava de longe ali do celeiro como Harry brincava com as pernas, como se inclinava mais para frente e como seus peitos estavam quase explodindo para fora daquela camiseta justinha. Foi obrigado a se virar de costas para não ser pego com os olhos famintos sobre o corpo da garota, não queria ser mal compreendido por ela.
Só conseguia ouvir a voz de Harry resmungando e manhosa a cada vez que recomeçava a contagem. Louis não estava se aguentando.
— Você quer ajuda? — se ofereceu, ainda virado de costas, com uma caixa nos braços mudando uma para cada lado. Estava sem camisa, a mesma presa no cós de sua calça, juntamente a um pano branco. Apenas de calça jeans e botas pesadas. — Parece que tá difícil aí, não?
— Tá sim… um pouquinho — Harry tomou os olhos para o homem, não podendo disfarçar que olhou atentamente para o torso desnudo dele.
Louis foi até Harry, se permitindo segurar a cintura da garota para ela descer da porta do celeiro e ficar no chão. Harry notou que sua mão tinha uma textura grossa, naturalmente fazendo um aperto.
— Eu vou segurar elas e dar cada uma para você contar, pode ser? — Harry ficou meio perdido na atenção que estava recebendo de Louis, nos azuis daqueles olhos tinha algo muito singular. — São quantas no total?
— São oito — Harry disse, fechando a porta do cantinho das coelhinhas assim que entraram ali. Ela se sentou de pernas cruzadas em borboleta, Louis fez o mesmo a sua frente. O homem conseguia ver a bucetinha gordinha por baixo da saia, mas não se prendeu muito nisso, uma olhada já foi o suficiente. — Eu preciso fazer a contagem delas porque cada uma recebe uma quantidade de ração bem certinha.
— Certo — Louis pegou a primeira coelhinha, que já estava pulando em volta dele. — Vamos começar por essa.
— Moranguinho — Harry a pegou em sua mão, colocando para o lado de fora do celeiro. — Ela é muito fofa, né?
— Tanto quanto essa — tinha outra em sua mão, a pelugem preta e o nariz inquieto.
— Tina! — Harry exclamou, pegando a bolinha de pelos nas mãos, logo a deixando com Moranguinho. — Essa é mais fujona, temos que ser rápidos.
E os dois prestaram atenção tantos nas coelhas quanto um no outro.
Harry não tirava os olhos dos braços musculosos de Louis, tinha uma definição magra em seu abdômen e a quantidade de tatuagens a deixava louca. E Louis não conseguia parar de olhar na saliência dos biquinhos dos peitos de Harry naquela camiseta, já que estava sem sutiã e nada para disfarçar a região. Os peitinhos balançavam a cada mísero movimento, tão empinadinhos que parecia patético serem tão perfeitos. Não olhou mais por baixo da saia, pelo menos não diretamente, Harry conseguia arranjar algum jeito de tirar suas mãos entre as pernas só para mostrar sua xotinha.
— Dentuça e…
— Tem mais? — Louis perguntou confuso, Dentuça foi a última coelhinha a dar para Harry.
A garota olhou ao redor desesperada, olhou por trás de Louis e para os lados. Já sentia uma vontade imensa de chorar.
— A Lola! — exclamou, muito aborrecida. — A Lola sumiu, meu Deus, ela não pode sumir! Ela já é velhilha e vai ser perder, eu preciso achar ela…
— Calma, Harry — um simples toque na coxa da garota a tirou do transe de desespero. — Ela não deve ter ido muito longe. Você pode encontrar ela agora, eu fico aqui dando ração para as outras, se quiser.
Harry corou as bochechas por Louis começar a fazer um carinho em seu joelho.
— Você pode vir comigo? — pediu, um tanto tinhosa. — Eu não tenho coragem de ir sozinha na floresta, e acho que ela já está lá.
— Como quiser — sorriu educadamente, sem mostrar os dentes.
Louis se levantou e ofereceu ajuda a Harry, que aceitou de bom grado segurando sua mão, vendo que a sua se fez mais macia do que nunca no toque do homem. Limpou sua mini saia dos capins grudados no tecido e fez questão de levantar ela, até parecia que fazia isso de propósito só para arrancar olhares de Louis, que deu muito certo.
As coelhinhas não-fugitivas foram postas em seus lugares e os dois saíram do celeiro, ambos podendo notar a diferença de tamanho; Harry bem na altura do peitoral de Louis.
Ao que começaram a andar em direção as árvores, o som de carro se aproximava cada vez mais, e quando olharam para trás, Desmond estava estacionando perto do celeiro.
— Não esperava encontrar vocês aqui.
— Pai! — Harry disparou em direção a Desmond.
A garota foi levantada pelos braços do pai, que a rodou e isso a fez abrir um sorriso por finalmente estar matando as saudades dele. Louis já estava de saco cheio em ver a bunda e a buceta de Harry toda vez que ele batia os olhos para aquela saia, e tudo piorava quando tinha essa cena tão fácil assim bem na sua frente. Teve que se virar para apertar forte seu pau.
— Boa tarde, senhor Styles — ofereceu sua outra mão para cumprimentá-lo em um aperto firme. — Eu estava ajudando Harry a contar as coelhas dela.
— Sim, e a Lola sumiu — Harry se fez ao lado de Louis novamente. — Ele vai me ajudar a procurar ela.
— Certo — Desmond se assegurou dos dois. Louis era o rapaz que mais confiava ali, fazia seu trabalho muito bem feito, sem falar que o ajudava em questões de vendas também. O puxou para perto enquanto Harry já seguia seu caminho. — Cuidado para não perder minha filha, em?
— Pode deixar — deu um sorriso sem jeito, com uma risadinha baixa.
Isso se Harry não se perder em Louis antes…
A garota já estava correndo em direção a floresta. Não parecia nem um pouco que tinha medo de ir lá sozinha. Só queria que Louis a olhasse por trás enquanto corria feito um bambi, a maldita saia indo para cima e para baixo, mostrando e escondendo aquela bundinha branquinha. Louis foi andando, já sem paciência com tanta provocação.
Harry olhou para trás fazendo um sinal para Louis se apressar. Louis sorriu forçado.
— Garota do caralho — sussurrou para si mesmo, só para reclamar um pouco de toda essa tensão entre eles.
Sabia que Harry tinha coragem de ir pra lá sozinha, ainda mais que cresceu naquele lugar e sempre esteve na floresta quando pequena. Harry realmente só queria a companhia de Louis um pouco mais.
O nome da coelha começou a ser chamado pelos dois. Um para cada lado, não muito distantes. Uma vez ou outra, Harry se assustava com um barulho dos arbustos, ou com algum galho que pisou, estalando e a fazendo soltar um gritinho fino. Louis ficava esperto mas também puto com a situação toda. Era só ela falar que queria dar para ele.
— Como a Lola é?
— Branquinha e gordinha.
— Hum — Louis lembrou de outra coisa, se julgando por ter pensado em besteira numa situação não muito apropriada. — Okay… procurar por algo branquinho e gordinho.
Harry soltou uma risada genuína, escondendo o sorriso com as mãos.
— O que foi? — Louis disse, surgindo através de uma árvore só para olhar o rostinho de Harry, todo vermelho e um pouco suado.
— O jeito que você falou foi engraçado.
— Você é meio boba, né? — foi uma pergunta retórica. Louis apenas soltou, vendo as bochechas da garota ficarem mais saltadas por conta do sorriso. Louis fixou seu olhar nas covinhas dela. — E linda demais… — disse, mentalmente.
Ficaram um pouco perdidos um no outro. A atenção deles voltaram quando um barulho um seguido do outro começou a surgir. Como se fossem pulinhos.
Os dois parados. Harry com a boca fechada como se fosse dizer algo a qualquer momento, e Louis olhando para o rosto dela e prestando atenção no barulho.
O barulho estava ali em um arbusto perto deles. Algumas folhas se mexendo denunciaram que era algum ser pequeno. Harry e Louis queriam rir.
— Fica quietinha — Louis sussurro, os braços um pouco abertos em alerta.
— Eu tô quieta! — exclamou, baixinho, mostrando revolta.
— Cala a boca, Harry — o pulso da garota foi apertado pela mão de Louis, que logo se sentiu reprimida e suavizou o semblante, mas no fundo gostou de ser mandada a ficar quietinha pelo homem.
E Lola apareceu no seu pulo para fora do arbusto. Quase seguiu seu caminho se não fosse por Louis, que a pegou rapidamente. Ele não sabe segurar coelhos, até ficou um pouco assustado pelo tamanho enorme e o peso considerável.
— Ai, meu Deus, Lola!
— Pega ela logo — estava praticamente esticando a coelha para longe.
— Não pega ela assim, Louis — Harry disse, franzindo o cenho vendo Lola toda agoniada. — Tem que pegar com jeitinho, olha… — a garota pegou as mãos de Louis e as aproximou contra seu peito, Lola caiu para seus braços e assim a coelha já estava como devia estar, porém as mãos dos dois fizeram uma bagunça ali. — Tira a sua mão por baixo… Não, espera aí…
— Você me prendeu, Harry, solta a coelha.
— É só você… — Harry tinha que segurar Lola pressionando ela com seus braços, os mesmos que deixaram as mãos de Louis um tanto imobilizadas. Estava literalmente a palma da mão de Louis espalmadas nos peitinhos de Harry, e quanto mais ele se mexia, mais ela sentia seu biquinho ficando duro. Não precisa ser dito sobre a pulsação. — Mhn… Louis, tira sua mão por b-baixo…
— Tá gaguejando por causa de quê?
Louis sorriu sujo. De propósito, ele deu um aperto muito sútil na carne gordinha e desceu suas mãos, brevemente encostando elas na barriga arrepiada de Harry.
Harry teve que se afastar, ficou muito sem graça. Enquanto Louis tinha um sorriso cavajeste naqueles lábios finos e vermelhos.
— Vai pra sua casa — disse, um tanto autoritário. — Seu pai deve estar preocupado.
Harry apenas fez que sim, abraçando Lola fortemente, toda envergonhada e com o rosto pegando fogo, logo saindo correndo para sua casa.
Louis bufou em revolta e muito excitado.
🐰ྀིྀི
— Demoraram muito para encontrar a pirralha da Lola? — Desmond questionou, servindo café na sua xícara e na de Louis. — Acho que ela não aguenta mais Harry, por isso vive fugindo.
— Foi rápido até — Louis esconde o sorriso ao levar a xícara até sua boca. — A coelha já é velha, né?
— É… — Desmond não parecia muito focado naquele assunto. — Filho, tenho algo para lhe dizer.
— Pode falar.
— O que acha de fazer uns extras? Sabe, eu estou precisando de mais serviço aqui na fazenda pela demanda de produtos e vendas. Você teria que dormir de vez em quando aqui na casa, e isso não seria problema, temos quartos de sobra. O que você acha, filho? Você teria um aumento também. Confio no seu trabalho e é por isso que estou dando essa oportunidade a você.
— Eu acho perfeito, senhor Styles — a ideia surgiu como uma luz em sua mente. — Obrigado por toda confiança.
— Sabia que não ia me decepcionar com você, Tomlinson — Desmond sorriu abertamente. — Preciso que comece amanhã mesmo, se não tiver problema? Daí no caso, você dorme hoje aqui.
— Sem problemas — Louis tomou seu último gole de café. — Eu só preciso guardar minha moto.
— Me dê as chaves e eu guardo ela — Desmond se prontificou, se levantando da mesa para deixar a xícara de café na pia. — Como eu sabia que você ia aceitar, pedi para Harry arrumar seu quarto.
Hum.
— Muito obrigado, senhor Styles.
— Nada, filho… irei voltar para a estrada agora. Bom descanso.
Louis deu as chaves de sua moto para Desmond e ouviu o motor dela ligando, logo depois vendo ele deixar a chave em cima da mesa. Não iria dormir em casa mais uma vez, então pegou seu carro e seguiu caminho para a cidade.
Mas não estavam sozinhos totalmente. Jennie e mais algumas empregadas estavam na casa, algumas acordadas.
Enfim. Louis precisava tirar seus pensamentos sujos de sua mente com um bom banho. Já sabia toda a planta da casa, então, só subiu as escadas e foi andando preguiçoso até o banheiro.
Tal banheiro que estava uma sauna. A porta estava encostada, era possível ver a fumaça saindo da fresta e trazendo o cheiro de shampoo e sabonete, um cheiro tão doce que Louis sentiu sua boca salivar. Harry estava tomando banho.
Ele ouviu a voz da garota cantando alguma música melancólica. Uma voz muito afinada. Se aproximou da porta só para ouvir melhor, sem abrir e sem espionar.
Porém, Harry com seu sexto sentido aflorado, sabia que tinha alguém ali.
— Jennie? — foi a primeira pessoa que veio na sua cabeça. — Jennie, pode entrar, já estou terminando de tomar banho.
— Desculpa — Louis disse através da porta. — Eu quero tomar banho, vou esperar você sair.
— Espera! — Harry exclamou, desligando o registro e se apressando para colocar uma toalha. — Pode abrir a porta, Lou.
“Lou.”
Assim que abriu a porta, encontrou Harry com uma toalha branca cobrindo seu corpo, e meu Deus. Que porra de banheiro era aquele.
As paredes rosas com uma moldura no centro fazendo a divisão da tinta e do papel de parede florido. Duas pias marmorizadas com tons de rosa e dourado, os dois espelhos enormes deixava o cômodo maior. Louis nem pensou na possibilidade de ter algum sabonete menos doce ou um shampoo que não fosse feminino. Teria que dormir se sentindo uma princesinha, que amor!
— Só vou escovar meus dentes…
— Sem presa — Louis assegurou, virando de costas para poder pelo menos tirar sua camisa e as calças, estava realmente sujo.
Pelo seu espelho, Louis foi tirando sua roupa enquanto observava o corpinho de Harry escondido naquela toalha, imaginando como ela devia ser cheia de curvas. Quando Harry se inclinou para cuspir a pasta na pia, sua toalha deixou sua bunda inteira - inteira! - a mostra.
Louis quase xingou ela em voz alta.
Aqueles lábios rosadinhos pareciam estar implorando para serem judiados, a bunda branquinha toda empinadinha quase como um convite “venha me espancar” para Louis.
Foco. Não podia fazer isso. Ela era filha de seu chefe. O chefe que confiava 100% nele e em seu trabalho. Que absurdo!
— Prontinho — Harry disse, logo em seguida secando sua boca na toalha de rosto. — Depois eu te mostro onde é seu quarto, tá? Ainda vou arrumar ele.
Harry sorriu para o espelho e Louis a viu em seu reflexo, vendo as covinhas tão fofinhas afundando nas bochechas vermelhas. Harry era linda demais, um anjo pela terra, Louis se deu conta disso quando parou para cuidar de seus detalhes. Os cabelos molhados no ombro nu era somente muito delicado, e de certa forma, frágil. Não saberia explicar.
Louis pensou que teria dó de machucar Harry. Muito ingênua. Mal conseguiria imaginar ela nos cenários sujos que projetou em sua cabeça. Dito isso, se convenceu que era coisa da sua mente suja. Não. Harry não estava provocando e isso era rude de sua parte, pensar que uma garota tão quieta e na sua poderia fazer essas coisas.
Louis entrou de baixo da água afim de afastar os pensamentos ao que molhava seu cabelo. Bem, um tanto impossível… seu pau estava extremamente duro. Precisava se masturbar para aliviar a dor.
Dito e feito. Não gemeu. Não demorou muito. Estava tão ardido de tesão que só foi pensar em Harry chupando seu pau que o gozo pintou os azulejos rosas do banheiro. Simples assim.
Foco!
Colocou sua roupa limpa que trouxe para o trabalho. Louis só colocava ela para ir embora, mas naquele dia teria que usar para dormir. Um moletom cinza e uma regata, nada demais. E por sorte, levou uma boxer.
— Licença? — ele deu dois toques na porta antes de entrar, encontrando Harry agachada no pé da cama, usando um conjuntinho lilás de moletom. — Esse é meu quarto?
— Sim, sim — Harry ficou de pé, próximo a Louis, podendo sentir um cheiro de perfume masculino muito forte, mesmo ele tendo tomado banho com seus produtos. — Arrumei sua cama e você pode colocar suas roupas no armário… é, acho que está tudo arrumadinho.
— Obrigado, Harry — Louis disse, passando por ela em um fio para se encostarem. — Você é muito gentil.
— Obrigada… — ficou tímida, mas dessa vez sem esconder seu sorriso. Mais uma vez, Louis fixou seu olhar nas covinhas dela. — Eu quem devia agradecer. Você me ajudou a achar Lola.
Louis colocou sua mochila na cama e voltou a ficar perto dela, só para dar uma atenção devida, sabe? Não precisavam ficar longe um do outro a todo momento.
— Sempre que você perder suas coelhinhas, pode me chamar que eu te ajudo a encontrá-las — Louis fez Harry rir ali pertinho dele, tão pertinho que teve que descer seu olhar para encontrar os olhos verdes da garota, que estavam tão claros parecendo esmeraldas.
Harry e Louis ficaram parados ali enquanto se encaravam. A garota em um momento de fraqueza, maneou sua cabeça para frente, Louis fez o mesmo como reflexo, e quando o homem encontrou os olhos dengosos da garota novamente, ignorou todos seus princípios e juntou seus lábios aos dela.
O que estava acontecendo?
Harry subiu suas mãos lentamente até a nuca de Louis, não sabendo muito o que fazer com a boca, nunca tinha beijado antes. Louis tomou total domínio do beijo, e percebendo que a garota ainda não tinha dado permissão para sua língua, os selinhos foram se fazendo naquela boquinha, Louis sem pressa alguma, queria sentir cada partezinha de Harry, com muita calma.
— Mhn… Lou? — ela acabou gemendo entre um selinho e outro, dando passos para trás assim que Louis começou a andar para frente.
— Sim? — desgrudou sua boca dos lábios de Harry, trazendo suas mãos para a cintura dela, bem onde o moletom não cobria sua barriga. Louis fazia um carinho ali.
— Eu nunca beijei… desculpa, mas acho que não sei fazer isso…
Louis sorriu carinhoso.
— Tudo bem, bebê — afastou alguns fios que grudaram na sua bochecha, fazendo uma breve carícia em seu rosto com as duas mãos. Harry ficava mole com todo o toque e carinho de Louis. — Eu que vou te beijar. Não se preocupe, pode ser?
— Uhum — Harry fez que sim com a cabeça, se deixando a ficar mercê de Louis por inteira, tanto que suas mãos se agarraram com força no tecido de sua regata.
Louis flexionou um pouco seus joelhos para chegar na altura de Harry, logo puxando o rostinho lindo dela até o seu, seus lábios novamente um contra o outro. Louis dava selinhos demorados e molhados, Harry abriu um pouco sua boca e deixou seu lábio inferior ser chupado pelo homem que a beijava com tanto cuidado e carinho, um carinho muito específico.
— Você é tão boa, amor — Louis disse contra o beijo, sabendo que Harry sorriu ao que foi selar novamente os lábios e teve a possibilidade de beija-la de verdade.
Louis intensificou o beijo, mudando a posição de sua cabeça para o lado oposto, Harry esfregava sua língua contra a dele e o barulho úmido se fez presente. Os braços dela abraçaram toda cintura de Louis, estava literalmente abraçando o homem, como se ele fosse escapar dali a qualquer momento. Boba.
— Vem aqui — Louis disse, separando suas bocas rapidamente só para pegar Harry em seu colo.
Louis se sentou na cama e deixou Harry sentada nas suas coxas, a trazendo novamente para um beijo, agora afundando sua mão nos cabelos molhados da garota, sua outra mão se apoia na cintura cheia de curvas. Era tão gostoso, tão gostoso como Harry gemia baixinho no beijo, como Louis chupava seus lábios e deixava ela comandar os movimentos uma vez ou outra, como suas mãozinhas abraçavam seu pescoço com uma delicadeza enorme.
— Eu gosto do jeito que você me beija — Harry sussurra bem em cima dos lábios de Louis, apertando suas coxas com as pernas. — Mas dói tanto…
— Onde dói, bebê?
— Aqui — Harry sinalizou com o dedo o seu clítoris, que já estava todo sensível. — Dói muito e eu não o que fazer pra parar… — Louis apenas observou a garota colocar sua mão por dentro do moletom lilás, seu dedo do meio começando a fazer movimentos leves no seu pontinho. — Mhn… é tão gostoso, Lou, eu não sei por que fico assim…
Louis gemeu com o sorriso mais sujo do mundo, tendo literalmente Harry se tocando em seu colo, vendo ela rebolar nos próprios dedos, toda ofegante e deleitando no mais puro prazer.
— Você fica assim quando está excitada, meu amor — Louis explicou, tendo que segurar a garota pela bunda para que ela não caísse de seu colo. — O meu beijo te deixou excitada.
— Me beija de novo, Lou, talvez seu beijo faça isso parar!
A cabecinha do pau de Louis estava para fora do moletom, simplesmente saiu por ter ficado tão duro. Ele riu do desespero de Harry.
— Vem pra frente, amor — Louis disse, a empurrando com as mãos. Sentiu seu pau roçar ali no seu pontinho, Harry estava sensível demais. — Isso… eu sei como fazer sua dorzinha parar, bebê, se você quiser eu te mostro.
— Eu quero! — Harry fez um biquinho, indo para frente novamente. — Mais beijos?
— Beijos e… — Louis afundou seu rosto no pescoço de Harry, deixando a garota toda derretida e arrepiada. — Meu pau na sua bucetinha.
— C-como assim? — Harry ficou um pouquinho assustada.
— Fica calma, bebê — não queria deixar Harry com medo de algo, sua voz se fez firme e segura. — Eu não vou te machucar, não vai doer nada. Se quiser parar, é só me pedir. Eu cuido de você.
A última frase fez Harry amolecer seu corpo inteirinho, quase gemendo.
— Pode só me dizer o que você vai fazer?
— Vou deitar você nessa cama, tirar seu moletom, arrastar sua calcinha para o lado e encaixar meu pau bem na sua bucetinha. Eu vou esfregar seu pontinho bem lento, amor, só pra você ver que não dói nada.
Harry sabia que sua calcinha já está arruinada de tão molhada. Sua buceta piscava incontáveis vezes, jurava que podia ter um orgasmo só de ouvir Louis dizer tais palavras com a voz rouca e muito confiante, um sorriso absurdo nos lábios, um sorriso de lado esbanjando cretinice.
— Cuida de mim, por favor — Harry quase implorou, abraçando o pescoço de Louis ao que ele foi colocando seu corpinho deitado na cama. — Acaba com essa dor, Lou, ela tá me matando!
— Fechas os olhos, relaxa o corpo e goza.
Simples assim.
Harry deixou Louis tirar o moletom lentamente, vendo ele ficar de pé para tirar o seu, e meu Deus. Harry fechou as pernas involuntariamente vendo o tamanho gordo na boxer do homem, seu queixo caindo assim que Louis tirou seu pau para fora, a boxer caindo no chão ao que ele ia se masturbando.
— Não consigo, Lou, você vai me machucar demais — Harry estava escalando a cama a medida que Louis ia se aproximando.
— Eu não vou, bebê, confia em mim — Louis disse, segurando as coxas da garota a trazendo para perto novamente. — Você me provocou o dia inteiro hoje. Gemeu quando segurei seus peitinhos, ficou mostrando sua bucetinha com aquela saia… não vai querer dormir com dor, não é? Sabendo que posso resolver isso, que é o que você mais quer.
— M-mas você disse que não ia machucar. Eu nunca fiz isso, Louis, eu nunca fiz. Você promete que não vai doer?
— Prometo.
— Vai cuidar de mim?
— Vou, princesa.
Não havia mentira em suas palavras. Harry sentiu a confiança que precisava, e então, abriu as pernas.
Louis desceu seu rosto entre as pernas de Harry, deixou beijinhos por toda sua buceta, descendo a boca para os lábios macios e meladinhos. Arrastou o tecido branco para o lado deixando toda a bucetinha a mostra, tão rosinha que chegava a ter dó de judiar dela.
— Você é perfeita — Louis não resistiu e teve que elogiar, tanto pela visão de baixo quanto pela visão de cima, que era somente Harry contorcendo o rosto de tanto prazer e ansiedade, as sobrancelhas unidas com a boca entreaberta foi como registrar uma obra de arte na mente de Louis.
— Sinto falta do seu beijo, pa-
— Pa?
— Lou, eu ia dizer Lou.
— Pode falar a verdade, Harry. Não seja tímida.
Harry engoliu em seco.
— Sinto falta do seu beijo, papai — Harry soltou num sussurro, sentindo os dedos de Louis massageando seu clítoris com cuidado, bem lentinho. — Mhn… não para, por favor…
Louis foi a loucura por ouvir a voz manhosa de Harry o chamando de papai. Saiu tão sujo. Não esperava que Harry podia ser tão baixa assim quando se permitia. Era um absurdo tudo isso e ele se levou pela adrenalina.
O tecido da calcinha de Harry foi erguido, nisso Louis apenas encaixou sua glande bem no clítoris inchadinho de Harry, fazendo a fricção certa ao deixar a calcinha cobrir só a cabecinha de seu pau enquanto estimulava a garota, indo para trás e para frente com o quadril, tão lento que seus movimentos eram duros para não se apressar.
Louis deitou parte de seu corpo sobre Harry, sem parar de fazer os movimentos. Seu queixo estava quase se apoiando no peitoral da garota, os braços segurando seus ombros como se fossem muito frágeis. Louis olhou para Harry com o olhar carinhoso, vendo atentamente em sua expressão se estava com dor ou prazer, fazendo questão de deixar um carinho nas suas bochechinhas rosadas, não conseguia parar de fazer um gesto de carinho no rostinho lindo de Harry.
— Tá gostoso, meu bebê? — Louis questionou, sentindo seu pau pulsar a cada esfregada lenta no pontinho de Harry, que assentiu freneticamente com a cabeça. — Boa garota — disse vitorioso, a trazendo para um beijo segurando pelo queixo, seus lábios se encontrando novamente como se estivessem na abstinência.
Seus movimentos começaram a ficar mais rápidos, mais fortes, tendo que obrigar Louis a encostar sua testa na de Harry para poder gemer baixinho, ao contrário da garota que soltava gemidos a cada mínimo movimento, e nem se dava conta disso.
— É tão bom, papai, você faz tão gostoso — Harry estava ofegante, só conseguia segurar o pescoço de Louis e se perder nos olhos azuis e no prazer que sentia crescer cada vez mais.
— Você gosta de ser minha garotinha?
— S-sim… — Harry soltou um gemido mais alto, toda tinhosa com as perninhas tremendo em volta do corpo de Louis, o mesmo que ia com mais força esfregando sua glande no clítoris de Harry, a sensibilidade gritando. — Você pode ser meu p-papai… pra sempre.
Não conseguiam quebrar o contato visual. Louis só sabia gemer para dentro, uma vez ou outra, soltando o gemido rouco bem na cara de Harry, a mesma que unia suas sobrancelhas fortemente a cada movimento de vai e vem, os olhos fixados em Louis, amando a sensação de vitória por ter aquele homem trazendo tanto prazer para seu corpo, do jeito que imaginou quando se tocou pela primeira vez.
— Minha princesa — Louis começou a distribuir beijos por seu pescoço, descendo uma mão sua para apertar os peitinhos de Harry. — Quando eu entrar em você, vai ver que é muito melhor.
Harry sentiu uma ansiedade antecipada, sendo assim, apertou a cintura de Louis com suas pernas e começou a rebolar para cima, trazendo mais e mais prazer para o seu corpo, sendo difícil não gemer alto, obrigando Louis a não desgrudar a boca da sua; só para disparar os gemidos contra o beijo, tãooo manhosos, os gemidos tão fininhos e gostosos de ouvir. Louis gemia só pelo som que Harry emitia.
