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Jongin ▲ 16/—
❝ ——— scott ficou sem reação quando escutou a insinuação do outro. seu cérebro dizia para ele responder algo da mesma forma que a insinuação havia sido feita. porém aquele não era o forte dele, e só lhe restou abrir e fechar a boca múltiplas vezes antes de conseguir formar uma resposta. ainda era estranho que pessoas que ele nunca havia visto na vida sabiam seu nome, mesmo três anos depois de ter começado o canal. “sim, scott do canal de espíritos.” riu baixinho da forma como ele havia se referido ao seu canal. nunca haviam provado a existência de nada, mas scott acreditava muito. normalmente ele era o que se assustava com qualquer barulhinho estranho. “você gosta? do meu canal.” nunca havia se deparado com alguém que o conhecesse e não gostasse do que eles faziam, além de crentes que alegavam desrespeito. scott não entendia, pois sempre andava com sua água benta por aí.
❝ ——— scott ficou mais tranquilo ao ver que elas estavam bem e acompanhadas por alguém que parecia não ter más intenções. puxou as duas para perto de si, e logo essas se botaram a agarrar as pernas do tio. “que bom.” sorriu, mais tranquilo. “perguntas sobre o que, hein?” fingiu estar brabo com elas, só para ver elas rirem com a reação de scott. “eu juro que não treinei elas pra sair por aí interrogando as pessoas, elas ainda estão presas na fase dos porquês e não acho que vai passar tão cedo.” antes mesmo que pudesse terminar emma começou a apontar para o distintivo do outro homem, coisa que scott não tinha notado tão cedo. “agora entendi a curiosidade delas.”
Visando o próximo evento do qual planejava participar e seu tempo livre, Ezequiel resolvera se aventurar na compra de um presente para o filho de um colega. Entretanto, o raso conhecimento sobre a psiquê infantil e sua quase nula experiência com crianças o fez apenas parar defronte as prateleiras da ala de brinquedos no supermercado, resmungando para si mesmo. Famílias passavam ao largo do homem, evitando-o, visto o mau humor que emanava. Por fim, decidiu apanhar um brinquedo qualquer das prateleiras, apertando um dos botões para ver o que acontecia. A sirene equipada no objeto ecoou pelos corredores, gerando quase um ataque cardíaco no guatemalteco ao tentar desesperadamente calá-la. “Ah, mas que inferno, como que se faz isso parar?!” Esbravejou, segurando a vontade de atirar o objeto longe, enquanto procurava um funcionário do mercado, indo até o começo das prateleiras e não encontrando ninguém à vista com exceção de outros consumidores. “Está quebrado?” Suspirou. “Eu te dou dez dólares se fizer isso parar antes que eu utilize para quebrar meu próprio crânio.” Ofereceu, para a primeira pessoa que viu passar.
ou digite “tortilla” nos comentários para ganhar um starter fechado (máximo 2 pq eu não sou uma máquina).
❝ ——— sua mãe, nas poucas vezes que foi para castro, chegou na conclusão que naquele lugar só tinha gente louca. scott, por mais que discordasse na frente dela, podia ver a teoria da mulher se comprovar quase toda vez que botava os pés pra fora do seu apartamento. por mais que estivesse de fones do ouvido enquanto fazia as compras do mês, conseguiu identificar um apito muito alto por cima da música, que estava no volume mais alto. seu primeiro instinto foi pensar que aquilo era um alarme de incêndio ou algo do tipo, mas quando desligou sua música viu que o som era mais baixo do que ele estava imaginando. seguiu o som até o corredor de brinquedos, com a impressão de que aquilo era um lembrete dos deuses dizendo que ele devia comprar um presente para as sobrinhas. viu o homem de aparência pouco amigável passando trabalho com os brinquedos e quando lhe pediu ajuda, ele só pode rir. tirou com delicadeza o brinquedo das mãos deste, procurando pelas pilhas daquilo que, de alguma forma, fazia muito barulho. tirou as duas pilhas que se encontravam na parte traseira do brinquedo e estendeu para que o outro pegasse. “um brinquedo pode fazer tudo isso com um homem do seu tamanho?”
