Not so long ago Smogon and their Create-a-Pokemon were trying to come up with a Bug/Dragon and I came up with Scutumask here, a shield bug pretending to be a dragon.
Here the shield could stand to be bigger but otherwise it’s all spot-on. It can huff smoke from the “nostrils” on its back to look even more convincing, bobbing on its legs to simulate jaw movement.
I think Scissorwig was my first pass at a Bug/Dragon, before I got to Scutumask but once the ability Neutralising Gas was chosen for CaP28 I decided to change tack... I think. It was a while ago, but for some reason I left Scissorwig as is and came up with Scutumask.
El milagro establece que estás teniendo un sueño y que su contenido no es real. Éste es un paso crucial a la hora de lidiar con ilusiones. Nadie tiene miedo de ellas cuando se da cuenta de que fue él mismo quién las inventó. Lo que mantenía vivo al miedo era que él no veía que él mismo era el autor del sueño y no una de sus figuras. Él se causa a sí mismo lo que sueña que le causó a su hermano. Y esto es todo lo que el sueño ha hecho y lo que le ha ofrecido para mostrarle que sus deseos se han cumplido. Y así, él teme el su propio ataque, pero lo ve venir de la mano de otro. Como víctima que es, sufre por razón de los efectos del ataque, pero no por razón de su causa. No es el autor de su propio ataque, y es inocente de lo que ha causado. El milagro no hace sino que mostrarle que él no ha hecho nada. De lo que tiene miedo es de una causa que carece de los defectos que habrían hecho de ella una causa. Por lo tanto, nunca lo fue. Libro de texto #UCDM💜#cap28#entrenamientomental🧠#cambiodementalidad💜#sueño#ilusiones##miedo#deseos#causa#sufrir#efectos#milagro#vida💙#🙏🏼💜♾📖🧠💬💞🙋🏻♀️ (en Bacelona, Spain) https://www.instagram.com/p/CgbDGo9tUQu/?igshid=NGJjMDIxMWI=
Has estado acostumbrado por tanto tiempo a creer que la memoria contiene sólo el pasado, que te resulta difícil darte cuenta de que es una facultad que puede recordar el ahora. Las limitaciones que el mundo le impone a ese recordar son tan vastas como las que permites que el mundo te impongan a ti. No existe vínculo alguno entre la memoria y el pasado. Si quieres que haya un vínculo, lo habrá. Mas es sólo tu deseo lo que establece dicho vínculo, y sólo tú quien lo limita a una parte del tiempo donde la culpabilidad aún parece persistir. Libro de texto #UCDM💜#cap28#entrenamientomental🧠#cambiodementalidad💜#memoria#pasado#limitaciones#recordar#elahora#vida💙#Instante#🙏🏼💜♾📖🧠💬💞🙋🏻♀️ (en Bacelona, Spain) https://www.instagram.com/p/CgNUXgvtP9g/?igshid=NGJjMDIxMWI=
Although the blog and podcast have been dominated by COVID-19 over the last few weeks there are always more things to learn beyond virology….
A man in his mid forties (although he looks much younger) presents to your Emergency Department over the Easter Bank Holiday weekend with a widespread purpuric rash, mainly over his right arm, anterior chest and knees. He is systemically entirely well…
Caminhei cerca de trinta minutos até chegar em casa. Quando entrei meus pais haviam acabado de acordar e estranharam o fato de eu já estar lá.
— E você acordou cedo por quê? – Minha mãe perguntou depois que eu menti dizendo que havia ido embora pra eles não terem que ir me buscar.
— Eu mal dormi, na verdade. – Menti novamente. – Cheguei bem tarde e aí a gente ficou conversando, estávamos sem sono.
— Hum. Chegaram que horas?
— Umas cinco, por aí. – Falei me afastando.
— Nossa senhora hein! E como foi a festa?
— Legal, mãe... – Respondi enquanto subia as escadas.
Entrei pro quarto e fui direto pra cama. Me joguei na mesma e ali fiquei por longos minutos.
