O podcast Trax by Avenged Sevenfold deixa a família A7X por dentro das melhores histórias a respeito de suas faixas favoritas da banda. Cada música será discutida com detalhes pela banda e convidados especiais.
Até o momento dessa publicação, dois episódios já estão disponíveis. Assine/siga o programa no Spotify e não perca os novos episódios.
M. Shadows destaca importância do streaming para os artistas do ramo musical.
Recentemente David Draiman (Disturbed) refletiu como as plataformas de straming facilitaram a vida dos músicos e das bandas, uma vez que reduziu os downloads ilegais.
E parece que o frontman do Sevenfold parece concordar. Recentemente, numa entrevista concedida a um podcast, The Bob Lefsetz Podcast, exaltou a possibilidade de tornar isso rentável.
“Pulei de cabeça no streaming quando tive a oportunidade de não precisar mais andar por aí carregando CDs e discman.”
Refletiu o vocalista do A7X, comemorando o fato de poder carregar toda sua coleção de músicas em um único aparelho.
Confira a declaração de M. Shadows abaixo:
“Acho estranho quando vejo todas essas bandas velhas destilando rancor contra o formato, reclamando que não vendem mais CDs. Será que isso acontece por não serem mais relevantes? Sejamos francos, para concorrer no mesmo campo do Justin Bieber ou The Weeknd, precisamos entrar nas mesmas plataformas, jogar o jogo. Assim, o público pode ter acesso ao Metallica ou Avenged Sevenfold.
Ainda há essas pessoas que dizem: ‘o streaming matou a indústria, e agora temos que fazer isso e temos que fazer aquilo’. Não, o streaming salvou a indústria e os consumidores. Os fãs podem ouvir você a qualquer momento. Devemos nos adaptar ao invés de ficar discutindo se vamos lançar o disco em CD, vinil ou streaming. Às vezes ficamos presos a velhos modelos, especialmente o metal. ‘Nós não vamos nos mover junto com o resto do mundo, gostamos desse jeito’. Mas é uma batalha que já foi perdida.”
Há alguns dias, o Suporte Sevenfold vem falando a respeito do novo servidor do Avenged Sevenfold no Discord. Contudo, algumas informações ficaram subentendidas e pretendemos esclarecê-las para que não haja nenhum engano perante a isso. Até porque, vimos rodar pelas redes sociais alguns rumores de sorteios que, na verdade, não foram noticiados pelo Suporte, tampouco pela banda, mas que provocaram burburinho e, portanto, é importante deixar claro de antemão que não haverá sorteio algum de NFT, inclusive não haverá acesso vitalício de shows, mas sim um acesso de três anos.
A intenção da banda ao criar o canal no Discord era justamente falar sobre os NFTs, como o próprio M. Shadows revelou durante um papo com a galera, se aproximar um pouco mais do público é um bônuns. A ideia central, no entanto, é explanar sobre os NFTs.
O público, por sua vez, aguarda já por um longo tempo pelo novo álbum do A7X e não há nenhuma informação oficial, além das que os próprios integrantes revelaram em algumas entrevistas/conversas.
Entretanto, uma coisa que chamou a atenção dos fãs foi o fato de que poderiam existir sorteios, principalmente de Meet & Greet, que são os encontros que os artistas promovem com os fãs, normalmente após os shows. O Suporte Sevenfold, porém, reitera que não haverá nada do tipo. Alguns fã-sites talvez tenham se precipitado e compreendido a mensagem do vocalista erroneamente. Portanto, fica aqui esclarecido que a banda não irá sortear meet & greets. Dentre outras, essa será uma das propriedades dos NFTs.
De maneira mais detalhada, o que acontece é que os NFTs terão propriedades diferentes. Alguns deles podem ter Meet & Greet por 3 anos e outros podem dar ingressos grátis pelo mesmo período. Isso já vem como um arquivo digital dentro do seu NFT, desta forma, não haverá nenhum tipo de sorteio. Para obter o NFT, você precisa fazer a compra deles. Confira a imagem abaixo e a tradução em seguida:
“Todos eles [os NFTs] serão gerados aleatoriamente. Uma vez que você obtém sua compra, o algoritmo vai gerar suas propriedades de acordo com as variáveis cabíveis. Ninguém, nem mesmo os integrantes da banda, sabem o quais propriedades estão em cada NFT. Todos eles as possuirão, obviamente. Mas não será possível escolher qual tipo de NFT/propriedade adquirir. Você comprará um e, caso não goste da propriedade, poderá negociá-lo no mercado secundário. Compreende?”
Além disso, alguns desses NFTs podem não acompanhar coisas relacionadas a banda, mas você poderá ganhar certos privilégios dentro do Discord. Então, se atentem a isso, pois não é sorteio, você precisa adquirir o NFT.
Essas novidades chegarão em alguns meses, sem uma data fixa por enquanto, uma vez que o Discord já está rolando a todo vapor com os fãs do mundo inteiro. Mais informações em breve. E se você tem interesse em adquirir NFTs, fique atento.
Para mais detalhes e informações, fique ligado aqui no Suporte Sevenfold nas redes sociais.
Créditos da informação: @laismzt
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Como você já deve ter visto por aqui no Suporte Sevenfold, o A7X decidiu criar um servidor no Discord para ficar bem próximo dos seus fãs. Por lá, nós temos diversos canais em que podemos conversar sobre tudo e, principalmente, com os integrantes da banda, que já estão dando as caras por alguns instantes.
E para você não ficar de fora da novidade, trouxemos o link do convite para o servidor da banda. Basta clicar neste link aqui e pronto! Lembrando que você precisa estar com o aplicativo ou conectado ao site do Discord para entrar no servidor do Avenged Sevenfold.
Caso você não tenha uma conta ainda, basta se registrar no site e seguir o passo a passo, que não é muito difícil. Lembre-se de validar sua conta para conseguir se comunicar nos canais dentro do servidor, ou então, você não terá permissão do Discord para interagir.
Já está rolando bastante discussões bacanas no servidor e os primeiros que conversaram com os fãs foram Zacky Vengeance e M. Shadows. Zacky trouxe novidades sobre a sua marca de roupas, a Vengeance University. Já Shadows passou um tempo com os fãs conversando e tirando dúvidas sobre o NFT.
Então, inscreva-se no servidor e aproveite para ter esse contato com o Avenged Sevenfold. Importante lembrar: há algumas regras para acompanhar, por isso a equipe do Suporte Sevenfold recomenda que leia tudo direitinho para não resultar em ban.
Outro ponto importante que ressaltamos aqui é: Sabemos como os fãs estão muito felizes de ter esse contato mais próximo com os integrantes, entretanto não os mencione em nenhum canal, principalmente quando estiverem offline. Isso vai contra as regras e pode prejudicar outros fãs que estão dentro do servidor.
Fique ligado aqui no Suporte Sevenfold para mais informações!