❝ ——— o coreano não pode negar que estava um pouco assustado com o tom de voz da garota. estava correndo pois podia jurar que o cachorro dele havia corrido para aquele lado, mas não havia nem sinal dele. “eu não te vi.” respondeu rispidamente, mas logo voltou ao seu tom normal, enquanto tentava recuperar o fôlego da pequena corrida que havia dado. scott era sedentário ao máximo. “eu jurei que meu cachorro tinha vindo desse lado, e acabei não te vendo vir do outro. eu sinto muito.” voltou alguns passos para perto dela, observando o braço onde havia esbarrado. “mas parece que nada saiu do lugar.” respondeu na mesma ironia que ela havia lhe dado.
Enquanto saboreava seu café matinal e alguns deliciosos cannolis numa de suas cafeterias favoritas, Fallon tinha seus olhos ansiosos e arregalados focados na revista em mãos, a algumas semanas ele havia dado uma entrevista sobre sua missão na comunidade lgbt de San Francisco e sobre seu restaurante, o Padilla, onde ele abria sempre vagas para lgbts que procuravam emprego ou estavam passando por alguma necessidade. Agora, finalmente podia ler tudo publicado. “—— Ah mas se já me achavam exagerado antes agora então meu amor, eu tô um nojo!!” Falou em voz alta enquanto gargalhava, até notar o olhar da pessoa na mesa próxima. “ —— Olha que lindo esse boyzinho nessa revista!” Ele virou a matéria na direção da pessoa onde haviam três fotos dele.
❝ ——— no início, a peculiaridade de castro foi algo atrativo para scott. ver pessoas iguais a si, mas que eram livres para se expressar era algo que lhe fazia bem. contudo, devia admitir que as vezes as pessoas botavam ele em situações que não lhe eram nada agradáveis. aquela não era a primeira vez que ia naquela cafeteria. normalmente conseguia trabalhar em paz sem ter nenhuma distração, mas naquela manhã uma conversa paralela chamou atenção dele e ele não pode deixar de espiar por cima da tela do computador a conversa alheia. ouviu com calma, disfarçando como podia e se perguntando o que o outro homem quis dizer com estar um nojo. havia recém aprendido a usar wig no twitter e não sabia se estava pronto para mais uma gíria. “realmente. muito lindo. você.” ficou nervoso quando o outro lhe dirigiu a palavra, pois estava observando a conversa dos outros, mas deu-lhe o elogio que ele mesmo havia atribuído a si. era visível que ele havia ficado um pouco desconfortável, mas não queria ser o hétero babaca que faz escândalo por qualquer coisa. antes mesmo de pensar, seus dedos já digitavam o roteiro que trabalhava antes, rapidamente.
actual footage from the gates of hell
@dumpxlyn
☾ • ˚ ━━ Precisa assumir que é péssimo naquilo. Experimentar novos sabores de café após a cafeteira favorita ter fechado. Não quer ter relutância; porém, maldito favoritismo! E se não encontrar um café tão saboroso quanto antes? Poderia até estudar a hipótese de dirigir até a cidade mais próxima como um cliente fiel à antiga. Suspira em rendição, não deve julgar um livro pela capa. No fim café é café. Não tem como dar errado certo? Stevan então conduz a xícara aos lábios, aprecia o aroma peculiar para que usufrua no paladar do sabor amargo e levemente incorporado. Perfeito! Diz em voz alta e até parece falar com o indivíduo ao lado. Esse café é simplesmente perfeito. Complementa com um discreto sorriso em seus lábios. Inclusive se quiser pegar um. Fica à vontade. Comprei café demais, mas só esse daqui está perfeito. Tem até aqueles café gourmet. Justifica a presença de mais de inúmeros copos plásticos à mesa.
