Sade Olutola

PR's Tumblrdome

oozey mess
d e v o n

Love Begins
$LAYYYTER
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ

Kiana Khansmith
i don't do bad sauce passes

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Xuebing Du
Not today Justin
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Cosimo Galluzzi
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he wasn't even looking at me and he found me

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@sic-k
Minha Guirlanda Azul Será Sincera
a.j
quando ponho meus pés fora de casa, sou sempre sincera, com o peito doendo ou não. à mercê da euforia dos carros e do prazer noturno, é inevitável pensar receber algo em troca, não por minha sinceridade, só por ser mais uma estrela morta vista lá de cima. esta sensação fina e rara de preenchimento me enche de mimos, penso que tanto eu ganho, e nada. se eu apenas visse os carros como carros e os meus pés como pés, talvez sim eu ganhasse algo real.
a multidão e a fenda espiritual cortada em todo carnaval, é isso, é assim que eu sou. lembro quando fui espremida em uma multidão de suor e cheiro de gelo - a mão pra cima, meus dedinhos finos e longos inspirando e expirando não sei o quê, não consigo descrever mais, eu buscava melhor aquela prenda da vida, eu me entendia melhor com a aura espectral roxa quando eu era mais gente, é bizarro me olhar de fora e perceber o quanto definhei.
hoje em dia, ouço as melhores da Chiclete com Banana quando estou sozinha, meu coração bate frenético como nunca, lembro da minha mãozinha esticada ao sol e choro. eu adoro assim. não me puno com esta nostalgia, sei que mereço. sei que é truque para me fazer querer retornar, e falho, descubro novamente e falho... correr atrás de um fantasma é tentador quando ele está sempre feliz, não me culpo, sabe?
é no maximalismo infindo de cruzes cinzas, das flores falsas e azuis, nos túmulos esquecidos, onde eu me acolho. ser mais uma alma além das portas das covas me agrada profundamente, adoro fazer parte de uma multidão, adoro o cheiro de gente, sua temperatura, quando emite som, quando não emite. no cemitério é sempre fresco, um lugar frio na verdade, não tem diferença para mim.
uma vez li em um muro antes de entrar: "NÃO TEMA A MORTE", temo nada, Telmo tudo. o meu pavor por tudo prevalece ao longo do tempo, é até gostoso saber que tenho mesmo uma essência, poder busca-la como os homens fazem é que faria bem para mim, a autencidade é um fardo feminino, a autencidade.
o meu desespero é autêntico, uma alma desesperada é desejar tudo, não há nada mais real para mim o desejo e por consequência a angústia. meu desespero em ter e ser é sentir inveja do que poderia ter, inclusive das guirlandas azuis que os mortos têm. a minha só pode ser menos artificial que as outras, mais bonita, mais colorida que tudo.
tem diferença sim dentre tudo que eu digo ser. eu nada me importo. são os intervalos... era viver sempre de madrugada, com a mãozinha à buscar aquilo e a guirlanda azul. não me faria poeta, eu me desfazeria se assim eu fosse enfim feliz.
nunca pertenci a nada, quando olho a minha linha do tempo percebo a falta que faz ter uma identidade construída com as vigas de um lugar seguro, um lar. tenho a impressão cega de que vou inspirar vida por muito tempo e depois de respirar expirarei todos esses anos por muito tempo também, seria parte da terra, estaria no ar, à Terra eu enfim pertenceria
09.01.2026
desarma o meu masoquismo quando essas coisas são fáceis. sempre dói de qualquer jeito, sem prazer então. conto sempre com a minha sorte pouco convencional - tenho dito isso demais nos últimos meses... eu e minha sorte inconveniente
this is how spending a really fun day with your friends feels like
Gravestones
30/11/2025
Nas extremidades dos meus brotoejos, não cabe o amor, nem a luxúria, apenas minha vaidade borbulha sozinha.
lembro-me quando os sábados ainda eram sábados
hoje em dia nada mais é como foi, como costumava ser
e eu fico esperando o sábado para pôr no lugar do hoje o que não é mais
Guitarrista Melindroso
a.j
Queria estar na casa das suas curvas, todas elas. Até mesmo nas curvas dos seus lóbulos quando se aquecem e colorem-se em timidez.
Queria estar na casa das suas curvas, beijando seu pescoço onde curva para se entregar. Dedilhando o bruto curvar de suas ombreiras tão humanas, que eu as tenho etéreas.
As curvas do seu corpo fibroso, não sou capaz de distinguir se lhe faltar seis cordas. Gritam e choram submissas sob seus dedos, soando melosas o prazer que é serem tocadas por ti.
Qual é esse ímpeto moral que sinto ao te ver melindroso correndo as pontas do dedo por aquelas casas, em curvar os joelhos para aprecia-lo?
Nas bordas de uma queda d'água, eu deslizo confiante por saber que também sei gritar e chorar submissa sob seus dedos, soando melosa o prazer que é ser tocada por ti.
Me banho feliz no teu mar cor de tempestade. Erguendo castelos de areia e desabando-os com o calor da minha saliva nesta praia que tu cultiva galudo.
Me traz galante os melhores dedos que as cordas podem ter, e o presente que a sua música ainda não tem. Aponta para os meus céus, entoa maravilhas sem fazer canções, provoca estalos em minhas pálpebras, sendo engolido pela explosão das minhas estrelas.
eu só vivo uma vez. porque morro um pouquinho todos os dias.
porque quando atraio o que sempre quis, não é nunca o que eu preciso
um guys, I think we need to stop waiting for ‘the right time’ and just start doing the things we want whenever because the right time’s never gonna come, and if we keep waiting it’s just gonna turn into an endless cycle