Agora eu me retiro, vejam-se livres de mais pesadelos e. Boa noite.

titsay

#extradirty

Janaina Medeiros

JBB: An Artblog!
One Nice Bug Per Day

No title available

oozey mess

⁂

Kiana Khansmith
YOU ARE THE REASON
Claire Keane
Cosmic Funnies

shark vs the universe
sheepfilms
RMH

Origami Around
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
Cosimo Galluzzi
dirt enthusiast
will byers stan first human second

seen from United States

seen from United States
seen from Hungary

seen from Türkiye
seen from United States
seen from United States

seen from Malaysia

seen from Türkiye
seen from India

seen from Canada

seen from Germany
seen from United States
seen from Argentina

seen from United States

seen from United States

seen from India
seen from United States

seen from Netherlands
seen from United States
seen from United States
@starsshadows-blog
Agora eu me retiro, vejam-se livres de mais pesadelos e. Boa noite.
d0rcasmeadowes respondeu a sua postagem: ip-rongs respondeu a...
kkk só rindo de vcs kk no rpg q eu jogo, viviamos zuando com ele, dizendo que era gay, mas td bem, eu supero meu amor por ele kkkkk sq-
ele n é gay, ele é pirocadecristalsexual
socorro
ip-rongs respondeu a sua postagem: ip-rongs respondeu a...
kkkkkkkk remus e a piroca filosofal
pq até a piroca do remus é filosófica
ok
dps dessa eu me retiro
ip-rongs respondeu a sua postagem: ip-rongs respondeu a...
remus o cristal mais precioso dentre os prisioneiros de azkaban. wtf man wtf, bora dormi larinha
adjbopidjasnidjasncojosdj remus e as relíquias de pirocas e sos
d0rcasmeadowes respondeu a sua postagem: ip-rongs respondeu a...
qnd maldade kk eu lendo isso e rindo, q isso meninas kkkk
maldade? só vejo vdds -qqqq
ip-rongs respondeu a sua postagem: ip-rongs respondeu a...
daria um filme, remus e sua piroca de cristal
remus e a piroca desejada em azkaban
ip-rongs respondeu a sua postagem: presumptio-n respondeu a...
não é qualquer piroca, é a do remus. q é tipo de ouro kkkkkkkkkkk
sim vdd
só que é de cristal
e nem me contestem pq vcs n sabem nd
remus > all pq membros de cristal e que
presumptio-n respondeu a sua postagem:the-croow respondeu a sua postagem: versiopelius...
ppks > pirocas abs hu3
piroca do remus > all qqqqqqqq
ip-rongs respondeu a sua postagem: the-croow respondeu a sua postagem: versiopelius...
Te faz bi nathnath dapsdkpoask
já o sirius n tem esse problemas, pq é jiripocas + remus que é quase a mesma coisa rç rç
the-croow respondeu a sua postagem: versiopelius respondeu a sua postagem: hétero?...
ooc: que nem eu. ter preferência por ppks n me faz lésbica, tampouco curtir um pouquinho os guris, me faz hétero u_u
versiopelius respondeu a sua postagem: hétero? ooc: “curtir a piroca do moony não faz de mim gay. abs”
hétero?
(sirius me parece o típico 'só sou gay por ele' e wtvs, mas enfim, quem sabe em um futuro, aí é provável que ele seja foda-se e tal, é muito cedo pra essas coisas btw, n se exaltem feras)
seu animal favorito?
Cães
(só um palpite assim)
after the midnight hour @wolfstar
Arrependera-se das palavras que saíram de sua boca no momento em que ainda as proferia, mas não havia conseguido conter-se, calar-se. E mesmo depois, ao trivializar sobre algo banal e fora do contexto, não desejara amenizar o clima, havia sido apenas algo mecânico, imposto por sua parte que apenas almejava manter a sanidade. Contudo, sanidade era o últimos dos sentimentos em destaque dentro do tornado que havia se formado em seus pensamentos. Não havia sanidade no caos em que se colocara ao iniciar aquele assunto, e tão pouco as orbes acinzentadas o ajudavam a mantê-la ao arregalarem-se daquele jeito. Conhecia-o bem demais para não ser capaz de distinguir a revolta que por elas transbordavam, a auto afirmação de inocência. Naquele momento foi capaz de reconhecer a similaridade que existia entre o lobo e o maroto, e num misto de confusão e resignação, regozijou-se em silêncio. Pois, sem ela, jamais teria sido capaz de quebrar as correntes que o auto-controle havia posto ao redor de suas vontades.
E a única vontade que tinha naquele momento resumia-se ao garoto prostrado diante de si.
“Eu realmente preciso responder a essa pergunta, Sirius?” Sussurrou, incapaz de fazer-se soar mais alto, a raiva que instantaneamente havia se dissipado voltava com a mesma rapidez com que havia ido, incapacitando-o de fazer algo além de tremer. Tremer e sussurrar “Não é um tanto óbvio que você pouco faria além de ficar comigo se dependesse de mim? Seria você tão obtuso a ponto de não enxergar isso?” A coragem, advinda da raiva, corria em suas veias, tal qual um droga, tentadora demais para se resistir. As orbes acastanhadas chocaram-se outra vez com as cinzentas, e não houve hesitação ou arrependimento - provavelmente por ser tão incapaz de processar tudo o que dizia quanto julgava o outro. Mas a sensação de invencibilidade esvaiu-se mais rápido do que deveria, do que desejara. Assim que fora atingido pelas palavras do outro, murchou, tal qual uma flor que recebe cuidados excessivos, desnecessários. Se Sirius intencionara extinguir sua raiva, havia conseguido. E ainda mais, resolvera também o nó em seus pensamentos. A pena era resposta para tudo.
