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Lestrange - sorri de canto - Como vai?
Estou ótimo Budweiser, e pelo que parece você também.
Lumus
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Durante todo o tempo ela só conseguia pensar nisso, desesperada. Havia perguntado a Rodolphus sobre Amycus, mas depois dos acontecimentos, as chances eram mínimas. Engoliu em seco e tentou pensar mais, tinha que achar um jeito de se livrar daquele aperto. Não tinha amigas, então não poderia morar temporariamente com alguma. E nem mesmo que Rodolphus mandasse ela iria ficar na casa de Evan, embora essa opção fosse muito improvável. Passou a mão pelo rosto, respirando fundo enquanto tentava clarear sua mente. Ele estava tão calmo, ou pelo menos parecia, que talvez não entendesse o quanto aquilo era dramático. Onde ela iria morar, caramba? Não queria ficar na casa dele, até porque ele só estaria fazendo aquilo para ela não ficar em qualquer canto, e não por vontade própria.
Quando ele começou a falar, ela piscou algumas vezes, desligando-se dos problemas por um momento. Franziu o cenho para Rodolphus, não entendo onde ele queria chegar com aquilo. Que tipo de decisão?, pensou sem tirar os olhos dele. Seus olhos se arregalaram quando ele se ajoelhou, puxando uma caixinha de dentro do bolso da calça. “O-o que?” perguntou meio baixo, vendo que algumas pessoas se viravam para os dois. Não sabia se ele estava falando sério ou não, simplesmente não parecia real. Ela ficou alguns segundos olhando para ele, a ficha não caía e o tempo só passava. Ninguém havia rido, Rodolphus não havia desfeito a pose como um grande piadista nem nada. Era real, ele havia a pedido em casamento. Um grande sorriso se abriu em seu rosto, e ela estendeu as mãos, levantando-o e o beijando imediatamente depois, rodeando-o com os braços. “Está brincando?” perguntou, rindo para ele assim que parou de o beijar. “É claro que eu aceito, sempre. Eu amo você”, disse, ignorando o resto das pessoas que poderiam ouvir. Não importava mais.
Uma angustia se formava no peito da garota enquanto ele esperava a resposta de Alecto, ele prendia a respiração mordendo o lábios inferior, até que ele viu um tão rato sorriso no rosto dela, ele retribuiu o beijo pressionando os lábios nos dela, e colocando as mãos em sua cintura. Mesmo que ele tentasse, ele não conseguiria descrever a satisfação de escutar a resposta dela, e no fim ela declarando seus sentimentos por ele, ele sabia muito bem como aquilo estava sendo difícil para ela, afinal ela gostava da sua independência e odiava demostrar o que estava sentindo assim como ele, mas com o tempo ao seu lado, o garoto aprendeu que sentas coisas não podem ser escondidas. Ele abraçou ela enterrando o rosto em seus cabelos negros, e sussurrou -Eu te amo.-, sentiu seu rosto queimar, suspirou fundo pela boca e voltou a olhar para ela ainda abraçando-a. -Eu passei a semana pensando em como eu faria isso, achei que iria ficar louco.- disse ele aliviado. -É difícil finalmente admitir que eu não conseguiria viver sem você ao meu lado.- disse ele seriamente olhando os contornos do rosto da garota, Levantou o braço direito arrumando alguns fios de cabelo que estava caindo para a frente e atrapalhando um tanto sua visão da garota. Dizer aquilo em voz alta era libertador, ele não sentia mais o peso de carregar aquilo dentro de si, afinal agora teria alguém para dividir tudo, e ele não poderia pensar em uma pessoa mais especial, que realmente o fazia sentir-se vivo.
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Ela andou com ele até um canto mais afastado, simplesmente surtando. O mais simples seria ficar junto de Rodolphus, mas quais eram as chances de ela ser bem vinda lá? Quais eram as chances de seu pai aparecer para uma reunião lá? Argh, maldito momento de fúria. Maldito dia em que ela resolveu que bebidas não seriam suficientes para descarregar toda a raiva do seu pai. “Não tenho aonde ir” disse simplesmente, fitando-o. Respirou fundo, tentando pensar em alguma coisa. Talvez um hotel até ela conseguir achar uma boa casa… duvidava que Amycus iria deixar ela morar com ele, se é que ele vai deixar a mansão e se mudar. Quem sabe? Era uma opção, mas não tinha certeza se daria certo. “Sabe se meu irmão tem planos de se mudar? Talvez eu possa ficar com ele até arrumar algum lugar” disse, sem deixar de pensar em segundas opções. Ah, que raiva que ela sentia de si mesma.