— Louis! L-louis! Mhn… Louis, eu vou gozar… eu acho que… Louis!
O homem começou a ir rápido demais, o barulho molhado deixando aquele quarto com as paredes impuras e as queixas da garotinha toda mole e manhosa, pedindo para que fosse mais rápido bem baixinho, quase inaudível, sentindo o seu orgasmo chegando para desestabilizar seu corpinho casto e puro.
— Goza comigo, amor, mostra pra mim que você é a garotinha do papai, uhn?
— Eu sou s-sim, papai — Harry lutava entre falar ou gemer. Conseguia fazer os dois perfeitamente. — Vai rapidinho, por favor, Lou, eu preciso…
Louis se afastou um pouco de Harry, segurando seu pau pela base e dessa forma, seu quadril ia para frente e para trás com muita agilidade e rapidez, a cabecinha esfregando com força o clítoris de Harry, as pernas da garota se tremiam e seu corpo dava pequenos espasmos, ela teve que tampar a própria boca para não deixar um gemido alto escapar.
Louis apenas apoiou sua cabeça nos peitos de Harry e sentiu seu pau lançar os jatos de gozo por toda a bucetinha da garota, sendo obrigado a ir lento novamente para prolongar a sensação. Harry arranhava as costas do homem em desespero, choramingando.
— Porra, Harry… — Louis beijou o biquinho de seu peito, só beijando de leve e muito babado. — Deixa eu entrar em você, amor.
Louis bateu seu pau contra o clítoris de Harry de propósito, só para ver o corpo de sua garotinha se contorcer de baixo do seu. Ao olhar para o rostinho dela, viu os olhinhos verdes querendo derramar lágrimas.
— O que foi, meu bebê?
— Papai, eu ainda sinto dor. Você fez tão gostoso, mas eu não consigo parar de sentir isso… — Harry fez um biquinho choroso, mesmo tendo gozado juntamente com Louis, algo parecia errado. — Eu quero chorar, me desculpa por não ter sido boa pra você.
Assim que Louis a abraçou devidamente, ainda deitada, Harry apertou as costas do homem com toda sua força, sendo beijada delicadamente mesmo com algumas lágrimas descendo até sua boca.
— Você não tem que se desculpar por nada, meu bebê — Louis sentiu uma pena genuína. — Aponta pra mim bem onde está doendo? Eu posso resolver isso pra minha garotinha.
Harry pegou um dedo de Louis e desceu até sua entradinha, expelindo mais mel a medida que indicava onde sentia pulsar com força — Aqui papai… mhn… parece que está piscando, eu não sei o que é! Por favor, papai, faça parar!
— Calma, coelhinha — Louis apenas fez um carinho na narizinho de Harry. — Tira sua calcinha e deixa suas pernas bem abertas pra mim. Não precisa se desesperar tanto, eu ainda estou aqui.
Harry fez o que lhe foi mandado. Tirou sua calcinha com custo, o tecido todo melado pela porra de Louis e do próprio orgasmo. Separou bem suas perninhas, os joelhos dobrados, e então, desceu suas mãos até separar os lábios e mostrou para Louis como estava piscando ardidamente, pedindo para que seu cacete entrasse naquela entradinha e a fodesse bem gostoso, do jeitinho que ela confiaria só em Louis para fazer.
— Fala pra mim o que você quer que eu faça — Louis disse, se punhetando na frente de Harry, a deixando distraída com seu tamanho. — Você é muito necessitada, amor, sei bem o que pode fazer sua dor parar.
— Me beija, papai, me beija aqui — Harry se abriu mais ainda, o quanto podia. — Por favor, eu gosto tanto do jeito que você me beija.
Louis sorriu de ladinho e nem demorou muito para estar com a cara entre as pernas de sua garotinha, caindo de boca naquela buceta apertada e sedenta, implorando para ser judiada.
As mãos de Louis subiram para os seios de Harry, a mesma que apertou mais suas mãos na carne gordinha, e assim, ela se contorcia e rebolava inconscientemente contra a língua de Louis, que fazia movimentos rápidos no clítoris inchadinho, intercalando com circulares e uma pressão a mais na língua, a textura macia e molhada da bucetinha de Harry bem ali tão fácil pra ele.
— Papai! Mhn! Eu não aguento, Lou, por favor… — Harry estava extremamente confusa, o prazer ardia por todo seu corpo e o orgasmo, bem, já estava tendo outro em tanto pouco tempo, bem na boquinha de Louis. — A-ah! P-papai… mhn… para, por favor!
Louis reprimiu o corpo de Harry com um aperto muito, muito, mas muito forte em seu peito, ao ponto de ouvir queixas da garota querendo se afastar dali, o choramingo era tão real quanto suas lágrimas pelas bochechas. Louis desceu sua língua até a entradinha apertada de Harry, sentindo sua garotinha pulsando bem ali ao toque molhado.
— Eu vou foder sua buceta com meu pau e você vai ficar bem quietinha — Louis provocou, chupando beeem lento o clítoris de Harry só para sentir ela gozando mais na sua língua. Louis deslizou dois dedos na bucetinha de Harry, levando até a boca dela. — Chupa, amor, isso… — a garota sugou os dois dedos, tentando conter o choro entalado na garganta. — Me mostra sua língua.
Harry abriu a boca e colocou sua língua para fora, no mesmo aperto de bochechas que Louis faz.
— Essa é a prova de que eu cuido bem de você, meu bebê, não acha?
— Acho, papai — fez que sim com a cabeça, engolindo ambos orgasmos. — Eu quero mais. Só que…
— Só que?
— Eu posso sentir você dentro de mim, papai? — disse tão manhosa, tão dengosa, abrindo os braços para que Louis deitasse sobre seu corpo novamente, a boca fazendo um biquinho irresistível. — Promete que não vai doer?
— Eu vou fazer com jeitinho, mas vai doer quase nada, não se preocupe — Louis deixou vários beijos no rostinho de Harry, acariciando sua cintura e esfregando seu nariz no pescoço branquinho e cheiroso. — Você precisa relaxar. Tenta parar de chorar, se não vai doer mesmo.
— Eu tô tentando… — Harry soluçou baixinho, abraçando o corpo de Louis por cima do seu, toda manhosinha.
— Shhh — ele precisou olhar para a garotinha para tentar acalma-lá com um carinho no rosto. Louis encaixou seu quadril entre suas pernas e sentiu seu pau roçar na bucetinha molhada. — Eu disse que cuidaria de você, não disse?
— Então cuida de mim, papai, preciso de você dentro de mim — Harry soltou as palavras antes que sentisse um gemido escapando de sua boca por sentir o pau de Louis roçando a todo tempo na sua xotinha. — Você é tão grosso… prometo te aguentar.
— Você vai — Louis disse, por fim.
Louis segurou seu pau pela base e ficou esfregando para cima e para baixo na bucetinha de Harry, sentindo a entradinha abrir toda vez que passasse por ali. Tinha que fazer com cuidado, tinha mesmo. O melhor é que Louis não tinha presa, eles tinham todo o tempo do mundo para esse momento. Não havia motivos para pular etapas.
Ele notou a dificuldade que seria quando tentou colocar somente a cabecinha de seu pau na entrada apertada, sendo negado na pulsação bruta de Harry.
— Fica calma, amor — Louis ressaltou, fazendo um cafuné nos cachos bagunçados de Harry. — Me abraça, se segura em mim, mas tenta relaxar. Não vai doer se você relaxar seu corpo, tá? Consegue fazer isso?
— C-consigo…
E Harry se abraçou ao corpo de Louis como um coala.
Louis tentou mais uma vez, tendo que olhar para baixo; se distraindo um pouco com a barriguinha definida da garota e os lábios gordinhos daquela xotinha, colocando com muita calma só a cabecinha do seu cacete grosso, que mal podia esperar para enfiar tudo. Harry sentiu se alargar a medida que Louis ia empurrando lentamente, no mesmo segundo soltando um gemido juntamente ao um gritinho, sabe? Daqueles que o gemido é interrompido pela falta de ar.
— Que bucetinha mais apertada, amor — Louis sussurrou no ouvido de Harry, sentindo seu corpo sendo arranhado no mais puro do desespero. — Geme baixinho só pra mim te ouvir.
Harry mal conseguia gemer. Sua boca ficou aberta num “O” delicioso na visão de Louis, vendo como sua garotinha o sentia e o apertava tão bem.
— Louis! — gemeu alto demais o nome do homem, nem tendo a metade do cacete dentro da sua xotinha. — Tira, p-por favor.
— E eu nem coloquei tudo — Louis teve a pachorra de rir na cara de Harry, que fechava todo seu rosto em dor. — Você vai aguentar.
Louis saiu de Harry causando um barulho de sucção. Mudou totalmente sua posição. Pegou as duas pernas da garota e flexionou seus joelhos, deixando ela toda aberta e vulnerável, suas mãos segurando bem na dobra do joelho e da coxa, deixando toda sua buceta exposta e fácil de entrar.
Harry sentiu um alívio quando não tinha mais o pau de Louis a machucando, mesmo querendo muito. E o alívio simplesmente se foi quando o homem empurrou todo seu pau na bucetinha apertada. Harry foi pega desprevenida, totalmente desprevenida. Sem cerimônias e mais nada, Louis enterrou seu pau dentro daquela grutinha apertada, gemendo rouco demais sem querer sair dali e perder o aperto por todo sem comprimento.
— Gostosa pra caralho — Louis gemeu arrastado, dobrando ainda mais as pernas de Harry, mais vidrado na sensação gostosa que era estar dentro dela.
Sem o próprio controle de corpo, Harry sentia sua buceta piscando e pulsando, o que só ocasionava a melhor sensação em Louis. Seus olhos se encontraram e foi simplesmente uma perdição.
— Minha garotinha — Louis a chamou, vendo que o semblante dela estava mais calmo, mostrando prazer ao que se movia lentamente para fora. — Fala pra mim de quem é essa bucetinha, fala?
— S-sua p-papai… Mhn… — Harry fechou os olhos rapidamente mordendo os lábios, como se estivesse comendo o chocolate mais gostoso do mundo, sentindo derreter em sua boca. — Vai devagar, papai… Eu tô gostando…
— Assim, meu bebê? — Louis moveu sua cintura de um jeito tão patético que literalmente rebolava, trazendo seu pau para fora e para dentro, bem aos poucos, amando a sensação de ter seu cacete inteiro dentro da xotinha apertada de Harry. — Não, não, não geme alto.
— Me abraça, Lou — pediu com os braços esticados, as mãozinhas em desespero para sentir seu papai ali.
Louis entrelaçou as pernas de Harry em sua cintura e juntou seus corpos, esmagando os peitos da garota contra seu peitoral e podendo sentir suas barrigas inquietas. Era só isso que bastava para Harry começar a gemer manhosinha, gemendo “uh, uh, uh” a cada estocada lenta e profunda, mal conseguindo abrir os olhos por estar tão dopada de prazer.
Os beijos por todo seu pescoço são distribuídos de forma arrastada por Louis, suas mãos não se aguentam e precisam apertar os peitinhos de Harry, massageando os mamilos já tão durinhos. Tudo numa perfeita harmonia.
Louis olhou rapidamente para baixo, vendo seu pau sumir aos poucos quando voltava a se enterrar inteiro dentro de Harry.
— Você me aperta tanto, princesa, se soubesse o quanto sua bucetinha é gostosa — Louis disse entre os beijos em seu pescoço, aumentando a velocidade de sua cintura. — Vou te encher da minha porra pra você saber que pertence a mim.
— Enche, papai, quero ser só sua — Harry parecia estar em outra dimensão, sentia seu clítoris inchar implorando para ser estimulado. — Mhn… isso, Lou!
Louis foi mais rápido, o barulho molhado de suas estocadas se instalando no quarto foi simplesmente incrível, tanto seus rostos olhando um para o outro em deleite puro e luxúria, Harry segurando o pescoço do homem com as mãozinhas suadas, as sobrancelhas unidas fortemente por ter que aguentar todo o tamanho e grossura daquele cacete cheio de veias, os gemidos mais gostosos do mundo sendo disparados por sua boquinha.
O pré gozo começou a expelir para fora da grutinha de Harry, Louis se deu conta que precisaria ser mais rápido para gozar junto com sua garotinha, a mesma que sussurrava tão baixo que estaria perto de gozar, que até sentia uma sensação de querer fazer xixi. Louis levou seu quadril para cima o máximo que podia, voltando com uma força violenta contra a buceta ardida de Harry, ouvindo as queixas de dor e prazer ao mesmo tempo.
— Eu quero gozar, papai! — Harry exclamou em um tom baixo, agoniada demais. Simplesmente começou a morder o ombro de Louis por não se aguentar.
Louis ignorou totalmente.
Os pulsos de Harry foram presos contra o travesseiro pelas mãos do homem, suas pernas ficaram soltas ao lado seu corpo e Louis decidiu ir tão rápido e tão forte, que podia ouvir a cabeceira da cama batendo contra a parede, Harry gemendo um tanto alto a cada solavanco que Louis causava em seu corpo. Não deram a mínima se tinham mais pessoas na casa, aquele quarto virou o lugar mais sujo e erótico até então.
Harry estava chorando. A ardência que sentia era muita, era demais. Louis não ia parar nem se ela pedisse com jeitinho. Mas gostava tanto de ser boa para Louis, para o seu papai, gostava tanto dos elogios, que era linda e perfeita, apertadinha como ninguém. Era a aprovação de Louis que ela queria e estava recebendo. Não tinha melhor do que isso.
Louis começou a ir tão fundo que podia ver a barriga de Harry salientando, isso só motivou a ir mais fundo, tanto que suas bolas enterravam no meio do bumbum gordinho. Nisso, Harry gemia seu nome da forma mais deliciosa, arrastando as avogais a medida que seu rosto se formava numa expressão de cachorrinha sem dono.
— Goza comigo, Harry — saiu como um sussurro cansado, podia sentir sua testa suando. Não tirou os olhos dos verdes de Harry. — Mostra pra mim que é a garotinha do papai aqui, uhn?
Não durou muito tempo depois disso para que Harry fechasse suas mãos presas sentindo o gozo de Louis por toda sua bucetinha, os dois gemendo em diferentes tons, Harry se contorcendo aos espasmos devido a sensibilidade e Louis sem parar de enterrar seu cacete naquela entrada.
— Papai! A-ah! Eu… Louis, por favor, Louis! — gritinhos e mais gritinhos histéricos, as bochechas de Harry tão molhadas pelas lágrimas que elas percorriam até seu ouvido. Isso só motivou a ir mais fundo, mais do que realmente podia, batendo de propósito sua virilha no quadril da garota. — Louis, m-meu Deus! Tá doendo!
— Porra, Harry, você é surreal — Louis soltou num sussurro, finalmente soltando seus pulsos para poder ser abraçado. — Caralho… você vai ser minha.
— E-eu sou s-sua… — toda ofegante e inquieta, Harry assegurou, sorrindo toda preguiçosa.
Louis fez um jogo de corpo inesperado, deitando na cama e deixando Harry em cima de seu corpo. Ele tirou seu pau para fora e masturbou ali mesmo, um pouco mais só para aliviar sua própria dor do aperto daquela buceta. Tinha pequenos rastros de sangue, Harry notou mas não se assustou, tinha noção que isso podia acontecer.
— Olha, papai — Harry chamou sua atenção, ficando em seus joelhos mostrando sua xotinha escorrendo a porra de Louis. — Olha como você cuidou tão bem de mim.
— Você vai sempre querer ser cuidada por mim, né? — foi uma pergunta retórica, acompanhada de um sorriso canalha e a confirmação de Harry. — Vem aqui, meu bebê, ainda quero ficar dentro de você.
Harry fico abertinha e deixou Louis entrar dentro de sua buceta novamente. O homem agarrou sua cintura fazendo ela sentar em seu pau, sentindo ele com mais sensibilidade.
— Minha coelhinha — Louis disse indo de encontro a boca de Harry, abraçando todo seu corpinho, sentindo seu pau se aquecer novamente naquela bucetinha tão gostosa.
Isso se repetiria quantas vezes fosssm necessárias, quantas vezes Harry e Louis não se aguentassem ficar longe um do outro. Até por que, todo bichinho precisa de seu dono, não é mesmo?
Avisos: Praise Kink, dinâmica papai/filhote, pouquíssima degradação, muita dominação/submissão, manipulação e MUITA possessividade.
Onde Harry é uma garota desesperada por um papai rico e Louis se torna o papai obcecado por sua garotinha.
A três meses atrás Harry decidiu finalmente realizar seu maior desejo sombrio. A garotinha acabara de fazer seus dezoito anos e, desde que sua puberdade finalmente a atingiu, desenvolveu um fascínio pela dinâmica papai-filhote. Ela havia procurado namoradinhos que pudessem suprir essa sua necessidade, entretanto, mesmo quando conseguia era sem graça. Não porque ela não gostasse do que estavam fazendo e sim porque sabia que não era a mesma coisa que sonhava. Ela queria um papai mais velho, que comprasse jóias e roupas de marca, que a levasse em restaurantes, hotéis de luxo e principalmente: a mimasse como se ela fosse uma princesinha. Queria flores e bombons, apanhar e ser recompensada.
Garotos da sua idade jamais poderiam lhe dar isso.
Perdida em páginas aleatórias da internet que falavam sobre BDSM e suas práticas, achou um site que fez seus olhinhos verdes brilharem. Le Rêve, exclusivo para sugar babies. Não era exatamente o que queria, normalmente sugar daddies apenas ajudavam monetariamente, pouquíssimos tinham realmente interesse em uma relação mais profunda. - Pelo menos se eu me inscrever, terei metade do que sempre quis. – Harry pensou, deitada bruços na cama balançando os pés cobertos pela meia de ursinhos.
Ela suspirou, abrindo um sorrisinho esperançoso enquanto digitava seus dados e marcava a grande data.
Esse site específico selecionava as garotas e garotos, marcando uma data para que fossem expostos. Eles se arrumariam e ficariam um ao lado do outro, rezando para que os velhos ricos os escolhessem.
Pouco tempo após a inscrição, ela recebeu um e-mail com a data e a hora do encontro, saindo imediatamente para comprar uma roupinha nova para usar no seu grande dia. Escolheu uma blusinha estilo cigana, as manguinhas bufantes em tecido transparente, um decote em formato de coração na frente que deixava seus peitos pequenos mais apetitosos, o tecido branquinho igual sua pele. Escolhendo uma peça que combinasse, pegou uma saia plissada com camadas de tule por baixo, meias branquinhas que iam até as coxas e usou o próprio sapatinho de boneca que já tinha, como este era preto, prendeu seu cabelo com a metade do topo da cabeça amarrada pra trás com um grande laço preto combinando.
Ela logo chegou no local e nervosa girava os anéis que adornavam seu dedos, a tornando ainda mais bonita e adorável. Uma mulher muito fofa lhe levou até a sala e perguntou se ela gostaria de alguma lingerie para esperar os convidados, mas ela negou imediatamente. O seu futuro papai a escolheria com suas roupinhas fofas e ver a poupinha de seu bumbum já seria o suficiente. Ela estava completamente certa. Os homens começaram a entrar e se sentar nas poltronas dispostas à frente dela e das outras garotas e garotos, os quais a cumprimentavam sorrindo simpáticos. Ficou feliz por não parecer uma grande competição, se sentiu menos nervosa.
Ela voltou sua atenção para a porta, observando cada um dos homens que entravam, alguns que ela fugiria se a quisessem, outros que eram bonitos, outros que pareciam foder mal. Até que viu um que lhe tirou o fôlego, a fazendo umedecer os lábios que já estavam hidratados o suficiente pelo gloss. Ele tinha cabelos castanhos e grisalhos, os olhos mais azuis que ela já havia visto, a boca fina e vermelha adornada pela barba rala. Ele estava com um terno que era tão perfeito para seu corpo – que parecia ser delicioso, inclusive. – que parecia que o próprio George Armani havia o ajustado.
O homem se sentou na poltrona enfrente a si, abrindo as pernas e cruzando as mãos acima da pélvis. Ela o acompanhou com o olhar, observando as tatuagens nos dedos e as veias nas mãos, se perguntando se poderia as sentir dentro de sua boceta. As pernas do homem estavam abertas e ela o olhou dos pés a cabeça, parando em seus olhos ardentes. Assim como ela, percebeu que este não desviou os olhos dela também. Sua pele queimava, as mãos que brincavam com os anéis suavam frio e seu coração batia tão forte que era capaz de desconfiar que alguém o ouviria.
Ela percebeu que todos os homens já haviam se acomodado quando a voz suave da mulher que a recepcionou soou no ambiente, a tirando do modo hipnotizado que olhava o homem à sua frente, porém, a voz não pôde entrar em seu cérebro de modo que fizesse sentido, sentia-se aprisionada num limbo sem pensamentos, apenas observando o homem pecaminoso e deixando sua mente calada.
Ele abriu mais as pernas, olhando em seus olhos e descruzando as mãos, dando tapinhas em sua coxa grossa marcada no terno preto. Submissa de um modo que nunca havia sido, seus pés funcionaram e ela se apressou em parar em sua frente, inclinando a cabeça para o lado e o vendo assentir. Assim que seu queixo definido terminou de apontar a ordem, ela se pôs sentada apenas na coxa que ele havia batido.
- Senhor Tomlinson, eu nem a apresentei. – A mulher disse, um tom confuso.
- Je le paie. Elle est à moi. Ma douce petite fille. – sua voz enviou vibrações até o estômago de Harry, que sorriu encantada sem ao menos saber o que ele havia dito.
(Eu pago por ela. Ela é minha. Minha pequena e doce garotinha.)
- Espero que me ensine francês. – Harry arriscou sussurrar, tirando um sorriso do homem, os dentes brancos e tortinhos, as ruguinhas envolta de seus olhos. Ele lhe tirou de órbita.
- Ensinarei. – Ele segurou em sua mão, levando até sua boca e beijando seus dedos, provavelmente sentindo o metal quente dos anéis ali dispostos. – Je prendrai soin de toi comme une belle fille, je garderai l’éclat de tes yeux verts et ta dépendance envers moi. – Ele sorriu ladino. – Posso te levar para jantar agora... – o silêncio se fez a fazendo rapidamente dizer seu nome. – Harry.
(Vou cuidar de você como uma linda menina, vou manter o brilho dos seus olhos verdes e a sua dependência de mim.)
Harry quase gemeu ao ouvi-lo falar em francês consigo, poder exalando de seus lábios a cada palavra proferida, estas que ela não entendeu sequer uma vírgula. – Por favor. – Assentiu devagar, seu tom de voz entregando o quão afetada estava pelo outro. – Senhor Tomlinson.
- Papa Louis, ma petite. – Ele deu dois toques leves em seu joelho e ela prontamente se levantou, indo para a direção que a mão firme em sua cintura indicava.
(Papai Louis, minha pequena.)
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- Onde você está, Harry? – Louis segurava firme o celular encostado em sua orelha, observando Harry falando consigo ao telefone do outro lado da praça de alimentação, um garoto abraçando ela por trás.
- Vim fazer compras, papai. – Sua voz soou calma. – Está tudo bem?
- Está sozinha? – Louis perguntou estralando o pescoço, sua respiração desregulada.
- Hm, estou. – Ela mentiu e o rosto de Louis esquentou.
- Tudo bem, estou no shopping. Quero que me encontre na Gucci o mais rápido possível. – Mandou. – Até já, ma poupée. – Ele desligou, vendo ela olhar pra tela do telefone confusa e se virar para o garoto, selando seus lábios e provavelmente dizendo a ele que precisaria encontrar seu pai, obviamente não Louis e sim seu pai de verdade, que inclusive o amava e acreditava que ele e Harry tinham um relacionamento.
(Minha boneca)
Louis nunca havia se sentido assim, provavelmente porque nunca havia visto Harry com outra pessoa. Eles nunca tiveram uma relação amorosa, se cumprimentavam com um selinho carinhoso mas nunca avançaram mais que isso, o motivo era: Louis nunca quis que Harry sentisse que era obrigada a transar consigo pra pagar os presentes que recebia. Ele a tratava como uma verdadeira princesinha, nunca lhe negando nada que ela pedia, sua felicidade era gratificante o suficiente para ele. Não podia negar o quão louco por Harry ele era, muito menos que passava noites inteiras observando a garota ressonar baixinho em seu peito.
Mas agora, a vendo com outro homem... Ela era sua. Somente sua. Sua para tocar, sentir, mimar, quebrar e remontar. Louis iria mostrar para Harry o quão dele ela era.
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- Oi, ma poupée. – Louis cumprimentou Harry assim que ela parou em frente à si. Ele levou seus dedos até o queixo da menina, beijando seus lábios suavemente, como de costume. – Já pensou no que vai querer ganhar hoje?
(Oi, minha boneca.)
- Oi, papai. – ela sorriu grande, abraçando seu tronco. – Hm, eu estava de olho em um mocassim aqui da Gucci, mas também queria uma saia que vi na Versace, uma blusinha da Louis Vuitton... – ela enumerava ainda agarrada à ele, que a ouvia com completa paciência.
- Tudo bem, princesa, iremos comprar tudo que você quiser hoje. – Louis sorriu, fazendo carinho em sua cintura pequena.
- É sério? Tudinho? – Harry sorriu empolgada, completamente esperançosa. – Porque, papai? Algo especial?
- Você é especial, ma petite poupée. – ele acariciou seu rosto, observando os olhos verdes brilhando. – Tem sido tão boa pra mim, meu amor. Sempre tem tempo pro papai, não importa quando eu queira ver você, sempre correndo até mim o mais rápido possível, sempre vestida de maneira impecável, encantando todos que te vêem do meu lado. Você precisa ser recompensada, você não acha? – Ele sorriu carinhoso, sabendo que suas palavras eram verdadeiras apesar de isso não significar que estava feliz com as atitudes de Harry no momento. – Vamos, irei te esperar no mesmo lugar de sempre. – ele beijou a bochecha rosada da menina, segurando em sua mão e entrando na loja.
Eles sempre faziam isso, então logo Harry foi disparada atrás da vendedora que se tornara sua preferida e Louis foi até os sofás de frente com os trocadores, esperando Harry vir até ele.
Meia hora se passou até que Harry voltou saltitando até si, abraçando uma bolsa rosa da nova coleção.
- Papai! – ela sorriu, se sentando em sua coxa. – Posso levar essa? É tão linda! Vai combinar com os sapatos que você me deu na semana passada. – Ela estendeu a bolsa para Louis, que a pegou, analisando a peça.
- Ela é linda, meu bem. Combina com você, acho que ela ficaria linda preta também, daria pra você usar com o vestido vermelho que compramos esses dias. – ele sorriu.
- Mas eu queria a rosa, papai. – ela sussurrou, olhando a bolsa com um bico nos lábios.
- Leve as duas, minha princesa. – ele fez carinho na coxa desnuda da menina, sentindo-a ficar nervosa de repente.
- Posso mesmo? – perguntou mexendo a perna, aproveitando o carinho que recebia, apesar de não entender muito bem porque Louis o fazia.
- Pode mesmo. – Louis assentiu. – Mas só se der um beijo no papai antes. – ele barganhou, ganhando um sorriso grande dela antes de suas mãos segurarem em suas bochechas, selando seus lábios várias vezes.
- Obrigada, papai. – ela jogou seus braços em seus ombros, o abraçando.
- De nada, ma poupée. Mas hoje iremos fazer algo especial, sim? Quero que experimente as roupas pra mim em casa, tudo bem?
- Como em um desfile? – ela perguntou, enrolando os cabelos da nuca dele em seus dedos.
- Exatamente. – ele assentiu e ela concordou, se levantando do colo dele com mais um beijo e o puxando pra ir ao caixa pagar as coisas que escolheu.
