FAMÍLIA GRANDE JÁ É DIFÍCIL, IMAGINA QUANDO A SUA IRMÃ TROCA A CAUDA PELA VOZ COM UMA BRUXA DO MAR…? A nossa nova habitante costumava se chamar ARISTA, do conto THE LITTLE MERMAID, e antes da névoa da maldição arrastá-la até Storybrooke, ela estava no REINO DE ATLANTICA, lá na FLORESTA ENCANTADA. Aqui na cidade você talvez a encontre se procurar por uma tal de GIANINA MARIE WALLER que trabalha é FUNCIONÁRIA DA ROLL UP! E SURFISTA.
· 、𝐏𝐑𝐎𝐅𝐈𝐋𝐄
nome completo: gianina marie waller
apelido: gi, gia, nin, nina, marie
profissão: atendente do roll up! e surfista.
idade: vinte e cinco anos
signo: libra
original: arista
conto: pequena sereia
faceclaim: madelyn cline
filiação: ruby waller, coraline waller, cordelia waller, bexley waller.
PINTEREST & SPOTIFY
𝐈𝐍𝐒𝐏𝐎𝐒: nina riva (malibu rising); chidi (the good place); tabitha foster (trinkets); mitchel pritchett (modern family); tétis (mitologia grega);
· 、𝐁𝐄𝐅𝐎𝐑𝐄 𝐓𝐇𝐄 𝐂𝐔𝐑𝐒𝐄
arista é a quinta filha de tritão e sua esposa athena, e apesar de ser princesa dos sete mares era uma garota como qualquer outra em um reino encantado. sonhadora, ansiosa por aventuras e apaixonada por diversão. se ressentia das irmãs quando a excluíam de suas tramoias, principalmente de arial, já que a caçula era um verdadeiro imã de problemas e arista queria estar envolvida neles, sempre que possível. é agitada mas não fica com raiva por muito tempo, afinal, seus ressentimentos eram frequentemente sufocados pela nova distração. adorava música, seja cantando ou tocando, sendo conhecida por tocar o chifre de peixe unicórnio com esmero, até sebastião a elogiou uma vez, tendo se referido, na ocasião, como uma das princesas com mais potencial. o problema, era justamente que arista era só isso. potencial. muitos sonhos, vontades e pouca prática. era obediente demais e isso acabava a deixando para trás das irmãs, era pouco criativa e um tanto quanto passiva, o que na maior parte do tempo a deixa ansiosa e muito frustrada. antes da maldição, ela estava com aquele sentimento de que precisava fazer algo, de que sua história deveria ser mais do que apenas ser a irmã de alguém. mas, como sempre, isso não passou de um pensamento que nunca se tornou realidade e ela logo se viu presa num looping de frustrações, onde nunca saiu do lugar, em storybrooke.
· 、𝐀𝐅𝐓𝐄𝐑 𝐓𝐇𝐄 𝐂𝐔𝐑𝐒𝐄
funcionária do roll up! a pista de patinação artística da cidade, ela era com certeza vista como uma garota divertida. surfista, baladeira, aventureira, era raro que a waller dissesse não para qualquer coisa que seja. quem a vê, de certo não imagina o sentimento de frustração e estagnação que ela experimente em silêncio. ela é só sorrisos, festas e animação e parece ter noção do que quer para vida, sempre na expectativa de fazer algo. uma viagem, faculdade, um torneio, uma banda. mas, por algum motivo, ela nunca faz nada disso. e mesmo inserida nos momentos mais divertidos da cidade, ela ainda se sente entediada o suficiente para que dê vazão a um sentimento antigo: afanar objetos que não lhe pertencem apenas para sentir a adrenalina em suas veias. gianina quer algo, é possível ver a ansia em seus olhos por mais. mas pelo quê, é a grande questão de sua vida.
· 、𝐏𝐄𝐑𝐒𝐎𝐍𝐀𝐋𝐈𝐓𝐘
+ divertida, aventureira, leal, obediente, bem intencionada, esperta. - desmotivada, indecisa, ciumenta, passiva, insegura, irresponsável, cleptomaníaca.
· 、𝐓𝐑𝐈𝐕𝐈𝐀
Sua cor favorita é vermelho. (sendo sua calda, quando sereia, vermelho e rosa brilhante)
Tem um gato chamado Dolphin.
Seu token é um colar com ponta de chifre de peixe unicórnio, o instrumento que tocava quando ainda era princesa dos sete mares.