Crédito do link do Discord: @laismzt (via Twitter)
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Parece que mais novidades estão chegando para os fãs da querida banda californiana. Depois de anos sem ver os rapazes trabalhando, há novas informações rodando ao redor de uma forma para os integrantes ficarem mais perto dos seus fãs.
A ideia do Avenged Sevenfold é trabalhar com o NFT, coisa que eles já estão fazendo há um tempo (como, por exemplo, as artes que alguns fãs estão recebendo). Além disso, eles também irão fazer um canal no Discord para o público que quiser ter a chance de estar mais próximos dele. Confira a tradução da novidade:
Bem-vindos ao novo discord do Avenged Sevenfold. Utilizaremos esse servidor de forma diferente de outros discords normais e vamos tentar misturar os 2 mundos de música e NFTs.
Enxergamos isso como um caminho para o futuro da indústria e esperamos que alguns de vocês dêem esse passo conosco. Haverá muito mais informação em breve, mas compartilharemos aqui alguns de nossos planos com vocês.
Um novo álbum está sendo gravado agora e perto do lançamento, iremos fazer "mint" em uma quantidade não revelada de NFTs gerados algoritmicamente, que carregarão certas utilidades com eles. Na melhor parte, você poderá ganhar "ingressos para sempre" ou "meet & greets para sempre", e na pior parte, você pode ganhar umas artes legais com outros privilégios. Podendo ser esses, sorteios a cada 2 semanas de outros NFTs (punks, BAYC, Craniums) ou guitarras, chamadas no zoom, privilégios no discord e por aí vai. Então, se você se importa o bastante sobre esse tipo de coisa, você vai querer pesquisar e entrar no jogo.
Assim que os NFTs receberem o "mint", vamos criar uma Liquidity Pool e uma carteira comunitária. Uma liquidity pool é um mecanismo que permite que donos de NFTs os liquide, instantaneamente trocando NFTs do Avenged de nível inferior por um token resgatável. O token pode ser resgatável por Ethereum. Pode soar um pouco confuso mas explicaremos depois.
A carteira comunitária será criptomoeda separada para pagar mods, comprar terra, criar merch e fazer outras coisas que a comunidade votar. Teremos que criar um grupo para gerenciar isso, que fale por toda a comunidade. Novamente, vamos nos aprofundar nisso com o tempo.
Por agora, vamos trabalhar para melhorar tudo e esperamos conseguir alguns bons mods. Anunciamos isso para algumas pessoas apenas, então assim que conseguirmos que isso aqui esteja funcionando perfeitamente, vamos abrir os portões.
Por favor, não adicione ou ping membros da banda constantemente. Isso só entupirá nossas inboxes e ficará difícil de navegar aqui. Iremos entrar e sair e entrar nas conversas quando pudermos. Quanto mais saudável e menos tóxico isso aqui ficar, mais todos nós vamos curtir.
M.
Obs: (Servidor aberto, por favor relate quaisquer erros. Vamos manter isso para nós mesmos até que tudo esteja resolvido.)
Se liguem que quem deu o recado foi o próprio M. Shadows. Ou seja, as novidades estão vindo com tudo. Será que o próximo álbum do Avenged Sevenfold vai ser lançado ao redor dessas paradas de NFT?
Reforçando que parece que eles irão manter o grupo do Discord em off por enquanto até as coisas estarem resolvidas e logo após os últimos detalhes, a banda abre para os fãs.
Qual é a sua aposta? Conte pra gente nas redes sociais do Suporte Sevenfold.
Lembrando que todas as informações e mais detalhes sobre a banda e os integrantes, a equipe do Suporte Sevenfold estará trazendo para vocês. Portanto, nos siga nas redes sociais e fique por dentro de tudo!
M. Shadows revela quando novo álbum do Avenged Sevenfold será lançado!
Depois de muita demora e apenas pequenos burburinhos partido de integrantes do Avenged Sevenfold, M. Shadows, nosso querido vocalista, deu uma luz sobre datas do novo álbum da banda.
Na última quarta-feira, Shadows esteve em uma transmissão na Twitch e comentou sobre a demora que o novo CD está levando pra sair. De acordo com o vocalista, o álbum pode sair até o próximo verão americano. Considerando que o hemisfério norte entrou no verão há pouco tempo, podemos considerar novidades até 2022.
Além disso, ele comentou também que a demora está se dando devido a decisão da banda de montar um armazém para itens de merch e um estúdio próprio.
A decisão foi tomada para que a banda tivesse controle de tudo, segundo Shadows. Entretanto, não para por aí. Isso também se deu a necessidade de ter um lugar para os filhos dos integrantes brincarem, considerando que agora todos eles são pais e têm suas famílias.
Outra coisa é que o Avenged Sevenfold já tem shows agendados para data próxima do próximo verão. Então é bem possível que eles emendem uma turnê justamente para divulgar o novo CD.
Brooks Wackerman disse na última semana, durante uma entrevista, que já havia gravado o álbum todo ao lado dos outros integrantes. E o que foi confirmado por Shadows na live ontem. O novo álbum foi finalizado em um estúdio em Los Angeles.
Então, fã, pode ficar de olho que novidades estão mais próximas do que nunca. Vamos ficar de olho para trazer mais informações para você aqui no Suporte Sevenfold.
*Créditos das informações: Jimmy Sullivan BR e @laismzt (twitter)
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Depois de três anos afastados dos palcos, o Avenged Sevenfold acaba de marcar seu retorno em um grande festival.
O escolhido da vez é o Hellfest, que irá ocorrer em 2022, nos dias 17 à 26 de junho. A banda pegou todos de surpresa, fazendo o anúncio em suas redes sociais na tarde do último dia 17. Muitos fãs ficaram empolgados com a ideia do tão aguardado retorno da banda.
Os rapazes não se apresentavam em nenhum tipo de festival e não fazia shows desde 2018, quando M. Shadows precisou se afastar para cuidar de problemas vocais. Contudo, em 2020 o mundo começou a enfrentar a pandemia mundial de COVID-19, o Coronavírus.
O bom é que, com as doses de vacinas sendo distribuídas ao redor do mundo, inclusive Shadows já confirmou que foi vacinado, é bem capaz de vermos o Avenged Sevenfold em atividade com mais frequência.
Além disso, há grandes expectativas para o próximo álbum da banda, que segue em produção. Até o momento, as notícias que temos sobre o novo disco é de que o A7X tem 70% dele produzido e que ainda faltam alguns detalhes para que o projeto seja divulgado de vez.
O Hellfest acontece na França, depois de edições adiadas por conta da pandemia, o encontro está marcado para junho. Além da presença do Avenged Sevenfold, grandes nomes já estão confirmados no line-up oficial do evento, como: Guns N’ Roses, Metallica, Nine Inch Nails, Scorpions, Faith no More e muito mais.
O A7X se apresenta no dia 19 de junho no mesmo dia de Korn, Judas Priest e Lacuna Coil.
De acordo com a própria postagem do Avenged, os ingressos para os shows nos dias em que a banda se apresenta estão em sold-out desde outubro de 2019. Novas vendas para o Hellfest começam oficialmente no dia 7 de julho, no próximo mês. Para mais informações, acesse o site oficial do evento.