❝ ——— scott era praticamente movido com cafeina em seu sistema. trabalhava demais e se preocupava demais, precisava de café para que não entrasse em colapso até mesmo no meio de gravações. apesar dessa paixão, nem ao menos isso scott sabia fazer, de forma que ficasse bom. acabava se rendendo a gastar muito dinheiro em cafeterias. uma das coisas que apreciava na sua favorita, era a paz que o local tinha. nem os clientes nem os atendentes falavam alto demais. ao ver que alguém não tinha entendido direito o conceito, questionou apenas olhar feio para a pessoa, mas ao ouvir as suas afirmações ele só conseguiu soltar um pequeno e baixo comentário: “por que?”
Vince andava pela própria loja olhando os itens que ali tinha, tinha que escolher algo para escolher na pride e sempre gostava de ir diferente todos os anos. Ao sentir a presença alheia ali sorriu. “Estou escolhendo o que vestir para a pride mas está dificil, não sabia que tinha tantas opções…” O italiano murmurou com um suspiro, não estava nos seus planos ir de alguma forma simples. “Desculpe, posso ajudá-lx com alguma coisa da loja?” Perguntou com um sorriso, afinal primeiro teria de atender x cliente, caso fosse umx.
❝ ——— scott estava perdido. completamente perdido. não sabia direito como havia parado naquela situação, mas deu graças a deus ao escutar a voz de outra pessoa, lhe oferecendo ajuda. “sim, por favor.” clamou, educadamente. “eu preciso de algo de presente presente para meu avô, achei que poderia ter algo do tipo por aqui.” olhou em volta, vendo uma grande quantidade de objetos antigos e lindos. trabalhando no que trabalhava, scott amava coisas antigas e que provavelmente carregavam várias histórias e espíritos. “mais especificamente, você teria algum conjunto de chás antigos? eu procuro algo no estilo coreano, mas algo europeu já me basta.” sorriu, torcendo por uma resposta positiva do outro.
❝ ——— scott não sabe se o motivo pelo qual escolheu se mudar para castro foi a vontade secreta de começar a se libertar e conhecer pessoas que fossem, no mínimo, igual a si ou de simplesmente pagar de aliado. sabia que era mais que um aliado, mas por enquanto tudo que seus seguidores precisavam saber, era aquilo que ele contava para os seguidores. infelizmente. apesar das dúvidas, scott procurava ao máximo focar no seu trabalho, mesmo estando de férias. era completamente viciado e não negava. mesmo que ser um youtuber não fosse o trabalho dos sonhos de sua infância e o orgulho de sua família, ter o dinheiro que tinha e o carinho que recebia já lhe ganhava. e nessa bagunça toda que se encontrava, receber visitar da família lee para inspecionar como ele andava vivendo era essencial. scott tinha três coisas que amava: fantasma, animais e crianças. receber os lee automaticamente significava que ele iria fazer o tio babão e ficar 24 horas gastando dinheiro com as duas sobrinhas. a bola da vez era os tão amados sorvetes que tinham perto de sua casa. comprou uma sacola, já pensando no racionamento que teria que fazer com emma e hanna. apesar de um bom tio, scott era avoado e isso lhe tirava bons pontos no quesito confiança. antes mesmo que pudesse perceber, as duas garotas de apenas nove anos se encontravam infernizando a vida de um desconhecido. “garotas, por favor!” choramingou, indo até onde elas estavam e jogando mil desculpas para cima do pobre desafortunado.
Two very different ghost hunters.
@dumpxlyn
❝ ——— scott ficou um tempo sem entender. estava voltando do mercado, pronto para escrever roteiros pelas próximas cinco horas, mas aquilo o tirou de seus devaneios. normalmente quem costumava sair por aí perguntando coisas era ele e aquilo o surpreendeu. “normalmente é isso que repórteres dizem antes de tentar acabar com a minha carreira e a empresa onde eu trabalho, mas eu estou curioso. vá em frente: pergunte.”
me watching my own snapchat story: she is so damn funny i love her
I need this hairstyle to comeback.
jongin in ‘star road’ episode 1 & 2