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- Está tão linda que todas as almas do inferno parariam de sentir dor apenas pra te olhar. – Louis elogiou. Ele estava sentado na cama, olhando Harry pelo reflexo do espelho grande que ia do teto ao chão. – Venha aqui. – a chamou, esperando que ela se acomodasse em seu colo. – Qual foi sua roupa favorita, má poupée? – ele ajeitou a barra da blusinha que ela usava.
- O conjunto da Burberry. A saia com a camisa polo. – Respondeu com um sorriso grande.
- Vista ele de novo. – Louis mandou, colocando um cachinho dela atrás da orelha.
- Tudo bem. – Ela confirmou franzindo o nariz, sem entender o quão atípico tudo estava sendo. Sentiu dois toques no seu joelho, sabendo que deveria se levantar e obedecer. Ela foi até a poltrona e pegou o conjunto que mencionou, agarrando em frente ao peito e indo em direção ao banheiro.
- Não. – Louis interviu, a vendo travar e se virar para si. – Aqui. Quero que se troque aqui, pra mim. – Ele avisou.
Harry abriu a boca mas nada saiu, seu cérebro congelou e de repente ela se sentiu quente. No começo, Harry achou que Louis iria querer transar com ela, as semanas foram se passando e por mais que ela soubesse que ele ficava duro quando ela se movia demais em seu colo ou quando dava beijos mascarados de inocência em seu pescoço, ela nunca teve coragem de pedir. De alguma forma, tinha medo de ser rejeitada por ele, já que até o sotaque de Louis enuviava seus pensamentos e sua mão descia até a boceta molhada toda noite que dormia sozinha pensando nele.
Louis tinha o poder de a fazer molhar somente com os apelidos fofos saindo num francês arrastado, exatamente como estava acontecendo agora. O interior de suas coxas estava fervendo em excitação e ela apenas rezava para que Louis avançasse mais e mais até que ela estivesse gritando seu nome.
Louis analisou a expressão confusa de sua menina, esperando pacientemente que ela se movesse. Ela retornou até em frente ao espelho, se virando de costas para Louis e abrindo o zíper lateral da calça que usava. Olhava fixamente o semblante de Louis pelo reflexo do espelho, seus olhares se encontrando ali. Ela abaixou a calça com cuidado, arrepiando dos pés à cabeça ao notar que Louis olhava sua bunda descaradamente, os punhos cerrados contra o lençol. Deixou a peça no chão e a empurrou com os pés, puxando a blusa por cima de sua cabeça. Ela sabia que Louis estava insano porque não estava usando calcinha, assim como não usava sutiã. Dessa forma, sabia que ele poderia ver cada pedacinho de sua intimidade. Assim que a blusa caiu ao chão, os olhos de Louis subiram até o reflexo e grudaram em seus peitinhos, descendo vagarosamente até sua boceta que já molhava suas coxas.
- Papai gosta do meu corpinho? – Ela sussurrou com a respiração desregulada, sem ao menos mover um músculo.
- Cada detalhe de você parece desenhado. Cada curva, cala músculo, cada poro. Você é deliciosa, ma petite poupée. – Ele respondeu, a respiração desregulada de Harry a incriminando. – Se vista.
(Minha bonequinha.)
Harry assentiu devagar, as palavras doces e carregadas pelo sotaque obsceno girando em sua mente. Ela pegou a saia minúscula e passou pelo seus pés, sentindo o olhar de Louis queimar sua bunda pequena e redondinha, empinada pra ele pela posição. Subiu a mesma até sua cintura, fechando o zíper em sua coluna com dificuldade. Sem sanidade o suficiente para olhar Louis, apenas agarrou a blusinha e passou pelos braços e cabeça, a ajeitando no corpo e tirando os cabelos longos que ficaram dentro da gola.
- Estou pronta, papai. Como você mandou. – Ela avisou, olhando Louis se levantando da cama e indo a passos lentos até ela, parando a milímetros de encostar seu corpo em suas costas. Seus olhares permaneciam grudados pelo reflexo, o silêncio preenchido pelas batidas de seu coração nervoso.
- Consegue ver quão linda você é, Harry? – Louis sussurrou em seu ouvido, levando ambas as mãos até sua cintura, puxando-a delicadamente até que desse um pequeno passo para trás e seu pau estivesse dolorosamente em contato com a bunda que lhe tirou o fôlego. Harry não conteve um gemido em aprovação, corando do pescoço as bochechas no mesmo momento em que o soltou pelos lábios maltratados. – Vê como você foi feita pra vestir essas roupas caras? Como seus mamilos durinhos ficam lindos marcando nelas? – Louis subiu ambas as mãos em um toque superficial, dedilhando cada uma das costelas aparentes ao toque até deslizar pelos lados e abaixo dos peitinhos, como se acompanhasse o desenhos deles com suas digitais. – Você é tão bonita, Harry. – Ele a observou gemer pelo reflexo, as sobrancelhas juntas e a respiração pesada, como se lhe faltasse oxigênio. – Totalmente perfeita, como se Deus tivesse esculpido cada um de seus ossos. – ele subiu as mãos até os botões fechados da gola polo, abrindo os três, um por um. – Olhe minhas mãos, má poupée. – mandou, puxando a barra da blusinha pra cima e deixando acima dos peitos, circulando as auréolas com os indicadores, sentindo o corpo tremendo contra o seu. – Cabem inteiros na palma de minhas mãos. – sussurrou em seu ouvido, apertando ambos com delicadeza, os cobrindo completamente.
(Minha boneca)
- Papai. – ela ofegou, procurando seu olhar.
- Sim, ma petite? – ele apertou os mamilos pequenos com o indicador e o dedão, os beliscando e torcendo.
(Minha pequena)
- Me torne sua. – pediu, a vergonha a consumindo quando ele riu abertamente, esfregando o nariz em seu pescoço.
- Tu as toujours été, ma princesse, aujourd’hui tu deviendras ma chienne. – ele sorriu, sabendo que a ensinou francês o suficiente para que entendesse sua fala.
(Você sempre foi minha, princesa, hoje você se tornará apenas minha cadela.)
- oui, papa, fais de moi ta petite chienne. – Harry disse entre gemidos dóceis, a boceta pingando entre as coxas.
(sim, papai, me faça sua cadelinha.)
- Vejo que seu francês está cada vez melhor. Papai morre de orgulho, ma petite chienne. – Louis disse quase conseguindo visualizar o quão afetada Harry ficou por sua declaração, decidindo tornar a vida de sua garotinha cada vez mais deliciosa e fácil, somente para arrancar tudo dela até que não sobre nada além de um corpo delicioso com uma mente devota à si, em cada mísera célula. – Quer deixar seu papai ainda mais orgulhoso? – Ele perguntou a vendo assentir rápido. – Suba sua sainha e mostre sua bocetinha pra mim. – Ele a viu embolar a saia na altura de seu umbigo, afastando as pernas o suficiente para levar a mão direita até a boceta lisinha, afastando os grandes lábios com dificuldade por estarem tão molhados que deslizavam entre seus dedos, deixando que Louis consumisse cada milímetro dela com os olhos através do reflexo. – Papai vai brincar tanto com você, poupée. Sente no meu colo. – mandou, se afastando e sentando na beirada da cama, vendo-a andar com as pernas trêmulas até si. – Uma perna pra cada lado, te quero bem aberta. – Avisou, a vendo gemer e se apressar em passar uma perna pra cada lado de seu quadril, abraçando seu pescoço. – Esfrega sua boceta bonita na minha calça, me mostre que é minha boa menina. – Ele mandou, segurando com carinho nos cabelos de sua nuca e grudando seus lábios, abrindo espaço na boca quente com sua língua, provando seu beijo doce pela primeira vez. Ele apertou sua cintura e a sentiu gemer em seus lábios antes de posicionar a boceta bem em cima do seu pau marcado na calça e começar a rebolar, encharcando o tecido caro com sua lubrificação abundante em necessidade. – Merde, você rebola tão gostoso. – Louis grunhiu, desgrudando seus lábios. – Ma petite chienne tão suja, se esfregando no papai. – ele gemeu, beijando seu pescoço, mordendo a clavícula apenas onde a blusinha não cobria e abocanhando um dos peitos pequenos, sugando o mamilo duro e esfregando sua língua nele, sentindo Harry agarrando seus cabelos e empurrando sua cabeça contra o peito macio, gemendo alto e rebolando rápido.
(Minha boneca | minha cadelinha)
(Merda)
- Papai. – Harry gemeu manhosa, sentindo Louis gemer contra seu peito.
- Você é tão fodidamente gostosa. – Louis sussurrou esfregando os lábios contra o mamilo duro.
- Obrigada, papai. – a menina agradeceu aérea, olhando Louis puxando seu outro mamilo entre os dentes, as mãos possessivas apertando a carne de sua bunda.
- Quero que me peça pra te tocar, princesa. – Louis subiu uma das mãos até o queixo da menina, esfregando o dedão no lábio inferior vermelhinho. – Olhe nos meus olhos e peça, assim como pede uma bolsa cara. – mandou, o olhar desviando da boca até os olhos marejados.
- Papai, você pode me tocar? Minha bocetinha está tão molhada por você. – Harry sussurrou envergonhada, sem parar de ondular os quadris nem por um segundo. – Quero tanto sentir sua boca nela.
- Bonne fille. – Louis aprovou, segurando firme em suas coxas e se levantando, colocando ela deitada na cama e se encaixando entre suas pernas. – Quer que seu papai cuide de você, amor? Quer gozar na minha boca? – Louis falava devagar, torcendo o mamilo direito entre os dedos e a assistindo ofegar.
(Boa menina.)
- Oui papa, quero tanto. – Harry segurou a barra da saia e levantou, a deixando embolada na barriga. – Sempre quis. – ela engoliu em seco, tentando não ficar desesperada em confessar.
(Sim papai)
- É? Deveria ter me pedido. – Louis lambeu o pescoço dela, beijando seus lábios com desejo, mordendo seu queixo e deitando entre as coxas, as abrindo com as mãos firmes, observando a boceta escorrendo lubrificação até o cuzinho apertado. – Papai iria amar ter te usado esse tempo todo pra guardar minha porra. – ele levou os dedos até a boceta, abrindo-a e expondo o clitóris inchado, a ouvindo gemer e rosnando com a visão. – Que boceta linda, má poupée. Tenho certeza que vai encharcar meu pau, esmagando ele até ter cada gota do meu esperma no seu útero. – Ele a ouviu gemer alto e viu agarrar os lençóis, adorando ver a boceta expulsar lubrificação a cada palavra proferida. – Seu cheiro é tão bom, má chienne. – Ele respirou profundamente, lambendo o cuzinho melado e sugando toda lubrificação acumulada ali, sentindo Harry agarrar seu cabelo enquanto gritava seu nome. – Merde, seu gosto consegue ser ainda melhor. – Louis sussurrou hipnotizado, finalmente lambendo do cuzinho até o clitóris, o sugando pra dentro da boca.
(Minha boneca | minha cadela | merda)
- Papai, sim! Tão bom. – a menina choramingou, os músculos de sua coxa contraindo e fazendo suas pernas tremerem. Louis apertou os dedos em suas coxas, mantendo as pernas bem abertas enquanto lambia cada gota de sua lubrificação, engolindo e esfregando a língua fervente no clitóris, fazendo a baixo ventre dela queimar e retorcer em pleno prazer.
- Você é tão linda entre as pernas quanto em seus olhos. – Louis disse abafado, chupando a boceta de sua garotinha como se estivesse se alimentando após dias de fome.
- Papa! – Harry arqueou as costas, segurando nas mãos possessivas dele e as machucando com as unhas compridas e afiadas.
- Gosta tanto de ser elogiada, não é? J’aimerais savoir comment ta chatte est la plus jolie que j’aie jamais vue ? Comment ton cul est-il petit et rond d’une manière si délicieuse que je veux em détruire chaque centimètre? Comment ton trou de chatte me donne-t-il envie de t’agrandir jusqu’à ce qu’il ait la forme de ma bite ? – Louis sorriu contra a boceta quando Harry gritou em prazer, balançando a cabeça completamente desesperada.
(Gosta de saber como sua buceta é a mais bonita que eu já vi? Como sua bunda é pequena e redonda de um jeito tão gostoso que dá vontade de destruir cada centímetro dela? Como o buraco da sua boceta me faz querer aumentá-lo até que tenha o formato do meu pau?)
- Papa, eu vou gozar. – Harry disse engasgado, revirando os olhos por baixo das pálpebras.
- Oh, má petite chienne. – Louis beijou sua virilha, sorrindo satisfeito ao ver o desespero de sua menina. Ele se levantou da cama, a deixando com uma expressão confusa e lágrimas nos olhos verdes arregalados.
(Minha cadelinha)
- Papai, eu preciso que continue. Continue me tocando, por favor. – Harry disse ofegante, os lábios se curvando em um bico devagar ao mesmo tempo que suas lágrimas escorreram até seus ouvidos.
- Não chore, má poupée. – Louis sorriu terno, abrindo cada botão de sua camisa com paciência. – Você vai ter meu pau te fazendo chorar logo logo, guarde suas lágrimas pra ele. – Ele jogou a camisa no chão, satisfação preenchendo seu peito ao observar Harry colocar a mão entre as pernas e fecha-las, como se fosse capaz de sentir dor por vê-lo nu. – Gosta do meu corpo, chienne? – Ele segurou um sorriso, abrindo o cinto e o puxando, colocando ao lado de Harry na cama. Abriu sua calça e a empurrou pra fora das coxas juntamente com a cueca preta, deixando o pau dolorosamente duro bater acima de seu umbigo. Viu exatamente o momento em que os olhos de Harry grudaram em seu pau e arregalaram ao perceber o tamanho, a menina gemendo baixo apenas por vê-lo.
(Minha boneca | cadela)
- Papa, você é muito grande. – Ela falou baixinho, como se estivesse assustada. E não era pra menos, o cacete era grande demais, escondendo o umbigo e tão grosso que ela se perguntava se sua mão poderia fechar ao redor. As veias inchadas pulsavam por todo comprimento, a cabeça molhada de pré gozo que escorria até as bolas pesadas.
- Está com medo? Papai achou que você era uma boa garotinha. – Provocou, abrindo suas pernas. – Tire a mão. – mandou, a vendo escorregar a mão que segurava a boceta que doía de tesão e pousar em seu estômago.
- Vai doer tanto, papai. – Ela confessou, os olhos ainda fixos em seu cacete. – Posso tocar? – pediu, olhando em seus olhos e recebendo um assentir. Esperou ele se acomodar de joelhos entre suas pernas e estendeu a mão até ele, segurando firme e gemendo, tentando fechar as pernas de tamanho tesão que sentiu ao pensar que irá ter que aguentar tudo aquilo dentro de si, deslizando a mão pra cima e pra baixo, sentindo ele pulsando.
- Sim, vai doer, minha bonequinha. Mas você vai aguentar tudo, não vai? Papai promete que vai usar tanto seus buracos que você vai acostumar. Até sua garganta vai ficar larga o suficiente pra aguentar meu pau indo até o fundo. – Ele sorriu ao vê-la gemer e assentir, os olhos revirando – Você vai ter tempo pra brincar com ele, sim? Mas agora papai vai ter que ter uma conversa muito séria com você. – ele a segurou firme pelas coxas, empurrando uma delas pra cima ao ponto de ficar encostada no peitinho gostoso, segurando seu pau com a outra mão e esfregando a cabeça por toda a bocetinha, masturbando o clitóris sensível com a ponta melada de pré gozo. – Nunca ensinaram pra você que é feio mentir? – ele olhou em seus olhos, vendo o exato momento em que eles pareceram quase sair rolando pelo carpete.
- Me desculpa, me desculpa mesmo papai, por favor! – ela nem sequer esperou que ele dissesse algo, sabendo exatamente o que fez e começando a se desculpar em completo desespero. – Me perdoe. – ela segurou nos braços dele, sentindo os músculos rígidos. – Não pare, não me deixe, por favor. – ela choramingou.
- Shh, arrête, tais-toi. – (shh, pare, fique quietinha.) ele a silenciou, continuando a esfregar o pau no clitóris e vendo sua briga interna entre chorar por medo de ser deixada ou gemer pelo tesão que sentia. – Papai está tão, tão decepcionado. Sabe o porquê? – ele a viu revirar os olhos, batendo com a cabecinha no clitóris várias vezes. – Eu não espera isso de você, má chienne. Achei que não seria capaz de me trair dessa forma. Você realmente achou que eu não descobriria que você age como a porra de uma puta barata com todo mundo, menos comigo? – Ele acusou, deslizando a cabeça até o buraquinho completamente encharcado e apertado, começando a empurrar e sentindo o quão pequena ela era. – Por isso que o papai vai ter que te ensinar a ser boa, mas apenas boa pra mim. Acho que eu não deixei claro pra você que cada centímetro do seu corpo é minha propriedade. – a garota gemeu, tentando afastar a boceta do pau grosso, Louis imaginando que estava sendo doloroso se abrir tanto. – Mantenha as pernas bem abertas como uma puta e preste atenção. – Mandou, segurando a saia atrás de sua coluna e a deixando com as costas arqueadas, levando nem sequer metade da cabeça dentro de si, apesar de chorar como se estivesse empalada. Ele segurou firme dos lados do zíper. – Tudo que você tem é porque eu te dou. Tudo que você ama sou eu quem proporciono. Dessa forma, tudo que você tem é meu. – ele puxou o tecido pra lado opostos, rasgando a peça novinha e puxando pra fora da cintura de Harry com força, arranhando a pele imaculada. – Tudo que eu te dou, eu tenho o poder de tirar de você. – ele segurou o tecido que uma vez foi saia em frente ao rosto assustado dela. – Você é minha, Harry. Totalmente minha, você errou ao pensar que eu não usaria cada milímetro de você se você me pedisse. – Harry segurou a saia, olhando a mesma arruinada, passando a chorar arrasada. – Você me decepcionou, Harry, principalmente por ser burra ao ponto de achar que eu estaria bem te ver agradar outro homem. Esse buraco. – Ele ditou, empurrando o cacete e finalmente entrando, atingindo o colo do útero antes mesmo de chegar ao final do pau. – É meu. Seu rabo é meu. Sua boca é minha. Seus peitos são meus. Tudo em você me pertence. Cada mísera célula do que você é. A porra da vagabunda mais cara e deliciosa que eu já vi. Toda. Minha. – Louis rosnou, segurando na gola da camiseta e rasgando ao meio, exatamente como fez com a saia, machucando a pele de Harry no processo. – Quero que me diga o porquê fez, porque mentiu e me diga a quem você pertence.
(Minha cadela)
- Eu. – Harry engoliu em seco com medo de olhar em seus olhos. – Eu não queria ser rejeitada por você. Achei que você não me quisesse assim. Menti porque fiquei com medo, eu sabia que você não ia gostar de saber que eu procurei outro homem, eu sabia que era errado. Fui burra em fazer o que fiz e por mentir pra você. – Harry jogou a saia pro lado, segurando o rosto de Louis com as duas mãos trêmulas. – Eu sou só sua, papai. Me perdoe por tudo, prometo que nunca mais vou olhar pra ele nem pra nenhum outro homem, serei boazinha, sua cadelinha que te segue e te obedece. – Harry gemeu ao sentir sua boceta ardendo. – Sou sua e te dou consentimento pra fazer absolutamente qualquer coisa comigo. Me machuque, me abra, ensine como posso engolir seu cacete do jeito que você gosta. Meu corpinho é totalmente seu. – Harry soluçou, contraindo a boceta e pingando no pau de Louis.
- Boa menina, má poupée. – Louis sussurrou. – Te quero assim sempre, obediente e honesta. – Louis beijou os lábios inchados, tirando o cacete até a cabecinha e voltando até o fundo, empurrando e abrindo espaço dentro de Harry, a fazendo gritar em seus lábios. – Você vai tomar meu pau até que pare de doer. – Avisou. – Até que sua bocetinha linda e apertada fique larga e usada. – Louis sussurrou em seu ouvido, sugando a carne de seu pescoço antes de começar a estocar contra a boceta que esmagava seu pau, fazendo Harry arranhar suas costas e gritar num misto de dor e prazer.
(Minha boneca)
- Papai, sim, usa meu corpinho. – Harry choramingou. – Mama no meu peitinho papai. – Pediu, sentindo Louis rosnar e abocanhar seu mamilo, puxando entre os dentes, lambendo e sugando enquanto estocava cada vez com mais força e tentando ir mais fundo. – Papai é tão bom pra mim, sou uma garota tão sortuda. – Harry dizia aérea, sentido a cabeça do cacete esmagando cada terminação nervosa dentro de si.
- Diz que é minha. – Louis mandou, agarrando seus cabelos e puxando pra trás. – Diz que é minha puta. – Louis olhava em seus olhos chorosos.
- Je suis à toi, pour servir, m’incliner devant, obéir et plaire. Je t’appartiens, mon corps, mês trous, mês pensées et mon cœur. Je suis ta pute. – Harry falava lento e entre gemidos longos, as estocadas de Louis cada vez mais brutas.
( Eu sou sua, pra servir, me curvar, obedecer e agradar. Eu pertenço à você, meu corpo, meus buracos, meus pensamentos e meu coração. Sou sua puta.)
- Je vais jouir em toi, te marquer comme ma petite chienne, mon petit stockage de sperme. – Louis sorriu ao vê-la gemer com tamanha excitação. – Fique de bruços, vou foder sua boceta enquanto abro seu cuzinho pra me receber.
(Vou gozar dentro de você, te marcar como minha putinha, meu pequeno depósito de porra.)
Harry assentiu, virando de costas para Louis, empinando a bunda. - Papai, fode meu rabinho devagar? Você é tão grande, não sei se vou aguentar. – Pediu manhosa, deixando as pupilas de Louis completamente dilatadas.
- É por isso que vai ser tão bom, má poupée. Você é tão deliciosa. – Louis sussurrou em seu ouvido, apertando a carne da bunda de Harry com força. – Sua bunda é tão redondinha e pequena, amor. Parece a porra de uma escultura de tão bonita, você me deixa maluco. – Ele estendeu a mão até a cabeceira da cama, puxando um tubo de lubrificante que estava entre o colchão e a mesma. Ele o abriu, despejando uma quantidade abundante no cuzinho amarronzado, o deixando de lado logo após. – Adoro a ideia de machucar você, má petite poupée, mas me avise se doer, sim? Apenas quero marcar você, não te punir. – Pediu, vendo a sua garota empinar mais a bunda em sua direção.
(minha bonequinha)
- Sim papai. – Harry sussurrou, sentindo Louis esfregar o pau na sua boceta, entrando de uma vez, a fazendo gemer alto e agarrar os lençóis.
- Shh, má petite chienne. – Louis sussurrou em seu ouvido, segurando os cabelos dela com firmeza e usando a outra mão pra segurar em seu quadril, tirando o pau até a ponta e voltando até onde conseguia, passando a fode-la com força. – Todinha do papai, amor – ele deslizou a mão entre seus corpos, usando o indicador para circular o cuzinho melado, enlouquecendo com os gemidos longos e obscenos de sua garotinha. – Você é a mulher mais linda que eu já vi. – Ele empurrou o dedo, a fazendo gritar e apertar seu pau que não parava de fode-la. – Ficará ainda mais com seus buracos bem abertos pelo meu pau.
(Minha cadelinha)
- Sim, papai. Tudo por você. – Harry gemeu, forçando os joelhos na cama e tentando se deixar mais aberta para Louis. – Papai pode usar meu rabinho agora se quiser, desde que faça bem devagarinho. – sugeriu, no fundo de sua mente a voz avassaladora de sua imaginação a fazendo delirar com a ideia de sentir seu músculo tão pequeno se esforçando para se abrir tanto.
- Uh, má petite chienne, está tão desesperada que mau pode esperar que eu enfie meus dedos em você? – Louis gemia rouco em seu ouvido, os quadris batendo implacavelmente contra a bunda deliciosa de sua menina, o dedo sendo tirado somente para voltar com um a mais, abrindo-os dentro do rabo que os esmagava. – Você é tão linda e delicada, não esperava que fosse tão necessitada assim. – Louis ofegava, a respiração acelerada batendo na bochecha úmida dela, a fazendo pingar contra os lençóis.
(Minha cadelinha)
- Eu não sou desesperada. – Harry ofegou, engasgando em um gemido alto que a fez revirar os olhos quando os dedos tão bons se curvaram. – Papai me deixou desesperada. – concluiu, segurando a mão de Louis possessiva em seu cabelo e a apertando com as unhas, timidamente dizendo para que ele a levasse até a borda, sentindo falta de ar ao ponto de seu cérebro girar por tamanha excitação em ouvir Louis usando sua boceta de um jeito tão bruto, tirando de si cada gota de sanidade.
- Junte suas pernas. – Louis mandou, se afastando completamente e a fazendo choramingar pela falta de contato. As mãos dele foram ágeis em segurar suas coxas e junta-las, a força depositada fazendo sua pele arder. Louis deixou as pernas juntas dela entre as suas, montando a bunda de sua garota. – Quero que sinta cada centímetro de mim. – Louis agarrou seus cabelos novamente, esfregando a cabecinha no cuzinho relaxado enquanto falava baixinho em seu ouvido. – Você é a minha boa garota, não é? – Perguntou, posicionando contra e começando a empurrar devagar.
- Meu Deus! – Harry gritou arqueando as costas, os dedos dos pés se curvando e os dedos agarrando os lençóis. – Sou! – ela disse, as lágrimas gordas deslizando pelas bochechas coradas.
- Merde de rabo apertado. – Louis xingou, o cacete doendo e se esforçando para entrar. – Eu vou destruir cada pedacinho de você. – disse ameaçador, o rabo engolindo o pau até a borda. - Ce n’est qu’alors que vous comprendrez que vous avez été fait pour être mien, à chaque respiration maigre. Tu n’ouvriras plus jamais les yeux sans avoir ma bite em toi, mon goût dans ta bouche et mon visage dans ton esprit. – Louis sussurrava entre gemidos, ofegante e insano. – Comme une chienne dressée.
( Só então você vai entender que foi feita para ser minha, a cada respiração. Você nunca mais abrirá os olhos sem ter meu pau em você, meu gosto em sua boca e meu rosto em sua mente.)
(Como uma cadela adestrada.)
- Oui, papa. – Harry concordou baixinho, sentindo sua boceta tão molhada e quente que suas coxas deslizavam uma na outra. – Somente sua. – ela engoliu em seco, sentindo o cacete deslizando devagar pra fora e voltando até as bolas estarem encostadas na boceta molhada, gemendo alto. – Papai. – choramingou.
(Sim papai)
- Mais deliciosa a cada mísero segundo. – Louis gemeu, levando a mão por baixo do corpo dela, alcançando a boceta e esfregando o clitóris com o dedo do meio, fazendo sua menina gemer e se contrair em prazer. – Oui, má petite chienne, grite pro papai. – Louis mordeu sua mandíbula, começando a estocar lento e forte, o dedo esfregando o clitóris sensível de forma certeira, sendo incapaz de não gemer entrecortado pelas estocadas tão deliciosas. – Que gemidos deliciosos, má bonne fille. – elogiou, aumentando a velocidade das estocadas, montando o rabo de Harry com força, cada vez mais rápido, o corpo da menina solavancando e tremendo.
(Sim |minha cadelinha | minha boa menina.)
- Papai! Me deixe gozar, por favor. – Harry pediu revirando os olhos, sentindo o pau de Louis em seus poros.
- Você pode, má petite chienne. – Louis sussurrou, puxando os cabelos pra trás e esfregando a boceta com força, grunhindo de dor e prazer quando Harry gozou gritado, apertando seu cacete dolorosamente.
(Minha cadelinha)
- Obrigada, papai. – Harry ofegou, seu corpo inteiro tremendo.