Ele esperou alguns segundos até ela parar de murmurar e si acalmar, ele esperou ela falar, suas palavras ecoaram nos ouvidos do garoto, de um momento para o outro a caixinha em seu bolso passou a pesar mais do aquele castelo inteiro. Ele não falou nada, o sangue sumiu da superfície do seu rosto, ele sabia muito bem que não teria momento melhor para colocar em pratica os seus planos, porque mais do que antes, ela realmente estava precisando dele. Ele voltou para a terra quando ela perguntou sobre Amycus, algo sobre ele se mudar, ela estava sendo tonta, será que ela achava mesmo que ele deixaria ela sem um lugar para morar? Mesmo que ele não estivesse preste a pedir ela em casamento. Ele piscou um tanto incrédulo, se obrigou a falar, sabia que aquele silêncio só a deixaria mais louca. -Sobre isso Alecto.- disse ele umedecendo os lábios com a ponta da língua. -Nessa semana eu pensei muito sobre isso, para mim não é uma decisão precipitada, porque eu não vejo motivo para não tomá-la.- disse ele respirando fundo e ficando em silêncio por alguns longos segundos, eram longos para ele, e no fundo ele sabia que estava sendo ainda piores para a garota. Ele sentia-se estranho por estar prestes a pedir sua namorada em casamento, mas pela primeira vez na vida, ele tinha planos, e esses planos não estariam completos se ela não estivesse ao seu lado. Ele sabia muito bem que o modo correto de se fazer isso, era primeiro falar com a família dela, tudo como manda o figurino, mas eles nunca havia seguido esse figurino, não era agora que ele iria começar, tudo que importava era a resposta dela, e o maior medo do garoto naquele momento era que a resposta dele fosse negativa. -Alecto.- disse ele pausadamente e suspirando novamente, se ajoelho tirando a caixinha de dentro do bolço de sua calça. -Você quer casar comigo?- perguntou ele olhando no rosto dela e logo desviando o olhar, por um lado ansioso e por outro receoso.
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Ela riu baixo e rodeou o pescoço dele com os braços quando a beijou. “Não sabia que estaria aqui”, comentou contra seus lábios, sorrindo. “Mas sim, eu senti sua falta, e pra caramba. Ah, tenho uma novidade que eu não sei se você vai gostar…” torceu os lábios e o soltou. Olhou em volta, vendo os amigos de Rodolphus olhando para ela, mas não soube decifrar o que estavam pensando. Aliás, nem queria. “Estou interrompendo algo? Não quero incomodar você ou seus… amigos?” disse, embora a última palavra tenha saído em tom de dúvida. De qualquer forma, ainda precisava contar sobre seu pai à Rodolphus, porque, ao contrário dele, ela sempre o contava tudo. “Para ser breve, foi o seguinte: meu pai me mandou uma carta convocando-me para uma reunião, para que eu substituísse Amycus porque ele sumiu e tal, aí eu fui até lá e mandei o filho da puta se foder” disse, como se fosse a coisa mais normal do mundo. Para ser sincera, depois de tudo aquilo, ela sentia como se o peso sobre seus ombros tivesse diminuído, a pressão já havia ido embora, graças a Merlin. Durante tanto tempo mantendo-se nos limites padrões de seu pai, ela finalmente se sentiu livre. Não iria agradar a ele, só a si mesma… mas aquilo tinha um problema. Depois de tudo que ela falou, não poderia simplesmente chegar com as malas prontas e feito. Num momento de raiva, ela não havia nem sequer pensado nisso. “Meu Merlin… eu sou muito idiota” arregalou seus olhos e soltou Rodolphus, começando a murmurar “não, não, não!” enquanto tentava pensar em algo. Sim, ela tinha dinheiro, mas como iria comprar uma casa tão em cima da hora? Que desastre! Agora aí estava a resposta para aqueles que se perguntavam por que ela não era tão impulsiva quanto seu irmão ou qualquer um de sua casa. Se ela fizesse isso, não pensaria nas consequências, como tinha acabado de fazer.
