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one of the girls 🥀 • oneshot larry fem
Descrição: Harriet perdeu a mãe muito cedo e desde quando era pequena mora com tia Marie, uma mulher rabugenta e um tanto amargurada que não merece nem um pouco o carinho e os cuidados que a sobrinha constantemente tem consigo.
É quando tia Marie fica doente e impossibilitada de trabalhar que Harriet precisa entrar em ação, indo em busca de emprego e enfrentar um pouco o mundo que no qual sempre foi impedida de conhecer. É nisso que por ironia do destino seus caminhos se cruzam com os de Louise Tomlinson, uma mulher muito rica, atraente e que precisa urgentemente contratar uma empregada – e dentre outras coisinhas também.
ideia de plot: stylespeituda (blog desativado)
e essa vai de aniversário pra @madeinth00 que ainda não tá fazendo aniversário, mas tá sendo uma coisa antecipada porque vai que eu fico mais 1 ano pra postar coisa nova? então feliz aniversário kk 🥳
。・゚♡゚・。🍓。・゚♡゚・。🍒🍒。・゚♡゚・。🍓。・゚♡゚・。
Dip you in honey
Harriet x Louis one shot - wtt: louistdick
#harriet bottom #louis top #harriet estudante #louis empresário #louis daddy #dirty talk #diferença de idade
💌
"Sim, M. Tenho dezenove anos e não posso ficar sozinho em casa por um dia. Você acredita?" Harriet fala frustrada ao telefone com sua melhor amiga "Eu tentei e tentei dizer-lhe que sou madura o suficiente para não incendiar a casa"
"Você ao menos sabe quem vai ser.... 'sua babá'?" Maddie sai rindo provocando sua amiga "Não é sua tia ou sua vizinha, é?
Harriet suspira, "Neste momento estou realmente tentada pelo botão vermelho do meu telefone a desligar, então corta suas piadas não engraçadas", ela demora um momento para pensar "De qualquer forma, eu não sei quem vai me 'babá', espero que não seja..."
As palavras de Harriet são cortadas pela voz de seu pai chamando-a do salão e um momento depois há o som da abertura da porta da frente. Ela diz um rápido adeus a sua amiga antes de se levantar do sofá e consertar sua camiseta amarrotada e superdimensionada.
Quando ela chega ao quarto, seu pai já está pronto para sair com seu casaco caro e há outro homem de pé, alto e robusto à sua frente, olhando para seu telefone. Pode ser um amigo de seu pai que tem que levá-lo ao aerop—
Ela não tem tempo para terminar seu pensamento porque seu pai a reconhece ao notar sua presença perto da moldura da porta "Minha querida, estou saindo agora. Louis concordou em cuidar de você até amanhã", ele indica ao homem de olhos azuis que agora está olhando diretamente para ela, "Por favor, comporte-se, Harriet. Embora eu saiba que você é uma boa garota", ele dá um beijo de despedida na testa dela e acena para Louis antes de fechar a porta.
Harriet está de pé por alguns segundos, sobrecarregada por muitas coisas que aconteceram ao mesmo tempo. Seus tornozelos se cruzam instintivamente e ela mexe com a bainha de sua camiseta enquanto olha para o homem de olhos azuis que está a poucos metros dela. Ela não sabe o que dizer. Ela não conhece este lindo - mas estranho - homem.
O momento de silêncio e desconforto é quebrado por ninguém menos que ele "Bom dia, eu sou Louis. Um colega de seu pai, é um prazer conhecê-la Harriet, finalmente" ele pronuncia as últimas palavras com um tom de languidez que faz estremecer a menina de cabelos encaracolados.
Harriet acena com a cabeça, umedecendo seus lábios subitamente secos, e aperta suas pernas enquanto ele se aproxima dela olhando para baixo.
"Olá, sou Harriet" ela estende a mão para apertar a mão dele educadamente, mas Louis a surpreende quando, em vez disso, ele agarra a mão dela para trazê-la aos lábios e deixa um beijo na tenra pele leitosa.
"Oh, eu sei, amor. Seu pai me falou tanto sobre você", diz Louis sorrindo enquanto seu olhar varre o corpo dela e Harriet finge não notar.
"E o que ele disse?", pergunta Harriet, com a cabeça para um lado e mordendo o lábio inferior "Só coisas boas eu espero"
"É claro, Harriet. O melhor" Louis arranca seus olhos dela para olhar ao redor da sala, "Estive aqui algumas vezes para discutir a empresa com seu pai, mas eu nunca o vi. Que vergonha"
"Sério?" pergunta Harriet um pouco surpreso por que seu pai nunca mencionou ter convidados desde que se mudaram para Londres "Eu devo ter estado na escola, então. Se eu não o tivesse visto, senhor..."
"Tomlinson, embora você possa simplemente me chamar de Louis, se preferir, claro", ele especifica piscar o olho atrevidamente quando começa a caminhar em direção à sala de estar com Harriet seguindo-o como um cachorro perdido em sua própria casa "O que você gostaria de fazer de qualquer forma, um filme?"
Harriet acena com um sorriso genuíno mostrando suas covinhas. Ela se senta na esquina do sofá enquanto assiste Louis ao lado dela escolher o filme na televisão. Enquanto o homem de olhos azuis continua a percorrer as várias opções, Harriet se contorce no lugar mexendo com a bainha de seus calções, colocando suas pernas sob suas coxas para encontrar uma posição mais confortável.
Quando o filme começa, Louis não diz nada ou pergunta a Harriet se ela concorda com a escolha dele, mas a garota encaracolada não tem coragem de levantar a voz. Ela apenas mantém seus olhos na TV e ocasionalmente seu olhar vagueia para Louis, que parece mais calmo do que ela. Suas costas descansam soltas sobre as almofadas na parte de trás do sofá, suas pernas estão ligeiramente abertas e suas mãos com veias são colocadas no colo. Harriet pisca para se concentrar novamente no filme, mesmo não sabendo do que se trata.
Com o passar dos minutos, Harriet se inclina sobre o apoio do braço, apoiando-se no cotovelo com a mão debaixo do queixo, esticando as pernas para o lado, tomando cuidado para não bater em Louis. Ela não notou antes que seus olhos se sentem bastante pesados, mas ela se obriga a mantê-los abertos, temerosa do que o homem de olhos azuis possa dizer se ele notar. Não é que ela não goste de Louis, mas cada vez que ele fala, Harriet se distrai olhando para ele e como sua voz soa em vez de realmente escutá-lo.
Entretanto, um bocejo a trai e ela não consegue impedi-la de sair e suas bochechas ficam vermelhas no instante em que os olhos azuis escuros de Louis se fixam nela e Harriet sente um formigamento em sua barriga inferior. Louis sorri como se soubesse o efeito de seu olhar sobre ela.
"Harriet, se você estiver cansada, pode deitar-se. Vou ver só este filme, não se preocupe" Louis a tranquiliza apontando para o sofá, "Você parece muito sonolenta, não dormiu bem ontem à noite?"
"Nem por isso, meu amigo deu uma festa ontem à noite, então voltei tarde" Harry diz "Mas uma soneca seria bom"
Enquanto se deita, ela acidentalmente bate em Louis com o pé nu, então ela imediatamente pede desculpas e puxa suas pernas para trás contra si mesma, mas a grande mão de Louis agarra seu tornozelo, impedindo-a de fazer o que ela queria fazer. O encaracolada engole nervosamente ao ver a mão bronzeada e com veias de Louis contrastando tanto com sua pele leitosa.
"Você pode deitar suas pernas no meu colo, querida. Eu não me importo" Louis coloca suas pernas carnudas sobre suas coxas e Harriet nota como seu aperto não a deixa, mas seu polegar começa a desenhar movimentos circulares sobre seu tornozelo. Ela sorri e fecha os olhos enquanto relaxa sobre a superfície macia das carícias delicadas, mas muito perceptíveis, de Louis. Harriet afunda lentamente nos braços de Morfeu e a última coisa que ela sente talvez seja o leve aperto da mão de Louis em sua coxa, mas sua mente está muito enevoada para dizer alguma coisa.
♡
Quando Harriet abre suas pálpebras, a primeira coisa que ela percebe é que Louis não está mais ao seu lado e que a televisão está desligada. Ela se levanta lentamente, esfregando o sono de seus olhos com as mãos. Sua mente não está tão confusa a ponto de se perguntar sobre o paradeiro de Louis. Um beicinho chega a seus lábios ao perceber que Louis não está nem na sala nem na cozinha.
Os pés descalços de Harriet pisam levemente no chão de madeira dura e ela treme quando uma brisa suave escovando contra ela. Suas sobrancelhas sulcam quando ela vê que a janela para o terraço está entreaberta. Aproximando-se dela, ela vê claramente a figura de Louis por trás com um cigarro aceso em sua mão esquerda. No momento em que a mulher mais jovem empurra a vidraça para abrir a janela, Louis exala fumaça pelo nariz assim que seus olhos a avistam.
"Oh" ele ri com um tom de surpresa, deixando cair um pouco de cinza debaixo da grade "Você despertou, minha querida. Eu pensei que você estava morto naquele sofá, você dormiu bem"?
Harriet sorri vagamente caminhando mais para o terraço, apoiando-se na grade ao lado de Louis, de costas para o cenário rural. "Sim, Louis. Obrigado por perguntar" ela envolve seus braços em torno de si mesma como mais uma rajada de vento mais forte e frio escovando contra suas costas.
"Está um pouco frio aqui fora para você, Harriet" diz Louis observando seu traje, "Você deveria ao menos usar um casaco sobre esta camisa" Louis estende a mão para tocar a bainha da roupa e Harriet instintivamente aperta as coxas dela enquanto seus dedos escovam contra a pele fria dela.
"O que, Harriet, eu a deixo nervosa?" Louis olha para ela. Sua mão se aproxima do rosto dela e lhe agarra o queixo para que seus olhares se encontrem. Os olhos verdes de Harriet brilham com um brilho nervoso, mas ela não consegue deixar de sorrir quando está a poucos centímetros de Louis. Seus lábios quase se tocam e seu corpo é empurrado contra a balaustrada.
"Eu notei a maneira como suas pernas se apertaram quando me aproximei de você antes e ter suas pernas perfeitas no meu colo me deixou tão desejosa de você, Harriet. Não é o mesmo para você?" Louis a segura imóvel de seu pescoço enquanto traça lentamente um caminho de beijos e a respiração de Harriet se acelera, seu peito sobe e desce. "Responde-me, amor". Não tenha medo"
"Sim, Louis. Quando você me tocou tão ternamente, pude sentir o calor se espalhar pelo meu corpo. Eu preciso de você, Louis" ela faz com que seus lábios se encontrem tão suavemente no início, apenas para lhe dar uma antecipação do que está por vir e depois Harriet deixa Louis assumir o controle. Louis lambe seus lábios cor de cereja antes de parar o beijo, mas não a libera por um segundo.
"Que tal voltarmos para dentro", pergunta ele arranjando um cacho atrás da orelha "Você sabe...para ficar mais confortável?". Harriet olha para Louis com seus olhos verdes brilhantes pensando na proposta e acena com a mão de Louis para levá-lo de volta para a sala de estar. Assim que ela se aproxima do sofá, outra idéia lhe passa pela cabeça.
Ela se volta para conhecer o olhar de Louis e faz com que ambos parem em seus caminhos. Louis olha para ela com uma sobrancelha levantada "O quê, querida?" ele envolve seus braços tatuados ao redor da cintura dela enquanto ela se aproxima para sussurrar em seu ouvido "Eu não quero fazer isso no sofá, eu prefiro meu quarto".
Louis morde o lábio e sorri atrevidamente "Como a princesa quer", ele agarra Harriet como uma noiva fazendo-a guinchar. Enquanto ele caminha pelo corredor até o quarto de Harriet, a garota começa a cobrir manhosamente o pescoço do homem mais velho com beijos e mordidelas, deixando a pele dourada corada.
"Querida, você está tão impaciente, quando foi a última vez que teve uma boa queca?" pergunta Louis, deixando-a cair de costas em sua cama fofa do tamanho de uma rainha. Ele olha ao redor do quarto cujas paredes são pintadas com um suave tom de rosa e animais de pelúcia enchem a cama. "Seu quarto parece inocente para uma garota tão vadia". Porque é isso que você é, não é? Uma garota suja e imunda"
Harriet morde seu lábio inferior vermelho, sua buceta se apertando nas calcinhas enquanto as palavras saem da boca de Louis. Entre todos os meninos de sua escola que ela fodeu em festas, ninguém jamais a fez sentir-se tão pobre para ser preenchida e agradada em todos os sentidos.
"Sim, Louis. Eu quero ser uma boa garota. Só para você. Você vai me deixar, não vai?" ela olha para o homem mais velho com olhos suplicantes que fariam qualquer um se ajoelhar enquanto ela se senta em seus bezerros. Ela fecha os olhos enquanto Louis empurra seus caracóis para longe de seu rosto e sua mão venosa desce pelo pescoço dela, Harriet se inclina contra as carícias de Louis enquanto o homem de olhos azuis se move para a beira da cama.
"Com o que você quer começar, querida? Escolha cuidadosamente, esta será a única coisa que você dirá em voz alta esta noite porque depois disso tudo o que eu quero ouvir são gemidos que saem de sua linda boca" Louis passa o polegar sobre os lábios cheios da mulher mais jovem traçando o contorno, Harriet se surpreende enquanto Louis enfia seu polegar na boca dela. Louis sorri com prazer ao sentir quase imediatamente a língua de Harriet escovando contra ele e a boca dela enrolada em seu dedo "Que vadia carente eu tenho aqui", ele puxa o dedo para fora porque não quer que a garota lhe preste muita atenção, só para ter algo melhor para encher sua boca.
"Por favor, papai, deixe-me chupar seu grande pinto. Prometo não deixar sair um único gemido. Você pode me sufocar com isso" Harriet implora, seu olhar agora entre os olhos de Louis e a enorme protuberância em suas calças.
"Vamos lá então" Louis dá tapinhas na cabeça, quase amorosamente, sentada na cama, enquanto Harriet cai de joelhos no chão, entre as pernas abertas de Louis. Ele suspira impacientemente enquanto Harriet não se move, apenas observa o galo coberto de Louis parecendo crescer em tamanho através das roupas. "Vamos lá, querida. Você o quer em sua boca tanto quanto eu o quero em sua" Louis a encoraja, sorrindo enquanto nota a cor carmesim manchando suas bochechas.
Harriet pega o cinto de couro com as mãos instáveis e só consegue fazê-lo deslizar através dos laços antes que ela pare suas ações e olhe para Louis. "Você é grande demais, papai. Eu não sei se você vai caber na minha boca", diz ela lentamente enquanto sua pequena mão acaricia o pau duro através do tecido e o homem de olhos azuis geme enquanto ela o copula sentindo o peso em sua palma. "Isso é pesado, papai. Mal posso esperar para ter você na minha língua".
Louis sorri fechando os olhos enquanto o fecho é puxado para baixo e as calças também, apenas o suficiente para deixar seu pau duro e pingando espiar. Ela atinge o estômago de Louis que ainda está coberto por sua camisa que ele se certifica de desabotoar assim que Harriet envolve sua mão em torno do comprimento grosso. A garota de cabelos escuros observa o rosto de Louis para ter certeza de que ele está se divertindo e, a julgar pelos grunhidos silenciosos que vêm de sua garganta, ela tem a certeza de que pode prosseguir para trazer seus lábios para a glande pingante e inserir apenas a ponta em sua boca. Harriet suga suavemente a ponta vermelha enquanto mantém contato visual com Louis, que lentamente a empurra mais para seu pênis. "Vamos lá, querida. Não tente o papai. Pegue-o".
Harriet geme ao redor do pinto de Louis enquanto ele pesa sua língua e envolve sua mão em torno do resto que ela não pode agüentar. Ela começa a mover sua língua escorregadia por todo o longo eixo. Louis se agita enquanto ela se concentra na veia gorda no fundo e começa a mover sua cabeça para empurrar Louis mais profundamente para dentro. O homem de olhos azuis geme profundamente enquanto sente sua ponta no interior da garganta de Harriet e agarra seus caracóis para sufocar a garota em seu pau grosso.
"Você é tão bom para mim, querida", diz ele enquanto desfruta da visão celestial dos olhos aguados e nebulosos de Harriet, mantendo seu olhar fixo no dele. Seus lábios cor-de-rosa gorda sugando gananciosamente, sua língua girando ao redor do comprimento e da parte de trás da garganta estimulando a glande pingando. Assim como um novo gemido deixa Louis, suas mãos puxam duramente os cabelos de Harriet para arrancá-la de seu pinto. Um rastro de saliva os conecta enquanto ela olha para ele confusa pela interrupção, mas ela continua a lamber os lábios para mais do gosto do homem mais velho.
"O que aconteceu, papai, você não gostou? Você parecia que estava..." Harry é cortado pela voz severa de Louis "Cale a boca por um minuto, querida. Suba no meu colo, prefiro me vir dentro de você", o sorriso de Harriet é um sinal claro de manha e ela se levanta para se aproximar dele, mas é parada novamente: "Tire sua camisa e seus calções primeiro. Eu quero ver seu belo corpo nu".
Harriet se afasta o suficiente para que Louis tenha uma visão completa de sua figura. Seus olhos estão atentos enquanto o sorriso de Harriet não deixa seu rosto enquanto sua camiseta cai no chão, logo unidos por seus shorts. Ela aperta suas pequenas mamas provocantemente com ambas as mãos antes de se aproximar de Louis novamente e empurrá-lo para a cama. Ela se põe no colo dele, suas calcinhas já molhadas contra o galo nu de Louis fazendo uma fricção incrível entre eles. Louis, despertado pela maravilhosa visão de Harriet se esfregando em seu pau, percebe que precisa mais dela. Como Harriet está prestes a deslizar suas calcinhas para o lado, Louis a vira sobre a cama, posicionando-se em cima dela entre suas pernas.
"Papai, o que...?" pergunta Harriet, mas o ar escapa de seus pulmões quando os lábios de Louis estão sobre os dela e sua mão agarra firmemente o quadril dela. "Eu te disse, querida, você só poderia escolher uma coisa e agora quero comer sua linda buceta. Eu também tenho que provar você" Louis murmura contra seus lábios e Harriet acena com a cabeça, seus lábios pressionados juntos para impedir que quaisquer palavras ou sons saiam como Louis ordenou.
O homem mais velho ajoelha-se na cama para olhar novamente para o corpo de Harriet. Seus mamilos são duros e marrons e sua cona tem alguns cabelos dispersos, ela mal pode esperar para ter a boca dele sobre ela. Louis começa seus dedos gentilmente na gatinha, primeiro concentrando-se nos grandes lábios inchados e depois no clitóris saliente que faz com que Harriet volte ao arco e seus olhos fechem, mas, como a boa garota que é, nenhum som é ouvido, então Louis sorri enquanto desliza um dedo em sua entrada quente e apertada. Enquanto Louis tem o cuidado de abri-la bem, Harriet move lentamente seus quadris contra seu dedo, que decide adicionar outro e aumentar o ritmo de entrada e saída.
"Ah, papai, acrescente outro. Por favor" os lábios de Harriet são mordidos e vermelhos, enquanto as palavras saem arrastadas de excitação "Eu quero você em mim".
"Só um pouco mais, querida", diz Louis enquanto arranca os dedos fazendo Harriet gemer em protesto para provar o mel que sai de dentro dela. "Foda-se, querida. Eu tenho que colocar minha boca em você. Não é o suficiente".
Harriet não tem tempo para processar antes que suas pernas sejam balançadas sobre os ombros largos do homem de olhos azuis e sua língua lambe uma faixa para preencher o vazio que se prolonga.
"Oh meu Deus, papai, mhm" geme Harriet enquanto a língua perita de Louis chega a todos os lugares, a cada nervo e mancha que a faz tremer. Porra, ela pensa, ela não consegue imaginar quantas vezes já fez isso e nunca esteve com alguém assim na cama. Nunca um garoto de sua escola teve esse efeito sobre ela, na maioria das vezes era ela quem estava no controle, e ela não não gosta disso, mas sempre sonhou em se submeter a um homem e deixá-lo fazer o que quisesse com seu corpo. Harriet move desesperadamente seus quadris contra a língua de Louis, o prazer é quase demais e a pressão sobre seu clitóris é insuportável. Ela aperta os lençóis entre seus dedos e suas pernas tremendo ao sentir seu orgasmo se aproximando mais rápido a cada segundo do que o último.
Um gemido agudo escapa de sua boca enquanto uma onda de intenso prazer sobe por seu corpo enquanto Louis esfrega seu clitóris e é muito breve para deixá-la ejacular porque Louis faz uma vez mais uma pausa para olhar para seu rosto ruborizado. Louis move suavemente suas mãos até a cintura dela para acariciar a carne macia de seus cabos de amor.
"Aposto que nenhum dos caras que você fodeu já fez você se sentir assim, querida, não é mesmo? Você precisa de alguém para cuidar de você, isto é o que você precisa, não é? Um homem para devastar você e sua cona apertada", diz Louis cobrindo suavemente a pele com beijos molhados.
"Sim, papai. Sempre sonhei com um homem para me foder até não sentir mais nada e encher minha buceta de esperma" Harriet luta de volta em seus cotovelos para encontrar o olhar de Louis com os olhos cheios de luxúria de ser satisfeito por um grande pinto "Papai, por favor. Minha bichana está encharcada para você"
Louis recolhe alguns dos fluidos que sua gatinha segrega copiosamente desde que eles entraram na sala para espalhá-los por todo o comprimento de seu pinto negligenciado. Harry respira fundo enquanto Louis volta para cima de seu rosto e instintivamente escava suas unhas nas costas de Louis enquanto a cabeça de seu pênis escova contra a entrada dela e com um empurrão insondável enche sua boceta quente.
"Foda-se, Louis, você é grande", diz Harriet contra seus lábios e depois conecta seus lábios em um beijo apaixonado, línguas chupando umas nas outras e gemidos são abafados. À medida que seus corpos se movimentam para frente e para trás ao ritmo das batidas de Louis, a cabeceira range e bate contra a parede produzindo um baque. "Por favor, vá mais rápido, eu preciso me vir", ela implora enquanto olha nos olhos de Louis.
O homem de cabelos castanhos, no entanto, apenas aumenta um pouco os seus impulsos. Ele gosta de empurrar Harriet até o limite agora, pois ela lhe implora para deixá-la ejacular em seu pinto. Assim que Louis toca seu clitóris, ela o sente muito sensível contra seu polegar, latejando e molhado de toda a euforia acumulada nela. "Vamos lá, Harriet. Venha por mim, querida. Mesmo no meu pau, eu sei que você o quer tanto", Louis a encoraja enquanto seu polegar aperta o botão e as pernas de Harriet espasmo enquanto o orgasmo a deixa com um forte grito. Sua testa está coberta de suor e sua buceta esguicha por todo o pinto de Louis, aliviando seus últimos movimentos até que seu pinto lateja e ele descarrega seu esperma fazendo Harriet enrolar seus dedos dos pés enquanto Louis termina dentro dela.
Harriet geme quando Louis sai dela e sente seu esperma pingando dela. O homem mais velho se move para o lado dela e envolve seu braço em torno da cintura dela e beija-lhe suavemente o rosto enquanto sua respiração se torna regular novamente.
"Mhm, Louis" Harriet envolve seus braços ao redor do pescoço de Louis enquanto ele continua a acariciar suas costas tranquilamente, ela sorri contra seus lábios antes de deixar um beijo neles "Obrigada, papai" ela ri "Ninguém nunca me destruiu tanto quanto você"
"Isso é um sim para repetir isso então?" Louis sorri, seus pés de galinha evidentes ao redor de seus olhos. Harriet o beija mais uma vez "Claro, não consigo me fartar de você"
"Nem eu"
Os dois ficam ali abraçados por algumas horas, conversando um sobre o outro e se conhecendo. Depois de pedir um jantar chinês, eles adormeceram juntos no quarto da Harriet, com Louis a acariciando por trás. E pouco antes do retorno do pai de Harriet, Louis deu-lhe seu número e saiu com um beijo, dizendo-lhe para visitá-lo um dia em seu escritório.
#FITFWTJAKARTA
𖹭 Silly Girls 𖹭
part 2
"Louis teve uma surpresa ao tentar buscar suas filhas mais cedo na escola. Acontece que as garotas não estavam na sala de aula, sequer haviam ido a aula. Louis nunca iria esperar encontrar duas princesinhas fodendo em casa."
tags: gêmeas tomlinson-styles cis girls • desuso de camisinha • incesto entre irmãs e pai • palavras de baixo calão como: bucetinha, cacete, pau, grelinho, melzinho, xotinha, porra
Se algo citado acima te incomoda, não leia e pule por favor.
𖹭 Boa leitura, espero que gostem!
Wordcount: 2186
𖹭
- Vez do papai brincar.
O dedo de Louis brincava com a xotinha de Harper. Ele enfiava e rodava bem devagar antes de tirar. E repetia várias vezes, apenas para ver os olhinhos da filha rolando e brilhando em desespero. Seu pau pulsava apenas em observar como ela estava tão molhada, tudo que ele queria era se afundar no buraquinho quente.
- Você quer tanto, não é princesa? - Ele perguntou, recebendo um gemido baixinho seguido de uma confirmação rápida com a cabeça. A garota se sentia tão sensível. - O papai vai te dar amor, vou te comer bem gostoso até você melar todo o meu pau, hum? - Ele retirou seu dedo da buceta melada, o levando até seus lábios para poder sentir o gostinho salgado. Delicioso.