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Confira a tradução da matéria de M. Shadows para a Kerrang!
A equipe do Suporte Sevenfold traduziu de maneira COMPLETA a entrevista de M. Shadows dada à Kerrang e que foi divulgada ontem, dia 30. Nela, o vocalista fala sobre sua família, sobre seus ídolos, como foi lidar com 2020, o ano em que tudo parou, e muito mais.
Confira a tradução:
Ao contrário de tantas bandas e artistas este ano, 2020 não afetou tanto os planos do Avenged Sevenfold. Os metaleiros de Huntington Beach têm trabalhado na sequência de The Stage (2016) há algum tempo, mas de forma bastante casual ultimamente: “É como, ‘Quando podemos, nós podemos’”, o frontman M. Shadows fala tranquilamente à Kerrang!
Hoje, ele explica por que não houve esforço para terminar o material que já estava ainda este ano.
No entanto, o quinteto – completado pelos guitarristas Synyster Gates e Zacky Vengeance, o baixista Johnny Christ e o baterista Brooks Wackerman – não saiu totalmente da grade nos últimos 12 meses. Eles distribuíram brindes aos fãs como um incentivo à quarentena quando foi decretado o isolamento, e também lançaram o incrível combo de DVD/CD de 2008, Live In The LBC e Diamonds In The Rough, digitalmente pela primeira vez – que conta com cinco faixas adicionais. O mais importante, no entanto, é que o vocalista se posicionou no verão e mostrou seu apoio ao movimento Black Lives Matter, com um desabafo comovente sobre o que a comunidade do rock e do metal deveria fazer nestes tempos estranhos e difíceis.
Aqui, um M. Shadows extremamente otimista reflete sobre o ano de 2020 e dá uma dica do que virá do A7X quando chegar finalmente chegar o momento.
Como tem sido seu ano – sua família e amigos conseguiram se manter seguros e saudáveis?
“Sim, sabe, o ano que eu acho que foi ótimo – eu tenho estado muito com a família, com as crianças, com a banda. Tivemos alguns amigos que pegaram coronavírus, e alguns ficaram em estados piores do que outros, mas nenhuma morte ou algo muito sério. As pessoas pegam, ficam doentes e ficam em quarentena – então tenho certeza de que é a mesma coisa para todo mundo, é apenas aleatório [alguns ficam graves, outros não].”
Em sua visão pessoal, como você descreveria 2020?
“Tem sido positivo para mim, embora eu tenha começado o ano perdendo meu ídolo, Kobe Bryant; ele morreu em um acidente de helicóptero, e isso foi uma loucura. E então havia o coronavírus e os lockdowns. Mas estou apenas tentando permanecer positivo e ser grato a cada dia. As crianças não tinham frequentavam a escola e, por mais insano que fosse estar em chamadas do Zoom com professores e tudo, era realmente muito positivo porque tínhamos que passar muito tempo juntos. Normalmente, se você está na estrada [em turnê] e em quartos de hotel e as crianças estão na escola, você não consegue vê-los, então estou muito grato por poder passar os últimos anos com eles. Então, para mim, tem sido positivo.”
Basicamente, ser pai e pai de família em tempo integral este ano te ensinou alguma coisa?
“Sim, embora eu não saiba se é algo em uma frase de efeito rápida! Sério, isso só me deixou grato por ter tempo, mas também me fez perceber que a coisa da banda não é tão importante; é tudo sobre sua família. Ser forçado a ficar em casa foi realmente muito bom para todos nós, porque seguir em frente vai nos fazer pensar sobre como agendamos as turnês, quanto tempo ficaremos fora, como vamos agregar a família... Eu acho que tem sido muito bom para nós em nível humano colocar as coisas em perspectiva sobre o que é importante.”
O que você pensa sobre o mundo ter parado da maneira que foi?
“Bom, acho que os EUA deveriam ter feito um trabalho melhor! A verdade é que se tivéssemos feito mais (e de uma maneira melhor) estaríamos numa situação melhor que a atual. É que, infelizmente, há diferentes visões políticas e ideologias e, para mim, é só ouvir os cientistas, compreender o que temos de fazer: usar a máscara e fazer tudo que estiver ao nosso alcance [para evitar o contágio]”.
Voltando ao início de 2020, havia algum plano para o Avenged que precisou ser adiado?
“Não havia itinerário! Recebemos ofertas para fazer coisas que não íamos fazer, então isso tem sido bom, porque não faríamos nada de qualquer maneira. Nós apenas não estávamos querendo; íamos apenas trabalhar no álbum, e então quando o álbum estivesse pronto, faríamos shows.
Neste ponto, o álbum ainda não está pronto, então realmente não há muito acontecendo conosco! Nós passamos muito tempo juntos e estamos trabalhando em algumas coisas, e quando isso for feito, vamos ligar para algumas pessoas e dizer: ‘Ei, vamos fazer alguns shows’”
Você se dedicou a ser criativo este ano, ou foi mais o tipo que fez as coisas quando parecia adequado fazê-las?
“Sabe, sempre fiz quando me sentia bem. Já faz um tempo que escrevemos um disco e a maior parte dele já foi escrita. Mas aí nós meio que fizemos uma pausa, e então seria como, ‘Ei, vamos nos reunir dois dias esta semana’, em vez de cinco ou seis. Apenas começou a ficar mais casual. Então gravamos muito casualmente e – como eu disse – ainda estamos no meio disso: ainda temos todas essas coisas que não podemos fazer. Ainda estamos tentando juntar as seções de cordas, e nosso mixer é mais velho e sei que eles [pessoal de estúdio/gravadora] não querem que ele viaje agora por causa do COVID. Então, mesmo que fizéssemos nesse momento, não conseguiríamos mixar. Portanto, não estamos nos preocupando com isso, sabe? É como, ‘quando pudermos, poderemos’. Mas agora, não podemos (risos)”
Você divulgou uma declaração da banda sobre não querer lançar um álbum até que a turnê voltasse. Foi uma decisão unânime ou algum de vocês estava pensando em acelerar as coisas e lançar um álbum enquanto as pessoas estão em casa?
“Não, ninguém quer lançar o álbum se não pudermos fazer uma turnê. A realidade é – e ninguém quer ouvir isso – nos dias de hoje, o rock'n'roll leva muito tempo para ser feito: você sabe, será um disco de três anos para ser feito. E se lançarmos esse álbum e ficarmos presos por mais um ano, por mais que as pessoas não queiram acreditar nisso, eles não vão dar a mínima para um álbum que foi lançado um ano antes, quando chegar a hora para fazer turnê. E então, se vamos levar dois ou três anos para escrever um álbum, não vamos lançá-lo se não pudermos tocá-lo ao vivo. Nós sabemos que a expectativa não estará lá quando os shows chegarem. Você vê isso todos os dias – se você olhar para o iTunes ou Spotify e ver como tudo passa rapidamente, é apenas semanal para o próximo lançamento e para o próximo sucessivamente. Se você apenas pensar em lançar um álbum em agosto e não sair em turnê até agosto, as pessoas não querem ouvir essas coisas, mas não vão se importar; eles vão ficar tipo, ‘Qual é o próximo?’ Assim que o disco do Gojira, ou o novo disco do Metallica, ou o novo disco do Megadeth for lançado, eles não vão se importar com o que saiu no ano anterior. Nossa coisa toda é: se vai levar três anos para fazer um álbum, vamos ter certeza de que poderemos tocá-lo ao vivo e as pessoas vão ficar animadas com isso.”