Não demorou pra Alícia invadir minha mente. A noite passada, o momento em que nós ficamos — ou melhor, o momento em que eu a beijei — ficou rodando na minha cabeça como um carrossel. Eu não podia negar que havia gostado do beijo dela, e muito menos que havia gostado da maneira como ela cuidou de mim. Qual é! Nem minhas amigas me levaram pra casa delas e aí vem uma completa "desconhecida" e faz isso? Ela era mesmo um amor.
Não me lembro quando foi que eu peguei no sono, mas acordei com meu celular vibrando debaixo do travesseiro. Minha cabeça ainda doía, um sinal de que a ressaca naquele dia ia ser de matar.
— Alô... – Atendi ainda com voz de sono e sem vontade nenhuma de falar.
— Onde você está, Luna? – A voz estridente da Carol ecoou do outro lado da linha.
— Em casa.
— Você foi pra casa daquela garota? A... Como é mesmo o nome dela?
— Alícia. E fui sim, por quê?
— Dá onde você conhece ela?
— Ela é amiga do Gabriel.
— Ah, menos mal. E você foi embora como?
— Andando. Vim mais cedo antes que meus pais fossem me buscar aí.
— Falei pros meus que você foi embora cedinho por que não estava se sentindo muito bem. Fiz certo?
— Fez. Obrigada.
— Desculpa não ter te trago pra cá ontem, você sabe como minha mãe é.
— Sei sim, relaxa. – Falei. – Vou desligar agora, tá? Minha cabeça tá explodindo.
— Tá bom cachaceira. – Ela riu. – Depois a gente conversa, beijo!
— Beijo, tchau.
Desliguei a chamada e no visor marcavam 10:15. Bloqueei o celular novamente e cochilei um pouco mais, até 11:30, quando levantei e fui tomar um banho.
A dor de cabeça havia passado um pouco, mas infelizmente ainda doía. Durante a tarde, quando meus pais saíram, tomei mais um comprimido e fiquei na sala vendo tv, eu não estava com ânimo pra nada, só queria que meu estômago e minha cabeça parassem de doer logo. O estômago principalmente, já que ele não estava me permitindo comer nada, e quando eu comia, ele jogava tudo fora de novo.
Na quarta-feira Marina e o resto do pessoal me convenceram a ir tomar açaí com eles, então vesti um short de tecido azul marinho com alguns detalhes num tom de azul mais claro e uma camiseta larguinha também azul. Calcei um par de havaianas pretas, fiz uma maquiagem leve, coloquei alguns acessórios — anéis, colar e brincos — e peguei uma bolsa com o resto das minhas coisas.
Saí de casa e caminhei lentamente até uma praça que havia ali perto de casa, quando cheguei já estavam todos lá.
— Aleluia! Tô louca pra tomar meu açaí e você fazendo hora. – Rafaela brincou.
— Pode ir fofinha, não pedi pra você me esperar. – Brinquei e todos riram enquanto ela fingia estar ofendida.
Abracei todo mundo e fomos para a sorveteria. Depois de pedirmos nos sentamos em uma mesa no segundo andar e ficamos conversando sobre coisas bobas.
— E que festa foi essa que vocês duas foram? – Lucas perguntou se referindo a festa que Carol e eu fomos.
— Na casa de um amigo meu.
— Que amigo é esse que a gente não conhece? – Marina perguntou.
— Não conhecem mesmo não. – Ela riu. – Ele é amigo de um ex meu, a gente sempre conversa, aí ele me chamou pra ir. Só não chamei vocês por que a Mari e a Lu já foram comigo. Eu não ia levar o bonde todo sendo que ele nem conhece vocês né?
— Eu não me importaria de ir. – Marina disse. – Tendo bebida de graça eu tô indo. – E riu.
— A Luna encheu a cara, vocês precisavam ver. – Carol riu.
— Ai, nem me lembre. – Revirei os olhos.
Eu não queria lembrar que bebi demais e muito menos do motivo que me fez beber demais. Só queria esquecer aquela cena e aquele idiota do Gabriel.
— Quando tá com a gente ela quase não bebe né. Duas Skol Beats e já tá querendo parar. – Lucas disse.
