3ª temporada - 45° Capítulo - Parabéns, Elidio! (parte 1) (+18)
Alguns dias depois...
Segunda-feira - 02/06 - São Paulo - 23:00
[Narração Daniel]
- Assim que você acabar o banho, estarei lá embaixo te esperando. - falei dócilmente beijando sua mão.
- Estou escutando tudo daqui do andar de cima, se trouxer o seu amante pra cá eu saberei. - Elidio dissera com uma voz manhosa.
- Como você é bobo... - respondi revirando os olhos.
Desci para a sala de nossa casa, e certifiquei-me de ver que Elidio não estava espionando do alto da escada. Em seguida, liguei para Giovana.
- Oi, Dani. Conseguiu desgrudar um pouco dele? - ela perguntara alegre.
- Sim, Gio. Mas preciso falar rápido. - eu dissera quase cochichando. - Tem certeza que eu não preciso fazer/incomendar nada pra festa dele? - perguntei angustiado.
- Claro que não, Daniel. Você cuida dele sempre... Dessa vez nós queremos agradá-lo. Certo, Anderson? - ela perguntara.
- Isso aí que ela está dizendo. Concordo com tudo. - Anderson dissera de longe.
- Eu tenho medo dele achar meio brega, Gio. - falei inseguro.
- Brega? Daniel, Elidio parece até criança ás vezes. Ele vai ficar feliz demais. - ela tentara convencer-me.
- Tudo bem, Gio. Á noite eu comemorei junto com ele a sós, você sabe... - eu dizia envergonhado.
- Ah, Daniel! Sem detalhes, por favor! - Gio pedira. - Enfim, nós iremos chegar aí por volta de 14:00. Então, distraia-o. - ela instruia-me.
- Já está tudo em minha cabeça, Gio... - disse firme. - Então, até amanhã. Obrigado por vocês me ajudarem. - eu finalizara animado e então desliguei a ligação.
- Quem era, Dani? - Elidio perguntara olhando-me do alto da escada.
- A Gio, querido. O Anderson resolveu não comentar sobre a traição ele sofrera, e perdoou-a. - eu tentara mentir.
- E pra que ela tinha que te ligar? - Lico continuara questionando enquanto descia as escadas, e pegara meu celular.
- Á toa, Lico. - desconversei. - Esqueça isso, amanhã é o dia mais importante do ano... - falei sorridente, e então ergui o queixo de Elidio com a ponta do dedo. - 3º aniversário seu que passo ao seu lado, e todos os anos, o presenteado sou eu. - continuei a dizer carinhosamente.
- Vou poder tomar o quanto de sorvete eu quiser? - Elidio perguntara rindo sem graça.
- Não sei, deixe-me pensar. - eu dissera fingindo estar pensando.
- Pare, DanDan. Amanhã é meu aniversário. - Elidio pedira fazendo manha.
- Só se você não me encher de socos quando eu te acordar fazendo cócegas. - respondi rindo de lado.
- Nada de cócegas, DanDan. Você sabe que dou crise de risos. - Elidio dissera cruzando os braços.
- Sério, Lico? Pensei que chorasse ao sentir cócegas. - ironizei-o.
Eu havia colocado o celular para despertar ás 07:00, e queria surpreender Elidio desde que ele acordasse. Jantamos juntos e subimos para nosso quarto, caindo no sono facilmente devido ao cansaço das viagens das turnês.
No dia seguinte...
Meu celular tocava o tempo todo debaixo de mim, e levantei-me apressadamente. Se eu quisesse surpreender Elidio, eu precisava ser rápido para que ele não percebesse minha ausênsia ao seu lado.
Lavei meu rosto seguidas vezes, até sentir-me mais "acordado", e ao sair do banheiro admirei por alguns segundos a cena de Elidio dormindo. Seu corpo jogado na cama, ocupando-a por inteira e os braços abraçando o travesseiro que estava do meu lado da cama. Desci para o andar debaixo, e peguei a chave do carro pensando onde iria primeiro. Eu havia pesquisado uma doceria, e por sorte, ela era há 30 minutos de nossa casa. Segui primeiramente até ela, e como ela abria só ás 08:00, tive que esperar 15 minutos. Depois da espera, eu vira a loja se abrindo, e então fui até a mesmas. Eu já havia incomendado tudo que eu queria por telefone, e a dona havia reservado tudo que eu pedira, e o bolo que eu havia incomendado era feito sob incomenda.
- A gente conseguiu providenciar até os algodões doces que o Senhor requisitou. - a atendente dissera.
- Ah, que bom! Ele ama, você não tem ideia... - eu comentara sorrindo. Provavelmente, parecendo um idiota.