- Se vire. – Mandou, deslizando pra fora de Harry a contragosto. A menina se deitou de costas na cama, abrindo as pernas e deixando Louis ver sua boceta vermelha e o cuzinho largo e inchado. – Te deixei ainda mais bonita. – Louis lambeu os lábios, segurando em seus tornozelos e os apoiando em seus ombros. Ele se abaixou, beijando os lábios maltratados de Harry e direcionando seu pau direto pra boceta sensível, entrando devagar por estar tão apertada pós orgasmo.
- Papai! – Harry gemeu olhando em seus olhos, o semblante franzido em prazer, usando as duas mãos para segurar em sua nuca.
- Você é tão bonita, poupée. Completamente venerável. – Louis sussurrou em seus lábios, puxando o inferior entre os dentes antes de mergulhar sua língua quente na boca de Harry, a beijando ofegante. Louis estourou a primeira vez, os dois compartilhando gemidos obscenos um com a boca do outro.
(Boneca)
- Oui papa, fode sua bonequinha. – Harry pediu, tendo um gemido rouco em resposta, os quadris de Louis rapidamente fodendo sua boceta com força e desespero, sua boca tão deliciosa lambendo e sugando seus peitos, usando seu corpinho para sua própria satisfação. – Gosto tanto de servir você, papai. – ofegou, engasgando em seus próprios gemidos.
(Sim papai)
- É a única coisa que você vai fazer daqui pra frente, chienne. – Louis grunhiu, desgrudando dos seus peitos somente para falar e voltar a mamar e abusar deles com mais afinco.
(Cadela)
- Sim, papai. – Harry afirmou, sentindo Louis passar a estocar mais rápido e forte, a fazendo gritar ininterruptamente. – Papa! – Soluçou, os gemidos de Louis indo diretamente para seu clitóris inchado.
- Oui. – Louis sussurrou, beijando seus lábios e ondulando seus quadris, fazendo o clitóris de esfregar contra a pelve e pinicar nos pelos dele, sendo inevitável gozar de novo com os olhos obsessivos de Louis em si. – Vou encher você, má petite chienne tão suja. – Louis sorriu, estocando forte e fazendo Harry chorar de sensibilidade. – Apenas minha. – rosnou, estocando forte e rápido, sem se importar com quão sensível sua menina estava.
(Sim | minha cadelinha)
- Sua. – Harry assentiu gemendo. – Só sua, papa, pra sempre. – Ela segurou os cabelos de Louis com mais firmeza, sentindo seus olhos arderem com o rímel borrado neles pelo seu choro estrangulado.
- Sempre. – Louis afirmou, afastando seu rosto o suficiente para enxergar o estrago que fez em seu corpo e agarrar o pescoço avermelhado e suado, a impedindo de respirar corretamente. – Ouça bem. Nunca mais você vai encontrar alguém tão bom quanto eu e que te ame tanto. Mas acima de tudo, alguém que seja obcecado por você do jeito que eu sou. Que faça tudo por você, independente do quanto custe. Seu carro é a porra do conversível que você sempre sonhou, suas roupas são tecidas à mão, seus produtos os mais caros, suas calcinhas custam três meses de trabalho de um dos meus funcionários. Você tem tudo que sempre quis por minha causa. Ninguém, Harry, vai te fazer chorar de prazer, vai te chupar gostoso como eu, te foder até você desmaiar de exaustão. Você nunca vai achar alguém melhor do que eu. – Ele aliviou o aperto no pescoço da menina, a vendo respirar desesperada. – Você é a porra da minha garotinha burra, minha namorada, minha esposa, minha cadelinha boazinha e idiota. Qualquer coisa que você pense que pode ser, você é minha. – Louis estocou com força, a fazendo gritar. – Na próxima vez que você me desobedecer ou mentir, eu não vou rasgar sua roupa favorita. Eu vou te bater, chienne. – Louis pegou o cinto esquecido na cama, passando pelo pescoço dela e pela fivela, apertando até seus olhos parecerem assustados o suficiente e suas mãos ficarem trêmulas. – Eu vou te encoleirar assim e foder sua bunda até você desmaiar. – ele apertou mais a fivela, tirando e voltando seu pau até o fundo. – Até você chorar implorando pra eu parar e seu corpo esteja completamente roxo. Você me entendeu?
- Sim, papai. Te dou permissão pra fazer muito pior se acontecer, porque eu prometo que não vai. – Harry falava baixinho, não entendendo o porquê sua boceta queimava tanto pelas ameaças terríveis quanto por todos os elogios dóceis.
- Seu consentimento não serve de nada pra mim, amor. Eu controlo cada célula de você e isso inclui suas vontades. – Louis sorriu satisfeito com o assentir submisso, beijando seus lábios com carinho e voltando a estocar de forma bruta, a fazendo gritar abafado entre seus lábios possessivos. – Repete pro papai. – Ele rosnou.
- Você pode fazer qualquer coisa comigo porque eu sou completamente sua, papai. Minha bocetinha e meu rabinho que você fode tão bem, meus peitos, minha boca, é tudo seu e pra você, papai. Eu nasci só pra ser sua bebezinha pra mimar e sua puta pra usar. Só sua, meu coração, minha mente, minha alma e meu corpo. – Harry disse tudo entre gemidos longos, ofegante. A cada afirmação que fazia se sentia mais inútil e mais suja, o que fazia sua boceta pulsar e implorar por mais e mais prazer. – Meu Deus, papai, você me fode tão bem! – ela choramingou, abraçando o pescoço de Louis, que estava tão perto de gozar que passou a meter rápido e em estocadas curtas, fazendo Harry senti-lo até no DNA. – Goza em mim, papai. Enche sua garotinha. – Harry pediu, revirando os olhos quando Louis empurrou seus ombros pra baixo fazendo seu corpo ir de encontro com o cacete delicioso, a fazendo ver estrelas enquanto ele gemia rouco e alto, gozando cada gota dentro de si.
- Toda minha. – Louis disse ofegante, beijando cada pedacinho de pele de seu rostinho. Ele tirou o cinto do pescoço, vendo pequenos arranhões nele. Sorriu ladino, beijando e lambendo cada uma das marquinhas, ouvindo ela gemer baixinho. – Quer gozar na minha boca, princesa? – ele perguntou esfregando seus narizes juntos, os olhos de Harry úmidos e o bico nos lábios enquanto assentia devagar. – Você foi tão boa pra mim, má petite poupée. – Ele afirmou, vendo seus olhos ganharem um brilho novo.
(Minha bonequinha)
- Papai achou? – ela ofegou e Louis sentiu sua boceta apertar seu pau ainda dentro dela.
- Oui, poupée. Perfeita, amor, a única que pode me agradar, sim? – Ele sorriu, sentindo-a pulsar novamente. – Você é a garotinha mais linda desse mundo. Sua boceta é tão bonita, molhada, seu gosto e seu cheiro são os mais deliciosos que eu já senti em toda minha vida. Nada nesse mundo se compara com a sensação que é estar dentro de você. – Ele umedeceu os lábios, percebendo que quanto mais a elogiava, mãos sua boceta pulsava forte no seu cacete, não deixando nem mesmo que ele amolecesse por completo. Ele estava fascinado. – Você me deixou insano, sabia? O cheiro do seu corpo suado faz meu pau latejar, o jeito que sua mãozinha tão delicada rasga a pele do meu pescoço. E suas coxas em volta de mim, Harry, é completamente delicioso. Você tem poder completo sobre mim, princesa, você é capaz de me fazer morrer se quiser. – Harry gemeu baixinho, a boceta latejando de tesão. – Se continuar pulsando essa sua bocetinha deliciosa o papai vai ficar duro de novo, bebê.
(Sim, boneca)
- Papai. – Harry gemeu.
- Peça, minha princesa. – Louis incentivou, tirando pernas de cima do ombro e a sentindo aperta-las em volta de seu quadril na hora.
- Dodói. – Harry rebolou devagar, tentando friccionar seu clitóris contra a pelve de Louis.
- Quer a boca do papai, bebê? Oui? – Louis acariciou seu rosto, esperando que ela decidisse como queria gozar.
- Oui. – ela assentiu após alguns segundos. – Por favor.
(Sim)
- Papai faz tudo que a garotinha dele quer. – Ele sorriu ao vê-la desesperada por contato, não querendo enrolar e a deixar irritada pela necessidade. Selou seus lábios com carinho, saindo de dentro dela e grunhindo com a sensação. Ele deitou entre as coxas avermelhadas, vendo sua porra escorrendo até o cuzinho ainda aberto. Circulou o indicador nele, empurrando a mesma pra dentro, fazendo o mesmo no buraco da boceta, pegando um pouco e estendendo em frente da boca de Harry. – Sinta. – pediu, vendo-a sugar seu dedo. – Agora você tem a porra do papai em todos os seus buracos, do jeitinho que tem que ser. – ele abaixou o dedo úmido até o mamilo sensível, passando a brincar com ele antes de lamber uma faixa gorda na boceta judiada, ouvido Harry gritar seu nome e arquear as costas. – A melhor boceta dessa porra de mundo. – ele grunhiu, sugando o clitóris pra dentro da boca e esfregando a língua nele. Harry agarrou seus cabelos e rebolou em sua boca, o fazendo acelerar as lambidas e chupadas, esfregando a boceta necessitada em sua língua quente, sendo cada vez mais influenciado pelos gritos prazerosos de Harry. – Goza na língua do seu papai, quero engolir seu gozo, amor. – Louis pediu, apertando os peitos gostosos e sensíveis, sentindo as pernas de Harry tremendo e a mão em seus cabelos tão forte que ardia, deixando Harry se esfregar em todo seu rosto e gozar diretamente em sua língua, o qual Louis engoliu revirando os olhos, sentindo sua porra misturada e deixando tudo mais obsceno.
- Meu papai lindo. – Harry disse aérea e ofegante, tentando puxar Louis pra cima.
- Minha bonequinha linda. – Louis sorriu vendo-a destruída, deitando ao seu lado e a puxando pra perto, beijando seus lábios e dividindo o gosto de porra e de sua boceta.
- Amo você também, papai. – ela deitou em seu peito, abraçando seu tronco. – Me desculpa por tudo.
- Está desculpada, poupée. – Louis beijou sua testa. – Mas você realmente é só minha. Nunca mais, ok?
(Boneca)
- Nunca mais, papai. – concordou. – agora que você finalmente me fodeu, pode me comer enquanto eu durmo? Sonho em acordar com você dentro de mim desde que nos conhecemos. – ela riu baixinho, fazendo carinho nos pelos do peito de Louis.
- Então dorme logo, porque só de pensar em te foder dormindo meu pau já tá ficando duro. – Louis sussurrou de volta, a fazendo gargalhar.
- Eu vou, meu papai. – Ela se apoiou no cotovelo só para beija-lo, fazendo carinho em sua barba e olhando em seus olhos. – Sem mais nenhuma outra, certo?
- Não tenho ninguém além de você, princesa. Sou completamente seu, só o seu papaizinho. – ele sorriu ao ver Harry abrir aquele sorriso enorme e cheio de covinhas.
- Responde. – Ela fez bico, fazendo Louis rir.
– Também amo você. – Ele selou seus lábios. – Agora dorme, tô doido pra te acordar. – ele deu um tapa leve na bunda dela.
Harry riu, tirando o pano que era sua blusa dos braços, ficando finalmente completamente nua. Ela se deitou no peito de Louis novamente, sabendo que assim que fechasse os olhos e caísse no sono, acordaria sendo implacavelmente fodida por seu papai.
Enquanto destrancava a porta, Louis já podia escutar o choro de sua boneca dentro do quarto e ao abri-la, encontrou exatamente o que esperava. Harry estava tudo em uma poltrona, com as mãos amarradas aos tornozelos, mantendo suas pernas bem abertas e consequentemente expondo sua bucetinha.
O garoto estava uma completa bagunça, os fios do cabelo longo se encontravam bagunçados e por seu rosto desciam lágrimas nas bochechas avermelhadas que se misturavam a saliva por volta de sua boca. Em seu peito nu, os mamilos eram presos por dois grampos de metal juntos por uma corrente que ia até sua buceta molhada. Um sugador íntimo estava preso a seu clítoris, sugando o órgão incansavelmente. O brinquedo tinha um pequeno pedaço de borracha dentro que imitava uma língua, lambendo o ponto g de Harry enquanto seu clítoris era maltratado com a pressão da sucção do brinquedo. Seu buraquinho abrigava um plug de vidro, com uma linda pedra de coração rosa enfeitando a buceta. Seu estômago subia e descia pela respiração frenética no mesmo ritmo que seu cuzinho piscava em busca de algo para preenchê-lo.
Louis havia o deixado naquela mesma posição cerca de quarenta minutos atrás. Naquela mesma noite, o casal compareceu em uma festa de aniversário de um amigo íntimo de Louis. O homem estava ansioso para o evento por toda a semana, contente por reencontrar seus amigos de longa data. Acontece que em menos de duas horas de bebidas, danças e conversas nostálgicas, Harry decidiu que seria uma vadia mimada cujo a principal missão era tirar a paciência do namorado. Ficava o tempo inteiro em sua cola, dando beijos em seu pescoço e sussurrando desejos sujos ao seu ouvido ao mesmo tempo que se esfregava no colo de Louis. Ele implorava para ser fodido ou para que pelo menos tivesse permissão de chupar o homem, nem que fosse no banheiro da festa. Estava quase explodindo de tesão e faria qualquer coisa pra conseguir o que queria.
Quando viu uma oportunidade, Harry a agarrou.
Louis estava sozinho na cozinha, havia ido ali pra buscar algumas cervejas e Harry o seguiu. Sem mais nem menos, encurralou o homem na geladeira e enfiou a mão por dentro de sua roupa íntima, agarrando o pau flácido e começando movimentos de masturbação lentamente. Louis não o afastou, apenas olhou dentro de seus olhos e pediu para que Harry o largasse e pedisse desculpas, mas Harry não o escutou e se ajoelhou na frente do namorado. Em segundos, já se deliciava com o caralho do homem em sua língua, mas isso foi por pouco tempo pois logo sentiu uma ardência conhecida em seu coro cabeludo quando Louis puxou seu cabelo rudemente, obrigando-o a se reerguer. Sem aviso prévio, Louis estendeu a palma esquerda e deu dois tapas fortes em seu rosto, um em cada lado, deixando Harry desnorteado. Ele colocou o pau de volta dentro de sua calça e abotoou os jeans antes de entrelaçar sua a mão com a de Harry e caminhar para fora, onde estavam as outras pessoas. Se despediu dos amigos rapidamente, com a desculpa de que teria que resolver um problema, mas que voltaria em alguns instantes e seguiu para o carro.
O caminho até o apartamento foi silencioso. Harry parecia envergonhado com o que tinha feito, encolhido no banco de carona, olhando fixamente para a janela enquanto Louis estava com uma carranca no rosto, o maxilar trincado e os olhos azuis carregando fúria.
— Não me machuca, papai, eu não fiz por mal — Harry suplicava com a voz mansa e falha ao que o namorado o carregava no colo até o apartamento deles, mas o homem não ouvia sua petições, ou apenas ignorava elas.
Louis o jogou na poltrona ao lado da cama sem nenhuma delicadeza, claro que Harry não ousou se mexer. Observou calado e atento Louis andar pelo quarto e buscar algumas coisas na gaveta de brinquedos que tinham. Um sorriso fraco cresce no canto de seus lábios quando o namorado volta com uma corda e mais alguns outros objetos que deixou na cama. — Tira a roupa — mandou.
Harry obedeceu prontamente, retirando suas roupas em questão de segundos e sentando novamente na poltrona ao terminar sua tarefa. Louis entrou em cena ao agarrar seu joelhos e dobra-los, arrumando as longas pernas de modo que ficassem totalmente abertas para então pegar seus pulsos e prendê-los nos tornozelos para que Harry não saísse daquela posição. Admirou por alguns segundos o corpo de seu namorado, seu rosto angelical, os peitos vantajosos em formato de gota com os mamilos amarronzados enrijecidos, a linda tatuagem de mariposa em seu estômago malhado, a cintura fina que ele agarrava quando o fodia de quatro, a buceta rosadinha, já pulsando com o vento gelado que batia em seu grelinho grande e o cuzinho que buscava qualquer tipo de estímulo.
— O senhor vai me maltratar? — pergunta com falsa inocência, tentando decifrar o que Louis iria fazer apenas com o olhar.
— Maltratar você, boneca? — Louis questiona, rindo ironicamente. O homem apoia em seus joelhos, ficando cara a cara com Harry, e beija sua bochecha pintada por um vermelho intenso pelo tapa que havia levado anteriormente e o blush que estava usando. — Não, amor, papai vai te dar exatamente o que você quer.
Harry o olha confuso. Aquilo parecia uma punição e Louis iria simplesmente satisfazer suas vontades ainda que não tivesse agido como um bom garoto. Sua respiração falha e ele sorri para o namorado, agradecendo silenciosamente por ele ser tão bom consigo. Louis apenas deixou mais um beijo longo em sua testa em resposta e se virou para pegar o primeiro item que usaria naquela cena. Prendedores de mamilo. Ele lambeu os metais e então colocou um pregador em casa mamilo, assistindo a reação de Harry, que fechou os olhos e pendeu a cabeça para trás com a dor instantânea. Louis não o dá tempo de se recompor quando abre os lábios de sua buceta, expondo o clítoris rosado, e posiciona o brinquedinho rosa bem no meio, o ligando logo em seguida. Harry geme alto ao sentir o silicone imitando momentos de lambida em seu ponto G numa velocidade lenta ao mesmo tempo em que sentia as sucções em sua bucetinha.
Começou a rebolar quase que involuntariamente na poltrona acolchoada, olhando para o namorado com olhos carregados de luxúria e a boca semi aberta que o namorado logo tratou de ocupar com um plug de tamanho médio, o qual tinha três esferas de três tamanhos diferentes. Era o favorito de Harry pois o alargava de forma lenta e gradual. Segurou seu queixo com brutalidade, forçando o a olhar pra ele e então enfiou o vidro entre seus lábios. Harry aceitou de bom grado, fazendo o seu melhor para lamber o material e deixá-lo bem molhado. — Não que uma puta como você precise de alguma preparação, mas como eu sou muito bonzinho, vou deixar que você se divirta com esse brinquedinho patético — dizia com seriedade, assistindo seu garoto lamber o plug enquanto segurava a base para ele. Harry fechou os olhos, imaginando que aquele fosse o pau de Louis na sua boca e que o sugador fosse sua língua. — Não economize saliva, essa vai ser a única lubrificação que você terá.
Um exato minuto se passou quando Louis retirou o objeto da boca do namorado, olhando para a bagunça que Harry tinha feito em si mesmo. Fios de baba escorriam por seus lábios inchados e suas bochechas brilhavam com saliva. Cuspiu em sua entradinha, surpreendendo Harry quando colocou o brinquedo inteiro dentro de si sem nenhum resquício de dó. Ele gritou ao sentir a dor das três bolas do plug o invadindo, como se tivessem o rasgando por dentro. Louis pouco se importou, se virou de costas, ignorando seu sofrimento quando pegou uma câmera que mais parecia uma babá eletrônica e a posicionou de forma que captasse o corpo inteiro de Harry e parte do ambiente. O garoto o olhou confuso, mas estava muito ocupado se afogando no próprio prazer para perguntar o motivo daquilo. Louis e Harry nunca foram um casal comum quando se tratava de sexo. Tipo baunilha apenas não era a “praia” deles. Mas não era costume gravar suas relações, apenas quando o outro pedia para manter de lembrança, o que não era o caso agora.
— Preste atenção no papai agora, boneca — Louis se voltou para o namorado, quase desistindo de seu plano maligno ao observar seu garoto se contorcendo de prazer. Engoliu em seco e continuou a dizer: — você vai ficar aqui e eu vou voltar pra festa.
— Não! — Harry grita, desesperado.
O homem ri e se senta na cama, despreocupado pois sabia que Harry obedeceria qualquer ordem que lhe fosse dada como o bom submisso que era. — Se existe alguém que manda nessa porra, boneca, não é você — ele dá leve tapinhas em suas coxas nuas. — Continuando, eu vou voltar pra festa e você vai ficar aí sozinho. Não há regras, você pode gozar quantas vezes quiser.
— Não, senhor — ele choraminga. — Eu só quero gozar se for com você, por favor.
Harry implorava, mas Louis já estava colocando de volta sua jaqueta de couro e verificando se suas as chaves estavam ali. — Você pode ficar sossegado, ok? Essa camera está conectada ao meu celular e o papai vai estar te assistindo o tempo inteiro. Se quiser parar, o que vai dizer?
— Minha palavra de segurança.
— Confia em mim?
— Sim, senhor.
Com isso, Louis se despede, desaparecendo quando a porta é fechada e deixando um Harry desolado para trás, totalmente vulnerável.
De volta a festa, ficava o tempo inteiro de olho na câmera que havia deixado no quarto, observando Harry ser envolto na própria bolha de prazer. O garoto começou uma sequência de choros enquanto era estimulado incansavelmente mas se negava a gozar. Continuava rebolando no plug, mordendo os lábios com força ao se contorcer na poltrona. Em meio a inúmeras tentativas -todas falhas- de se libertar do aperto da corda, Harry finalmente se deixa vir, gemendo alto e tendo espasmos em todo seu corpo quando gozou pela primeira vez, olhando diretamente para a câmera. Na segunda, Louis precisou deixar o baseado que fumava com um colega e ir ao banheiro mais próximo pra se aliviar numa punheta rápida. Seu pau já estava duro desde que ele deixou Harry no apartamento deles e era difícil se conter ao ver o namorado chorando em êxtase enquanto apoiava a cabeça no próprio ombro e esfregava o cuzinho na poltrona, gemendo sem parar.
Após gozar, desperdiçando a porra nas costas de sua mão, Louis usou o controle do sugador de clítoris e o desligou por exatos trinta segundos, assistindo Harry suspirar aliviado para logo depois gritar novamente com a volta do estímulo. Ele implorava para que Louis voltasse e o tirasse dali, contestando que já não aguentava mais gozar, mas Louis não teria piedade dele naquele momento e Harry sabia disso.
Gozou pela terceira vez minutos depois. Já não tinha mais forças para esboçar nenhuma expressão de prazer naquele patamar, apenas fechando os olhos e deixando a boca semi aberta.
Louis demorou cerca de quarenta minutos na festa. Não aguentou ficar mais tempo do que isso longe de seu garoto. Ao ver a figura de Louis em sua frente, Harry choramingou pra ele. — Senhor, por favor, eu não aguento mais.
— Você está tão linda, minha boneca — Louis elogia, se inclinando para ficar mais próximo do namorado. Com calma, Louis desprende os pregadores em seus mamilos que estavam marcados pelo metal, completamente vermelhos e rígidos. Deixou um beijo em cada um deles antes de descer para sua buceta. Passou lentamente os dedos nos lábios de sua xota, observando Harry tremer ao toque enquanto inúmeras súplicas inaudíveis saíam por sua boca. O homem desliga o sugador de clítoris e o afasta do órgão, deixando um beijo ali assim como havia feito com os mamilos anteriormente. — Vê como está inchadinho, amor — aponta, chamando a atenção de Harry, que olha pra baixo e arfa ao ver o clítoris completamente inchado, vermelho e maior do que usualmente era.
Por último, Louis retirou o plug de vidro sem pressa alguma, dando tempo para Harry respirar fundo. Admirou seu buraquinho completamente aberto e molhado pelo gozo do namorado e não conseguiu evitar dar uma longa lambida do cuzinho até o monte de Vênus, se deliciando com o gosto de sua boneca.
— Por favor, papai. Me tira daqui, eu não aguento mais! — exclama quando Louis ameaça enfiar dois dedos dentro de seu buraquinho enrugado que pulsava, implorando por atenção e estímulo. — Eu só quero que o papai cuide de mim. Estou tão cansado, Lou, me leva pra cama e me abraça.
— Claro, minha boa menina, o papai vai fazer isso depois que gozar, ok? — Dito isto, Louis abre o zíper de sua calça e coloca o pau grosso e completamente duro. Harry queria chorar, e é isso que ele faz. Estava cansado depois de gozar prazerosamente quatro vezes. Seu corpo inteiro doía pela posição desconfortável e suas partes íntimas estavam extremamente sensíveis pelos estímulos incansáveis que recebeu na última hora. Lágrimas escorrem por sua bochecha quando Louis enfia a cabecinha em seu cuzinho e começa a meter todo comprimento no buraquinho que já começava a ficar vermelhinho. — Minha puta, tão boa para o papai — resmungava ao foder Harry sem dó. O garoto gemia alto, gritando num misto de dor e prazer absoluto. Ele poderia desmaiar naquele momento.
Desafiando as leis do possível e impossível, Harry goza mais uma vez ao ter seu cuzinho judiado. Era apenas demais ter Louis vestido o fodendo como uma puta barata de esquina, o olhando com tanto desejo. Louis vem logo depois ao sentir o buraquinho contrair ao redor de seu pau, preenchendo Harry com seu leitinho quente.
O homem se joga na cama, destruído.
— Lou, eu ainda estou aqui — Harry diz num tom engraçado.
Louis sorri e se levanta, deixando um beijo na testa suada do namorado antes de começar a desatar os nós da corda — sim, minha boneca. Lou vai cuidar de você. (…)
you know what they say about us - parte I 🔗 one shot h!inter
Descrição: Harry Styles é a nova coisinha do presidío que, não importa onde passa, dá o que falar e atrai a atenção de absolutamente todos. Além de ter um rosto adorável, olhos verdinhos e cabelos de anjo, chama atenção pelo seu corpinho e pelo boato de ter supostamente uma buceta entre as pernas. Fazendo parte do grupo de um homem chamado Salvador, que Harry acreditava ser um dos homens mais poderosos e respeitados da prisão para conseguir proteção, não demora para Styles descobrir um rival do grupo ainda mais poderoso e antes escondido em uma das alas de segurança máxima: Louis Tomlinson, um homem perigoso, atraente e simplesmente irresistível que vira tudo de ponta cabeça e faz Harry enlouquecer, pois mesmo com todos os riscos, deseja mais do que tudo ter pelo menos uma casquinha da luxúria de estar sob os lençóis com o homem.
tag's: h!inter - cenas de inspeção - pequenas menções de violência - possessividade - louis dodói ameaça o harry um pouco - queimadura com cigarro - exibicionismo - voyeurismo - pequenas cenas envolvendo um pouco de CNC - talvez tenha outra coisa, mas agora não consigo lembrar
boa leitura! 🩶
Aquele era o horário em que os detentos do prédio D e F se encontravam no extenso pátio da penitenciária para tomar um banho de sol. Em diversas partes tinham grupos de homens conversando, treinando nas barras de ferro, jogando xadrez e até mesmo lendo a Bíblia.
Por algum milagre, aquele dia não estava nublado como os outros e os raios solares se espreitavam por entre as nuvens cinzentas do céu. E por isso que a figura adorável, Harry Styles, saiu do prédio de tijolos vermelhos com um sorriso iluminado usando o característico uniforme laranja berrante.
Assim que Harry tinha entrado no pátio, alguns olhares se voltaram para ele. O “garoto” tinha acabado de chegar e era basicamente o assunto do momento por ser um tipo de novidade que não estão acostumados a ver. Quer dizer, detentos novos estão sempre chegando e isso não é novidade nenhuma, mas nem um desses conseguiu ser tão interessante quanto Harry, uma figura tão atraente por si só.
Então claro que por Harry chamar tanta atenção por ser apenas ele mesmo com aquele rostinho adorável, olhos verdes grandes com cílios pretos extensos e a boquinha rosa com os dentes de coelho fofos, os outros homens mais agressivos e consideravelmente mais fortes que ele, também entediados pela falta de visitas ou companhia, tentariam tirar proveito disso com pelo menos algumas provocações na tentativa de passar o tempo.