— Pois é! – Concordou Carol. – Ela juntou com uma menina lá e bebeu todas. Só vi ela no final da festa.
— Que menina? – Luc perguntou de novo.
— Eu não teria me juntado a ela se você não tivesse me largado pra ficar com aquele cara e se a Mariana não tivesse sumido de vista. – Falei. – E é uma conhecida minha, amiga do idiota. Alícia.
— Nunca vi. – Ele disse. – Mora por aqui?
— No canal um.
— É uma que passou na frente da pousada no dia da nossa formatura? – Marina perguntou.
— Sim, ela mesma! – Assenti.
— Nunca vi essa menina também. – Disse. – Quantos anos ela tem? Onde ela estuda?
— Gente... Eu não tenho a ficha da menina não. – Ri. – Se falei com ela quatro vezes foi muito. Mas acho que ela tem uns dezesseis anos, e não sei onde estuda.
— Apresenta. – Lucas disse com malícia.
Olha amigo, eu acho que ela não joga no teu time não...
Tive vontade de rir, mas segurei e apenas balancei a cabeça deixando um sorriso escapar.
— Apresento, uai. Vamos ver. – E deixei uma risada escapar.
Ficamos ali mais um tempo, até terminarmos nosso açaí, e depois voltamos para a praça. Quando chegamos lá tinha um grupo de conhecidos nossos sentados em um dos bancos e fomos até lá cumprimenta-los.
— Aí, aproveitando que vocês tão aqui, vai ter resenha lá em casa sábado, vocês sabem onde eu moro, apareçam lá, só levar bebida. – Maria Clara, uma das garotas que estavam no grupo, disse.
— Já estou lá, sou sua vizinha mesmo. – Rafaela disse.
— Se der eu vou também. – Falei.
— Vão mesmo, vai ser legal. – Ela sorriu.
Ficamos ali por mais um tempo e depois fomos nos sentar num outro banco. No tempo que ficamos lá, um dos garotos, Luiz eu acho, não tirava os olhos de mim, e aquilo estava me incomodando. Ele já havia pedido pra ficar comigo no início do ano, quando nos vimos pela primeira vez, e eu não quis, e pelo visto ele ainda estava interessado. Não, meu amor!
— Vocês animam ir pra casa de Maria sábado? – Carol perguntou.
— Eu até que animo. – Falei.
— Meu irmão deve ir, então eu provavelmente vou com ele. – Disse Marina.
— Vamos todos então. – Lucas falou.
E ficou combinado que nós iríamos.
Voltamos para casa no fim da tarde e quando cheguei me deparei com uma mensagem do Gabriel.
— Você está de brincadeira, né? Caralho! Mais cara de pau impossível! – Falei comigo mesma enquanto olhava pra mensagem que dizia:
“Ei, você sumiu, gatinha. Tá fugindo de mim? Espero que não! Precisamos conversar e resolver aquele nosso lance, ainda sinto sua falta. Te amo.”
— CARA DE PAU, IDIOTA, BABACA, IMBECIL, ESCROTO!!!! – Gritei para o celular na esperança de que, de alguma forma o Gabriel escutasse, lá da casa dele, ou onde quer que ele estivesse.
Não, ele não me viu naquela festa, ele não fazia ideia de que eu tinha o visto com aquela garota e depois que eu desci com a Alícia, fui eu quem não o vi mais. Certamente tinha ido embora pra comer aquela piranha em algum canto mais reservado. Mas tudo bem, foi melhor, se eu os visse, no estado em que estava - ultra bêbada, eu com certeza faria alguma merda.
Visualizei a mensagem e não respondi. Apaguei a conversa e bloqueei o celular. Em seguida fui para o banheiro e tomei um banho relaxante, depois daquela mensagem eu estava precisando relaxar.
E como se já não bastasse, comecei a pensar na Alícia.
Que caralhos estava acontecendo comigo? “Ela é uma garota, Luna!” eu repetia pra mim mesma o tempo todo. Mas era difícil não me lembrar do nosso beijo, da forma como ela cuidou de mim, dos braços dela, do cheiro...