Obrigou-se a engolir o bolo formado em sua garganta, saboreando algo muito próximo da rejeição. O contato físico emitiu ondas através de todo o seu corpo, e pela primeira vez, percebeu o quão errado aquilo era. O quão errado deveria ter soado ao outro. As palavras passaram através de seus ouvidos como vento, sentindo-as sem realmente ser capaz de segurá-las “Não é como se precisássemos fazer isso. Eu não pedi que fizesse” Levou seus dígitos aos do outro, agarrando-os e forçando-os à soltá-lo, apesar de tal força, sentiu-se fraco, digno de pena “Apenas saia”.
Haviam mais de mil perguntas subindo ralas pela garganta de Sirius, e mesmo que não fosse conhecido como aquele que sofreia seus desejos e ímpetos, ao assistir Remus transbordar e se render à cólera de forma tão aparente, tão palpável, obrigou-se a absorver a sua própria. Resignou-se a observá-lo minunciosamente, com a primazia de quem observa uma obra absurda. Cada palavra que saía da boca de Remus - essa mesmo que, pelos infernos, parecia mais saliente e apetecedora do que nunca; Sirius tinha certeza de que era mais uma piada do universo para ironiza-lo - lhe parecia, mesmo, um punhal. Facilmente sua mente incumbiu uma lacuna. Convencia-se de que não era merecedor da ira que o lupino apresentava, e se convencendo, percebia que embora o tom fosse ríspido, áspero, próprio da fúria silenciosa e do secreto desespero permanente em Remus, as palavras não condiziam. Não condiziam e Sirius era, comprovadoramente, demasiado obtuso para compreender, era isso tudo muito maior do que a visão de um apoquentado cãozinho pode alcançar. Tapou suas tormentas como sempre faz. E com queixumes dignos do lobo à sua frente, Sirius observou o lupino murchar, e incomensurável fora a sua profusão de sentimentos que pendera mais para satisfação até quando tivera a mão bruscamente afastada.
Sua expressão transcendeu novamente e, agora, era estoica, austera. Vez de Sirius de usar daquela noite para exibição de raridades. Deixou que o silêncio os deflagrasse por completo, embora as palavras fossem fogo em sua língua. Não é como se precisassem fazer isso? Não é como se precisassem? O moreno balançou negativamente a cabeça como resposta e como desprezo - pela obtusidade alheia, dessa vez. Engoliu em seco e procurou todas as interpretações possíveis daquela frase lacônica.
Remus estava se referindo às luas cheias? Porque se fosse, ele era, com certeza, o mais idiota de todo universo. Machuca-lo não era preciso, é claro que não era, se houvesse outro meio, se houvesse alguma outra forma, se ele conseguisse protegê-lo diferentemente, se ele... Mas não havia. E como se Sirius já não sofresse o cilício do fato por si só, lhe vinha o próprio lobo causador das tormentas lhe jogar na cara a sua impotência insuportável. Remus também poderia estar se referindo àquela lua cheia em particular, ou melhor, pós-lua-cheia, e esta também, era extremamente necessária. Talvez não tão necessária como outras possíveis interpretações, mas sim, era. Porque, sim, é de seu total egoísmo estar prostrado na frente de Lupin naquele exato instante, e mesmo assim não deixa de ser extra-sensorial o desejo que lhe baixou de voltar à enfermaria minutos antes. E se Remus estivesse se referindo à discussão, essa também era necessária. E Sirius não sabia por quê e nem sabia como, mas era, porque era Remus irritado com ele, sem motivo direto, mas não deixava de ser. E sendo, sendo... Remus, era necessário e fim. E da parte do lupino dizer que não precisava daquilo, que não lhe era tão essencial quanto era pra Sirius, era uma baixaria tremenda, um desrespeito, um suplício. Depois dos estáticos segundos, os olhos cinzentos voltavam aquilinos aos castanhos e sua voz era veemente, um contraste com a ciciante de Remus:
-- Diga por você, Lupin. -- Sua expressão, ainda estoica. -- Pra mim, isso é extremamente necessário. -- Não fez questão de se afastar, mas uniu os dois braços sobre o peito, entrecruzados, um protesto. -- Não vou sair daqui.
Remus and Sirius after one of their fights.
Taken by a charmed camera, that was sent by Sirius himself.
Ok, Remus é tão passivo que eu sou praticamente hétero
actors that you’d like to see as the 12th Doctor: Ben Barnes, requested by the-impossible-girl-who-can request more!