- Ah, eu percebi os gostos dele pelo seus pedidos. Acho que fora meu único cliente que pedira tantas guloseimas que envolve sorvete... - ela comentara rindo.
Retribui o sorriso, e paguei-a pegando o que eu havia incomendado. Voltei apressadamente para o carro, querendo chegar o mais rápido possivel, temendo Elidio ter acordado antes que eu chegasse. No meio do caminho, parei em uma loja onde só vendida ursinhos de pelúcia.
- Olha, o pedido do Senhor foi complicado de fazermos. - o atendente dissera. - O Senhor deu sorte que pediu com um tempo bom de antecendência. - ele rira sem graça.
- Mas ele canta mesmo? O hino daquele time lá... Como chama? Eu esqueço. - eu perguntara confuso.
- Corinthians, Senhor. Isso! O Senhor incomendou um gigante, que entregaremos em sua casa. E alguns pequenos, certo? Esse com a roupa do Brasil, do Corinthians, um com uma mensagem gravada, e alguns pequenos. - ele dizia enquanto colocava todos no balcão.
- Muito obrigado pelo excelente atendimento. - agradeci sorrindo.
Peguei a sacola com todas aquelas incomendas, e fui para o carro dessa vez indo direto para casa.
[Narração Elidio]
Senti alguns beijos passarem por todo meu rosto, e acordei vendo Daniel em cima de mim.
- Bom dia, meu amor! - ele dissera tocando uma espécime de corneta. - Hoje é que dia? Seu aniversário! - ele continuara dizendo animado e então começara á pular na cama.
- Por que você está com a camisa do Corinthians? - eu perguntara sem conter as risadas. - Seu dinheiro não te permite comprar uma calça, não? - continuei á questionar observando aquela cena.
- Parabéns, amor! Vamos, levante-se! - Daniel pedira, e então puxou-me pela mão deixando-me em pé. - Você acha que me vestiria feito um idiota com essa camisa do... Corinthia, assim que fala né? Enfim, estou aqui vestido feito um idiota, mas tudo para te agradar. - Dani dizia animado e sorridente.
- Você está lindo, amor! Camisa do Timão roxa, e cueca amarela. Super combina. - comentei voltando á dar crise de risos.
Daniel então descera da cama, e jogara a corneta de lado e ajoelhou-se no chão.
- O que você está fazendo? - perguntei confuso olhando-o tímido.
- Sente-se, querido. Chegue mais perto. - Daniel pedira olhando-me, dessa vez, sério.
Fiz o que ele havia pedido, e então sentei-me ficando de frente pra ele. Daniel então segurara em minha mão, alisando-a sem parar.
- Primeiro de tudo: parabéns. E "segundo de tudo": você sabe que desejo-lhe tudo de melhor nesse mundo não é, Elidio? - Daniel perguntara emocionando-se. - Tudo que você me proporciona todos os dias, todo apoio que me dá. Toda alegria... - ele prosseguia tentando respirar fundo e não chorar muito. - Por esse jeito criança, idiota, com gostos estranhos. Vulgo eu. - ele rira. - Tudo isso que existe em você, eu amo. E não saberia passar um dia sem. De todos os 200 milhões de anos de vida que desejo á você, quero que 900 sejam ao meu lado. E, eu amo você. - ele finalizara chorando.
- Não é dia de chorar, Dani. - eu respondera tentando não chorar junto. - Eu não sei como te agradecer agora, mas eu irei agradecer. Mas não quero lágrimas. - eu pedia.
Ergui seu queixo com minha mão, e então sorri olhando em seus olhos. Em seguida, pulei em cima de Daniel, fazendo com que caísse no chão, e ele começara á rir.
- Tudo bem, você conseguiu. O dia está só começando, então... Quero que ande pela casa e pegue tudo que encontrar. Tudo é seu. - Daniel pedira.
- Tudo? E se eu achar sua carteira? - eu perguntara cruzando os braços.
- Anda, Lico. Quero ver sua reação. - Daniel pedira novamente apressando-me.
Segurei na mão de Daniel, e saí de nosso quarto. Olhei para direção da escada e haviam vários (sim, vários) algodões doces rosas colados na mesma. Daniel havia pregado-os ao longe de toda escada, e deixei para pegar depois. Ao descer para sala, nossa mesa de centro estava cheia de pequenos doces, e uma placa dizia "pudim de sorvete". O sofá, era tomado de ursos de pelúcias. De todos os tamanhos, e tipos. Assim que avistei o do Corinthians, peguei-o em meu colo e vi um aviso escrito: "aperte aqui.", assim que o li, apertei-o e ele começara á cantar o hino do Corinthians, e o braço do ursinho movimentava-se para os lados.