— Chega! – Falei alto e me arrependi assim que minha mãe, lá da cozinha, perguntou com quem eu estava falando. – Pensei alto, mãe. – Falei. E não menti.
Depois daquilo decidi encerrar o banho e ir para o meu quarto me distrair com alguma coisa. Resolvi assistir um filme, e o deixei carregando enquanto fui a cozinha comer alguma coisa, depois voltei para o quarto e dei play. O filme era uma comédia das boas, e me ajudou a esquecer um pouco as coisas.
Passou 15 dias, eu já conseguia andar melhor, mas não 100%.
Acho que 15 dias foi pouco pra gravidade do ferimento, mas tudo bem.
Castiel em suas visitas à minha casa comentou comigo que soube pelo Lys sobre um aluno novo que estava sendo transferido para a escola.
Nossa, quantos alunos novos !
Alexy, Armin e agora mais um . . . Tudo no meio do ano.
Durante esse período em casa eu andei pensando . . . Porque eu ?
Todos esses meninos me rodeando, preocupados ou agindo com possessão em cima de mim . . . Porque logo EU ?
Sabe . . . eu tenho um olho só ! Isso é uma anomalia pras pessoas, não ?
Tantas meninas lindas no colégio pra eles encherem o saco e sem anomalias.
Eu só queria viver normalmente.
Não que eu não goste de uma agitação ou outra, mas . . . Dá medo tudo isso acontecendo de uma vez só.
Eu devo ter um magnetismo pra problemas . . . Unica explicação que encontro.
A escola tem varias pessoas, eu só atraio os piores pra andarem ao meu lado.
Aliás . . . Porque só os meninos daquela escola que apresentam sinais estranhos ?
As meninas me parecem tão normais . . .
Hoje é o dia que eu e Castiel retornamos pra escola, Castiel me esperava na frente de casa pra irmos juntos.
Seguimos o caminho bem devagar até o ponto de ônibus, ele me ajudou com apoio.
No meu tempo de repouso ele me contou que o caso do Dajan foi dado como encerrado e que ele conseguiu jogar a culpa em cima do Jade, que voltou pra cadeia por conta de seu assassinato.
Foi facil pois ele já tinha passagem na policia devido as drogas que ele traficava.
Perguntei se ele ia parar com isso de matar pessoas agora que viu que pode dar ruim, e ele falou que tudo ia depender da situação.
Admitiu ter perdido a cabeça desnecessariamente com o Dajan e falou que no caso do Dake ele quer matar e não quer saber das consequências.
Não vou julgar mesmo sendo errado . . . primeiro porque ele tem sido bom comigo, acredito que pra ele ser gentil e bom com as pessoas seja um feito bem difícil de ser realizado . . . segundo porque . . . Se eu fosse destemida igual à ele também mataria o
"Dakelicia", sinceramente.
Apesar de que, independente da minha raiva com o Dake, sou contra assassinato . . . E sobre o Castiel, está em tempo de eu conseguir mudar essas ideias psicóticas dele aos poucos.
Eu conseguindo proximidade posso conseguir mudanças afinal.
Chegamos na escola.
Nada mudou. Peggy ficou em cima da gente enchendo o saco por conta de termos chego juntos, mas Castiel deu um chega pra lá nela.
A diretora falou com a gente, quis saber nossas condições e logo nos liberou.
Falamos com Nathaniel, e ele nos deu as matérias que faltavam, Castiel estava inconformado de estar falando com Nath e se retirou da sala. Infelizmente a união deles foi pouco duradoura.
Nathaniel disse estar feliz de ver que meu joelho estava melhor, falou pra eu evitar encontrar com a irmã dele que ela estava com muita raiva pois por culpa minha ela perdeu a corrida pois o Nath confessou toda sujeira que ela fez comigo pros professores enquanto ela cantava vitoria.
Supostamente ela seria a vencedora. Ela foi desclassificada e ainda levou suspensões e castigos.
Claro poque EU estava errada, não ela por atirar em mim.
Bem, Nath comprou um crucifixo novo pelo que vi.
