🫥
he wasn't even looking at me and he found me

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@suicidagirls
🫥
“Mas o pior mesmo é quando você acha que passou e começa tudo de novo.”
— Grey’s Anatomy
A depressão acabou com o pouco que eu tinha.
Agora me resumo em sentir vazio ou angústia e a constante pergunta do porque não acabar com isso agora?
Perder-se
Eu hoje vendo minhas fotos do passado não reconheço mais a pessoa que fui nem na que eu me tornei.
Eu não reconheço aqueles sorrisos dados nas fotos nem o olhar de felicidade, é como se eu nunca tivesse estado alí.
Estar feliz, é como uma bomba atômica de coisas boas, mesmo que eu saiba que posso estar infeliz em segundos, são esses momentos de felicidade que me fazem lutar todos os dias por nós.
Nem a distância vai nos separar. (via vireipassaro)
Ele merece uma namorada, não uma garota autodestrutiva com todo o seu mundo problemático
- Suicidagirls
“No silêncio, é difícil evitar certas coisas. Fica tudo evidente. E você não consegue se livrar.”
— The End of The F***ing World, 2018.
“Devemos nos lembrar sempre desta tese: se a sociedade nos abandona, a solidão é tratável; mas, se nós mesmos nos abandonamos, ela é quase incurável.”
— Augusto Cury.
O espaço já foi ocupado, minha ausência não foi sentida.
Are you really okay, Charlie? (via vireipassaro)
DESABAFO
Já teve medo de sair de casa? Não aquela ansiedade antes de um passeio ou aquele receio de ser assaltado, mas sim crises de pânico só de pensar em passar pela porta, sem motivo aparente. Se não, espero que nunca tenha; se sim, estamos juntos nessa.
Desde muito nova eu tinha medo de contatos sociais e crises de pânico, mas na época não sabia como denominá-las. Uma vez cheguei a fugir da escola só por que minha sala estava com a porta fechada quando cheguei, e só de pensar em ter que bater e todos olharem pra mim, foi o suficiente para me fazer ir ao extremo para fugir daquela situação. Sentia como se fosse vida ou morte.
Dois anos depois de me formar, se saí de casa 15 vezes foi muito. Claro que tentei uma faculdade, e já no terceiro dia fui parar na ala psiquiátrica de um hospital. Motivo? O professor pronunciou as palavras “seminário”, e com isso me ocorreu um onda de terror que não pude conter. Trabalho? Até sinto que seria capaz, mas só de pensar na entrevista e, Deus do céu, atender pessoas/telefones, é o suficiente para me fazer passar mal dentro do meu próprio quarto.
Agora estou aqui, escrevendo este texto, depois de ter que cancelar um importante compromisso por não conseguir sair de casa. Nem mesmo ao quintal eu vou. Às vezes, eu sinto como se eu não estivesse me esforçando o suficiente, mas aí lembro das coisas que já aconteceram quando me forcei a isso e de quando cheguei á meu limite, e vivê-las novamente não está nos meus planos.
Eu imagino como deve ser ir ao mercado sem passar mal antes, ou sem se preocupar se alguém está me julgando ou não. Quero ir á museus e festivais, sem passar por uma longa crise de ansiedade. Quero praticar esportes sem sentir vergonha de mim e por mim. Quero que entendam que mesmo que marcamos de fazer uma festa do pijama ou de nos encontrarmos em algum lugar, e eu disser que não consigo ir, é por que de fato não consigo; e dizer para ficar calma não vai ajudar. Quero que se eu estiver com você e disser que estou ansiosa, na verdade estou tendo um pequeno ataque de pânico e você não precisa fazer nala além de me abraçar forte e não me soltar, já vai ter barulho de mais na minha mente para ouvir mais um “você vai ficar bem” ou “respira que passa”
Só quero apoio e que mesmo que esteja demorando para procurar ajuda, essa é a minha luta. Eu não me sinto bem de pensar em ir á um consultório para falar sobre isso, mas talvez um dia eu vá. “Tudo no seu tempo”, essa é a lição mais valiosa que aprendi. Não importa se todos dizem que já está na hora, se você se pressionar e se forçar á seus maiores medos, não vai ser assim que vai superá-los. Mantenha a calma e olhe para si mesmo, sente que está pronto para enfrentá-lo? Não? Não tem problema, apenas não é sua hora…
Fobias e o Tratamento com Hipnose
A Hipnoterapia te ajuda a superar as diferentes fobias e ter uma vida com mais liberdade. As fobias se encaixam na questão dos chamados transtornos de ansiedade. O indivíduo com medo, tem um estado de ansiedade muito acentuado e qualquer coisa que simbolize o objeto da fobia, faz com que desencadeie esse medo. A diferença entre o medo e a fobia é que o medo é uma reação normal, em resposta a alguma ameaça ou perigo real. Já a fobia é um medo excessivo, desencadeado pela exposição ou antecipação de determinada situação ou objeto, e só o fato da pessoa pensar ou imaginar o objeto, já desencadeia às vezes várias reações e sintomas fóbicos. Essa perturbação leva à ansiedade, além de outros sintomas que causam grande impacto e limitações na vida da pessoa.
