Por que não tem bebês aqui? Ninguém sabe fazer bebês? Ou não querem? Você já fez bebês? Precisamos de bebês para mais fadas nascerem, as pessoas deviam fazer mais sexo.
Eu... Eu... Eu... Er... A senhorita é muito curiosa!

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@seraobenedyto
Por que não tem bebês aqui? Ninguém sabe fazer bebês? Ou não querem? Você já fez bebês? Precisamos de bebês para mais fadas nascerem, as pessoas deviam fazer mais sexo.
Eu... Eu... Eu... Er... A senhorita é muito curiosa!
Eu não sei se você tem notado, mas o pessoal aqui dentro tem estado muito louco, acho que alguns estão a precisar de novos ares.
Ah, com certeza! Todo mundo precisa de novos ares de vez em quando, irmãozinho.
- Ai, desculpa, passei dos limites. Mas foi divertido.
Não foi, não. Minhas calças estão cheias de cola agora!
Jade corria pelos corredores após ter sido chamada para receber uma carta, esperando ansiosamente que fosse de casa, queria saber novidades, queria poder dizer há família o que estava acontecendo, já que ultimamente sentia-se muito inútil devido há situação de Khal, com quem recentemente não falava, ou pelo menos evitava porque estava a absorver ainda tudo o que estava acontecendo. - Oh desculpe. - Falou para a pessoa com quem fora contra no corredor.
Com um livro em mãos e passos lentos, Benedict caminhava pelos corredores. Não era certo caminhar com um livro em mãos, entretanto quando a aula havia terminado o príncipe fora incapaz de deixar o livro. Tentava ir pelos cantos para não ficar no caminho, mas distraído como estava fora fácil que se direcionasse para o meio do lugar. — Ai. — soltou o gemido involuntariamente quando sentiu alguém esbarrar em si de maneira bruta. O livro fora ao chão, mas o loiro mal se importou quando viu a morena ao seu lado. — A senhorita está bem? — indagou.
{{{{ B E N E D I C T S N O W H E A R T — G E N E R A L M O O D B O A R D }}}
anguisxxoculis
— Bu. — Lilith sussurrou, caindo na gargalhada logo depois devido á reação do príncipe. Ah, como ela adorava pegar as pessoas de surpresa e observar as reações destas. Do príncipe á sua frente em especial, principalmente por achá-lo certinho demais. Seu sangue fervia com a vontade de corromper um pouco toda aquela aura bondosa e bom comportamento. — Oh, coitado do Benedict! Está sendo assediado por uma entidade maligna e esqueceu onde guarda o sal! — Brincou, subindo de vez para a cama. Os lábios se curvaram num sorriso travesso, conforme se esgueirava até mais perto dele. — Eu vim te assombrar.
— Sim, eu estou sendo assediado! — exclamou em um tom um pouco estridente demais — No meu próprio quarto! — ele balançou a cabeça em uma falsa desaprovação. Seus lábios estavam franzidos conforme tentava segurar um sorriso. Mal percebeu a aproximação de Lilith. Para ele, ela era como uma predadora. E assim que pôs os olhos nela, tão próxima e bonita, o príncipe se sentiu como uma preza incapaz de escapar do encanto de um serpente. Estava tão inebriado pela presença dela que não distinguiu as palavras que a morena proferiu. Toda sua atenção estava voltada para os lábios que se aproximavam cada vez mais dos dele. E como Benedict desejava que ela fosse mais rápida! E quando Lilith o fez, nada mais ocupava a mente dele a não ser que o gosto dos lábios da garota e a confusão de sentimentos que tomava conta de seu coração e mente. Contudo naquele momento Ben não queria se importar com nada, por isso passou uma das mãos pela lateral da cabeça da morena, sentindo a textura de seus fios, alisando, um pedido silencioso para que aquele momento durasse para sempre.