Hoje em dia gosto muito da companhia dele, é relaxante.
Saí e encontrei com Castiel no patio, ele estava fumando muito irritado, sou chata com essas coisas e tenho alergia a cigarro, peguei o cigarro dele e joguei no chão, ele explodiu bastante: "PORQUE FEZ ISSO ? ! CUSTA MEU DINHEIRO SUA CAOLHA !"
Eu me estressei e falei : "oras eu tenho alergia a cigarro, além do mais, to fazendo bem pra sua saúde, assim você vive mais, cigarro pode te matar"
Eu me arrependi de ter dito isso quando ele me respondeu: "sim, facadas também podem me matar, e nem por isso eu evito de andar do seu lado. Aliás, tá aqui do meu lado enquanto fumo porque quer, ninguém te chamou."
Nossa senhora da grosseria . . . Bem, na minha situação nem tenho direito de retrucar, acho que eu chateei ele bastante na corrida.
Pelo menos ele não puxou outro maço, nem se afastou, só ficou la com o carão de sempre.
Acho que apesar de tudo ele só reclamou por reclamar.
E eu fiquei quieta, afinal, ele tem razão.
A diretora chamou todos pra sala de aula pois ela queria dar um comunicado, entramos, e no corredor encontramos Lysandre parado, jogado no chão e babando.
Eu fiquei desesperada !
Não parecia ser um pequeno esquecimento dele !
Comecei a gritar com Castiel pra buscar ajuda, mas ele tranquilamente falou : "relaxa, é normal, ele só deve estar sem o bloco de notas a muito tempo"
Oi ? E o que isso tem a ver ? ! Já vi o Lys sem o bloco outras vezes e ele não ficava estático babando no chão.
Foi quando chegou a Rosa falando: "aff, de novo o Lys perdeu o bloco e não acha faz tempo ? ?"
Alguém pode me explicar ? Oi ? Odeio quando eles fazem isso.
Castiel logo reparou que eu estava perdida e explicou: "Lysandre quando fica muito tempo sem o bloco de notas ele esquece o que ele é, e imita a primeira coisa que ele vê na frente. Fica por horas imitando algo até que ou alguém leve o bloco de notas até ele ou ele se recorde por segundos que ele é um humano e saia pra procurar ate achar. Agora ele parece que esta imitando aquela planta no canto. "
. . . Eu fiquei sem palavras, na boa.
Como assim . . . Lysandre cada vez me surpreende mais.
É contraditório um cara com tanta pose e com tanta esperteza ser uma ameba.
Rosa saiu me empurrando de uma vez pra sala toda "não se preocupe, logo passa, não adianta falar com ele que ele nem presta atenção"
Ao entrarmos na sala a diretora começou a falar do fracasso que foi a corrida.
Que é um absurdo alunos tentando se matar (CONCORDO DIRETORA).
Ela agradeceu varias vezes ao Nathaniel por ter sido responsável, e em todas as vezes que ela citou o Nath, Castiel buffou bem alto de forma que ela ouvisse.
A diretora estava impaciente já.
Até que ela comentou sobre o caso do Dajan, e o Castiel só abaixou a cabeça e se calou completamente.
Ela falou que o caso estava encerrado e que o Jade era o responsável.
Ela estava impressionada em como bem em baixo do nariz dela trabalhava um criminoso traficante assassino sem ela reparar.
Quase falei "querida diretora, seu senso de percepção é nulo. Tem de tudo nessa escola e a senhora não percebe, começando pelo seu cachorro."
Depois de ouvir ela falar e falar, ela nos liberou.
Lysandre ainda se encontrava caído no corredor . . .
Foi quando decidi: Vou ajudar o Lys.
Saí pra procurar o bloco de notas.
Comecei a perguntar pra todos se haviam visto o bloco de notas do Lys, e nada . . .
Foi quando encontrei a Violette.
Violette é uma menina tímida, muito meiguinha que tem na minha turma que vive isolada desenhando.
Ela é uma das pessoas que mais amo conversar.
Mas quando cheguei pra perguntar sobre o bloco de notas ela parecia distraída e preocupada . . .
