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@sutura
o fim do amor ou do que quer que seja isso que foi chamado de amor é ainda quase o início das dimensões dos desejos
Carta para o nada pt. 1
Só há mesmo uma coisa na vida para a qual eu nasci e que conseguirei fazer para o resto dos meus dias. Penso isso em um silêncio entrecortado somente pelo som do teclado, que me ajuda a traduzir parte de minhas camadas para a língua portuguesa, e a movimentação geral de vida: minha respiração, livre ou tragando meus dois tipos de cigarros, os sons de minha própria mente, às vezes um zunido no ouvido e, se eu ficar parada o suficiente, o tambor que é meu próprio coração, mesmo calmo.
Hoje minha mente não mais se exalta. Ah, não, não mais salta. Caminha, às vezes desfila como é da natureza dos dramas. Se dedica, se debruça, sente... não mais se perde.
Isso dá mais trabalho do que tudo, fazer sentido pra mim dessa forma. Por isso, não me preocupo em fazer sentido de nenhum outro jeito mais. Pelo menos não escrevendo. Um dia falei tanto que ninguém me entendeu, e aí entendi – eu não nasci para falar. Como quase todo passarinho, meu negócio é cantar. E mesmo assim não é isso, não ainda, isso é só um jeito de usar a voz sem atrofiar, porque o resto de mim é silêncio.
Escrevo porque é quieto e é disso que eu gosto. Foi muito tempo de vida para entender o quanto o barulho me afeta, me influencia. Até mesmo as batidas do meu coração indo um pouco mais fortes.
Não nasci pra isso, o fundo do mar é silêncio e aposto que o alto do céu também. Os pássaros cantam, não gritam; eu gosto de ritmo. Eu gosto de música e do som da minha voz só nos momentos de proferir palavras de amor.
No resto, eu estive me enganando. Tentando preencher silêncios. Jamais poderia fazer isso a vida toda: tentar me encaixar, viver à sombra de mim mesma.
Eu escrevo porque é quieto, não porque quero fazer sentido, e fora daqui não tenho muito a dizer.
Herb's Properties
Basil: money, luck, prosperity, happiness
Bay Leaf: energy, cleansing, can be charged with almost any intention
Camomile: Caring, kindness, luck, growth, self-love growth, confidence, avoiding negativity, happiness
Cinnamon: passion, quick success, fire magick
Chia seeds: Growth, health, kindness, Property
Chilli flakes: Pride, confidence, power, strength, Passion
Cumin: Courage, bravery, protection, loyalty
Dandelion: wishes, charisma, success, good luck
Dill: sexual love, luck, protection
Eucalyptus: cleansing, healing, purifying, relaxing, comfort
Fennel: hate, anger
Flax seeds: Prosperity, growth, new beginnings
Ginger: fiery passion, success, and personal power
Jasmine: love, dreams, sensuality, luxury and kindness
Lavender: love and attraction, purification, relaxation, restful sleep
Nutmeg: luck, Health, Fidelity, Love, Prosperity, comfort, loyalty
Oregano: comfort, love, warmth
Paprika: Pride, confidence, power, strength
Parsley: Cleansing. purification
Peppermint: healing, purification, love and energy, cleansing, prosperity
Poppy seeds: protection, intuition, self-assurance, hexing and cursing
Rose: love, beauty, harmony, romance, attraction
Rosemary: cleansing, purification, wisdom, protection
Sesame seeds: Prosperity, growth, health, nurturing
Spearmint: love, cleansing, renewal, blessing
Sunflower seeds: happiness, growth, joy
Thyme: beauty, strength, courage
Turmeric: confidence, creativity, energy
Vanilla: love and sexuality
tip jar
.
eu tinha essa ideia torta
de que o amor era pra sempre
e que se não fosse eu poderia
eu poderia!
fazê-lo surgir entre meus dedos
ideias tortas geram caminhos tortos
que foi por onde eu caminhei
No one ever tell me anything bad about the person who runs this account.
the person who runs this account, Katie Gouldin, is an evolutionary biologist who has an EXCELLENT podcast called Creature Feature which compares and contrasts the weird behaviors of man and beast! she is super cute and funny too!
oh thank GOD
just want to add i love how much she hates elon
pensando muito sobre morrer. tentando não pensar muito sobre morrer. nem sobre nada ruim nem nada, quer dizer, não é exatamente não pensar em nada, mas pensar e deixar fluir, como o fluxo dos rios… estão todos poluídos a essa altura, né? ou será que não. só indo no rio pra saber.
mas, agora, voltando para o morrer, isso sim eu tenho tentado tirar daqui, afastar, expulsar, mandar sumir, enfim, mas mesmo assim não sai.
essa vontade de morrer não sai.
às vezes só de brincadeira.