Houve alguns álbuns incríveis este ano que provavelmente foram esquecidos muito rapidamente. Como todos nós estamos fazendo a mesma coisa todos os dias, não estamos necessariamente absorvendo tudo por completo, e então simplesmente seguimos para a próxima coisa [a fazer/ouvir].
“Total. Temos muitos amigos que lançaram discos e eles dizem, ‘Bem, queremos levar isso aos fãs porque é um momento difícil’, mas você precisa pensar sobre isso em termos de: se os fãs não podem assistir ao vivo, e eles não podem sair e interagir de forma que soe importante... é apenas uma escolha pessoal, eu acho, como banda. Há outros motivos, mas só queremos ficar animados com tudo e não queremos ficar em quarentena e, um ano depois, sair e dizer ‘Ei, lembra daquele disco antigo? Vamos tocá-lo!’”
Você mencionou seções de cordas que ainda não foram gravadas. Isso implica que as coisas estão indo na mesma direção do The Stage e que há um grande material em andamento?
“Bem, tivemos cordas (nesse ponto, uma explicação, o entrevistador e Matt estão falando de instrumentos além de guitarra) em todos os álbuns, mas o [novo] álbum não se parece em nada com o The Stage – é um caminho completamente novo e não se parece em nada com nenhum trabalho que fizemos. É tudo o que direi sobre isso: é exagerado e muito eclético e selvagem!”
Há algo mais que você gostaria de ter feito neste ano?
“Não para mim pessoalmente. Estava saindo de uma lesão vocal, então pude fazer tudo o que precisava em termos de trabalho, e ter esse ano a mais foi realmente muito benéfico. A única coisa pela qual me sinto mal são as crianças, sem escola, acampamentos, sem esportes... Isso é realmente o que me importa. Para mim, tenho 39 anos, fiz muita coisa já – posso relaxar em casa por um ano, não estou preocupado com isso!”
Então você não desenvolveu habilidades em como fazer um pão de banana ou coisas assim?
“Não, não! Honestamente, estava e ainda estou cantando em média seis horas por dia. Duas horas pela manhã, duas ao longo do dia e duas horas a noite. Então tenho treinado muito canto. Estou trabalhando muito para ter certeza de que não vou cair em velhos hábitos, a fim de proteger minha voz.
Isso tem sido importante para mim. E todo o resto do tempo tem sido podcasts, alguns livros – não estou aprendendo uma nova língua e nem nada, mas eu deveria... Agora você fez eu me sentir mal (risos). Mas inicialmente, quando entramos na quarentena eu estava tipo ‘vou fazer todas essas coisas e será incrível!’, mas depois de algumas semanas eu estava ‘nah, vou só jogar videogame e curtir!’”
Quem é o seu maior herói de 2020?
“Bem, eu perdi meu maior herói, que era Kobe, mas acho que LeBron James tem sido muito legal; gosto que ele seja muito ativo socialmente e esteja realmente empenhado em sua causa. E não só isso, mas ele ganhou um campeonato para o Lakers! Mas mais do que isso, apenas em um nível social, ele realmente se posicionou e expressou seu lado naquilo em que acredita, e eu acho muito legal. E, também, isso é muito vago, mas eu diria que todos os professores [são heróis também] – todos os professores dos meus filhos mudaram para o Zoom e estão tentando ensinar as crianças e continuam a trazer nossos jovens para algo positivo... Quero dizer, eles são incríveis, porque eu sei que é dificílimo para eles.”
Você esse ano expressou suas opiniões em um artigo de opinião sobre Black Lives Matter. Como foi para você?
“Foi bom. Éramos muito antagônicos quando estávamos começando como banda. Eu sou realmente um bom amigo de Fat Mike agora e sempre rimos disso, mas éramos como a mensagem anti-NOFX – eles iriam lá e tentariam fazer as crianças votarem, e nós ficaríamos tipo, ’Por que você está tentando fazer com que jovens de 16 anos da Warped Tour votem? Foda-se!’ Éramos muito antagônicos e percebemos isso agora. Ainda temos pessoas na banda que têm opiniões diferentes, mas eu não poderia sentar lá e assistir tudo isso desabar, especialmente quando as pessoas pensam em nós como uma banda de direita – nós não somos, e isso me deixava louco, e à noite eu não conseguia dormir com isso. Muitos dos meus amigos e até mesmo membros da família são de raças diferentes, e vejo como eles são tratados, e eu precisava dizer algo. Tive permissão da banda e disse: ‘então, eu tenho que escrever isso, caras’. E eles foram totalmente favoráveis a isso. Você quer estar no lado certo da história, e para mim era como: ‘devemos nos preocupar com isso porque somos todos humanos.’ E é por isso que eu realmente queria colocar isso para fora. Acho que perdemos uma quantidade enorme de seguidores no Instagram naquele dia, o que foi muito engraçado ver como o mundo é louco, né? Só por dizer ‘Black Lives Matter’ as pessoas vão cancelar você, e isso é hilário. Mas achei interessante, e foi bom desabafar o que sinto e sentir que estou do lado certo da história.”
Entrando em 2021 – especialmente após as eleições nos EUA – você tem esperanças quanto ao futuro?
“Eu me sinto esperançoso! Como planeta, temos muito em que trabalhar e há debates sobre todas essas coisas, mas a realidade é que temos que trabalhar em tudo juntos – da globalização à pobreza ao aquecimento global. Esses são problemas mundiais que temos que resolver. Estou feliz que, como nação, estaremos lá em breve, espero, e veremos o que acontece. Todos nós temos que fazer nossa parte, e nos Estados Unidos está tudo tão polarizado agora, você não pode nem falar com ninguém sobre nada. Existe uma divisão política que é simplesmente insana, sabe? Tipo, ‘Oh, você está usando uma máscara? Você é uma ovelha.’ ‘Oh, você está fazendo isso? Você é isso.’ É uma loucura. É um momento difícil, com certeza, mas espero que possamos trabalhar juntos. Eu me sinto bem – eu sou uma pessoa otimista e esperançosa, eu acho!”
Fique ligado no Suporte Sevenfold para mais traduções como essa!
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Depois de um ano bastante conturbado, os fãs seguem esperando o Avenged Sevenfold trazer mais notícias sobre o seu próximo álbum. A última novidade apresentada pela banda foi em meados de fevereiro, quando eles revelaram Set me Free, uma das faixas excluídas do Hail to the King.