Eu logo perguntei o que se passava.
Por sermos próximas ela não enrolou muito pra falar, e logo disse: "por favor, não ria de mim . . . Mas acho que estou gostando do Alexy . . ."
Eu fiquei passada, porque ele é novo no colégio e ela é tão . . . Timida. Sei lá.
Não sei o que passou na minha cabeça, mas já shippei.
Comentei com a Violette que eu já saí com ele pra fazer compras, ela pareceu enciumada até eu falar que poderia me utilizar da nossa proximidade pra tentar juntar os dois.
Os olhinhos dela brilharam de gratidão, e eu obviamente acrescentei algo aos meus objetivos:
Achar o bloco de notas do Lysandre e juntar a Violette com o Alexy.
Quem aparecer primeiro será prioridade.
Comecei a procurar por ambos.
Andei a escola toda, e nada de achar nem o Alexy nem o bloco.
O bloco é fácil se perder, afinal, é um objeto pequeno.
Mas o Alexy é uma pessoa !
Decidi perguntar por aí pelo paradeiro do Alexy.
Perguntei para varias pessoas e ninguém sabia, me disseram pra perguntar pro Armin, e disseram que o Armin se encontrava na sala de aula.
Eu fui em direção da sala de aula, o mais estranho é que a sala estava trancada por dentro.
Comecei a bater, e forçar a porta. Acho que alguma coisa estava travando a porta.
Eu sei lá o que passou na minha cabeça, mas fiquei bastante preocupada e comecei a empurrar a porta com força, e ao conseguir abrir a porta eu me deparei com . . . Com . . . O Armin . . .
Ele olhou pra mim assustado e meio "exausto".
E eu vi a pior cena que poderia ter visto . . . O Armin estava . . . Er . . . "brincando com o brinquedo dele",e no fim, eu não quis olhar direito o que acontecia.
O PSP dele se encontrava sujo e a mesa também.
Eu comecei a gritar, mas eu gritei MUITO.
Meu grito foi uma mistura de repulsa com susto.
O Armin pulou em cima de mim de uma vez e tampou minha boca COM AQUELA MÃO NOJENTA DELE.
Eu peguei uma mochila que estava perto e bati nele com tudo.
Ele estava bloqueando a porta e falando pra eu me acalmar.
Eu só estava em desespero pra sair dali e limpar minha boca, eu esfregava a boca compulsivamente com minha blusa.
MEU DEUS QUE NOJO !!! QUE NOJO ! QUE NOJO ! QUE NOJO ! QUE NOJO ! !!!
Nesse período, o Nathaniel estava passando pelo corredor provavelmente quando ouviu a gritaria, ele bateu na porta e perguntou se estava tudo bem.
Armin gritou gaguejando que sim, mas eu gritei sem parar que não, eu só pensava em lavar minha boca com álcool e tacar fogo de tanto nojo.
Foi quando o Nathaniel começou a tentar empurrar a porta.
Eu não parava de limpar a boca.
Nathaniel deu um empurrão de uma vez só derrubando o Armin em cima de mim que caí sobre a mesa em que o Armin estava antes.
No que ele entrou ele me viu em cima da mesa sentada toda torta chorando com o Armin em cima de mim com . . . Er . . . Seu "brinquedo" de fora e tudo ao nosso redor sujo de você sabe o que . . .
Nathaniel ficou possesso, saiu avançando pra cima do Armin.
Ele jogou o Armin no chão com um soco só.
Eu fiquei MUITO assustada, pois nunca vi aquele olhar no Nathaniel antes, sempre só o vi com um olhar sereno. Mesmo nas piores situações o Nath nunca partiu pra violência !
No que o Nathaniel foi pra cima do Armin pra bater nele, eu me meti no meio
"Nathaniel ! CALMA POR FAVOR ! NÃO É O QUE PARECE . . . Por mais difícil que seja de acreditar . . . "
Nathaniel olhou pra mim com MUITA raiva, eu senti como se ele fosse avançar em mim daqui a pouco, senti um medo que nunca senti nem do Castiel e em seguida ele perguntou "É O QUE ENTÃO ?? ESSE NOVATO ESTAVA EM CIMA DE VOCÊ NUMA CENA QUE NÃO TEM UMA EXPLICAÇÃO MAIS LOGICA DO QUE A QUE EU PENSEI ! ELE MERECE SER PRESO ! ELE MERECE SER MORTO ! SEU INFELIZ !"
