Um pode ser chamado de “desconsideração pela identidade”, e assume a forma de ignorar, ou negligenciar totalmente, a influência de qualquer sentimento de identidade com outros, o que valorizamos e como nos comportamos. Por exemplo, muitas teorias econômicas contemporâneas se comportam como se, na escolha de seus desígnios, objetivos e prioridades, as pessoas não tivessem — ou não prestassem atenção a — qualquer sentimento de identidade com ninguém a não ser consigo mesmas. O poeta inglês John Donne pode ter advertido que “Nenhum homem é uma ilha inteira em si”, mas os seres humanos apresentados pela teoria econômica pura são com frequência levados a se ver como consideravelmente “inteiros”.
Em contraposição à “desconsideração pela identidade”, há um tipo diferente de reducionismo, que podemos chamar de “filiação singular” ou “única”, o qual assume a suposição de que qualquer pessoa pertence acima de tudo, para todos os fins práticos, somente a um grupo — nem mais nem menos.