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@ren-di-da
Uma vez ouvi alguém dizer que todo mundo deveria viver um amor como o nosso, e eu concordo.
Porque o que temos é feito de coragem, de leveza, de pequenas delicadezas que só quem ama de verdade reconhece.
Nosso amor nasceu onde muitos duvidariam, cresceu onde muitos jamais compreenderiam, e mesmo assim floresce todos os dias. Há quem olhe de fora e tente medir, rotular, apontar. Mas o que existe entre nós não cabe em julgamentos alheios. É maior. É mais bonito. É mais forte.
Amar você é caminhar de mãos dadas mesmo quando o mundo tenta empurrar para lados opostos. É encontrar abrigo no seu peito quando lá fora tudo parece barulhento demais. É entender que algumas batalhas chegam sem serem chamadas, mas vencê-las ao seu lado torna tudo mais possível.
O nosso amor tem um jeito único de existir: é firme sem ser pesado, é leve sem ser frágil, é forte sem precisar gritar.
E talvez seja isso que o torna tão especial.
A gente se escolhe todos os dias, sem precisar provar nada para ninguém, apenas vivendo, crescendo, cuidando, acreditando...
Se todo mundo pudesse sentir o que eu sinto quando olho para você, entenderia.
Entenderia que amores como o nosso não pedem permissão para existir, eles simplesmente acontecem: verdadeiros, livres e inteiros.
E que sorte a minha viver tudo isso com você!
Há dias em que sinto que não sei ser amada. Como se algo em mim tivesse desaprendido o gesto de receber. Estendo as mãos, mas sempre na direção do outro, nunca em direção a mim. Como se não me sentisse digna… Como se o amor fosse um prêmio reservado aos que nunca se quebraram. Como se evitando o amor, evitasse também a dor.
Eu sou uma pessoa gentil, costumava virar o rosto quando via alguém tropeçar, para que não se sentisse observado ou envergonhado. Eu sou uma pessoa boa, poxa. Carrego essa delicadeza quase como um pedido de desculpas ao mundo.
Mas me pergunto: por que não consigo ser doce comigo?
Por que minha empatia sempre para na fronteira da minha pele?
Às vezes, tudo dói, e eu nem sei exatamente o porquê. É uma dor espalhada, uma saudade de algo que nunca vivi.
Porra, por que tem que doer tanto?
Eu me sinto dilacerada por dentro, tentando costurar com amor o que o tempo insiste em rasgar.
Não me acho bonita.
Não me acho suficiente.
Carrego em mim uma coleção de medos, traumas e culpas — como se cada erro antigo ainda respirasse nas minhas costas.
Tenho medo de ser traída, e talvez isso seja o reflexo mais cruel do que um dia fui.
Talvez seja o karma, ou talvez só o eco daquilo que não soube curar.
Eu só queria ser normal, queria ser leve, transparente, como quem caminha sem precisar justificar a própria existência.
Queria me olhar e não querer ser outra pessoa, queria que o espelho me abraçasse em vez de me julgar.
Queria ser mais bonita, mais segura, mais inteira. Mas, no fundo, o que eu mais queria era me bastar.
Amar sem implorar, existir sem pedir desculpas, respirar sem sentir culpa.
Talvez o amor — o verdadeiro — comece quando a gente para de mendigar carinho e começa a se oferecer colo.
Talvez eu esteja aprendendo, aos poucos, que ser amada não é tarefa, é entrega.
E um dia, eu espero que essa dor só desapareça, que talvez, quem sabe, possa se transformar em ternura...
-ren-di-da
Eu carrego dentro de mim um vazio que não sei nomear. É como se nada fosse suficiente, e tudo que eu desejo perde o valor quando alcanço. Parece que eu estou sempre correndo atrás de alguma coisa — mas quando chego, já não é mais aquilo. A graça some. E então começo tudo de novo. Outro desejo, outro sonho, outra busca. E de novo, mais vazio. Minha cabeça pula de um pensamento pra outro, como se fosse impossível me fixar em algo. Eu sinto demais, e isso me esgota. As dores do mundo, o sofrimento das pessoas que amo, tudo me atravessa. Eu tenho essa vontade imensa de dar o mundo a quem eu gosto. Como se, ajudando os outros, eu tentasse preencher um buraco dentro de mim — um buraco que talvez veio de coisas que me faltaram. E mesmo que eu esteja rodeada de coisas boas, ainda assim falta algo. Sempre falta. Sinto saudade do passado, mas quando estava lá, eu também sentia que algo faltava. Hoje olho pra trás com nostalgia, mas o presente também parece errado. É como se eu nunca estivesse inteira em lugar nenhum. Eu me sinto um personagem vagando. Não sei quem sou, não sei o que gosto. O que hoje parece ser minha verdade, amanhã já não faz sentido. Tenho mil versões de mim mesma aqui dentro, todas confusas, todas frágeis, e eu não sei qual delas é a real. Sinto que estou me perdendo. Ou talvez nem sei se algum dia me encontrei.