Ele virou novamente pro Armin já com a mão fechada pronto pra soca-lo mais.
Eu segurei o braço do Nathaniel, ele tentava se soltar, não tenho muita força então eu realmente tive que me agarrar ao braço do Nathaniel, Armin estava muito assustado no chão, quase chorando.
Eu expliquei pro Nathaniel tudo que aconteceu enquanto tentava segurar o braço dele.
Ele começou a amolecer de acordo com que eu avançava na minha explicação, por fim, ele começou a rir.
"Me desculpe Armin. Perdi a cabeça por um instante. Peço perdão." Ele disse enquanto se levantava e estendia a mão pro Armin no chão.
Armin deu a mão pro Nathaniel, fiquei com nojinho, mas tudo bem.
"Você sabe que isso que você fez é errado né ? Sala de aula não é local pra isso, por favor não repita essa falha ou terei que tomar providencias" Nath completou.
Armin estava muito sem graça.
Nathaniel puxou lencinhos com álcool gel de seu bolço e começou a limpar as mão, ele moveu a cabeça na direção dos lenços que ele colocou em cima da mesa, como se estivesse apontando pra eu e Armin usarmos também. OBVIAMENTE eu peguei correndo e usei pra limpar até minha alma.
Por uns instantes eu havia esquecido o que eu estava fazendo, até que lembrei.
"Ah sim ! um de vocês dois viram o Alexy ? "
Os dois me olharam ao mesmo tempo e falaram que não.
Eu resmunguei: "que droga . . . preciso falar com ele urgente . . . "
O Armin me puxou de uma vez pra fora da sala "c-com licença Nathaniel"
Nathaniel só acenou "o-ok . . . Qualquer coisa me avise Kazumi"
Acenei pra ele demonstrando segurança.
Armin me perguntou o que eu queria com o Alexy, com um sorriso estranho, eu acabei gaguejando "E-eu só preciso falar com ele"
Armin rindo falou "tem a ver com interesse amoroso ? "
Eu me espantei "COMO VOCÊ SABE ??!?"
Armin gargalhando disse "ele sempre conquista muitas meninas por onde passa, por isso logo deduzi."
Eu exclamei desesperada pra não ficar um mal entendido "MAS NÃO É PRA MIM NÃO !! É PRA MINHA AMIGA !"
Armin rindo com uma pose debochada disse "sei . . . Bem, de qualquer forma ele se encontra próximo ao jardim. Quando falar com ele comente comigo o que ele disse."
Armin voltou pra sala de aula.
Eu achei meio suspeita a reação do Armin, mas fui até o jardim como ele falou.
Ao chegar no jardim eu ouvi umas gargalhadas leves do Alexy, lembro de ter vindo aqui, como não vi o Alexy ?
Ao me aproximar eu o vi falando com um menino, sendo que o menino logo saiu de perto, aparentemente o menino nem sentiu minha presença.
O Alexy estava virado de costas pra mim ainda, virado pra direção pra onde o menino caminhou.
Me aproximei do Alexy e disse: "Alexy, podemos conversar sobre algo sério rapidinho ? "
Ele respondeu todo eufórico como sempre: "Claro flor !
. . . Eu também quero falar algo muito importante pra você . . . "
Nesse momento Alexy se aproximou MUITO do meu rosto, eu fiquei muito constrangida, ele estava dedos de distancia de mim, ele começou a alisar meu cabelo pra trás da minha orelha enquanto chegava cada vez mais perto e olhando fixamente pra mim com um olhar . . . apaixonado talvez ??
O que eu faço ???
Eu vim falar da Violette ! E agora ?? Ai meu Deus. To sem reação.
Eu sentia sua respiração no meu rosto, eu queria me mover mas não conseguia.