Avalanche caramelizada Com essência de morangos silvestres Enfim, tingindo ideais baunilha Esses são teus, semelhantes aos finados pais O vespeiro sal, solidifica-se A semelhança com o teu café apaixonado Era só a coloração de um para o outro Pois hoje, o teu rim serás o ninho Pense nelas com pérolas insistentes Sem colares e pescoços Despache-os como visitas inexperientes Contudo, a desocupação se dará por dúzia de dias Desejo despejo, contribua com o cortejo o berço reclinado, o espírito paterno Esvaí-se com o cigarro, tão breve Pela vigésima primavera, haverá retorno Dou-lhe as frestas de meus dedos Para amolar-lhe facas Os dentes, poderiam testar garfos E colheres reservadas aos retratos Os bocejos, são o término Espere seis anos E diga-me, quem fostes ontem Ao deparar-se com o embranquecimento do mercado As lágrimas doces em mares de pólvoras Perfumam uma simpatia que dera errado Erradica o pranto para o travesseiro E que sempre possas usa-lo como nuvem carregada Transição entre rito e rio Onde um era fluído e o outro acompanhante Até certo ponto, da nascente indevida Que deságua em mantras leves O verbo azarado, de um pai oculto Mistério entre predicados e prejudicados Ser o objeto indireto E pronomes de tratamento que seguem-se pelo
Vanilla's Boy, Pierrot Ruivo
















