
#batman#dc#dc comics#bruce wayne#dick grayson#tim drake#batfam#dc fanart



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a arte e o som
A última aula antes da G1 teve a participação de dois palestrantes: Francisco Queiroz (também conhecido com Chico), que se formou em comunicação mas seguiu a área de design de jogos, e Werther Azevedo, especializado na parte de sonorização de jogos. Foi uma aula diferente e que nos mostrou a importância não só da imagem dos jogos, mas também do som de uma forma que nunca vimos antes.
8 & 9
Madonna (produto midiático) -> Kellner
Assim como a barbie, é uma máquina ideológica e exemplo de matriz identitária
-> Matriz identitária
Fontes identificatórias -> aspiramos ser.
As ações da Madonna não passam de discursos, que estimula/incita mais discursos. Os discursos, na época, foram de ruptura (acompanhavam as transformações nos valores e na política da época).
Nomadismo Identitário -> mutável (altera a sua própria identidade para se inserir no contexto atual. Essa troca identitária muitas vezes acaba se tornando a própria identidade.)
David Bowie -> queria rombar o erotismo masculino (tipo oposto da Madonna)
ESTRATÉGIA MIDIÁTICA > ESTRATÉGIA MERCADOLÓGICA
-> Estratégias Midiáticas = comunicação
-> Estratégias Mercadológicas = marketing
-> Estratégias midiáticas para atingir objetivos mercadológicos = publicidade
O diário que escrevemos é diferente do blog que possuímos (ou possuíamos) na internet. São ambientes diferentes, meios diferentes que acabaram interferindo na mensagem passada. No blog, pensamos com uma visão midiática. Não escrevemos para nó mesmos, mas sim para os outros. Mais uma vez, a imagem que passamos é mais importante do que o conteúdo em si. Portanto, muitas vezes não passamos a mensagem que realmente sentimos, mas a reformulamos e a reproduzimos de uma forma espetacular, que agrade o público. Já num diário, não temos essa percepção mais pública. Não temos esse objetivo de agradar, surpreender. O diário e os blogs tem conceitos de intimidade totalmente diferentes.
Produto midiático
Taylor é, talvez, uma das personalidades que mais servem de exemplo para as meninas do mundo todo. Está inserida em todos os padrões da sociedade (magra, branca), nunca se envolveu em polêmicas com droga/bebida, nunca nem xingou em alguma música. O perfeito “role model”. Ela não propõe mudanças com suas músicas, mas ela consegue que as pessoas se identifiquem com todas as suas letras. Talvez por sempre tratar do tema amor, que é o maior fetiche da sociedade pós-moderna. Mas além disso, ela também faz parte dos grupos aspiracionais. O maior exemplo disso é o seu grupo de amigas, que ficou popularmente conhecido como squad. Resumindo, um grupo de mulheres ricas, bonitas e que causam inveja em qualquer pessoa que olhe. Além disso, Taylor também se insere muito no nomadismo identitário. Ela começou como uma garota de 16 anos cantando country, e virou uma das maiores pop stars do mundo com 26 anos. Tinha cachos, e agora tem o cabelo curto e liso. A partir do momento que o feminismo entrou em alta, ela rapidamente adotou o termo como um mantra. Embora as suas trocas de identidade não sejam radicais, elas acontecem. Um exemplo mais concreto: no seu álbum 1989, Taylor trabalhou com uma vibe mais anos 80, e parou tratava mais sobre a vida e o amor com um maior otimismo, e não maximizou tanto suas desilusões amorosas. Já no album anterior, Red, Taylor trabalhava o countrypop, e passou o álbum todo intimamente revelando todos os caos que passou nos seus relacionamentos.
Taylor, por meio de suas músicas, escreve o que muitas pessoas querem ler/ouvir. Quando expõe seus sentimentos, não o faz pelo simples prazer de materializa-los, mas já faz para compartilhar depois, para que todos ouçam sobre os seus sentimentos, e que todos admirem, enalteçam, popularizem. É apresentado como um diário, como a simples intimidade, e por isso agrada tanto. É uma ilusão de que os sentimentos de uma artista tão famosa são simples quanto os nossos, puros. Quando na verdade, podem até ser, mas são escritos com um objetivo: a divulgação. Taylor pode sentir tudo que escreve, mas quando expressa por meio de suas músicas, ela busca agradar a sociedade do espetáculo.
Parte Final Região Sul - Dia 27/08/2015
Estudeeeeem <3
Aula #8 - CSS Básico - Dimensões
Ultima aula da semana, sexta tem uma tarefinha e eu estou muito ansiosa para ver os resultados de vocês.
Essa aula será sobre dimensões, ajustar tamanhos e como o padding e margin influi nas dimensões dadas aos objetos.
Essa imagem ilustra bem o que vou explicar:
Margin:
Distância do objeto até as bordas do documento. Exemplo de uso no css:
.umaclassqualquer {
margin: 10px; }
Dá a todas as margins 10 px de distância. Podemos usa-la assim:
.umaclassqualquer {
margin-top: 10px;
margin-left: 15px;
margin-right: 5px;
margin-bottom: 10px;}
E especificar uma distância diferente para cada lado do objeto.
Height e Width:
Definem a altura e largura (respectivamente). Usamos assim:
.umaclassqualquer {
width: 100px;
height: 300px}
Padding:
Distancia das bordas do objeto, até o conteudo do objeto (por exemplo um texto dentro de uma div). Esse valor é somado ao valor do width/height, por exemplo, uma div de 100px de largura mais 5px de padding direito e esquerdo fica com 110px.
Outra aula que parece bem curta mais cheia de possibilidades para vocês testarem. Vou deixar mais alguns exemplos e o código para vocês fuçarem.
Exemplos | Código
Por enquanto é isso. Dúvidas, perguntas, etc, ask!
Knights of Shame (Awolnation)
Que mania é essa que nós temos de estar sempre certo? Parece que errar é a pior coisa que pode acontecer. Ninguém erra, só se engana momentaneamente, tem um lapso, um pequeno deslize. O erro é subvalorizado e tachado de vilão, repudiado, atacado.
Desde crianças, da base do nosso ensino, somos forçados a acertar. O erro significa um ponto a menos na prova. Muitos erros implicam em trabalhos extras, recuperações, segunda época (chame como quiser). Erros podem acarretar reprovar de anos, rever todo o conteúdo, ficar para trás, perder os amigos. Alguém que erra (em provas, na sociedade, nos círculos de amizade) é excluído e isolado. Uma abominação.
Mas e se o erro em um ponto fosse um acerto em outro? E se fazer sexo antes do casamento, pecado para os religiosos católicos, te desse status nos círculos de amizades certos? Erro é relativo. Erros de uns são acertos de outros. Erros enormes (quase pecados) podem ser irrisórios à vista de outras pessoas. Erros são releváveis, erros são mutáveis.
Mais que isso, erros são ferramentas incríveis. O erro nada mais é que uma forma de não fazer certo. A ideia do erro como um caminho explorado mas sem saída é mais saudável. A ideia que o certo é absoluto... essa sim é errada. Cometer erros (diferentes entre si) geralmente acarreta em acertos. Insistir no mesmo erro... é burrice. Erros são aprendizados e não deveriam ser punidos. Quem erra uma vez, teoricamente não cometerá o mesmo erro. Ele aprendeu. Provavelmente muito mais que se tivesse certado de primeira.