Os homens se sentiam ainda mais tentados a provocá-lo quando descobriram que ele tinha uma cela apenas para ele. Claro que junto a essa sede por diversão, veio a curiosidade do porquê do garoto receber esse tratamento especial. E foi em um dia que alguns homens combinaram de encurralar o garoto para uma pequena diversão que descobriram o tentador motivo.
Harry como sempre tinha aproveitado os últimos minutos do almoço para ir tomar uma ducha rápida, onde um guarda supostamente deveria estar na porta vigiando e aguardando para cronometrar os dez minutos que tinha. Só que foi justo nesse momento em que Harry foi encurralado por um grupo de cinco homens, que o cercaram no banheiro contra a parede gelada de azulejos, flagrando pela primeira vez sua bucetinha entre as pernas.
Todos eles ficaram tão surpresos que não conseguiram se mover no primeiro momento, não tendo muita certeza de como deveriam reagir dali em diante. Mas bastou Harry dizer com um sorrisinho “por favor, não me machuquem. Eu faço qualquer coisa” caindo de joelhos sobre o chão molhado pela água do chuveiro ligado, aquele olhar cheio de intenções que servia como um claro convite, e eles logo souberam o que poderia ser feito.
E é um pouco óbvio que o que aconteceu naquele banheiro não permaneceu naquele banheiro e entre as pessoas envolvidas, logo se espalhando um comentário de que o novato de olhos muito verdes era “a nova putinha de qualidade” do presídio. Harry também não facilitava nenhum pouco. Na cela em que ficava ele fazia certa questão de tirar sem qualquer motivo aparente a calça laranja grande demais para ele, a bunda empinada na direção da grade fazendo um pequeno show para as celas no outro lado do corredor e até mesmo dos homens nas celas dos lados, que usavam espelhos para assistir também ao espetáculo – nesses dias coincidentemente ficavam pelo menos quatro guardas fazendo patrulhas somente naquele corredor, indo e voltando dando uma atenção especial para a cela de Styles.
Harry simplesmente adorava receber tanta atenção e ser considerado como um tipo de troféu ali dentro. Tanto adorava aquela atenção e gostava tanto de ser caridoso com os homens ali, que muitas vezes ia deitar para dormir sem a calça incômoda, ficando com as pernas abertas. Tinha vezes que ele fingia que já tinha caído no sono, fazendo questão de escutar todas as coisas pervertidas que aqueles homens falavam sobre si, enquanto sutilmente tocavam o próprio pau.
Nas últimas duas semanas Harry estava andando com um grupo em particular que tinha prometido “protegê-lo” em troca de uma pequena diversão com todos os seus membros de vez em quando. Fora que Harry também deveria agradar um ou dois dos guardas em suborno para conseguirem contrabandear algumas coisas para dentro e fora da prisão, precisando ser mais discreto que nunca em relação a isso.
Então, Harry estava no céu, porque aquilo não chegava de modo algum a ser um problema para ele. Harry adorava sexo em sua forma mais degradante e suja.
Isso só pro caso de não ter ficado claro.
— Que sorriso é esse? — Salvador, um cara enorme e chefe do grupo, perguntou quando Harry se aproximou deles e deu um pulinho para sentar na mesa junto a Steve – esse secretamente era um dos favoritos de Harry de todo o grupo.
— O dia está bonito. — Harry respondeu com um dar de ombros, aceitando de bom grado o cigarro que Steve, homem de cabelos pretos e olhos cinzentos, tirou dos lábios e ofereceu para ele dar uma tragada.
— Pra mim tá normal. — Terrance disse com a carranca de costume e o beiço confuso, quase infantil demais, mas que combinava com seu rosto idiota.
— É por causa do sol, imbecil. — Steve revirou os olhos, pegando o cigarro de volta, olhando em uma direção específica. — Olha lá quem apareceu na cerca, resolvendo dar as caras. — Comentou com a voz um pouco mais alta e todos procuravam a quem ele se referia, inclusive Harry.
Tinha um outro pátio um pouco menor que aquele em que estavam, por exemplo. Esse era um pouco mais protegido para evitar que os próprios outros detentos se misturassem com aqueles daquele outro lado da cerca.
O homem do qual eles estavam falando, apesar da distância, Harry conseguia identificar algumas diversas tatuagens que ele tinha nos braços, maçãs do rosto levemente ressaltadas – e Harry sempre teve um fraco por esse tipo, por isso ficou se esforçou um pouco mais para observar mais detalhes nele. Porém infelizmente não conseguiu enxergar mais nenhum detalhe interessante, só que ele tinha ambas as mãos nas grades das cercas, falando com pelo menos três detentos que tinham se aproximado pra conversar com ele, lhe passando um cigarro por um dos buracos.
— Caralho, nunca mais vi ele. — Harry ouviu um deles dizer surpreso, não fazia ideia de qual devia ser a droga de seu nome. — Eu até pensei que ele não saía mais, sabe?
— Claro que sai. — Salvador disse em um tom mais mal humorado que o de costume, e Harry logo quis saber o que tinha por trás daquilo. — Só fica pro outro lado do pátio. Soube que ele tem todo aquele pátio só para ele pelo menos uma vez por semana.
— E por quê? — Harry perguntou com interesse, vendo o momento que o tal homem tombou a cabeça para trás em uma risada, ao mesmo tempo que liberava a fumaça da nicotina.
— Boneca, ali fica os que estão na segurança máxima e pegaram pena máxima daqui, que é a perpétua. — Steve explicou naquele mesmo tom calmo e um tanto didático de sempre, pelo que Harry ouviu falar, ele já tinha sido professor em algum momento da vida. — Preferem separar a gente deles tanto pra organizar, quanto pra evitar rebelião ou que literalmente nos matem, ou a gente mate alguns deles. — Ele riu voltando a tragar o cigarro. — Às vezes acontece de alguns deles voltarem a ser transferidos pra esse lado, mas é muito raro.
— E eles não se matam por lá? — Harry voltou a perguntar, Steve virando o rosto para liberar a fumaça para o outro lado.
— Eles dividem bem os grupos por blocos de celas pra evitar isso. Se algum morre, é porque eles queriam que acontecesse por algum motivo. — Steve falou tranquilamente e aquilo fez algo em Harry estremecer um pouco. — Tommo tem o pátio só pra ele por causa do acordo que o advogado conseguiu. O cara antes de ser preso acumulou muito dinheiro... conseguiu tanto e acabou assim.
— Ele ainda tá melhor que a gente. — Salvador cuspiu no chão e Harry já tinha passado tempo o suficiente ao lado dele para saber o que aquilo significava. O assunto estava começando a irrita-lo, estava tocando em alguma ferida e muito em breve ele começaria a descontar em alguém.
Então, no final das contas, tinha um alguém ainda mais poderoso que Salvador ali dentro, e era claro que aquilo enfurecia Salvador. E por mais assustador que aquilo soasse, Harry meio que se sentiu excitado por todo o cenário e ideia da coisa.
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Tinha alguns dias da semana em que Harry trabalhava na lavanderia e aquele era um desses. Simplesmente detestava ficar separando todos aqueles uniformes fedidos e cuecas nojentas com manchas duvidosas, empurrando carrinhos pesados com pilhas e mais pilhas de roupa que não pareciam ter fim nunca.
Os dias de trabalho na lavanderia tendiam a serem chatos de tão repetitivos, mas uma novidade em particular fez com que algo no interior de Harry se revirasse em empolgação.
Todos os detentos que trabalhavam na lavanderia deveriam chegar pontualmente às 08:15 da manhã. Eles precisavam passar todos juntos por uma porta dupla bem protegida e essa porta só poderia ser aberta depois, quando todos fossem sair para o horário de almoço e em seguida voltarem para suas celas. Mas naquela manhã em especial, trinta minutos depois de todos já terem entrado e começado a trabalhar, ouviram o som alto e característico das portas sendo abertas e um detento com algemas nos pulsos e tornozelos entrar escoltado por dois guardas.
Harry no mesmo instante reconheceu ser o tal “Tommo” que os homens de seu grupo falaram sobre outro dia. Eles dois estavam há poucos passos de distância um do outro e foi fácil para Harry ver daquela vez que ele tinha olhos muito azuis, os cabelos raspados nas laterais com alguns fios grisalhos e uma barba curta de tom levemente ruivo. Algo ferveu em Harry quando percebeu que estava sendo tão observado por esse tanto quanto, sua empolgação murchando feito balão quando ele simplesmente parou.
— Hoje vocês trabalharão juntos. — Um dos guardas falou olhando para Harry, enquanto o outro tirava as algemas dele. — Styles, passe todas as atribuições de Tomlinson.
Harry não respondeu propriamente com palavras, assistindo o Tomlinson esfregar os pulsos quando se viu livre das algemas, caminhando alguns passos na sua direção.
Ele ficou parado na frente de Harry com um olhar que gritava “vamos logo nessa, me mostre o que eu tenho que fazer”. Fora que ele tinha aquele jeito de olhar um pouco intimidante, que fez Harry se apressar no que estava fazendo para conseguir lhe entregar logo as roupas separadas, indicando depois onde deveria levar e o que fazer.
Foi impossível para Harry não começar a se questionar do porque aquele homem estaria ali. Com certeza se tratava de algum acordo que o advogado conseguiu, para que por algum motivo o juntasse com os outros detentos e pudesse participar daqueles trabalhos idiotas na lavanderia, oficina, limpeza dos terraços ou cozinha. E muito curioso e disposto a saber porque, Harry aos poucos estava empurrando partes da timidez para de baixo do tapete, começando a preparar perguntas que poderia fazer a fim de saber um pouco sobre o homem de rosto interessante.
— E os carrinhos você traz pra cá. — Harry informou ao empurrar as portas duplas de uma sala, Tomlinson logo atrás de si empurrando um dos carrinhos ao qual se referia. Ele se virou a tempo de ver como Louis olhava com interesse na direção de uma outra porta que ficava sempre trancada e as grades da tubulação de ar. — Alguma dúvida? — Perguntou com intuito de chamar sua atenção, os olhos azuis logo voltando a pousar sobre si.
— Não.
Ele estava prestes a dar as costas e sair, quando Harry resolveu perguntar de uma vez por todas:
— Por que de repente trabalha aqui? — As palavras saíram de sua boca, antes mesmo que pudesse se impedir.
Harry assistiu Louis parar e voltar a se virar lentamente para olhá-lo, tendo aquele olhar e postura que o fazia pensar que poderia ser facilmente quebrado como uma coisinha por aquelas mãos rudes. Percebeu como ele ficou o olhando em silêncio por mais alguns segundos, como se quisesse ter certeza de que ele havia realmente feito aquela pergunta, naquele tom tão casual, para um homem como ele entre quatro paredes longe da vista dos guardas.
Tentando afastar um pouco aquele clima pesado e tenso no ar, Harry fez algo que sempre costumava fazer quando precisava amolecer o coração de qualquer um dos idiotas daquele lugar: o olhou de baixo com um beicinho sutil junto a um sorrisinho pequeno, piscando os olhos verdes lentamente.
Quase imediatamente Harry tinha como saber se o cara iria ceder aos seus encantos. Eles geralmente avançavam mais um passo, começavam a responder rapidamente quais fossem as suas perguntas, sempre arrumando algum jeito de tocá-lo. Porém Tomlinson permaneceu parado no mesmo lugar, o olhando daquele jeito indecifrável.
Até que respondeu:
— Por que eu falaria sobre qualquer coisa com uma putinha idiota do Salvador? — Perguntou em um tom cortante e um sorriso quase assustador, que fez Harry estremecer ao mesmo tempo que a buceta curiosamente fisgava.
— Então você me conhece. — Essa foi a única parte a qual Harry deu atenção, sorrindo com direito as covinhas estupidamente angelicais.
Harry viu Louis olhar na direção das portas antes de se voltar para si e começar a avançar na sua direção, fazendo-o se assustar começando a recuar vários passos até as costas baterem na parede e ele ser encurralado pelo maior e mais forte.
Os lábios de Harry se entreabriram na intenção de pedir por ajuda pela primeira vez desde que chegou ali, mas foi impedido com Louis agarrando suas bochechas com uma única mão, o obrigando a olhar em seus olhos com os rostos a poucos centímetros de distância.
— Eu não sei quais são suas intenções. Se está de algum jeito querendo agradar o fodido do seu chefinho buscando informações, ou se é só uma putinha do caralho que gosta de abrir as pernas para qualquer um desse lugar de merda. — Louis começou rouco, empurrando cada vez mais seu corpo contra a parede e Harry se sentindo muito perto de explodir. — Mas não vai rolar comigo, vadiazinha. Tô avisando desde agora: fica longe de mim, ou na próxima não vou ser mais tão bonzinho.
Harry tinha certeza de que Louis era capaz de senti-lo estremecer da cabeça aos pés, piscando os olhos verdes a cada palavra dita com mais intensidade contra seu rosto. Porém, quando Harry entreabriu os lábios parecendo ter a intenção de falar alguma coisa, a mão um pouco menor segurou o pulso do homem forte e nada além de um gemido escapou da sua boca rente ao rosto dele.
Por alguns segundos Harry foi observado pelo homem, que sem escrúpulos o deu uma olhada de cima a baixo, antes de largá-lo de repente e se afastar saindo da sala sem nem olhar para trás. E quando Harry foi deixado sozinho, se viu enfiando a mão na calça larga, a ponta dos dedos dedilhando os lábios da buceta e sentindo ali como estava encharcada.
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Ao contrário do que se pode imaginar, Harry não falou com Salvador ou qualquer um dos homens de seu grupo sobre o que aconteceu na lavanderia. Ainda mais quando descobriu que estava certo sobre o que tinha pensado e o que Steve tinha comentado brevemente outro dia, em relação a Tomlinson com certeza ter conseguido algum acordo e que por isso tinha sido colocado junto com outros detentos no prédio F – que ainda conseguia ter uns homens muito, muito assustadores.
Ou seja, deveria ter rolado mudanças no caso reaberto e a pena de Tomlinson provavelmente tinha sido diminuída.
Harry não conseguiu para de pensar no que aconteceu entre ele e Tomlinson na lavanderia nem por um instante. Seus pensamentos giravam em torno de como se sentiu tão assustado e com medo do que poderia acontecer, do que Tommo poderia fazer consigo... como esse medo que conseguia aflorar por todas as partes de seu corpo foi capaz de fazê-lo ficar tão excitado e molhado.
O garoto insaciável ainda lembrava com perfeição de como foi ter o corpo preso com tamanha força contra aquela parede, a sensação incrível da mão forte agarrando suas bochechas como se ele não passasse de uma coisinha. Só a lembrança desse momento era capaz de fazer algo dentro de Harry se revirar em excitação, e ele ainda chegava a ofegar tolamente de um jeito um tanto desesperado.
Agora que Tomlinson estava frequentando o mesmo pátio que os presos do prédio D, era um pouco óbvio que o comentário estava rolando solto e chegava a ser surpreendente como bastava Louis – Harry finalmente tinha descoberto seu primeiro nome – passar para que muitos abaixassem a cabeça. Por medo de conflitos ou respeito? Harry não saberia dizer. Mas era inegável o fato de que aquilo conseguia ser no mínimo excitante de se assistir.
Dentre esses vários comentários sobre Louis, um em específico feito por um cara que Harry costumava conversar, foi capaz de fazê-lo se sentir quente e levemente enciumado ao mesmo tempo em mais pura inveja.
“O Tommo não fode qualquer um igual esses idiotas, desesperados por qualquer buraco” comentou fazendo um gesto vago com a mão que segurava um cigarro acesso, se referindo aos outros homens no pátio “Ele quem escolhe... e fode muito, muito bem”. Disse com um sorrisinho nos lábios, fechando os olhos por um momento como se estivesse se deleitando com alguma lembrança específica.
“Você já esteve com ele” Harry não perguntou, o seu tom soou mais como uma afirmação. O cara, chamado Kyle, assentiu ainda com aquela droga de sorriso no rosto, liberando a fumaça da nicotina no rosto de Harry.
“Ah sim... mas já faz um tempo que rolou” aquele sorriso sumiu de seu rosto, dando lugar a uma pequena carranca, ficando de pé pronto para se afastar “É decepcionante que ele só me quis uma vez e nunca mais. Filho da puta, não? Mas um homem como ele pode ser”.
Porra, Harry não lembrava de um dia ter se sentido tão tentado e desesperado para ser fodido por um alguém específico antes.
Quando Louis estava por perto, Harry não se continha em ficar olhando para ele, observando suas mãos fortes e os braços tatuados com algumas cicatrizes, essas se possível deixando ele ainda mais atraente. Harry então imaginava cenários onde era apertado e segurado com força por aquelas mãos, ou chupava aqueles dedos grossos e tatuados só porque podia fazê-lo.
Era difícil porque Harry também precisava tomar certo cuidado para que Salvador e seus homens não percebessem nenhum desses momentos “suspeitos”, ou ele iria acabar se complicando muito, tendo que explicar quais eram suas intenções em olhar daquele jeito para um dos principais rivais do líder de seu grupo.
A prisão era sem dúvidas uma merda. Harry sempre gostou muito de sexo e o que tornava seus dias ali toleráveis, eram as fodas rápidas e desajeitadas nos chuveiros e às vezes na lavanderia, quando era o turno de “guardas amigos” que gostavam de assistir Harry ser compartilhado por um grupo de pelo menos cinco homens. Não tinha como negar que muitos deles conseguiam ser decepcionantes e Harry não se sentia nem perto de gozar. Mas também tinha alguns que pareciam verdadeiramente dedicados em tentar fazer Harry se sentir bem e só aquelas pequenas demonstrações de que estavam tentando ser prestativos, eram capazes de fazê-lo se sentir pelo menos um pouquinho satisfeito.
Mas acontece que só aquela migalha da agressividade que Louis tinha o mostrado, tinha sido o suficiente para deixar Harry embriagado e querendo experimentar o que ele realmente tinha a oferecer. Então quando Harry estava sendo fodido por algum dos caras, sempre dava um jeitinho de ficar por cima e literalmente usar seus paus, os olhos fechados enquanto se colocava a imaginar que na verdade se tratava de Tomlinson o forçando a se foder forte em seu pau.
Antes que Harry pudesse se conter, se via alcançando uma das mãos do cara com quem estava fodendo, a levando até seu rosto e indicando silenciosamente que deveriam apertar suas bochechas, exatamente como Louis tinha feito. Os caras nunca questionavam quando Harry os colocava para fazer determinadas coisas, ocupados demais em gemer prazerosos com a buceta de Harry os apertando com tamanha força, conforme subia e descia por todo o membro.
Talvez Harry estivesse enlouquecendo por de repente se sentir tão atraído e obcecado por um homem claramente perigoso. Ele mesmo não era capaz de entender quais eram as suas motivações. Seria por que pela primeira vez sentiu prazer com o medo? Seriam os comentários sobre Louis supostamente foder bem pra caralho e Harry estar em um tipo de abstinência por uma foda incrível de verdade? Ou seria o simples fato de que ele sempre teve a tendência a se atrair por tudo que supostamente poderia destruí-lo?
Todas as opções poderiam estar certas.
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Ao longo da semana Harry tentou de muitas maneiras chamar a atenção de Louis e fazê-lo sentir pelo menos um pingo de interesse por si, até que finalmente fosse um de seus escolhidos.
Porém nada parecia adiantar e Harry sentia todas as suas opções se esgotarem.
Todas as dicas silenciosas como trocas de olhares e sorrisos provocativos não surtiram efeito algum, Louis simplesmente o ignorava. Harry chegou ao ponto de apelar a um dos homens na lavanderia ou nos chuveiros, quando Louis estava por perto, gemendo e se esforçando muito em fazer com que eles gozassem rápido com suas reboladas dedicadas, tentando fazer com que isso fosse prova o suficiente para Tomlinson “Veja! Por favor, veja como eu sou bom. Me escolhe”.
Mas não adiantava e Harry ficava cada vez mais frustrado, tendo dias que seu mau humor era tão extremo, que se recusava a permitir que qualquer um dos homens o tocassem. E se Harry estava batendo o pé e os afastando com tamanha agressividade, era porque realmente havia algo de errado, afinal aquilo era novidade para uma putinha como ele.
E Harry tinha a impressão que quando o seu humor estava para baixo por causa daquela situação, Louis parecia saber perfeitamente bem o que estava acontecendo, pois era justo nesses momentos que resolvia falar brevemente com ele.
— Algum problema? Por que a gente tem que terminar isso aqui logo. — Louis disse naquela manhã de trabalho na lavanderia com o mesmo tom impaciente de costume, fazendo Harry despertar dos pensamentos.
— Não, nenhum. — Harry respondeu piscando os olhos algumas vezes, um beicinho nos lábios rosinha, seguindo logo atrás de Louis empurrando um carrinho cheio de roupas.
— Por que não tá se jogando em cima desses caras, como sempre faz? — Louis perguntou quando novamente estavam naquela sala mais fechada, se recostando na parede tirando uma maço de cigarros presa no elástico da calça. — Salvador deixou a putinha de castigo?
— Não. — Harry tinha um tom baixinho, observando com os olhos brilhantes ele levar um cigarro ao lábios e acendê-lo em meio a uma tragada. — Por que ele deixaria? — Sua pergunta fez Louis rir pela primeira vez, enquanto liberava a fumaça de nicotina.
— Bom, porque eu no lugar dele, se soubesse que minha puta anda por aí dando em cima de um cara que não gosto nenhum pouco, não pensaria duas vezes antes de punir ela do jeito certo. — Louis falou aquilo usando certo tom, que dava espaço para um duplo sentido em sua frase, fazendo Harry se mover com certa inquietação sobre os pés.
— E o que você faria? — Harry perguntou em um fio de voz, engolindo em seco quando Louis se aproximou de onde ele estava. Louis parou por um momento, o dando uma olhada de cima com aqueles olhos muito azuis e intimidantes, Harry não fazendo questão de virar o rosto quando ele soprou a fumaça da nicotina em sua direção.
— Daria uma boa surra na frente dos meus homens e ainda tiraria aquilo que tanto gosta de ter. — Harry ofegou um pouco quando ele chegou ainda mais perto, os lábios perto de sua orelha. — Uma boa foda... Não teria permissão de foder com ninguém, muito menos comigo até que aprendesse a lição. E se eu ao menos imaginasse que tinha se tocado sozinho, faria ainda pior e com mais força.
Mais uma vez, Harry sentiu o exato momento em que vazou lubrificação de sua buceta pela excitação. Tentou ser muito discreto quando apertou as pernas uma contra a outra, mas um ofegar ainda escapou de seus lábios gordinhos ficando mais que claro como tinha o afetado.
Louis o olhou de cima a baixo com um sorriso cretino, a cabeça balançando em negação algumas vezes, como se não fosse capaz de acreditar.
— Mas no final das contas, isso não seria o bastante pra você, huh? Consegue ficar excitado só de pensar nisso, a vadiazinha.
Na mesma hora a porta foi aberta por um dos guardas, que de modo grosseiro mandou que saíssem dali e voltassem imediatamente ao trabalho, dizendo que era melhor Louis jogar aquele cigarro fora, antes que fizesse alguma coisa. Harry não ouviu muito mais, nem se dando ao trabalho de dar atenção ao que ele dizia, pois a cabeça ainda estava dando voltas e voltas com as últimas palavras de Tomlinson e ainda mais por ele ter as dito tão perto de si.
Depois que o guarda reclamou que os dois estavam a tempo demais na sala, provavelmente imaginando que ou estavam tramando uma coisa ou apenas tentando escapar daquele trabalho ridículo, eles saíram juntos com a intenção de voltarem com o que tinham que fazer.
O coração de Harry ainda estava acelerado, a mente ainda tentando entender e digerir o que tinha acabado de acontecer, a buceta molhada e levemente pegajosa servindo como um lembrete eficaz do poder que Louis conseguia ter facilmente sobre ele. Era facilmente perceptível como Harry estava um pouco fora de órbita, não sendo capaz de se concentrar 100% no que tinha que fazer.
Foi quando Harry sozinho precisou levar um saco de roupas até uma parte em específico da lavanderia que ficava um pouco distante dos outros que um problema aconteceu.
Ele entrou lá dentro e deixou a porta aberta, não fazendo a menor ideia de que tinha outro alguém ali, Só soube que tinha companhia quando ouviu o barulho da porta sendo fechada, se virando para encontrar um guarda desagradável que sabia se chamar Jimmy.
— Styles. — Jimmy falou com um cigarro aceso entre os dedos, dando uma olhada em Harry de cima a baixo.
— Jimmy. — Harry cumprimentou de volta em um suspiro, não se sentindo nenhum pouco a fim de lidar com aquela merda. Todos os seus encontros com Jimmy conseguiam ser extremamente cansativos de se lidar.
— Senhor Jimmy pra você, Styles. — Falou naquele tom nojento de tão prepotente, enquanto se aproximava cada vez mais de Harry, que precisou fazer um esforço dos infernos para não revirar os olhos na sua cara e ter que passar mais tempo lidando com aquilo. — Lembra do que eu disse? Eu não sou seu amigo, muito menos somos coleguinhas. Aqui nesse buraco, estou acima de você e você como uma coisinha me deve respeito.
— Sim, o senhor Jimmy tem toda razão. — Harry disse rapidamente, querendo fugir daquilo o quanto antes. — Se me der licença agora, preciso voltar pro trabalho. Acabaram de chamar minha atenção.
Harry tentou avançar para desviar dele e ir na direção da porta, mas foi impedido quando o guarda se moveu ao mesmo tempo para ficar na sua frente. Não demorou muito para entender o que ele estava tentando fazer e não tentou ir embora novamente, ao invés disso recuando um passo e ficando parado, esperando que ele dissesse de uma vez por todas qual era a sua intenção.
Jimmy deu uma última tragada no cigarro antes de jogá-lo no chão e pisar em cima, enfiando ambas as mãos nos bolsos frontais da calça, observando Harry por completo.
— Não é novidade para nenhum aqui o quanto você consegue ser bem nojento transando com muitos desses imbecis aqui dentro. Eu nem preciso dizer o quanto isso é uma atitude de merda e desesperada, mas eu meio que te entendendo. — Ele falava lentamente, começando a andar em volta de Harry em uma clara tentativa de amedrontá-lo. — Antes de vir pra cá era a única coisa que sabia fazer e, além disso, teria ficado atolado em um monte de merda com cada uma dessas gangues se não tivesse se prestado a ser uma putinha.
— O que você quer? — Harry perguntou, não fazendo mais tanta questão de esconder sua irritação.
— Apesar de não ter gostado do seu tom, posso responder isso. — Ele parou de andar bem atrás de Harry, os lábios perto de seu pescoço. O rosto de Harry se franziu em uma careta ao sentir seu cheiro desagradável. — Quero saber se os comentários são verdade. Se realmente tem uma buceta aí embaixo.
— Não. — Harry respondeu de imediato, cruzando os braços contra o corpo em uma reação quase defensiva.
— O que disse? — O homem voltou a dar uma volta, até estar na frente de Harry novamente, uma confusão aparente nas linhas do rosto.
— Eu disse que não. — Aquela foi a vez de Harry em dar uma olhada de cima a baixo nele, com o olhar mais desprezível que conseguia carregar. — Não vou te mostrar porra nenhuma e muito menos fazer qualquer coisa por você, só pro caso de ter a intenção de pedir algo.
— Faz isso com todos aqui. — Ele começou a desafivelar o cinto e Harry balançou a cabeça em negação, voltando a repetir não ao que se afastava. — Não vai me dizer que tem uma conduta pessoal que o impede de fazer isso com policiais?
