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DAILY - Nines Number 99 Sampling_composition_127_colour_08, Clemens Niewoehner (CLN47) Sampling compositions are colouring collages of recurring geometric elements
"Atravessar sem performar"
Talvez a gente não precise estar pronta o tempo todo. Nem ser boa em tudo. Nem entender de todos os debates, dominar todas as linguagens, estar presente em todos os espaços, ser a mais ativa, a mais produtiva, a mais disponível.
Talvez a gente não precise transformar tudo em entrega, em oficina, em trabalho, em contribuição pra alguém. Talvez, por agora, o simples fato de existir já seja suficiente. Estar no mundo, cuidando de si, respirando fundo, atravessando do jeito possível.
Eu posso dançar sem ser dançarina. Posso escrever sem ser escritora. Posso existir sem performar.
Não é recusa à vida, é, na verdade, um profundo sim à minha própria vida. Um sim ao meu tempo interno, ao meu corpo, aos meus ciclos, às minhas pausas.
Não vou correr porque o mundo corre. Não vou acelerar porque me dizem que eu preciso. Não vou me colocar no molde de produtividade, de utilidade, de excelência constante, porque eu não sou máquina. Sou humana. E, nesse momento, me permito ser alguém que está em processo, que não tem todas as respostas, que não precisa provar nada.
A vida não é sobre estar pronta. A vida é sobre se permitir atravessar do jeito que der, no ritmo que puder.
A E S T H E T I C S
by Borby Norton
A evolução é um mito 2: Dinossauros no Afresco de Pompeia
Pigmeus são retratados interagindo com mamíferos aquáticos e dois répteis enormes no Afresco de Pompeia, datado de 70 a.C.
Pintado por volta de 70 a.C. na parede da casa de um médico de Pompeia, cidade enterrada - junto com Herculano e Nápoles - pela erupção do Vesúvio em 24 de agosto de 79 d.C. e gradualmente desenterrada a partir de meados do século XVIII, este afresco retrata uma cena Nilótica (do Nilo), com pigmeus interagindo com alguns mamíferos aquáticos e dois répteis enormes.
Note-se que o mamífero do afresco e a ilustração moderna de um Moeritherium, cujo nome significa "Besta de Moeris" (lago onde foi achado o primeiro fóssil desse animal), têm ambos um focinho alongando e carnoso, consistente com as interpretações modernas dos restos de um Moeritherium.
O animal do afresco tinha um estilo de vida parcialmente aquático, tal qual o Moeritherium, que habitou o norte da África no final do Eoceno (segunda época da era Cenozoica, entre cerca de 56 e 34 milhões de anos). Seu tamanho se assemelhava ao de uma anta, e ele se alimentava de gramíneas à beira e dentro da água.
O réptil mais abaixo assemelha-se fortemente com o Sphenacodon, um gênero de pelicossauro do Permiano Inferior (período geológico que se estende de 298 a 252 milhões de anos, o último da era Paleozoica). As "espinhas" vertebrais do Sphenacodon, pertencente à família Sphenacodontidae, uma linhagem que foi aparentada aos Therapsidas, eram longas, e provavelmente atuavam como um ponto de fixação para músculos massivos das costas, levando o animal a movimentar-se de maneira poderosa em sua predação. Embora as "espinhas" fossem longas, não teve uma "vela" dorsal como o Dimetrodon. Aliás o réptil retratado também poderia ser um parente deste, mas com uma cauda menor.
Os críticos da interpretação dizem que o afresco na verdade não exibe um Moeriterio nem tampouco um Sphenacodon, mas não passariam de representações de um hipopótamo e de um crocodilo. Como evidência, eles apontam para a cena vista no canto inferior esquerdo do afresco (ampliada logo abaixo) e em outras peças de arte relacionadas que caracterizam pigmeus em cenários semelhantes interagindo com hipopótamos e crocodilos estilizados.
A alegação é que o "Sphenacodon" foi fortemente estilizado (ou caricaturado de forma deficiente). Um problema óbvio com este argumento é que os crocodilos não têm uma “vela” nas suas costas, e não é usual os artistas “acidentalmente” desenharem uma “vela” nas costas de crocodilos.
Mesmo que possa ser alegado que o réptil no afresco não tem uma “vela”, mas linhas de espinhas que são uma ilusão de “vela”, o fato permanece que espinhas curtas (se é que se pode chamar isso de “espinhas”) nas costas de um crocodilo aumentam de comprimento rumo à parte final da cauda, embora ocorra exatamente o contrário com a estrutura com a aparência de barbatana da criatura que se encontra na pintura.
Um argumento semelhante foi aventado pelos céticos em relação ao animal identificado como o Moeriterio. Eles alegam que é uma forma incorreta e estilizada de um hipopótamo. No entanto, se o artista realmente quisesse retratar uma hipopótamo, é difícil de imaginar como é que ele pode ter errado de forma tão flagrante em relação à anatomia, o que é verdade mesmo se ele estivesse a retratar um hipopótamo tendo como base nada mais que uma descrição verbal e ele nunca tivesse visto um hipopótamo na sua vida. Além disso, as pernas do hipopótamo são curtas. Em todas as formas possíveis, o animal do afresco é totalmente diferente de um hipopótamo, mas está de acordo com forma de um Moeriterio. O mesmo pode ser dito para o réptil.
Título/Title: ART 134 Dimensões/Dimensions: 45 cm x 30 cm Técnica/Technique: Arte Digital/Digital Art Ano/Year: 2015 Artista/Artist: Felipe De Vicente © #abstract #abstraction #abstractart #art #artist #artwork #contemporary #contemporaryart #fineart #gallery #geometric #geometricart #color #arte #artesvisuais #artista #arteemfoco #arts #arts_gallery #artworks #kunst #artists #artlovers #artstagram #instaart #instaartist #instaartwork #artistsofinstagram #interiordesign #felipedevicente https://www.instagram.com/p/CMtXjqbHW2K/?utm_medium=tumblr