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Beauty and the Beast Enchanted Rose Glass Sculpture by Arribas
"Tale as old as time" Beauty and Beast Disney figurine
(Walt Disney Classics Collection)
"Good night, luv." Mrs. Potts, Chip (WDCC)
'Just in time' Cogsworth (WDCC)
"Vive L'amour!" Lumiere (WDCC)
Beauty and the Beast Enchanted Rose Glass Sculpture by Arribas
Belle and the Enchanted Rose Glass Sculpture by Arribas
Entre as Arribas de Miranda e o Rio Douro
Miradouro de São João das Arribas, localizado no concelho de Miranda do Douro, oferece uma vista impressionante sobre o rio Douro, que, neste troço, marca a fronteira natural entre Portugal e Espanha. Este miradouro integra o Parque Natural do Douro Internacional, uma área protegida que preserva a biodiversidade singular desta região de arribas. As arribas, formações rochosas escarpadas, resultam…
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As Pérgulas Vermelhas de Santa Cruz
📅: 2023-04-13 | 📷: samsung SM-A336B 🔆: f/1.8 | 🔍: 4.65 mm ⏱️: 1/3401 seg.| 🎚️: 32 ISO As pérgulas dos miradouros de Santa Cruz constituem um elemento característico da paisagem urbana desta vila balnear do concelho de Torres Vedras, na Costa de Prata portuguesa. Pintadas em vermelho vivo e cobertas por ripados de madeira, estas estruturas funcionam como molduras arquitetónicas que…
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O Castelinho do Estoril
O litoral que se estende de Lisboa a Cascais é um reino de luz, com praias douradas e o bulício de uma vida faustosa, um lugar onde o sol parece afugentar as sombras mais persistentes da alma. Mas, desafiando este brilho, como um dente cariado num sorriso perfeito, ergue-se o Castelinho de São João do Estoril, também conhecido como Castelo de Nossa Senhora de Fátima, encavalitado num rochedo onde o Atlântico bate furiosamente. Com a sua arquitetura romântica, que evoca contos de fadas distorcidos, o castelinho é um marco icónico que esconde uma lenda soturna, um conto gótico que resiste ao sol da Riviera portuguesa com a teimosia de uma mancha de bolor. A história, uma das mais famosas de Portugal, não é de nobres ou piratas, mas de uma menina cega, de um acidente trágico nas arribas e de uma presença fantasmagórica que, dizem, ainda se manifesta nas falésias e na janela do castelo, um espectro que a luz do dia não consegue dissipar.
Mariana era uma menina de sete anos, filha única e adorada do rico proprietário do castelinho no início do século XX. Era uma criança de uma beleza etérea, com longos cabelos loiros e feições delicadas, mas os seus olhos, de um azul profundo, não viam. Eram espelhos opacos, janelas fechadas para um mundo que ela sentia, mas que nunca vira. Era cega desde o nascimento, um fado que a prendia a um mundo de sons e cheiros. A sua vida, embora faustosa, era uma prisão sensorial, um castelo que ela sentia, mas que nunca vira, uma fortaleza de ecos e solidão. Por trás da opulência, pairava a melancolia, um véu de tristeza que envolvia a criança como um sudário.
A mãe de Mariana morrera jovem, e o pai, um homem consumido pela dor e pelo trabalho, raramente estava presente, um fantasma que habitava os corredores do castelo, mais preocupado com os mortos do que com os vivos. Mariana cresceu com a ama, uma mulher bondosa, mas que não conseguia preencher o vazio deixado pela ausência dos pais. A menina encontrou consolo na janela do seu quarto, a janela do castelinho que dava para o mar e para a linha de comboio. Era o seu ponto de observação do mundo, um mundo que ela imaginava através do som do mar a bater, do apito dos comboios, do cheiro a maresia e do toque do vento salgado no rosto. O seu único guia, o seu companheiro constante, era o seu cão, um setter irlandês leal, cujo olfato e audição aguçados compensavam a cegueira da menina, um anjo da guarda de quatro patas.
Tinha por hábito passear nas arribas, nas falésias escarpadas perto da casa, guiada apenas pelo som do mar e pelo seu cão fiel. O cão era o seu anjo da guarda, sempre a ladrar avisos, sempre a empurrá-la para longe do precipício, um guardião incansável. Mariana sentia-se livre naquelas arribas, sentia o vento no rosto e sonhava com cores e formas que lhe eram negadas. Era uma criança solitária, presa na sua torre de marfim, o castelinho, que era mais uma prisão do que um lar, um lugar de ecos e solidão, onde o riso era uma moeda rara e a tristeza era a moeda corrente. A sua imaginação, liberta da tirania da visão, criava monstros e maravilhas, um mundo interior tão vasto e assustador como o oceano que se estendia a seus pés.