Agora, em entrevista a Kerrang, o vocalista M. Shadows conversou sobre alguns assuntos importantes ligados à 2020, como ídolos, o que ele aprendeu se dedicando mais a família e, claro, as novas músicas que estão para chegar.
De acordo com Shadows, as gravações das cordas não foram acabadas ainda e que o álbum ainda está longe de ser finalizado, então teremos que esperar um pouco mais para ver as novas canções. Entretanto, ele já adiantou que a nova abordagem é muito diferente do que eles já fizeram.
Confira um trecho da matéria traduzida pela equipe do Suporte Sevenfold:
Bom, nós colocamos cordas em todos os álbuns, mas as novas músicas não se parecem nada com o The Stage. É completamente uma nova direção e não se parece com nada que já fizemos antes. É tudo o que eu irei dizer sobre isso: é exagerado, eclético e muito selvagem.
Shadows ainda contou que o Avenged não havia planos para nenhuma turnê em 2020. A ideia era trabalhar apenas no álbum e apenas retornar aos palcos quando o novo projeto estiver finalizado. Ele também comentou que as pessoas não iriam dar a mínima para um álbum que foi lançado um ano antes de se fazer uma turnê (principalmente no caso da pandemia do COVID).
[...] E então, se vamos levar dois ou três anos para escrever um álbum, não vamos lançá-lo se não pudermos tocar ao vivo. Nós sabemos que a expectativa não estará lá quando a turnê chegar.
Bom, galera. O que nos resta é aguardar para saber o que o A7X aprontou durante esse tempos e como serão as músicas do álbum novo.
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Pluralidade de sons marcam o álbum autointitulado do Avenged Sevenfold.
A equipe do Suporte Sevenfold reuniu detalhes sobre o ‘álbum branco’, ou simplesmente, álbum autointitulado, como tracklist, curiosidades e análise do quarto disco de estúdio do A7X.
Embora The Stage seja considerado o grande álbum experimental do Sevenfold, em 2007 a banda já imergia no universo experimental ao misturar sons, gêneros, ritmos e instrumentos.
A quem acompanha a trajetória do Avenged Sevenfold, a cada novo álbum lançado é fácil notar a criatividade sonora da banda. Com um debut pouco melódico, mas muito pesado a banda não convenceu a grande massa. Foi só em seu segundo disco, Waking the Fallen, que o Sevenfold apresentou ao público um segundo álbum melódico e consistente e se consolidou como uma das grandes bandas do metalcore dos anos 2000. Com o single Unholy Confessions cujas características mais marcantes são o riff pesado e um refrão melódico, o A7X se firmou de vez nas paradas nos EUA.
O álbum que sucedeu o Waking the Fallen foi o controverso City of Evil, que possui fortes influências do hard rock, enquanto ainda mantém sua característica melódica proveniente do metalcore. Talvez o grande problema do City of Evil sejam os vocais. Muitas camadas de voz entram no disco e M. Shadows, por vezes, parece fazer bastante força para atingir um tom que ainda não era tecnicamente apto a alcançar.
Em termos de criatividade sonora, no entanto, City of Evil não deixa a desejar. Com faixas como Blinded in Chains, Beast and the Harlot, Sidewinder e até a canção de respiro Seize the Day são repletas de camadas e nuances. Zacky e Synyster se mostram entrosados, com suas típicas guitarras conjuntas, mas atingem uma musicalidade pouco vista no gênero. Por outro lado, os pedais duplos de Jimmy dão certa profundidade e agilidade às músicas e transformam o City of Evil em um álbum caótico, no bom sentido.
Os três discos lançados pela banda até então são fundamentais para ditar o rumo que os integrantes do Avenged tomariam enquanto músicos. Os segundo e terceiro álbuns do Sevenfold, lançados respectivamente em 2003 e 2005, funcionam como prévias do que a banda preparava para o álbum autointitulado, que foi lançado em 2007.
O quarto disco do A7X leva o mesmo nome da banda, Avenged Sevenfold, mas é também chamado de selft-titled (autointitulado, no bom e claro português) e até mesmo de ‘white album’ pelos fãs que ousam utilizar o termo dado ao álbum dos Beatles.
Embora The Stage seja considerado o grande trabalho experimental do Avenged, o self-titled, nove anos antes já trouxe elementos diferentes para as músicas, como quartetos de cordas, órgãos e piano.
O álbum branco começa bem, com um órgão que se mistura aos sons das guitarras distorcidas de Synyster Gates e Zacky Vengeance na intro de Critical Acclaim. A música ganha força em segundos com um gutural de M. Shadows que, diferentemente do álbum anterior, vinha com um vocal consistente e denso, sem tantos agudos fora do lugar. Ademais, o ritmo segue intenso e ágil com Matt cantando versos de crítica como quem canta um rap, influenciados certamente por bandas como Linkin Park, Red Hot Chili Peppers e Rage Against the Machine.
Almost Easy, a canção que sucede Critical Acclaim (que é até hoje um dos ápices em apresentações ao vivo, em termos de performance e interação com o público), é talvez a mais acelerada do disco e quiçá uma das músicas mais aceleradas da discografia do A7X. Com muitas camadas de guitarra, bateria e até mesmo instrumentos que pareciam over, num primeiro momento, a canção estranhamente toma uma forma encorpada e consistente e convence a base de fãs da banda. Almost Easy fora tão bem sucedida que se tornou um dos principais singles do disco e ganhou até videoclipe.
O álbum perde um pouco de sua potência em Scream, que funciona bem como filler e, honestamente, até rendeu boas performances ao vivo com bailarinas dançando pole dance no palco. No entanto, de fato não se consagrou como um som diferente e apenas cumpriu o papel de preencher as lacunas, soando como qualquer música genérica do metalcore da época.
Afterlife, por outro lado, recupera o fôlego e vem com riffs insanos e Synyster Gates mostra toda sua habilidade e agilidade ao tocar riffs aceleradíssimos com maestria acompanhado do não menos genial Zacky. As guitarras conjuntas, marca registrada da dupla desde o álbum anterior, City of Evil, retorna nessa faixa. Além das guitarras conjuntas, a presença de um vocal grave, duplos pedais de bateria e uma ponte gradativamente melódica, Afterlife nos transporta a um refrão igualmente melódico e um solo de guitarra que é até hoje consagrado como uma das melhores execuções de Synyster Gates.
Não satisfeitos, os meninos de Huntington Beach nos presenteiam com Gunslinger, uma balada tipicamente ‘sevenfoldiana’, com elementos do blues e do country e cujo refrão, apesar de lento e melódico, exige bastante do vocalista M. Shadows, que se consolida de vez como um grande cantor.
Unbound parece retomar o ritmo acalorado do álbum ao apostar num refrão guiados pelo piano. Possui boas linhas de guitarra, embora uma bateria mais tímida, porém com uma excelente performance de Shadows e bons coros e uma voz feminina nas pontes da música. Aliás, vale pontuar que, ao contrário do que aconteceu no City of Evil, o self-titled não manteve muitas camadas de voz e isso só valorizou o vocal mais limpo e tecnicamente treinado de M. Shadows. Apesar de gostar bastante da faixa, é uma música apagada no todo do álbum e também está ali para cumprir o papel de preencher espaços.
