Josefa melhor abacate
e ela e mesmo
No title available

JBB: An Artblog!
No title available
Xuebing Du
Alisa U Zemlji Chuda

JVL
I'd rather be in outer space 🛸

⁂

@theartofmadeline
Not today Justin
will byers stan first human second
Cosmic Funnies
No title available

❣ Chile in a Photography ❣
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
TVSTRANGERTHINGS
Jules of Nature

Discoholic 🪩
Claire Keane
Today's Document

seen from Türkiye

seen from Spain
seen from Malaysia

seen from Italy
seen from United States
seen from United States

seen from South Africa

seen from Japan

seen from United States
seen from Canada

seen from United States
seen from United States

seen from Malaysia
seen from Taiwan

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from Brazil
@phantom-dexter
Josefa melhor abacate
e ela e mesmo
Eu sei que eu falei qualquer coisa, mas isso é um pouquinho demais. Nem uma maçã? Pelo visto eu vou morrer de fome até chegar na casa da minha mãe e roubar as frutas.
Eu também diria que passaria fome, mas perdi completamente o apetite com aquele bicho.
Mas… vai ter jantar?
Acho que só vai ter se caçarmos um!
E eu não sei caçar!
Se quisermos fazer um piquenique, já temos a fogueira. Alguém tem qualquer coisa pra comer aí?
Eu diria "Carne de ogro" porem seria nojento.
Not as friendly as Shrek | Jake, Jane, Holly, Alice, Tony e Dexter
Viu o monstro caído no chão, e automaticamente apontou para sua cara de ódio e deu a gargalhada mais genuína que dera em toda sua vida. “Há! Eu no rolê!” ele dizia, segurando a barriga que começava a doer de tanto contrair. Era boa a sensação, de saber que eles conseguiram derrubar aquela trambolha gorda apenas com uns cabos de som. O quão sinistro era aquilo? O grupo era foda. Queria que o grupo soubesse disso, então tentou achar algo pra chamar a atenção do pessoal que lutava. Como não achou, só deu um berro forte e apontou para o teto. “É foooooda,” ele gritou, sem se importar com as outras palavras. Eles iam entender, certo? “Oda, oda, ooooda…”
Quando ficou satisfeito com sua mensagem, ele achou que talvez devesse continuar a tentar ajudar. Não sabia se tinha ajudado com seu foguinho maroto, mas tinha valido à pena só pela cara de desespero do bicho ao ver suas roupas on fire.
This ogro is on fireeeee… This ogro is… Não Tony. Sem show interno. Tu tem que ajudar, parça.
Olhou em volta, tentando achar algo pra fazer. Deu um trago em seu cigarro e coçou a cabeça de leve. Seus olhos estavam ardendo, mas sabia que era apenas impressão. Voltou para o bar, ignorando completamente o fato da garota chata que ele não gostava estar desmaiada, e um garoto que ele nunca havia visto na vida estar tentando acordá-la com bebida, assim como uma das geladeiras que agora estava virada, procurando algo que pudesse ajudar no conflito do ogro enquanto chutava o entulho da geladeira agora vazia para o lado para que pudesse passar. Sentiu o cheirinho da bagunça, e então decidiu que uns drinks cairiam bem agora, pra ajudar seus coleguinhas, e para ele também, que já avistava a garrafa meio rosa da bebida frutada que ele nunca lembrava o nome. Pegou um numero considerável de tacinhas bonitas embaixo da pia e então se lembrou do detalhe que não sabia que drinks o povo gostava.
Sua careta pela primeira vez foi de desaprovação, e ele tentou pegar todas as taças de uma vez para levar pro meio da treta. Ele não sabia por que, mas em sua mente estava muito certo de que tinha que levar as taças junto pra perguntar que drinks eles queriam. O que provavelmente não foi a melhor das ideias.
Ele sentiu o desconforto nos braços, mas não era nada que não pudesse lidar. Tinha noção que estava cortadinho, mas nada que um band-aid não resolvesse, certo? Só precisava chegar no meio da galerous e perguntar, daí pararia de atrapalhar e faria seu trabalho. Porém, um braço inesperado e gordo apareceu no meio do caminho, e ele tropeçou, fazendo todas as taças (ou o que restara delas depois de seu abraço amigável) voarem diretamente para a barriga e peito do bicho, no exato momento em que Alex jogava uma caixa de som pequena no lugar, fazendo um crack sinistro.
Ele percebeu um pouco tarde que o vidro havia fincado na pela grossa do ogro fazendo sair muito, mas muito mesmo, sangue, junto com suas costelas que deveriam estar no mínimo rachadas, e sua risada fora histérica. Ajeitou-se no chão, encostando numa parede aleatória, para sair de perto. “Uhhhhhhh, essa deve ter doido,” comentou, como quem comenta o tempo. Começou a rir mais ainda quanto vira que aquele diabo ainda não estava totalmente morto, apesar de não lutar mais contra as investidas. Então, notou a sensação quentinha na região dos braços, e fez uma careta surpresa. “Ai ai, Demi,” ele sussurrou pra si mesmo. “Ow, será que alguém poderia me arrumar um Nebacetin ou algo assim? Acho que eu tô menstruando. Pelo braço, um pouquinho. Meninas, é normal? Acho que talvez eu vomite.”
