eu conheço bem os meus limites e defeitos. por isso é bem improvável você me ver lamentando pelos cantos a partida de alguém, porque na maioria das ocasiões, sou eu a causa dos inúmeros abandonos. está tudo bem, mesmo sem estar.
— deixaram

oozey mess
YOU ARE THE REASON

blake kathryn

tannertan36
we're not kids anymore.

@theartofmadeline
Today's Document
Jules of Nature
he wasn't even looking at me and he found me
RMH

pixel skylines
Sweet Seals For You, Always

Origami Around
Mike Driver
One Nice Bug Per Day

Kaledo Art

titsay
KIROKAZE

No title available
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open

seen from United Kingdom

seen from United States

seen from Netherlands
seen from United States

seen from Netherlands

seen from United States

seen from United States

seen from Türkiye
seen from United States

seen from Malaysia
seen from United Kingdom
seen from United States
seen from Türkiye
seen from Germany
seen from Venezuela

seen from Venezuela
seen from Venezuela
seen from Venezuela
seen from Venezuela
seen from Malaysia
@prefixos
eu conheço bem os meus limites e defeitos. por isso é bem improvável você me ver lamentando pelos cantos a partida de alguém, porque na maioria das ocasiões, sou eu a causa dos inúmeros abandonos. está tudo bem, mesmo sem estar.
— deixaram
Você é a parte de mim que se destaca,
a mais bonita.
[…]
e a verdade é que eu nunca quis
ter vivido o bastante
pra descobrir
que a resposta não era você.
– Fæthre.
Fechei os meus olhos e pedi baixinho: “Por favor, sinta a minha falta também.”
Gabriela.
acho que te criei inteira na minha mente e agora me despeço de você em pedaços
Lugar para ir.
“Eu pediria desculpa, mas não sei o que fiz de errado.”
— Gym Class Heroes.
Eu fiz um café preto às vinte e duas horas como se fosse alguma dosagem de um remédio pra esquecer você. Mas aquele café preto sem doce, quase amargo, me lembrou ainda mais você.
-Arclariam
Eu te vejo
No bar a duas quadras do meu escritório.
Naquele supermercado onde nosso vinho preferido é mais barato.
No metrô em meio a multidão atordoada pelo ir e vir do cotidiano.
As vezes, atrás de mim, beijando minhas costas nuas, em frente ao espelho do banheiro logo após meu banho. (Eu nunca sinto medo, sei que não é real)
Nos olhos do nosso filho, quando eu o amamento, na risadinha que ele da idêntica à sua, vocês riem mostrando todos os dentes e deixando os olhinhos pequenos.
Nos portas-retratos da sala de estar. Não tive coragem de guarda-los em caixotes vazios.
As vezes, depois de tomar um ou dois comprimidos para aliviar a dor, que não é física e por isso demora mais para cicatrizar, quando me deito e saio de mim, eu ouço sua voz aveludada dizendo “hoje o dia foi longo não? O bebê está tão esperto… Cada vez mais parecido com você”. Sinto seu toque em meu rosto e luto contra meu eu interno para não abrir os olhos, pois sei que você não está ali.
Você não está em lugar nenhum a não ser em minhas lembranças e em portas-retratos. Eu preferia que estivesse em outra casa, com outra família, vivendo outra vida, do que você tivesse partido pra sempre. Você foi embora de uma forma que eu sei que nunca vai voltar.
Eu não suporto mais sentir saudades.
Giulia Rodrigues, Prefixos, Veneza, 1‘965.
“E então… Depois de décadas não sou mais caracterizada pelo meu olhar inocente de menina, o aroma de delicadeza que emana de minhas sardas, o sorriso puro e singelo que faísca de meus dentes, a ingenuidade que pairava sobre minha pele já não mais aqui se encontra. Depois de décadas sou caracterizada por um olhar cru que emiti textos retorcidos e rabiscados como os encontrados em banheiros de locais púbicos, meu aroma se resume a cicatrizes ainda abertas e expostas a erros, meu sorriso é antagônico a tudo que é certo e real, e minha pele representa apenas passados e margaridas mal cultivadas. Me caracterizo pelos meus poemas. Eu os pertenço.”
— Giulia Rodrigues, Prefixos Veneza 1′965.