Garden mysteries ➸Benedict & Audrey [Small]
Um sorriso saiu dos lábios de Audrey com as palavras do príncipe, as vezes ela esquecia o quanto ele era tão… Encantando. Ela sempre soube que ele era único nas poucas vezes o observara o seu comportamento quando esteve em Arzallum, porém vê-lo de perto era algo muito interessante. — Benedict então. Talvez em algum momento você seja promovido a Ben. — brincou, tentando ignorar o estranhamento que tinha com a palavra “compromisso”. As vezes esquecia de tal por gostar do sentimento de liberdade e um noivado, em sua cabeça, era como uma corrente, assim como o destino que a esperava, porém ela não sentia-se assim com Benedict. Um compromisso com ele não parecia uma prisão. — Mas é claro que pode, eu até prefiro, senhorita me parece formal demais. — respondera a ele enquanto dava-lhe o braço e começavam a caminhar pelos jardins. Audrey já tinha começado a se distrair com a visão, lembrando vagamente de casa quanto fora pega desprevenida pelas palavras de Benedict. Seu rosto abaixou-se com discrição, tentando esconder o rubor de seu rosto, que ficava muito evidente devido a sua pele branca. Ainda com a súbita vergonha, Audrey permitiu-se sorrir, de forma tímida. Pensar naqueles jardins faziam-na pensar o quão pequenos eram em relação aos de Stallia, que eram tão grandes e ricos com variedades e cores que até os mais brutos se rendiam a tal visão. Sentia orgulho do que o reino se tornara. — Assim como Arzallum. — Audrey decidira entrar naquela brincadeira também, sem conseguir evitar, sentia-se bem com Benedict. — Então, Benedict, o que esta achando de Fatales? E me desculpe pela minha falta de assunto melhor.
— Ben é o meu melhor apelido. — respondeu. — Asher costumava me chamar de “Jubento”, claramente tentando me comparar à um animal. Ms ele nunca foi muito bom com trocadilhos, para a minha sorte. — Ele riu ao seu lembrar da época a qual se sentia verdadeiramente incomodado pelos apelidos cujam a única função eram lhe causar irritação. Por um momento fora carregado à um tempo mais feliz, onde sua única preocupação era como ser um governante tão bom quanto sua mãe e pai, onde seu destino estava traçado de uma maneira impecável e seu final seria tão feliz quanto o de qualquer outro príncipe encantado. Bons tempos. Soltou um suspiro nostálgico e então voltou sua atenção para os belos olhos achocolatados de sua prometida. — Obrigado. — rebateu formalmente, ainda tomado por lembranças. Sorriu para a garota então. — Estou adorando Fatales! Em qual outro lugar eu teria a chance de conhecer uma gama tão variada de pessoas? Príncipes e princesas, plebeus e ladrões... Eu amo este lugar! Gosto de conhecer pessoas e aprender coisas novas. Sinto falta de casa, dos meus pais, dos meus irmãos mais novos... Mas há coisas maravilhosas aqui que compensam a ausência deles e acalentam meu coração — o loiro piscou para Audrey enquanto abria um grande sorriso e seguiam pelos corredores verdes. — E você? Gosta daqui?
Ah, os príncipes. Ariel pensou sem evitar o riso. Sempre tão certinhos e tão medrosos. Tudo é errado, tudo é perigoso. Quando pensava na realeza, agradecia por ter sido privada da vida em um castelo. Se fosse pensar em tudo que era proibido iria enlouquecer, por outro lado a preocupação do príncipe era divertida. “Pelo amor de Deus, Ben.” Disse deixando novamente que leve risada escapasse de seus lábios. Ainda rindo Ariel afundou, era bom estar na água, podia respirar melhor ali, a água era gelada e isto fazia bem. Não era o mar, a água era doce, mas era o melhor que tinha. Voltou a emergir atrás do garoto e tocou seu ombro para indicar que estava ali. “Relaxe um pouco, Príncipe Encantado. Ninguém vai nos prender por passarmos um tempo no lago. Não prefere estar aqui do que em alguma sala de aula chata ouvindo coisas que já sabe? Podemos passar o dia aqui, vai ser divertido. Por favor?”
