oh yeah, hexatombe ep 9, my favorite
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oh yeah, hexatombe ep 9, my favorite
ALVIRA ALVIRA ALVIRA ALVIRA ALVIRA ALVIRA
Eu amo ela
Vampira gostosa
Alvira (gordinha?)
Ela é linda
Um casal que eu não esperava mas que eu acabei gostando foi o Raziel e a Alvira
Achei muito fofo o vampirão que matou mais da metade da equipe descendo ela no chão que nem uma princesa e ficando em desespero quando ela morreu
(Pior que isso parece ate ser algo dele próprio, ele ser bem cavalheiresco)
One couple I didn't expect but I ended up liking was Raziel and Alvira
I found it so cute that the vampire that killed more than half of the party lowering her gently on the ground like a princess and falling into despair when she died
(And I think this might be something of him in itself, that gentlemen-ness)
( Alvira x fem!sacrifício!reader )
Gênero ; smut
Avisos ; sangue, tortura, relacionamento abusivo (?)
Notas ; não revisado
Eles me torturavam as vezes, enfiando objetos pontiagudos para me machucar e se alimentavam do meu sangue. Ela sempre estava atrás de todos, apenas observando, nunca dizia ou fazia nada enquanto me machucavam.
Até que um dia, enquanto dormia da forma mais desconfortável que alguém poderia imaginar, eu desperto com a dama de ferro sendo aberta.
Era noite, estávamos a sós na igreja, ela era a única que ficava durante a noite, as vezes conversava comigo, me alimentava com seu sangue, mas nunca abriu a dama de ferro, temi que finalmente morreria.
— Seu rosto é mais bonito do que me recordo. — Ela fala arrastado, tinha notado que com o tempo eles aprenderam a falar minha língua, como se fossem bebês aprendendo a falar, mas sempre conversavam em outra língua entre si. — Não tive muito tempo para gravar seu rosto antes de te prendermos.
Ela segura meu queixo, suas unhas longas cortando de forma superficial a pele de minhas bochechas. A vampira ergue meu rosto para que a olhe diretamente nos olhos.
— Vamos cuidar de você antes de qualquer coisa. — Ela destampa um frasco com vinho e o pressiona contra meus lábios me fazendo beber da garrafa. Era quente e um pouco grosso, como se não fosse algo para que deveria estar descendo por minha garganta.
O gosto... de ferro, era sangue, sinto vontade de cuspir, vontade de vomitar, ela parece notar então tampa minha boca com sua mão para que eu não o fizesse.
— Engole. — Era uma ordem, sua mão ainda sobre minha boca. Então, com muito esforço engulo o líquido vermelho, meus olhos lacrimejando pela imensa vontade de vomitar.
— Muito bem. — Ela fala como se eu fosse um cachorrinho que acabou de aprender um novo comando.
De alguma forma me sinto muito melhor depois de ter bebido aquilo, como se isso tivesse me curado. Ela sorri, exibindo seus dentes grandes e afiados.
Alvira aproxima seu rosto do meu até que nossos lábios estejam colados, ela me beija. Era como se ela não soubesse como fazer isso, até porque seus dentes são afiados e complicavam tudo.
Quando ela se afasta minha boca está cortada e escorre sangue, ela pressiona o polegar na gota de sangue que escorre pelo meu queixo a limpando, em seguida leva o polegar aos lábios saboreando meu sangue.
— Eles não vão tocar em você a partir de agora, eu vou garantir isso. — Fala de forma séria. Sinto sua mão na minha cintura fazendo com que me aproxima-se dela até nossos corpos estarem colados.
Encostando seu rosto ao meu ouço quando ela respira profundamente para sentir meu cheiro, seu nariz enterrado no meu cabelo. De repente sinto seus dentes cravando no lóbulo de minha orelha, pra logo em seguida acalmar a picada com sua língua.
— Seu cheiro e seu sangue são deliciosos... — Seus dedos se apertam ao redor da minha cintura. — nunca encontrei uma humana tão interessante como você.
Agora, tão perto e sem a dama de ferro limitando minha visão posso notar que sua roupa é pregada a sua pele com grampos, mas não parecia doer para ela, ou talvez ela gostasse da dor.
Os dedos dela deslizam sobre a marca do sacrifício na pele do meu estômago, ao mesmo tempo afasta os trapos ensanguentados que um dia foram um suéter.
