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Ando querendo uma noite quente. Daquelas que as pernas tremem, o ar falta, coração dispara. Noite de amor tórrido, de rasgar a calcinha com as mãos, e meter os dedos na umidade quente. Vontade de me sentir descoberta, explorada, mergulhada em todos os prazeres. Eu e você, ali, pegando fogo, querendo foder, lamber, meter. Quero tanto...
Deve estar pensando: bêbada é uma desgraça!
Te digo: é!
De fato.
Mas não é a bebida, é tanta coisa misturada que quando vem e bate, assim, melando a calcinha, fodendo a cabeça, penso e quero o que não posso e devo.

