O olhar de Harry seguia o movimento de seu dedo. A cacheada estava de joelhos na cama do outro lado do pai, que não perdeu tempo em retirar seu dedo se sua própria boca e enfiar agora na da filha, que aceitou com bom gosto. Seus lábios gordinhos se fecharam ao redor do dedo, ela o sugava como se estivesse chupando um pau.
- É tão gostosinho, não é papai? Agora o senhor sabe porque eu gosto tanto de chupar a bonequinha... - O sorrisinho no rosto da garota parecia tão inocente, mas todos ali sabiam que não era. Louis sempre chamava Harper de boneca. A reação do mais velho foi enfiar outro dedo e ir mais fundo na boca da garota, fodendo sua boca com rapidez. A baba escorria por seu queixo e Louis gostava de ouvir o barulho que fazia quando seu dedo tocava na garganta da garota, a fazendo engasgar. Era uma cena tão quente e Harper os assistia, desejando ter o papai a tocando daquela forma também.
Louis havia prometido.
- Papai... - Ela murmurou, se levantando da cama para poder se aproximar dos outros dois. Louis se virou para a outra filha ao ser chamado. Claro, ele tinha que dar atenção para suas duas filhas. Ele a estendeu a mão livre, a puxando para mais perto. Harper estava de barriga para baixo na cama, seu rosto estava tão perto do cacete duro. Ela podia ver a glande vermelhinha brilhando com a porra escorrendo.
Harper não precisou pedir duas vezes.
- Tira a calça do papai, boneca. Quero sentir a sua boquinha. - Ele a incentivou, empurrando a cintura em sua direção. A garota prontamente obedeceu, levando seus dedos para a barra da calça. No mesmo momento Louis estava com a camisa social, seu pau sendo agora livre para sua bonequinha brincar.
A garota se aproximou, agora um pouco incerta. Ela estava obcecada pela ideia de chupar o pai desde o momento que o viu batendo uma na cadeira, mas estava tão incerta. Diferente de Harry, todas suas experiencias haviam sido apenas com a irmã. Nenhuma delas envolvia um garoto.
Louis pode perceber a hesitação de sua garota. Claro. O papai tinha que ensinar sua filhinha como chupar um pau. O seu pau. - Vem cá, bebê. O papai vai te mostrar.
Ele a chamou com o dedo, agora segurando seu pau pela base. Ele o guiou para a boquinha de Harper, a deixando sugar apenas a cabecinha.
- Caralho, Harper... - Louis praguejou, jogando sua cabeça para trás por alguns segundos. A boquinha quente o segurava tão gostoso.
Louis agora prestava atenção em suas duas putinhas. Harper chupava sua glande como se fosse a porra de uma chupeta e Harry se deliciava com os dedos do pai fodendo sua garganta. Louis não havia parado em momento algum e apesar de a garota estar começando a sentir falta de ar, ela não se afastou. Queria mostrar para seu papai como ela era boa. E Louis obviamente notou como sua filhinha não tinha dificuldade de engolir seus dedos.
- Tenho certeza de que não é a sua primeira vez, hum? - Seu tom parecia calmo. Ele encarava o rostinho de Harry, seus lábios estavam vermelhinhos e seu queixo totalmente babado. Ele pensou que talvez suas bochechas também precisassem de alguma cor, fazendo assim seus dedos saírem da boca da garota para poderem se prender nas bochechas da garota. A marca de seus dedos com certeza ficariam ali, os lábios de Harry agora formavam um biquinho devido a força que o pai apertava. Ele estava sério. - Fiz uma pergunta, Harry. Quantos paus nojentos você já colocou nessa boquinha?
Harry se sentia pressionada agora. Ela adorava o sexo sujo que tinha com irmã, mas sabia provar dos dois lados. Enquanto Harper recusava todas as investidas na escola, Harry sabia muito bem aproveitar as rapidinhas no banheiro com os garotos (e as garotas também). Ela se divertia bastante, mas seu pai não parecia gostar tanto.
Para Louis, a ideia de ter outros homens tocando sua princesinha era pior do que o segredo sujo que as duas matinham. Ou o que ele estava prestes a fazer com as duas.
Ele estava certo, afinal. Ele era o papai delas.
- Papai... Eu, me de- desculpa... - Suas palavras saíam emboladas devido ao aperto em suas bochechas. - Não vou fazer mais papai, e-eu prometo.
Louis sorriu cínico, aproximando seu rosto do da garota. - Claro que não vai, princesa. Hoje o papai quem vai foder a sua boceta de vagabunda. E se eu descobrir que você estava se esfregando em qualquer um, nós vamos ter sérios problemas. Harper vai me contar tudo, não é boneca?
Ele se virou para a outra filha, que apenas assentiu olhando para o pai. Ela estava muito mais preocupada em chupar o cacete do pai.
Louis deixou um beijo rápido nos lábios da garota cacheada, ele estava realmente interessado em outra coisa. Ele inclinou seu corpo, seus lábios tomaram o mamilo esquerdo da garota. Ele sugava com vontade, lembrando de quando entrou no quarto e encontrou as duas. A cena dos peitinhos balançando havia mexido com sua cabeça.
Sua mão se apoiou na cabeça da outra filha, ele empurrava sua cintura, fazendo seu pau entrar completamente na boquinha quente. Harper tentava se acostumar com a sensação de ter algo tão grande assim em sua boca, ela movia sua cabeça em movimentos de vai e vem enquanto seu papai a guiava pela cabeça.
Louis afundava seu rosto dos peitos de Harry enquanto Harper afundava seu cacete em sua boquinha. Ele se sentia no céu.
O biquinhos de Harry estavam vermelhinhos e sensíveis quando Louis se afastou. Harry gostaria de ter um poquinho mais de atenção ali, mas gostou mais quando seu papai segurou seus cachinhos, a guiando até seu pau.
- Harper, seja boazinha e divida com a sua irmãzinha, hum? - O mais velho pediu, tendo em segundos a visão mais excitante que ele já pensou ter. Suas filhas estavam em sua frente como duas cadelinhas, as línguas para fora enquanto tentavam se dividir para chupar o seu pau. Elas se inclinavam no colchão, deixando os rabinhos bem empinados no ar. Porra.
Harry engolia o pau do papai e Harper desceu com sua língua até as bolas, deixando pequenas lambidas. Ela as tomou em sua boca ao escutar os gemidos de aprovação do pai, ela o chupava como se fosse a coisa mais gostosa que sua boca já tivesse provado.
Louis sentia que poderia gozar a qualquer momento ao ser tão estimulado, mas ele queria vir dentro de uma de suas garotinhas, então se afastou antes que pudesse atingir seu ápice.
As gêmeas o olhavam com os olhinhos brilhando, como duas criancinhas tristes ao terem seu brinquedo favorito tirado. Mas Louis tinha ideias melhores. Ele as instruiu a deitarem de barriga para frente na cama, puxando as duas para que ficassem na beira da cama. Seu corpo entrou no meio das pernas de Harper, ele finalmente iria dar o que ela tanto queria.
Suas duas mãos pousaram nas coxas da garota, ele as empurrou deixando então sua xotinha exposta. O pau de Louis pulsava com a visão. Harry também observava. Ela levou sua mão até a própria buceta, ela estimulava seu grelinho enquanto assistia seu papai foder sua irmãzinha.
- Você é tão linda boneca, o papai quer tanto te sentir... - Louis segurou seu pau pela base, o guiando para a entradinha apertada de Harper. Seus olhos se fecharam com força ao sentir seu pau sendo esmagado no espaço apertado, assim como os de Harper. O máximo que ela já havia aguentado eram os dedos de sua irmã. Ela soltava gemidos baixinhos, sentindo uma ardência em sua xotinha, mas mesmo assim levou suas mãos até a cintura do pai, o puxando para mais perto. Gemidos altos vieram dos dois ao que Louis entrou por completo na garota, as bolas batendo em sua bunda.
- Tudo bem, hum? - Louis olhava fixamente para o rosto da filha, capturando todas suas reações. Afinal, ele não queria machucar sua bebê. - Você está indo tão bem amor, recebendo o pau do papai assim. Tão gostosa... - Ele sorriu para a garota, pousando suas mãos agora em sua cintura. Ele deu o primeiro impulso, tirando seu pau lentamente somente para entrar novamente, cada vez com mais força. Ele estava encantando com o rostinho de Harper sendo tomado pelo prazer.
Seus olhinhos rolavam e ela mordia os lábios com força, se acostumando com o tamanho do caralho enfiado em sua buceta. Ela virou o rosto para o lado, buscando os lábios da irmã. Ela queria ser tomada pelos dois.
A cena foi o ápice para Louis. Agora seu quadril se movia rapidamente, fazendo seu pau bater com força no pontinho da garota, que tentava conter os gemidos entre um beijo. Harry comandava o beijo querendo que a garota relaxasse. Era uma cena tão gostosa de assistir, de qualquer ponto de vista. Louis se afundando na bucetinha da filha, ou então as gêmeas dividindo um beijo tão erótico como aquele. Era impossível saber quem estava mais excitado.
- Papai, papai. Assim, hum... - Harper não conseguia formar uma frase, tudo que soltava eram apenas palavras desconexas. Ela podia jurar que iria explodir de tanto tesão. - Me come assim papai! Oh, por favor.
O mais velho podia perceber que ela estava perto, ele levou uma de suas mãos até o grelinho da menina, o estimulando na mesma intensidade que comia sua xotinha gostosa. Ela levou as mãos para os próprios mamilos, os apertando enquanto sentia seu corpinho tremer.
- PAPAI! - O gemido alto saiu quando ela melou ainda mais o pau do mais velho, atingindo seu ápice. Ela sentia seu corpo nas nuvens. Louis parou com as estocadas, mas continuou com o estímulo no clitóris, prolongando seu orgasmo.
- Caralho, amor. Você foi tão bem, sim? Mas fez uma bagunça, olha... Melou todo o pau do papai. - Ele saiu de dentro da garota, observando o melzinho escorrendo de sua entrada. - Princesa, ajuda o papai a limpar. - Ele chamou atenção de Harry, agora virando para a gêmea cacheada. - Papai vai te dar atenção.
Harry sorriu de canto, sabendo que também teria o pau de seu papai. Ela ajudou Harper a subir mais na cama e virar. Mais uma vez ela tinha a boca colada na buceta da irmã, ela sugava todo o melzinho que vazaza de sua entradinha.
Louis virou apenas a cintura de Harry na cama, ele podia ver o a xotinha pulsando, implorando por um toque. Ele enfiou apenas a cabecinha, brincando com a filha mais velha. Ele poderia ter ido devagar, mas apenas a vaga lembrança de que sua princesa já tinha dado a bucetinha para outro garoto o deixou possesso mais uma vez. Seus dedos afundaram na cintura de Harry e ele entrou com força, começando a movimentar seu quadril rapidamente.
A garota soltou um gemido alto, que foi totalmente abafado com a mão do pai afundando seu rosto na xotinha da irmã. - Limpa direitinho, hum?
Louis segurou seus cachos, tomando impulso para ir cada vez mais fundo. O quarto agora era uma bagunça de gemidos. Harper estava jogada na cama pós orgasmo, mas ainda tinha sua xotinha sendo estimulada por Harry que era fodida com força pelo pai.
- Esse aqui... - Louis disse rude antes de acertar um tapa na coxa de Harry. - É por ter sido uma vagabunda e ter dado essa buceta para qualquer um antes do papai. E esse aqui... - Ele acertou mais um tapa, agora em cima do grelinho inchado da garota. - É por ter uma buceta tão gostosa assim, caralho.
Aquilo foi demais para Harry. Suas maos pousaram nas coxas da irmã, ela cravou suas unhas na pele branquinha enquanto tinha seu orgasmo, também gozando no cacete do pai. - O-OH, papai, me desculpa, papai.
Ela gemia baixinho, também sentindo seu corpo molinho. Louis não demorou para atingir seu ápice, derramando sua porra dentro da filha. Ele soltou um gemido rouco, estocando mais uma vez antes de sair de dentro da garora.
Sua porra branquinha escorria, mas ele foi rápido em enfiar o dedo ali, a empurrando de volta para dentro.
Seu corpo foi inclinado na cama e ele deixou um beijo no rosto de Harry. - Um presente, hum? Papai está orgulhoso de ver como cuidou da sua irmãzinha.
Ele fez o mesmo com Harper, deixando um beijo em sua testa.
- Minhas duas princesas deixaram o papai muito feliz.
Realmente, família era tudo.
𖹭 Silly Girls 𖹭
part 1
"Louis teve uma surpresa ao tentar buscar suas filhas mais cedo na escola. Acontece que as garotas não estavam na sala de aula, sequer haviam ido a aula. Louis nunca iria esperar encontrar duas princesinhas fodendo em casa."
Obs:
𖹭 Minha primeira one aqui, sejam gentis por favor!
𖹭 Fiz essa planejando uma parte 2 então me falem o que acharam.
tags: gêmeas tomlinson-styles cis girls • desuso de camisinha • incesto entre irmãs e pai • palavras de baixo calão como: bucetinha, cacete, pau, grelinho, melzinho
Se algo citado acima te incomoda, não leia e pule por favor.
Wordcount: 3039
𖹭 Boa leitura!
𖹭
Os olhos de Louis estavam vidrados no porta-retrato em cima de sua mesa. Na foto, duas garotas sorriam largo para a câmera, que estava sendo segurada pelo mesmo. Harry e Harper Tomlinson. As duas filhas e preciosidades do homem.
Adolescentes nem sempre são fáceis de lidar e controlar, mas Louis tem filhas exemplares. Desde pequenas, sempre foram muito obedientes ao pai também muito estudiosas, se dedicando ao máximo aos estudos e a família, mesmo que sempre tenha sido apenas os três.
Família é tudo. O que foi algo explicado desde a infância, quando a mãe das garotas as largou com o pai para fugir com um amante. Desde então, Louis se esforçou ao máximo para proteger suas filhas e trabalhar para poder dar a melhor vida a elas.
Ele parece tão calmo apenas ao pensar nas meninas. É uma forma de pensar em coisas boas e tentar se distrair da confusão do trabalho.
Mas a calma de Louis se vai no mesmo momento que David, um de seus funcionários, pigarreia o lembrando que ele ainda está ali esperando uma reposta. O corpo da homem tensiona totalmente ao receber o olhar, agora frio, do homem.
- Eles querem uma reposta. O que digo, sr. Tomlinson? - O homem pergunta mais uma vez, o que parece triplicar a raiva de Louis.
Ele não consegue entender como conseguiu contratar funcionários tão incompetentes, capazes de perder na entrega uma encomenda de quase um milhão de libras avaliados em pedras preciosas.
- Resposta? Que tipo de resposta você quer que eu dê, seu imbecil? Quem quer uma reposta sou eu! - O tom de Louis é alto, a raiva corre por seu corpo, fazendo seu sangue pegar fogo. - Sua única função era rastrear a porra da encomenda e garantir que ela chegasse aos clientes. Você foi designado apenas para isso!
Isso é péssimo em maneiras que Louis não consegue formular no momento. Quebra de contratos, perda de mercadoria. Ele sente que poderia quebrar a cara de David. Esse, que não move ao menos um dedo, sabendo que o ataque ainda não acabou.
- Você vai descobrir qual resposta dar a eles, por bem ou por mal. Você tem até o fim do dia para localizar aquelas jóias e entregar para os Warren. - O dedo de Louis foi apontado em direção ao homem. Seu aviso final. - Ou então, a reposta que eu vou te dar não vai ser nada agradável.
Foi a última coisa que Louis disse que antes de pegar suas coisas e sair da sala. Todos os presentes no corredor estavam o olhando, com certeza já estavam cientes da confusão causada por David e ouviram toda a gritaria. Ninguém seria louco de dizer uma palavra. Nem mesmo a secretária, querendo saber se deveria ou não desmarcar os compromissos do dia ao ver o chefe carregando a bolsa e o paletó com ele para o elevador.
Louis se sentia tão cansado. Os problemas surgiam cada vez mais, sem nenhuma solução seguida. Tudo que ele precisava eram férias, o que com certeza não era possível.
Mas talvez um dia relaxante ao lado de suas filhas poderia o ajudar a tirar o estresse do corpo. pelo menos por algumas horas.
Por fim, ele decide buscar as garotas mais cedo na escola para passarem o dia juntos.
Mas obviamente o dia poderia piorar.
Louis encarava confuso a secretária enquanto caminhava em sua direção voltando da sala de aula sem suas filhas.
- Senhor Tomlinson, as garotas não estão em aula. Pelo que chequei com o porteiro e também com os outros professores, elas não vieram hoje. - A mulher o informou, tentando passar de forma calma. A raiva de Louis estava estampada em seu rosto.
Ele se lembrava muito bem de ter visto as garotas arrumadas na hora do café antes de sair de casa. Isso poderia significar várias coisas. Ele estava confuso. Suas filhas nunca foram de matar aula.
- Claro. Me esqueci que elas tinham uma consulta médica hoje. Me perdoe pela confusão. - Apesar de gentil, seu tom foi seco. Ele já não estava de bom humor. E não queria acreditar que suas garotinhas estavam matando aula.
Seus dedos foram ágeis em pegar o celular e discar o número de Harper, e em seguida o de Harry. Os dois caíram na caixa postal.
Mas ele ainda poderia dar um voto de confiança a suas filhas. Afinal, elas nunca fizeram isso. Com certeza tinham um bom motivo.
Era isso que o homem pensava ao que estacionava o carro em frente sua casa, alguns minutos depois. Os dois carros, presente de dezessete anos das garotas, estavam estacionados na garagem.
Ele se deparou com total silencio ao entrar na casa.
Talvez suas filhas estivessem apenas muito cansadas. Talvez tenham ficado para fazer um trabalho. Talvez. A cabeça de Louis tentava criar varias desculpas para o comportamento de suas filhas.
Seu semblante confuso foi ficando cada vez mais serio ao que ele terminava de subir as escadas. Agora, no corredor do segundo andar, ele conseguia ouvir perfeitamente barulho vindo do quarto das garotas.
Gemidos.
O homem reconheceu no mesmo instante a voz de Harper. Ele podia sentir seu sangue ferver. O primeiro pensamento a correr por sua cabeça foi que a garota tinha algum garoto em sua casa. Ele não queria acreditar.
Seus passos foram ágeis até o final do corredor. A porta estava aberta pela metade, ele conseguia ver com clareza o que se passava em cima da cama de Harper.
Nada poderia ter preparado Louis para aquela cena. Harper não estava com um garoto. Era uma garota. Especificamente Harry, sua outra filha.
A cabeça de Louis agora rodava com a cena. Ele não sabia o que pensar ou dizer, mas seus olhos não conseguiam desviar da imagem de Harry sobre o corpo da irmã. Suas pernas estavam cruzadas e o homem conseguia ouvir entre os gemidos o barulho molhado das bucetas se esfregando.
Harper estava deitada na cama, seus fios lisos espalhados pelo travesseiro. Ela ainda vestia seu sutiã, diferente de Harry, que estava completamente desnuda em cima da irmã. Seus peitinhos balançavam rapidamente junto com os cachos em seu cabelo ao que ela se forçava contra a buceta da irmã, totalmente desesperada por prazer. Ambas soltavam gemidos finos, fazendo todos os sentidos de Louis entrarem em pane.
Sua primeira reação foi empurrar a porta com força, fazendo com que a maçaneta batesse na parede e enfim fizesse as garotas percebessem que estavam sendo observadas.
Harry soltou um grito agudo, se desvencilhando do corpo da irmã e prontamente enrolando o seu no edredom que estava em cima da cama. Harper fez o mesmo, sem conseguir tirar seus olhos da figura do pai na entrada no quarto.
As duas garotas tinham um olhar assustado, sem conseguir soltar uma palavra que fosse. A situação estava feia. Realmente feia.
- Eu gostaria de receber uma explicação. Agora mesmo. - O homem finamente disse. Sua voz era firme e grossa. Ele podia observar suas duas filhas encolhidas na cama, como duas cachorrinhas indefesas e amedrontadas. Mesmo com o pedido do pai, elas não foram capaz de dizer algo. Isso nunca acontecia. Ver Louis bravo -principalmente com suas garotinhas perfeitas- dentro daquela casa era totalmente raro.
- Eu estou esperando por uma reposta. - Ele se aproximou aos poucos da cama, seu olhar duro era dividido entre as duas garotas. Ele iria mentir ao dizer que não estava se divertindo pelo menos um pouco com a situação. Era complicado dizer. A cabeça de Louis rodava em pensamentos diferentes. - Quando eu cheguei vocês não estavam tendo problemas em ser barulhentas, não é? Quando o papai sai, as gatinhas fazem a festa, hum? Não sabia que estava criando duas vagabundas. - As palavras saíram da boca de Louis antes que ele pudesse pensar. Agora, seu tom era cínico.
Harper olhava para seu pai com os olhos marejados. Ela se sentia totalmente envergonhada por terem sido pegas no pulo. Ao contrário de Harry, que agora não encarava apenas o rosto do pai. Louis tinha a expressão séria, mostrando o quão irritado estava com a situação. Mas, para a surpresa das gêmeas, o volume marcado na calça do pai revelava outra coisa.
Ela poderia se livrar de um castigo e ainda tomar proveito da situação.
- Papai... - A garota começou, se aproximando lentamente do pai. O edredom caiu em seu ombro direito com o movimento, deixando seu peito a mostra novamente. Os olhos de Louis grudaram ali imediatamente. - Não fala assim com as suas garotinhas... - Ela desviou seu olhar para a irmã, a esticando a mão para que ela pudesse se aproximar - Nós estávamos apenas nos divertindo...
Harry estava totalmente se jogando para cima do mais velho. Seus olhinhos verdes brilhavam em direção ao seu pai, que a olhava com certa dúvida, mas também admiração. Harry sempre fora a mais exibida das gêmeas. Sempre falando pela dupla, sempre querendo mais atenção. Não era de se admirar que ela estivesse no controle da situação. Harper apenas seguia o que sua irmã falava.
- O papai também pode brincar... Nós prometemos ser boazinhas, não é Harper? - Ela se virou para a irmã, que prontamente acenou com a cabeça ao que também se aproximava do pai. Agora Louis tinha suas duas garotinhas ajoelhadas em sua frente na cama. Ele podia ver seus olhinhos em expectativa, esperando por qualquer ação do mais velho.
Ele poderia parar com aquela cena maluca ou então jogar tudo para o alto e foder suas duas filhas em cima da cama de uma delas.
A segunda opção parecia muito mais interessante.
Antes mesmo que Harry pudesse tocar o mais velho sob a calça social, o homem puxou o cabelo das duas, as afastando de seu corpo. - Acha que vai ser fácil assim tocar no papai? Se vocês se comportarem, talvez eu deixe... - Suas mãos guiaram a cabeça de suas filhas, fazendo com que seus rostos se encontrassem. - Não mandei pararem.
O corpo das duas garotas pegava fogo. Quando decidiram faltar aula para poder relaxarem um pouco, não pensaram que poderiam ser pegar por nenhum segundo. Ou que então seu pai acabaria participando.
Harry foi rápida em colar seus lábios nos da irmã em um beijo gostoso. Louis não sabia se queria participar ou então assistir as duas se beijando como se não houvesse amanhã. Os lábios gordinhos de Harper eram sugados com vontade por Harry, que mantinha o controle. O aperto das mãos de Louis no cabelo das garotas fazia suas cabeças arderem, mas as duas soltavam gemidos baixinhos por estarem gostando tanto de terem o papai as ajudando e guiando.
Louis sentia seu pau latejar dentro da calça. Ele senti que poderia chorar de tanta excitação ao observar suas garotinhas.
Lentamente o homem se afastou das duas, levando suas mãos diretamente para a fivela de seu cinto. Ele precisava de um alívio naquele mesmo momento.
Harper virou seu olhar para o pai, querendo o observar e o chamar para que voltasse a toca-la. Ela observou o exato momento em que ele abaixou a calça junto com a cueca, liberando o cacete duro. Sua glande brilhava devido ao pré-gozo que escorria. Ela sentia sua boca salivar tamanha vontade de tomar seu papai em sua boca.
Louis se livrou da calça, ficando apenas com a camisa social. Sua mão tomou seu pau pela base, o masturbando em movimentos lentos. Barulhos de satisfação saiam de sua boca ao que finalmente recebia um alívio. Ele deu um sorriso de canto ao perceber o olhar de Harper vidrado no cacete molhado. - Você quer, princesa? Se fizerem um show bem gostoso para o papai posso pensar em foder a sua boquinha depois. - Ele se aconchegou na poltrona ao lado da cama, relaxando seu corpo no estofado enquanto ainda movimentava sua mão em seu pau.
Louis queria sentar e observar suas filhas se comendo enquanto batia uma. Seus olhos estavam presos nas duas figuras na cama. Harry tinha as duas mãos no rosto da irmã, ela a segurava como se fosse seu bem mais precioso. Louis se sentiu um idiota por nunca ter percebido o que estava acontecendo bem debaixo de seu nariz. Obviamente aquilo já estava rolando a algum tempo.