— Eu faço isso com quem eu quero e eu não tô afim com você. Eu já falei não. — Harry o empurrou e isso não o impediu de se aproximar mais uma vez, prensando Harry contra uma mesa de inox. — Não! Eu disse não!
Harry gritou e deu uma joelhada em sua virilha com toda a força que conseguiu, ao mesmo tempo que fincava as unhas curtas em seu rosto, fazendo ali um arranhão feio. Com o coração acelerado no peito e a respiração descontrolada, Harry ficou parado assistindo ele grunhir com dor, ambas as mãos no local onde tinha sido atingido.
Harry viu o momento em que ele ergueu a cabeça para olhá-lo com aquele ódio refletido em seus olhos muito escuros, ao mesmo tempo que apertava um botão de emergência do rádio na cintura, gritando algum código específico.
Sabendo exatamente o que aquilo significava, Harry já se aproximou da parede mais próxima e colocou ambas as mãos ali, ouvindo atrás de si o policial grunhir “A vadia vai pagar caro. Eu vou fazer o que eu puder pra foder sua vida aqui dentro”.
E Harry sabia que ele tentaria mesmo.
Outros guardas chegaram e algemaram as mãos de Harry atrás das costas com violência, perguntando com grosseria se ele estava calminho ou tentaria mais alguma gracinha. Harry precisou repetir muitas vezes que estava tranquilo, enquanto era levado na frente de todos até a solitária de seu prédio, ouvindo atrás de si Jimmy gritar que ele tinha simplesmente resolvido de repente pegar sua arma.
Agora, como ele explicaria o cinto desfivelado e a calça desabotoada, Harry estava ardendo em curiosidade de saber. Mas era um pouco óbvio que naquela situação, Harry seria o único a se foder completamente, porque os caras enfardados com suas arminhas e distintivos sempre iriam proteger uns aos outros em absolutamente todas as situações, por mais suspeitas que essas fossem.
Harry, que desde o começo teve um comportamento consideravelmente tranquilo e nunca deu quaisquer dificuldade para qualquer guarda daquela prisão, precisou ficar três dias na solitária respondendo por agredir um policial em consequência de tentar roubar sua arma por um motivo misterioso.
Os três dias na solitária foram longos e terríveis. Harry sempre imaginou que não faria tanta diferença assim, já que todos os dias se encontravam preso em uma cela idiota e quando saía não tinha tanta liberdade assim. Mas a solitária provou com perfeição a sua terrível fama para com Harry, que sofreu muito em seus três dias ali.
No quarto dia, de manhã bem cedo, Harry foi tirado por um guarda e levado até sua cela em que ficava desde que chegou. Harry nunca imaginou que chegaria um dia em que sentiria saudades daquela cela e olha ali ele feliz em estar novamente naquele lugarzinho terrível. Porém, a felicidade de Harry não durou muito.
“Junte suas coisas. Você foi transferido de cela e prédio.”
Parece que o senhor Jimmy realmente falava sério com aquele papo rancoroso de que iria foder com a vida de Harry, só porque não abaixou a cabeça aos seus caprichos nojentos. Harry, que reconhecia os seus privilégios de ter uma cela exclusiva, estava um pouco apavorado com a ideia de ser colocado em uma cela junto a alguém, ainda mais em outro prédio onde não conhecia ninguém.
Então imaginem como ele se sentiu muito perto de ter um treco e cair para trás quando soube que tinha sido considerado “perigoso o suficiente” para o colocarem no prédio F. Aproveitem e imaginem também sua surpresa quando, andando pelo corredor e sendo provocado com assobios e gritos pelos detentos em suas celas, os dois guardas junto a ele pararam bem em frente a cela de Tomlinson.
— Conseguiram um colega de quarto pra você, Tomlinson. — Um dos guardas junto a Harry falou em tom de provocação, enquanto o outro se certificava de que Louis ficaria parado no canto da cela e não tentaria nada. — Te desafiaram a tentar não matar esse.
Harry engoliu em seco tendo as algemas tiradas, tendo a impressão que aquele era o motivo de Louis nunca ter tido alguém para dividir cela nos últimos anos. Lembrou do que Steve o disse, que se alguém aparecia morto, era porque queriam que isso acontecesse e ele coincidentemente tinha sido mandado para aquela maldita cela.
E ele ainda tinha passado as últimas semanas provocando e ultrapassando a linha com aquele homem, tentando fazê-lo finalmente pensar que definitivamente precisava fodê-lo, todas as vezes invadindo seu espaço pessoal mesmo com as ameaças. Louis meio que tinha motivos o suficiente para sufocá-lo no meio da noite, só por tê-lo tirado do sério e o enchido o saco por todos aqueles dias.
Harry quis chorar. Apesar de não parecer, ele ainda tinha amor à vida e realmente não podia acreditar que iria morrer daquele jeito por ter reagido a uma tentativa de abuso.
— Se divirtam! — Um dos guardas gritou, rindo junto ao outro conforme se afastavam depois da cela ter sido trancada.
Harry continuou parado de costas para Louis com as mãos na cela, do mesmo jeito que tinha sido deixado pelo guarda, em claro medo de enfrentar o que vinha pela frente. Acabou ouvindo os passos de Louis atrás de si e congelou em medo, franzindo o cenho em confusão ao ouvir o ranger da beliche e se virar um pouquinho, vendo pelo canto do olho ele subir e deitar de costas, olhando para o teto em silêncio.
O garoto não se impediu de suspirar silenciosamente em alívio, sentando na beliche de baixo causando mais um ranger, olhando para as próprias coisas em uma bolsa branca ridícula no chão perto das grades. Harry definitivamente não tinha cabeça para arrumar aquilo naquele momento, puxando a bolsa junto ao travesseiro para a cama e se deitando por um momento com o rosto enfiado no colchão duro, começando a chorar.
Ele não sabia porque, mas sabia que o choro definitivamente não era de tristeza. Parecia algo mais intenso. Raiva.
Harry estava chorando de raiva. E ele garantiu de não fazer barulho algum para não incomodar o novo colega, que coincidentemente, era o homem mais temido e perigoso de todo aquele lugar.
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Agora Harry não estava mais no prédio D e não tinha mais como ser 100% protegido por Salvador e seus homens, ainda mais quando ele tinha perdido o direito de ter uma cela exclusiva para si. Ao mesmo tempo que Harry estava tentando digerir o que tinha quase acontecido entre ele e Jimmy, tentava pensar também o que deveria fazer para garantir que nada de ruim lhe aconteceria.
A coisa mais lógica a se fazer sempre é recorrer para o homem mais forte e poderoso do lugar. Harry tinha feito isso no começo, recorrendo a Salvador e se prontificando em fazer tudo que ele ou seus homens lhe pedissem, descobrindo um pouco depois que na verdade Louis era aquele que estava acima de tudo e todos ali. Mas ele aparentemente não tinha perdido nada ao deixar passar essa informação, já que Louis parecia ser muito crítico nas pessoas que escolhia para manter ao seu lado.
Já fazia quase dois dias que Harry estava dividindo uma cela com Louis e ele em momento algum falou consigo ou pelo menos o olhou – essa última parte chegava até ser um absurdo porque era tecnicamente impossível manter os olhos longe de Styles por muito tempo.
Quando Harry voltou a se reunir com os outros presos em um horário de almoço, sentou sozinho em uma das mesas ao fundo por estar muito ocupado pensando em qual deveria ser seu próximo passo. Em meio a isso ele viu Salvador e seus homens se aproximaram em grupo de onde ele estava, já imaginando que boa coisa não podia ser.
Os homens sentaram diferentes lugares na mesa, Salvador fazendo certa questão de sentar logo ao seu lado com aquela carranca costumeira no rosto.
— Então agora você divide cela com aquele puto. — Foi literalmente a primeira coisa que Salvador falou em quase quatro dias sem vê-lo.
Harry, já sem muita paciência mediante a situação um pouco complicada em que se encontrava, largou a colher sobre a bandeja com um barulho e olhou para ele com uma expressão azeda.
— O que quer com essa pergunta? Acha que eu tive voz ativa e decidi dividir cela justo com o cara que você não gosta? — Perguntou com um mau-humor aparente na voz e na feição, engolindo em seco quando ele segurou seu rosto com força usando apenas uma das mãos.
— Muito cuidado com a maneira que fala comigo, Harry. — Salvador grunhiu rente ao seu rosto, apertando-o cada vez mais na frente daqueles homens que permaneceram assistindo tudo em silêncio. — Não me faça te lembrar da sua posição nesse grupo. E também... — Aproximou os lábios de sua orelha e Harry fechou os olhos para que ninguém o visse os revirando. — Eu sei muito bem o tipo de puta que estou mantendo do meu lado e sei exatamente o que anda acontecendo entre você e Tommo. Ou você acha que eu sou um tipo de idiota que não sei o que se passa? Por isso toma muito, muito cuidado com o que você vai fazer e do lado de quem vai ficar.
Harry engoliu em seco, mas ainda se esforçou para manter-se firme, ainda mais quando ele voltou a afastar o rosto um pouco para que olhassem nos olhos um do outro.
— Entendeu bem o que eu disse? — Salvador perguntou com firmeza e Harry se desvencilhou do seu toque da melhor maneira que pôde, se voltando para a comida na bandeja a sua frente.
— Sim, chefinho. — Disse se contendo muito para não deixar claro seu tom irônico.
Harry olhou para o outro lado do refeitório e seus olhos pararam justamente sobre Louis e seus dois homens em uma única mesa. Louis já estava o observando de uma maneira indecifrável, enquanto falava algo para Norman, um homem que era seu braço direito e com traços muito semelhantes aos seus, olhos azuis e cabelos um pouco longos, esse também o observando.
Foi então um pouco mais tarde quando Harry foi tomar uma ducha, que coincidentemente ele acabou encontrando tanto Louis quanto Norman nos chuveiros e dentre outros presos do prédio F.
Como já estava fazendo nos últimos dias que tinha saído da solitária, se direcionou automaticamente para os chuveiros que ficavam no final do extenso banheiro a fim de não chamar atenção. O que, claro, não adiantava nada quando ele passava e os homens gritavam algumas provocações na tentativa de atraí-lo para fazerem alguma coisa. Ainda assim, Harry se mantinha quieto e entrava de baixo do chuveiro com água morna, sentindo a água molhar seus cabelos longos aos poucos e deslizar ao longo de seu corpo.
Mesmo com os olhos fechados e se concentrando em relaxar os músculos sob a água que milagrosamente se encontrava em uma temperatura perfeita, Harry soube o exato momento em que alguém se aproximou de onde ele estava e ligou o chuveiro logo ao lado do seu.
— Eu não quero uma rapidinha com você. Não, eu não me senti atraído por você. E eu sei, eu faço com todos, mas eu só faço com quem eu quero e eu não quero você. — Harry já começou dizendo com os olhos fechados, passando os dedos pelos cabelos molhados para desembaraçar os fios longos, conforme a água caía sobre sua cabeça.
— Pelo visto você não tá pra papo hoje. — Harry ouviu aquela voz rouca familiar e quase imediatamente saiu do jato só chuveiro e passou a mão no rosto molhado, olhando para Louis que passava a mão pelo peitoral para tirar o sabote. — Meu colega vai ficar um pouco chateado com isso.
— Do que está falando? — Harry perguntou interessado e Louis se virou na sua direção, o garoto não resistindo em dar nele uma boa olhada de cima abaixo e percebendo que ele já estava com o início de uma ereção. E daquele jeito o pau já tinha um tamanho bem generoso.
Harry gostou de imaginar que Louis tinha ficado daquele jeito por sua causa, mesmo sem ter certeza de nada.
— Ei. — Louis passou o dedo indicador sob seu queixo e o fez olhar para cima, usando dois dedos para apontar para os próprios olhos. — Meus olhos estão bem aqui.
— Sim, senhor. — Harry tinha um tom quase provocativo piscando os grandes olhos verdes e Louis precisou fazer certo esforço para não demonstrar como se afetou ridiculamente fácil.
— Prestando atenção? — Louis perguntou cortante e Harry balançou a cabeça em afirmação imediatamente. — Um dos meus homens, Norman, está interessado em você. Interessado em ver exatamente como você é. — A última parte ele disse olhando exatamente para aquela região entre as pernas de Harry, que tinha alguns pelos no monte de vênus pelo tempo que não se depilava e conseguia soar tão atrativa.
— Só o Norman tá interessado? — Harry perguntou sem ser capaz de conter o pequeno beicinho, avançando um pequeno passo na direção dele. Diante da expressão séria no rosto dele e a falta de resposta, aquele biquinho ficou ainda maior nos lábios dele e ele juntou as mãos na frente do corpo com um pequeno dar de ombros. — O que ele quer exatamente?
— Não sei, não perguntei. — Louis deu de ombros, apoiando uma das mãos na parede. — Só disse que tá interessado em ver. Por quê essa preocupação? De repente a putinha ficou com medo do Salvador? — Tinha um sorrisinho nos lábios e de repente parecia que ele estava genuinamente interessado.
— Ao que parece, ele andou sabendo de algumas coisas sobre mim em relação a você. — Harry comentou se recostando na parede gelada, sentindo as borboletas darem cambalhotas em seu estômago quando Louis se aproximou mais e quase o encurralou ali. — E-Então ele meio que- que me ameaçou. — Harry corou pela maneira que soou tão falho e desesperado pela pequena proximidade, se esforçando muito para ignorar os comentários altos dos outros presos os observando.
— É mesmo? E o que ele ficou sabendo pra ter ficado tão irritado? — Louis tinha um tom dissimulado que só serviu para deixar Harry ainda mais excitado. — Porque, pelo que eu lembre, nada nunca aconteceu entre nós. E como eu já devo ter demonstrado, eu nunca foderia com uma putinha imunda dele.
Aquele tom frio e as palavras humilhantes pareciam servir como um estimulante eficaz para deixar Harry além do nível de excitado. Ele nem mesmo fazia questão de disfarçar o seu estado, mordendo um pouco o lábio inferior e levando uma das mãos até a bucetinha, apenas para deixá-la ali.
Harry piscou os olhos algumas vezes e fez um pequeno esforço para despertar dos pensamentos quando Louis pigarreou, demonstrando que ainda esperava por sua resposta.
— Ficou sabendo que eu... que tenho deixado a entender que eu quero você. Que eu quero que você me foda. — Harry explicou se sentindo um pouco tímido, olhando por um momento para baixo.
— Você é mesmo uma vagabunda, não é? — Louis perguntou baixinho, se aproximando um pouco mais com seus rostos ficando a centímetros um do outro. Daquele jeito, bastava somente um impulso para que seus lábios se juntassem, mas Harry ainda não se sentia descontrolado o suficiente para uma atitude impensada dessa. — É uma putinha desesperada por pau, Styles? O pau de todos aqueles homens de Salvador todos os dias não é o suficiente pra você? Responda. — Exigiu um pouco mais duro e Harry engoliu em seco, piscando os olhos algumas vezes.
— Não. — Respondeu em um fio de voz e Louis franziu o cenho, balançando a cabeça em negação.
— Não o quê? Não te entendi.
— N-Não... o pau deles não é o suficiente. — Harry respondeu obedientemente, tendo aquela mão entre as pernas sendo observada com certo divertimento pelo mais velho.
— O que foi? Essa merda te deixou excitado de verdade? — Louis ainda olhava para a sua mão entre as pernas e Harry balançou a cabeça em afirmação muitas vezes. — Puta merda. — Louis riu segurando o pulso de Harry e puxando sua mão para próximo de seu rosto, vendo ali a lubrificação de Harry na ponta dos dedos trêmulos. — Porra, você é muito sujo... que tipo de merda não deve te excitar de verdade, huh? Salvador e os homens dele devem ter muito trabalho com você.
Então ele de repente soltou o pulso de Harry e começou a se afastar, com certeza fazendo um tipo de missão pessoal em ignorar o quanto o próprio pau estava duro em consequência daquele pequeno momento entre os dois.
Se dando conta de como ele estava cada vez mais distante, em um ato desesperado Harry disse em voz alta.
— Eu faço! Eu mostro pro Norman. — Isso fez Louis parar e se virar na sua direção quando já estava junto a Norman no outro lado.
Louis não disse nada, se afastando para sair da área dos chuveiros, enquanto Norman o dava uma olhada de cima a baixo com um sorriso discreto nos lábios, também se retirando logo em seguida em um silêncio.
Mas ainda assim, Harry sabia que aquilo não era tudo. Não tinha acabado.
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Harry tinha razão, ainda não tinha acabado. E soube daquilo com total certeza em um dia de trabalho na lavanderia com Louis e Norman, vendo o momento que Norman entregou algo para um dos guardas e fez um gesto indicando que Harry deveria segui-lo até uma das portas.
Estar naquela prisão com todos aqueles homens decepcionantes já fez Harry imaginar que estar com Norman não seria grande coisa. Que ele seria só mais um desesperado demais para adiantar o processo e ir direto ao ponto da coisa em si.
Mas Harry começou se surpreendendo um pouco ao ver que ali também estava Louis, que antes tinha se mostrado totalmente desinteressado naquilo que Norman tinha colocado tanta expectativa. Encontrá-lo naquela sala fez com que automaticamente uma parte de Harry acendesse em excitação.
Aquela podia ser sua chance de mostrar para Louis que ele podia ser muito, muito bom e que valia a pena pegá-lo e tê-lo para si. Quem não iria querer?
Sem Norman nem mesmo pedir, Harry se apressou em tirar a calça e a deixou em um canto, erguendo um pouco as sobrancelhas em surpresa quando ele indicou que tirasse a camisa também – infelizmente os homens dali com quem Harry tinha casos geralmente não tendiam a pedir aquilo com frequência.
Assim que Harry obedeceu e estava completamente exposto, livre de qualquer peça de roupa em seu corpo, Norman se aproximou um pouco mais e deslizou as mãos lentamente pelas curvas de sua cintura e bunda, as mãos fortes apertando a carne macia ali por um momento. Os lábios de Harry se pressionaram um no outro para conter qualquer som prazeroso, se assustando quando de repente foi colocado para virar de costas.
— Alguma vez aqui já te foderam por trás? — Pela primeira vez ouviu a voz de Norman, no mesmo momento as mãos dele puxando sua bunda para os lados e expondo seu buraco apertado.
Harry apoiou as mãos em uma das enormes máquina de lavar que estava quebrada, os olhos um pouco arregalados com a sensação do hálito quente dele batendo contra sua intimidade por tamanha proximidade.
— Não. — Harry respondeu, mesmo que confuso pela pergunta, arfando e apertando os dedos na beirada da máquina quando sentiu ele de repente pressionou a ponta de um dos dedos em sua buceta.
— E você me deixaria colocar o pau aqui? — Norman perguntou, pressionando o que parecia ser o polegar sobre seu cuzinho e Harry engoliu em seco, balançando a cabeça em afirmação ao mesmo tempo que dizia “sim”.
E tudo isso para tentar agradar Louis, que assistia tudo encostado em uma parede, fumando um cigarro aceso entre os dedos grossos.
Norman o fez arrumar a postura e voltar a se virar para ficar de frente para ele, as mãos começando a apertar seus peitinhos e os dedos esfregarem seus mamilos sensíveis. No mesmo instante Harry não conteve um lindo gemido, os olhos fechados com a cabeça pendendo para trás.
Harry não resistiu e colocou uma das mãos sobre a dele, o incentivando a continuar e fazer mais, enquanto sua atitude era observada por um Louis silencioso. Ele sempre foi muito sensível e facilmente estimulado nos mamilos. Poucos, quase nenhum daqueles caras, se mostrava interessado em brincar pelo menos um pouco com eles.
E então, Norman simplesmente apertou um deles com a intenção de fazer mais volume em sua mão, em seguida começando a chupar o mamilo arrebitado com tanta vontade ao que esfregava a língua quente, que um soluço surpreso escapou dos lábios de Harry e os dedos automaticamente agarraram os cabelos da parte de trás da sua cabeça. Era perfeitamente fácil de se deduzir que Harry adorava aquela merda e que parecia muito feliz de estar recebendo aquele pequeno tratamento. Da boquinha aberta não paravam de sair gemidinhos, as costas se arqueando em prazer, descontando toda aquela sensação em puxar os fios do cabelo longo de Norman.
— Você gosta? — Norman perguntou baixinho e rouco rente ao seu peito, um sorriso sacana nos lábios finos, voltando a chupar seus mamilos para soltá-los com um barulhinho estalado.
— Sim. — Harry balançou a cabeça, sentindo as mãos de Norman agarrarem sua bunda e o levantar para colocá-lo sentado sobre a máquina de lavar gelada.
Norman voltou a mamar em seu peitinho causando mais sons molhados e estalados, fazendo Harry enlouquecer porque pela primeira vez estava sendo estimulado e tendo a buceta negligenciada pela falta de atenção, o que conseguia deixá-lo ainda mais molhado.
Com os olhos fechados, Harry ouviu os passos de Louis se aproximando de onde ele estava e ainda assim Norman não parou o que fazia, os olhos azuis claros o observando de baixo. Harry abriu os olhos para conseguir ver Louis, gemendo feito uma puta olhando para ele, enquanto outro brincava com seus peitinhos sem parar.
A mão forte de Louis voltou a agarrar suas bochechas daquele mesmo jeitinho que tinha feito na primeira vez em que conversaram, e Harry quis derreter com aquele toque e a proximidade de seus rostos.
— Você quer que eu te foda nessa sua buceta? — Louis perguntou em um grunhido, liberando a fumaça da nicotina em seu rosto, vendo Harry assentir desesperadinho. — Vai precisar fazer por onde, mostrar que merece isso. E eu só gosto de bucetas apertadas, Harry... você acha que sua buceta é apertada o suficiente para mim?
— Sim! Ela é, eu juro! — Harry não refletiu muito sobre suas ações quando puxou o braço de Louis e levou a grande mão até sua buceta, pressionando a ponta dos dedos dele ali. — V-Veja, veja você mesmo.
Estava sendo um pouco difícil para Harry pensar coerentemente, Norman não dando nenhuma pausa nas sucções insistentes e ainda esfregava o rosto contra seus peitos, a barba curta fazendo cócegas na região e a deixando avermelhada com o atrito. Então Louis ainda estava o segurando pelas bochechas como uma coisinha, aquele cigarro aceso muito próximo da buceta de Harry sendo capaz de queimá-lo se não tomasse cuidado.
Harry abriu ainda mais as pernas em um claro convite para Louis ir em frente com aquilo, as coxas estremecendo ao sentir uma queimação no inferior de uma delas, como resultado de Louis pressionando a bituca acesa do cigarro bem ali. O mais novo chiou de dor, os dedos magros ainda apertando com força tanto aquele pulso de Louis, enquanto a outra puxava Norman para ainda mantê-lo por perto.
Foi quando Harry de repente sentiu os dois dedos grossos de Louis invadir sua buceta de uma só vez e de modo nenhum pouco delicado ou cuidadoso. A boca de Harry se abriu em um gritinho dolorido, sentindo a bucetinha arder quando foi forçada a se alargar de repente para receber aqueles dois dedos.
A cabeça de Harry pendeu para trás pelo prazer que toda aquela situação estava o fazendo sentir, não sendo capaz de acreditar que estava em uma situação como aquela, pela primeira vez em muito tempo sentindo aquele tipo de prazer intenso que você sente genuinamente consumir seu corpo.
E veja só, ele ainda estava em uma situação um tanto degradante, mas que ainda era capaz de deixá-lo fora do eixo.
Os dedos de Louis começaram se mover para dentro e para fora de sua bucetinha com tamanha força que o fazia ofegar, causando também aqueles barulhos excessivamente molhados que podiam ser perfeitamente escutados. Norman daquele momento em diante, estava fazendo certa questão de raspar a ponta dos dentes nos biquinhos sensíveis e àquela altura já inchados de tanto serem chupados.
Norman parecia ter decidido parar de judiar um pouquinho de seus peitinhos, os lábios molhados fazendo uma trilha molhada ao longo de seu busto e pescoço, mordiscando e sugando a pele durante aquele processo. Isso enquanto Harry estava precisando fazer muito esforço para não enlouquecer com aqueles movimentos específicos que Louis realizava com os dedos, enfiados até o fundo dentro de si.
Talvez a parte mais fodida de toda aquela situação, era que Louis parecia realmente estar conferindo se sua buceta era boa o suficiente. Ele ainda carregava aquela expressão séria no rosto, olhos azuis muito frios analisando sua expressão, ao que curvava ou afastava os dedos um do outro realizando movimentos de tesoura.
— L-Louis? É bom o suficiente pra você? — Harry perguntou com certa ansiedade, piscando os olhos verdinhos muitas vezes.
Com um beicinho, Harry assistiu Louis puxar para fora da sua buceta os dedos completamente melados e brilhantes com seu melzinho, aquela expressão ainda séria na rosto observando como os dígitos tinham saído extremamente molhados.
Louis então enfiou aqueles dedos na boca de Harry, que no mesmo instante sentiu o próprio gosto e logo começou a chupá-los como um bom garoto a fim de limpar a própria bagunça. O pior era que enquanto aquilo, Harry continuava olhando diretamente nos olhos dele feito a maior das putinhas, começando a usar a língua quente e molhada para esfregar e brincar com os dedos.
E aquele era o problema de Harry. Ele tornava praticamente impossível a missão de não demonstrar o quanto ele era capaz de desestabilizar qualquer um facilmente.
Harry era perfeito e parecia ser exatamente aquilo que Louis tanto procurou por aqueles anos. Só precisava ser cuidado e ensinado corretamente, até que se tornasse exatamente aquilo que Louis precisava que ele fosse.
No momento em que Louis tirou os dedos da boca de Harry, Norman se afastou o suficiente de Harry para que daquela vez fosse Tomlinson a estar posicionado devidamente entre as pernas abertas dele. Harry engoliu em seco pela expectativa, Louis posicionando ambas as mãos em seu rosto para que lhe olhasse de volta com bastante atenção.
— Você sabe que, se for pra ser mesmo meu, vai ter que fazer tudo e exatamente o que eu mandar, huh? — Louis perguntou com seus rostos muito próximos e Harry assentiu baixinho com os olhos levemente marejados. — Que você não vai ter o poder de questionar absolutamente nada, Harry. Só vai confiar cegamente no meu julgamento do que acho ser certo pra você. Consegue entender bem o que digo?
— Sim. — Os olhos de Harry se arregalaram e ele arfou assustado, ao que a palma da mão de Louis atingiu sua bochecha com força, fazendo seu corpo balançar um pouco e ele se sentir tonto por alguns segundos. — Sim, eu entendi. Vou obedecer tudo. — Harry disse um pouco mais alto e com aquele sorrisinho safado nos lábios.
— Muito bem. — Louis disse, aparentemente satisfeito com as palavras e obediência do mais novo, se afastando da máquina de lavar onde ainda estava sentado, mandando Norman “terminar logo o que ainda tinha para fazer com Harry" antes de sair fechando a porta.
Então quando Harry viu Norman abaixar um pouco as calças e puxar o pau duro para fora, segurando o membro pela base, ele nem mesmo precisou falar ou insinuar nada. O próprio Harry movido pela empolgação do que tinha acabado de lhe acontecer e as possibilidades do que estava por vir, por conta própria desceu da máquina e se posicionou no chão sobre os joelhos logo em frente a ele, ainda com aquele sorrisinho cuspindo na cabecinha antes de começar a punhetar todo o pau, enquanto o levava até a boca.
Em certo momento Harry só ficou com a boquinha bem aberta e deixou que Norman a fodesse do modo que queria, gostando de ouvir os gemidos prazerosos dele conforme estocava contra sua boca até a cabecinha atingir constantemente o fundo de sua garganta.
Norman puxou o pau para fora de sua boca e punhetou rapidamente até gozar forte sobre seus peitos, rastros de porra branquinha deslizando ali por toda parte. Assim que ele terminou e tinha se recuperado o suficiente, puxou Harry gentilmente pelos pulsos para ajudá-lo a se levantar.
