estilhaços meus se espalham pelo chão em cada briga nossa
e eu tento catar, eu juro que eu tento.
minhas mãos estão inteiramente cortadas agora;
será que era isso que precisávamos pra ser um casal feliz?
seen from United States
seen from Saudi Arabia

seen from United States
seen from China

seen from T1
seen from United States
seen from Hong Kong SAR China
seen from China
seen from Australia

seen from United States

seen from United States
seen from United Kingdom
seen from United States
seen from Türkiye
seen from T1

seen from United States
seen from United States
seen from Saudi Arabia

seen from United States

seen from United States
estilhaços meus se espalham pelo chão em cada briga nossa
e eu tento catar, eu juro que eu tento.
minhas mãos estão inteiramente cortadas agora;
será que era isso que precisávamos pra ser um casal feliz?
toda vez eu me pego na mesma situação inútil: implorando pra alguém ficar. e eu sei, já deveria ter me acostumado com as despedidas, mas o orgulho se vai fácil, quando o medo de ficar só se aproxima. e eu peço, mais uma vez eu peço pra que alguém fique. pra que a minha mensagem não seja visualizada e não respondida. pra que o meu convite pro bar não seja só mais um. eu me esforço e grito internamente, eu importo! mas pras outras pessoas, parece não ser assim. será que estou fadada a isto? implorar por quem não liga pra mim?
eu tô cansada de ser passageira.
de ser efêmera na vida das pessoas, de marcar a transição de uma fase pra outra. de sempre ser abandonada no final. eu to cansada. e esse cansaço dói nas costas e no resto do corpo, no fim eu levanto e durmo com a mesma dor. dói. o abandono dói; e por favor, nao me venham com essa "falsa gratidão" de: obrigada por ter me permitido fazer parte da sua vida. eu so quero que essa frase nao seja dita no pretérito. que no fim, não me deixem. eu quero ser companheira até o fim.
e me perguntaram um dia:
"do que você tem mais medo na vida?";
"de mim", respondi
[e desatei a chorar]
Fonte: Carlos Casal
Carteis explícitos