Ele sorriu olhando nos olhos dela -Acha que a deixaria sozinha em uma noite dessas?- perguntou levantando a sobrancelha. -Não tem outra pessoa que eu queira estar nessa noite a não ser você, achei que já soubesse disso Alecto.- disse ele olhando novamente nos olhos dela, observando suas expressões, sentia falta disso. Ele pegou na mão dela e a puxou de leve para que pudessem sair dali, estava muita zoada, ele assentiu para ela falar o que queria. Ele mordeu o canto do lábio internamente enquanto ela falava, ele sabia muito bem o quanto ela odiava as atitudes que o seu pai tomava em relação a ela, mas não podia negar que estava feliz de finalmente ela ter parado de se martirizar pelas escolhas errôneas dele, não precisava ser muito inteligente para perceber que Amycus não tinha nenhum jeito com os negócios. -Acho que você demorou muito para fazer isso na verdade, ainda aguentou muito tempo.- disse ele franzindo o canto da boca. Quando ele escutou os murmúrios dela, franziu o cenho procurando novamente pela mão dela sem muito êxito, não via motivo nenhum para ela estar assim, afinal tudo estava finalmente começando a entrar nos trilho que sempre ela havia sonhado. Ele segurou-a pelos ombro firmemente -Alecto.- disse tentando fazer com que ela levantasse a cabeça. -Se acalme, o que esta acontecendo?- perguntou ele um tanto preocupado.
NOX.
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Desde que o Aaron a arrombou, Larissa morre de medo que toquem no cuzinho dela.
meu cu é intocavel querida SAI SAI SAI
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Dor de cabeça. Há dias era só isso que ela sentia. Muita, mas muita dor de cabeça. Estou doente ou algo do gênero?, perguntava a si mesma, bufando. Para variar um pouco, Rodolphus havia sumido de novo. E sem a avisar, de novo. Grande comprometimento o dele. Suspirava, deitada em sua cama, deixando seus olhos fixos no teto. Tudo estava bem e calmo, pelo menos até um barulho agudo e irritante invadir seus ouvidos. Ela virou o rosto completamente irritada, vendo uma droga de coruja bicando o vidro de sua janela. “Se eu estivesse com fome, cozinhava você, sua filha da mãe” rosnou para o animal, abrindo a janela com força e soltando o envelope preso à sua pata. Abriu-o e notou que era uma carta de eu pai. Que legal. Ele falava que queria que ela participasse de uma reunião no lugar de Amycus… ah, agora ele a queria para o serviço?! Trincando os dentes de raiva, ela amassou o pergaminho e jogou-o no chão, saindo pela porta. Era a última vez que seu pai iria usá-la como segunda opção, ele havia perdido todas as chances.
Ignorando o frio, ela saiu pela porta principal e caminhou até Hogsmeade. Não estava agasalhada, apenas usava suas roupas de sempre, sem mudar seus hábitos. O clima mudava, ela não. Chegou ao seu destino e mal colocou seus pés fora dos limites do castelo, já aparatou para a mansão onde seus pais diziam que era proibido nomear “dela”. Abriu a porta com força e bateu-a de mesmo jeito. Provavelmente a reunião ainda não tinha começado, mas já havia gente lá, de qualquer forma. Seu pai sorriu para ela, de maneira mais falsa que você pode imaginar, mas ela não retribuiu. Aproximou-se tanto dele que o Sr. Carrow foi forçado a recuar até que suas costas tocassem a parede. O sorriso dele sumia e era substituído por uma expressão curiosa, um tanto surpresa. Alecto adorou aquilo.