Harry desceu suas mãos para as costas da irmã. Seus dedinhos foram ágeis em desfazer o fecho do sutiã para enfim a deixar totalmente nua. Seus olhos brilharam ao contemplar os peitos com os bicos durinho a sua frente. Harper, percebendo as intenções da garota, se deitou em na cama e a puxou. A boca de Harry rapidamente se prende ao redor de um dos peitos da irmã, ela chupa seu mamilo como se fosse a coisa mais gostosa que sua boca poderia provar. Seus dedos apertam o biquinho do outro peito, fazendo com que Harper solte um gemido baixo. A dor é mínima e ela sente todo seu corpo pegar fogo com a irmã mamando em seus peitinhos.
- Mhm.... Hazzy, por favor. Eu quero mais. - Sua voz é baixa, mas o pedido é ouvido por Harry e também por Louis, que aperta seus dedos com mais força em sua glande ao ver a filha suplicando pela outra. A coxa de Harry estava entre as pernas de Harper, ele podia ver a segunda esfregando sua buceta ali. Desesperada por mais toques.
- Vamos, Harry... Sei que você sempre cuida tão bem da sua irmãzinha... Não vai fazer feio agora na frente do papai, não é? - Louis se dirigiu a Harry, sabendo que seria Harry a controlar o momento das duas. Aquilo havia sido uma ordem direta e Harry prontamente obedeceu. Sua boquinha se desprendeu do peito da irmã, um único fio de saliva ainda os ligava. Seus lábios traçaram um trilha de beijos pela pele branquinha da irmã, que arrepiava a cada toque. Harry sabia que, apesar de estar totalmente molhada, Harper ainda estava nervosa por causa da presença do pai. Era seu dever como irmã (apenas alguns minutos) mais velha fazer a irmã relaxar e aproveitar o momento. Seu papai prestava atenção, e com certeza ela seria recompensada depois.
A boca de Harry parou na pélvis da garota. Ela levantou seu olhar para poder observar o rostinho de Harper.
- Relaxa, irmãzinha... Não é como se eu não soubesse que você gosta de plateia... - Ela soltou em um tom irônico e podia ver as bochechas da irmã ficando vermelhas ao que ela virava o rosto para observar a reação do pai. Esse que tinha o maxilar travado, o sangue pegando fogo apenas de imaginar qualquer outra pessoa assistindo suas garotinhas. Mas ele decidiu não interromper, teria sua oportunidade depois. Ele queria ver observar as duas.
Harper teve suas pernas separadas pelas mãos de Harry. Assim ela podia ter a visão da bucetinha molhada da irmã, ela estava implorando por algum toque.
Os dedos longos de Harry tocaram os lábios da buceta, a deixando totalmente exposta. Sua boca grudou no grelinho, fazendo Harper gemer alto. Não tinha nada que Harper gostava mais do que receber uma oral da irmã e Harry sabia bem disso.
Harry dividia sua atenção entre sugar o clitóris com força e passear com sua língua até a entradinha, apenas forçando. Ela conseguia deslizar sem dificuldade, Harper estava ficando cada vez mais a vontade com seu papai a observando e sua buceta estava completamente melada.
- Hazzy... Porra, assim. Come a minha bucetinha, hum... - Suas palavras eram perdidas no meio de murmúrios. A esse ponto ela já estava rebolando na boca da irmã, que a devorava com vontade.
- Eu amo tanto te comer assim, Harper... Princesa, amo sentir o seu gostinho assim.... - Harry devolveu, agora levando dois de seus dedos até a entradinha da irmã. Sua boca voltou a chupar o grelinho inchado ao mesmo instante que enfiava seus dedos. Harper tentava se empurrar mais contra os dedos, agora totalmente perdida em sua bolha de prazer. Ela queria tanto gozar.
Afinal, elas haviam sido interrompidas.
Agora os dedos de Harry se moviam rapidamente, ela fodia a irmã enquanto a chupava tão gostoso. O melzinho de Harper escorria para sua boca. Ela sabia que a irmã iria gozar.
- Vamos, irmãzinha. Vem para mim, mostra para o papai como você é tão boazinha para mim. - Seus dedos se curvaram dentro da bucetinha apertada, fazendo Harper empurrar o quadril para cima. Isso fez com que os dedos de Harry fossem ainda mais fundo.
Harper estava perdida em sua própria bolha de prazer. Ela se esfregava contra a boca da irmã, suas mãos apertavam seus próprios peitinhos. Ela iria explodir.
- Hazzy, Hazzy! Eu vou gozar. Por favor... Hazzy! - O corpo da garota tremia em cima do colchão. Ela estava tão, tão perto. Foi um grande choque quando ouviu uma simples palavra saindo dos lábios do pai.
- Harry, pare. - A ordem foi obedecida rapidamente, Harry tirou os dedos da irmã, mesmo com os protestos e lamúrias. Harper estava jogada na cama, seu corpinho totalmente mole devido ao estado de prazer e frustração. Ela queria chorar. Na realidade, lágrimas ralas saíam de seus olhinhos verdes. Sua irmã a observava, sem poder fazer nada para a ajudar. Não seria louca de desobedecer o pai.
Louis estava se divertindo, de certa forma. Ao mesmo tempo que suas filhas eram duas cadelinhas desesperadas, não fariam nada sem a aprovação do papai.
Ele se levantou da poltrona, caminhando em direção da cama. Os olhos das duas garotas estavam vidrados no pau grosso e duro, vazando pre-gozo. Louis também iria expldodir de tesão.
Ele parou na beira da cama, levando seus dedos para tocar o queixo de Harry.
- Muito bom, meu amor. Cuidou direitinho da sua irmãzinha... Papai está orgulhoso de você, hum? - Ele disse com um sorrisinho pendendo de seus lábios.
Oh, ele tinha tantos planos para acabar com suas filhas.
Sua atenção agora estava em Harper, a garota ainda estava jogada na cama, frustrada mais uma vez por ser interrompida. Suas perninhas abertas revelavam a buceta vermelhinha e sensível para o papai, que não perdeu a chance de acertar um tapa em seu grelinho.
- Só vai gozar no pau do papai, amor. Não precisa me olhar assim... Você também foi tão boazinha, eu não sabia que minha princesinha podia ser uma putinha tão desesperada assim. - Seus dedos rodearam a entradinha da garota, ele enfiou somente a pontinha para a ver tremer mais uma vez na cama.
- Vez do papai brincar.
Musa do verão 🧴🍉🔆
Harry é a mãe do melhor amigo de Louis, eles estão curtindo o final de semana numa casa de praia e os peitos cheios de leite não contribuem, vazando quase a todo momento, sem ninguém dentro de casa a única ajuda que tinha era do garoto sarado que seu filho Theo tinha como um irmão.
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❕: momrry, hinter, palavras de baixo calão, lactation, cockwarm, desuso de camisinha.
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— Você tem certeza de que não quer ir com a gente cara? — Theo pergunta pela segunda vez.
Louis faz uma cara de cansaço, fingindo muito bem para seus amigos.
— Tenho gente, me desculpem. Acho que amanhã eu vou pegar uma onda com vocês, ainda temos mais uma semana aqui.
Theo deu de ombros e os outros garotos concordaram, pegando suas pranchas, parafinas e protetores solares. Antes de passar pela porta de entrada seu melhor amigo disse.
— Já que você vai ficar quero que tome cuidado com a mamãe, o doido do ex dela ta pirado atrás dela, qualquer coisa você corre pra praia e me chama.
Louis confirmou com a cabeça e fez seu high-five combinado com Theo que criaram desde que se conheceram.
As vozes e passos foram se distanciando, dando lugar ao canto de Harry no andar de cima ao tomando seu banho premium depois de fazer Luke dormir, seu neném de nove meses.
Sem ânimo algum ele ligou a TV passando os canais até parar em um em que passava um jogo, prendendo sua atenção a partida, depois de quase meia hora seus olhos só foram desgrudados da tela por conta da figura estonteante vindo em sua direção.
— Não foi com os garotos? — perguntou se sentando perto de si no sofá, deixando sua cabeça encostada no estofado enquanto olhava para o perfil do menino que balançava a cabeça negativamente focado no jogo. — Ah, entendi… Futebol para você é melhor do que curtir uma tarde de surf com seus “manos”.
Louis riu da forma em que ele disse “manos”, abaixando o volume da televisão e virando seu rosto para Harry.
— Só não tava afim de ir mesmo. Luke está dormindo?
— Anham. Como um anjinho. — Harry falava ao mesmo tempo que secava o peitoral desnudo do garoto ao seu lado. — Quantos anos você tem querido?
Louis franziu as sobrancelhas e respondeu:
— Dezenove, eu achei que você sabia.
— Meu Deus! Você é muito novinho pra ter um corpo desse. — pensou alto.
— Como? — Louis perguntou abismado.
— Quer dizer… Hm, eu preciso checar o bebê, com licença.
Harry se sentia um pateta, deixando o garoto lá e fingindo que tinha algo a fazer com seu neném. Louis depois de ver ele subindo as escadas rápido voltou sua atenção ao jogo mas estava no intervalo, então desligou a TV.
Pegou seu celular e rolou pelo Instagram vendo nos stories seus amigos na praia, respondeu algumas dm’s com garotas que conheceu nas festas que ia e bloqueou a tela.
Enquanto se refrescava do calor com uma limonada cheia de cubos de gelo ele viu Harry adentrando a cozinha.
— Quer? — ofereceu a bebida a mãe de seu amigo.
— Oh, não Louis, muito obrigada gatinho. — seu foco agora era outro, seus peitos vazavam no sutiã e ele estava agoniado com aquilo molhado nos seus mamilos, nem percebendo que seu vestido transparecia a situação caótica ali dentro.
Louis não teve como não reparar, se sentindo endurecer dentro da bermuda ao saber que aqueles peitos estavam tão cheios que chegavam a vazar porém não era para si.
— Querido por acaso você viu aquela bombinha que uma vez Theo pediu para você pegar? Ela serve para extrair o leite dos meus seios quando estão muito pesados, daí eu guardo e depois coloco numa mamadeira para dar a Luke. — Harry rodava a cozinha procurando, abrindo todas as gavetas e armários.
— Me desculpe Harry, mas eu não vi… — Louis foi sincero, terminando de beber o refresco e lavando na pia seu copo, enxugando as mãos com um pano logo depois. Escutou um suspiro frustado da mamãe perto de si e um sorriso cretino apareceu em seu rosto. — Mas sabe, eu posso te ajudar com isso.
Harry lhe olhou em confusão, apoiado na ilha da cozinha vendo o garoto lhe encurralar com um copo que usou antes agora lavado em suas mãos.
— E como você me ajudaria?
— É fácil, você coloca esses seus peitos deliciosos para fora e eu te ajudo a colocar o leite do neném aqui no copo, não é assim que se faz?
Harry prendeu a respiração, a mão de Louis foi para sua cintura fazendo um carinho muito bom, as orbes azuis encontravam as verdes analisando se aquilo entre eles que estava prestes a acontecer era o corretor a se fazer.
— Tudo bem, se você está se oferecendo não é? Não irei negar.
— Até porque não tem ninguém além de nós dois nessa casa mamãe, somente eu e você, hm? — as pernas esguias tremeram ao sentir beijos molhados em seu pescoço. — Ninguém mais precisa saber, ninguém nunca vai saber disso que vamos fazer.
— N-Ninguém…
— É, ninguém.
As mãos de Louis foram para a barra do vestido, puxando para cima e tirando do corpo esbelto, o conjunto de lingerie branco deixava a pele quase de um mesmo tom, o garoto amou ver os peitos tão grandes pendurados quase para fora da peça, desceu seu olhar e ficou petrificado.
— O que foi Lou? — Harry perguntou acanhado tentando se esconder.
— V-Você tem uma…
— Um vagina, sim. Você tem algum problema com isso? — perguntou receoso.
Louis soltou um sorriso e pôs as mãos na cabeça ao que balançava a cabeça em descrença. Ele ficou um tempo calado olhando para Harry até que sua vontade foi maior em agarrar ele, grudando suas bocas.
Por alguns segundos o encaracolado ficou estático e sem saber o que fazer mas seus sentidos voltaram ao sentir a língua de Louis entrando na sua boca. Compartilhavam um beijo lento e cheio de ofegos e estalos enquanto as mãos habilidosas do garoto sarado desatacavam seu sutiã, a peça caiu no chão e ele teve a obrigação de parar o beijo para analisar aqueles peitos cheios de leite para si.
— Porra mamãe, você é uma puta gostosa do caralho. — Harry gemeu ao sentir as mãos meios ásperas agarrando seus seios e fazendo uma massagem bruta, molhando a mão do garoto com seu líquido. — Me deixa te mamar por favor, te todas as formas vai. Nos seus peitinhos ou na sua bucetinha.
— Mas você disse que iria me ajudar a tirar o leite para Luke e não para você querido. — os olhos de Louis chegavam a lacrimejar ao escutar Harry rejeitando seu prazer. — Você está chorando?
Louis nunca tinha chorado por uma coisa tão boba, quão vergonhoso era chorar pelo leitinho da mamãe do seu melhor amigo, chorar porque queria de qualquer maneira se acabar naqueles seios.
— Oh gatinho, não chore.
— Me desculpe mamãe, eu posso me ajoelhar, lamber o chão, qualquer coisa mas me deixe mamar neles.
Harry olhou para os lados confirmando se não havia mais ninguém ali, deixou um carinho na franja do garoto e pegou em seu próprio seio ao que sua outra mão pegava delicadamente o rosto do menino, lhe trazendo para perto do seu biquinho pontudo escorrendo leite.
— É todo seu querido, se divirta, hm? — sorriu terno para Louis. Ele não esperou mais nada e abocanhou o seio, massageando o outro com a mão. — Ai Lou, não seja tão esfomeado! Está machucando a mamãe.
— Foi mal. — falou abafado ao que tinha o peito preso em sua boca, mamando como nunca antes.
Ele estava louco de tesão, e viu Harry rebolar no nada ao que sentia falta de algo para lhe dar prazer na pulsação lá embaixo. Foi com isso que ele colocou seu joelho entre a intimidade dele, sentindo friccionar na ponta começando uma bagunça de excitação ali, chegando a molhar até parte de sua coxa.
Sugou todo o leite possível de um e não satisfeito foi para o outro, sugando também o líquido. Harry nunca em sua vida recebeu uma mamada tão boa assim em seus peitos, nem mesmo seu ex marido ou os poucos casos que teve fizeram tão gostoso assim. Ele estava hipnotizado com o talento daquele adolescente, o melhor amigo do seu filho mais velho.
O melhor amigo de Theo.
— Louis, pare! — falou com urgência, o garoto não lhe obedeceu, muito focado em sugar todo o leite dele e acabar com o inchaço e dores em seu peito. — Pare agora!
O tom bravo fez ele ficar em alerta, soltando o peito de sua boca e olhando para Harry.
— Não podemos continuar, não podemos! — Harry se afastou dele porém Louis foi rápido em lhe agarrar por trás lhe fazendo gemer ao sentir a brutalidade e o membro duro se esfregando em si.
— Está sentido mamãe? Você me deixou assim! — levou sua mão para frente de Harry, pegando com força na sua bucetinha marcada na calcinha e babando entre o tecido fino. — Não pode parar agora já que não tem ninguém aqui que te faça saciar essa sede de pau que você tem. Sede do meu pau não é? Porque olhe só como você ta molhadinha pra mim amor.
Seus dedos começaram a estimular o clítoris ainda por cima do pano, enquanto seu quadril atrás de Harry simulava estocadas lentas e fundas.
— Hm, Loueh… Não faz isso gatinho.
Louis sorriu sacana, e lhe virou. Harry agarrou sua nuca quando foi segurada pelos braços musculosos do garoto, pulando em seu colo e prendendo suas pernas atrás dele ao que andavam até o sofá espaçoso.
O adolescente se sentou com a mamãe em seu colo e logo eles estavam se beijando eroticamente, com apertos de Louis em sua cintura e as unhas afiadas de Harry em sua nuca. As coisas esquentaram mais ainda quando a mamãe achou certo rebolar no cacete marcado na bermuda, ao que o menino voltou a mamar em seus peitos vazantes.
— Ai gatinho você mama a mamãe tão bem, que delícia.
— Seu leitinho é viciante demais.
Harry sorriu e o puxou para um beijo lento, com línguas se entrelaçando e cabeças indo de um lado pro outro para um encaixe melhor. Ele poderia dizer que era loucura mas estava doido para sentir aquele jovem dentro de si, indo fundo ao que não deixava de mamar seus peitos doloridos.
— Lou. — o gemido manhoso soou como um chamado e assim o garoto lhe olhou, suas bocas estavam grudadas uma na outra, as respirações compartilhadas de uma cavidade a outra. — Entra em mim vai.
Louis não quis saber de mais nada, desabotoou a bermuda e puxou somente seu pau pra fora, puxando o corpo de Harry para mais perto de si, ao que suas intimidades foram de encontro uma com a outra.
— Bota a calcinha de lado mamãe. — sussurrou e mordiscou o lóbulo da orelha dele.
Prontamente seu pedido foi acatado e ele gemeu rouco ao estar dentro daquele calor tão bom. Segurou firma na cintura marcadinha e Harry se apoiou em seus ombros ao que começava a subir e descer lento em seu pau.
Era quase como um sexo baunilha, trocavam olhares profundos durante o ato e o menino fazia questão de mamar em seus peitos pesados, mas o clima mudou ao que os beijos de Louis foram para seu pescoço e depois sua boca, voltando a se beijar loucamente.
— Porra tu senta tão gostoso gatinha. A tua buceta me aperta tanto, é tão gostosa de meter.
— Você gosta Lou? — Harry perguntou com uma cara safada, começando a quicar na rola grossa do garoto, que balançou a cabeça em concordância e gemeu rouco, ajudando em seus movimentos ao que segurava em sua cintura e começava a estocar pra cima. — Aww gatinho, que gostoso! I-Isso…
— Porra pula que nem um coelhinho na minha pica ne? E ainda disse que não queria, vagabunda.
— Tenha respeito pela sua mamãe!
— Você deixou de ser uma mamãe quando começou a quicar na minha rola amor.
Aquela conversa suja estava deixando os dois perto do ápice, então os movimentos voltaram a ser lentos e com carinho. Os olhares estavam presos um ao outro enquanto Harry rebolava lentinho no cacete dele.
A cabeça encaracolada deitou no peito sarado do adolescente, e os beijos em seu cabelo o fazia sorrir manhoso, as carícias em suas costas e nuca o deixavam a beira do sono.
— Cansadinha mamãe? — Louis perguntou ao que rebolou o próprio quadril deixando ambos com gemidos na boca. — Posso te satisfazer enquanto você descansa, hm? Quer?
— Por favor Lou. — pediu envergonhado.
O jovem lhe deitou no sofá e ficou por cima, deixou um beijo em seus lábios antes de voltar a mamar em seus peitos e meter com carinho e lento, porém muito fundo, foi nisso que ele achou seu ponto G, o gemido manhoso saiu de sua boca e o sorriso de Louis brotou, seu ego cresceu ao acertar mais vezes num mesmo lugar e escutar as lamúrias da mamãe.
— É aqui não é gatinha? Ta gostoso enquanto eu meto aqui?
— Sim Lou, muito… Não para por favor ta?
— Se eu pudesse não pararia nunca de meter em você gostosa.
Harry sorriu inerte, não sabendo exatamente onde estava ou o que sentia.
Louis gemeu rouco ao meter mais e enfiar seu rosto no pescoço da mamãe, as mãos de Harry agarravam seu cabelo e deixava um carinho gostoso.
— Gatinho, eu vou gozar!
— Vem amor, pode vir pra mim. Molha meu cacete todinho vai.
Harry gemeu com aquela fala e com a estocada funda que sentiu, derramando seu prazer no pau do garoto que segundos depois lhe encheu todinho de gozo.
Louis virou a posição deles, deitando no sofá com um braço dobrado atrás do pescoço e deixando Harry descansando em seu peito. Eles trocaram alguns selinhos antes de caírem em um sono profundo.
Ao menos escutaram a babá eletrônica avisando que Luke tinha acordado, nem o choro do neném, muito menos os garotos voltando da praia rindo e fazendo piadas um com o outro, porém o silêncio apareceu quando viram os dois no sofá, Theo estranhou o silêncio repentino e olhou para frente, querendo matar Louis, seu melhor amigo, por estar dentro da sua mãe sem vergonha alguma no sofá da casa de praia deles.
A amizade deles com certeza acabou, mas os encontros as escondidas de Harry e Louis jamais.
🎀¸.•*pyjama délicat
¸¸.•*Aquele que a rotina de trabalho muda quando Louis encontra uma camisola rosinha no sofá do seu cliente e inevitavelmente acaba com os seus dedos dentro da sua boquinha bonita!
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Harrybottom/ LouisTops
-HarryInter! Harry com bocetinha
-Não há a utilização de preservativos!
-Utilização de kinks durante a oneshot
-Bellybulge;
-Dirtytalk, palavras usadas como: bucetinha, buraquinho, seios, caralho, pau, grelinho e entre outros!
Caso não se sinta completamente satisfeito com os avisos acima, não se force a ler.
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Trabalhar como jornalista havia sido algo realmente grande para Louis, ainda que não fosse nomeado como repórter, a área mais conhecida pelo nome jornalismo, atuava em algo que realmente havia desejado há bastante tempo. Tomlinson costumava produzir conteúdos, tanto para agencias de comunicação assim como para clientes diretos, que por sua vez, costumava entrar em contato com ele via e-mail e onde debatiam sobre o tema que Louis precisaria construir seu trabalho em cima.
Se sentia realmente feliz enquanto trabalha com isso, sente-se quase como um profissional autônomo. Louis não trabalha para qualquer emissora ou algo do tipo diretamente, desde que começou a exercer a área, sempre priorizou trabalhar para clientes diretos, dessa forma conseguia tornar sua rotina mais flexível com seus outros afazeres, apesar da grande demanda.
O moreno sempre teve uma boa vida financeira, seus pais desde tão pequenininho sempre se empenharam bastante para que nunca passassem qualquer dificuldade, ainda que as más línguas digam que o dinheiro da família Tomlinson era sujo. Bom, você poderia tirar suas próprias conclusões; desde que ambos Senhor e Senhora Tomlinson sempre puderam se dar o luxo de caviar, trufas brancas e queijo de alce postas sobre a mesa do café da manhã com uma bela xicara de chá, de onde vinha o dinheiro não era problema. Louis cresceu com tal mentalidade de que não precisaria se preocupar o suficiente com a sua renda mensal pelo seu emprego, e influenciado ainda por papai e mamãe para não trabalhar durante toda ela, já que teriam dinheiro o suficiente para sustentar ao menos suas quatro próximas gerações.
Louis sabe muito bem disso.
No entanto, o filho único Tomlinson nunca se sentiu completamente feliz com a ideia de passar sua juventude, ao menos o fim dela, e toda sua vida adulta desocupado e talvez viajando tanto ao redor do mundo. Não gostava da perspectiva de se sentir inútil. Ainda um tanto aéreo a economia de todo o resto de Londres e visto que o ramo que seguia poderia ser substituído por inteligência artificial brevemente, se sentia completamente feliz fazendo aquilo que gostava.
Afinal, ocupava a maior parte do seu tempo escrevendo e produzindo coisas, além do outro resto de horas que passava se exercitando e passeando com seus cachorros. Obviamente, a ideia de passar todas as horas completas do dia com alguém usufruindo todo aquele dinheiro parecia algo um tanto tentador para o homem de vinte e cinco anos, mas ainda, não tão tentadora quanto gostaria, visto que junto a ele não existe quaisquer par romântico.
Não costumava produzir artigos voltados para marketing, mesmo eliminando boa parte de suas demandas ao recusar isso, ele filtra bastante sobre o que gostaria de trabalhar, apenas o trás pequenos casos criminais para escrever e produzir em forma jornalística, publicando nos pequenos blogs e até em sua maioria, recebendo propostas de grandes emissoras para os escrever e ser publicado em grandes páginas. Algo notoriamente instigante. Ele realmente gosta do que faz, apesar de colocar a culpa das noites mal dormidas nos casos terrivelmente detalhados e catastróficos que recebia, e não em falta de companhia.
Não que o moreno tatuado estivesse dispensando os bichinhos peludos! Por deus, não. No entanto sua caixa de e-mails continuava cheia e o trabalho era algo que ocupava realmente muito tempo.
→Olá, boa noite, Senhor Tomlinson. Li alguns artigos que você escreve à respeito de alguns casos, e gostaria de dizer que estou incrivelmente interessado :)
Tomlinson não deixou de pensar em como o rostinho escrito no fim da mensagem e o 'kitty' escrito no final do e-mail do garoto não passaram despercebidos e soou tão fofo em sua cabeça. Apesar do tempo o ensinar que não deveria o julgar por algo tão bobo, era inevitável pensar como estaria recebendo aquela proposta dessa vez. Deveria ser direto e profissional, no entanto, não mencionou aquilo.
louist.journalcontact @ mail.co.uk
→ Boa noite, Senhor Edward. Gostaria que me fizesse um breve resumo da sua proposta, se não o for incomodo, podemos analisar juntos e então chegar a um acordo.
→Oh, certo. Pode me chamar de Harry, por sinal. Acredito que não trabalhe diretamente com marketing, mesmo que pessoalmente eu não ache que isso se enquadra. Sou um escritor de contos de terror amador, e nessa nova trilogia eu apresentaria casos criminais que soariam como casos comuns, gostaria que me escrevesse algo a respeito desse, para que eu pudesse publicar como um real artigo jornalístico e fazer as pessoas se interessarem pelos contos. Sei que não trabalha exatamente com isso, mas tenho admirado há bastante tempo a maneira como trabalha com as palavras em seus artigos para o jornalismo e gostaria que produzisse um para mim.
