O primeiro dia depois de decidir não te procurar, foi insuportável. O segundo, doeu como quem ralava o joelho quando criança e a mãe passava merthiolate. No terceiro, a vontade ainda existia fincada no meu peito, mas já não parecia tão irresistível quanto no primeiro dia. E eu sei, todas as vezes que eu caí na escolha, e te procurei, me custaram lágrimas, crises de ansiedade intensas e noites de sono mal dormidas. Mas eu sei, em algum momento vai ter passado. Pode ser que não seja tão fácil, mas eu espero pelo dia que será mais leve. Porque a gente sabe quando pro outro já é.
Desabou