-ren-di-da
Tem mais alguém aí que sente como eu?
Por que séries e filmes me afetam tanto? Por que parece que a história é minha também. Quando acaba, fica esse nada, esse vazio. Tudo que eu queria era ter uma vida normal. Assistir a ficções sem sentir que são sobre mim ou me colocar dentro delas.
Às vezes, é só um vídeo, uma música, um toque… E meu coração já parece que vai explodir. Explodir de sentimentos que nem sei nomear. Agora mesmo, só estou vendo reels no Instagram antes de dormir — e é como se meu mundo inteiro estivesse desabando por dentro.
Por que eu sou esse poço de sentimentos? Por que tudo me toca tanto? E por que sempre parece que volto pra estaca zero, sem conseguir controlar a intensidade com que tudo me atinge?
Parece que não sei viver a vida real. Tudo em mim acha que estou em um filme, mas não de um jeito bonito. De um jeito confuso, como se eu pudesse mudar tudo quando quisesse. Trocar o enredo. Reiniciar. Mexer nas peças do tabuleiro. Apagar o que doeu e começar uma nova temporada com personagens novos. Mas a verdade me dá um soco: não dá.
Não dá para controlar tudo. Não dá pra viver como se amanhã fosse só um novo capítulo fictício. A vida real não funciona assim, né?
E eu me pergunto:
O que tem de errado comigo? Será que é um transtorno? Será que sou doente? Ou será que só sou feita de sentimento demais?
Eu só queria ser normal. Eu só queria que a vida doesse menos. Que o mundo dentro de mim parasse de pesar tanto.
Alguém aí sente assim também? Me diz que não sou só eu. Por favor… me diz que não sou só eu.
ren-di-da
as coisas não acabam pra mim elas me matam. a.
A melancolia pousou de novo em mim… feito neblina fria que insiste em voltar, mesmo quando o sol tenta ficar.
Você chega de mais um dia de trabalho, só querendo um pouco de silêncio, mas a sua cabeça não para… ela está cheia, do dia, de coisas que você precisa resolver, de sonhos, de saudades. Você só quer parar um pouco, por que não para? Por que? Por que? O que é tão ruim assim? Por que nunca está satisfeita? O que ainda falta? Que bizarro, você mesma se tortura dia após dia com coisas que não pode mais resolver, coisas que não vão voltar ou coisas que nem vão chegar a acontecer. E você continua correndo, buscando essa ilusória vida perfeita. Qual é a vida perfeita? Quantas vidas você ainda irá perder perseguindo algo que nem você sabe o que é? Apenas viva, quanto tempo ainda temos por aqui? É tudo tão rápido, num piscar de olhos passou, a vida passou, agora sim é tarde demais para você enxergar… mas ainda não é! Cara apenas olhe em volta, aproveite cada momento. Pare de esperar o que você já tem…
Mas como ignorar essa sensação? Ah Alice, eu continuo perdida… e talvez tenha espantado o chapeleiro, e não reconhecido o gato do sorriso grande.
“Se você não sabe onde vai, qualquer caminho serve”…
-ren-di-da
Então chega aquela notificação, que faz o coração parar por um breve segundo… não deveria, eu sei, mas quem irei enganar? Em outro momento, eu teria vibrado de alegria, mas, mesmo agora, confesso que mexeu comigo mais do que deveria. Mas não faz diferença, não vou deixar isso me abalar como a um tempo atrás.
Engraçado, você sempre faz isso, aparecer quando está tudo tranquilo e me abalar, mexer com meus sentimentos, me confundir.
Mas não dessa vez! Da outra vez eu prometi que seria a última e é isso. Sei que não posso te apagar da minha história, eu tenho um passado e preciso aprender a lidar com ele. Mas você é apenas isso, uma parte do meu passado e não vou te dar visibilidade no meu presente.
Sua notificação mexeu comigo porque você foi importante para mim e, mesmo que eu não queira, não consigo evitar pensar no que poderíamos ter sido, em como as coisas poderiam ter tomado um rumo diferente… mas é isso, estou bem agora, feliz com tudo que conquistei, feliz com a família que formei e você deve permanecer lá, no passado.
- ren-di-da
Talvez eu seja extremamente chata mesmo… até arrumei um gato rs “a venha ranzinza dos gatos”, porque não?
“Eu nunca vi problema em ser eu mesma” mas… mas se todo o resto vê, então devem estar certos. Sou uma pessoa difícil de lidar, de entender. Há vezes em que nem eu mesma me suporto, porque alguém mais se arriscaria?