Anexo.doc!
louist.journalcontact @ mail.co.uk
→Eu acho a proposta tentadora, Harry! E tem sorte que eu esteja interessado em me arriscar na escrita jornalística para outros meios também. Aprecio que goste da minha maneira de noticiar as coisas. Irei dar uma olhada no documento.
→Muito obrigada pela oportunidade :D, eu estou disposto a tomar uma xícara de chá em Londres se realmente se interessar pela proposta, tenho um bom investimento e estou realmente focado nisso!! ;)
Louis riu em como o garoto poderia facilmente exigir que eles se encontrassem pessoalmente. Louis sempre preferiu ser mais recluso e realizar suas reuniões de forma virtual. Não nega que estava um tanto animado em se aventurar em outro tipo de escrita e desenvolver algum tipo de parceria com aquele escritor novo no ramo. Seria algo diferente de qualquer forma. O moreno gostou muito da ideia e a maneira em como o garoto estava sendo compreensivo deu um animo encorajador para ele.
Queria que aquilo realmente funcionasse. Alongou a coluna enquanto ainda estava sentado na cadeira, bagunçando o cabelo castanho com as mãos secas e suspirando ao pensar em como aquilo poderia funcionar. Fala sério, o quão irracional o garoto estaria sendo se fosse em alguma cafeteria e talvez planejasse seu assassinato. Isso daria um bom livro... Tomlinson precisa fazer uma pequena anotação sobre como precisa se preocupar mais com o fato de se distrair tão rápido! Piscou os olhinhos azuis distraídos e voltando a responder Styles depois de algum minutos.
louist.journalcontact @ mail.co.uk
→Nunca realizei reuniões pessoalmente, mas aproveitando que está em Londres também, deve ser uma boa oportunidade. Ao menos que esteja planejando meu assassinato, então me avise previamente para despedir dos meus cachorrinhos hahahaha. Quando fica melhor para você!
→Hahaha, talvez seja mais fácil acontecer o contrário. Podemos nos encontrar no Café Monmouth, Seven Dials? É mais movimentado. Podemos ir na sexta durante à tarde, se não for incomodo. Pode me dizer o que vai vestir? Não quero me dar o luxo de te confundir com algum senhor barbudo de lá.
Louis olhou rapidamente no calendário, lendo que ainda estavam na quarta e concordando baixinho com um murmuro fofo, como se seu cliente pudesse o escutar. Tomlinson sorriu mais uma vez para a tela, com o quão incrivelmente amigável o garoto conseguia ser.
louist.journalcontact @ mail.co.uk
→ Eu tenho uma reputação a zelar, senhor Styles! Soa perfeito para mim, estarei usando uma regata preta, tenho algumas tatuagens no braço, me encontre lá com a sua propostas, e se não for incomodo, a ideia do seu conto!
Harry não deixou de sorrir do outro lado da tela também. Esperava pessoalmente que o colunista fosse talvez ser um pouquinho arrogante com a sua ideia nova, dado que alguns haviam desistido da sua proposta antes mesmo de pensar em Tomlinson. Apertou os olhos verdes, pensando em como seria a sua aparência, já que Louis nunca se deu o trabalho de aparecer nas mídias por mais de seu nome. Regata preta. Tatuagens no braço. Colunista Louis Tomlinson. Cafeteria Monmouth, Seven Dials.
Dali dois dias!!
¸¸.•*
A garota se certificou em fazer uma pequena nota mental sobre as coisinhas que precisava levar em relação a sua proposta para Louis. Levou um pequeno exemplar de sua última obra e continho de terror mais recente, ainda que não estivesse sido notificado como best-seller, era uma ótima história de suspense.
Decidiu que para se encontrar com o jornalista, ele gostaria de se vestir mais formalmente, não queria causar uma péssima impressão! Precisaria se vestir de maneira séria, dispensando as presilhas de lírios para sair e apenas deixando com que os cachos ficassem bem arrumadinhos em um coque, com roupas que cobriam todo o seu corpo e o deixaria aquecido para a tarde gelada na Inglaterra, com uma blusa de trico bege que escondia perfeitamente seu segredinho de possuir seios gordinhos em baixo! Não gostaria de sentir ter a possibilidade de receber olhares tortos de Louis Tomlinson.
O vento friozinho deixava suas bochechas mais coradas que o normal e ele esperava profundamente que pudesse se manter aquecidinho com uma xicara de cappucino no Café. O ambiente estava também um tantinho cheio, mais que o previsto, portanto, Harry se certificou de chegar algum tempo antes para que pudesse pegar uma mesa vazia para os dois e já deixar seus lábios gordinhos com o gostinho amargo da bebida, separando os documentos e em como gostaria que Louis fizesse sua noticia detalhadamente. Sentia os olhos piscarem em agitação junto com o seu peito, animado para aquela oportunidade de promover seus contos e como seria um grande passo na sua carreira de escritor.
Os barulhos de conversa demasiadamente alto irritavam um pouquinho o cacheado, enquanto ele franzia o lábio juntamente com as sobrancelhas, nervoso que talvez não conseguisse encontrar o colunista em meio a tantas pessoas agitadas durante a tarde. Sentiu um leve toque no seu ombro, quando um homem de olhos azuis e os dentinhos bonitinhos o olhava com um sorrisinho charmoso nos lábios. Observou ele torcendo a cabeça para o lado quando começou a falar e sentiu os olhos verdes automaticamente ficando mais brilhantes para o tanto que seus poros escorriam beleza.
—Boa tarde, você é Harry Styles, não é? —o cacheadinho desceu os olhos para a regata preta que grudava um pouquinho em seu peito, as tatuagens nos dois braços delineados e a voz rouquinha. Os cachinhos balançaram no coque, enquanto olhava quietinho para o colunista, ainda um pouquinho surpreso já que definitivamente não era a aparência que esperava ele tendo. Porra, ele parece tão novo e bonito... —Não tenho mais certeza se é Harry. Seria engraçado para uma primeira reunião presencial eu errar a pessoa que deveria conversar.
—Não, não. Eu sou Harry sim. Boa tarde, Tomlinson — sorriu exibindo os dentinhos de coelhos por baixo dos lábios e corando um pouquinho mais as bochechas quando o homem se sentou na sua frente, ficando por alguns minutos em silencio antes de pedir uma xicara de chá e voltar a olhar para Harry o encarando com os olhos verdes bonitos, logo após ligar seu notebook. Tomlinson consegue citar cada característica do homem bonito na sua frente, e a maneira como ele estava mordendo o lábio inferior vermelho pela bebida quente enquanto era um pouquinho desajeitado com as folhas.
Se talvez não fossem as circunstancias, Louis poderia tão facilmente sair com o garoto cacheado com outras finalidades, faz tempo que não beija. Tomlinson respirou fundo, soltando uma risadinha contida para si mesmo e seus pensamentos que estavam viajando para outro lugar antes mesmo que pudessem trocar cinco minutos de diálogo constante.
—Eu achei que precisaria te procurar, Louis! Como me achou?
—Harry, não é tão dificil não te encontrar quando tem um adesivo grande escrito 'Styles' junto de um coelhinho branco na capa do seu notebook. —Harry arregalou os olhos bonitos, se esquecendo brevemente daquilo e brincando com a ponta dos dedos envergonhada.
—Ei! Eu poderia ser qualquer Styles. Devem existir muitos Styles por toda Londres.
—Foi arriscado, eu sei! Mas era você no fim das contas —piscou um dos olhos na direção dele, soando gentil e charmoso. Harry pensava se em algum momento iria derreter pelo jeitinho que ele era tão gostoso com cada mínima ação que tinha, ou se ele agia assim com todos os seus clientes e não estava tão acostumado com alguém tão bonito o olhando assim intensamente.
—Mhm, certo. — Harry tossiu baixinho, desviando do sorriso ladino que Louis dava para ele da forma mais sútil possível, buscando o exemplar pequeno da sua última obra de terror e separando as ideias em tópicos organizadinhos em um bloco de notas do notebook. —Estava pensando em algo que pudesse te beneficiar no fim das contas também, de um jeitinho profissional. Tenho algumas ideias para o meu conto e se quiser eu posso explicar o enredo dele detalhadinho. —O cacheado sorriu animado sentindo quando o moreno na sua frente desviou o olhar por poucos segundos, agradecendo a garçonete pela xícara de chá, e voltando a ficar completamente concentrado nas palavras escorregando pelos lábios vermelhos e beijáveis.
—Eu estava procurando trabalhar com algo diferente dessa vez, sua proposta chegou em um ótimo momento!
—Isso é incrível! — exibiu as covinhas fundas nas bochechas, quando tomou um grande fole do cappuccino e voltou a falar de maneira agitadinha sobre todas as suas ideias e de como aquilo poderia ser desenvolvido. —A sua notícia não seria exatamente noticiando algo por que vai ser totalmente ficcional, mas, mhm, a personagem basicamente procuraria cometer assassinatos e delitos em busca de se tornar alguma figura dos filmes de terror clássico. Ela tem uma grande fascinação por filmes de terror, faria isso até ser realmente considerada relevante no mundo dos crimes mas não apenas tratada como uma serial killer!!
Louis sorriu mais ainda para como ele conseguia se animar na maneira que falava sobre seu próximo livro publicado.
— Onde posso entrar, Harry?
—Oh, certo. Mhm, você faria as matérias escritas, como em colunas de revistas relatando os assassinatos que a personagem cometeu mas como se não existisse qualquer suspeito ainda. Eu me encanto pela forma que você consegue prender a atenção das pessoas que leem suas notícias, gostaria de saber se aceita essa proposta! –Harry sentia os lábios repuxando e o olhar de Louis passando por cada centímetro do seu rosto enquanto falava, realmente entretido com aquilo tudo.
—Está pedindo para que eu espalhe fake News, Harry Styles? — o moreno de regata riu divertido com a expressão preocupada que tomou o rosto do cacheado por alguns segundos, antes de notar que era alguma brincadeirinha do colunista para se enturmar.
—Não, Loooouis! —riu junto. — Gostaria que desenvolvesse as notícias, podem ser apenas pequenos bloquinhos detalhando as causas das mortes do suposto caso criminal ainda, e então colocar ao lado do seu nome na matéria, dizendo que poderiam ler sobre aquilo no meu livro. Me perdoe se a proposta for arriscada demais, Tomlinson. Eu estive procurando por algum colunista mas é tão difícil achar alguém que realmente aceite algo desse tipo. Seria uma ótima oportunidade de divulgar o meu trabalho com tanta credibilidade igual a sua.
—Você é bom nisso. Em escrever —piscou o olho charmoso mais uma vez. —Eu fico feliz mesmo que goste tanto assim da maneira que eu escrevo, realmente, Harry. Eu gosto da sua ideia, é bem sonhadora para ser sincero mas é particularmente muito boa. Meu trabalho nunca foi minha fonte única de renda então sempre filtrei tanto nos trabalhos que pego, mas acho que quero arriscar com o que você tem em mente.
Sentiu o coração agitar ao que os olhos bonitos do Harry aumentaram em expectativa, entraram em um consenso que Louis antes veria a maneira como deveria escrever e todo o resto mais detalhadamente para então discutirem sobre valores. Harry se sentia completamente realizado e poderia ficar ainda mais alegre com o jeitinho que Tomlinson o olhava com algo beirando o desejo e o brilho no azul dos olhos pequenos e as ruguinhas não escondiam isso.
Mas, oh, isso não é assunto que se debata entre uma reunião de negócios para a carreira de um cliente, nunca mesmo! Harry ainda sentia a perguntinha matutando na sua cabeça se o seu futuro parceiro de projeto seria tão quente conversando com todas as pessoas ou se estava em um momento especial para ele, enquanto flertavam silenciosamente.
Louis agradecia aos céus e aos reinos que não tivesse perdido o jeito de flertar com alguém depois de um longo tempo sem fazer aquilo.
Depois de mais alguns minutos, com os lábios quentinho das bebidas que soltavam fumacinha e as xícaras sem uma gota do docinho, Harry presumiu que já estava no momento de se despedirem e discutir mais sobre isso, em alguma outra oportunidade.
Ele teria a certeza que haveria outra oportunidade. Que fosse pessoalmente também, em algum lugar mais calmo para escreverem sobre aquilo e que pudessem falar menos agitados um com o outro.
—Mhm, acha que podemos marcar algum outro dia para nos encontrarmos e falarmos sobre o projeto, então?
—Sim. —Harry riu com a forma que o homem não relutou ao menos um pouquinho em respondê-lo sobre aquilo. Oh, certo, talvez o desespero pela nova oportunidade deixasse o moreno gostosinho eufórico assim, ou ele estava realmente retribuindo seus olhares.
Styles tentava a todo momento ser o mais discreto possível, mas ele não era o melhor de todos nisso...
—Posso continuar te mandando os e-mails para marcarmos outro dia e falar mais sobre isso, acho que me deu inspiração para escrever mais hoje!
—Me passe seu número, é mais fácil de achar seu contato do que em meio a inúmeros outros e-mails de propostas, Harry. Podemos ir em algum lugar mais calmo e privado da próxima vez. —falou a última parte com um leve tom de malícia que com toda certeza não passou despercebido pelo cacheado, que a certo ponto estava hipnotizado por esse enquanto passava seu número e deixava um beijo no maxilar de Louis coberto pela barba coberta e ralinha.
--Obrigada.
Porra, até o cheiro da sua pele era incrivelmente mais deliciosa de perto.
***
O convite de trabalho disfarçado foi definitivamente mais explícito do que Louis achou que seria. Não dizendo que ele não estava contente com aquilo, ele estava, realmente contente com o convite. Styles havia o chamado para seu próprio apartamento daquela vez, com alguma desculpa que havia desenvolvido ideias novas e seria legal conversarem mais sobre aquilo para iniciar.
Louis estava satisfeito de início com o caminho que aquela nova proposta estava tomando! Iniciou de antemão a introdução das matérias por meio do computador, batendo nas teclas rapidamente enquanto as palavrinhas apareciam na sua cabeça, e ele se agitava com a ansiedade. Escreveu talvez alguns parágrafos de introdução para cada uma das matérias que Harry o detalhou da última vez, sem detalhes pois seria melhor desenvolver eles na presença de Styles.
Ele teria a presença de Styles dali alguns minutos de qualquer forma!
A porta do seu apartamento estava entre-aberta desde que Tomlinson chegou na recepção e o cacheado pediu para que liberasse a entrada do colunista. O ambiente era calminho e agradável, ainda que Louis conseguisse sentir seu coração palpitando forte e os dedos ásperos apertando a pequena bolsa do seu notebook.
Pensou diversas vezes em fazer a barba antes de sair de casa, mesmo que ela estivesse bem ralinha ainda e gostasse da forma como ficava bonito nela. Não fez com medo de Styles achar ele inconveniente e achar que está se encontrando com o cacheado com outras intenções não mais que trabalho! Louis não queria soar rude mesmo que tivesse passado tantos pensamentos envolvendo o outro garoto.
Harry deixou que a água fervesse para preparar duas xícaras de chá. O tempo estava ameno, mas seria reconfortante tomar o líquido docinho com um pouquinho de leite. Verificou se não tinha qualquer peça de roupa no sofá, onde os dois ficariam para desenvolver o artigo.
Harry morava em seu apartamento sozinho, então tinha tanta liberdade para deixar suas roupas e pijaminhas largados pelo sofá quanto qualquer outra coisa. A última coisa que fez antes que Louis batesse lentamente na porta, foi afofar as almofadas e dar uma última verificada.
Pensou mais uma vez sobre como seria terrível perder sua oportunidade única pela sua condição.
Tomlinson apareceu com suas roupas caras, de alfaiataria provavelmente. Harry se encolheu com a sensação de ter uma casa tão pequenininha e estar usando roupas simples, tão distante da realidade do colunista famoso. Suas bochechas coravam ele sorria pequenininho quando sentia os olhos azuis passando por todo seu corpo delineado nas roupas folgadinhas. O cacheadinho quebrou o silêncio.
–Oi, Louis –sorriu bonitinho. –Mhm, pode já ir se sentando no sofá, fiz chá, vou trazer um pouquinho para nós.
Tomlinson olhou mais uma vez para a sua cintura fininha e bonita pela marcação da blusa, soltando um arzinho pelo nariz e sentindo o coração palpitar com os pensamentos sobre ter o corpo branquinho no seu colo ou qualquer outro cenário no meio daquela sala espaçosa.
–Suas ideias já estão nas folhas em cima da mesa de centro?– o moreno perguntou com a bolsa onde protegia o notebook em baixo do braço marcado pelas veias salientes. Quando se sentou confortavelmente no sofá e iniciava os arquivos para conversarem direitinho sobre aquilo.
O tempo passou mais rapidinho do que os dois esperavam inconscientemente. As duas xícaras de chá já estavam vazias exatamente 40 minutos depois, com Louis pessoalmente entusiasmado com a ideia diferente do escritor, sorrindo com uma risadinha presa quando o cacheado se animava um tanto e fazia muitos gestos explicando sua história. Harry sentia as bochechas corando cada segundo mais com as encarnadas do mais Velho em sua direção. Esperava estar escondendo muito bem.
–Oh, certo. Acho que seria importante pontuar em como a personagem estava completamente alheia a situação. Antes da situação começar. Podemos colocar a personagem fazendo qualquer coisinha, como fervendo a água, vou fazer mais uma cápsula de chá e então podemos desenvolver isso.
–Eu gosto da ideia da inocência que vai ser retratada, parece clichê mas vai surpreender ao decorrer da notícia. –Louis concordou com as bochechas vermelhas das risadas anteriores e as ruguinhas nos olhos pela mente do enrolado. –Acho que vamos terminar suas notícias comigo fissurado pelo seu livro. Essa divulgação vai ser incrível.
Harry enrolou a ponta da blusa nos dedinhos finos, honrado do pelo elogio do colunista. Sua cabeça foi para outra coisinha quando finalmente voltou a reparar o mais velho minunciosamente. Estava distraídinho com seu projeto mas agora, o olhando pela ponta do carpete, o jeitinho que ele estava sentado, com a postura relaxada, notando que ele esteve o olhando com as mãos em cima da coxa e o sorrisinho de canto pelo tempo todo. Porra, ele parecia tão gostoso assim. A calça social marcava perfeitamente o volume das suas coxas e as tatuagens diversas nos dedos fazia ele pensar como se pareceriam enfiadinhos na sua boca.
–Certo, estou indo fazer mais chá. Mais uma xícara?
–Sim, por favor.
Tomlinson conseguiu finalmente soltar a respiração pesada que esteve prendendo por tanto tempo. Desviando o olhar rapidamente quando o garoto apareceu na sua frente andando em direção à cozinha, e apertando os olhos azuis. Olhou o horário no relógio de pulso quando abriu os olhos novamente.
–Açúcar? –Harry gritou da cozinha.
–Não, obrigado, Haz. Sem, por favor. –Levantou para esticar as pernas e desprender um pouco a calça marcada no seu pau. Olharia na direção de Harry o menos possível, pelos próximos minutos, apenas olhando para a tela do computador! Faria esse esforcinho. –Não acredito que toma chá com açúcar!
Riu baixinho com a provocação para o branquinho, enquanto ajeitava as almofadas no intuito de distrair a mente. Torceu os olhos quando viu o pedaço de um pano rosa em baixo de uma delas, curioso, puxando a pontinha do tecido de seda e gemendo desacreditado pela peça delicadinha e feminina no tom rosa bebê que tinha na mão. Porra, Harry disse que morava sozinho. Aquilo devia com certeza ser de alguma garota que havia levado para seu sofá, talvez.
–Que ofensa, Lou! Eu nunca colocaria açúcar no meu chá. –levava os dois pratinhos com as xícaras vermelhas em cima em passos delicados, com medo de que derrubasse. Até os colocar em cima da mesa de centro.
–Harry, tem que ter mais cuidado onde deixa as roupas das garotas que trás aqui. –aprontou despretensiosamente para o tecido rosado com as rendas branquinhas e tão bonito na ponta do sofá, totalmente descoberto. Acompanhando as bochechas de Styles ficarem em um tom quase vinho e os seus olhos encherem de lágrimas.
–Senhor, que vergonha –tampou os olhos com as palmas das mãos delicadas, sentindo a timidez sair dos poros do seu corpo. Fazia um biquinho de chateação que prontamente foi descoberto quando Louis tirou suas duas mãos do rosto, para o ver direitinho.
–Está chorando? Harry, é só uma camisola. A guarde para devolver para a garota.
–Não, Louis, é minha!
O cacheado tem certeza que o silêncio que prosseguiu na sala demorou muito menos do que parecia do seu ponto de vista, mais envergonhado que antes pela situação e pronto para que Louis o fizesse uma cara de nojo assim que estivesse indo embora do projeto.
–Porra, é tua? –os olhos azuis brilhavam, quando as veias salientes pareceram ainda mais sobressaltavas nos seus braços e suas mãos, os punhos serrados. –Senta aqui do meu lado.
–Não preciso repetir, Tomlinson. Vou guardar e podemos tomar o chá para finalizar a notícia, certo?
–Não. –respondeu o escritor firmemente, admirando seu ainda biquinho e preocupado suficiente com o choro baixinho do outro para que pensamentos perversos surgissem. Olhou o jeitinho que as pernas grossas se espalharam no sofá por baixo do shortinho de tecido fino do garoto, engolindo a saliva quando pensava sobre o quão bonito e delicioso ele ficaria por baixo da camisola, com os biquinhos dos peitos tão aparentes e babadinhos depois que deixasse Louis o machucar e chupar por cima da seda.
Harry sentou pertinho do colunista famoso ainda um pouquinho recluso, obedecendo tudinho que ele pedia sem pensar duas vezes.
–Coloca a perna na minha coxa, Harry. Olha para mim.
Harry sentiu as bochechas quase caírem do seu rosto de tão envergonhado que se tornava a cada segundo, com as camisola em cima da outra perna do colunista, que por sua vez, tinha o colo completamente ocupado com a coxa grossa de Styles em seu shortinho largo e fininho!
–Por que está chorando? –Louis perguntou delicadozinho para o mais novo. Passava a pontinha dos dedos por toda sua coxa arrepiada, tão perto da barra do tecido moletom branco, como se estivesse apenas brincando com ele a este ponto.
–Está brincando? Isso é tão idiota! Estamos aqui a trabalho, não pode pegar uma peça minha íntima e fingir que está tudo bem! –fez um biquinho com os lábios ainda restando o aroma quente do chá. –Ainda é um pijama! Feminino! O quão ridículo isso soa, Louis?
–Não entendo ainda o que importa se é uma peça feminina.
–Esse é o problema, Louis! Eu sou um garoto, deveria usar coisas de garoto.
Louis lambeu os lábios antes que tomasse fôlego para falar novamente. As pontinhas dos dedos cada vez mais perto do quadril branquinho, empurrando a barra do short suavemente e fazendo um carinho que deixava os mamilos marronzinhos do outro arrepiados na camiseta, ainda que os montinhos dos seios estivessem quase escondidinhos do garoto.
–Ainda ficaria gostosinha de pijama. – sorriu de ladinho, mostrando os dentes branquinhos quando dava o sorriso mais cafajeste que pudesse ter lançado para o escritor.
Tomlinson parecia estar regulando tanto a respiração aquele ponto. Com a mão livre do toque na pele do cacheado, ajeitou o caralho que começava a endurecer por baixo da calça social, com um pequeno apertozinho em uma tentativa boba de conter o tesão que sentia. Harry sentiu o olhar baixo ser automaticamente atraído para o colo de Louis, observando com os olhinhos brilhantes e ainda molhadinho a a grossura rígida em volta da palma da mão tatuada, arrepiando novamente toda a sua pele e arrancando mais uma risadinha zombeteira de Louis pelo quão ela parecia sensível.
–Não precisa dizer isso. Por favor. Você não sabe como eu sou.
–Não entendo onde está querendo chegar, querido.
–Louis eu sou um garoto, mas nasci com as partezinhas de uma mulher, o quão ridículo isso soa?
–Você...
–Pode se sentir livre de parar nosso projeto por aqui se quiser, por favor, não quero olhares feinhos na minha direção. Não era para ter descoberto isso.
–Está dizendo que tem...? –Louis perguntou mais uma vez, ainda fissurado o suficiente e esperando que Harry dissesse em voz alta para sanar sua dúvida sobre o que estava realmente pensando.
–Quer me fazer sentir pior? Poxa, eu tenho seios e uma florzinha. é tão humilhante.
Harry dizia tudo aquilo com um pesar tão grande no inicio de uma chateação que não notava os olhos azuis de Tomlinson brilhando em sua direção e como se tornava a cada segundo que passava mais marcado na calça social grossa.
–Por que eu te acharia ridículo? Não.
–Fala sério, não precisa mentir... –apertou a pontinha dos dedos, pronto para se levantar e esconder-se no quarto até que o colunista já estivesse fora de casa, para chorar pelo restante da semana.
–Acha que eu estou mentindo, Hazz? –apertou a coxa do garoto enquanto falava, com firmeza entre os dedos e olhando mais uma vez para seu colo, ao que indicava para o outro olhar também e reparar em como seu pau parecia tão marcado no tecido. –Eu 'tô duro pra caralho para você, não 'tá vendo?