- Você não fez isso... - eu comentara emocionado.
Daniel olhava-me de longe escorado na parede, segurando a emoção para si, e manteve-se em silêncio.
Fui em direção á televisão, e percebi alguns embrulhos na estante da mesma. Os embrulhos eram preto e branco, e misturavam-se.
- Pra que tudo isso, Dani? - eu perguntara incrédulo.
Peguei todos os embrulhos, totalizando 6, e abri um por um. Em cada um deles havia um modelo de camisa do Corinthians de uma cor. Uma delas, de goleiro e ela gigante.
- Cabe 9 Elidios aqui dentro, Daniel. - eu comentara olhando pra ela confuso.
Abri-a completamente, e percebi o autográfo de todos os jogadores por ela. A camisa era tomada de autográfos e eu olhara boquiaberto.
- Não quero que surte por causa de jogador, mas preciava lhe agradar. Podemos emoldurar essa. - Daniel dizia sorrindo de lado.
- Não precisava disso tudo, Dani... - eu comentara, agora, emocionado também.
Ao avistar tudo que havia na sala, fui para a cozinha. No canto, havia um vinho do qual era o meu preferido. E um aviso num papel dizia: "abra a geladeira". Ao ler aquilo, fui em direção á mesma e abri-a. Um bolo enorme tomava conta de um compartimento, e o freezer era tomado de sorvete.
- Calma, não acabou! - Daniel gritara da sala.
Aproximei-me dele, e Daniel então colocara seu celular para tocar uma música, e pegou o controle da Tv, fingindo ser um microfone. Assim que a música começara, tocara o hino do Corinthians, e Daniel fingia estar cantando.
- Isso está ridículo, querido. - eu comentara rindo descontroladamente.
Daniel ignorou-me e então continuara á fingir estar cantando. Ele começara á rebolar, e tentar dançar, e eu ria sem parar. Até que, o hino acabou-se.
- Você é incrivel... - comentei ainda sem acreditar.
Daniel então aproximou-se de mim fingindo estar num desfile, e tirara de dentro de uma caixa na mesa um chapéu de marinheiro.
- Queirdo, não posso te levar á um jogo do Corinthians porque trabalhamos sempre. Mas, posso te levar ás nuvens. - Daniel dizia tentando sensualizar.
- Desde quando marinheiro vai para as nuvens? - eu perguntara rindo novamente.
- Deixe que eu te mostro. - Daniel dissera olhando-me sério.
Daniel então pegou-me no colo, e subiu para o quarto comigo. Eu não conseguia parar de rir vendo ele vestido daquela maneira, e ele me ignorara. Ao chegarmos, Daniel colocou-me deitado na cama , e pediu que eu o esperasse. Permaneci deitado ali esperando Daniel voltar. Assim que ele o fez, avistei-o voltar com um pote de sorvete na mão e duas colheres em sua mão.
- O que você vai fazer? Mistura de marinheiro, com Bob Sponja, e um toque especial de jogador de futebol... - perguntei curioso.
Daniel então fechara a porta e aproximou-se de mim. Ele permanecera em silêncio, e então abriu o pote de sorvete, enchendo um colher e colocando em minha boca. Antes que eu pudesse engolir, ele colocara mais.
- C...Calma... - eu tentara pedir com a boca cheia.
