Células-tronco são usadas em estudo para combater a covid-19
Células-tronco são usadas em estudo para combater a covid-19
Estudo é realizado por pesquisadores do Paraná
Pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), do Complexo Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (CHC-UFPR) e do Instituto Carlos Chagas da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (ICC/FiocruzParaná) iniciaram uma pesquisa pioneira que usa células-tronco no tratamento de pacientes com a covid-19. O coordenador do…
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Sumario
1-Introdução..........................................................................
2-Célula tronco......................................................................
2.1-Definição..................................................................
2.2-Diferentes tipos de células-tronco............................
2.3- Classificação quanto os tipos de células-tronco....
3-Estudos realizados no Brasil..............................................
4-Possíveis aplicações na medicina......................................
5-Legislação brasileira sobre estudos e utilização de
células-troncos.....................................................................
7-Conclusão..........................................................................
8-Referencias........................................................................
Introdução
Este trabalho ira definir o que são células-tronco: mostrando que são células capazes de se diferenciarem em outras células quaisquer. Irá mostrar os diferentes tipos de células-tronco, que são as embrionárias, encontradas em embriões, e as adultas, encontradas em varias partes do corpo humano. Também ira apontar a classificação quanto os tipos de células-tronco, como, por exemplo, as células totipotentes, multipotentes e oligopotentes e unipotentes. Mostrará também os estudos que estão sendo realizados em diferentes partes do Brasil sobre células-tronco como em fraturas nos ossos, portadores de diabetes tipo I e principalmente a utilização de células-tronco embrionárias para diversos tipos de problemas e a descoberta de células-troncos embrionárias em outros lugares além dos embriões. No Brasil, por lei, foram liberadas as pesquisas com células tronco em 2005, tornando, assim, possível o estudo e descobrindo uma nova forma de salvar vidas, sendo utilizadas em muitas doenças, porém ainda existe restrições para o uso das células-tronco na medicina.
Definição
Células-tronco são células capazes de se diferenciarem (transformarem) em qualquer célula do corpo. Elas têm a capacidade de replicação, ou seja, de fazer copias idênticas de si. São encontradas principalmente em embriões, no cordão umbilical, na medula óssea e no sangue. Atualmente, seu uso tem como grande objetivo repor tecidos ou órgãos.
Diferentes tipos de células-tronco
Célula-tronco embrionária: São células encontradas em embriões. Sua importante característica é a capacidade se transformar em qualquer outro tipo de célula. São pluripotentes e formam o interior do blastocisto, onde se formaram os tecidos e órgãos necessários para o feto se desenvolver.
Células-tronco adultas: São células encontradas em varias partes do corpo humano, como por exemplo, a medula óssea. Tem capacidade de renovar e reparar os tecidos do corpo e sua capacidade de transformação é muito menor do que as células-tronco embrionárias.
Classificação quanto os tipos de células-tronco
Totipotente: São células capazes de formar um organismo completo, pois podem se transformar em qualquer tipo de célula. São as células-tronco embrionárias. O zigoto é um exemplo de célula totipotente.
Pluripotentes: São células capazes de produzir a maioria dos tipos celulares do embrião.
Multipotentes: São células capazes de se diferenciar em um numero limitado de outros tipos de células.
Oligopotentes: São células que conseguem se diferenciar em poucos tecidos.
Unipotentes: São células que conseguem se transformar em apenas um único tecido.
Estudos realizados Brasil
No Brasil uso de células-troncos embrionárias é ainda muito questionado, pois para uso desta é necessário haver a destruição do embrião. Em 29 de maio de 2008, o Superior Tribunal Federal aprovou as pesquisas com células-tronco embrionárias. E os embriões congelados por mais de três anos obtidos através de fertilização estão servindo para uma serie de estudos para sua utilização em diversos problemas.
Em São Paulo, no instituto Butantan, os pesquisadores conseguiram obter as células-troncos embrionárias em um dente de leite, e já está sendo usado em pacientes voluntários com lesões na córnea. Como essas células-troncos são tiradas da polpa do dente não existem questionamentos ao seu uso.
No instituto Nacional de Cardiologia (INC) e no instituto de Biofísica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) também está realizando uma pesquisa aonde conseguiu transformar as células do sangue menstrual em células-tronco embrionárias.
Em Ribeirão Preto acontece uma pesquisa sobre portadores de diabetes tipo 1 com sinais de recuperação. O pâncreas desses indivíduos voltou a funcionar normalmente, deixando de depender de injeções de insulina quatro anos depois de eles receberem transplantes de suas próprias células-troncos.