Não sei manter relações, na verdade costumo estraga-las com facilidade, agora vejo isso. E estou falando de qualquer tipo de relação, eu as afasto, as estrago, não sou capaz de cativar alguém por muito tempo porque, porque… tenho síndrome de auto sabotagem.
E é uma chatice, me vitimizar e não mudar nada, não tentar ser mais “fácil” para variar.
Talvez eu esteja fadada a abandonos. Talvez eu esteja fadada a ser uma pessoa horrível. Talvez eu esteja fadada a sempre estragar tudo..
Olhe só para você, que deprimente… eu também iria embora se pudesse.
- ren-di-da
É estranho como cada pessoa é única, mas não lidamos com isso de forma interessante.
É estranho… Estamos sempre nos julgando. Cara, as vezes acho que a minha mente atingiu um nível extremo de informações e empatia, e acabou entrando em colapso. Sinto como se pudesse compreender as pessoas, os sentimentos, as emoções, as pessoas literalmente as pessoas. Volto tanto nisso, as pessoas, porque é exatamente assim que sinto.
Não vejo sentido em tanta hipocrisia, seria tudo tão mais fácil se todo mundo apenas aceitasse que cada pessoa é única, e é perfeita do seu jeitinho.
Se parássemos de apontar com tanto desprezo os defeitos de uma pessoa, conseguiríamos admirar os pontos bons… porque todos nós temos coisas boas para mostrar, mas todo mundo foca tanto nas coisas ruins que acabamos nos tornando isso, um grande lixo tóxico.
Eu sou um grande lixo tóxico, que porra… não sou. As vezes não é nem um defeito de verdade, é apenas algo que você não gosta ou não faria e quer que o outro seja exatamente igual a você, como um robô programado para te agradar a cada passo, com cada atitude.
Gostaria de poder recomeçar, sei que todo mundo fala isso em algum momento da vida, mas eu realmente realmente gostaria de poder recomeçar. Bem distante, bem bem…
Eu sei, o mundo todo está repleto de pessoas e sempre acharei alguém destinado a fazer os outros se sentirem péssimos enquanto indivíduo, mas, eu poderia evitar melhor encontrá-las, poderia conseguir desviar com mais facilidade.
Eu não sei, gostaria de poder recomeçar, de conseguir não me importar com nada disso mais, de poder ser eu mesma e me sentir feliz e bem sendo eu mesma.
O mundo está repleto de lixo (pessoas) tóxico, as vezes sou apenas mais uma no meio do entulho, mas eu gostaria que tudo pudesse ser diferente.
A humanidade poderia alcançar um nível de intelecto ao ponto de serem seres realmente pensantes, tem tantos problemas no mundo para resolver e você aí, incomodado com quem fez mais uma tatuagem (que aliás não foi com grana sua), ou com quem resolveu comprar um cigarro eletrônico, porque faz muito mal para saúde (que solidário, experimente comentar isso sem o tom acusatório), ou mesmo com quem gosta de alguém do mesmo sexo (que desprezível)…
Em pleno Século XXI e ainda não evoluímos, deveríamos ter carros voadores? Ter estudado as profundezas do mar e a imensidão do espaço? Ter avançado na medicina? Que triste, acho que ficariam decepcionados se soubessem que na verdade a humanidade está mais perto da regressão do que do progresso. Desculpe antepassados, mas ainda estamos lidando com preconceito, racismo, e nos importando mais com a roupa do vizinho a 3 dias no varal do que com a dor alheia. Que decepcionante!
Eu sei, parece papo de drogado, mas não usei drogas, nunca na verdade.
A droga que é o mundo é que tem me desestabilizado, a droga que são as pessoas e suas malditas opiniões sobre como cada pessoa deveria ser é que tem me “afetado”. Não há psicológico que aguente.
Estou cansada, eu também sou um lixo tóxico? Que merda…
-ren-di-da
Quando falamos sobre ansiedade devemos ter em mente dois tipos de ansiedade... uma pessoa pode ser ansiosa e pode ter o transtorno de ansiedade.
Eu sou uma pessoa ansiosa. Quando compro algo pela internet e fico contando os dias para chegar, estou sendo ansiosa; quando tenho um evento combinado com certa antecedência e fico transtornada para que o dia chegue logo, estou sendo ansiosa; quando alguém diz que precisamos conversar no outro dia, e mal consigo dormir preocupada com o assunto, estou sendo ansiosa.