Daniel ignorara-me, e colocara mais, preenchendo minha boca toda. Em seguida, ele aproximou-se de mim, e roubou-me um beijo. Minha boca gélida, esquentava ao entrar em contato com a sua... Daniel então deitou-me na cama, e permaneceu por cima de mim, beijando-me calmamente. Suas mãos quentíssimas, subiam pelas minhas coxas nuas, vindo de encontro com minha cintura, e ele apertara a mesma. Daniel roçava seu membro seguidas vezes no meu, e eu deixara meus braços entrelaçados em seu pescoço. Daniel pausara o beijo, e sorrira de lado pra mim. Ele então colocara um tanto bom de sorvete na colher, e passara á mesma por todo meu peitoral até a barriga, lambuzando-me todo. Em seguida, Daniel apalpara meu membro em sua mão, pegando-o todo e descera com sua boca por todo meu corpo, "limpando"-o por completo. Daniel então descera minha cueca, enquanto o tempo todo fitava-me sorrindo maliciosamente. Ao tirá-la de meu corpo, Daniel pegara mais um tanto de sorvete e colacara em meu pescoço. Sua mão descera até meu membro, masturbando-o, enquanto sua boca chupava meu pescoço vagarosamente. Sua língua passara pelo meu pescoço, retirando o doce do mesmo, até não sobrar qualquer resquício. Daniel então tirara sua boca de meu pescoço, e colocara mais sorvete pelo meu corpo. Em seguida, ele descera limpando-o até alcançar meu membro. Ao alcançá-lo, Daniel colocara a mão no sorvete, tirando bastante do mesmo e colocara em meu membro. Daniel então colocara sua boca em meu membro, chupando-o até o final, retirando o excesso do doce. A sensação gélida do sorvete, indo de encontro com a boca quente de Daniel, fazia-me enlouquecer, e contorci-me por inteiro, agarrando-me ao lençol. Fixei meu olhos nos seus, mostrando ansiedade, e Daniel entrelaçara seus dedos nos meus, e começara com alguns movimentos fracos com sua boca em meu membro. Levei minha mão até sua nuca, entrelaçando meus dedos em seu cabelo, e guiei sua cabeça mais rapidamente contra meu membro. Em seguida, alcancei a vasilha de sorvete e tirei um pouco com minha mão, colocando em meu membro. Daniel aumentara o ritmo em que chupava-me, tirando todo o doce dali. Meu membro já completamente úmido, deslizava fácil pela boca de Daniel, entrando e saindo da mesma com bastante facilidade. Com os chupões intensamente rápidos, eu gozara na boca de Daniel, e então engolira e sorrira pra mim. Daniel então virou-me de costas, e selou minha boca demoradamente. Daniel descera sua mão pela minhas costas, massageando-as, de forma carinhosa. Em seguida, ele pegara um pouco de sorvete e espalhara por toda ela, alcançando até minha bunda. Ao terminar de fazê-lo, Daniel levara sua boca até minha nuca, e descera por toda ela, chegando em minhas costas e dando alguns chupões leve pela mesma, "limpando"-a. Assim que acabara, Daniel desceu sua boca até minha bunda e dera algumas mordidas pela mesma. Em seguida, continuara á dar-me chupões lentos, porém, prolongados. Sua boca explorava toda minha bunda, deixando límpida. Em seguida, Daniel começara á roçar seu membro duríssimo em minha entradinha, e eu olhava-o ansiosa. Então, Daniel tirara seu membro da cueca, e colocou-o por inteiro em mim. Soltei um breve gemido alto, e Daniel continuara á beijar-me na nuca, carinhosamente. Suas estocadas eram fracas de ínicio, e eu guiava minha bunda, rebolando em cima de seu membro lentamente. Eu sentia seu membro invandir-me de forma carinhosa, e eu delirara. Daniel então subira seu tronco, sem deixar que seu membro saísse de mim, e subira sua mão pela minhas costas acarinhando a mesma, e massageando-a ao mesmo tempo. Meus gemidos saíam baixos e prolongdados, e Daniel respirava profundamente em cima de mim. Em seguida, Daniel pegou-me pela cintura, erguendo-me, e quando estávamos, ambos ajoelhados na cama, ele começara á penetrar-me de maneira forte e intensa. Sua mão ainda percorria meu corpo acarinhando toda lateral do mesmo. O calor de sua mão, misturava-se ao de meu corpo, e eu sentira-me como se estivesse febril. Daniel então colocara um dedo no pote de sorvete e depois colocara em minha boca, fazendo-me chupá-lo. Daniel gemera baixinho em meu ouvido, e então continuara á penetrar-me rapidamente. Assim que percebera seu meu úmido deslizando dentro de mim, Daniel posicionou-me de quatro, e começara á penetrar-me ainda mais forte, de forma que eu conseguia ouvir sua virilha vindo de encontro com minha bunda. Eu gemia mais alto agora, e segurava-me no lençol sentindo-o entrando como um todo dentro de mim. Até que, escutei Daniel soltar um gemido de alívio, gozando em mim.
Virei-me de frente para Daniel, e então beijei-o carinhosamente.
- Obrigado por tudo, querido. Mal começou o dia e já estou... Olhe. - eu dissera interrompendo o beijo, e então coloquei sua mão em meu peito, fazendo-o sentir meu coração palpitar.
- Espero que não seja infarto. - Daniel respondera rindo sem graça. - Vista-se, querido. Vamos comer alguma coisa fora rapidamente, para voltarmos e você aproveitar seus presentes. - Daniel sugerira sorrindo de canto a canto.
- O maior presente que a vida me deu eu já estou aproveitando. - respondi sériamente ao fitar seu olhos.
Daniel abaixara a cabeça, e sorrira timidamente. (Continua)