“Você não tem a porra de um direito de me tratar dessa forma”, ela disse, baixo, mas de forma completamente ameaçadora. “Durante anos eu tentei ser boa o suficiente para você, e todo tempo você só queria o seu filho de ouro que está se fodendo pra você ou para seus negócios. Ele não te respeita, mas vejo que você corre atrás como se fosse um cachorro indo atrás de seu dono, e eu era pior ainda, correndo atrás de você. Espero sinceramente que Amycus o desaponte, não farei nada por você, absolutamente nada, nem mesmo que você implore e beije meus pés, que é o que você deveria estar fazendo. Eu tenho tudo para subir a porra desse negócio, eu sou tudo que você sempre precisou, mas por me rebaixar dessa forma, o único que vai se ferrar nisso tudo é você, e eu estou louca para assistir isso. Eu não lhe daria minha resposta por uma carta, porque ela não expressa tudo o que eu quero dizer, então vim aqui pessoalmente para isso” disse, olhando fundo em seus olhos, sem piscar ou desviar o olhar. O encarava como se ele fosse o pior verme de todos, não como uma filha deveria olhar o pai, mas depois de tanto tempo, sua paciência e seu controle haviam se esgotado.“E, como resposta, eu deixo aqui meus sinceros ‘Vai se foder, seu filho da puta” sorriu de lado para ele e se retirou, mas antes de chegar a porta, virou-se para os “sócios”, ou seja lá o que eram, de seu pai. “Cuidado, sem nenhum filho para sustentar o grandão, as economias já eram. Eu cairia fora, se fosse um de vocês”.
Aparatou no ponto inicial, limites de Hogwarts. Depois da descarga de raiva que ela guardava há tanto tempo, a dor de cabeça havia passado. Voltou a caminhar, e o vento já fazia seus cabelos negros voarem, e ela detestava aquilo. Com a mão, ela fez um coque e prendeu usando seu próprio cabelo, afinal ele estava comprido o bastante para aquilo. Chegou à entrada e notou várias garotas animadas, dando pulinhos, comentando sobre o… baile? Bufou, revirando os olhos e voltando para o seu dormitório. Rodolphus nem estava lá, o que diabos ela faria naquela droga de baile? Quando chegou, jogou-se na cama e fechou os olhos, esperando que aquela noite acabasse bem rápido…
“Hey, Carrow!” alguém gritou, abrindo a porta. Ela abriu seus olhos com o maxilar já tenso e virou seu rosto para a garota. Colega de quarto, nunca haviam trocado mais do que duas palavras. O que ela queria agora? Entrou e sentou-se na cama dela, como se as duas fossem grandes amigas desde… sempre? Tanto faz. Começou a tagarelar sobre qual vestido usar e sabe-se Merlin o que mais. Alecto mandou-a calar a boca e usar o mais curto, apertado e que valorizasse as curvas que ela - não - tinha. Pronto, problema resolvido… ou não. Insatisfeita, começou a falar mais e praticamente implorou para que ela fosse junto, porque não queria chegar sozinha. Depois de minutos, Alecto cedeu, talvez por estar menos mal humorada do que quando foi encontrar seu querido pai. A garota deu um salto de alegria e começou a agradecer, mas Carrow a cortou e disse precisar de paz para se trocar, ou nada feito. No mesmo instante a garota parou de falar, como se nunca tivesse começado. Bom.
Dirigiu-se ao seu armário e tirou a primeira coisa que viu, indo ao banheiro e se trocando. É, tanto faz, ficou legal. Estava com um vestido preto, justo até que chegasse ao início da coxa, para só então começarem a sair plumas e a saia. Era um pouco transparente, mas dane-se, ela só usou uma vez e para o enterro de alguém do departamento de sei lá o que do pai dela, que ela teve que comparecer pelos motivos: nenhum. Exibido demais? Sim, mas ela fez de propósito. Os colegas de seu pai ficaram zoando-o por meses, o que foi muito bom para arruinar a vida de seu papai querido. Saiu do banheiro e encontrou a garota já pronta e boquiaberta. “Tudo isso?” ela perguntou, franzindo o cenho. Alecto não respondeu, só revirou os olhos e passou pela porta.