Mas também sou uma pessoa com transtorno de ansiedade. Quando estou em sala, chegando a hora de finalizar a aula, e ainda estou corrigindo as atividades e também falta organizar minha sala de aula... e não posso liberar meus alunos enquanto termino meus afazeres porque trabalho com educação infantil e preciso acompanhá-los, e de repente percebo que não estou conseguindo respirar, não estou conseguindo corrigir mais rápido porque minhas mãos estão tremendo, parece que meu coração está batendo no ouvido de tão alto que o escuto e começa a doer e faltar mais ar e... estou tendo uma crise de ansiedade; Quando estou com colegas, conversando, assunto legais fluindo e estou conseguindo interagir bem, e me dou conta que talvez eu esteja falando demais, sendo aberta demais, que falei coisas que não deveria e, estou suando frio, estou fadigada, meu coração aperta como se fosse explodir, minha cabeça parece estar do tamanho do mundo e... estou tendo uma crise de ansiedade; e as vezes estou bem, e me dá vontade de ouvir uma música qualquer, pode ser até um louvor, e parece que a música me invade e parece que me lembro de algo que gostava muito, algo que não existe mais e sinto muita falta, mas na real não existe esse “algo”, não tem nada, motivo algum, mas a sensação está lá, e percebo que meu peito está doendo, estou chorando muito, não consigo respirar, sinto que estou infartando e... estou tendo uma crise de ansiedade.
Ela vem assim, do nada, não escolho senti-la, não quero que venha, mas está ali e quanto mais tento me acalmar, tento me convencer de que está tudo sob controle, mais ela me invade... para me dizer que minha cabeça não está sob controle, que minha mente me trai e me joga no abismo.
E, pior ainda, se me convenço de que mais uma vez decepcionei Deus, que mais uma vez minha vida mundana foi maior que ele, que deixei problemas do mundo abalar a confiança que tenho nele e sou uma péssima serva por sentir isso, por ter essas crises, então ai sim ela me invade com tudo, invade meu peito, minha cabeça, minha mente, minhas certezas e então me sinto a beira do precipício de vez, porque não sou suficiente, nada do que faço é, sempre me enxergarão apenas como o transtorno, que não consigo controlar.
- ren-di-da
Pessoas vem e vão o tempo todo, é quase como se fosse a lei da vida, estamos destinados a ser sozinhos, mas vez ou outra aparece alguém pelo caminho e te faz companhia por um tempo.
Mas quem está preparado para quando todos vão embora? quem está preparado para ficar só, se sentir só? Veja bem, não estou falando de relacionamentos, esse seria assunto para outra hora, mas essas pessoas aleatórias que a vida coloca no seu caminho e, no segundo seguinte, tira. Essas pessoas das quais parece ser impossível viver sem..
Não gosto de estar só, não gosto do gosto que a solidão tem. Sinto que estarei só depois de tanto tempo em boas (nem tão boas assim) companhias. Isso me assusta um pouco, até mais do que deveria. Porra porque eu tenho que ser feita de emoções??
Preciso me concentrar no que é importante, mas esse ardor no meu peito me suga para baixo, esse entalo na garganta, o que quer de mim?
Não quero estar só, não gosto da solidão...
- ren-di-da
Eu tenho essa mania de imediatismo, eu quero tudo para agora. Preciso que tudo aconteça do meu jeito, eu faço acontecer, e aí perde a graça... Eu tenho essa maldita mania de achar que eu quero muito uma coisa e fazer tudo para tê-la e depois perceber que não quero mais. Mas é tarde, para algumas decisões é tarde, eu tenho que lidar com as consequências.
Isso me leva a questionar tudo, eu quero mesmo isso? MEU DEUS, eu realmente quero? Preciso parar de brincar de controlar a vida, não é assim que funciona, não é assim que deveria funcionar, mas PORRA...
Eu sinto demais, eu sinto tanto que faz meu peito arder, me faz querer arrancar meu coração de dentro do corpo, e eu, eu só queria poder controlar isso.
- ren-di-da
Estou cansada de salvar todo mundo... quem me salva? Tenho pensado muito nisso, em como o ser humano é horrível. Preciso estar sempre a postos, para salvar um amigo, um conhecido, um familiar... ah e não pode atrasar não, tem que ser na hora ou é pouca vontade.
QUEM ME SALVA?? Que mundo caótico e desprezível! A culpa é minha não é? Se sou assim tão super heroína, porque não me salvo? por quê não ser super heroína na minha própria vida? porra..
Estou cansada, quem me salva?
Ninguém... e nem eu quero.
- ren-di-da
Os dias tem se tornado repetitivos novamente... um desânimo sem fim, parece que todo dia é domingo.. digo porque, particularmente, nuca gostei dos domingos, sempre o considerei um dia triste, e agora tem um domingo em qualquer dia da minha semana e sinto que se eu não fizer nada, irá se tornar algo perigoso.
Estou cansada, quero passar cada segundo deitada na cama e isso é impossível, então tenho me arrastado para fora dela, cumprindo meus afazeres no automático.
Existir, estou existindo, estou passando despercebida dentre as pessoas, no dia-a-dia, ninguém nota, ninguém nunca nota. Todo mundo está preocupado demais com suas vidas, e eu vou indo, no automático, sem ser notada... Tudo está tão monótono, e eu estou cansada.
- ren-di-da