Dexter lentamente apagou o cigarro enquanto cantarolava uma musica qualquer. A jaqueta e o cigarro eram tão James Dean que ele até achava graça. “You got that medicine I need” as primeiras sílabas saiam de sua boca enquanto ele apagava lentamente o cigarro. Cantar Lana del Rey, não ajudava a ‘Indificar’ as coisas, por isso para deixar tudo um pouco mais a caráter Dex pensou em retornar ao bar e pegar uma vodka.
Ele entrou e parou novamente contemplado a cena deprimente. O ogro já deitado sofria os mais diferentes tipos de tortura. “Isso é por...” Abriu uma garrafa e percebeu que a bebida era dotada de sabor, quem trouxera isso para cá? Pegou uma absolut pura e levou para fora. Antes de sair percebeu que um das filhas de Sam, a mais criança, usava o extintor de arma. “Porque não apagar o ogro? Clichê de mais!”. Novamente rindo o garoto mais velho se dirigiu para fora. Parou novamente perto da saída e abrindo a garrafa bebeu um pouco. “Ao álcool!” saudou levantando a garrafa e bebendo. Porem uma ideia passou pela sua cabeça. Os filhos quebravam garrafas no animal... Consequentemente, o líquido entraria em combustão ao menos contato com calor, e sem extintor como apagar o fogo? Ele próprio não terá habilidades. Correndo em volta da boate, Dex encontrou o que procurava. Fumaça!
“Isso vai dar muita merda!”
Not as friendly as Shrek | Enzo, Clarissa, Jake, Rose, Jade, James, Daisy, Cleo, Jane, Matthew, Holly, Alice, Tony, Sarah, Natalia, Dexter e Jack
O dia tinha começado bem. Arthur tinha dado um tempo das irritações e pegadinhas e houve paz na casa dos Merlyn. Então Natalia pensou que pelo menos dessa vez o dia pudesse passar de forma boa.
Mas então aquele ogro estúpido apareceu bem antes do jantar.
Quando chegaram gritando sobre o monstro lá fora, por um segundo, a ruiva não acreditou no que estava ouvindo. Ogro? Ah, fala sério! Vai procurar um em Duloc ou Tão Tão Distante que é mais fácil. Mas então quando percebeu que aquilo era tudo verdade, sua mente clareou. A vida toda seu pai a treinou para isso. Ok, talvez não para isso, mas para problemas. Mas agora também estava imaginando se ele alguma vez temeu que algo do gênero acontecesse com eles. Provavelmente sim, pensou. John era meio paranóico com essas coisas, e Natalia nunca tinha entendido o porquê. Até agora.
A garota tratou de correr para a cozinha e arranjar uma arma. Pegou a maior faca que encontrou com a mão esquerda e uma frigideira como escudo com a mão direita. Preferia manejar as armas com sua mão dominante. E, ok, ela não sabia usar um facão como arma direito, considerando o fato de que só tinha lutado com espadas de madeira antes daquilo, mas um facão na mão é melhor do que dois voando.
Natalia voltou para a boate propriamente dita, e no curto espaço de tempo em que havia saído, o caos tinha se instalado no local. Pessoas voando, tochas queimando, luzes piscando, pessoas correndo, ogro pegando fogo e aquela música tocando era Eye of the Tiger? Ela simplesmente amava essa música, apesar de que o cara que cantava com a mulher tinha uma voz estranhamente parecida com a de seu pai, se ele estivesse bêbado. A garota balançou a cabeça. Não era hora de pensar na música. Era a hora de acabar com aquele ogro.
Um dos joelhos do monstro já estava danificado, pelo que Natalia percebera. Então ela teria de tratar do outro.
Mas ela não poderia chegar muito perto por causa do fogo. Jogar o facão seria a única opção. Ela era péssima naquilo. Se concentrou no ponto que deveria acertar e atirou a lâmina.
Que chegou algo como cinco centímetros para o lado errado.
Pelo menos eu acertei a perna, pensou. O ogro cambaleou, mas permaneceu de pé. Não via a hora daquela coisa cair e ela se vingar de seu jantar perdido.
“Ohh que bela recordação” Dexter disse sonoramente quando observou a enorme e nojenta criatura. Qualquer um que ouvisse consideraria a parte da recordação estranha, mas quem se importaria mesmo? O ogro que insistia em ficar completamente avulso no salão? Claro que não?