Harry saiu da sua bolha de chateação, ainda um pouquinho surpreso pela reação inesperada do mais velho quando concordou com a cabeça devagarinho, ainda hipnotizado o suficiente para não conseguir dizer mais nadinha e apertar sua própria palma da mão em cima da de Louis, como uma breve indicação para que ele fosse mais firme com o carinho em sua perna nua. O choro baixinho foi contido pelo restante do tempo, quando Styles adquiriu os olhos verdes brilhantes ainda olhando para o colo do moreno e a boquinha entre-aberta.
–Realmente por mim? –apertou a sua mão em cima da palma aberta de Tomlinson em sua coxa, pedindo para que ele o apertasse mais em ao menos perceber este ato. Recebeu um aceno confiante de Louis em resposta, observando com tanta atenção o busto da cacheada e notando por fim o volume marcadinho dos seus seios, se perguntando como não havia os visto, mesmo que ainda tão escondidinhos.
–Porra. Não acha melhor parar por aqui?
Styles mordeu a boca molhadinha mais uma vez, com os olhos amendoados olhando como uma cadelinha pedindo por qualquer coisa para o mais velho e negando sutilmente com um movimento delicadinho.
Quando por fim grudou seus lábios nos de Louis, soltando um suspiro tão baixinho de fino que mais se pareceu com um gemido, beijando ele devagarinho e com a língua quentinha entrando dentro da boca do colunista famoso.
–O-oh, mhmm – acenou a cabeça em concordância com os olhos fechadinhos quando Louis puxou sua mão para cima do cacete completamente duro, apertando a palma quente em seu próprio comprimento e fazendo com que Harry segurasse nele tão firme a ponto de sentir a glande pulsando nos seus dedinhos. Louis riu baixinho com o quão Harry estava todo entregue tão facilmente e com os diversos cenários na sua cabeça sobre como poderia colocar o corpinho magro de quarto de apoio na mesa de centro e comer sua florzinha até estar transbordando de porra.
Voltou a grudar suas bocas, o beijo se parecendo um pouquinho mais desesperado dessa vez do que jamais esteve, completamente entregue ao moreno tatuado e o punhetando com delicadeza ao que sentia sua outra mão fazendo carinho na barba rala do queixo ossudo. Soltou mais um ofego alto, quando sentiu as pontas dos dedos frios de Tomlinson chegando pertinho do lábio da sua buceta gordinha já por baixo do short, sentindo as pernas longas se contorcerem com o quão impaciente estava parecendo para ele.
–Porra. –Louis suspirou fundo com a mão delicadinha ainda acariciando a pele macia do cacheadinho, olhando para Styles com os olhos semi cerrados e um sorrisinho de canto. Puxou o lábio gordinho inferior na ponta dos dentes, afastando o rosto quando ele fez movimento de voltar ao beijo lentinho. –Você é todo desesperadinho, não é? Parece que nunca ninguém comeu sua bucetinha direito.
Harry apertou a boquinha com os olhos arregalados, como se estivesse sido descoberta com tanta facilidade assim, acompanhando quando o caralho grosso de Louis pulsou mais forte na sua mão, soltando a pré-porra com tanta força pela calça.
Louis grunhiu quando entendeu o olhar envergonhado do escritor, sentindo o coração acelerar e tão ansioso para que conseguisse comer ele pelo resto do dia todo.
–Ninguém te comeu, amor. Vai ser todo apertadinho para mim, não vai? Vai ficar deitadinho com as mãos para trás e rebolar no meu caralho igual uma putinha desesperada. –Tomlinson riu na boquinha dele quando voltou a grudar os lábios com desespero, tocando ainda com delicadeza a sua pele nua da xotinha por baixo do shortinho fino. A sua outra mão segurando firme o quadril de Harry no sofá, para que sentisse ter total controle do corpo, enquanto o polegar macio chegava cada momento mais perto do centro molhadinho e o quentinho do seu grelinho.
Com a sua boca gemendo baixinho contra sua língua, se tornava todinho maleável.
–Mhmm, s-sim –Harry apertava com mais força os olhos verdinhos fechados, empurrando o quadril contra a mão de Louis e implorando para que ele fizesse qualquer outra coisa além de só acariciar os lábios da sua florzinha, pedindo de forma quietinha que ele enfiasse as pontinhas dos dedos em seus lábios pequenos e o tocasse tão cuidadosamente assim no grelinho.
Harry sentia que a cada momento que passava se tornava mais desesperadinho por qualquer outro contato mais firme com Louis. Não se importava realmente com o que ele quisesse fazer consigo, desde que tivesse alguma coisinha para se lembrar pelas próximas noites enquanto se tocasse e enfiasse os dedos longos bem fundo no seu buraquinho por baixo do pijama.
Como se seus pensamentos tivessem sido sussurros para Louis, o outro abriu os olhos enquanto sentia os gemidinhos na sua boca e suas línguas se enrolando, para chupar o músculo molhado do mais novinho e separar os lábios com um fio de saliva novamente.
–O pijama, mhm? –sentiu o corpinho saltar na sua mão quando o indicador encontrou a poça de lubrificação que ele soltava em baixo do shortinho, espalhando o liquido ralinho por todo grelinho gordo dela. – Coloca o pijaminha para mim!
Deixou de tocar o cacheado por completo, esticando os braços e colocando apoiado no encosto do sofá, ainda com o quadril jogado para cima e as pernas completamente abertas na postura relaxada, esperando que Harry se levantasse para colocar a peça bonitinha. Harry se esquecia por algum tempo como estava apreensiva que Louis descobrisse isso, agora, com os olhares de Tomlinson, se sentia tão desejada a ponto de não pensar em qualquer outra coisa que não fosse fazer coisinhas obscenas com o colunista.
–Sim, sim –Styles respondeu apressadinho, pegando o tecido rosinha e macio em cima da perna de Louis ainda, deixando de o tocar por completo e afastando as coisinhas de cima da mesa de centro para o canto, se sentia sufocado com elas tão pertinho. Fez como se estivesse se retirando para se vestir como o outro havia pedido, quando sentiu ser impedido.
–Não, não, pode se vestir aqui na minha frente? Tira a roupinha e coloca a camisola pra' mim. –Apertou o pau grosso por cima da calça ainda vestida, desabotoando os primeiros botões e descendo o zíper para que deixasse apenas a boxer aparecendo com a roupa ainda vestida, seu cinto grosso de couro parando em qualquer canto do sofá que realmente não se importou. As veias protuberantes ainda mais marcadas do que antes, deixando Harry doidinho para que pudesse fazer alguma coisa.
Levou um sustinho quando sentiu a saliva caindo do cantinho da sua boca e concordou com um múrmuro animado para se vestir para Louis. Ainda com os olhos verdes grudados na mão tatuada acariciando o próprio pau. Tirava a blusa larguinha, sentindo a pele arrepiar ainda mais com os mamilos expostos no ar geladinho da sala, completamente vermelhos dos beliscões que causou em si mesmo em um momento de excitação de manhãzinha. Os seios pequenos aparentava ser completamente gostosinhos em um tamanho médio, balançando em seu busto quando retirou a peça com pressa, sem qualquer sutiã por baixo.
Louis ainda pensa sobre como deixou passar despercebido.
Prendeu os dedos na barra do short, lambendo os lábios enquanto via Louis tirando a cabecinha do pau para fora da boxer, ainda o mantendo preso, para grunhir com o maxilar ossudo apertado e massagear a glande gorda.
Foi mais rápido do que estava pensando em ser naquele momento, excitada para vestir o pijama e se sentar do ladinho de Louis novamente. Ansioso para a próxima parte.
Suas coxas grandes se contorceram quando tirou o short, apertando a buceta no meio delas, ainda um pouquinho envergonhada, se apressando para se vestir rapidinho e não notando quando o tecido rosa se tornava transparente quando não vestia qualquer outra coisa por baixo. Chegou pertinho de Louis novamente, jogando as roupas no chão e se sentando com as pernas apertadinhas do seu lado.
–Você consegue ficar toda molhadinha, sabia? Olha isso. – pousou sua palma da mão na coxa de Harry quando ele se sentou do seu lado mais uma vez, apesar de ter feito isso por cima do tecido rosa agora. A mão deslizando tão perto da sua virilha e embalando a bucetinha com o tecido roçando em toda ela sensível, enquanto não deixava de olhar para ela, e a fazer soltar um suspiro leve quando a seda se tornava ensopada com um simples toque na sua florzinha.
Abriu a boca gemendo escandaloso pela forma que Louis o chamou ali. Harry gostava dos pronomes femininos. Louis sorriu satisfeito.
–Gosta que eu chame assim? Gosta que eu chame você como uma garota? Vai gostar quando eu disser que vou comer toda a sua bucetinha? Que você fica tão linda nesse pijaminha que não penso em outra coisinha que não seja estar te fodendo todinha até estar ardida?
Harry concordou mais desesperada do que antes, balançando os cachinhos.
Styles jogou um pouquinho mais do quadril para cima, pedindo não todo silencioso para que Louis o chupasse mais firmemente e não fosse tão delicado assim com o seu corpo. Gostava dos toquezinhos delicados dele por cima do pijama, mas já se tornava uma garotinha impaciente com ele tão gentil assim.
–Mais, por favor por favor –formou um biquinho apelativo para ele. Sentiu quando perdeu completamente os toques pela primeira vez, os olhos completamente atentos sobre os seus próximos movimentos, satisfeito em ver Louis chupando seu próprios dedos para colocar em baixo da roupa e os deslizar de cima para baixo em toda sua umidade, ficando vergonhosamente mais molhadinha e escandalosa.
–Vem no meu colo. Senta aqui. –soltou um estalo depois de algum tempinho de provocação, dando tapinhas em seu colo, por cima da boxer descoberta da calça. E sorrindo contente quando o mais novo obedeceu com tanta rapidez ao que ele pediu, como se fosse completamente submisso e vulnerável. Completamente como um bonequinho de Tomlinson.
Suas coxas enrolaram em volta do quadril sentado de Louis, com as duas mãos do mais velho apertadas em sua cintura fina e o os olhos na mesma altura que os seus, completamente posicionado com a bocetinha gordinha em cima do comprimento grosso e pulsante de Tomlinson por cima da boxer fina.
–Vai me deixar enfiar os dedos dentro da sua bucetinha? –Harry concordou sem pensar duas vezes, com a camisola vergonhosamente molhada e as duas mãos apoiadas no peitoral firme de Louis, pulsando o buraquinho desesperada por qualquer toquezinho. Os dentinhos de coelhos aparentes quando sorria contente como um fodido carente. Tomlinson mostrou os dedos para o cacheado, induzindo que ele os colocasse na boca e chupasse também, o membro pulsando por mais tempo quando apertava suas pernas delineadas e via o enrolado se deliciando em sentir o gostinho da sua própria xoxotinha misturada com o da saliva de Louis.
Com os dois dedos da mão completamente ensopados, Louis desceu com eles pelo corpo branquinho e se retorcendo em cima do seu colo desesperado por algum toquezinho em direção abaixo do seu pijaminha mais uma vez, com a mão seca apertando sua barriga branquinha e os dois dedos longos indo em direção ao buraquinho desesperado mais uma vez, ansiosa que Tomlinson enfiasse ao menos a pontinha dos dedos em sua grutinha e o dedasse gostosinho.
–Abre os olhinhos para mim, Hazz. Me olha enquanto eu te dedo. –Harry concordou com um murmuro para o colunista, rebolando devagarinho no seu caralho marcado, antes que tivesse o quadril levantado e as pontinhas dos dedos de Tomlinson acariciando sua entradinha como uma breve provocação.
–Não precisa ser delicadinho, L-Lou. –Suspirou fundo com o primeiro dedo entrando tão facilmente na sua xoxotinha gulosa. Sorriu sapeca quando sentiu pingar lubrificação na palma da mão do moreno que a dedava com apenas um dedo ainda, em meio aos suspiros e gemidos fininhos.. –Eu aguento muito mais, mhm. Faz rapidinho.
–Porra. Você é desesperada pra' cacete. – enfiou o indicador com força, enquanto olhava firmemente nos olhos de Harry que se fecharam por um breve segundo. –Abre o olho. Presta atenção. Quero que fique com a palma da mão em cima da sua barriga, bem pertinho do seu grelinho. Quero que você sinta quando eu te comer tão forte que vai acertar sua mão.
–Por favor, faz logo. –empurrou a o quadril na direção do único dedo que ainda estava enfiado dentro de si, e completamente paradinho, na intenção de se foder um pouquinho mais forte até que Louis começasse o tratar realmente com brutalidade. –P-porra. –arregalou os olhos verdes quando sentiu o dedo de Louis entrar juntamente com o segundo em uma das suas reboladas e sentir ambos acertando tão bem no seu pontinho de prazer em um momento de desespero da mais novinha quando Louis os curvou. –Eu. O-oh. –respirou fundo quando voltou a sentar rapidinho nos dedos de Tomlinson, esperando a sensação gostosinha de novo. –O-oque foi isso, Lou?
–Nunca tinha apertado seu pontinho, amor? –Harry negou com a cabeça, envergonhado com a resposta que deu a Louis, mas soltando um gemido longo e fininho logo depois que o moreno voltou a o dedar com força em direção ao seu pontinho, incansavelmente. –Nunca tinha rebolado um pau de borracha pra sentir o seu pontinho ardendo e querendo mais? Ninguém nunca quis te comer toda sensívelzinha assim? –continuou fazendo mais perguntas sem pausa, na intenção de ver a forma como Harry se embaralhava completamente nas respostas e nunca era possível formar algo coerente com o buraquinho implorando por mais o fodendo e empurrando tão fundo. –Você é a porra de uma virgenzinha mesmo.
Com a palma da mão posicionada pertinho do pé da barriga, Harry conseguia sentir um pequeno volume aparecendo e batendo na sua pele, revirando os olhos e ronronando como um gatinho.
–Consegue sentir esse volume no pé da sua barriga, Harry? Não faz ideia de como vai ser forte quando comer toda a sua bucetinha finalmente.
O moreno continuava enfiando os dois dedos dentro, a dedando com força e tão deliciosamente que Harry achava ser capaz de derreter com mais algumas apertadas no seu pontinho de prazer.
Louis, com a mão livre do corpo magrinho, deixou para tirar o membro de baixo da cueca, enquanto observava com a boca salivando o jeitinho que os peitinhos gostosinhos pulavam roçando no pijama. Olhou fundo nos olhos verdes que lacrimejavam um pouquinho dramáticos, quando aproximou os lábios fininhos da sua aréola marronzinha e puxou o biquinho do peito em uma das dedadas fundas.
Com a mão ainda comendo o buraquinho apertado com os dedos, levava Harry um pouquinho para cima o posicionando em cima do seu cacete logo depois. Styles fez um biquinho gemendo baixinho quando os dedos de Louis saíram de dentro de si para sentir o comprimento grosso se esfregando entre as bochechas da sua bunda branquinha e deixando os lábios da sua bocetinha tão abertos que abrigavam o membro grosso de Louis. Recebendo pequenos espasmos com o jeitinho que seu clitóris esfregava no membro duro em alguma das suas reboladas. . As veias saltadas da grossura pulsavam pertinho do seu cuzinho, sendo o suficiente para deixar o cacheado tremendo com a pequena estimulação.
Tomlinson não precisou pedir qualquer coisinha para que o Harry estivesse o obedecendo completamente mudo. Como se estivesse cavalgando com alguma coisinha dentro dele, esfregava deliciosamente para frente e para trás, arregalando os olhos verdes toda vez que Louis movimentava o polegar em pequenos círculos em volta do seu clitóris, se sentindo a beira do prazer a todo segundo.
–Vai ser apertadinha para mim quando te foder?
O cacheado sentiu os lábios abrindo em um último gemido mudo quando esporrou completamente sensível, manchando o tecido rosinha e respingando e espirrando por todo cacete grosso de Louis, sorrindo com o gemido alto que Louis soltou pela surpresinha. Balançou a cabeça em concordância algum tempinho depois, como um delay. Completamente sensível e sentindo a sensação gostosinha dominar seu corpo. Louis, acompanhando seu sorriso quando as reboladas se tornavam mais desesperadas e molhadas novamente, depois de pouquinhos segundos se recompondo, quando seu buraquinho ainda continuava guloso e fez questão de sugar o pau de Louis em uma das suas esfregadas desesperadas em seu colo.
–P-porra, Lou. Oh–torceu as sobrancelhas grossas. –Mhm, sim. Por, por favor.
Louis apertou as sobrancelhas, imitando o ato do escritor, grunhindo satisfeito quando teve um contato mais profundo. Sorriu contente com a expressão de dor que Harry apresentava, ainda que estivesse rebolando em cima das suas bolas devagarinho e desesperado por mais, fazendo com que a dorzinha se tornasse completamente alheia. A bucetinha completamente molhada e apertando minunciosamente sua glande gorda era extasiante.
–Me diz o que quer.
–Me come. –olhou para ele com os olhos brilhantes das novas lágrimas que apareceram.
–O que? Comer o que, Styles?
–Come a minha bucetinha, por favor. –suspirou sôfrego. –Até estar estourando ela, por f-favor.
Tomlinson o olhou de cima a baixo, sentindo o cacete pulsar dentro do buraquinho apertado do garoto, que fazia questão de comprimir a cada segundo, suspirando brutalmente.
–Levanta. Coloca a bochecha de apoio na mesa de centro, vou te comer de quarto. Não vai aguentar mais nem um pouquinho, não é? Vai estar espirrando no meu colo todinha se continuar aqui por mais tempo. –Harry o olhava ainda em cima do seu colo, com uma expressão espantada como se estivesse se perguntando o quão bruto Louis seria a partir dali, pensando onde ficarão suas mãozinhas se seu apoio será a bochecha molhadinha.
Styles se levantou para apoiar a bochecha na mesa gelada do centro, levantando a barra da camisolinha ensopada, e empinando o quadril na direção do homem que estava sentado o olhando com ar de superioridade. A florzinha parecendo tão bonita e apetitosa naquele ângulo, exibindo os lábios gordos e como estava pingando para Louis.
Tomlinson não pensou por mais de um segundo antes que estivesse pegando o cinto de couro caro jogado em baixo das almofadas e amarrando os pulsos branquinhos juntos atrás das costas largas de Harry, como um maldito puto.
–A próxima vez. –deu uma pausa no que estava falando, punhetando o membro grosso na própria palma da mão, sentindo o quanto a saliva de Harry ainda escorria por seu caralho pelos dedos ensopados que tinha se tocado antes, apertando a linha da glande em volta dos seus dedos grossinhos e gemendo alto com o contato e a visão dos buraquinhos completamente aparentes de Harry em sua direção. –Que eu estiver te comendo. –Pincelou a bordinha da sua buceta pulsante. –Que eu estiver comendo a sua bocetinha com fome. –enfiava a cabeça gorda do pênis até que estivesse o metendo com força, a sala sendo preenchida com o barulho alto das bolas batendo no quadril do cacheado em uma rápida estocada. –Vou fazer questão de gozar na mesa e fazer você se esfregar, mhm?
Começou a foder o buraquinho guloso, com a mão apoiada em sua lombar e o quadril completamente jogado em sua direção com desespero, delineando cuidadoso as estrias na base de sua coluna que o deixavam tão bonito e delicado. Sorria satisfeito o suficiente em escutar o jeitinho que Harry se engasgava entre suas estocadas acertando diretamente em seu pontinho de prazer, e não conseguia proferir qualquer coisinha coerente com a boca espirrando saliva e sua língua se movendo perto do vidro da mesinha o deixando como uma putinha babada.
Os pulsos se tornavam vermelhos pelo apertão, mas não o suficiente para mostrar que Harry estava tentando ser desobediente e se retirar o aperto gostosinho, pois este estava recebendo completamente o pau de Louis o fodendo com força como se estivesse com sede. As bolas gordas batiam no quadril de Harry enquanto suas mãos repletas de veias marcadas pela excitação marcavam o quadril branco do cacheado, como se ele estivesse se tornando incansável.
–Me aperta pra caralho. Porra, eu amo te comer. –Louis fechou os olhos em prazer, apertando os lábios fininhos e acertando diretamente na próstata de Styles. Gemeu tão alto que dúvida não ter acordado os vizinhos do escritor quando o buraquinho guloso apertou em volta do seu membro, esporrando mais uma vez em sua camisolinha quando gozou e tirando o pau da bucetinha antes que esporrasse dentro dele. Esporrando em todo pijaminha bonito como Harry tem feito, esfregando a porra grossa com a ponta do polegar e o membro ainda completamente ereto mesmo depois do orgasmo.
Harry ainda estava com a coluna arqueada, depois de gozar pela segunda vez em um gemido silencioso, com pouquinhos resquícios da porra escorrendo da xoxotinha avermelhada das estocadas gostosas de Louis. Sentia a humilhação escorrer do seu corpo e pingar como suor com a risadinha de Louis atrás de si, que por sua vez, o olhava completamente embebido no enrolado e ria da forma que ele continuava se empinando para trás pedindo para ser comido mais uma vez. Como se nunca fosse suficiente.
—Porra. Em uma próxima reuniãozinha dessa, prometo te trazer uma camisola transparente e cara pra caralho, só para ver o quão bonita fica em você, Harry.
¸¸.•*
oioi! Espero que tenham gostado, me digam se sim! Amo vocês, mwa! Até a próxima não tão longe ;)) estava com saudades! Muitas mesmo!
(estava limpando alguns arquivos do meu Drive e encontrei umas ones acabadas que não postei antes da minha vida ficar uma loucura... então vou postar agora, e é isso... espero que ainda gostem)
⚠️ +18. Desuso de camisinha. Palavras de baixo calão. Manipulação. Degradação. Fantasia. Submissão. Sexo anal. Sexo oral. E mais algumas coisinhas que vocês podem encontrar por aí ⚠️
- perfect kitten.
Harry estava saindo do prédio da faculdade quando recebeu uma mensagem de Louis, em uma ordem clara para que ela fosse direto para casa. Ela não ia contestar. Na verdade, estava bastante ansiosa para qualquer atenção que seu noivo desse a ela depois de quase duas semanas sendo privada de toques.
Louis estava sendo bem duro dessa vez, e Harry entendia. Merecia ser punida após ter causado uma pequena crise durante a confraternização da empresa que Louis comandava. Havia o respondido mal e sido bem irritante depois de ter ficado com ciúmes da atenção que seu noivo dava para uma sócia, mesmo que fosse estritamente profissional. Harry realmente entendia isso agora. Principalmente ao rever suas atitudes e admitir a si mesma que sim, ela passou do ponto e tratou mal Louis e sua sócia a noite inteira. E pra fechar com chave de ouro, deixou o noivo com mais raiva ao ver ela trocar risadinhas e sussuros com o barman contratado para fazer os coquetéis.
Tomlinson demitiu ele antes mesmo da confraternização acabar.
Desde então, tudo que ele tem dado a Harry é pequenos selinhos quando sai ou chega em casa. Ele havia a mimado demais, aquele foi o maldito problema. Tudo, absolutamente tudo que Harry pedia, ou queria, Louis corria para fazer e dar. Toda a atenção era dela, sempre foi assim desde que se conheceram. Bem, até isso interferir diretamente em seu profissional e sua noiva confundir as coisas.
O empresário havia cancelado todos seus compromissos da tarde para conseguir resolver as coisas em seu relaciomento. Ele tinha tudo definido em sua cabeça, e não aguentava mais fingir que não sentia falta de estar agarrado em Harry o tempo todo que tinham juntos.
Ainda vestia sua roupa de trabalho, uma calça preta social, presa em sua cintura com um cinto de couro, e uma camisa clara, com os dois primeiros botões abertos e sem a gravata, já que o ambiente agora permitia. Em seus pés, ainda vestia seus sapatos escuros. Poderia ter trocado de roupa, mas sabia dos efeitos que causava em sua noiva quando estava vestido assim.
Harry nunca havia feito o trajeto de volta pra casa tão rápido, e estava orgulhosa por isso. Não gostaria de deixar Louis esperando tanto.
"Hm... Lou?" Ela chamou baixinho, olhando curiosa para dentro da casa "Amor, eu cheguei..."
"Estou na sala." Louis respondeu em um suspiro quando escutou a voz dengosa que tanto amava preencher a casa
Foram exatos dois minutos para Harry passar pelo corredor e encarar o que Louis havia preparado. Seu corpo se aqueceu no mesmo instante.
Uma gaiola grande e retangular estava no canto da parede, e ao lado, uma coleira de couro preta, com detalhes rosa na escrita, combinando com o plug peludo e orelhas de gatinho que faziam parte do combo. Um pouco mais ao canto, meias 7/8 e um um sutiã rosa claro que com toda certeza era transparente demais para cobrir qualquer parte dos seus mamilos.
O olhar confuso da garota foi até o sofá, onde o noivo estava sentado, ao seu lado, uma caixa aberta com alguns vibradores, corrente e lubrificantes.
"Você se lembra do que eu te chamo desde quando nos conhecemos?" Louis perguntou quando viu que a noiva ia falar algo "Lembra que eu tenho um apelido carinhoso pra você? Você pode dizer ele pra mim?"
"Gatinha. Você me chama de gatinha do Lou."
A resposta ansiosa fez o mais velho sorrir. Harry estava mesmo carente.
"Muito bem. Hoje eu vou te adestrar, gatinha. Você precisa aprender a se comportar, sim?" O empresário levantou, notando a noiva morder os lábios e suspirar "Concorda comigo? Tem algo a dizer?"