Veja Também: A Hipnose é uma Ferramenta Nativa da Mente
A fobia não tem idade para desenvolver, porém, na infância ela pode aparecer com maior facilidade. Muitas crianças têm fobia de escuro, raio, trovão, tempestade, animais ou até mesmo de situações fantasiosas. No entanto, na medida em que a criança cresce, esses medos deixam de ser significativos, e podem desaparecer. Algumas vezes essas fobias não somem, mas, geralmente, a pessoa não lembra mais a causa da fobia, pois há uma tendência dos indivíduos reprimir as coisas que são emocionalmente negativos ou traumáticas. Isso não quer dizer que a fobia pode surgir apenas quando criança, pelo contrário, ela também pode aparecer na fase adulta e por motivos diversos ou fortes situações estressantes.
Veja o Vídeo: Assuma a responsabilidade pelo seu próprio sistema emocional...
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Tipos de Fobia
Existem dois tipos de fobias, a especifica ou social e a inespecífica. A especifica ou social se manifesta em qualquer situação de exposição ao público, onde o indivíduo tem que praticar atividades como escrever, comer, dirigir, falar em público, entre outras. Os sintomas mais comuns é que o indivíduo pode apresentar taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos), sensação de desmaio, palidez, taquipnéia (respiração rápida), voz engasgada, gagueira e outros. Já nas fobias inespecíficas, o indivíduo apresenta basicamente os mesmos sintomas e podem se manifestar de várias formas, como por exemplo, ter medo de dirigir, de ambiente fechado (claustrofobia) ou espaço aberto (agorafobia), de elevador, de voar, de animais e outras diversas fobias. Além disso, a fobia pode em raros casos, ser adquirida via materna por questões hormonais, tendo a mãe vivenciado algum medo forte ou fobia ocorrida na gravidez.
Veja Também: PANTRUS - Autoterapia | Dê o primeiro passo para superar suas questões emocionais por si mesmo…
Tratamentos
Existem vários tratamentos para fobia e a grande maioria tem resultados positivos. A hipnose por excelência é uma das melhores formas, sendo usada, estatisticamente entre 8 a 12 sessões, com bons resultados. O objetivo da hipnoterapia é “remover” o medo subconsciente. Uma técnica comum usada na hipnose é a chamada regressão de memória. Ela tem-se revelado muito eficaz, não importando quanto tempo a pessoa sofre da fobia. No tratamento, o paciente descobre as causas da fobia e o hipnoterapeuta faz uma ressignificação do medo, mudando a compreensão e o aspecto de negativo para positivo. Um exemplo é quando a pessoa adquire a fobia na infância. Com o tratamento da hipnose e através de sugestões, o hipnoterapeuta muda a percepção consciente do paciente, à partir da ressignificação do inconsciente e dá um novo significado para aquela situação vivenciada.