Brompton Cocktail é uma música com riffs pesados, apesar de lentos. Funciona no todo, afinal não destoa do restante do álbum, mas perde um pouco daquela força avassaladora. Esses mesmos elementos se repetem em Lost, embora eu ache uma música mais dinâmica pela quantidade de camadas de guitarras. Matt, em Lost, canta os versos iniciais com uma voz aguda rasgada e entra confortável em um refrão melódico. Apesar de ser uma das faixas que mais gosto, é só isso que acontece durante cinco minutos e, por isso, a música se firma como mais um filler.
Para fechar o álbum chave de ouro, A Little Piece of Heaven seria a grande cartada. Até hoje, mesmo depois de treze anos, é difícil colocar em palavras o que é esta música. Diferente de tudo que a banda já produziu, ALPOH é uma música de oito minutos que conta uma história que os integrantes colocam, em tom de piada como, “uma música sobre sexo, sobre assassinato, sobre sexo pós assassinato”. Com uma melodia linear, com elementos de orquestra, vozes ao fundo, coros e o vocal pesado de The Rev, A Little Piece of Heaven encerra o álbum com um som que bebe da fonte do metal progressivo, assim como era o projeto paralelo de The Rev, o Pinkly Smooth.
No entanto, seguindo a mesma linha de Gunslinger, o Sevenfold preenche mais um espaço com Dear God. A faixa é melódica, com elementos do country, guitarras acústicas, violão e uma bateria mais tímida, mas com uma excelente execução vocal nos graves e nos agudos. Apesar de linda, é também apagada. O álbum se encaminha para o final com a Jam-Along Version de Almost Easy, ou seja, apesar de um solo de bateria intenso, apenas mais do mesmo e soa repetitivo depois de ALPOH (ou até mesmo após Dear God), onde poderia de fato ter encerrado no ápice.
Confira aqui os clipes oriundos das músicas do Self-Titled:
Hoje, dia 28 de outubro de 2020, completa quatro anos que o Avenged Sevenfold lançou para seus fãs o sétimo álbum da banda, intitulado The Stage. Além de ser o primeiro trabalho oficial com Brooks Wackerman a frente da bateria.
Em 2016, os rapazes da Califórnia colocaram em xeque toda sua genialidade e complexidade em assuntos que englobam Inteligências Artificiais, o Cosmo e a política. Numa tentativa de fazer com que seus fãs embarcassem em mais uma de suas charadas, a banda transformou seu site em um tipo de brincadeira, em que quem quisesse descobrir o que estava por vir, podia fazer perguntas ao DeathBot, uma versão evoluída do Deathbat e totalmente com uma pegada robótica, futurista.
Não podemos deixar de mencionar o período complicado em que a banda se encontrava, devido ao seu atrito com a Warner Records. Na época, o A7X lançou diversas pistas falsas, incluindo uma possível data de lançamento para dezembro de 2016, para que a antiga gravadora não ficasse em cima do quinteto californiano.
Um dos assuntos que mais foi questionado a M. Shadows, foi o fato do álbum não ter faturado tanto quanto os outros. E apesar dos números baixos, Shadows acredita que o The Stage possa superar o tempo e se tornar o favorito dos fãs. Ele, na época, ainda falou sobre não ligar para como as vendas estavam indo, uma vez que a banda lançou algo de ‘surpresa’ ao invés de trabalhar em cima da parte promocional.
O fato é que o The Stage é um disco que ou os fãs amam, ou os fãs odeiam. Não tem meio-termo. Com um trabalho bem complexo, abordando bastante o lado conceitual, a banda trouxe à tona um pouco da pegada do Waking the Fallen, mas com uma novidade a mais.
Para ouvir o álbum:
Spotify
YouTube
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The Stage | Clipe comemora 4 anos!
Em e-mail, Avenged Sevenfold desabafa sobre dificuldade em gravar novo álbum
Em 13 de outubro de 2016, após uma longa espera e grandes charadas – bem no estilo Avenged Sevenfold –, a banda lançou um videoclipe, intitulado The Stage, carregado de conceito e assuntos abordados no decorrer dos anos, além de pautas completamente atuais.
Foi o primeiro trabalho da banda após a saída da Warner Records, além de ser o primeiro trabalho oficial de Brooks Wackerman à frente da bateria do A7X. O clipe vem recheado de simbolismo, pontos históricos e um pezinho na política. Os fãs ficaram abismados, isso porque, a banda nunca tinha entrado em um projeto tão conceitual quanto o The Stage.
O clipe, que tem o mesmo nome que o álbum, faz uma viagem através dos tempos, mostrando alguns dos acontecimentos mais marcantes na trajetória humana. Vemos a Santa Inquisição, que queimavam mulheres sob a alegação de bruxaria; 1° e 2° Guerra Mundial, onde o ser humano mostra sua crueldade; A invasão europeia, em que eles escravizam os índios. E, dentre tudo isso, ainda nos deparamos no final com os líderes dos maiores países, que tem um enorme poder bélico nas mãos, fazendo das pessoas suas marionetes.
É muito interessante ver como, através da música, o Avenged Sevenfold consegue questionar, apontar e mostrar tantas coisas, que até então, para quem acompanha o trabalho dos rapazes, foi considerado fora da caixinha. Funciona como uma evolução gigantesca, bem diferente do que os fãs estavam acostumados a ver em trabalhos passados. Sempre evoluindo, sempre trazendo coisas novas.
Confira o clipe aniversariante aqui:
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Em e-mail, Avenged Sevenfold desabafa sobre dificuldade em gravar novo álbum
A importância de ‘Beast and the Harlot’, por Zacky Vengeance
Em e-mail, Avenged Sevenfold desabafa sobre dificuldade em gravar novo álbum
O Avenged Sevenfold rompeu o silêncio e desabafou em e-mail para fãs inscritos em sua newsletter: “Dar notícias fica cansativo. A mídia social cansa.”
A equipe do Suporte Sevenfold traduziu integralmente a mensagem recebida na tarde do dia 07/10, quarta-feira. Leia abaixo:
“Em primeiro lugar, esperamos que todos estejam tão seguro quanto é possível. Como você sabe, vivemos tempos sem precedentes. Este momento nos ensinou muito sobre a fragilidade de ser um ser humano e a rapidez com que o mundo em que tínhamos como certo pode virar de cabeça para baixo.
Muitas pessoas estão em uma situação difícil enquanto lutam pela sua saúde e pelo seu sustento. Todos nós lidamos com isso à nossa maneira. Para nós, adotamos uma abordagem mais privada.
Passar muito tempo com nossas famílias tem sido o lado bom de tudo isso. Essa pausa também nos deu tempo para trabalhar meticulosamente na música e em outros projetos. A verdade, contudo, é que tem sido absurdamente difícil gravar da forma que gostaríamos.