Querendo ou não esse seria um momento oportuno para mostrar seus poderes, porem apesar de perigoso era a primeira vez dos garotos e ele definitivamente não queria chamar mais atenção do que deveria. Lentamente ele se levantou, e colocando o lenço em cima da mesa disse “Com licença?!” Caminhou lentamente até a criatura enquanto os seus colocas de confinamento tentavam se defender usando talheres e cadeiras. Era impressionante como os pais conseguiam lidar melhor com a situação, as vilas se organizavam bem, tinham uma estrutura... Os iniciantes a sua frente pareciam completamente desesperados, esses garotos precisam se treinar... Rápido. Ele se lembrou de como era antes de Kim o treinar. “Espera, queimaram o Ogro?!” Ele disse com espanto rindo. “Isso vai feder pra caramba”. Batendo o pé no chão, Dexter diminuiu gradualmente a gravidade... “Espera! Os garotos também vão voar.” Desfez! “Eu poderia explodir ele não, Josh!” Olhou para o lado e percebeu que Josh não estava ali. Ele provavelmente havia morrido! Não! Ele estava naquela dimensão sem graça. “Dexter, apenas decida o que fazer! Ataque ou seja um suporte”
Sem pensar muito, Dexter juntou os dois dedos, uma luz passou a brotar de suas mãos e ganhar forma. Levando as mãos ao alto, o loiro lançou no espaço acima de suas cabeças uma pequena esfera vermelha que iluminou a todos. A cor do projeto de estrela se alterou e após alguns segundos explodiu lançando uma poeira colorida por toda parte. Como esperado a criatura parou e tentou proteger os olhos como se estivesse cega. Os jovens que lutavam não se machucaram uma vez que estavam de costas. Dexter apenas disse indo embora. “Vão, acabem com a criatura verde.” Não sabia se aquela cor era verde, mas de que importava. Pegando seu casaco Dexter foi ao ar livre fumar.
.
.
Frase do dia: merda, eu acho que to perdida.
A ultima vez que eu me perdi fiquei com dor de cabeça, picada de insetos e levei um leve sermão da Jade. Estão espero que você tenha mais sorte.
De quem foi mesmo a maravilhosa ideia de colocar Yandel do lado de uma praia?
Não assistia muito a esse programa, o que é péssimo já que agora estamos aqui no que parece um desses programas versão real.
É, eu deveria. Já que gostou de lá, porque não vamos juntos? Mais tarde ou amanhã de manhã, algo assim.
Eu também não assistia, só via passando enquanto procurava alguma coisa boa. Mas não é só pelo fato de não assistirmos que não podemos sobreviver a essa selva. Ainda mais uma garota forte como você.
Adorei a ideia! Você decide quando.
De quem foi mesmo a maravilhosa ideia de colocar Yandel do lado de uma praia?
Obrigada.
É estranho pensar neles todos morando no meio do mato. Mas o realmente surpreendente é ver que nós estamos no lugar deles agora… Quer dizer, eu riria se alguém me dissesse semana que eu iria ter que viver sem internet, e aqui estou eu.
Devo ser o único que não sente falta da internet. Pode parecer estranho, mas essa dimensão me deixa a vontade. Meio que em casa...?! Se não fosse pelas situações de perigo que ela pode oferecer ao grupo e o fato de estarmos longe dos nossos familiares eu ficaria facilmente aqui.
De quem foi mesmo a maravilhosa ideia de colocar Yandel do lado de uma praia?
É. Ainda não me acostumei com a ideia. Principalmente porque não encontrei nada do meu pai por aqui.
Quem são seus pais? Já achou as coisas deles?
Achei sim! Um monte de escombros do meu pai adotivo, uma casa meio isolada do meu pai verdadeiro e absolutamente nada da minha mãe. O que me deixa triste é o fato do adotivo poder controlar a tecnologia. Logo a casa dele deveria ser mais legal, porem bola pra frente.
Quem são os seus mesmo?
De quem foi mesmo a maravilhosa ideia de colocar Yandel do lado de uma praia?
Ah, qual é, eu sou de Washington. Não é como se bronze combinasse comigo.
Seu pai adotivo é o Josh, certo?
Acho que você fica muito bem sem bronze mesmo.
É ele sim! É tão estranho pensar nele morando no meio do mato.
De quem foi mesmo a maravilhosa ideia de colocar Yandel do lado de uma praia?
Isso é meio estranho. Mas vendo pelo lado bom, pelo menos tem um lugar legal aqui. Não tem muito o que fazer tirando isso.
Nem me fale! Você viu que tinha uma boate aqui perto? Aquilo ativo deveria ser muito bom!
De quem foi mesmo a maravilhosa ideia de colocar Yandel do lado de uma praia?
Foi inteligente o jeito dela organizar a vila. Só olhei de longe, assim como a praia, é tão legal quanto parece?
Apesar de parecer um pouco perigosa eu gostei de lá, Tem um ar meio "Programa do Discovery Channel" mas tirando isso é um bom lugar pra ficar sozinho.
Você deveria ir na praia antes de irmos.
De quem foi mesmo a maravilhosa ideia de colocar Yandel do lado de uma praia?
Quase certeza que foi da fundadora da vila, Helena Yandell. Que a gente conhece por Helena Edwards.
Ah sim! É estranho lembrar que todos foram enviados pra aquela dimensão sem guerra e sem poderes.
Deve ter sido um choque!
De quem foi mesmo a maravilhosa ideia de colocar Yandel do lado de uma praia?
Não foi aquela… Helen? Ah, não, era Helena.
Foi uma ótima ideia mesmo.
Ainda vou agradecer a essa mulher!
É impressionante o que algumas centenas de anos sem ação humana não fazem com o planeta. Viu aquela floresta?!