— Você foi muito bom. Obrigado, boneca. — Norman agradeceu baixinho deixando um pequeno selinho em seus lábios, em seguida se afastando para sair da pequena sala.
E Harry foi deixado sozinho para trás exposto e em uma completa bagunça, mas ainda com um sorriso no rosto sentindo a garganta arder e a bucetinha dolorida de quando os dedos de Tomlinson invadiram ela.
Foi sujo pra caralho e Harry ainda se sentiu tão fodidamente bem. E ele queria mais.
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Quando se está preso, você não tem muitas coisas para fazer. Se pode até tentar distrair a mente durante os trabalhos que te colocam pra fazer em diferentes áreas da prisão de semana em semana, como a lavanderia ou cozinha, por exemplo. Fora isso, não há exatamente muitas formas de lazer.
Por isso que quando coisas acontecem entre os presos, não demora muito para que essas coisas virem comentários e se inicie uma grande fofoca por toda parte.
Seguindo por base nisso, nem é necessário dizer muito para saber que logo todos estavam comentando sobre Harry -- um membro do grupo de Salvador e conhecido por prestar seus ótimos serviços para com ele e seus membros – ter supostamente ficado por tempo demais em um local um pouco mais reservado com Tommo, grande rival de Salvador, e um de seus homens de confiança após subornar um dos guardas.
Muitos dos que trabalharam na lavanderia naquela mesma manhã, falaram sem problema algum sobre como Harry foi o último a sair da “pequena sala reservada” e ainda com uma aparência levemente... suspeita. E isso no sentido de uma pessoa que aprontou algo no mínimo interessante trancado dentro daquela sala com dois homens como Louis e Norman.
Harry não era nenhum pouco estúpido para acreditar genuinamente que as coisas ficariam por aquilo e ele futuramente não teria problemas com Salvador. Antes o homem já tinha o dado um aviso bem claro sobre querer que ele se mantesse comportado e distante de Louis – o mais distante que seria possível ao se dividir uma cela com esse alguém que está sendo obrigado a evitar.
Mas claro que Harry fez o completo contrário, no banheiro aceitando dar um pequeno agrado para Norman, de sobra ainda levando dois dedos de Tommo na buceta.
Sim, ele fez tudo direitinho, do jeito que lhe mandaram fazer.
Harry se esforçava para soar convincente na sua missão de tentar ao máximo não demonstrar o quanto estava no mínimo preocupado com o que viria pela frente. O máximo que podia evitar estar sozinho em lugares um pouco mais fechados, ou com as pessoas erradas, ele fazia.
E mal sabia ele que não estava se saindo tão bem assim em disfarçar, pois tinha Louis com os olhos sobre ele mais do que o normal, percebendo que ele estava deixando de ir ao pátio, ou deixando para tomar banho no último minuto e o mais rápido que podia para não ter qualquer tipo de supresa.
Então certa noite, na cela, quando as luzes já foram apagadas e nenhum dos dois estava cansado o suficiente para cair rapidamente no sono, Louis estava sentado no banco com um cigarro aceso entre os dedos e observando Harry deitado silencioso na beliche de baixo.
O local estaria no completo breu e silêncio, se não fosse por uma única luz que era mantida acesa no meio do extenso corredor e os outros presos ainda não estivessem conversando em voz baixa uns com os outros em suas respectivas celas. De onde Louis estava, era capaz de ver Harry deitado com a cabeça sobre o travesseiro e a camisa laranja um pouco levantada, deslizando distraído a ponta dos dedos na própria barriga.
— O que aconteceu pra te transferirem de cela? — Louis acabou perguntando em tom baixo, enquanto liberava a fumaça de nicotina, chamando a atenção de Harry que no mesmo instante o olhou e tinha um sorrisinho sapeca nos lábios. — Como alguém como você veio parar em uma das alas mais perigosas desse lugar de merda?
Diante da pergunta, Harry se virou para ficar de lado olhando na sua direção, o cotovelo apoiado no colchão e o queixo na mão, não evitando dar uma boa olhada em Tomlinson sem camisa laranja e usando sim uma regata branca, os braços tatuados e malhados com tatuagens e algumas cicatrizes ficando a mostra.
Como podia Louis ser tão gostoso daquele jeito e conseguir torturar Harry com tão pouco?
— Não ficou sabendo? Tentei pegar a arma de um guarda. — Harry respondeu, não disfarçando aquele deboche na voz e ainda com o sorrisinho. — Logo sou perigoso e meu lugar é aqui.
— Eu ouvi falar nessa historinha ridícula. — Louis disse balançando a cabeça em negação, os olhos semicerrados observando Harry. — Acredite em mim, estou há tempo o suficiente nesse lugar pra entender bem como as pessoas que entram aqui funcionam. Até mesmo esses imbecis — Louis apontou para o lado de fora da cela, indicando os outros presos daquele corredor. — que supostamente já não tem mais nada a perder e poderiam fazer qualquer coisa, não teriam a atitude de pegar a arma de um tira daqui. Quer mesmo que eu acredite que logo alguém como você faria isso? — Daquela vez Louis quem tinha um sorrisinho nos lábios, Harry ficando em silêncio o observando por um momento.
— Tem ideia de como soou bem presunçoso agora, senhor Tomlinson? Sua sorte que é atraente e cai bem em você. — Harry o lançou uma piscadela e viu Louis revirar os olhos, se divertindo ao assistí-lo puxar um pouco a calça da virilha.
— Para de mudar de assunto, isso não cola comigo. — Louis disse em um tom sério.
— Tô vendo. — Harry ainda tinha um tom divertido e então sentou se encostando na parede de cimento, abraçando as pernas contra o peito. — No dia que a coisa aconteceu, depois que nos falamos na lavanderia, precisei deixar o saco de roupas limpas naquele depósito no final do corredor. Jimmy estava lá, até parecia saber que eu entraria em algum momento, e pediu pra me ver. Disse que seria saber se os comentários sobre mim eram verdade. Eu falei que não, que não ia mostrar nada e ele ficou confuso... dizendo que eu mostrava pra todo mundo.
Harry observou aquele vinco que se formou entre as sobrancelhas de Louis e sua expressão franzida em... Nojo? Raiva? Desprezo? Uma mistura dos três, talvez?
— Nisso ele não mentiu. — Harry continuou com um pequeno dar de ombros. — Eu posso mostrar pra todo mundo, mas eu só faço isso porque quero. E eu me recuso a fazer algo que realmente não quero fazer... Então eu vi que ele ia me forçar.
— Por isso a versão de que tentou pegar a arma dele?
— Antes eu tivesse tentado. — Harry já estava com um tom um pouco mais irritado, um beiço quase infantil nos lábios rosa. — Só o acertei no saco e me afastei. Claro que ele ficou irritado porque não deram pra ele o que ele queria, então criou essa versão de que de repente fiquei violento, o encurralei – um homem duas vezes mais alto que eu, diga-se de passagem – e tentei pegar sua arma.
Harry fechou os olhos por um momento e respirou fundo, percebendo só então como a história ainda o afetava tornando-o irritadiço. Então voltou a olhar para Louis, que tinha ficado de pé e caminhado até às grades da cela, apoiando os antebraços ali.
— É Jimmy o nome dele é? — Louis perguntou com a voz um pouco distante e estranha, Harry olhando confuso para as costas dele.
— Jimmy é o apelido. O nome do idiota é James... Dawson? Eu acho. — Harry respondeu e ouviu Louis murmurar em compreensão. — Por quê? — Acabou perguntando curioso e interessado.
— Nada. Só é bom tentar saber o máximo quando se tem um doente assim por perto. — Louis voltou a se virar para olhar na sua direção novamente, se encostando nas grades e cruzando os braços. — Mas não é por causa dele que esses dias está preocupado e com medo até da própria sombra, huh?
Aquilo pegou Harry um pouco de surpresa, para em seguida um sorrisinho se voltar para seu rostinho levemente corado. Então Louis definitivamente o observava e prestava atenção nele, tanto quanto Harry sem vergonha alguma fazia com ele.
Harry então balançou a cabeça em negação e voltou a deitar de ladinho na cama, puxando o travesseiro para abraçá-lo, ao que balançava a cabeça em negação dando a entender que não era nada. Mas Louis não parecia nenhum pouco satisfeito com sua resposta, se aproximando da sua cama e sentando na beirada, Harry engolindo em seco quando ele passou os dedos por seu cabelo e os apertou um pouco.
— Huh, Harry? — Louis aproximou um pouco seus rostos, os olhos azuis muito frios intimidando Harry ao extremo. — Agora eu tô mandando você me contar. Antes você disse que iria me obedecer, sim? Eu lembro muito bem de você garantindo que faria tudo que eu mandasse.
— E eu vou fazer. — Harry disse baixinho, temendo ter feito besteira e Louis acabar desistindo dele, porque se ele disse que iria obedecer então ele realmente o faria.
Então ele voltou a sentar e daquele jeito ficou bem pertinho de Louis, seus rostos a pouco centímetros de distância um do outro, Harry observando sem escrúpulos os lábios entreabertos dele e a barba curta no rosto atrativo. Além daquela proximidade que já deixava Harry com uma pequena tensão pela situação, Louis ainda mantinha os dedos apertando seus cabelos para mantê-lo por perto e olhando em seus olhos.
— Eu admito que estou um pouco preocupado com Salvador e os homens dele. — Harry confessou em um tom baixinho, pressionando os lábios por um momento. — E à essa altura você já deve estar sabendo que, bem, todo mundo tá comentando sobre aquele dia e você não é exatamente a pessoa favorita de Salvador. Agora que eu basicamente o trai, decidindo ir com você e Norman, ele com certeza quer o meu pescoço pra dar uma lição.
— E você acha que ele vai fazer alguma coisa com você?
— Se ele tiver a chance, pode apostar que sim. — Harry falou com os olhos um pouco arregalados, como se aquilo já fose um fato mais do que óbvio.
— Então acha que eu deixaria algo acontecer com você? — Louis perguntou de modo genuíno e com um real interesse de saber sua resposta.
Aquela fala pegou Harry um pouco de surpresa. Na sua cabeça, depois do que aconteceu entre ele e Norman com uma pequena particição de Louis, não era como se tudo já estivesse certo e Louis definitivamente estivesse o devendo algo como proteção, nesse caso.
Tudo bem que Louis já deveria imaginar que logo surgeriam comentários sobre Harry estar se envolvendo com seu grupo bem sob o nariz de Salvador e que poderia arrumar problemas sérios para o garoto. Mas ainda assim, Harry não pensou que Louis se preocuparia com essa situação até que algo definitivamente acontecesse entre os dois, ou até que as coisas ficassem tão preocupantes ao ponto de Harry precisar implorar por ajuda.
Louis ter falado daquele jeito, dava a entender que já estava tomando as precauções para que não lhe acontecesse nada. Que Harry já estava seriamente envolvido com ele e seus homens, e que nada lhe aconteceria por causa de um grupo anterior. E isso sem Harry nem mesmo ter feito sexo ou algo significante para com ele, além de Norman – que também não tinha recebido nada além de um boquete.
Aquilo era um território novo para Harry. Sabia que quando estava com Salvador e seus homens idiotas, eles nem mesmo se preocupavam de verdade em protegê-lo de certas situações, quando Harry constantemente era colocado contra a parede pelos outros presos que nem mesmo conhecia e tentavam se aproveitar de si e conseguir sexo. E se Harry ousava se mostrar insatisfeito com isso, logo acabava como culpado por estar sempre “provocando” ou “não cumprindo corretamente com sua parte do combinado”.
E talvez fosse por isso aquela surpresa de Harry. Louis estava ali dando a entender que não seria idiota o suficiente erm deixá-lo vulnerável depois do que aconteceu.
— Bom... — Harry encolheu os ombros um pouco tímido e sem jeito. — Imaginei que você ainda não achava que tinha algo a ver comigo e que eu só deveria... me virar, eu acho.
— Não me entenda errado, Harry, eu sou um homem meio merda, mas não nesse ponto. — Louis o soltou, mas Harry ainda se manteve por perto, o assistindo pegar o isqueiro e maço de cigarros que mantinha preso no elástico da calça, acendendo mais um entre os lábios em meio a uma longa tragada. — E não é querendo te assustar e nem nada, mas você estava certo em ficar preocupado. Se já não tivesse gente de olho em você, eles provavelmente tinham te feito alguma coisa.
— Legal. — Harry falou aquilo com um pouco de dificuldade, ao que engolia em seco. — Você é ótimo com as palavras, Tommo. — Disse em um tom levemente sarcástico.
Harry voltou a deitar, inegavelmente mais tranquilo após aquela pequena conversa com Louis, mesmo que na última parte ele tenha o assustado um pouco. Claro que não significava que ele podia ficar de guarda baixa e se permitir ficar vulnerável, quando absolutamente qualquer coisa podia lhe acontecer se não tomasse cuidado o suficiente.
Porém, sabendo que Louis estava realmente sendo cuidadoso em relação a sua situação, Harry já podia voltar a andar com naturalidade pelo refeitório e até mesmo ir tomar seu banho de sol no pátio – algo que estava evitando fazer nos últimos dias.
Em determinado momento, Harry, ainda com seus olhos fechados e um sorrisinho discreto de alívio nos lábios, teve a sensação de estar sendo muito observado. No momento em que abriu os olhos, eles se encontraram com as íris muito azuis observando seu rosto e em seguida seu corpo.
Foi inegável como isso foi capaz de fazer as borboletas no estômago de Harry dançarem alegremente e ele ter a impressão que nunca se acostumaria com Louis perto daquele jeito, e ainda o observando daquele jeito. Harry fez certo esforço para lançar sua timidez aos ares, esticando o braço para a ponta dos dedos tocarem o braço de Louis, fazendo ali um pequeno carinho discreto ao que contornava lentamente os traços escuros da tinta gravada em sua pele bronzeada.
— Isso significa que eu sou seu agora, huh? — Harry perguntou baixinho, aquele sorrisinho adorável nos lábios e formando covinhas nas bochechas rosa. Mas Louis não respondeu, se limitando a continuar o olhando em silêncio, esperando pelo seu próximo passo. — Sabe, você tem toda essa fama de ser bem seletivo com quem quer manter por perto ou não, e fica um pouco difícil de não me perguntar... há quanto tempo você não fica com alguém? — O garoto avançou um pouco mais, a mão na coxa de Louis e os dedos muito perto de sua virilha. — Tendo tanta responsabilidade nas costas, deve ser um pouco difícil não ter com quem desestressar e espairecer a mente...
— Onde quer chegar com isso? — Louis perguntou em um tom levemente humorado com aquelas investidas nada discretas do mais novo, observando o exato momento que ele começou a empurrar a calça lentamente pelos quadris e coxas, e fingiu que aquilo não lhe afetava nenhum pouco.
— Você me falou que já está garantindo minha proteção, então eu quero agradecer. — Harry falou com um beicinho e dar de ombros, a mão finalmente alcançando seu pau e os dedos apertando ali levemente, umedecendo os próprios lábios com a sensação de como ele ali já conseguia ser grande.
— Não é assim que funciona comigo. — O sorriso sumiu da feição de Harry, ao que teve a mão afastada por Louis e ele ficou de pé. Sua reação automática foi sentar novamente, observando com atenção ele se afastar da cama e recostar contra a outra parede, olhando na sua direção. — Voce faz por merecer. É assim que funciona.
— E como faço isso?
— Você agora não é pra ser um dos meus? Prove o seu valor fazendo algo útil para mim e um dos meus homens... e não, não estou falando de sexo. Sexo qualquer um aqui dentro pode fazer. — Louis deu de ombros, lançando uma olhada para o lado de fora da cela. — Eu estou falando de risco.
Louis deu uma última tragada no cigarro, antes de apagá-lo na parede e jogar a bituca no pequeno mictório ao canto da cela, os olhos de Harry ainda presos nele. Harry engoliu em seco com Louis se aproximando e apertando ambas suas bochechas com uma só mão lhe arrancando um biquinho, daquele jeitinho que já estava se tornando costume de fazer.
— Mostre que é útil e que é o tipo de pessoa que eu quero manter ao meu lado. Que o que eu precisar, independente do que seja, você vai se mostrar disposto a fazer sem pensar duas vezes. — Com tamanha proximidade, Louis o provocou um pouco deslizando o polegar sobre sua boquinha, rindo anasalado quando Harry colocou a língua para fora tentando alcançá-lo. — Só quando fizer isso, vou realmente te foder do jeito que quer e vai ser todo meu. Me deixe saber que entendeu.
— Eu entendi. — Harry falou com a voz embolada, as bochechas ainda sendo apertadas.
Então, sendo pego totalmente de surpresa, Louis juntou seus lábios por alguns segundos, o que fez Harry arregalar os olhos e permanecer paralisado, mesmo quando foi soltado e Louis acertou tapinhas em sua bochecha corada.
— E é claro que enquanto isso, ninguém vai te foder nessa buceta. Sim, Harry? — Harry balançou a cabeça afirmando em resposta, ainda muito abalado pra conseguir formular uma fala e dizer de modo que soasse coerente. — Muito menos você vai poder tocá-la. — Louis falou em teste, mas Harry voltou a assentir depressa em uma necessidade de agradar, e aquilo foi mais que o suficiente para o mais velho ficar satisfeito. — Muito bem... você vai guardá-la somente pra mim. Como uma putinha virgem e obediente.
— Sim, Louis, eu vou. — Harry foi solto e Louis voltou a deixar mais tapinhas em sua bochecha, antes de se afastar para subir na beliche, dizendo em voz alta que deveria ir dormir.
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Os dias estavam se passando e Harry ficava cada vez mais desesperado.
Não, ele não estava tendo problemas com Salvador ou nenhum outro homem do antigo grupo, além de tentarem intimidá-lo com olhares mortais ou insinuações levemente assustadoras do que queriam fazer com ele caso ninguém estivesse vendo. Ao contrário do que deve se pensar também, Harry não conseguiu de imediato criar uma boa relação com os homens de Louis, que tinham certo problema com ele por estar vindo de um grupo rival.
Harry precisou se esforçar muito para se mostrar um alguém agradável e útil para cada um deles, mesmo que muitas vezes fosse recebido com olhares de desprezo, sendo ignorado e alguns desses dizendo com todas as letras “saia da porra da minha frente, ou aí sim teremos muitos problemas”. Harry não seria idiota o suficiente para ir até Louis falar o que estava se passando, ele não chegava a ser imbecil e tão sem noção nesse ponto.
Então o que alguém como Harry, sem força física ou capaz de fazer coisas grandiosas e notáveis, podia fazer por aqueles homens e até mesmo por Louis, para conseguir desse aquela atenção que tanto almejava? – detalhe que ele não poderia usar do sexo como já estava acostumado a fazer antes mesmo de pisar os pés naquele presídio.
Porque sim, Harry estava mais do que disposto de mostrar para Louis que ele era capaz de realmente obedecer ordens e se mostrar 100% leal ao que lhe mandavam fazer.
Outra coisa que o complicou muito naquele processo de se conectar de verdade com o novo grupo que estava, foi que Harry teve a impressão de que aqueles homens estavam na verdade frustrados pela falta de sexo com ele.
Talvez eles tivessem pensado que com Harry finalmente ao lado deles, poderiam conseguir um novo tipo de diversão diária. Então Louis chegar e dizer que não era bem assim que as coisas funcionariam, acabou não pegando legal para Harry, que no final das contas era quem estava pagando por essa coisa toda.
Você pode estar se perguntando agora “Então o que Harry fez para conseguir aos poucos a aprovação de cada um desses caras?” Ele fez o que ele fazia de melhor: convencer e provocar até finalmente conseguir o que queria. E adivinhe? Estava dando certo.
Harry estava conseguindo contrabandear através de guardas que nutriam certa afeição por ele e simplesmente o adoravam coisas que eram do interesse desses homens de seu grupo sem eles nem mesmo pedirem.
A maioria daqueles homens optava por fingir que a presença de Harry pouco lhes importava e falavam uns com os outros sobre assuntos que eram de seu interesse. Poucos, realmente pouquíssimos deles direcionavam um par de palavras para Harry, então ficava fácil para o mais novo estar por perto em silêncio, escutando tranquilamente eles conversando sobre suas coisas, guardava para si o que era útil e secretamente pedia o que estava no alcance dos guardas lhe conseguirem.
Em resumo estava dando mais do que certo e aos poucos ele conquistava cada um daqueles homens só em oferecer agrados e prestar favores ao que conseguia coisas lá dentro com mais facilidade.
E a melhor parte de tudo aquilo era que Harry tinha aqueles dois guardas em específico enrolados na ponta do dedo, que nem mesmo precisava fazer sexo com eles para poder pedir e conseguir coisas.
Mas claro que de acordo que o tempo passava, mais Harry fazia pedidos e nada acontecia, os dois homens estavam começando a ficar levemente frustrados e insatisfeitos. A sorte de Harry era que ele já tinha agradado todos que precisava agradar e não precisava mais pedir nada – pelo menos por enquanto.
Claro que em determinado momento chegou até Louis os comentários de todas essas coisas boas que Harry estava conseguindo para cada um daqueles homens. Aquilo significava que Harry tinha realmente dado ouvidos a uma parte de tudo o que tinha lhe falado naquela noite na cela.
Diante daqueles comentários foi um pouco difícil Louis não começar a se questionar como Harry estaria conseguindo aquelas coisas. Imaginou que Harry teria ignorado sua ordem de que não deveria transar com qualquer pessoa ali dentro sem sua autorização. Só a ideia de que Harry poderia ter o desobedecido fez algo ferver no inferior de Louis, que já se encontrava mais estressado que o normal diante de assuntos de negócios que fazia ali dentro.
Louis estava disposto a tirar aquilo a limpo e descobrir por conta própria se Harry tinha ou não feito algo por suas costas.
— Tire a calça. — Louis mandou de modo direto e sem maiores cerimônias, ao que pulou da beliche de cima pegando Harry sentado lixando as unhas em completa surpresa.
Louis já tinha lhe dito antes que se fosse para Harry ser seu, o garoto teria que obedecer e aceitar o que lhe fosse dito sem levantar perguntas sobre o seu julgamento. Por isso que Harry, mesmo com os olhos um pouco arregalados pela ordem repentina, silenciosamente levantou e começou a tirar a peça de roupa junto a roupa íntima até que essas estivessem jogadas em seus pés.
Louis ficou em silêncio o observando por alguns segundos, parecendo pensar em qual poderia ser seu próximo passo, antes de mandar que Harry tirasse a camisa laranja também – o que Harry também fez sem questionar.
Não entendam errado. Harry foi colocado para deitar novamente e com as pernas abertas para Louis, mas ele internamente tinha muitas dúvidas do que estaria acontecendo para o mais velho de repente o cobrar aquilo. Claro que diante das circunstâncias, ele por um momento imaginou que Louis finalmente iria querer fazer algo com ele, talvez em uma recompensa por estar realmente se esforçando para ser útil.
Mas esse pensamento não demorou muito a sair de sua cabeça, diante da nova fala de Louis:
— Quando foi a última vez que fodeu com alguém? — Harry mais uma vez foi pego de surpresa, engolindo em seco e ficando um pouco sem ar ao que a pergunta foi feita ao mesmo tempo que Louis empurrava mais suas coxas para os lados, indicando que queria suas pernas mais abertas.
— Duas semanas, eu acho... — Harry respondeu em um tom baixo e incerto, se esforçando muito para ignorar que estavam claramente sendo observados pelos detentos nas celas do outro lado do corredor.
— Você acha? — Louis perguntou em um tom impaciente, puxando o único banco da cela para perto da cama, sentando ali com os olhos azuis estudando a expressão de Harry.
— Sim, eu acho. — Harry voltou a repetir, se apoiando nos antebraços para poder ver o rosto dele, se segurando para não perguntar de uma vez por todas o que estava acontecendo.
Harry comprimiu os lábios quando Louis se inclinou mais na direção de sua intimidade, no mesmo instante sentindo ele pressionar os dígitos nos lábios da sua buceta gordinha coberta por pelinhos escuros, puxando-os para os lados com a justa intenção de abri-la e deixá-la mais exposta.
Para Louis ter o mandado tirar as roupas e ainda estar o tocando daquele jeito específico o observando com atenção, como se quisesse averiguar algo, foi muito rápido para Harry juntar as coisas como em uma simples soma de 2+2 e entender perfeitamente o que estava acontecendo.
Foi necessário muito esforço da parte de Harry para não esboçar de jeito nenhum um sorrisinho sapeca e provocador, agora que finalmente entendia o que estava acontecendo. Ele relaxou e deitou as costas no colchão ficando à vontade para Louis continuar fazendo o que bem entendesse, os dedos grossos e um tanto rudes dedilhando sua buceta em todos os pontos e na intensidade que bem entendesse.
Em certo momento Louis posicionou a ponta dos dois dedos juntos na entrada daquela buceta, enquanto olhava atentamente para a expressão de Harry. Sem nenhum preparo ou preocupação em lubrificá-los antes, Louis os empurrou para dentro do calor apertado até o fundo e ouviu Harry choramingar, seguido de um longo gemido quando eles começaram a curvar com certa força lá dentro com as pontas atingindo aquele pontinho específico e tão gostoso.
Talvez o mais louco e intenso de tudo aquilo, fosse que Harry sabia perfeitamente que Louis não estava o dedando e fazendo aquilo com a intenção de oferecê-lo algum prazer. Se tratava de Louis apenas se certificando de que ninguém tinha brincado com algo que agora era seu e apenas seu.
E sim, por mais nojento ou humilhante que aquilo pudesse soar, Harry estava simplesmente amando a ideia daquele Louis que tanto desejou e deseja, sentindo certa possessividade em relação ao seu corpo.
Na mesma rapidez que Harry foi enviado para aquela pequena bolha de prazer com os dedos de repente invadindo sua buceta e estimulando seu ponto, ela estourou derrubando-o de cara no chão e deixando-o levemente desnorteado piscando os olhos algumas vezes, ao que Louis de repente os tirou e olhou atentamente para eles, observando o próprio polegar esfregar nos dígitos melados com a lubrificação natural que a bucetinha expeliu.
Os lábios de Harry estavam abertos deixando escapar pequenos ofegos e voltou a olhar na direção de Louis, sabendo que ele tinha terminado quando indicou com um gesto que deveria colocar as roupas de volta. Harry, ao invés disso, sentou na beirada da cama chegando mais pertinho de onde Louis estava ainda sentado naquele banco.
— Eu não transei com ninguém. — Harry falou pela primeira vez e sua voz saiu baixinho, de um jeito adorável chamando atenção de Louis.
— Eu vi que não. — Louis levou os dois dedos melados até a boquinha de Harry, que os recebeu de prontidão para chupá-los com certo brilho nos olhos verdes, fazendo questão de gemer baixinho olhando diretamente nos olhos muito azuis que começavam a ser tomados pelos pretos das pupilas. — Posso saber exatamente como conseguiu aquelas coisas?
Harry balançou a cabeça em afirmação e no mesmo momento Louis puxou os dedos para fora de sua boca, demonstrando que queria explicações naquele mesmo momento. Mesmo com um beicinho decepcionado por não ter mais aqueles dois dedos grossos que por pouco não preenchiam completamente sua boca, Harry iniciou.
— Tem dois guardas que gostam muito de mim. — Explicou com um pequeno dar de ombros e sorriso nos lábios. — Eles até queriam algo comigo em troca das coisas que pedi, mas sempre consegui enrolar eles e nunca aconteceu nada.
— Nem mesmo na sua boca? — Louis perguntou com certa curiosidade e interesse, Harry balançando a cabeça em negação.