Para exemplificar, a sala que precisávamos para gravar a bateria foi fechada em decorrência dos protestos que estavam ocorrendo do lado de fora do prédio por semanas. Sessões de cordas (violinos, entre outros) e sessões com músicos externos ainda não puderam ser gravadas, também devido às restrições da Covid-19.
Não estamos dispostos a sacrificar a qualidade do nosso som apenas para ‘dar um jeito’. Esperaremos. Há outras questões no percurso, mas estamos documentando tudo para divulgarmos em um lançamento posterior, quando pudermos contar a história toda.
No fim do dia, de qualquer modo, não importaria. Não nos sentimos confortáveis trabalhando em um álbum com tanto esforço e depois lançá-lo sem nenhuma previsão de como ficariam as turnês. Parte da música que fazemos tem a necessidade de ser expressada por meio da interação ao vivo.
Apesar de apreciarmos os artistas que estão fazendo as lives e outros eventos, essa não é a maneira que escolhemos para trabalhar, embora tudo isso possa mudar no futuro.
Estamos passando tudo isso com todos vocês e também nos sentimos frustrados. A boa notícia é que também nos sentimos recarregados e mais fortes como banda. Sentimos que a música que criamos é _______. **(Esse espaço fica aberto exatamente no e-mail e cada fã pode completá-lo com o termo que mais fizer sentido para si).
Só porque não estamos atualizando vocês de cada etapa, não significa que não estamos trabalhando. Dar notícias fica cansativo. A mídia social cansa. Todos [os animais] na cadeia alimentar estão lutando por coisas mais relevantes e isso parece parece superficial.
Escolhemos ficar quietos e calados, trabalhar pesado e lhes dar algo que possa acrescentar, de maneira geral, à conversa humana coletiva. No fim, a música chegará quando chegar. Até lá, esperamos que vocês e suas famílias permaneçam seguros e sãos.”
Tradução e revisão: Equipe Suporte Sevenfold
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Zacky Vengeance fala sobre o single ‘Beast and the Harlot’
A importância de ‘Beast and the Harlot’, por Zacky Vengeance
Em uma entrevista concedida para a Metal Hammer em agosto de 2020 (liberada recentemente pela revista), Zacky Vengeance fala sobre a importância de Beast and the Harlot, música que compõe o álbum City of Evil de 2005.
Confira a tradução de trechos da matéria, feita pela equipe do Suporte Sevenfold. Para começar, Vengeance já se mostra bem sincero sobre a faixa:
Eu não pensei que Beast and the Harlot seria um single, ou até mesmo, uma música favorita dos fãs. Eu apenas pensei que era uma música legal para iniciar o álbum.
Segundo Zacky (e é até possível de ver em um dos tantos making of dos álbuns do A7X), a introdução da canção foi originalmente escrita no piano. Os planos dos rapazes californianos para esse trecho seguiram outros patamares e eles adicionaram os riffs e batidas para o que conhecemos hoje.
O guitarrista também comentou sobre as influências que pairavam sobre as cabeças do quinteto. De acordo com o próprio, eles estavam escutando muito Velvet Revolver, que seria um dos projetos do guitarrista Slash, do Guns N’ Roses. Zacky afirmou que a banda toda estava animada com o que o Velvet Revolver estava trazendo e eles decidiram que seria uma boa incorporar a vibe que Slash trazia naquela época.
Queríamos parecer empolgantes com os bumbos duplos e as guitarras gritando. Queríamos fazer algo que fosse super rápido, super metal, mas que ainda envolvesse um groove. É assim que queríamos começar o álbum. Pensamos que seria melhor que construir um piano lento, o que era típico que havíamos feito nos álbuns anteriores.
Junto com Burn it Down e Bat Country, Beast and the Harlot foi uma das faixas bem sucedidas do City of Evil. Entretanto, ela não foi pensada para ser um single logo de cara. A necessidade foi notada pelos rapazes quando começaram a turnê e viram que ela era uma das favoritas dos fãs.
Eu nunca imaginei que os fãs gostariam da música ao vivo. Fiquei, definitivamente, surpreso. Conforme fui ficando mais velho, acabei entendendo. É impulsionador, tem um ótimo ritmo e é única.
Para finalizar, Zacky ainda afirmou que Beast and the Harlot, assim como muitas das inspirações do Avenged Sevenfold - como System of a Down, Korn e Rage Against The Machine -, tendem a criarem músicas únicas. Isso quer dizer que elas podem não funcionar para tocar em uma rádio, mas que são o que o público necessita. Além disso, eles precisam oferecer algo em que eles sejam bons em fazer e que nenhuma outra banda faça melhor.
[...] Às vezes, obviamente, usamos nossas influências pesadamente no que fazemos, mas também fizemos muitas coisas completamente fora da caixa e acho que é por isso que sempre seremos lembrados. Faça algo que irrite alguém, ou que faça alguém rir, ou que faça alguém pensar. Eu quero fazer música que faça as pessoas quererem puxar a porra dos cabelos. Música que faz os pais dizerem aos filhos: ‘Desligue essa merda!’ Ha ha ha! Nos dias de hoje e nesta idade, especialmente, é muito importante apenas fazer o que quiser. Se funcionar, então significa que funcionou, se não funcionar, apenas divirta-se fazendo isso!
Veja o clipe de Beast and the Harlot:
Para acessar a matéria original, clique aqui.
Veja mais:
From the Soundboard | Confira o novo vídeo liberado pela banda
10 anos de ‘Nightmare’: Zacky Vengeance envia e-mail de agradecimento aos fãs
From The Soundboard | Confira o novo vídeo liberado pela banda!
Há cerca de um mês, o Avenged Sevenfold anunciou - através de sua newsletter - que iria trazer alguns materiais simplificados para os fãs acompanharem um pouco mais de suas apresentações. E, seguindo com o prometido, a banda trouxe mais uma apresentação para a galera, desta vez de Hail to the King.
Através de mais uma lista de transmissão para os e-mails cadastrados, o A7X compartilhou com o público a segunda música escolhida para esse projeto. O show em questão rolou em Quebec City, em 2018, e no momento está disponível apenas para quem conta com o link do vídeo. Desta vez, M. Shadows foi quem fez a introdução a filmagem.
Confira a tradução do e-mail feita pela equipe do Suporte Sevenfold e o novo vídeo:
Como todos estão? Obrigado por se inscreverem nesta lista. Aqui está de imediato Hail to the King do soundboard da maravilhosa Quebec City. Veja, deixe seus comentários e tenha certeza que você se inscreveu em nosso canal no YouTube para mais vídeos exclusivos.
Ainda há mais para vir.
Aguardem e fiquem seguros onde quer que estejam. Com amor, A7X.
Em breve, o vídeo será disponibilizado para todos na conta oficial da banda no YouTube.
Para se inscrever no Deathbat Nation, fã clube do Avenged Sevenfold, acesse o site oficial.
Confira também:
Avenged Sevenfold irá lançar materiais simples para os fãs. Entenda!