Ela passa os dedos pelos cortes colocando uma pressão, é perceptível que ela gosta de ouvir os gemidos de dor que escapam dos meus lábios.
Afastando os dedos das feridas ela leva o polegar em direção aos meus lábios, eu tento resistir mas ela o pressionar até ter seu polegar sujo com meu próprio sangue pressionado contra minha língua.
O sorriso dela se alarga. — Lambe. — Ordena. Eu obedeço, sinto o gosto de ferro mais uma vez. Em poucos segundos ela o tira de dentro da minha boca.
— Você é tão obediente. — Exclama como se estivesse se sentindo orgulhosa de mim.
— Se ajoelha. — Faço como ela ordena, me ajoelho em frente a Alvira, ela puxa a saia preta para cima até a altura de seu quadril. — Você sabe o que fazer.
Aproximo meu rosto de sua buceta, Alvira se apoia na mesa abrindo mais as coxas. Ela é silenciosa enquanto a chupo, soltando apenas alguns grunhidos baixos. Suas mãos agarram meus cabelos, as unhas arranham meu couro cabeludo.
Suas mãos me prendem, ela controla meus movimentos e minha posição com facilidade, meu rosto está pressionado entre suas coxas, que por sua vez estão apertadas ao redor da minha cabeça.
A essa altura meu nariz, boca e bochechas estão cobertos por seu prazer, sinto quando uma gota cai por meu queixo.
Então, quando menos esperava, sinto-a gozar em minha língua, suas mãos prendem minha cabeça no lugar para ter certeza de que eu engoliria tudo, assim faço.
Alvira solta meus cabelos, que agora estão uma bagunça assim como meu rosto, corado e coberto pela porra dela.
A saia desce e ela se agacha a minha frente, seu sorriso mais largo do que antes, se isso sequer fosse possível.
Deito de costas contra o chão conforme ela se inclina sobre mim, seus cabelos ruivos caem ao redor de nossos rostos como uma cortina, sua franja descobre seus olhos e vejo mais claramente a venda que os cobre, ou cobre a falta de olhos.
A vampira tira minha calça com facilidade, rasgando minha calcinha em seguida. Entre minhas coxas ela posiciona a sua perna, seu joelho pressionando meu clítoris.
— Espero que consiga sentir prazer em meio a dor... — Sussurra enquanto levanta meu suéter. — porque isso vai doer.
Grito de dor quando seus dentes cravam no meu peito, eles afundam na carne cortando-a, se afundando em minha pele.
Tento afastar seu rosto do meu peito, as lágrimas da dor agonizante brotando nos cantos dos meus olhos. Ela não se move nem um centímetro, apenas seu véu que sai de seus cabelos e cai no chão.
Sua resposta veio rápida, agarrando meu quadril com sua mão ela os move para cima e para baixo, meu clítoris esfregando contra sua coxa. O prazer toma conta de meu corpo.
Dou continuidade movendo os quadris sozinha, Alvira mantém sua mão no mesmo lugar me ajudando. Seus dentes permanecem fundo em minha pele enquanto ela bebe do meu sangue.
Gemidos tanto de dor quanto de prazer escapam dos meus lábios, eu não me importo em tentar abafá-los em momento algum, Alvira também não parece se importar.
Ao mesmo tempo que sinto o orgasmo próximo, me sinto tonta como se pudesse desmaiar a qualquer momento, e certamente poderia já que Alvira não desgrudou de mim nem por um segundo.
Eu gozo em sua coxa enquanto agarro sua cintura, minhas unhas cravando na sua túnica. Ela finalmente se afasta do meu peito lambendo o sangue que saia das mordidas.
Lentamente Alvira pega algo e sinto o gosto de ferro mais uma vez, dessa vez parecia mais saboroso. Logo me sinto bem mais uma vez.
— Você não vai morrer nesse lugar.
Preciso de uma fanfic de Raziel x Alvira x Leitor, eu preciso ficar entre esses dois.
I need a fanfic about Raziel x Alvira x Reader, I need to be between those two.
more... gieeg ocs. cause i wanted to
Some Drawpile stuff that always gets buried/deleted and I forget to upload it. B)
Merry Christmas, @odric-master-swagtician! Here’s yo girl...