Benedict desistiu de tentar manter a pose de sério e responsável e sorriu para a colega. Admitia para si mesmo que realmente precisava relaxar um pouco. Muitas responsabilidades recaíam sobre os ombros do mais velho Snowhear, além da constante angústia que assombrava sua alma, a sensação de certeza de que seus dias estavam chegando ao fim. O loiro precisava librar-se de tais pensamentos ao menos uma vez na semana. — Há muitas coisas das quais ainda não sei. — contradisse Ariel, ainda mantendo seu sorriso. Mas abaixou-se, pegando um pouco de água com uma mão e arremessando na direção dela. Como poderia negar o pedido de uma dama? Jamais! — Tudo bem, a senhorita me convenceu, mas só porque possuí um sorriso muito mais gentil do que o da Sr. Fitzburg. — Ben fez uma careta ao se lembrar da constante carranca mal humorada da professora, logo em seguida abrindo seu típico sorriso de príncipe.
“Ah, vamos. Eu estava apenas brincando.” A pirata precisava se segurar para não rir, não era uma de suas melhores pegadinhas, mas era sempre bom para se distrair. Era engraçado caminhar observando a cara de nada da vítima e então ver todo o encanto se quebrar ao jogá-la na água. Era quase como acordar uma criança com água gelada. Antes que x outrx pudesse reclamar mais, tirou o vestido do uniforme e se jogou no lago também. “Viu, eu também entrei. Estamos quites agora?”
Ben estava caminhando para outra aula, um pouco distante, pensando a respeito de sua família e seu possível trágico destino. Tão distraído que não percebeu a aproximação de uma garota que logo o jogou no lado. Não fora rápido o suficiente para tentar desviar dela e caiu. Olhou para a desconhecida, pronto para fazer uma pequena reclamação, mas então arregalou os olhos quando ela tirou parte da roupa e se jogou no lado também. — Não deveria ter feito isso, senhorita. Ter me jogado, tirado a roupa e se jogado também. Podemos nos encrencar. — disse em tom de censura, mas tentando esconder um sorriso que insistia em brotar de seus lábios mesmo quando tentava ficar chateado.
— Pensei que ia precisar te acordar com um beijo. — Lilith cantarolou, com os cotovelos apoiados próximo á cama da outra pessoa, enquanto a observava dspertar.
— Hm? — Ben respondeu institivamente ao ouvir uma voz próxima a sua cama. — Só mais cinco minut... — então ele acordou o suficiente para perceber que não deveria haver nenhuma voz feminina em seu quarto. Não deveria haver nenhuma voz feminina ao lado de sua cama, principalmente se fosse quem ele pensava que era. — O que você está fazendo aqui?! — indagou assustado enquanto se afastava dela, puxando o cobertor e tapando seu peito nu.
Garden mysteries ➸Benedict & Audrey [Small]
Ao sair enrolada pelo confortável roupão depois de um treino puxado que seu olhar foi para a rosa delicadamente posicionada na sua mesa de cabeceira, acompanhada em um bilhete que fizera um meio sorriso aparecer em seus lábios, talvez o maior que tinha dado em dias. Pensar em Benedict trazia muitos conflitos em sua mente, coisas que não gostaria de pensar, porém algo naquilo tudo ativava uma estranha curiosidade e foi por isso, além do dever com seu noivo- uma palavra que ainda não acostumara-, que Audrey aceitou o convite. No caminho para os jardins, depois de ter se trocado, obviamente, Audrey começou a pensar no quanto sabia sobre ele. Não era muito, tinha que admitir, nunca fora tão próxima de Ben como era de Asher e Elliot, ainda que a relação entre os Snowheart e os Roseflare seja próxima devido a amizade entre Aurora e Branca, Audrey não conseguia ter a mesma relação com todos.
O seu olhar foi de encontro ao de Benedict quando este aparecera e de repente Audrey perdera toda a confiança e calmaria de espirito que tinha por dentro, sendo substituído por um estranho frio na barriga. Não saberia dizer que aquilo que estavam tendo era um encontro, porém optara não pensar por aquele lado. Nunca esteve tão perto dele antes para notar o quão bonito ele era, e havia um tipo de calmaria que o sorriso dele lhe passava, chegando a ser desconcertante. — É claro, senhor. — falara com uma formalidade ensaiada, abrindo um leve sorriso para indicar que estava brincando com toda aquela situação. — A propósito, agradeço pela rosa. É tão linda quanto as de Stallia.— comentara, sem saber exatamente porque o fizera. Benedict a deixava mais tímida do que esperava.
