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Artículo escrito por: Nathalie Ríos.
Hongo Ophiocordyceps unilateralis, el que vuelve zombies a las hormigas y la idea principal del videojuego “The Last Of Us”
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Bárbara McClintock foi unha botánica e bióloga estadounidense, nacida en Connecticut en 1902. É considerada a nai da xenética moderna, e faleceu en 1992, aos 90 anos, sen chegar a xubilarse.
Bióloga do Inpa vence maior prêmio da ciência brasileira
Honraria foi concedida pelo CNPq Tâmara Freire - Repórter da Agência Brasil Publicado em 24/04/2026 - 17:58 Rio de Janeiro Versão em áudio
Reprodução: © Érico Xavier/Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas A bióloga Maria Teresa Fernandez Piedade, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), é a vencedora deste ano do Prêmio Almirante Álvaro Alberto, maior premiação da ciência brasileira.
O anúncio foi feito nesta sexta-feira (24) pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ), que concede a honraria em parceria com a Marinha do Brasil. Criado em 1981, o Prêmio Almirante Álvaro Alberto é atribuído anualmente ao pesquisador que tenha se destacado pela realização de obra científica ou tecnológica de reconhecido valor. A cerimônia de entrega será no dia 7 de maio, no Rio de Janeiro, quando Maria Teresa receberá um diploma, uma medalha e um prêmio de R$ 200 mil em dinheiro. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp
Pesquisa
Maria Teresa desenvolve pesquisas sobre a Amazônia há quase 50 anos. Atualmente, é docente dos Programas de Pós-Graduação em Ecologia e Botânica do Inpa, e lidera o grupo de pesquisa Ecologia, monitoramento e uso sustentável de áreas úmidas (Maua). O desejo de trabalhar com pesquisas na região amazônica, de acordo com a bióloga, surgiu logo que começou o curso de Biologia, a muitos quilômetros de distância, na Universidade Federal de São Carlos, em São Paulo. "Naquela época era basicamente um sonho", lembra a pesquisadora. Mas o sonho começou a se tornar realidade a partir de uma especialização, já no Inpa. "Quando eu comecei, me foi oferecido um trabalho em ambientes de terra firme. E eu não estava muito satisfeita com isso, porque eu sempre gostei de água. Então eu fiz uma primeira viagem para o Rio Negro. Nesse momento, eu decidi que era nos rios que eu iria trabalhar", disse. Maria Teresa também se formou mestra e doutora no Inpa, e passou a atuar como pesquisadora efetiva em 1988. Mas ao longo de sua carreira também lecionou como professora convidada em muitas outras universidades e instituições de pesquisa. A pesquisadora ainda participou de diversas iniciativas de cooperação científica internacional em prol da região, como o Conselho Científico Internacional do Programa de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera da Amazônia e a parceria Brasil–Alemanha Inpa/MCTI-Sociedade Max-Planck. Em âmbito nacional já integrou o Conselho Nacional de Zonas Úmidas do Ministério do Meio Ambiente o Diagnóstico Brasileiro de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos. Seu principal objeto de estudo, no momento, são os efeitos da variação nos níveis de água, durante as cheias e vazantes dos rios. "A água sobe e desce ao longo do ano e transforma os sistemas de uma maneira única e gerando adaptações de organismos e também influenciando todas as cadeias alimentares e os estoques de carbono da região de uma maneira única", explica. Mas também pesquisa as mudanças ocorridas por ações humanas, como na construção de barragens. "O que a gente tem encontrado é que, em 30 anos após a Hidrelétrica de Balbina, em mais de 125 quilômetros de áreas, as florestas vêm morrendo gradualmente, em função da falta de regularidade no suprimento de água, porque esse suprimento passa a responder à demanda energética”, explica em referência à usina construída no Rio Uatumã, no Amazonas. A pesquisadora reforça a importância dos cursos d'água da região para o país, e alerta para uma corrida "contra o tempo" e contra ações humanas "deletérias", que estão aprofundando a degradação desses ambientes e favorecendo as mudanças climáticas. "Apenas os grandes rios como Amazonas, Solimões e Rio Negro, que são o que nós chamamos um conjunto de várzeas e igapós, cobrem 750 mil km quadrados. Isso é quase três vezes o estado de São Paulo. Os pequenos cursos d'água, que aqui são chamados igarapés, perfazem mais de 1 milhão de km quadrados", explica Maria Teresa. "A sociedade brasileira, de uma maneira geral, depende de todo o balanço hídrico da região amazônica. Os corpos d'água e a floresta formam um conjunto que bombeia a água para os sistemas da terra e essa água se transforma em rios voadores que vão para o Sul, Sudeste”, disse. “As pesquisas acabam sendo fundamentais para que a gente possa tanto designar áreas de preservação, quanto entender a fragilidade e a necessidade de preservar esses sistemas da maneira como eles normalmente funcionam", defende. Edição: Fernando Fraga
Bióloga e Professora destacam importância da preservação da Lagoa de Barra Velha
A bióloga da Fundação do Meio Ambiente (Fundema), Gabriela Klein, e a professora da Secretaria Municipal de Educação, Liziane Téo, mostraram o material “Paisagem Cultural da Lagoa de Barra Velha” produzido pelo Observatório de Interações do Ambiente (OiA), durante o evento do dia 13 de julho na Câmara de Vereadores de Barra Velha, ressaltando a relevância da preservação da Lagoa para o município.…
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Laura Coello Sánchez #LauraCoelloSánchez, #bióloga y Rafael Ángel Fernández Gutiérrez #RafaelÁngelFernándezGutiérrez, #periodista. En la 30 Edición del #Premio de la #Comunicación de la Asociación de la #Prensa de #Sevilla #AsociaciónDeLaPrensaDeSevilla Laura Coello Sánchez, #biologist and Rafael Ángel Fernández Gutiérrez, #journalist. At the 30th Edition of the #Communication #Award from the Seville Press Association #SevillePressAssociation.
