Inocência influente Diz amém para olheiras Beijas bijuterias Se vê como o descarte de viúva Pendure os calcanhares que já beijei Agradeça-te ao febril amante Celebraremos o desarme Recolha-me em teus inquietos olhos Culto a personalidade venusiana Deixada ao pé da árvore Para que funda-se com as sobras da macieira Contudo, há de aguardar alguns pares de anos, a safra fora sacrificada Após a lã ser calçada Após o ponto-cruz sorrir A pele chorar em tributo Fora criada a nova quimera Descasca-te os botões Descaso à anéis Trêmulo nó Olhos que enfim cintilam Procurastes Alices e outras alusões Eis todas elas diante teu portão A temporada de caça à coelhos brancos Voltem para minha bolsa meus queridos A inspiração dentes aspirava Outros viesses em potes Para criar a lógica-vertigem Capaz de contradizer qualquer júri Deixai o sol na primeira portas que passasse Ao meu lado serão setenta noites eternas Leves e ébrias tal qual vosso beijo Dois acidentáveis criaram um belo jardim
Veja-me Com Os Mesmo Olhos Nebulosos Que Os Meus, Pierrot Ruivo
