Atrair olhares. Essa era uma de suas especialidades. Num caso comum, ela retribuiria os sorrisos maliciosos redirecionados a ela, mas no momento ela só passava de cabeça erguida, nariz empinado do tipo que diz “pode olhar, mas não pode tocar”. Mal chegou ao salão e a garota agarrou seu braço, olhando para os outros como se dissesse “vejam, essa é minha nova melhor amiga, palhaços!”. Alecto olhou em volta, viu um garoto que era, no mínimo, um Deus Grego. Forte, bonito, moreno e, mesmo à distância, qualquer um notava seus olhos azuis. Ótimo. Puxou a garota, fitou-a e disse: “Aquele garoto ali atrás, de smoking segurando um copo de algo roxo, é solteiro, um leão na cama e pega qualquer uma” sorriu, mesmo sem ter ideia de quem ele era. “Ah, mais um detalhe: ele ama fazer sexo oral, então aproveite sua última chance, minha querida” ao adicionar isso, os olhos da garota brilharam de alegria e ela foi correndo para o tal rapaz. Agora era só Alecto sumir na multidão e esperar que o tal garoto a levasse para o quarto. Improvável, mas não impossível.
Fugindo da visão da garota, Alecto caminhava por entre alguns corpos já doidos, querendo achar um canto para si. Foi então que acabou esbarrando em alguém, já começou a reclamar. “Ah, pelo amor de Merlin, você tem noção de quanto foi esse vestido? Se você derramasse uma gota dessa sua bebida nele, eu juro que…”. Opa, que conveniente. Rodolphus estava bem ali, a fitando com a expressão mais debochada que ela já viu. Certo, ela não esperava aquilo, assim como não esperava a reação seguinte: sentia as bochechas ardendo. Ah, não, ela não podia estar corando de novo, não na frente dele. Torceu mentalmente para que ele achasse que tinha exagerado no blush - que ela nem sequer tinha tocado, assim como o resto da maquiagem - e sorriu meio sem jeito para ele.
Rodolphus estava junto de alguns sonserinos, rindo, naquela noite estava fácil soltar uma risada, muitas coisas aconteceram ao mesmo tempo a bebida havia o ajudado a esquecer a notícia que havia recebido logo cedo, ele não estava bêbado ainda, mas estava o suficiente para esquecer-se dos motivos que tinha para não estar festejando, apenas uma coisa, uma preocupação não havia saído de sua cabeça, o salão estava um tanto abarrotado, e Rodolphus via muitos já bêbados fazendo cena com garotas, a algum tempo atrás ele estaria no meio, ele não sentia nenhum saudades disso. Ele viu vários pescoços de virarem em um direção só, só poderia ser alguém muito bonita, ele não deu muita atenção virando-se para uma bandeja de salgados, um garoto passou correndo e esbarrou nele fazendo com que ele perdesse um pouco do equilíbrio e um pouco de sua bebida derramasse, escutou atrás de si uma voz familiar que começava com um discurso intimidados, ele virou-se já sorrindo. -O que faria Carrow?- perguntou ele sorrindo e levantando a sobrancelha, então era para Alecto que todos os machos do corredor havia virado o pescoço, ele riu consigo mesmo, pena pra eles. -Acho que você queria dizer ´´Senti sua falta´´, e eu diria ´´Eu também querida´´- falou ele rindo e aproximando-se dela, com a mão livre pegou a mão da garota entrelaçando os seus dedos nos dela. -Acho que agora a festa vai começar.- disse ele sorrindo selando seus lábios de olhos fechados. -Eu senti mesmo sua falta.- disse ele beijando-a.
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seu cú… MINHA BEBÊ MINHAAAAAAAAAA
NADA não toca no meu cuzinho
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- E você acha que eu não sei? - Perguntou quase que gritando - Por que aquele idiota fez isso? Não posso acreditar... Por que logo agora? Por que não nos contaram antes?
Rodolphus passou a mão rapidamente no cabelo. -Vamos sair daqui.- disse ele rapidamente e saiu andando no meio do salão, indo em direção a saída do castelo. Ele não conseguia acreditar, hoje era supostamente para ser um dia feliz e importante, uma lágrima rolou no seu rosto, ele limpou a mesma rapidamente.