Harry sabia que, no momento em que dissesse a Louis que não queria fazer aquela cena, eles não fariam. Mas bem... ela meio que já estava excitada ao imaginar tudo que iria acontecer ali.
"Não tenho, senhor. Apenas peço desculpas por te..."
"Basta, Harry. Guarde suas desculpas pra depois." Sua voz veio sem paciência, fazendo a garota parar de falar no mesmo instante "Eu vou lá fora fumar um pouco. Você já sabe o que fazer com isso tudo. Não me decepcione. De novo"
Louis saiu da sala a tempo de ver os olhos de Harry lacrimejar. Ela gostava de agradá-lo, de receber elogios por ser boa pra ele, então qualquer ideia de que ela o decepcionou, realmente a deixava um tanto desesperada e triste consigo mesma até que Tomlinson sussurrasse palavras doces em seu ouvido e dissesse que a amava e que ela era a gatinha dele.
A garota limpou o canto dos olhos, com medo de estragar seu delineado que lutou para fazer mais cedo antes de ir pra faculdade. Aos poucos, ela foi ficando nua na sala e pegando com cuidado tudo que tinha que vestir. O plug médio foi o mais difícil de colocar. Fazia tanto tempo que Louis não usava ali que todos os seus músculos estavam tensos ao receber o material gelado. A tiara com orelhas felpuda de gatinho prenderam entre as ondulações grossas de seu cabelo, e quando teve certeza de que não iria cair dali, vestiu a última peça que faltava. A coleira de couro preta tinha um bordado incrível com as inicias LT, agora posicionada bem em sua garganta. Uma argola pequena se prendia atrás, provavelmente onde encaixaria a corrente.
Quando escutou a porta dos fundos se abrir, Harry entrou em pânico com medo de decepcionar Louis outra vez. Ela temia não estar perfeita para ele.
De joelhos, parou dentro da gaiola, sorrindo ao notar que seu noivo, apesar de bravo, havia deixado o chão fofinho para ela, com um tapete peludo dobrado perfeitamente lá dentro. Trancou o pequeno portão de ferro, como imaginou que deveria estar, e se sentou sobre seus tornozelos, encarando ansiosa a divisória entre a sala e a cozinha.
O empresário sentiu seu coração bater mais rápido quando encarou Harry ali, com os olhos verdes ansiosos para acatar qualquer ordem. Foi difícil segurar o sorriso orgulhoso que queria surgir em seu rosto sério.
Com calma, se aproximou da gaiola. Sua calça começava a se apertar a cada detalhe no corpo da noiva. Conseguia ver os bicos grossos de seus mamilos quase furarem a renda, as meias apertando as coxas deliciosas que ele tinha saudade de morder e beijar, e os lábios entreabertos, cheios e levemente pigmentados com um pouco de vermelho. Era uma sorte do caralho ela ser dele.
Abaixou seu corpo até estar com o rosto alinhado ao dela, sua mão entrando em uma das aberturas para segurar seu queixo e não deixá-la desviar o olhar de si.
"Estou pensando de quantas formas eu vou acabar com você hoje, gatinha." Louis começou a falar. Sua voz calma atingindo diretamente o corpo de Harry, diferente da forma bruta em que ele agarrava seu rosto "Me diz, como você quer que isso aconteça?"
Era uma pergunta perigosa. Quase como uma pegadinha. Se Harry não tivesse tão atenta ao que saia dos lábios finos, ela teria caído naquilo.
"Como o senhor quiser que aconteça." A garota respondeu baixo enquanto encarava os olhos azuis que pareceram aprovar sua resposta "Faça o que quiser comigo. Sou sua. O senhor sabe o que eu mereço"
Louis limpou a garganta, segurando a risada irônica que iria soltar. Apertou as bochechas de Harry, fazendo-a abrir os lábios o suficiente para ele encaixar o indicador ali, sabendo que a garota poderia sentir o gosto leve da nicotina do cigarro que fumava minutos atrás.
"Sabe o que eu acho engraçado, gatinha? Você parecia não se lembrar disso na porra da confraternização que eu te levei." Ele sentiu Harry sugar mais seu dedo antes de soltar e segurar sua mão, dando pequenas lambidinhas em seu dorso e dedos, como se estivesse pedindo desculpas "Entende como eu fiquei nervoso com a situação que você criou? Com minha sócia, com a porra do barman, dando em cima dele como uma vagabunda. Na minha frente. Não sente vergonha? Tudo isso porque você é uma puta mimada do caralho e não sabe ficar nem alguns minutos sem receber a atenção do seu dono."
"Eu realmente sinto muito, senhor. Fui burra e egoísta por querer toda sua atenção o tempo todo, por favor me desculpa. Me deixa te agradar... quero mostrar que sou boa e obediente. Me deixe mostrar que sou sua gatinha boa, que aceita tudo que quiser dar. Por favor"
Harry estava mesmo implorando, segurando nas mãos de Louis e o olhando com tanto desespero que o mais velho quase ficou com dó da garota. Afastou sua mão da gaiola, levando até o cinto da sua calça para abrir ali, junto com o botão e o zíper. A noiva encarava com expectativa, acumulando saliva em sua boca enquanto encarava os movimentos na sua frente. Quando o pau grosso, que estava quase duro por completo, apareceu junto das bolas pesadas, a garota não conseguiu reprimir um gemido baixinho. Ela podia jurar que tinha fixação oral graças a Louis. Era simplesmente difícil não querer ter ele na boca o tempo inteiro.
Mesmo sendo grosso e pesado, maltratando sua garganta, era uma dor que ela amava sentir.
Observou Louis apertar a base e subir sua mão até estar puxando a pele para baixo, mostrando sua glande pontuda por inteiro, a pequena fenda soltando as primeiras gotas de lubrificação.
"Peça permissão, gatinha. Peça por isso. Quero escutar você implorar pra eu foder sua garganta até sentir a minha porra escorrer para dentro da sua boca. Vai ser o primeiro buraco que eu vou usar hoje do meu brinquedo de foda. E o melhor, você vai continuar aí dentro, ajoelha nessa gaiola sem se tocar ou usar suas mãos pra me segurar. Eu vou usar você, gatinha, de todas as formas. Então me peça por isso, seja uma puta desesperada por atenção igual você foi naquela festa."
"Senhor... Lou... Por favor, me deixa te agradar. Eu prometo ser boa" Harry falou realmente desesperada. Sentia tanta excitação que sua respiração começava a ficar falha, a fazendo apertar mais as coxas em busca de algum atrito "Me deixa te mostrar isso... Usa a minha boca e me deixa rouca de tanto foder a minha garganta, senhor. Eu sou sua pra fazer o que quiser. Apenas me deixe fazer isso. Por favor"
A garota abriu a boca, colocando sua língua pra fora e aproximando mais a cabeça da grade, onde Louis podia perfeitamente se encaixar ali e foder a garganta dela. Seus olhos verdes ficavam confusos entre encarar Louis que a olhava de cima, ou a glande rubra que brilhava tão próxima de seus lábios tingidos.
A fenda pincelou a ponta de sua língua quente, fazendo um arrepio subir pelo corpo do mais velho. Harry tentou avançar mais a boca ali, querendo o levar mais pro fundo, mas já estava no limite da grade.
"Mantenha os olhos em mim." Louis gemeu, segurando os cabelos da noiva enquanto se afundava na garganta apertada. Os lábios macios se fecharam rapidamente ao redor do pau repleto de veias "Isso."
Harry sentia a glande esmagar sua garganta, a fazendo ter dificuldade de respirar, mas não importava. Sua boceta pulsou quando sentiu as mãos do empresário apertarem mais seus cabelos.
Seus olhos agora já não conseguiam mais segurar as lágrimas por estar sendo privada de ar, junto ao incômodo na garganta. Os sons de engasgo pareciam apenas deixar Louis mais insano, já que ele passou a bombear com brutalidade na boca dela, gemendo junto a alguns palavrões.
Harry gemeu satisfeita, a ponta do seu nariz encostando na pélvis com pelos bem aparados. Sua garganta doía pelo esforço, e ela sentia a saliva e lubrificação pingar em seu queixo. Tossiu quando Louis se afastou para que ela tivesse alguns segundos de ar
"Goza na minha boca" A mais nova pediu com a voz falha, vendo o sorriso no rosto de Louis "Por favor. Me deixe engolir você."
A garota voltou a colocar a língua pra fora, deixando o mais velho usar sua garganta novamente, dessa vez com estocadas descontroladas. Parecia mesmo que ela não passava de um brinquedo. Quando os primeiros jatos saíram com força, Harry rapidamente fechou os lábios ao redor dele, não deixando nenhuma gota escapar
"Não engole ainda. Eu quero ver." O empresário mandou, e a garota assentiu fraco, se esforçando para não engasgar "Mostre pra mim" Harry o sentiu se afastar, e então abriu a boca, dando a Louis a visão de toda sua porra acumulada na garganta fodida "Agora você está começando a entender como se comportar, gatinha. Pode engolir."
Com pequenos tapas em seu rosto, Louis se afastou, mantendo seu pau pra fora ao se sentar no mesmo lugar do sofá que estava antes da garota chegar.
Harry se remexia com a bagunça molhada em suas coxas, sentia seu clitóris inchado entre seus lábios gordinhos mas não se atreveria em levar seus dedos ali para buscar alívio.
Ao invés disso, ela abriu a porta pequena da gaiola e encarou Louis, com um pedido silencioso para sair dali e se juntar a ele.
"O que você quer?"
A garota gemeu quando começou a ir até Louis, de quatro no chão, friccionando suas coxas uma na outra.
"O senhor quer ver o meu rabinho? Eu coloquei o plug com um pouco de dificuldade já que faz tempo que você não me fode assim... Só na minha bocetinha." A mais nova falou manhosa, sentando em seus tornozelos, de costas para Louis e deixando ele encarar o plug encaixado entre suas nádegas "Aposto que quando entrar em mim no lugar desse plug, vai me deixar toda larguinha de novo, igual da última vez"
"Você é tão burra, gatinha" Louis respondeu com a voz rouca, aproximando a ponta do seu sapato na base no plug e afundando ali "Tá de quatro pra mim, praticamente nua enquanto eu continuo com as minhas roupas, com a voz arruinada depois de eu foder sua garganta, sua boceta pingando louca pra levar uma surra e ainda acha que tem moral pra ficar me provocando? Oferecendo sua bunda pra mim? Você é uma puta mesmo. Uma puta do caralho." O empresário segurou o braço da noiva, fazendo ela levantar e virar-se de frente para si. Encarou a boceta molhada antes de sorrir e desferir um tapa ali. "Me entrega o plug."
Ordenou, estendendo a palma da mão para que a noiva colocasse o objeto ali. Harry gemeu baixinho, tirando os poucos o material gordinho e pontudo, sentindo falta de ter algo a preenchendo no mesmo instante.
"Agora senta aqui." Tomlinson segurou seu pau pela base "De costas pra mim"
"Lou..." Harry choramingou com um bico "Eu quero de frente, por favor, senhor, sabe que eu preciso de beijinhos pra fazer passar por-"
"Porra de garota teimosa e mimada. Está me fazendo perder a paciência Harry." O empresário grunhiu, debruçando a garota no sofá e colocando uma almofada debaixo do seu quadril. Desferiu seis tapas na bunda que agora ganhava tons de vermelho, escutando a mais nova dar alguns gritinhos e tentar se esquivar "Vou te mostrar o que acontece quando você me irrita, gatinha"
Harry sentiu um material gelado em suas costas, e então algo ser preso em sua coleira. Era a corrente, que agora Louis puxava, causando uma leve pressão em seu pescoço.
"Não quero mais escutar você falar. Agora você só abre essa boca de puta pra gritar meu nome, entendeu? Quero toda vizinhança escutando o que eu faço com uma gatinha teimosa feito você." Louis falou enquanto vestia uma camisinha e em seguida derramava bastante lubrificante em si "Eu deveria te comer lá no quintal pra eles verem a puta que eu tenho em casa"
"Lou!" a mais nova gemeu alto quando o noivo a invadiu por completo, choramingando por ter se esquecido como era aquela sensação de ter seu cuzinho fodido "Ah... senhor... Como quiser. Onde quiser me foder e me usar eu vou aceitar porque quero ser a sua gatinha boa, bem adestrada e obediente"
"Você vai ser amor." Louis gemeu, começando os primeiros movimentos antes de agarrar a cintura da garota e começar a ir com mais força, observando a bunda balançar com o impacto "Agora geme, gatinha. Geme bem alto pra mim"
Tomlinson sempre foi louco pelos gemidos de Styles. Aquilo o deixava insano em suas estocadas, fazendo foder ela com bastante fome. Harry passou a gemer cada vez mais alto, sentindo Louis bem fundo em seu cuzinho, indo e voltando incansavelmente e fazendo seu corpo balançar a cada impacto.
A coleira em seu pescoço a privava de um pouco de ar e aos poucos, seu rosto se tornava vermelho e molhado pelas lágrimas que saíam
"Senhor... você me machuca assim" Harry choramingou com dificuldade, sua boceta intocável agora pingava no estofado "Sua gatinha já entendeu, por favor, vai machucar o meu rabinho"
Louis sorriu, se abaixando para deixar beijos nas costas da noiva, afrouxando o aperto em seu pescoço. Suas estocadas ainda eram brutas, e ele não iria parar.
"Vai passar, gatinha. Você precisa aprender uma lição, sim?" Ele sussurrou completamente excitado próximo ao ouvido de Harry "Você aguenta isso... Oh sim... você foi feita pra isso. Feita pra mim, porra."
A mais nova gemeu manhosa, seu corpo inteiro arrepiado com as palavras de Louis, a fazendo assentir e empinar mais a bunda em direção ao quadril dele, o sentindo mais. O empresário levou uma mão até a boceta intocável, salivando quando sentiu o quanto ela estava molhada.
"Tá toda pingando, gatinha. Tudo isso porque estou te fodendo como uma vagabunda..." Tomlinson quase rosnou de prazer ao mergulhar o dedo dentro da garota. Se afastou rapidamente e a virou de frente, encarando o rosto vermelho e borrado nos olhos de preto "Destruída. Amo ver você assim por minha causa."
Harry sorriu tímida, aceitando o beijo carinhoso que Louis deu a ela, suspirando mais calma por sentir aquilo. Era exatamente o que precisava. Agarrou seus bíceps quando sentiu dois dedos rodearem sua entrada e se afundar ali de uma vez, a fazendo pulsar e morder os lábios finos
"Acho que se eu continuar fodendo seu cuzinho assim, em breve consigo enfiar meu pulso aqui, gatinha..." Louis sussurrou, estocando os dedos enquanto encarava os olhos verdes "Me diz, você fez certo em ficar chamando minha atenção daquela forma?"
"Não. Não, senhor. Eu não deveria ter feito nada daquilo... Aah, Lou!" A garota tremeu quando a glande se juntou aos dedos, apenas parada ali, alargando o buraco apertado. Ela precisou respirar fundo antes de voltar a falar "Não vai acontecer de novo."
"Não, não vai." Louis concordou, se empurrando por inteiro para dentro da garota, arrancando um gemido alto dela. Livrou seus dedos do aperto, pegando um pequeno vibrador clitoriano e o segurando em cima da bocetinha inchada "É bem melhor quando você fica boazinha pra mim, uh?" O movimento de seus quadris agora eram mais calmos que antes, mas ainda assim, era forte todas as vezes que batia contra a bunda de Harry "Se você não tivesse se oferecido pro barman que tava lá, eu poderia até foder essa sua bocetinha gostosa. Até te deixar cheia da minha porra. Mas gatinha, como eu poderia fazer isso depois de você praticamente abrir suas pernas pra um estranho?"
Harry apertou os olhos, querendo gritar pela sensação que a atingia com força. Ela não havia recebido permissão para gozar, mas com os movimentos de Louis e a pressão do vibrador sobre seu clitóris estava a fazendo perder toda força. Passou a sussurrar algumas palavras desconexas por desespero, balançando a cabeça ao sentir os lábios do noivo se fecharem contra um dos seus mamilos.
"Saiu por aí oferecendo o que deveria me pertencer... Ou essa boceta não é minha mais?" Louis tornou a perguntar depois de soltar um mamilo, sorrindo pela certeza de que Harry estava chegando ao seu limite "O que foi, gatinha? Você quer gozar?"
"Lou... Porra " Harry gritou ao Louis aumentou a velocidade da vibração junto com estocadas "Minha bocetinha é sua, senhor... Tudo é seu. Marca minha bocetinha, eu não vou aguentar mais"
"Vamos brincar, gatinha..." O empresário gemeu, sentindo que estava próximo de gozar mais uma vez, pegando impulso para ir mais rápido na garota que gemia descontrolado. Tirou o vibrador dela, e afundou três dedos na bocetinha que lutou para aguentar, o barulho molhado se misturando com os gemidos manhosos quando passou a movimentar sua mão de acordo com as estocadas. Quando curvou os dedos no ponto certo, Harry arqueou as costas, olhando desesperada para Louis "Não vai gozar."
"Eu não vou aguentar" a mais nova chorou, não aguentando sentir tudo aquilo de uma vez "Senhor... Eu..." Harry gritou, sua boceta esguichando por todo lugar do sofá, a fazendo perder as forças e chorar mais por perceber que havia desobedecido Louis, que parou com os movimentos no mesmo instante e se afastou do corpo dela "Merda... Me perdoa, Lou. Eu não pude aguentar, por favor me perdoa"
Lágrimas grossas saíam do rosto cansado da garota, junto a soluços sentidos. Louis sorriu, arrancando a camisinha de seu pau ereto e depois se livrando das peças de roupas que ainda vestia.
"Que bagunça você fez, amor... Espero que esteja disposta a me fazer perdoar você mesmo, porque eu vou foder a sua boceta agora, e só vou parar quando ela estiver pingando com a minha porra." Louis murmurou excitado, olhando para a garota com fome e se afundando no canal apertado da boceta sensível "É assim que eu vou te desculpar, te enchendo de filhotinhos.
Harry gemeu completamente afetada com o que escutava. Mal teve tempo para se acostumar com a invasão e já sentia Louis arremeter com força contra si. Sentia tudo demais, não aguentando manter seus olhos abertos com a quantidade de prazer que lhe atingia.
Louis estava fora de controle, escutando os gemidos e soluços manhosos que a mais nova soltava. O aperto e a pressão em seu pau o fazia gemer rouco, quase o fazendo atingir seu ápice.
"Você é tão deliciosa... Vou te encher tanto de bebês, gatinha" O mais velho se aproximou do rosto de Harry, beijando seu lábios delicadamente e logo sendo retribuído "Estava com saudade de comer essa bocetinha apertada. Não importa quantas vezes eu te foda, você sempre me aperta pra caralho"
"Tão bom... Você vai cuidar de mim?"
Louis riu apaixonado, deixando um último beijo nos lábios macios. Conhecia bem a noiva e sabia que ela já estava quase entrando em uma outra dimensão por estar pedindo por cuidado.
Seus movimentos agora se tornavam erráticos e seus gemidos mais altos, deixando o ápice tomar conta e o fazer gozar bem fundo em Harry.
"Você me deixou quentinha aqui dentro" Harry murmurou se embaralhando um pouco mas palavras, esfregando a barriga de forma lenta "Me perdoou? Eu sou sua gatinha boa?"
"Oh sim, meu amor..." Louis falou ao sair com cuidado de dentro dela "Você é minha gatinha perfeita. E eu vou cuidar de você, sim? Vamos tomar um banho lá em cima e vou te deixar tirar um cochilo."
"Vou engravidar de você..." Harry riu, esticando os braços para que o noivo a pegasse no colo "Vários bebês na minha barriga"
Tomlinson riu mais uma vez, pegando a garota no colo e a levando para o andar de cima, não deixando de torcer para que aquilo fosse verdade. Saberiam em breve.
sorry i havent been posting for a whileee - ive been busy with school and ballet but ill start posting moree🎀
glorious bunny
Avisos: impact play, humilhação, degradação, extrema submissão.
Incesto entre irmãos de sangue.
ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ𝙫𝙚𝙨𝙩𝙞𝙙𝙞𝙣𝙝𝙤 𝙖𝙢𝙖𝙧𝙚𝙡𝙤
Louis deu a Harry de presente um lindo vestidinho amarelo, só que com uma condição: sempre que Harry o usava ele estava concordando em se submeter a todas as vontades de Louis, independente de quais fossem.
contagem de palavras: +4k
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Quando Louis voltou para sala de estar, Harry estava deitado de bruços, dormindo. Sinceramente, ele não estava surpreso: seu bichinho sempre foi muito intenso; sempre precisou que seu papai fosse gentil com ele depois que ele o usasse — fosse suas coxas ou sua boca, suas mãos ou sua bocetinha.
Louis estava bem fazer isso por ele. Era absolutamente apaixonado em cuidar de sua coisinha manhosa e maleável e faria isso por ela pelo tempo que levasse até que ela estivesse descansada e bem em se desgrudar de Louis.
Exceto quando Harry precisava aprender uma lição.
E Louis ainda não tivesse acabado com ele.
Nesse caso, seu bichinho infelizmente não tinha permissão para dormir — ao menos não ainda —, tampouco sair da posição que fora deixado, por isso, sem ter colocado de volta suas roupas, Louis se aproximou silenciosamente do corpo adormecido no sofá.
O vestido amarelo estava levantado, deixando sua bunda toda exposta. Harry estava com o rosto deitado sobre os braços e uma de suas pernas estava dobrada, facilitando o trabalho de Louis quando ele ajoelhou ao lado do sofá e segurou na barra da calcinha branca que Harry estava usando.
Apesar da desobediência, Louis não quis acordar Harry imediatamente, então com a outra mão ele começou a massagear o grelhinho dele através da calcinha já encharcada, acelerando aos poucos o movimento. Quando seu bichinho começou a molhar um pouco mais de novo, Louis se abaixou, lambendo e sugando o tecido, chupando e tentando morder os lábios gordos da xotinha dele.
As pernas de Harry não estavam abertas o bastante, porém, e quando Louis não pôde fazer mais que isso ele firmou o aperto na barra da calcinha e a puxou.
“Shh, quietinha”, ele disse ao ouvir o primeiro choramingo sonolento de Harry. Louis voltou a puxar a calcinha, vendo-a agora se afundar entre os lábios gordos da boceta dele. “Vamos, coisinha, fique quieta.” Harry levou a mão de encontro a de Louis, tentando tirar seu papai de lá. “Hazza…”, Louis disse em repreensão ao mesmo tempo que dava mais um puxão.
“Papai, machuca”, Harry começou, sua voz embargando. “Me solta, por favor.”
“Vire-se pra mim”, ele mandou.
Harry fungou. “Você vai parar?”
“Vire-se pra mim, Harry”, Louis repetiu, dando um tapa em sua bunda.
Quando Harry começou a se virar, Louis soltou a calcinha, mas voltou a tomá-la de imediato quando ele já estava de barriga para cima. A mão de Harry parou em cima de sua xotinha e ele fechou as pernas, tentando lutar contra as mãos de Louis. “Não, papai, por favor.”
“Por que você acha que tem direito de falar, ein, Harry?” Louis obrigou-o a abrir as pernas e deu um tapa em cima de sua mão para tirá-la dali. “Quem disse que você tem alguma voz aqui, uh? Já viu o que você está usando?”
A expressão de Harry nadou em confusão e uma pitada de traição.
“Mas… Você disse… disse que eu era seu bom garoto, papai. Eu achei que já tinha acabado. Achei que-”
“Você não acha nada, Harry. Você é só uma puta idiota, não é capaz nem de pensar.” Louis olhou para ele, fazendo um barulho de desdém quando viu como os peitos dele já não estavam mais cobertos pelo vestido. “Está agindo de forma tão estúpida que nem merece ser minha coisa, na verdade. Agora cale a boca.”
Os olhos dele se encheram de lágrimas e Harry curvou os lábios para baixo. “Achei que era um bom garoto”, ele sussurrou, a voz tremula. “Achei que já merecia ser seu bichinho de novo.”
A mão de Louis só ficou mais firme ao puxar a calcinha e com a outra ele usou o polegar para circular o clítoris de Harry. “Eu já disse: você não acha nada. Você não é nada. Não até que eu diga o contrário. Até lá, sequer merece ser minha coisinha”, ele repetiu.
As lágrimas começaram a descer pelas bochechas de Harry. “Desculpa, papai, eu não queria ser burro assim.”
Louis balançou a cabeça.
“É culpa minha”, disse com um suspiro, soltando parcialmente a calcinha para poder alcançar o vibrador que ele já tinha usado em Harry mais cedo. “Você é só um brinquedo sem cérebro.” Ele o colocou no lugar em que seu dedo estava trabalhando e o ligou na velocidade máxima, somente para ver o tronco de Harry se arquear e suas pernas tentares se fechar outra vez. “Esqueci que não posso esperar muito de você, não é verdade?”
O corpo de Harry estremeceu e ele voltou a tentar empurrar a mão de Louis para longe de sua bocetinha. “Não, papai. Vou me esforçar, eu juro. Eu…”
Louis levantou as sobrancelhas. “Não parece, Harry. Ainda está tentando fugir da sua punição.” Ele mexeu com o vibrador, esfregando-o para cima e para baixo na xotinha dele. “Acha que não merece, é isso? Que tenho que parar. Estou sendo injusto com você?”
Harry gemeu um som quebradiço, trazendo as mãos para si. “Não, papai, eu mereço. Não é injusto, eu mereço. Você pode fazer o que quiser.”