Avenged Sevenfold irá lançar materiais simples para os fãs. Entenda!
O Avenged Sevenfold acabou de anunciar através de sua newsletter que irá publicar alguns materiais da banda para que os fãs possam apreciar. A ideia é somente uma postagem, sem passar por nenhum tratamento de edição ou pós-produção - como é feito normalmente. Quem anunciou o primeiro vídeo neste estilo foram M. Shadows e Zacky Vengeance.
No momento, só quem está inscrito no canal oficial da banda no YouTube e quem está cadastrado na newsletter da banda consegue acessar a gravação, como uma forma de acesso exclusivo desses fãs. Em breve o vídeo estará disponível para todos.
Confira a tradução do e-mail feito por nossa equipe:
Esperançosamente, vocês rapazes e garotas estão aguentando firme, seguros e sãos. Nós esperamos que você não se importe se mandarmos algumas filmagens de shows que nós retiramos diretamente do nosso Soundboard. Tivemos muito tempo para examinar os arquivos e obter algumas imagens de performances exatamente como foram mostradas e ouvidas nas telas e auto-falantes naquela noite. Sem edição, sem pós-produção, sem besteira. Aproveite o bom, o mau e o feio. Esse vídeo foi retirado da nossa The Stage Tour de 2017/2018, em Salt Lake City. Inscreava-se em nosso canal do YouTube para acesso antecipado exclusivo e deixe seu comentário para que possamos vê-lo!
Para se tornar um membro do Deathbat Nation, acesse o site oficial do fã clube.
Uma década de um dos álbuns mais potentes do Avenged Sevenfold: Nightmare completa hoje (27/07), 10 anos de seu lançamento.
Todos os acontecimentos ocorridos durante a ‘era Nightmare’ parecem ter sido obras de um destino infeliz e trágico, mas também poético. O processo criativo, as gravações, a turnê e até mesmo os videoclipes soam hoje como coincidências absurdas.
Para dar início a esse artigo é importante deixar claro, aos novos fãs desavisados, ou aos leitores que caíram aqui por acaso, que Nightmare é o álbum póstumo de Jimmy Sullivan, o ex-baterista do Avenged Sevenfold. Embora o disco seja em tributo ao amigo, que faleceu em dezembro de 2009, o vocalista e frontman do A7X fez questão de deixar claro que Jimmy participou de todo o processo criativo de Nightmare.
A principal característica do álbum é, sem dúvidas, as letras melancólicas e com um tom de desesperança, que é completamente compreensível. Entretanto, o grande interesse da massa quanto a isso é: parece que o que aconteceria ali após o processo criativo e durante o processo de gravação, a morte de The Rev, já era algo esperado. Todavia, falaremos disso mais adiante.
O fato é que Nightmare é um álbum genial melodicamente falando. Talvez, nesse sentido, o meu favorito. Possui riffs potentes, que criam uma atmosfera pesada, de completo desconforto e isso traduzia bem o momento. Bons exemplos disso são os riffs de God Hates Us, logo após uma intro um tanto melódica que dá um contraste para a música; e Natural Born Killer, que além do riff se destaca também por ter um dos melhores solos da carreira de Synyster Gates. Contudo, apesar dos grandes riffs, Nightmare é o álbum mais melódico da banda, como é perceptível nas faixas Victim, Tonight The World Dies, Buried Alive (cuja dinâmica da música a torna uma das maiores obras da carreira do A7X), Save Me, So Far Away e Fiction – falaremos das duas últimas separadamente mais abaixo.
A linha de bateria do Nightmare é a mais bem trabalhada até o ano em que o disco foi lançado, embora o City of Evil traduza bem o estilo de Jimmy. Nightmare é um álbum em que todos os integrantes do Sevenfold puderam brilhar individualmente e, ainda assim, puderam mostrar que eram uma banda cujo trabalho é conjunto e sólido.
A ‘era Nightmare’ contou com apenas dois singles: Nightmare e Buried Alive, mas outras músicas do álbum tomaram enorme espaço como So Far Away e Fiction. Isso aconteceu porque Fiction foi a última música escrita e gravada por Jimmy antes de sua morte. O próprio Rev definiu Fiction como sua ‘última obra nesse mundo’, e a letra é um prenúncio do que viria acontecer. So Far Away, por sua vez, é uma balada escrita por Synyster Gates em homenagem ao amigo. A música, inicialmente, estava sendo escrita para seu avô, mas Gates decidiu concluí-la como uma homenagem ao melhor amigo. Com o grande sentimento por trás de So Far Away, a faixa logo se tornou uma das queridinhas dos fãs e, assim, ganhou um videoclipe (assista aqui) com imagens dos integrantes com Jimmy.
E por falar em videoclipe, a única música, além de SFA, a ganhar um clipe foi Nightmare (clique aqui), a música homônima do álbum. O clipe de Nightmare tem a inspiração de um dos filmes favoritos de Jimmy, ‘Jacob’s Ladder’, de 1990 e as semelhanças entre o clipe e cenas do filme são muitas, conforme o Avenged Sevenfold Brasil (aqui) registrou em sua conta do Instagram.
Buried Alive é até uma das músicas mais épicas da banda e ganharia um videoclipe, conforme o próprio Avenged Sevenfold havia anunciado em setembro de 2011, mas esse clipe nunca chegou a acontecer e, no lugar disso, a banda publicou um lyric vídeo do single apenas em fevereiro de 2013.
O período de gravações e lançamento do álbum Nightmare é indiscutivelmente o período mais sombrio e difícil que o A7X já enfrentou como uma banda e um dos momentos mais difíceis da vida de seus integrantes. Com a perda de Jimmy semanas após o início das gravações do disco, Mike Portnoy assumiu as baquetas nesse processo. Com toda sua experiência, Portnoy pode acrescentar muito ao álbum e o fez com muito respeito à memória de The Rev.
O burburinho da morte de Jimmy e o lançamento de Nightmare alavancaram o Avenged Sevenfold ao mainstream de uma maneira diferente e a banda passou a ser uma das mais cogitadas em grandes turnês e festivais. O Sevenfold, porém, não se sentia preparado para retornar aos palcos em uma turnê e levou um tempo até que eles retornassem às estradas. Mike Portnoy seguiu com eles durante todo o ano de 2010 (inclusive na passagem da banda aqui no Brasil, no Festival SWU) e em 2011 o Avenged Sevenfold entrou em turnê com Arin Ilejay, que viria a se tornar, um tempo depois, membro oficial da banda.
A quem não tinha ideia desse momento na carreira da banda, pode agora compreender porque Nightmare é um dos trabalhos mais queridos da banda. Aos fãs de longa data, celebrem esse momento como se o pesadelo no qual tivemos imersos tenha se tornado um lindo sonho que dura dez anos e que se perpetuará em nossos corações para sempre.
Para melhor compreensão desse período do Avenged Sevenfold, assista ao material complementar que nossa equipe preparou abaixo para vocês, além de conteúdos exclusivos que estão sendo publicados em nossas redes sociais, Instagram e Twitter.