— Primeiramente, não me chame de Senhor, por favor. — Benedict soltou uma risada. — Faz com que eu me sinta com cinquenta anos. E já que... — ele coçou a cabeça e olhou para outra direção, subitamente envergonhado. — Já que temos... compromisso, acho apropriado que não sejamos tão formais, não é mesmo? Pode me chamar de Benedict, Ben... Ou qualquer outro apelido que gostar. — Sorriu para a princesa, finalmente voltando seus olhos para a bela visão que era a princesa. Ele seria sempre educado com Audrey, mas não havia motivos para serem tão formais como se estivesse em algum encontro oficial de seus reinos. — Tenho permissão para chamá-la de Audrey? — questionou enquanto oferecia um braço para ela.
— És extremamente gentil. Aquela rosa não é tão bonita. Não tanto quanto voc... Não tanto quanto deveria ser. Eu gosto dos jardins daqui, mas nenhum se compara aos de Stallia, é claro. — disse ele enquanto caminhavam devagar. — Mas é claro que nenhum outro reino tem as preciosidades que Stallia possui. — Benedict disse de maneira sugestiva, mas sem olhar para sua companheira. Temia que ela visse o quanto estava inseguro.
Sentiu as bochechas ficarem coradas, olhava o príncipe com os olhos brilhantes e o semblante mais alegre que já teve. “Pena que se casará com uma princesa…”, ela suspirou ao pensar nisso mas continuou olhando para ele com o mesmo sorriso de antes. – Gostou? Pois se quiser mais é só pedir. – ela deu uma piscadela e ajeitou o cabelo para frentem. – Muito prazer, Benedict Snowheart.
O príncipe sorriu para a fada, achando encantador o rubor que se espalhava por suas bochechas. — É bom saber, Gwen. — ele riu. — O prazer foi meu. Literalmente.
Arthur Pendragon > “The Witchfinder”
“Isso doeu.” Letha disse, piscando os olhos para o loiro. “Não sou arisca. Só não…” Ela não sabia ao certo como terminar a frase. “Está certo. Mas, arisca não seria a palavra de minha preferência.” A loira colocou uma mecha de cabelo atrás da orelha enquanto se aproximava do rapaz. “Então, o que mais meus olhos te dizem, milord?” Letha sabia muito bem o que tinha por trás das íris castanhas. Raiva. “Não mesmo? Bem, os outros falam que sou problema. Filha de vilã, sabe como é. As vezes um sobrenome pode ser maldição.” Tremaine. Era isso que ela era. “Qual o seu, milord?” Falava de maldição ou de sobrenome? Letha só esperava a resposta. “De forma alguma. É só que sorrisos bonitos como o seu podem dobrar princesinhas, mas eu nunca fui do tipo que quebra fácil.”
O loiro deixou escapar uma risada diante do embaraço dela, mas na mesmo hora calou-se, lembrando que havia algumas garotas que não apreciavam serem motivo de risadas. — Não sou um adivinho, senhorita. Só sei que seus olhos não são tão doces como milady diz ser. Parece também que você se esforça muito para não deixarem os outros verem quem realmente é, mas isto é só um palpite. — deu de ombros. — Ninguém é um problema e a senhorita não pode deixar que os outros definam que é você. Nunca deixe que ninguém lhe diga quem você é. — então se inclinou para ela e disse em tom baixinho em tom de conspiração. — Nem mesmo os guardiões. — Benedict riu. — As pessoas falam do destino como algo vivo apenas esperando para nos abocanhar, mas existe tanta coisa que pode mudar nossos destinos. Tantas coisas de podemos fazer para escapar dele... — O príncipe suspirou, levemente frustrado. Seu destino era se casar com uma princesa, ser soberano de dois reinos, ter muitos filhos e ser feliz para sempre. Entretanto uma maldição mudara tudo. Ele era uma prova viva de que o destino poderia ser alterado e seu curvava a vontade ações ocorridas ao longo da vida. — Meu sobrenome? Snowheat. Não creio ser uma maldição, mas carrego comigo o peso que é ter este sobrenome. — falou. — Uma princesa não é definida pelo nascimento ou por sangue. Toda garota é uma princesa. Ou pelo menos eu creio que todas devem ser tratadas como uma. Eu não estava tentando dobrá-la, mas agora fiquei curioso: achas que tenho o sorriso bonito? — questionou sorrindo novamente, permitindo-se a si mesmo um pouco de vaidade.