“Não preciso da sua permissão, Harry.” Louis o observou por um instante. “Vou chupar você e depois foder essa sua boceta e só então quem sabe eu te desculpe.”
“Mas o papai já fodeu minha bocetinha hoje.”
“E vou foder quantas vezes mais eu quiser, Harry”, Louis disse com exasperação, “ela é minha.” Ele parou enfim com o vibrador, para o alívio temporário de Harry, e puxou a calcinha dele para baixo, observando com ligeiro fascínio como o melzinho de seu bichinho estava ainda ligado a ela. Louis então colocou o tecido na boca de Harry; não era o bastante para fazê-lo quieto, mas passava o recado de que ele deveria ficar. Ele ainda colocou os pulsos de Harry para cima da cabeça dele, apertando-os firmemente antes de dizer: “Fique onde eu deixei você, ouviu?”
Harry assentiu ansiosamente ao passo que Louis puxou uma de suas pernas para o chão e dobrou a outra para cima, deixando-a apoiada no sofá — ele estava suficientemente aberto, agora; pronto para ser usado outra vez.
Seu bichinho respirou profundamente quando sentiu seus dedos abrirem sua xotinha. Ela estava toda vermelha e Louis enfiou o indicador até ver sua porra voltar a vazar. Ele raspou a unha levemente na vulva de Harry e admirou o corpo dele estremecendo, somente para repetir o movimento outra vez, porém com um pouco mais de força. Louis mal podia imaginar como ele estava sensível.
Harry tinha sido obrigado a passar todo o período do jantar com um vibrador dentro da boceta porque naquela tarde quis tentar ser mais esperto que seu papai, como se ele não fosse notar que, além de estar se tocando sem pedir permissão, estava gravando seus dedinhos brincando com aquilo que sequer o pertencia. Agora, Louis não sentia muita pena de como Harry se crispava quando ele abria bem sua bocetinha e enfiava um dedo — ele estava simplesmente cumprindo com a aparentemente incontrolável vontade de seu bichinho de ser estimulado.
Louis sabia que a promessa havia sido de chupar, mas antes de fazê-lo ele abriu um pouco mais os lábios da xotinha de Harry e colocou três dedos lá dentro, procurando pelo ponto G e correndo os dedos sobre ele com mais intensidade a cada vez que seu bichinho ameaçava fechar as pernas ou deixava um pequeno soluço escapar.
Só quando pareceu que Harry gozaria pela quarta vez na noite é que Louis se abaixou e começou a chupar sua boceta. Suas mãos apertaram com firmeza as coxas dele enquanto Louis corria a língua pelo canal, mantendo-as quietas. Ele fodeu e fodeu e então se afastou para poder ter o grelhinho entre os dentes.
Harry não conseguiu se manter quieto ao que Louis sugava e mordia seu monte, mas ele não quis parar para repreendê-lo, gostando como sempre de ouvir os sons que seu bichinho choroso e superestimulado fazia. Ele só pôde acalmar a respiração quando Louis o soltou, plantando pequenos beijos sobre a linda boceta usada. Mas não por um momento longo, porque em seguida ele estava sugando seus grandes lábios, e mordendo os pequenos, e então invertendo a ordem, de novo e de novo.
A essa altura, as coxas de Harry provavelmente tinham marcas da força com que Louis estava mantendo-as abertas, porque ele já não parecia estar tentando se manter no lugar, não quando a boca de Louis estava determinada a colocar toda a bocetinha dele para dentro. Outra vez, todavia, quando parecia prestes a gozar, seu papai parou com os movimentos.
As sobrancelhas de Harry se arquearam no centro ao que ele respirou fundo, contendo um choramingo. Louis subiu até estar olhando para o rosto dele. “Shh, eu sei”, ele lamentou, enquanto apertava os peitinhos dele. “Muito frustrante, coisinha, eu sei, mas estou te dando uma lição e agora não quero mais que você goze, entendeu?” Foi com deleite que Louis assistiu aos olhos de Harry se encherem de lágrimas imediatamente. Ele torceu seus mamilos. “Não, não chore. Você está indo tão bem, não quer que o papai fique bravo com você de novo, não é?” Seu bichinho assentiu, soluçando. “Viu só, minha coisinha consegue pensar então.” Ele assentiu novamente. “Que alívio”, Louis exalou com orgulho, acompanhando como as bochechas de Harry se avermelharam com a pitada de aprovação. “Agora vamos, continue assim enquanto fodo você, coisinha.”
“Papai, por favor…”, ele murmurou entrecortado.
“Não, quietinho. Não estrague as coisas, você está sendo perfeito. Só precisa aguentar o papai fodendo sua bocetinha uma última vez e eu prometo que hoje mesmo eu recompenso você, uh.”
Harry choramingou outra vez e Louis decidiu tirar a calcinha da boca dele. “Aí- aí eu volto a ser seu bichinho?”, ele perguntou, como se isso já pudesse ser toda a sua recompensa.
“Volta a ser o bichinho do papai”, Louis concordou com ternura, apertando novamente os mamilos dele. “Mas só se você não gozar enquanto o papai te fode, ok?” Harry concordou com a cabeça. “Mantenha as pernas abertas pra mim.”
Seu bichinho parecia determinado a cumprir perfeitamente com as ordens: abriu bem as pernas e manteve-as assim mesmo quando os dedos de Louis quiseram raspar a unha rapidamente sobre seu montinho.
Mas então Louis começou a forçar o pau para dentro dele; e ele não estava se dando exatamente ao trabalho de fazer isso com calma; e não estava usando nenhum lubrificante. E, de qualquer maneira, Harry mesmo disse: Louis já tinha fodido sua xotinha antes; a não muito tempo, na verdade. Um tempo curto demais, se o bico nos lábios e os olhos lacrimejantes de Harry significavam alguma coisa.
“Hm, papai”, ele chamou quando sentiu Louis empurrar com mais força, todo seu pau coberto pelo aperto de seu buraco agora. “Calma, por favor.”
Louis apoiou uma mão sobre o baixo ventre de Harry e olhou em seus olhos com uma sobrancelha arqueada. “Vou tolerar isso só porque você vem sendo uma ótima coisinha, Hazza, mas não ache que tem direito de ditar como fodo minha boceta, ouviu?”
Harry soluçou, apertando os dedos das mãos enquanto assentia. “Desculpe, papai.”
“Sim, sim, Harry. Desculpado. Agora tudo que eu quero ouvir de você são gemidos, okay?”
Seu bichinho soluçou. “Okay, papai.”
E mesmo sendo uma ordem, e mesmo que Harry amasse cumprir ordens, seus gemidos eram altos simplesmente porque ele não sabia ser quieto. Ele era constante e melodioso nas estocadas lentas e profundas de Louis e era alto e desesperado em suas estocadas rápidas e precisas.
E, além dos gemidos, havia o próprio som do pau de Louis entrando e saindo do buraco molhado de seu bichinho. Era notável como só a bocetinha dele já cheia de porra poderia ser e ele ficou dividido entre olhar o entrar e sair de seu membro e morder onde quer que sua boca alcançasse.
Morder, sim, porque mesmo quando eram suas bocas se encostando Louis não era capaz de resistir ao impulso: ele queria deixar Harry completamente marcado, de forma que não gerasse dúvida alguma de que ele havia sido muito bem usado. Por isso, quando não estava olhando o pau entrar e sair da boceta esticada de sua coisinha, ele estava mordendo os lábios e o pescoço dele; estava curvando-se um pouco mais e alcançando os peitinhos dele. Louis teve que tomar os pulsos de Harry, eventualmente, mas nada mais o atrapalhou de morder e puxar e sugar seus mamilos. A cada vez que se afastava para olhar, eles estavam um pouco mais vermelhos.
Assim como as bochechas e os lábios de Harry e provavelmente a glande de Louis. Vez ou outra — quando percebia os dentes de seu bichinho apertarem-se um pouco mais firmemente — ele diminuía a velocidade de seu movimento, facilitando a contenção do orgasmo de Harry, pelo menos um pouco. Mas aí Louis notou que mais um pouco ele mesmo gozaria; e que, de todo jeito, aquela ainda era a punição de Harry. Então Louis deu batidinhas no rosto dele para chamar sua atenção.
“Vamos, coisinha, está me ouvindo?”
Harry fungou. “Sim, papai.”
Louis abriu um sorriso para ele. “Ótimo, Hazza, porque tive uma ideia e como você vem sendo o brinquedo perfeito vou deixar que decida como faremos, uh.” Harry balançou a cabeça em reflexo a animação de Louis enquanto ele esticava-se novamente para vibrador que havia jogado no chão. As sobrancelhas de seu bichinho imediatamente se levantaram. “Escute: quero usar isso aqui em você e vou deixar que escolha em qual dos seus buracos ele vai ficar: no seu cuzinho ou na sua bocetinha junto com meu pau?”
Louis havia parado completamente com suas estocadas, porém mesmo assim os olhos dele se encheram, como se ainda estivesse sendo fodido. “Não, papai; por favor, não.”
Ele semicerrou os olhos para Harry. “Não vai se livrar disso. Anda, seja bom e diga.”
“Minha bocetinha tá muito cansada, papai, por favor.”
Louis abriu mais uma vez um sorriso. “No seu cuzinho, então? Está bem, meu amor.”
As pernas de Harry ameaçaram se fechar antes de conseguirem se lembrar de que não podiam se mover. “Mas o papai… o papai vai com calma, né? Pra não doer? Por favor.”
Louis assentiu com uma expressão de condescendência, no entanto sua mão já estava levando o vibrador até o buraco de Harry e pressionando. “Claro, amor, mas é claro. Papai vai ir com toda a calma, uh”, Louis disse com uma voz macia, empurrando o vibrador mais um pouco. “Porque é o que minha coisinha merece por estar aguentando tudo tão perfeitamente, não é?” Harry balançou a cabeça afirmativamente com ansiedade. “Sim, Hazza, eu sei, eu vejo seu esforço. Só que… sou eu que mando, não é?” De repente, a mão de Louis empurrou com tudo o restante no vibrador que ainda faltava. As costas de Harry se arquearam ao mesmo tempo que suas mãos correram para tentar pará-lo. “Sim, eu que mando. Agora quieto, você sabe que é assim que funciona. Sabe que eu não dou ouvidos a vagabundas como você.”
O choro de Harry aumentou e suas mãos ainda insistiram em contornar seu cuzinho, querendo diminuir a força das estocadas de Louis. “Não, papai, por favor, por favor.”
Ele voltou a foder a boceta de seu bichinho. “Cale a boca, meu amor, não quero me estressar com você de novo.” Louis parou o vibrador no fundo de Harry e concentrou-se integralmente em entrar e sair dele com força, seus braços segurando suas coxas para que ele pudesse levantar seus quadris e conseguir um ângulo melhor. A essa altura, prestes a gozar, deixou de se importar com os lamentos de Harry e com como suas pernas estavam tremendo. Ele não o ajudaria mais a prender seu orgasmo.
“Papai, me perdoa, papai, por favor”, seu bichinho estava murmurando.
“Perdoar o que, Hazza?”, ele perguntou, estocando um pouco mais para cima.
“Vou gozar, eu- quero muito, papai, por favor, posso?”
“É claro que não, Harry, não seja idiota.” Um soluço um pouco mais alto que os outros escapou de sua garganta. “Não, bichinho, eu sei que você consegue, vamos. Papai já está vindo.”
“É mesmo?”
Louis inclinou-se para morder os lábios de Harry. “Sim, e vou deixar você cheia da minha porra, uh?”, ele sussurrou em seu ouvido. “Vou pegar um plug para garantir que nada escorra e você fique cheia, cheia”, Louis continuou em meio a gemidos, suas estocadas cada vez mais desesperadas até que ele estivesse gozando. Ele beijou Harry, sugou sua língua e, quando se afastou, cuspiu em sua boca e o obrigou a engolir. Louis tirou sonoramente seu membro sensível de dentro da boceta de sua coisinha, assistindo a ela se contrair no nada.
“Obrigado, papai”, Harry estava agradecendo, fechando as pernas.
Louis sorriu para sua imagem bagunçada e completamente fodida. “Não é nada, meu amor; espere só um pouquinho, eu já volto.”
“Papai não pode já tirar?”, Harry perguntou quando Louis já estava de pé, abrindo um pouco as pernas para mostrar o vibrador ainda ligado em seu buraco.
“Tenha paciência, bichinho, o papai já volta.”
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Quando estacionou o carro em frente ao prédio, Harry olhou de maneira inquisidora a Louis. Ele não tinha dado nenhuma informação do que fariam, só o que seu bichinho soube, enquanto tinha o vibrador desligado e enfim retirado, era que eles sairiam para que Louis pudesse recompensar seu ótimo trabalho.
Louis olhou de volta para ele. Embora não tenha exigido, Harry havia escolhido sair com o vestido amarelo. Suas alças eram finas e as vezes escorregavam dos ombros cheios de marcas dele. Ele não usava sutiã, de modo que era possível ver seus mamilos eriçados sob o tecido de cetim. Estava lindo, lindo. Louis saiu sem uma palavra e contornou o carro para abrir a porta para Harry, que sorriu com a gentileza.
O apartamento em que estavam indo ficava no segundo andar e Louis nem precisou bater, a porta se abriu assim que eles chegaram. Foram recebidos por Spencer, um homem pouco mais baixo que Louis, de ombros largos e corpo tatuado, que estava sorrindo antes mesmo que fosse dito qualquer coisa.
Ele e Louis se conheceram ainda adolescentes. Tinham costume de frequentarem as mesmas festas e beijarem quase as mesmas bocas. Aos poucos, depois de irem para a faculdade, foram perdendo o contato, mas em momentos como aquele eles sempre lembravam um do outro e se verem novamente era sempre como estar no Ensino Médio outra vez.
“Tommo”, Spencer disse, sorrindo aberto em direção a Louis. Em seguida, seus olhos caíram na pequena figura de Harry, perseguindo cada centímetro descoberto de seu corpo. “Você disse que precisava de ajuda com a garota e imaginei que ela fosse como uma brat”, ele comentou, distraidamente. Como que testando uma teoria, Spencer esticou o braço em direção a Harry, a mão tocando a bochecha dele. Em resposta, Harry pendeu em sua direção e abrigou o polegar dele quando Spencer percorreu seu lábio com ele. “Ela provavelmente se dobraria só pra agradar”, ele murmurou encantado, os dedos movendo-se em estocadas.
Com os olhos ávidos sobre eles, Louis soprou uma risada sarcástica. “É claro”, ele bufou. “Meu bichinho pode esquecer o lugar dele as vezes, mas é perfeito pra mim, não é, meu amor?”
Os ombros de Harry se encolheram em timidez e ele soltou um som doce, assentindo. Spencer se afastou, assistindo como a movimentação de Harry fez com que uma das alças de seu vestido caíssem. Ambos observaram parte dos seios de Harry ficarem a mostra antes de, com um dedo, Louis puxá-la para cobrir sua coisinha outra vez.
Spencer olhou para Louis de novo. “Você tem razão. Sempre tinha os brinquedos mais perfeitos.” Ele voltou-se para Harry, andando para que entrassem no apartamento. “Sabia disso, linda?”, Spencer parou e se virou para Harry. “Seu papai sempre pegou só vagabundas gostosas e obedientes como você.”
Louis levantou uma sobrancelha, aproximando-se de Spencer, que tinha se apoiado contra sua mesa de jantar, os braços cruzados na frente do peito. Ele deslizou os dedos pelos cabelos da nuca de Spencer e aproximou seus rostos. Quando o rosto dele se inclinou um pouco mais, Louis firmou o aperto, puxando-o para trás, e ele resmungou em frustração, encarando sua boca. “E você era uma delas, uh”, Louis sussurrou sob sua respiração, sorrindo de lado e segurando a mão de Spencer que tentou tocar seu rosto. “Tão desesperado pra ser o melhor, o mais dedicado de todos.”
Spencer assentiu e voltou a tentar beijá-lo, mas novamente Louis firmou seu aperto e se afastou. Spencer choramingou dessa vez. “Hm, por favor”, ele pediu, agarrando a blusa de Louis com a mão livre e trazendo-o para perto.
Louis abriu um sorriso, resolvendo ter pena dele. “Já que você foi tão educado”, ele disse, antes de trazer o rosto dele de encontro ao seu. Ele o tomou um beijo duro, a língua de Louis preenchendo sua boca, seus dentes mordendo seus lábios. Spencer gemeu facilmente, derretendo contra ele, se deixando levar pela força e pelo domínio de Louis. Ele se afastou com o corpo de Spencer ainda perseguindo pelo seu. Mais uma vez, a mão de Louis o segurou, mas com a outra ele entreabriu os lábios dele, segurando seu queixo com a ponta dos dedos e cuspindo em sua boca, fechando-a novamente para obriga-lo a engolir. “Senti sua falta, cachorrinho”, Louis sussurrou com um sorriso de lado, gostando de como Spencer parecia ofegante com os olhos semicerrados.
“Sim, senhor, eu também”, Spencer concordou.
Louis deu batidinhas em seu rosto e então voltou-se outra vez para Harry, que parecia entretido assistindo-os, as coxas se friccionando. “Vamos lá?”, Louis perguntou, cobrindo os ombros de Harry com seu braço e seguindo caminho para o corredor.
“Fazer o que, papai?”
Louis sorriu para ele, trazendo-o para perto. “Não era você que sempre quis um piercing nessa sua boceta linda? Spencer coloca.”
“É”, Spencer disse logo atrás deles. “Tenho esse estúdio improvisado.”
Eles entraram no último quarto do corredor. A luz estava ligada e bem no meio do cômodo tinha uma cadeira daquelas em que Harry se deitaria para ter sua perfuração feita. Spencer andou diretamente para uma pequena cômoda ao lado da cadeira e abriu a primeira gaveta, tirando de lá um par de luvas. Harry permaneceu acanhado ao lado de Louis, as mãos unidas na frente do corpo.
“Vamos, bichinho, não precisa ter vergonha, sua bocetinha é perfeita.” Louis empurrou-a levemente para dar um passo em direção a cadeira. Harry foi, trôpego, e sentou-se de lado, assistindo Spencer separar o material. “Deite-se, Hazza. Abra bem as pernas para Spencer.”
Obedientemente, Harry deitou-se, puxando o vestido para cima, dobrando os joelhos e abrindo espaço para exibir sua xotinha, já que estava sem calcinha. Quando olhou na direção dela, Spencer abriu um sorriso. “Ah, olha só o que temos aqui”, ele disse, batendo o dedo no plug parcialmente escondido pelos lábios da boceta. Harry deixou um ofego escapar com a ligeira movimentação. “Uma vadia tão sensível.”
Harry choramingou diante do comentário e balançou a cabeça, fechando um pouco as pernas e olhando para Louis. “Hm, papai, e se- e se doer minha bocetinha? Muito sensível, papai, por favor.”
Louis arqueou as sobrancelhas, apoiando-se na parede e cruzando os braços. “Bom, acho que podemos dar um jeito nisso. Spencer”, Louis chamou, “tire o plug dele.” Spencer soltou os materiais que estava segurando e foi até Harry, abrindo as pernas dele e puxando o plug de dentro dele com um barulho molhado. “Agora você pode brincar um pouco com ela. Pelo visto essa boceta precisa relaxar.”
Spencer olhou para Louis com um sorriso de lado antes de se voltar a Harry. Ainda com as luvas nas mãos, ele separou os grandes lábios e então enfiou dois dedos dentro da xotinha dele, começando a fodê-lo. As costas de seu bichinho arquearam perante a sensibilidade ao mesmo tempo que porra começou a vazar de seu buraquinho. A mão de Spencer só ganhou velocidade, entrando e saindo, os barulhos molhados sendo acompanhados pelos gemidos de Harry.
“Como essa vadia foi usada, Tommo. Meus dedos estão sendo praticamente engolidos por ela.”
Louis se desencostou da parede, aproximando-se deles. “Estou usando ela tem horas”, ele contou, franzindo as sobrancelhas quando uma ideia cruzou sua mente. “Acho que até posso…”, Louis começou, então esticou a mão entre as pernas de Harry, apenas para enfiar três dedos junto aos de Spencer. A boca de sua coisinha se abriu em um gemido mudo e Louis tentou estocar contra ele. “Ah, viu só? Está toda molhada, praticamente vazando.” Ele começou a igualar o ritmo com o de Spencer e Harry enfim demonstrou sua excitação, os gemidos trêmulos começando a aumentar de novo. “Olha como está aberta, aguentando cinco dedos a fodendo como se não fosse nada.”
“Tão gostosa”, Spencer disse, parando a mão no fundo de Harry. Louis seguiu fodendo-a, seus movimentos fazendo com que o corpo todo dele se mexesse. De repente, a atenção de Louis foi capturada pelos peitos de Harry e, com um gesto abrupto, Louis abaixou a parte da frente do vestido amarelo para que tivessem visão dos seios dele. O olhar de Spencer caiu sobre eles imediatamente. “Hm, posso chupar os peitos dela, por favor?”, ele pediu.
Louis riu, retirando os dedos de dentro de Harry para poder se afastar e dar a ele mais espaço. “É claro, já que você é um cachorrinho tão educado.”
Spencer não precisou que repetissem. Ele voltou a fodê-lo com os dedos e com a outra mão apertou o seio de Harry para então abaixar-se e começar a chupá-lo. O som de contentamento de Spencer com o gemido superestimulado de Harry foi como música para Louis. A boca de seu bichinho estava aberta em gemidos e ele tentou esticar uma mão em direção a xotinha, para tentar conter a velocidade dos dedos de Spencer, que por sua vez mordeu o mamilo dele em repreenda.
“Tão lindos”, Spencer disse afastando-se, beliscando o bico cheio de saliva. “Seus peitinhos seriam perfeitos para um piercing. Lindos, lindos”, ele murmurou, seguindo para o outro mamilo. Spencer fazia uma série de barulhos de sucção, levantando o rosto e trazendo o seio junto de si, gemendo junto de Harry. Os dois pareciam absolutamente hipnotizantes.
A uma certa altura, Harry começou a dar sinais de que poderia gozar — suas pernas começaram a tentar se fechar, o tronco se curvar e os gemidos a aumentar. Louis não quis interferir. Se Spencer não notasse, ou simplesmente não se importasse, ele adoraria assistir seu bichinho tremendo com o estímulo em excesso. “Por favor, por favor”, Harry sussurrou, mas tudo que Spencer fez foi largar seus peitos e subir para seu pescoço, abrindo espaço para chupá-lo também.
“Não dê ouvidos a ele”, Louis disse, “vá em frente.” Spencer ouviu Louis. Ele abandonou o pescoço de Harry e tirou os dedos de dentro dele para então aproveitar toda a lubrificação e masturba-lo. As costas dele se arquearam e, enquanto ele gozava pela quinta vez, Spencer segurava sua perna para mantê-lo aberto. Felizmente para Harry, quando ele começou a implorar que parasse com os toques, Spencer realmente o fez. Virando-se para trás para jogar fora as luvas e pegar os materiais para a perfuração, Louis o interceptou, mordendo o lóbulo da orelha dele e apalpando seu pau duro através das calças. “Faça um bom trabalho e então eu te dou uma recompensa, uh.”
Tudo que Spencer o deu foi um aceno frenético como resposta. Ele pôs-se a trabalhar com eficiência. Deixou tudo o que precisava na cômoda ao lado da cadeira e brincou com os mamilos de Harry enquanto higienizava e marcava onde o piercing ficaria, seguindo os comandos de Louis. Quando a perfuração enfim foi feita, Harry fechou os olhos e gemeu, levantando a cabeça para cima. Com a joia colocada, Spencer pegou o plug e botou-o novamente na boceta de Harry.
“A vadiazinha se comportou tão bem”, Spencer elogiou. “Merece até um prêmio.” Ele então abaixou-se e tomou a boca de Harry para um beijo. Louis, um pouco distante, assistiu-os com atenção, vendo a maneira como Harry corria atrás da boca de Spencer e a mão dele vez ou outra ainda mexia com o plug. Ele pensou que quando fosse trazer Harry para colocar o piercing nos mamilos — porque ele definitivamente o faria — ele teria que trazer uma câmera com ele, para poder guardar para si todo aquele show.
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hey! uma segunda parte desse plot ainda vez, eu só não tenho como saber quando.
cause you’re my religion • oneshot larry
Descrição: Harry tem uma devoção que pode ser considerada fora do comum pelo padre Tomlinson e sabe que nem mesmo Deus será capaz de salvá-lo do tentador pecado de cair em tentação pelo divino homem de olhos muito azuis.
Aviso: a baby Isi de 2020 estava passando por muitas coisas quando escreveu essa one, uma fase meio punk, então vai ter blasfêmia e sexo gay à torto e a direita nessa obra. Caso se sinta desconfortável com o tema, não curte nenhum pouco a ideia, recomendo que passe longe. A Isi nova mulher de 2023 reescreveu essa obra pra ficar mais agradável e vocês não tenham uma AVC com tantos errinhos e dentre outras coisas que ficaram escritas meio “nhe”.
Nessa o Louis é um padre de caráter meio duvidoso e o Harry é um esquisito que só quer muito dar para ele, tendo umas ideias bem esquisitinhas sobre religião, devoção e beirando talvez uma obsessão. Ou seja, só coisa boa e comum nessa altura do campeonato.
Enfim, a Isi aqui te deseja uma boa leitura!
harry is my bitch wife.
Onde Louis está muito estressado por causa do seu time de futebol e Harry tenta acalmá-lo de um jeito diferente..