A tragédia abateu-se sobre o castelinho numa tarde de outono, com o mar revolto e o vento a uivar, um prenúncio de desgraça. O nevoeiro cerrado, comum na costa, envolvia o castelo num manto branco, um véu fúnebre que escondia o precipício. A ama, exausta, adormecera na sala, vencida pelo peso da sua própria negligência. Mariana, na sua solidão habitual, decidira aventurar-se sozinha nas arribas, o seu cão, por razões que ninguém compreendeu, não estava com ela naquele momento fatídico, talvez distraído por algum cheiro ou som, ou talvez a tragédia fosse inevitável, um destino selado pelas forças sombrias que habitavam o castelo.
Num momento de descuido ou talvez de desespero infantil, atraída pelo som das ondas, que parecia chamar o seu nome com a voz de uma sereia macabra, Mariana aproximou-se demasiado da beira do precipício. O terreno, húmido e escorregadio devido ao nevoeiro, cedeu sob os seus pés. Mariana caiu das arribas, um grito silencioso que se perdeu no bramido do oceano.
O pai, ao regressar a casa, encontrou o castelinho em alvoroço. O desespero da ama, a ausência da filha, a janela aberta. O seu mundo desabou, a dor que o consumia transformou-se em puro terror. Procuraram o corpo de Mariana durante dias, mas nunca o encontraram, engolido pelo mar impiedoso. Apenas o seu ursinho de peluche foi encontrado na praia, encharcado e gasto, um testemunho silencioso da tragédia, um símbolo da inocência perdida.
Desolado com a perda da filha, o pai, em sua memória, terá alegadamente oferecido a propriedade à Santa Casa da Misericórdia, com a condição de que fosse transformada numa instituição de apoio a crianças cegas, o que de facto aconteceu durante cerca de dez anos, num esforço derradeiro para dar um propósito à vida e à morte de Mariana, um ato de penitência.
O castelinho, outrora um símbolo de opulência, tornou-se um monumento à dor e à perda. O pai, consumido pela culpa e pelo desespero, morreu pouco tempo depois, um homem quebrado, assombrado pelo fantasma da filha que ele tinha abandonado, a sua alma atormentada incapaz de encontrar descanso.
A história ganhou contornos assustadores quando as pessoas que passavam pelo castelinho, especialmente nas noites de nevoeiro cerrado e tempestade, com o vento a uivar e o mar a bater, começaram a relatar visões perturbadoras. A lenda urbana mais persistente é que o espírito da menina nunca abandonou o local.
Muitas pessoas que passaram pela casa ao longo dos anos, incluindo potenciais compradores e residentes temporários, relataram ter visto o vulto de uma menina a vaguear pelos jardins, junto às falésias e, mais notoriamente, a aparecer à janela do castelo, o local da sua vigília em vida. A aparição é efémera, desaparecendo num piscar de olhos, deixando apenas um arrepio e a sensação de uma melancolia profunda, um rasto de tristeza que se agarra à alma.
Apesar do seu aspeto de conto de fadas, o Castelinho é hoje em dia mais conhecido pela sua aura de mistério e pela lenda da menina cega, sendo considerado por muitos a casa assombrada mais famosa de Portugal, um ícone do macabro português, um lugar onde a luz do sol da Riviera não consegue penetrar as sombras do passado. O edifício, que se destaca pela sua arquitetura peculiar e localização na Avenida Marginal, é um marco local conhecido pelas suas histórias de terror e mistério, para além do seu charme arquitetónico.
A lenda diz que o fantasma de Mariana ainda espera. Espera o regresso do pai, espera a sua mãe, espera uma vida que lhe foi negada, uma infância que lhe foi roubada pela cegueira e pela negligência. O seu olhar perdido na janela é um lembrete gótico de que, mesmo nos locais mais soalheiros e belos, a tragédia e a morte espreitam, e que as almas penadas encontram o seu descanso nos locais onde a sua vida foi interrompida de forma brutal e injusta. A sua cegueira em vida transformou-se numa visão espectral após a morte, um paradoxo macabro que assombra o castelinho, os seus olhos vazios a verem finalmente o mundo, um mundo feito de dor e saudade.
Hoje, o Castelinho de São João do Estoril é um local de uma beleza assombrosa, uma atração turística que todos fotografam. Mas se, numa noite escura e solitária, olharem para a janela do castelinho, e sentirem um arrepio invulgar, ou virem uma sombra que não devia estar lá, é bom que se lembrem da história de Mariana, a menina do olhar perdido, que ainda hoje assombra o local, à espera de companhia na sua solidão sem fim, um grito silencioso que ecoa nas arribas e se perde no mar.
Servicios macristas al ataque
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El sicariato contra dirigentes enemigos y los jueces prevaricantes son parte de las operaciones con que el macrismo contaminó la Argentina. Trajeron la dictadura a nuestros días. Una jueza con el macrismo Arribas Todo servicio con cama adentro Imagen: composición.
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