— Nadinha. — Harry levantou da cama e se aproximou de Louis mais um pouco, parando de pé naquele espaço entre as pernas abertas dele, flagrando a olhada de cima a baixo que ele deu no seu corpo exposto. — Você não me deu permissão, lembra?
— Hum. — Foi tudo o que Louis se limitou a murmurar, se sentindo tentado a puxar Harry para seu colo, tanto quanto o garoto queria se aconchegar pelo menos um pouquinho sobre si. — Bom saber isso. Já tenho me estressado com merdas o suficiente.
— Eu sei. — Harry suspirou e não tentou se conter mais, finalmente sentado de lado em uma das coxas de Louis, tentando se manter calmo mesmo diante daquele olhar intimidante dele. — Antes de brigar comigo... sei exatamente o que posso fazer pra te ajudar com esses problemas.
— Ah, sei. — Louis disse de modo debochado e descrente, imaginando que Harry estaria sutilmente o oferecendo sexo como uma maneira de "tirar o estresse". Ele até chegou a revirar os olhos e suspirar, olhando para o outro lado.
— Não estou falando disso. — Harry também revirou os olhos, já presumindo o que tinha se passado por sua mente. Segurou o rosto dele com uma das mãos e o fez olhar novamente, um sorrisinho meigo nos lábios. — Sei como fazer os guardas novos ficarem sob controle. Não vai precisar se preocupar, vai dar para continuar com seus negócios sem maiores problemas.
— É mesmo? E como pensa em fazer isso? — Louis tinha os olhos semicerrados, observando Harry com atenção.
— Primeiro, eu teria que ter permissão sua para fazer um pequeno agrado para esses dois novos guardas... — Pela expressão de Louis e a maneira que ele abriu os lábios com a intenção de dizer algo, Harry rapidamente o impediu colocando os dedos sobre seus lábios. — Esses guardas que coincidentemente são os mesmos que me dão coisas, que gostam de mim. — Continuou um pouco mais rápido, sem que Louis tivesse a chance de interromper sua linha de raciocínio.
— Você tem que ser muito idiota pra pensar que vou te dar autorização pra transar com dois policiais. — Louis falou em um tom grave e cortante, vendo Harry suspirar – não de decepção, mas sim porque se excitou com o tom que ele usou.
— Eu não preciso transar com eles, só fazer um pequeno agrado. — Harry tinha um pequeno beicinho. — Eu sei que teve essas vezes em que consegui coisas sem nem precisar olhar nos olhos deles, mas eu acho que, pra pedir uma coisa desse tamanho, piscar meus olhos e sorrir não vai ser o suficiente. — Harry começou a usar aquele tom lento e um tanto dengoso, os dedos começando a contornar os traços escuros da tatuagem de seu peitoral que estava um pouco exposta na gola da regata branca. — Fora que não é também como se eu quisesse realmente ter algo com eles, quando só consigo pensar em você fazendo coisas comigo. E eu quero fazer algo pelo menos uma coisinha por você, porque isso dando certo é algo que você precisa muito. Essa é a minha chance de fazer algo grande e mostrar que mereço sua atenção.
Suas palavras fizeram Louis pensar por um momento e Harry desde o começo soube que de uma forma ou de outra Louis iria aceitar, pois um tipo de acordo funcionar com os novos guardas era extremamente importante para a continuidade dos negócios que Louis tinha começado no presídio com outros detentos.
— Tudo bem... você quer muito fazer isso. Mas eu sei que alguém como você vai querer pelo menos uma coisinha em troca. — Louis observou, flagrando o momento que as bochechas de Harry ganharam um pequeno rubor e ele tentou disfarçar abaixando um pouco a cabeça.
— Tem uma coisinha que eu quero... na verdade, é algo que quero fazer. — Harry parou por um momento e percebeu pela expressão de Louis que ele estava apenas esperando o momento em que finalmente iria dizer o que queria. Harry mordeu o lábio inferior um pouquinho e se aproximou um pouco mais de sua orelha para dizer baixinho. — Quero que me deixe te chupar.
Louis ficou em silêncio por um momento, mas Harry sentiu contra a pele o exato momento que ele suspirou longamente, o hálito quente o atingindo. A falta de resposta fez Harry segurar o rosto dele com ambas as mãos, fazendo-o olhar em seus olhos e ergueu as sobrancelhas, mostrando que estava esperando por algo.
— É só isso que quer? — Louis perguntou olhando por um momento para a região de seus peitinhos e Harry balançou a cabeça em afirmação com um sorrisinho.
— Eu sei que vou conseguir convencer aqueles dois facilmente. Obviamente não precisa ser agora... só depois quando tudo tiver certo, como um tipo de recompensa. — Terminou dizendo com um sorrisinho, os olhos de Louis voltando a se semicerrar e logo ele estava sorrindo pequeno também.
Então Louis concordou que Harry desse um jeito, mas frisou perfeitamente que nenhum dos dois deveriam foder Harry de jeito nenhum, e que se Harry fosse contra isso era melhor ele nem saber o que seria feito à respeito. Aquilo assustou Harry? Deveria, mas ao invés disso uma parte de si esquentou e formigou em expectativa.
Mas, claro, ele não faria nada do tipo porque tinha dado com sua palavra e não fazia o tipo que gostava de desobedecer -- talvez de vez em quando, pois quem às vezes não cede e gosta das coisas um pouco mais duras, huh?
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— E como você vai fazer isso? Precisa de contatos com novos policiais pra fazer a mercadoria entrar aqui dentro de algum jeito, huh? — Um dos homens perguntou descrente, o braços cruzados e ainda lançando aquele olhar para Louis.
— Já tenho alguém se assegurando de que isso vai acontecer do jeito que precisa acontecer. — Louis disse sem dar muita importância para o tom que o outro usou.
No mesmo instante em que disse isso, Louis viu mais ao longe Harry entrando no pátio para se juntar a ele naquele pátio em que tinha direito a ficar "sozinho" algumas vezes. Esperou que ele olhasse na sua direção para levantar o braço e fazer um gesto com os dedos segurando o cigarro, indicando que o garoto deveria se aproximar.
Assuntos sobre os negócios continuaram e Norman sentado logo ao lado de Louis respondia com tranquilidade algumas das questões que os homens vinham a ter, porque o outro de olhos azuis estava muito interessado em esperar até que Harry estivesse perto o suficiente de si.
Harry parou de pé logo ao seu lado, cumprimentou todos e olhou em seus olhos em silêncio, fazendo um gesto com a cabeça indicando que já tinha feito o que precisava fazer com os dois policiais. Mesmo com aquela informação, Louis não disse nada e só ficou por um momento o observando, como se estivesse tentando arrancar alguma coisa nova de si só com o olhar, descobrir alguma sujeira que poderia estar escondendo, mas foi impossível de saber.
— Harry. — De repente ouviram a voz de um dos detentos que estava naquela espécie de reunião. O garoto olhou na direção dele, querendo saber o que era. — Você sumiu. Onde que tava até agora?
— Ah, me chamaram pra falar do meu novo cronograma de trabalho. Me transferiram da lavanderia para a cozinha agora. — Harry disse a última parte olhando para Louis, indicando mais uma vez que tudo tinha dado certo. — Vou trabalhar alguns dias da semana lá, ajudando a preparar as refeições e lavando aquele monte de louça.
— Hum, trabalhar na cozinha aqui é sempre um bom sinal. — O mesmo detento falou e logo começou a explicar quando viu o olhar questionador de Harry. — Sempre colocam quem tem bom comportamento e não vai mais ficar tanto tempo aqui.
Aquilo era em parte verdade. A outra parte do porque Harry estava sendo colocado na cozinha era a facilidade de conseguir dali as mercadorias e levar para Louis tudo o que ele precisaria.
O assunto de conseguir trabalho na cozinha se estendeu mais um pouco entre os homens, enquanto aquilo Harry sendo pego de surpresa com Louis o puxando para fazê-lo sentar em seu colo – algo que até aquele momento nunca tinha feito. Ele até chegou a enterrar o nariz na curva de seu pescoço e inalou profundamente o seu cheiro, tentando descobrir se algum outro não estava gravado ali junto a ele.
Na mesma intensidade que os homens estavam fingindo não ver nada de diferente acontecendo bem na frente deles, Harry se esforçava para fingir que estava tudo certo e sob controle. Que estava pouco se importando com a ponta do nariz e os lábios junto a barba se esfregando na pele sensível de sua nuca, enviando arrepios gostosos para todo seu corpo.
Mas bastou Louis apertar o inferior de suas coxas e deslizar a mão um pouco mais para cima, os dedos pressionando sua buceta ainda sob calça laranja, que Harry fechou os olhos em um ofego excitado. Os homens continuavam conversando para não dar tão na cara de que observavam o que estava se passando entre eles dois, mas ainda que tivesse os olhos fechados para evitá-los e focar na sensação dos lábios e barba de Louis contra sua pele, Harry ainda era capaz de sentir o quanto estavam sendo observados.
— Eu consegui. — Harry disse baixinho, mesmo que tivesse certeza de que Louis já tivesse se dado conta daquilo. Talvez ele tivesse um pouquinho desesperado por algum tipo de aprovação. — Foi fácil... só tive que mostrar pra eles e usar um pouco as mãos...
— Ainda assim quero ver você. — Louis disse de maneira irremediável e Harry deu de ombros, começando a falar que quando voltassem para a cela o mais velho poderia fazer o que quisesse. — Não, eu quero agora. E acho que ninguém aqui vai se incomodar.
Harry engoliu em seco e de repente tinha se instalado um silêncio no grupo, provando ainda mais o fato de que estavam prestando muita atenção naquele diálogo entre os dois.
Não era como se ele já não tivesse ficado exposto inúmeras vezes para diferentes homens daquele lugar, isso mais vezes do que era capaz de contar. Mas alguma coisa fazia Harry sentir de certa forma que era diferente daquela vez e ele não conseguia entender bem porque. Aquilo também não queria dizer que não queria concordar com aquilo, só estava se sentindo um tantinho ansioso.
— Agora, agora? — Harry ainda perguntou e Louis balançou a cabeça em afirmação.
Harry respirou fundo por um momentinho e ficou de pé, se forçando a ignorar um pouco os olhares conforme tirava a camisa sobre a cabeça e os braços, deixando a peça de roupa sobre uma das mesas para seguir e tirar a calça também laranja e larga. O garoto nunca esteve tão grato por aquele dia estar fazendo sol e logo sentir o calor aquecendo seu corpo muito exposto, ainda que o vento um pouco frio o atingisse e fizesse seus cabelos pouco abaixo dos ombros balançarem loucamente.
No momento que Louis indicou que deveria se aproximar mais novamente, Harry atendeu de prontidão e até estremeceu um pouquinho pela empolgação. Harry parou de pé naquele espaço entre as pernas dele, olhando atento para Louis levando as mãos para sua cintura, os polegares deslizando sobre os ossos proeminentes de seu quadril.
— Por que pararam de conversar? — Louis questionou em voz alta, sem tirar os olhos do corpinho adorável de Styles. — Continuem. Ignorem a gente. — Como se isso fosse humanamente possível.
Norman foi o primeiro a voltar a falar e chamar a atenção dos outros, que ainda assim continuavam se alternando entre dar atenção para aqueles dois e Norman.
As mãos de Louis apertaram a curva de sua cintura um pouco e seus quadris por um momento, as deslizando em seguida até sua bunda, apertando ali com tanta força e puxando-as para os lados, expondo seu buraco apertado para os homens sentados logo atrás que observavam tudo, ficando cada vez mais excitados conforme os minutos passavam naquele pequeno show.
Harry gemeu um pouquinho sentindo o bumbum arder somente com a força que Louis apertou a carne, em seguida acertando um tapa em ambas as nádegas e segurando para puxá-lo mais para perto. Se sentindo um pouco mole com aquela mistura de sentimentos consumindo o seu corpo, Harry rapidamente apoiou as mãos nos ombros de Louis e ofegou com a sensação da língua quente dele deslizando lentamente de seu baixo ventre até o umbigo.
— Eles gozaram em alguma parte sua? — Louis perguntou, parando por um momento com o que fazia, se divertindo um pouco ao reparar como Harry já estava tão corado e afetado com tão pouco.
— Não... não deixei. — Harry arregalou os olhos um pouco, assustado que Louis o puxou de repente para voltar a sentar de lado em seu colo. — Fiquei com medo que pensasse... que pensasse algo errado. Que eu fiz algo errado, sendo que não fiz.
— Está tão preocupado assim em ser bonzinho e fazer a coisa certa para mim? Para alguém que gosta tanto de sexo deve estar sendo difícil. — Louis comentava em uma voz baixa e lenta, enquanto orientava Harry a abrir bem as pernas da melhor maneira que podia, Harry abraçando o seu pescoço para ter onde se segurar. Os dígitos grossos logo começaram a dedilhar os lábios da buceta e sentia ali os pelinhos escuros por não se depilar já ter um certo tempo. — Por que está tão molhado? Eu não fiz nada. — Harry sentiu Louis rir baixinho contra sua orelha e isso, se possível, conseguiu excitá-lo ainda mais, ao ponto de choramingar um pouco se movendo inquieto em seu colo.
Assim como tinha feito da outra vez, Louis ficou olhando para os movimentos que os próprios dedos faziam provocando os lábios da buceta dele, às vezes esfregando os dedos no montinho com um pouco mais de afinco para sentir Harry estremecer.
Harry o tempo todo se manteve parado e com as pernas abertas do modo que Louis desejava. Tão focado estava na sensação dos dedos grossos explorando e brincando com diferentes pontos da sua buceta, que tinha decidido ignorar de uma vez por todas aqueles olhares penetrantes sobre si, porque Louis o tocando sempre seria a coisa mais importante para se dar atenção.
Os dedos de Louis afastaram os lábios de sua buceta para os lados e a deixou bem mais exposta, ele se curvando um pouco para olhar bem ali se não tinha "algo errado". Depois seguiu para posicionar dois dedos sobre sua entradinha e, já deduzindo que Louis faria a mesma coisa que fez da primeira vez que o inspecionou, Harry agarrou o tecido de sua camisa e apertou forte em precipitação.
Eles estavam olhando nos olhos um do outro quando Louis deslizou a ponta dos dedos para dentro e fez o restante com certa lentidão. A boquinha de Harry estava aberta em um suspiro e as pálpebras estremeceram um pouco, ao que se forçava a ficar com os olhos abertos e não perder nada daquela expressão no rosto bonito e sério de Tomlinson.
— Sente? — Harry perguntou baixinho com um pouquinho de dificuldade, pressionando os lábios, mas ainda não sendo suficiente para conter um gemidinho com os dedos grossos começando a se curvar dentro de si. — Ainda estou bom pra você.
— Shh, relaxa. — Louis murmurou baixinho, rindo um pouquinho do desespero dele. — Não inspecionei tudo ainda.
Ele puxou os dedos para fora da buceta tão apertadinha de Harry e deu uma olhada em como eles saíram bastante molhados, somente da lubrificação que ele expeliu, nenhum sinal de que tinham gozado dentro dele.
Então ele voltou a levar os dedos para sua intimidade somente para os deslizar um pouco mais para baixo e pressionar na borda de seu cuzinho, mostrando que tinha realmente a intenção de colocá-los para dentro. Por isso Harry se empertigou e inconscientemente se apertou com força, os olhinhos se fechando tentando se preparar para o que vinha pela frente.
Ele quis muito gritar e implorar para Louis não fazê-lo, pois sem qualquer preparação ele poderia acabar se machucando e dolorido, fora que ele realmente não tinha aprontado de jeito nenhum. Mas sabia que Louis precisava tirar uma prova completa e que precisava ser bonzinho e maleável para receber sua recompensa.
— E-Espera. — Harry pediu levando a mão até o pulso dele, segurando um pouco e engolindo em seco, tentando se preparar psicologicamente para aquilo. E para sua completa surpresa, Louis de fato esperou e podia sentir o olhar dele queimando em si.
— Você não fez nada de errado, fez?
— Não, juro que não. — Harry disse agoniado e respirou fundo, finalmente soltando o pulso dele.
— Algo me diz que está falando a verdade. — Louis disse, mas ainda estava tentando colocar os dedos em sua bunda. — Por isso vou ser gentil dessa vez. E pense, se fosse para fazer isso com raiva, eu já tinha feito há muito tempo, huh?
— O-Obrigado. — Harry tinha um sorrisinho nos lábios, olhando na direção de Norman no mesmo momento que Louis começou a empurrar os dedos lentamente para dentro de seu cuzinho.
Harry gemeu dolorido e abriu bem mais as pernas, tendo certa satisfação quando os dedos de Norman começaram a acariciar distraidamente seu tornozelo, como se estivesse silenciosamente lhe passando um tipo de apoio.
Estava decidido de uma vez por todas que Harry adorava receber aquele tipo de atenção.
— Viu? Eu estou bem? — Harry tinha um tom ofegante, olhando sobre o ombro para conseguir ver o rosto de Tomlinson, que demonstrava o quanto estava satisfeito.
— Muito bem. — Louis aproximou mais os lábios de sua orelha e Harry sorriu tolamente, se movendo inquieto sobre seu colo. — Estou orgulhoso.
Louis voltou a puxar os dedos para fora de seu cuzinho e acertou uns tapinhas na lateral da coxa de Harry, dando um sinal de que ele podia se levantar.
E no momento que Harry recebeu permissão para sair do seu colo, não demorou a se posicionar no chão sobre os joelhos, assistindo com certa empolgação e prazer Louis se desfazer do nó do cordão de sua calça e puxar a calça um pouco pelas coxas junto a cueca para expor o pau e as bolas.
Um sorriso genuíno marcou os lábios rosa do garoto e os olhos verdes chegaram a brilhar, sem acreditar que aquilo finalmente estava acontecendo.
— Todo seu. Você fez sua parte. — Louis falou apoiando os antebraços na mesa logo atrás de si, dando liberdade para Harry ir no ritmo que bem entendesse.
— Obrigado. — Harry sussurrou dando uma boa olhada no membro grande semi-ereto, a cabecinha rubra tentando a levá-la logo para a boca, aqueles pelinhos na virilha de Louis deixando-o mais irresistível aos olhos do garoto.
Tão empolgado Harry estava com a situação, nem se dava conta dos comentários que alguns dos homens estavam fazendo sobre ele tão submisso daquele jeito, outros precisando de conter muito em não tocarem os paus que começavam a ficar duros nas calças com a visão da bunda redondinha virada na direção deles.
Harry se curvou mais em direção ao pau, empinando a bunda para trás um pouquinho mais, colocando a linguinha para fora começando pelas bolas cheias e subindo lentamente até a cabecinha. Deixou ali um longo rastro de saliva, se afastando a tempo de ver ela escorrer lentamente até as bolas dele.
— Oh, merda... — Norman praguejou logo ao lado de Louis, assistindo tudo aquilo bem de perto e se sentindo excitado pra caralho.
Harry olhou um pouquinho na direção de Norman e sorriu, segurando a base do membro do Louis e logo levou a glande até a boca, começando a chupar do jeito que tanto queria há tanto tempo. Mas claro que ele começou mamando devagarzinho, colocando cada vez mais na boca até a a glande atingir o fundo de sua garganta, e voltando para trás deixando ali bagunça de saliva.
Louis tinha os lábios entreabertos em excitação, escapando pequenos suspiros excitados com a sensação da língua quente e macia se esfregando na base da sua glande.
Já fazia um certo tempo que Louis não ficava com alguém daquele jeito. Não era por falta de vontade, mas na posição em que estava, de alguma forma tornava aquilo um pouco mais complicado do que realmente era. Então apareceu Harry tentando à todo custo chamar sua atenção e conseguir algo de si, qualquer mísera coisinha, que foi praticamente impossível de não ceder aos seus encantos e fora que Louis meio que sentia falta de "estar com alguém" daquele jeito.
E ali estava Harry se dedicando tão bem em chupar seu pau, os olhos verdes bem abertos querendo flagrar cada mínima expressão em seu rosto, gemendo deleitoso em volta da ereção todas as vezes que a fenda expelia pré-gozo em tesão diretamente em sua língua.
Harry amava pagar boquetes. O peso da ereção deslizando por sua língua e a cabecinha atingindo sua garganta até o fundo, a língua se esfregando na pele e gemendo com a sensação daquele pau contra sua língua porque tudo conseguia ser tão gostoso.
— É verdade, Norman... — Harry escutou a voz de Louis que saiu em um pequeno ofego, se mantendo atento para ouvir o que ele tinha a dizer. — Ele realmente tem uma boca incrível.
Harry precisou se controlar muito para não gemer diante do elogio, mas Louis soube que foi o suficiente para afetá-lo só pelo modo que começou a chupar seu pau mais rápido, usando a mão para trabalhar em punhetar o que ainda não conseguia colocar na boca.
O que era mais fodido daquela situação, era que Harry não fazia questão alguma de esconder o quanto estava excitado só de chupar um pau. Ele gemia gostoso em meio às sucções molhadas e apertava as coxas uma contra a outra, tentando de alguma forma esfregar a bucetinha negligenciada sem Louis perceber e poder repreendê-lo.
Mas era óbvio que Louis percebia e apenas conseguia se divertir com o desespero excitado de uma putinha como ele. Do jeito que Louis estava, conseguia ver perfeitamente Harry rebolando e que os olhos de todos os homens presentes estavam presos bem ali.
E Harry era um garotinho tão obediente, que em momento algum levou a mão até a bucetinha para se tocar pelo menos um pouquinho, porque sabia que ainda não tinha recebido autorização para aquele tipo de coisa – e mais uma vez, ele conseguia ser um garoto muito bom.
Harry levantou a cabeça e deixou o pau de Louis escapar com um barulho estalado e molhado, sorrindo com a boquinha babada e levando a mão para punhetar o pau inteiro, seus olhares presos um no outro naquela bolha que havia se criado entre os dois.
Harry soube que tinha acertado em cheio quando voltou sua atenção para as bolas cheias dele, se alternando em colocar uma de cada vez na boca e chupar tendo cuidado em raspar a pontinha dos dentes na região sensível. Isso arrancou a reação de Louis em erguer os quadris um pouco para cima, ambas as mãos agarrando seus cabelos com tamanha força que Harry sentiu o couro cabeludo arder, rindo abafado com os grunhidos excitados dele.
— Putinha imunda do caralho. — Louis grunhiu excitado entredentes, acertando tapas na bochecha dele com sulcos pelas sucções nas bolas. — Não! Se afastem. Ninguém toca nele.
Harry se assustou um pouco com o tom que Louis usou, imaginando que um dos homens deveria estar se aproximando para começar a tirar proveito da situação. Choramingou excitado tanto pelo tom que Louis havia usado, quanto pela ideia de que ele estava realmente dedicado em manter sua buceta intocada até último momento.
Harry assistiu o momento que o pau dele pulsou e liberou um pouquinho de pré gozo com aquele estímulo em específico, não demorando para por conta própria puxar a calça dele um pouco mais para baixo e colocar a língua para fora, lambendo onde alcançava em seu períneo até alcançar novamente as bolas até a cabecinha.
Foi praticamente impossível Harry não se sentir satisfeito ao perceber que tinha descoberto mais uma coisa que Louis supostamente gostava muito, e mal podia esperar para oferecer aquilo para ele como uma bela coisinha desesperada para agradar.
A fenda da glande de Louis tinha jorrado mais um pouco de pré gozo após aquilo e Harry rapidamente levou a cabecinha até a boca, começando a mover a cabeça para baixo e para cima depressa, querendo fazê-lo gozar de uma vez por todas em sua boca.
— Puta merda... — Louis gemeu com os olhos rolando em prazer, não se contendo em acertar tapas na bochecha com sulcos do garoto, que apenas gemia movendo a cabeça para frente e para trás tomando com facilidade todo o seu comprimento grosso na boquinha. — Você é a maior das putas, não é? Você ama estar nessa posição, de joelhos feito uma coisinha e tendo essa boca usada na frente de todos esses homens. Eu acho que você iria amar ser usado sem parar por todos eles, um atrás do outro, só pra sentir algo nessa buceta.
Louis flagrou Harry choramingar, enquanto ainda chupava seu pau sem parar em momento algum, balançando a cabeça de um lado para o outro como se negasse. Aquilo pegou o mais velho um pouco de surpresa, chegando a puxá-lo para que parasse com a sucção por um momento, a mão apertando suas bochechas fazendo-o olhar bem em seus olhos.
— Responde o papai. — Louis disse baixinho, os lábios a centímetros de distância do dele, se divertindo ao perceber que aquelas simples palavras tinham sido o suficiente para fazê-lo choramingar e seus olhos marejarem.
— Eu quero que você me toque. Você. — Harry falou especificamente e aquilo fez Louis se sentir ótimo.
Quando Louis o puxou um pouquinho mais para perto, Harry pensou que Louis tinha a intenção de beijá-lo, e meio necessitado imediatamente entreabriu os lábios e quis chorar quando sentiu os lábios dele, ao invés de tocarem os seus, se pressionaram em sua bochecha na região próximo a sua orelha.
— Me faz gozar e depois eu te dou um agrado. O que você acha disso? — Harry nem precisou responder propriamente com palavras, aquele sorriso em seu rosto e o ato de voltar a mamar a cabecinha de seu pau foi o suficiente para Louis. — Muito bem, minha putinha, continue.
Louis relaxou mais a postura e com tamanho estímulo daquela boca deliciosa envelopando todo o seu pau, a línguinha rosa e macia se esfregando por toda parte só para piorar ainda mais as coisas, não ia ser muito difícil para ele finalmente chegar lá.
E Louis definitamente sentiu que estava vindo quando a virilhar formigar e aquela sensação se estender por todo o seu pau. Harry o sentiu pulsar enfiado até o fundo em sua garganta e fez questão de pressionar os lábios na base um pouco mais e se dedicar ainda mais naquela sucção gostosa.
As mãos de Louis agarraram seu cabelo e ele por impulso lançou os quadris um pouco mais para cima, enquanto vinha fortemente em um grunhido excitado que foi capaz de fazer Harry se arrepiar por inteiro e a buceta molhar de maneira absurda.
Harry precisou se manter bem firme durante aqueles segundos em que Louis estava gozando longamente, sua garganta tão bem preenchida com o membro grosso e ainda engolindo aquela porra, que os olhos dele até se encheram de lágrimas e o rosto ficou bem vermelho por estar sendo privado de ar.
Louis finalmente o soltou e Harry se afastou depressa, respirando bem fundo com a sensação do gosto de Tomlinson por todo o seu palato. Quando deixou o pau de Louis escapar da sua boca, os lábios acabaram ficando um pouco melados com o gozo dele, e Harry não demorou a recolher tudo com a ponta dos dedos para chupar olhando diretamente em seus olhos muito azuis.
Harry ficou de pé com os joelhos vermelhos pelo tempo em que ficou ajoelhado em uma mesma posição e eles estavam doloridos demais, mas o garoto simplesmente não conseguia se importar mais com aquilo. Tinha aquela sensação da garganta ardendo feito o inferno pelo tanto que chupou aquele pau e aquilo conseguia ser o motivo de felicidade genuína para si.
— Obrigado. — Harry falou com um pouquinho de dificuldade, não pensando muito sobre possíveis consequências quando simplesmente apoiou ambas as mãos nas coxas de Louis e se inclinou em sua direção para beijar carinhosamente sua bochecha. — Muito obrigado.
— Bom trabalho. — Louis sussurrou rente a sua orelha, a mão apertando deliciosamente a sua bunda e dando uns tapinhas ali, indicando que ele deveria ir.
Então Harry juntou as roupas que estavam jogadas, disse baixinho "tchau, Norman" que sorriu para ele e acenou com a cabeça, e então se afastou ainda completamente pelado para sair do pátio, sentindo o olhar dos homens do grupo de Tomlinson queimando em si e até mesmo dos guardas, que nem tiveram coragem de repreendê-lo por estar sem o uniforme.