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NÃO CHAME ELA DE “BB” u.u ta pensando oq? respeito muié. o Jeremy é todo seu, faça bom proveito kkkkkk’ mas a Hayley é minha em todos os sentidos.
morre barbara u_u KKKKKK minha bb
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- Ah, eu sei que você não consegue viver sem mim. Mas, vamos deixar isso só entre nós ok? Pode não cair bem. - Assentiu, rindo. Rabastan mantinha o copo da bebida na boca, brincando com o mesmo. Parecia que a bebida não o agradava muito. - Não precisava ficar preocupado, sou grandinho já. - Ele olhou para o próprio corpo de cima a baixo, confirmando o que acabara de dizer. - Eu andei por ai. Passei um tempo na casa de uma amiga. - Sorriu, passando a língua pelos lábios. - Não vou sentir sua falta, vou te ver quase sempre. Em casa. - Ah sim, é claro, eles moravam na mesma casa. Não, não adiantaria. Rabastan e Rodolphus mal conseguiam estar juntos em casa, mal estavam juntos em Hogwarts. - O que foi? Quem você engravidou? Rodolphus Lestrange… - Tentou segurar o riso, enquanto levantava o dedo indicador, apontando-o para o maior. - Me conte, o que aconteceu. - Agora, ele parecia um pouco mais velho só que, aquilo tudo não passava de uma brincadeira. Como sempre.
-Claro, pode soar estranho nos ouvidos de alguém que um irmão sinta saudades do outro.- disse Rodolphus sorrindo e revirando os olhos. Ele de de ombros. -Ainda é mais novo, estava tentando apenas fazer meu papel como tal, mas estou vendo que o Senhor já sou grande e não preciso de ninguém.- disse ele franzindo o canto da boca. -A claro, vivermos na mesma casa.- disse ele, mas em um tom baixo, como se estivesse tentando relembrar a si mesmo daquele fato, bem Rabastan estava errado, eles não iriam morar na mesma casa por mais muito tempo, ele mordeu o canto da boca. Não conseguiu conter o sorriso, dobrou-se de rir, não podia dizer que aquilo soava bastante como um Lestrange, ele bebeu mais um gole da sua bebida, se não estava conseguindo contar seus planos para o seu irmão como ele conseguiria falar com Alecto? Ele suspirou -Não engravidei ninguém Rabastan. Bem pode parecer algo muito repentino para você já que estava fora de Hogwarts na casa de sua amiga.- ele disse a palavra amiga fazendo aspas com a mão livre. -Bem.- suspirou mais uma vez tomando outro gole em sua bebida, o último. -Você sabe que eu e Alecto estamos namorando a algum tempo.- mordeu o canto do lábio com mais força baixando o olhar e pegando outro copo de bebida. -E vou pedir ela em casamente.- disse ele tomando outro gole na bebida.
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ah claro kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk’ inclusive vc é tipo 70 anos mais velha que eu. Tudo bem então *-* aqui nasce uma parceria. Assim eu me alivio. Uma a menos se esfregando na minha esposa.
sou mesmo u_u KKKKKKKKKKKKKK KERIDA NÃO TOCA NO MEU JEREMY que ta firmeza, aql que é macho KK se bem que a hayley é mais macho que muito homem KKK ela é mt linda porem minha bb <3 K pode ficar com ela como mulher
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- Sim - Disse ele tristemente. A essas alturas seus olhos estavam vermelhos, como podia o chato do Rosier ter se matado? Ele tinha o ego grande o suficiente para isso, mas era o que realmente tinha ocorrido.
Ele pegou um copo em uma bandeja que passava flutuando ao seu lado, tomou o líquido todo e uma vez só, ele sentiu sua garganta sendo rasgada pelo álcool. -Eu encontrei um bilhete na minha cama, mas eu achei que fosse uma das brincadeiras do Rosier.- disse ele ceticamente. -Não pode ser verdade, ele tinha um amor a si mesmo maior que a qualquer coisa nesse mundo.-
budweisernme replied to your post: budweisernme replied to your post: If there is a... passei o dia cantanco
budweisernme replied to your post: budweisernme replied to your post: If there is a...
você não tem o direito de usar a música que a minha esposa fez assim u.u’ eu to escutando sem parar desde ontem kkkkkkkkkk
se toca fedorenta, eu sou parawhore antes de tu sair das fraldas -n KK na boa fica com ela, meu jeremy <3-<3 KKKK