às vezes eu penso meio assim, será que é isso que é viver como quem morreu?
será que eu morri e nem sei?
ah, eu morri, eu sei… eu sei sim. nossa, mas eu morri. tem muito tempo. e também pouco. muitos jeitos. mas um só. sabe, iku? não tem gênero….
nem eu.
eu não tenho gênero, sabe. eu só tenho pronome palavra e vontade de morrer. o resto é firulinha.
meu mal tem nome e é banzo, sabe?
banzo
o zumbido de um tambor, sei lá que isso
a gente prefere as batidas
mas ele tá lá, entre uma e outra
tocando
banzo
é o que tenho
tudo isso que me deixa com vontade de abraçar iku.
mas sabe onde mora a graça?
eu tenho tanta vida, mas tanta, que quando era pra eu morrer mesmo eu nem fui. então fico aqui pensando, eu não fui feita pra morrer não, saca. eu nunca tenho as coisas que eu quero.
mas pra me deixar feliz posso anotar as senhas rs
Fruits Basket by Natsuki Takaya || フルーツバスケット
quem me acha assim?
tão diferente
é por que não lê nem vê meu coração
fruits basket earrings in my shop now hehehehe
aaaaaaa
Unassuming woman: Nice, dude. That hot dog is ketchup-pilled AND mustard-pilled
Strange man whose son died in an accident he could have prevented: I guess
― Joan Didion, Blue Nights
one day I woke up and realised all the waiting and yearning was actually me living my life and it’s happening right now and it’s still good even if it’s not perfect and there is no moment when all your dreams get fulfilled and everything makes sense. like… this is it. this is life. you’ll waste away your youth waiting for some imagined future if you don’t love life for what it is now and make the most of it
Comic by @shhhitsfine
Happy Father's Day To The One Father That Could Ever - Kazuma Sohma.
Kyo, born as the Cat of the Chinese Zodiac. A curse that deemed him the scapegoat for the other members of the Zodiac, he also raised in a household full of hatred and disdain. Following his mother’s death and father’s abandonment, he was an alone, angry, confused kid.
While the entire Sohma family rejected Kyo given his status as the Cat, Kazuma was the only one who extended a hand and protected him the best he could from the family's scorn in his time of need.
What was once an action based out of pity and feeling the need to atone, before he knew it, he had grown to love the boy and did what he could in order to be someone Kyo could be proud of to call a father.
Funny enough, at the same time, all Kyo ever wanted was to grow up into someone Kazuma could be proud to call his son.
Defying the head of the family, Kazuma provided an opening of hope there could be a life for Kyo outside of his pre-determined fate of imprisonment in the Cat's Room for the rest of his life. The same fate his grandfather, the previous Cat, faced.
He really did help him begin to breathe air from higher places and planted the seeds to help open his heart for love and healing, and I love him so much for that.
This is not my feeling
Eu não tô sentindo isso.
Sim, eu estou sentindo isso. Mas o sentimento não é meu. Eu tô sentindo pelo além, pelo nada, pelo vão criado no caos entre os motivos para sofrer. Mas eu? Não, não estou sentindo. Não é comigo. Mas é comigo, sabe? Digo, é com meu corpo. Sou receptáculo desse caos, do infinito onde tudo pode acontecer. Aliás, tendo a acreditar que todos somos. Cabaças moldadas em carne e osso funcionando a combustíveis e computando, conscientemente ou não, tudo o que existe no universo. E você já reparou no universo? É infinito. Assim, o que há dentro de mim é infinito. Não o físico, o físico tem 173 centímetros, é alto no máximo. Mas o impalpável? Gigante. Imensuravelmente gigantesco.
O que eu sinto são fragmentos, por vezes grandes pedaços, do caos infinitamente imensurável que engloba tudo o que existo. Por isso, sinto que sinto por mim e por tudo. Sinto que o peso do mundo em que estou me amassa. Sinto que a dor no meu plexo sempre virá uns dias ou outros. Mas, também pensando em termos do infinito gigantescamente incalculável que sou, essa dor também não é nada.
E vai passar.
Dessa vez, aliás, passou.
e quando eu me encontrar na beira do abismo
vou rir e pensar "por que sempre um abismo?"
e pular
porque se focam muito no que há em cima
e embaixo de certo há muito a se explorar
"e se eu morrer?", me pergunto
mas duvido
não morro nunca, o abismo é metafórico
e quando meu corpo se for ainda haverão esses trechos
contando das vezes que me ouvi gritar
no canto de um quarto escuro
num ponto da minha cabeça
e o que é essa ponta, não mais que um caminho
entre o onde estou e talvez onde quero chegar
mesmo que eu caia e fique toda quebrada
faço desse o motivo daqueles
berros de dor no ponto ali do lado
no fundo ainda acho que nem devo me preocupar
afinal estamos na minha cabeça
então, nesse cenário,
talvez
eu possa voar
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