Garden mysteries ➸Benedict & Audrey [Small]
Benedict não costumava se sentir nervoso próximo à garotas. Era sempre gentil e bem educado, mas nunca demonstrava nervosismo. Poucas eram as garotas que lhe causavam algum tipo de sentimento mais intenso e o príncipe procurava se manter afastado destas. Sabia que morreria mais cedo do que seus irmãos e por isso não queria se apegar a ninguém, tampouco queria que alguém se apegasse a ele. Entretanto, contrariando suas próprias opiniões, havia mandando uma rosa e um delicado bilhete para Audrey, sua noiva, sua prometida, e uma das garotas que o deixavam nervoso. Mesmo que soubesse que talvez não se casaria com ela, era seu dever cortejá-la, pelo menos em nome da boa amizade entre Arzallum e Stallia. Claro, a política. Benedict tentava se convencer de que estava fazendo tudo pela polícia e não porque Audrey era bonita e lhe atraía. De qualquer maneira, ele seguia pelos corredores em direção ao jardim aonde havia marcado de encontrar a princesa. Ele esperava que ela estivesse lá. E estava. Assim que a viu, o mais velho dos Snowheart sorriu enquanto se aproximava, aparentando a confiança que já não possuía.
— Pronta para um passeio, senhorita? — questionou com um sorriso quando estava próximo o suficiente para que ela o ouvisse.
O olhar de Letha focou-se no loiro, olhando-o de cima a baixo, analisando suas vestimentas com cuidado. “Não, mas eu aparento ser um doce de pessoa. Olha, as aparências podem enganar. Mas, você deve ser só mais um principezinho.” Respondeu cruzando os braços. O rapaz de fato possuía o porte de um membro da realeza assim como a beleza que um rei deveria ter. “Donzela?”Letha segurou o riso. “ Não é o que os príncipes costumam dizer a meu respeito.” A loira imitou o garoto, com um sorriso breve nos lábios. “Você não deveria dizer isso, milord, principalmente para mim.” O cinismo em seu comentário era perceptível. Ele sorriu para ela, um sorriso encantador, mas apenas revirou os olhos. “Isso não vai funcionar comigo.”
— Me desculpe, mas a senhorita não aparente ser doce. — disse ele. — Aparenta exatamente o que é: arisca. Seus olhos dizem tudo, milady. — respondeu de maneira mais sincera e tentando ser o mais educado possível. — Não importa o que os outros príncipes dizem, é o que eu digo. Não me importo em chamá-la de donzela mesmo quando os outros não o fazem. — deu de ombros, sorrindo. Sempre sorrindo. Era um estado constante e natural de Benedict. — O que está querendo dizer? Está insinuando algo? — indagou se aproximando mais dela, virando a cabeça ligeiramente confuso.
Tentando não rir por causa da reação do garoto, Etzel manteve a pose, com apenas um sorriso maroto nos lábios enquanto via o loiro se atrapalhar com as palavras. “Você não parece estar tão certo disso… Mas não posso culpa-lo. Eu sou mesmo encantador.” o sorriso do príncipe aumentou para então se transformar em uma gargalhada. “Relaxa, tomate. Confesso que também prefiro beijos de garotas. Mas beijos serão sempre beijos… Você quem está perdendo dessa vez.”
— Claro, claro. Você é encantador. — Benedict sorriu aliviado. — Hm, nunca beijei um rapaz e nunca me ocorreu beijar um, tampouco sou curioso quando a isso, mas talvez algum dia eu experimente. Algum dia. Não hoje. Com certeza não hoje. — ele pigarreou sentindo o rosto ser invadido pelo sangue novamente.