No Rio de Janeiro está acontecendo também uma série de pesquisas que envolvem a devolução da movimentação de pessoas que tiveram fraturas nos ossos com a utilização de células-troncos no tratamento (para ajuda na consolidação das fraturas). Ele ainda está em faze de estudo na instituição Nacional de Traumatologia e Ortopedia. O tratamento acontece com retirada, com uma agulha especial, das células-tronco da medula óssea e depois as células são injetadas no local da fratura. Acontece também, em uma pesquisa separada, a utilização das células-troncos da medula óssea em tratamentos de cardiopatia, o tratamento mostra uma ausência de complicações e uma melhor recuperação.
Possíveis aplicações na medicina
Em países onde estudos com células-tronco são permitidos, elas estão sendo utilizadas, no tratamento de diversas doenças como câncer, doenças do coração, doenças hepáticas, Alzheimer, diabetes, doenças renais, entre tantas outras. Entretanto, o uso de células-tronco embrionárias ainda é muito polêmico, pois para a retirada dessas células, tem que haver destruição do embrião e para muitos o embrião é considerado uma vida que se encontra em formação.
Pesquisadores do Instituto Butantan em São Paulo conseguiram obter células-tronco embrionárias a partir do dente de leite, elas já estão sendo utilizadas em pacientes com lesões na córnea. Segundo pesquisadores, essas células também poderão ser utilizadas na regeneração da retina, arteriosclerose, doenças cardíacas, regeneração óssea, de cartilagem e implantes dentários.
Outra pesquisa, também feita no Brasil, mais precisamente por pesquisadores do Instituto Nacional de Cardiologia (INC) e do Instituto de Biofísica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), conseguiu transformar as células do sangue menstrual em células-tronco embrionárias. O sangue que é descartado pelas mulheres todos os meses é capaz de salvar várias vidas e curar inúmeras doenças.
Legislação brasileira sobre estudos e utilização de células-troncos
Etimologicamente, o termo ético deriva do grego ethos que significa modo de ser, caráter. Designa a reflexão filosófica sobre a moralidade, isto é, sobre as regras e os códigos morais que norteiam a conduta humana. Sua finalidade é esclarecer e sistematizar as bases do fato moral e determinar as diretrizes e os princípios abstratos da moral.
Os valores podem ser entendidos como padrões sociais ou princípios aceitos e mantidos por pessoas, pela sociedade, dentre outros. Assim, cada um adquire uma percepção individual do que lhe é de valor; possuem pesos diferenciados, de modo que, quando comparados, se tornam mais ou menos valiosos. Tornam-se, sob determinado enfoque, subjetivos, uma vez que dependerão do modo de existência de cada pessoa, de suas convicções filosóficas, experiências vividas ou até, de crenças religiosas.
Os juristas, os cientistas, os médicos devem dar a sua contribuição para a busca da justiça, da vida, da liberdade, para que se possa, eticamente, formar a consciência das pessoas que participarão do debate que ora se forma. É necessário que a humanidade reflita sobre o princípio da responsabilidade científica e social e que a racionalidade ética caminhe a passos largos, disputando palmo a palmo, um espaço junto ao progresso científico e tecnológico.
Mas como conciliar, neste momento, ética, moral e os conhecimentos jurídicos existentes? Como valorar a pesquisa humana frente aos benefícios que traria à vida humana? Qual o mais importante: o bem coletivo ou a não manipulação do material genético humano?
A legislação do Brasil, diriam uns, autoriza a pesquisa com células-tronco adultas. Como então afirmar que a Constituição veda a manipulação de material genético? Sim, a legislação permite, mas proíbe totalmente a clonagem terapêutica de seres humanos e, em muitos casos, o tratamento apenas com células-tronco adultas não é suficiente para amenizar a dor dos pacientes.
Visto apenas do ponto ético e moral, é fácil aos parlamentares dizerem que está proibida a pesquisa e eles nada podem fazer. Todavia, o que fazer quando se tem um parente, portador de doença que poderia ser facilmente amenizada com o uso da clonagem terapêutica, se definhar aos poucos, à frente de seus olhos?
O Direito, acima de tudo, se resume em bom senso e razoabilidade. Deve ser aplicado sempre se tendo em vista o bem comum. E as pesquisas com células-tronco, ao que consta até hoje, possui em potencial tudo aquilo necessário a uma vida melhor, tratando doenças graves, até hoje sem solução e amenizando tantas outras.
Reconhecendo que nem tudo que é cientificamente possível de ser realizado é, portanto, eticamente aceitável, tal linha de raciocínio nos conduz à reflexão que se consolidou a partir da necessidade em se reconhecer o valor ético da vida humana e recolher subsídios para conciliar o imperativo do desenvolvimento tecnológico e a proteção da vida e da qualidade de vida. O grande desafio enfrentado pela Bioética é conciliar o saber humanista com o saber científico.