· 、𝐖𝐀𝐍𝐓𝐄𝐃 𝐂𝐎𝐍𝐍𝐄𝐂𝐓𝐈𝐎𝐍𝐒
melhores amigas, roomates (0/2), boas influências, más influências, amigas de festa, ex-namorados, one night stands, protetor, alguém que a via roubando ou que foi roubado por ela, inimigos, amigos de trabalho. + POST COM CONNECTIONS INSPIRADAS EM MAMMA MIA!
· 、 𝐁𝐀𝐂𝐊𝐒𝐓𝐎𝐑𝐘
Diferente das irmãs adotivas, Gianina se lembra bem de sua família de origem, tendo sido uma das irmãs Waller a ter sido adotada mais “velha”, com quatro anos de idade. Seus pais não eram nenhum exemplo, na verdade, pareciam um trem descarrilhado prestes a atingir uma grande cidade. Um desastre eminente. não tinham planejamento, o dinheiro era sempre curto, adolescentes, jovens demais para criar uma criança. Eles abandonaram a filha no orfanato antes de deixarem Storybrooke e nunca mais voltar. Como toda criança que tinha sido, de fato, abandonada, ela sempre se perguntou o que tinha de errado com ela, afinal, ela tinha de ser péssima mesmo para que os próprios pais a renegassem.
Os Waller, em contrapartida eram tudo o que uma família de verdade deveriam ser. Faziam atividades juntos, nadavam juntos, participavam de torneios juntos. E a quinta filha sentia que precisava compensar de alguma forma, se provar o tempo todo, como que para convencer aos pais de que ela tinha sido uma boa escolha. Não era a mais inteligente, nem a mais talentosa, mas ganhou sua parte de medalhas em torneios de surfe — o suficiente para que os pais acreditassem que ela tinha futuro no esporte. Ela era boa musicista, tinha a voz e a facilidade dos com os instrumentos para que também não fosse desastroso caso decidisse seguir por esse caminho e também não era burra, tinha notas ideais para entrar numa universidade e sair dalí se quisesse. Acontece que Gia nunca de fato decidia o que queria. Era boa em muitas coisas, mas não era excepcional em nada. Gostava do mar, das ondas, da prancha, mas no minuto em que isso se tornava uma obrigação, um ofício, a menina não tinha a dedicação necessária para que se tornasse relevante. A crise existêncial dos vinte e poucos anos atingiu a loira em cheio.
Tudo o que ela queria era se divertir, dormir até tarde, festejar e pegar umas ondas quando o clima do Maine cooperasse. Ao mesmo tempo, não queria ser uma decepção para os pais. E talvez o pai tivesse notado a falta de motivação da filha em seguir um caminho responsável e autonomo se suas outras filhas não fossem um tornado, cada uma ao seu próprio jeito. Ela era quase que a filha ideal, pelo menos não trazia problemas, e ela abafava qualquer dúvida e insatisfação que tinha, sempre sorrindo, rindo e fazendo piada as próprias custas.
Para se manter em um quarto alugado entre amigas, ela trabalhava como uma faz tudo no ringue de patinação dos anos 80 da cidade, o roll up!, vendendo algodões doce, raspadinhas e batata frita, limpando o vômito no banheiro e socorrendo senhores da terceira idade que se estabacavam na pista. O emprego a primeira vista parecia perfeito para ela. Divertido, funcionava as tardes e dias de semana, uma fonte de renda segura, até que até isso se tornou um tédio para ela.
O velho hábito, que nascera no orfanato de afanar propriedade alheia se tornou ainda mais intenso. Não era nem pelo valor da coisa, afinal, ela nunca vendia nada do que conseguia roubar, mas sim pela a emoção da coisa. um segredo, uma aventura que fazia seu coração disparar. tinha vezes que apenas isso a fazia se sentir viva e em outros momentos seu coração se enchia de culpa. Dividida entre ser uma boa garota e orgulho para a família, fazendo algo de útil com sua vida e seu desejo intrínsico de viver uma grande emoção, Gianina parecia estar sendo puxada em forças opostas com toda a força e como resultado, não saia do lugar.
Estagnada, ela via sua vida em Storybrooke quase que como um daqueles filmes ruins em que todos os dias pareciam os mesmos. um looping eterno que deixava sua boca com um gosto amargo sem um motivo aparente. Estava decidido, ela faria algo de sua vida. O quê, no entanto, era a grande pergunta que não a deixava dormir a noite.














