CAPTAIN AMERICA: THE WINTER SOLDIER (2014) dir. Joe & Anthony Russo
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CAPTAIN AMERICA: THE WINTER SOLDIER (2014) dir. Joe & Anthony Russo
dory-paracanthurus:
Era? Bom, se você diz, deve ser verdade…
Isso é um teste?
jamesbarnes-sgt:
Nada de banco, eu também tenho muita raiva pra descarregar. O que acha de subir naquele ringue comigo?
Acho que isso chega a ser engraçado. Das outras vezes que nos encontramos antes de Magefield, nós brigamos bastante, mas nunca foi pra passar a raiva ou tão educado.
dory-paracanthurus:
Parece que coisas microscópicas estão em alta, então… Realmente surreal, mas não deve ser muito prático, porque não tem como ver onde guardou.·
Ai que besteira, é óbvio que lanternas não são comestíveis! Quem ia colocar aquilo na boca?
Sim, exatamente. Acho, que essa é a ideia. E não me pergunte, eu não faço ideia do porque fariam isso.
—Mas... Você colocou...
jamesbarnes-sgt:
Sobre isso, eu preciso te fazer uma pergunta… Se você hipoteticamente levar um tiro, quanto tempo vai demorar pra se curar?
Porque a pergunta, Bucky? Não me diga que pretende atirar em mim.
yourlasttravel:
Mas não é assim em todo lugar? É bem difícil julgar caráter só por aparência. Trabalho com viagens. Se tiver interesse, ficaria feliz em arranjar um bom pacote para você.·
Tenho certeza de que em algum lugar tudo é como aparenta ser, só não encontrei esse lugar ainda. É errado. Entendi, e não obrigado. Mas depois que tudo isso acabar e ainda estiver aqui, eu aceitaria de bom grado uma passagem só de ida para casa.
yourlasttravel:
Essa cidade parece ser bastante caótica, não? Não imaginava que seria assim. Espero que tenha muita gente querendo sair um pouco daqui. Seria bom para os negócios.
Alguns dias mais que outros. E no caso de Magefield, as aparências realmente enganam, infelizmente. Que tipo de negócios?
dory-paracanthurus:
Sobreviveram a quê?
Aos socos? Eu pensei que era disso que estávamos falando?
jamesbarnes-sgt:
Eu ia perguntar se quer companhia, mas acho que o saco de areia não aguenta mais um.
Eu tenho mais sacos de areia se quiser. Ou pode só se sentar ali no banco... Ainda não cansei, provavelmente minha raiva não vai passar tão cedo, mas devo socar mais alguns até me acalmar.
thequeen-mary:
Meu Deus… Você é muito forte e… Essa camisa caiu como uma luva em você… Estou babando um pouco, mas esse vai ser nosso segredo.
Palmas a você, parece até o Ken, da Barbie. -Ela falou tudo aquilo brincando, com um fundinho de verdade, mesmo assim seu tom era de brincadeira.- Nem me fale disso, esses dias estão sendo muito… Complicados e bem pesados por conta desses acontecimentos.
Ahm.. eu– Eu malho.... Obrigado, eu acho. Uh certo, prometo não contar para ninguém...
Eu não sei quem é esse, mas acho que deve ser um elogio... Sim, Acho que não era necessário tantas mortes, aliás, nenhuma é necessária.
dory-paracanthurus:
Sério? Nunca tinha visto uma lanterna desse tamanho, é tão pequenininha… e por que fizeram ela tão colorida? Aposto que não fui a única que colocou isso na boca…
Existem lanternas de todos os tamanhos agora, pessoas muito inteligentes conseguem fazer algumas microscópicas. Eu acho isso tudo surreal, mas é o lado bom da tecnologia. Acho que algumas pessoas devem gostar disso colorido. Eu apostaria o contrário, a maioria das pessoas sabe que lanternas não são comestíveis.
When oblivion is calling out your name || Steve + James
jamesbarnes-sgt:
Esperar o deixava impaciente. Quando se tem pressa, tudo parece levar uma eternidade: demorou para que o recepcionista localizasse o quarto de Steve nos registros, demorou para que pedisse para o loiro descer, demorou para que finalmente dissesse que ele estava vindo. O Sargento tinha a mão esquerda cerrada em punho, enquanto os dedos da direita batucavam nervosamente sobre o balcão. O recepcionista o olhava repreensivamente, mas pouco lhe importava.·
O sonho bizarro se repetia sem parar, no fundo de sua mente, a voz da mulher ecoando em seus ouvidos. Não conseguia esquecer como ela o olhava, com certo desespero, mas também como se confiasse nele. Considerou que talvez fosse loucura de sua cabeça, ou que em poucos minutos tudo aquilo pareceria tão falso quanto qualquer outro sonho, mas a sensação não ia embora… a sensação de que já tinha visto aquela cena.
Assim que Steve entrou em seu campo de visão, James teve o impulso de ir até ele e terminar logo com aquilo, mas o pouco orgulho que ainda tinha o impedia de agir como um desesperado. Endireitou a coluna numa postura quase militar e aguardou o homem vir ao seu encontro. Apertou-lhe a mão com um pouco de estranheza, sentindo-se deslocado por não ter certeza de que tipo de relação existia entre os dois: melhores amigo ou meros conhecidos?