Celebrado en Fundación Cajasol #FundaciónCajasol. Celebrated at Cajasol Foundation #CajasolFoundation.
Enhorabuena a las y los galardonados . Congratulations to the winners: https://lnkd.in/dD_VdUej
La primera foto fue tomada por el #fotoperiodista #PabloJuliá. The first photo was taken by #photojournalist Pablo Juliá.
© Laura Laura Coello Sánchez https://bit.ly/lauracoellosanchez
© Rafael Ángel Fernández Gutiérrez. https://www.rafaelangel.es https://www.agenciacomunicacion.com https://www.periodista.be https://www.periodista-digital.com https://www.ciberperiodista.com
A formatura não é o fim, é um começo. "Quando a educação não é libertadora, o sonho do oprimido é ser o opressor.' Paulo Freire . . . . . ✨🍃 @ufvjmoficial @profa.leiamp #colaçãodegrauoficial🎓 #colacaodegrau #biologia #bióloga #ciênciasbiológicas #biology #biologicalscience #biologist (em Diamantina, Minas Gerais) https://www.instagram.com/p/Ckgv_2Ag6cC/?igshid=NGJjMDIxMWI=
#Herstory #UnDíaComoHoy Anne Laura Dorinthea McLaren (Londres, 26 de abril de 1927–7 de julio de 2007) fue una #bióloga británica, #pionera en el área de la #biología del desarrollo. Su trabajo ayudó a desarrollar la técnica de fertilización in vitro. Hija de Henry McLaren, segundo conde de Aberconway, y de Christabel Mary Melville MacNaghten. Vivió en Londres hasta el comienzo de la II Guerra Mundial, cuando su familia se mudó al norte de Gales. De niña, apareció en la primera versión para el cine del libro de H. G. Wells De aquí a cien años (1936). Estudió #zoología en Oxford, obteniendo enseguida un máster en artes. En 1949 continuó sus estudios de posgrado con una investigación sobre las plagas de ácaros que afectan a cultivos de mosca Drosophila en la University College de Londres. Luego, bajo la tutela de Peter Medawar, estudió genética con conejos y después virus neurotrópicos con Kingsley Sanders. Obtuvo su doctorado en 1952 y se casó con su compañero Donald Michie, en 1952. Junto a su marido, trabajó en el University College de Londres, de 1952 a 1955, y luego en la Royal Veterinary College, estudiando la variación en el número de vértebras lumbares en ratones como resultado del ambiente materno. Luego se dedicaría a estudiar la fertilidad de ratones, incluyendo la hiperestimulación ovariana. Su matrimonio terminó en un divorcio en 1959, y se mudó a Edimburgo para trabajar en el Instituto de Genética Animal, donde continuó su investigación. Estudió varios tópicos relacionados con la fertilidad, desarrollo y epigenética, incluyendo el desarrollo de la técnica de transferencia embrionaria en ratones, imunocontracepción y características esqueléticas en quimeras. En 1973, dejó Edimburgo al convertirse en directora del Consejo de Investigación Médica de UK, en la unidad de desarrollo de mamíferos, en Londres. En 1992, se jubiló de la unidad y se fue a vivir a Cambridge, y se vinculó al Instituto Gurdon. Falleció en un accidente de coche el 7 de julio de 2007. #efemérides #AnneMcLaren #educarenigualdad #educarenfeminismo #schooloffeminism https://www.instagram.com/p/Cfs_WcGDROm/?igshid=NGJjMDIxMWI=