“As madrugadas já não são de insônia, mas de pensamentos que me sufocam.
Carrego um peso invisível no peito e uma tristeza silenciosa no coração.
Vivo no piloto automático, como se apenas existisse — sem realmente estar.
As coisas que antes me faziam sorrir perderam o brilho,
e até o simples ato de viver parece ter perdido o sentido.”