“Sim, eu…” Respondeu, incerto. Olhou para o recepcionista, que os observava do outro lado do balcão, até que o homem entendeu o recado e se afastou. James voltou a olhar para Steve, tentando reconhecer algum traço daquele rosto, mas nada lhe ocorria.·“Talvez você esteja certo.” Confessou, e a história toda pareceu ainda mais louca. Não deu tempo para que o outro respondesse. “Isso não quer dizer que eu acredito totalmente em você, é só que…” Suspirou pesadamente e olhou para os lados, constatando que ninguém os observava, mas sua próxima fala veio num tom mais baixo.·“Eu nunca disse isso pra ninguém, mas é que às vezes… Às vezes as minhas memórias parecem um pouco… sabe?” Fez um gesto esférico com as mãos, indicando uma bola de neve.·“Você deve achar que eu sou louco… E eu devo estar mesmo, porque ontem eu tive um sonho que pareceu mais real que qualquer memória. Tinha uma mulher doente, acho que ela estava morrendo, e ela disse·‘Você vai cuidar bem do Steve?’ e parecia que ela estava implorando e… Steve, quem é ela?”
Steve observou a atitude do amigo, certamente não se lembrava dele ou já o teria puxado para um abraço. Ele não desviou o olhar para o recepcionista mas soube que o homem tinha deixado os dois a sós quando o moreno começou a falar. De qualquer forma, em seu olhar, ele percebeu que havia algo de diferente desde a última vez que se falaram, ali mesmo, no hotel. O deboche não estava mais presente como quando disse a ele que se chamava Bucky. Talvez por ter percebido isso, fazendo suas notas mentais, Steve não ficou surpreso além do normal quando Bucky disse que talvez acreditasse nele, agora a pergunta que não deixava sua mente era o que tinha acontecido para que o outro mudasse de ideia.
Percebendo que ele precisava dizer o que veio dizer, o loiro permaneceu quieto, apenas acenando positivamente enquanto o amigo falava. “Eu não acho que você seja louco. Não deve ter sido só um sonho, e certamente não é coincidência, você fez bem em vir até mim, talvez uma memória reprimida, bem mais provável aliás.” Ele disse fazendo uma pausa curta, ainda processando a parte que ele mencionou sua mãe em seu sonho com o cenho franzido. “Ela... Ela era minha mãe. Nós nos conhecemos desde pequenos, como eu te disse antes. Você conheceu minha mãe, sempre me protegeu. Eu costumava ser bem menor e mais magro, não que eu precisasse de proteção, aliás eu não sabia que ela tinha dito isso a você.” Disse por fim.
Ele não poderia ter uma lembrança melhor. Steve ficou feliz por não ter sido qualquer uma de suas brigas anteriores quando Bucky não se lembrava dele, agora sabia que estava sob o efeito da Hydra, como deveria estar agora também. “O que você precisa entender é que todos devemos estar em perigo, deveríamos estar em alerta, alguém da Hydra pode estar monitorando você, nenhum lugar assim é seguro. Ainda mais com essas memórias falsas de uma vida normal em uma cidade do interior, isso é um típico trabalho daquela organização, só não sei porque.”
jamesbarnes-sgt:
Acho que vai ter que ver isso com o dono da loja… Mas sabe, mesmo depois daquela conversa, eu ainda não consigo acreditar nessa sua teoria maluca.·
Claro, vou conversar com ele mais tarde. Não é uma teoria, Bucky, é só a verdade.
kingizzylightwood:
Izzy sentiu as bochechas enrubescerem e ela abriu um enorme sorriso ao escutar o flerte. “Digo o mesmo sobre você.” Lançou-lhe uma piscadela antes de voltar a atenção para o copo. “Ok, cerveja, então, Steve.” Ela assentiu e colocou a bebida no copo, em seguida colocou-o de volta ao balcão, perto de Steve. Seu olhar encontrou o dele novamente e ela sentiu uma onda de choque percorrer seu corpo. “Me chamo Isabelle.” Respondeu com um sorriso suave. “O que está achando da cidade até agora?”
“Obrigado.” Steve disse reparando que ela tinha enrubescido, dando um meio sorriso quando ela piscou para ele. Ele pegou a cerveja que ela havia lhe servido e tomou um gole, colocando o copo de volta no balcão, ele ergue o olhar para ela.·“É um prazer conhecê-la, Isabelle.” Falou retribuindo o sorriso.·“Bem, quando eu cheguei achei que fosse mais tranquila, apesar de ter turistas e tudo mais. É uma cidade interessante, é uma pena que coisas horríveis estejam acontecendo aqui.”
dory-paracanthurus:
Bom, se for ver por esse lado… Até porque, acho que uma pessoa não sobreviveria a isso.
Se eu te contasse que alguns já sobreviveram, você acreditaria?
ohmyelenagilbert:
“Ótimo!” O sorriso de Elena se alargou e ela bateu palmas, empolgada. “Acho que você está precisando mesmo de uma folga.” Estendeu a mão para o loiro. “I’m Elena, by the way. It’s nice to meet you.”
“Acho que sim. Vamos à praia então! Como procedemos?” Steve concordou dando um meio sorriso.·“Oh é um prazer Elena, sou Steve.”
jamesbarnes-sgt:
Passou por ele?
Só nos resta esperar, então, as câmeras nunca falham. Relaxa que não vai ter uma terceira vez.
Depois de quebrado, eu quero dizer... Eu posso ajudar a consertar.
Ótimo, eu confio no trabalho da polícia. Ainda mais quando você está trabalhando com eles.