Princesa em período de doze Taxando documentários Por outros destinos, verdade de margarina Por hora fora exemplar do beijo doce do peróxido Traga-nos o sonho, cor festim Em suspiro diurno oferta-me a bonança Aventurando-me no toque amor de verão Porém, eu temo não lhe amar, fui par da insônia Esfinge, morrerá de fome Enquanto és anunciada como ausência Um grito, uma bailarina, meio revólver Saudade, tu fizeste bem em ser só metade existencial Esta noite o ópio fora alimento Em fogueira unidos à reverência Um ilusionista dizia o preço do amor aos outros ciganos Um pouco de charme, uma pitada de pureza e lobos Quem me dera uma amante verdejante, lembrar-se de mim Como viajante volúvel, bibelô de estantes Revelando minha tristeza à Heróis e Budas Contando com o frescor de tua ajuda Inclina-te para dentro parede, ouça o dilúvio que vem de si Partindo do pressuposto de que não fores assombrado Desculpe-me a intromissão, porém nos dias atuais Alguns sobrados foram assuntos na roda de esoterismo Tens grandes feitos em vosso currículo Surfando por murmúrios no trem Aconchegando em cílios postiços Quiçá, eu lhe carregue comigo... Promessa de revitalização de amanhã Dependendo da culpa católica Assegure-se na vigília de anjo Pois a guarda amada anseia vossa decapitação...
Poderio De Fausto, Pierrot Ruivo