Fonte: agoraparana.uol.com.br
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Fobias e o Tratamento com Hipnose Foi originalmente publicado em Clínica Delphos de Hipnose e Psicologia
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Psicóloga
Final de ano, desde março sem trabalhar, sem ser eu, sem ser alguém. Todo esse tempo tentando me recuperar, buscando encontrar de onde vem tanta falta de amor próprio, agônia, incompatibilidade com o mundo. Quase um ano de bads, tentativas de suicídio, isolamento, autopunição, remédios, terapia, crença, descrença, vergonha... Isolada por "opção", fico ponderando as minhas melhoras e se ja estou apta a voltar ao mundo, já que tenho um filho para criar e uma vida de resonsabilidades que não parou junto comigo. Hoje fui à psicóloga, meio mal, sentindo uma agônia, um aperto no peito, uma vontade de chorar, mas sem motivo nenhum, pelo menos aparente, achei que hoje seria um dia bom, como um daqueles em que cheguei só enxergando as minhas falhas e fracassos, mas saí percebendo que tinham coisas boas acontecendo e que alguns passos a vante foram dados que eu não tinha percebido, mas foi tudo diferente, ouvi que talvez o remédio que o psiquiatra definiu como o adequado para mim, não estivesse agindo como o esperado, pois já se passaram quase um ano e depois de trocar o remédio e ajustar a dose pela segunda vez, já era para eu estar pelo menos QUIMICAMENTE melhor. Isso foi um choque, embora eu soubesse que a coisa por aqui ainda esta feia... ( o fato é que eu me deixei enganar depois que senti como eu quero ver o Antônio crescer e como eu tenho medo de perde-lo ) achei que as coisas estavam mudando. Espero que eu consiga mesmo melhorar, porque viver querendo não existir é horrível! Eu não quero mais, NUNCA MAIS sentir medo das pessoas e vergonha de mim mesma, eu não quero mais me sentir inferior aos outros e me menosprezar, eu quero poder viver de acordo com o que eu acredito e me afirmando nos lugares, eu quero ser alguém de verdade, eu quero poder viver de verdade. SOS
“Eu vi estrelas no céu, mãe, eu comi estrelas e agora elas brilham em mim, eu estou chorando porque quero voar mas não consigo, o céu, mãe, eu quero morar no céu onde ninguém machuca meus braços e as minhas mãos não são esmagadas; aqui eles apertam a minha voz, aqui eles chutam meus sonhos para a vala, aqui eles querem me ver preso à dor. Eu não aguento, o paraíso é muito distante daqui? Porque se der, eu vou a pé, eu vou com os pés no chão contando os minutos para que eu veja tudo indo embora: você, meus amigos infelizes, meus professores angustiados, a população morrida, mãe, as guerras na Síria me afetam, há poetas perdendo seus dedos pra guerra e a gente só pode pedir para o infinito os guardarem, e a seca dos interiores consomem meu cérebro, a gente pode levar água mãe, a gente pode salvá-los, diz que sim, eu não aguento esse mundo, estão pisando nos meus ombros, eu não suporto o peso da roda-gigante, do tic-tac, da solidão que pede meu corpo e eu, sem forças, o dou. Amazing grace, se eu pudesse colocar essa música para tocar para os africanos que passam fome agora, mãe, eu faria; eles devem precisar de comida, e aqui dizemos que livros saciam. Saciam mesmo? Acho que se jogássemos páginas no deserto eles rasgariam-nas e comeriam-nas até dar disenteria. Eles riem quando digo que quero ser um elefante ou uma girafa, e por quê? A beleza do mundo perdeu-se entre tantos computadores e falas absurdas, os apartamentos contêm mais objetos do que sentimento, eu não aguento isso eu não aguento isso, poesia é motivo da chacota e porque decoro poemas me chamam de louco, mãe, eu estou morrendo aqui, estou perdendo meu fôlego, o paraíso está perto? meus pés doem, cadê a água, e meus amigos, e os livros, e poesia mãe a poesia, cadê? Os Estados Unidos ainda mandam no mundo, eu preciso engolir o sistema para estudar, o metrô parece uma prisão à luz do dia, eu estou com preguiça de viver, eu desabafei demais, mas mesmo assim eu falo sozinho, meu melhor amigo são as palavras e elas ainda assim nem dizem tudo, elas só dizem um pouco. Mãe, hoje me machucaram, falaram que eu sou antissocial, e o que é ser isso, mãe? Isso é legal? É que eu só me preservo de todas as facas que me lançam, eu queria flores, e poemas, e canções; queria abraçar o mundo que sofre sem causas aparentes. Mãe, o paraíso já chegou? meus olhos estão se fechando, eu já não vejo nada… mãe, eu não sinto nada.”
— Floresinexatas.
Eu me escondi dentro de mim.
respirar
via weheartit