[avisos: harry intersex, desuso de preservativo, spit kink, degradação, dracifilia, overtimulation.]
[…]
Louis entrou no apartamento com uma carranca no rosto, ele estava irritado demais porque seu time não estava indo bem nos jogos. Passava muito tempo tentando fazer o time se sair bem, mas estava tudo dando errado, e como dono do clube e também treinador do time ele não estava tendo um minuto de paz.
Tirou os sapatos, folgando a gravata apertada no pescoço. Tinha acabado de sair de uma reunião e estava sem paciência. Eram umas cinco da tarde e ele estranhou pois o apartamento estava silencioso demais, o que era um sinal claro de que Harry não estava em casa.
— Carinho? — Louis chamou não obtendo reposta. Ele pegou o celular no bolso da calça social e se sentou no sofá da sala, mandando uma mensagem para sua mulher.
Louis e Harry eram casados a mais ou menos 7 anos, e as coisas estavam estranhas. Os dois se conheceram em uma festa que um dos patrocinadores de Louis realizou e daí por diante nunca mais se desgrudaram, eles se amavam e se davam muito bem.
Harry era incrível, e Louis a amava demais e a conhecia o suficiente para saber que tinha algo a incomodando. Ele não estava conseguindo tempo para conversar com a sua princesa, sempre andando muito ocupado e estressado demais. Mas Louis sabia que algo estava acontecendo.
Também fazia algumas semanas que os dois não transavam. Era sempre um boquete, uma mão boba aqui e ali mas nunca o finalmente. E isso deixava Louis ainda mais irritado por que nem tempo para isso ele estava tendo. E sempre que tinha, estava cansado demais. Mas bem, Harry nunca reclamava. Ela era muito compreensiva e sempre entendia o seu lado, mas Louis sabia que ela estava com saudades e queria tanto aquilo quanto ele.
Ele só esperava que sua falta de atenção e seu cansaço não tenham fodido a parte boa da sua vida, e a melhor pessoa que o destino colocou no seu caminho: Harry Styles.
[…]
Se espreguiçando e se levantando da cama, Louis andou até o banheiro, fazendo sua higiene matinal e logo depois seguiu para a cozinha. Passou pela sala e viu a TV ligada passando algum dos jogos, e seguiu em caminho da cozinha encontrando Harry sentada na mesa posta, tomando seu café da manhã tranquilamente.
— Bom dia amor. — Ela disse quando Louis se aproximou deixando um beijo nos seus lábios com gosto da geleia do pão que comia, ele se sentou de frente para a sua mulher pegando um copo e bebendo um suco de maracujá.
— Bom dia carinho, como foi sua semana? Sinto que mal te vi nos últimos dias. — Louis perguntou comendo um pão com pasta de amendoim.
— Foi tudo bem, o mesmo de sempre você sabe.. — Harry falou, ela estava vestida com seu pijama vermelho curtíssimo. Os peitos pequenos em destaque pelo decote da blusa. Louis a observou bem, assentindo com a cabeça para ela continuar falando.
— Está muito ocupado nesse final de semana? — Harry perguntou quando terminou de comer, limpando a boca.
— Não muito, só mais algumas coisas para resolver, acho que domingo a tarde estou livre por que?
— Estava pensando em uma coisa.. — Ela sorriu safada, Louis sorriu de lado gostando disso.
— Me fale amor. — Louis pediu batendo nas suas coxas em um pedido claro para Harry se sentar ali.
Ela rapidamente saiu da sua cadeira indo em direção ao marido e se sentando em seu colo, logo sentindo as mãos firmes dele descansaram na sua bunda.
— Uma coisinha que já estava querendo a um tempo amor.. e já faz um bom tempo que você sabe, não transamos. — Ela falou dando um beijo na bochecha barbada.
— É eu sei, sinto muito princesa.. você sabe que eu quero muito te foder do jeitinho que eu sei que você gosta. — Louis falou apertando a bunda de Harry, ela sorriu safada mordendo os lábios e assentindo.
— Delicioso.. — Ela selou seus lábios rapidamente logo falando em seguida: — O que acha de fazemos isso só que.. de um jeito um pouco diferente.
Louis franziu a testa não entendendo onde Harry queria chegar, ele se afastou um pouco bebendo o suco e logo dando sua total atenção para Harry.
— Eu, você, e.. algumas amigas?
Louis paralisou olhando de forma confusa para Harry, achando que aquilo era uma brincadeira ou ela só podia estar enlouquecendo. Louis nunca cogitou a ideia, e agora parecia loucura demais Harry propor isso.
— Como assim? — Ele perguntou claramente confuso. Harry a olhava com divertimento sem deixar o sorriso safado sair dos lábios.
— Amor, você sabe.. o que acha hum? Eu falei com algumas garotas, elas toparam. — Harry falou acariciando o rosto de Louis.
— Isso é sério Harry? — Ele perguntou seriamente, Harry assentiu. — Mas.. eu não sei Harry, não sei se isso daria certo. — Louis desviou o olhar, dando batidinhas nas coxas de Harry para ela sair do seu colo, ela fez, claramente irritada.
— Qual o problema? — Ela perguntou cruzando os braços, quando Louis parou de frente pra si.
— Olha o que você tá fazendo.. Tá pedindo pra eu foder as suas amigas com você! Isso não te deixa com ciúmes?? — Ele disse também cruzando os braços.
— Se eu propus é óbvio que não Louis!
— Pelo amor de deus.. — Louis revirou os olhos, ele não estava gostando daquilo. Harry bufou irritada. — Era isso que você estava escondendo de mim essa semana toda?
— Eu não escondi, só precisava de tempo para falar com as garotas.
— E não achou melhor perguntar se eu queria primeiro? Harry, olha o que você tá fazendo..
— Amor.. — Ela se aproximou dele, colocando as mãos na cintura de Louis e deixando um selinho rápido nos lábios vermelhos. — Está tudo bem se você não quiser, só saiba que eu não vou ficar com ciúmes. Eu quero isso. Porra só de imaginar eu fico molhadinha pra você.. — Ela sussurrou perto dos lábios finos.
Louis suspirou, fechando os olhos para pensar logo os abrindo novamente, ele fitou os olhos verdes brilhando para si, quase como se implorasse por isso. Bem, ok.. ele ia foder com as amigas de Harry e ela também, isso poderia ser bom. E porra, só de imaginar tantas bucetas para comer, ele já começava a mudar de ideia sobre a proposta.
— Quantas? — Ele perguntou agarrando a cintura de Harry e colando seus corpos juntos, sentindo a respiração calma dela com a sua.
— Eu, a Mia, April, Emma e Sara. — Harry disse com um sorriso gigante, observando quando Louis abriu os olhos em choque.
— Eu não sei se dou conta de todas.. — Ele sorri nervoso, Louis ainda estava achando aquilo uma loucura. Mas se a sua mulher queria ele não ia reclamar.
— Eu sei que dá meu bem, você é perfeito. — Ela se aproximou sussurrando no seu ouvido: — Quer que eu te mostre o quanto você dá conta hm? — Harry sorriu descendo a mão para o short branco de Louis.
— A putinha do papai quer brincar? — Louis perguntou com um sorriso, Harry assentiu se ajoelhado na sua frente. Ele agarrou o maxilar dela, fazendo um carinho na bochecha rosada. — Então seja boa para mim que eu vou fazer o que você quiser Harry.
— Sim papai.. — Harry sorriu descendo o calção de Louis, não contendo a animação e a excitação sabendo de tudo o que poderia acontecer naquele domingo.
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Louis chegou em casa perto das oito da noite. Ele já tinha avisado Harry do seu atraso e ela disse que estava tudo bem. A primeira coisa que ele notou quando passou pela sala indo em direção ao quarto foi o cheiro forte de muitos perfumes femininos.
Eles tinham conversado na noite anterior sobre o que podia e não podia rolar e Harry não privou absolutamente nada. E isso deixou Louis ainda mais animado, porque sim.. depois de muito conversar ele aceitou e estava ansioso para aquilo.
Vestido com uma calça preta simples e uma camisa vermelha da sua seleção, ele entrou no seu quarto podendo avistar as cinco lindas mulheres na cama, conversando entre si. Sem conter um sorriso maior quando viu Harry deitada de bruços, sorrindo com as lindas covinhas na sua direção.
— Tudo bem amor? — Louis perguntou assim que se aproximou e deu um beijo no topo da cabeça de Harry, cumprimentando as amigas dela com um aceno e percebendo os olhares ansiosos e desejosos que elas lhe lançaram.
— Sim meu bem. — Harry sorriu se levantando e indo na direção do marido que tinha se sentado na poltrona do quarto, ela logo se sentou nas coxas dele. — Senti saudades de você.. — Ela falou baixinho, beijando-o no canto dos lábios finos.
— Eu também carinho, o que acha de brincamos um pouco hm? — Louis sorri de lado, olhando por cima do ombro de Harry e piscando para April que lhe observava com atenção. Logo voltando a atenção para sua mulher.
— Eu adoraria… — Harry sorri colando os lábios carnudinhos com o de Louis. As garotas observavam a cena com atenção, o jeito que eles se beijavam era quente e elas não perderam tempo, também começando um beijo entre todas.
Louis puxou o lábio inferior de Harry, quando ela começou a rebolar no seu pau já duro dentro da calça. Ele agarrou a bunda farta forçando-a a rebolar mais rápido. Estalos de beijos e gemidinhos já era ouvido pelo quarto.
— Hm.. — Louis e Harry ouviram o gemidinho gostoso, virando o rosto e vendo as garotas se pegando loucamente na cama. April estava em cima de Emma, rebolando em cima dela enquanto se beijavam fervorosamente, enquanto Mia apertava os peitos de Sara por cima da blusa.
— Porra.. eu to tão duro. — Louis gemeu para Harry, ela sorriu rebolando devagarinho no colo dele. Ela já se sentia molhadinha com a visão das garotas se beijando.
— Eu quero seu pau bem fundo dentro da minha boca papai. — Harry sussurrou ofegando quando ele deu um tapa forte na sua bunda, deixando um chupão forte no seu pescoço.
— Quer amor? — Ela acenou — Mas não seja tão gulosa e divida o papai com suas amigas hum? — Harry assentiu virando seu rosto e sorrindo para as mulheres que agora os olhava.
— Meninas o que acham de agradamos um pouco meu marido? — April logo concordou com a cabeça, tirando sua blusa e ficando apenas de sutiã. As outras garotas fizeram o mesmo, se ajoelhando de frente para Louis ao lado de Harry.
Louis sentiu seu pau soltando pré-gozo com a visão maravilhosa, ter tantas mulheres ajoelhadas na sua frente apenas lhe esperando, estava acabando com sua sanidade.
Sua mulher foi a primeira a se mexer abrindo o zíper da sua calça, mexendo por cima da cueca preta no seu pau duro pulsante. Enquanto Louis acariciava a bochecha da outras garotas que olhavam para si com os olhinhos pidões.
Harry tirou seu pau do aperto da cueca e começou a masturba-lo na mão, ele mantinha os olhos azuis nas garotas que olhavam para o seu pau com vontade, e logo depois sentiu a língua quente de April lamber a sua fenda recolhendo seu pré-gozo.
— Porra. — Louis gemeu quando Sara também passou a língua em cima, logo Mia, e Emma também começaram a lamber a cabecinha vermelha do seu pau, enquanto Harry o masturbava lentamente.
— O seu gosto é tão bom Louis.. — Ele ouviu April dizer vendo quando as outras garotas acenaram concordando.
— Então continuem me lambendo que nem umas cachorrinhas no cio suas putinhas. — Louis mandou dando um tapinha de leve nos rostos da quatros garotas. Harry se molhava a cada movimento e fala de Louis, adorando tudo aquilo.
As garotas fizeram o que lhe foi mandado começando a passar a língua em todo o pau grosso de Louis, Emma circulava a glande inchada com a língua, enquanto as outras garotas tentavam lamber de qualquer forma as veias grossas do pau grande.
Louis desviou seus olhos para Harry vendo quando ela sorriu pra si e desceu as mãos para as suas bolas, apertando-as de leve, sem tirar os olhos do seu.
— Caralho vocês vão me enlouquecer.. — Ele gemeu quando jogou a cabeça para trás e revirou os olhos, sentindo seu pau sendo engolido com vontade por Mia, enquanto as outras chupavam suas bolas pesadas.
— Porra porra! — Louis gemeu jogando seu quadril pra cima, fodendo agora a boca de Harry. Antes que Louis gozasse ela parou, Louis abriu o olhos para reclamar mas logo mudou de ideia quando Mia, Sara e Emma se aproximaram novamente do seu pau.
Mia e Sara colocaram a glande na boca uma de cada lado de Louis e Emma continuou de frente. Então Mia e Sara começaram um beijo desajeitado com a glande de Louis no meio, as línguas se encontravam e batiam na cabecinha sensível do pau grosso, enquanto Emma brincava com a língua nas veias saltadas e Harry e April apertava suas bolas.
— Eu vou gozar p-porra. — Louis gemeu rouco jogando a cabeça pra trás e fechando os olhos com força sentindo as línguas molhadas por todo seu pau grosso.
As mulheres continuaram e não demorou muito para Louis gozar, gemendo alto e rouco. Ele já sentia o suor escorrendo da sua testa e tentava regular a respiração quando abriu os olhos e viu April e Mia se beijando, compartilhando sua porra.
— Que delicia Louis hm.. — As duas falaram e Harry sorriu sentindo sua xotinha piscando com tudo aquilo, enquanto Sara e Emma lambiam seu pau sensível para recolher qualquer resquício de porra.
— Vocês me enlouqueceram, mas o que acham agora de eu fuder a bucetinha de vocês hum? — Ele perguntou tirando a camiseta, todas assentiram rapidamente começando a tirar a roupa.
Louis se levantou nu, e andou até a cama onde as mulheres agora estavam. Harry beijava Emma e Mia enquanto April e Sara só lhe esperavam, ele sorriu quando se aproximou de ambas e começaram um beijo triplo.
— Você vai me foder primeiro não é? — Ele ouviu a voz de April no seu ouvido, ela e Sara beijavam seu peitoral e pescoço.
— Tão desesperada para ter meu pau nessa sua buceta de puta não é April? — Louis falou dando um tapa forte no rosto da mulher, ela sorriu safada lhe beijando em seguida.
— Awwn porra.. — Harry gemeu sentindo sua xotinha gorda sendo chupada por Emma, rebolando contra a língua quente da mulher que lhe chupava com força.
Louis se deitou ao lado das mulheres, seu pau endurecendo novamente vendo como Harry gemia e rebolava na língua de Emma. Ele se masturbou quando viu April vim pra cima de si, ela ficou de costas sentando em cima do seu pau grosso.
— Senta bem gostoso no meu pau vai sua vagabunda. — Louis mandou dando um tapa na bunda grande que cobria toda sua virilha, ela olhou por cima do ombro para si sorrindo quando se levantou e pegou seu pau grande, encaixando-o na sua bucetinha gostosa.
— Porra tão bom.. — Ela gemeu começando a sentar devagar em Louis, ele que apoiou as mãos atrás da cabeça, gemendo baixinho com o calor da buceta de April em torno do seu pau.
A cama fazia barulho com tantos movimentos e os gemidos altos e som de peles se chocando era ouvido pelo quarto, Louis desviou o olhar para Harry que respirava ofegante com o rosto e pescoço vermelhos, ele sabia que ela tinha gozado.
— Louis awwnn assim.. — April gemia alto se fodendo no seu caralho com força. Ele tirou as mãos da cabeça apoiando no quadril da mulher que quicava com força em cima de si.
— Porra que bucetinha gostosa do caralho hm.. — Ele gemeu rouco quando ela apertou seu pau dentro da xotinha, a mulher apoiou os pés na cama ficando aberta e dando a visão perfeita do pau grosso de Louis acabando com a sua buceta.
— Que delicia amor.. — Harry gemeu mexendo no seu grelinho duro, sentindo-se molhar ainda mais vendo o pau de Louis entrar e sair rápido da xotinha apertada, Mia estava na mesma situação.
— Oh caralho! — Louis gemeu alto quando sentiu a língua quente de Emma lamber suas bolas. — Louis! Sara! Awwn.. — April gemia em cima de si quando Sara começou a chupar seu grelinho sensível, enquanto isso Harry e Mia se dedavam com força.
Sara deu um tapa em cima do grelinho vermelho de April e ela não aguento mais gozando em seguida, continuando a sentar no pau grosso de Louis que tinha os olhos fechados gemendo alto e rouco.
April parou com as sentadas fortes e saiu de cima de si, Louis mudou as posições rapidamente e jogou Emma com força na cama se enterrando de uma vez na garota, que gritou contraindo a buceta.
— Isso Louis não para.. Awwn me fode vai.. — Emma gemeu baixinho no seu ouvido, arranhando as costas fortes de Louis sentindo a respiração e os gemidos dele no seu ouvido.
— Você é gostosa pra caralho. — Ele falou para Emma que fechou os olhos, deixando a boquinha aberta para gemer sem parar. Logo sentindo o cuspe de Louis ali dentro, ela engoliu gemendo mais alto.
Louis se afastou apertando os peitos grandes na mão, afastou a franja dos olhos e olhou na direção de Harry, vendo que Mia a chupava enquanto se dedava e Harry chupava April que beijava Sara, as três gemendo e de olhos fechados.
— Puta que pariu.. oh! — Ele gemeu com a cena logo voltando a olhar para Emma que tinha os olhos fechados, ele olhou para baixo vendo seu pau entrando e saindo rapidamente da xotinha vermelha.
— Eu vou gozar! Não para L-louis mexe no meu grelinho porra.. — Emma gemeu alto contraindo-se e se molhando ainda mais ao redor de Louis, ele fez o ela pediu chupando dois dedos e levando-os ate o grelinho sensível da mulher e esfregando com força.
— Goza pra mim sua vadiazinha. — Ele desceu um tapa forte na bochecha da mulher que arqueou as costas na cama apertando seu peitinhos e gozou, esguichando em seguida.
Louis parou os movimentos sentindo seu baixo ventre formigar. Ele saiu de dentro da mulher que respirava com dificuldade e foi para atrás de Mia com o pau na mão, ele deu um tapinha na xotinha dela que virou a cabeça pra si e sorriu balançando a bunda na sua virilha.
— Eu quero gozar dentro de você.. — Ele falou no ouvido da garota, ela olhou para Harry que enfiava os dedos dentro da bucetinha devagar, com um sorriso no rosto, enquanto agora April, Emma e Sara se beijavam ao lado deles.
— Goza bem gostoso dentro dela amor, eu quero lamber tudinho depois.. — Harry gemeu dando um tapinha em cima do seu grelinho sensível, Mia revirou os olhos sentindo a cabecinha do pau de Louis se empurrar pra dentro da sua xotinha.
— Hm Lou.. — Ela gemeu manhosa sentindo o pau de Louis pulsando dentro da sua buceta, Harry se aproximou do seu rosto com a xotinha vermelha, dando um tapinha no rosto de Mia, Harry abaixou a cabeça dela com força sentindo logo depois a língua quente no seu grelinho vermelho.
— Hm Mia isso.. me chupa bem gostoso enquanto o pau do meu homem te come, sua cadelinha. — Harry falou gemendo, apertando seus peitos e sentindo com prazer a língua quente da mulher passar na sua entradinha.
Louis tinha a cabeça pendida para trás enquanto gemia, sentindo que gozaria logo. Ele deu um tapa na bunda branquinha de Mia, abaixando o olhar e vendo a bucetinha vermelha de Harry na sua direção, ele revirou os olhos estocando com força.
— Porra Harry! caralho.. — Louis gemeu alto estocando mais três vezes e gozando em seguida, Mia contraiu a buceta sentindo a porra quente de Louis e afastou a boca da xota de Harry para gemer alto e gozar em seguida, Louis sorriu ofegante sabendo que ela gozou só por ter sentido a sua porra quente.
— Que delicia awwn.. — April agora gemia se esfregando com força na bucetinha de Emma enquanto Sara chupava seus peitos. Mia ofegou quando Louis saiu de dentro de si, sentindo a porra dele vazar para fora. Ela se levantou sentindo suas pernas tremeram, e se sentou no chão com as pernas abertas enfiando os dedos na sua bucetinha e os chupando em seguida sentindo o gosto de Louis.
Harry se levantou, vendo Louis se sentar novamente na poltrona, enquanto April e Emma ainda se esfregavam e gemiam alto soltando milhares de palavrões. Ela se abaixou perto de Mia, tocando na bucetinha molhada dela e chupando os dedos logo depois sentindo o gosto já bem conhecido do seu homem. Ela deu um beijo na mulher, que se dedava e brincava com a porra de Louis na buceta observando April e Emma se esfregarem.
Harry se aproximou de Louis se sentando nas coxas dele e deixando um beijo nos lábios vermelhos. Ele passou a mão na bunda de Harry, o corpo suado e a bocetinha molhada em cima do seu pau.
— O papai ainda tem porra pra mim? — Harry perguntou próximo do seu ouvido.
— Harry.. — Ele falou baixo, seu pau sensível doía e ele já se sentia cansado. Mas olhar agora Mia, April, Emma e Sara se beijando e se esfregando na cama, e a buceta quente de Harry em cima do seu pau começava a endurece-lo.
— Por favor papai, eu fui boa pro senhor não fui? Agora eu quero sentir sua porra bem fundo dentro de mim. — Harry falava começando a rebolar no pau de sensível de Louis.
— A putinha quer porra nessa xotinha gostosa amor? — Ele perguntou apertando com força a bunda de Harry e sentindo seu pau endurecer.
— Sim baby.. bem quente e gostoso. — Ela gemeu pelo tapa forte de Louis seguido de outro, ouvindo e se molhando ainda mais com os gemidos das mulheres na cama.
— Você vai acabar com o papai. — Louis sussurrou pegando no seu pau sensível e enfiando de uma vez na buceta molhada de Harry que sorriu beijando sua boca.
Harry então começou a sentar na rola sensível de Louis, sentindo as veias grossas em todo o comprimento e gemendo baixinho no ouvido do homem.
Ela descia e subia com força enquanto Louis apertava sua bunda gordinha.
— Que saudade do seu pau me comendo amor.. porra. — Ela gemeu começando a cavalgar com força, Louis agarrou sua cintura e Harry revirou os olhos.
Tudo o que se ouvia era o barulho das bolas de Louis batendo na bunda de Harry e dos gemidos e barulho da cama se mexendo, as mulheres se esfregavam e se beijavam enquanto Louis e Harry fodiam gostoso na poltrona.
— N-não faz isso comigo sua vagabunda. — Louis resmungou quando Harry parava e voltava a sentar com força, seu pau doía pela sensibilidade e o calor e aperto da buceta de Harry não ajudava.
— Ohh.. — Harry gemeu alto, ela quicava e se esfregava nas bolas de Louis pra frente e pra trás, sentindo sua xotinha molhada e se contraindo sem parar.
Louis apoiou os pés no chão segurando no quadril de Harry e começando a estocar com força pra cima, sentindo as unhas curtas de Harry apertando seus ombros fortes.
— Sua buceta é a mais gostosa de todas baby.. porra, recebe meu pau tão bem. — Ele gemeu olhando nos olhos verdes de Harry que tinha o lábio preso nos dentes enquanto gemia, os peitinhos pulando no peitoral suado de Louis.
— Uhum.. awwn não para amor, continua me comendo. — Harry revirou os olhos se apertando no pau grosso de Louis.
Louis respirou fundo e jogou a cabeça para trás escutando os gemidos das mulheres e de Harry, que apertava seu pau na bucetinha gulosa.
— Eu vou g-gozar Harry, porra eu vou gozar! — Louis falou gemendo alto, estocando com brutalidade dentro da buceta de Harry, que chorava e gemia sentindo seu corpo sendo empurrado pra cima pelas estocadas brutas.
— Vem amor awwn.. vai, goza dentro de mim. Goza! — Harry fechou os olhos com força sentindo segundos depois a porra quente de Louis dentro da sua xotinha que se contraia sem parar.
— Isso.. ohh assim. — Ela gemeu apoiando uma mão na coxa de Louis e levando a outra até seu grelinho sensível dando um tapa com força em cima enquanto rebolando no pau sensível do seu homem. Gozando segundos depois e esguichando em seguida, molhando todo o chão e a virilha de Louis.
Harry tremeu no colo de Louis que recuperava o fôlego e suspirou quando tirou seu pau sensível da bagunça molhada ele tirou os cabelos de Harry do rosto, dando um selinho nos lábios carnudinhos.
— Tudo bem carinho? — Louis perguntou com cuidado, olhando por cima do ombro dela e vendo as mulheres com respirações ofegantes na cama.
— Sim amor, foi maravilhoso. — Ela sorriu pequeno, cansada.
Louis assentiu suspirando. Ele nunca teve uma foda tão boa em toda sua vida. Sem dúvidas Louis tinha uma mulher de sorte na vida, e sem dúvidas ela sempre será a sua favorita.
Back to me
Harry e louis foram casados por muito tempo mas com alguns desentendimento eles acabaram “dando um tempo”, porem por causa de seus dois filhos eles decidem continuar morando juntos mas as coisas acabam não dando muito certo
Harry, 27
Louis, 32
Tw: harry! Mulher cis, breeding kink, belly bulge
Mommry e louddy😭🫶🏻
(Ainda não é o do ultimo spoiler porque eu meio que obcequei nesse plot aqui)
Boa leitura!