Assim, o profissional da área jurídica, ao se deparar com as novas indagações surgidas em decorrência de tecnologias modernas, deve sempre garantir os princípios constitucionais, visto que a legislação não consegue acompanhar a revolução tecnológica mundial.
Ressalta-se que o direito, como mantenedor da ordem social, deve, com prudência, conhecimento interdisciplinar e cautela e, principalmente, valendo-se dos princípios e conceitos bioéticos, regulamentar a matéria. E a Lei de Biossegurança, por mais tímida que tenha sido, traz consigo grande avanço e esperança para os brasileiros em estado aflitivo decorrente de sérias deficiências do corpo e da mente.
O artigo 5º da Lei de Biossegurança (Lei nº 11.105, de 24 de março de 2005) libera no país a pesquisa com células-tronco de embriões obtidos por fertilização in vitro e congelados há mais de três anos. Atualmente, esses embriões são descartados após quatro anos de congelamento, mas os pais devem autorizar expressamente seu uso para efeito de pesquisa. Quando a lei foi aprovada, considerou-se um avanço - ao menos perto do que se tinha para a pesquisa com células-tronco no país. A Lei de Biossegurança de 1995 proibia pesquisas com embriões, e os pesquisadores se viam obrigados a importar exemplares para realizar estudos básicos com células-tronco embrionárias. Muitas vezes, os embriões - doados por universidades e laboratórios de fora do país - apodreciam nas barreiras alfandegárias antes mesmo de chegar aos laboratórios brasileiros.
Conclusão
Concluiu-se que as células-tronco são capazes de se replicar, fazendo copias idênticas a si. Também foi visto que há alguns aspectos diferentes em células embrionárias e adultas, como, por exemplo, o local onde se encontram. Foi apontada a classificação quanto ao tipo de células-tronco, mostrando que algumas células podem se diferenciar de um ou mais tecidos. Também é possível concluir que as células-tronco têm muitas utilidades sendo para "curar" o câncer e na regeneração da retina, óssea entre outras. Portanto, acontece uma grande necessidade de se conseguir utilizar células-tronco principalmente embrionárias, pois elas se transformam em qualquer outro tipo célula, por isso acontece uma série de estudos na utilização dela sobre diversos tipos de problemas inclusive no Brasil. Na constituição brasileira é permito a utilização de células-tronco produzidas a partir de embriões humanos para fins de pesquisa e terapia, desde que sejam embriões inviáveis ou estejam congelados por mais de três anos. Em todos os casos, é necessário o consentimento dos pais. A comercialização do material biológico é crime. Em 29 de maio de 2008 o Supremo Tribunal Federal confirmou que a lei em questão é constitucional, ratificando assim o posicionamento normativo dessa nação.
Referencias
_________. Célula-tronco. Disponível em: <http://saude.ig.com.br/celulastronco/>. Acesso em: 11 de abril de 2013.
ACCORSI, Fabiano. O que são células-tronco? Disponível em: <http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/celulas_tronco/01.html> Acesso em 6 de abril de 2013.
LOUREDO, Paula. Células-tronco. Disponível em: <http://www.brasilescola.com/biologia/celula-mae2.htm> Acesso em: 6 de abril de 2013.
_________.Tratamento pioneiro com células-tronco ajuda a recuperar fraturas & Avanços no tratamento da cardiopatia com células-tronco autólogo da medula óssea. Disponível em:< http://www.celulastroncobrasil.com.br/ >.Acesso em:09 de Abril 2013.
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__________.Pesquisas com célula-tronco. Disponível em:< http://www.brasil.gov.br/sobre/ciencia-e-tecnologia/tecnologia-de-ponta/pesquisas-com-celulas-tronco >.Acesso em:09 de Abril de 2013.
________.A pesquisa de células-tronco no Brasil. Disponível em:< http://ciencia.hsw.uol.com.br/celulas-tronco6.htm>Acesso em: 8 de Abril de 2013.
________.Pesquisas com células-tronco. Disponível em:< http://www.brasil.gov.br/sobre/ciencia-e-tecnologia/tecnologia-de-ponta/pesquisas-com-celulas-tronco>Acesso em: 8 de Abril de 2013
Caro cientista
Meu nome é Roger, sou cristão tenho 17 anos e venho por meio desta carta apresentar argumentos opostos à ideia da retirada de células troncos de embriões humanos.
A retirada de células tronco de embriões humanos vem causando uma polemica nos últimos anos, que gira em torno de um conflito entre religião versus ciência. A ciência através da retirada destas células busca incansavelmente a cura de doenças, que até anos atrás eram consideradas incuráveis, mas que estas são encontradas apenas em embriões humanos, o que causa a polêmica pelo seu processo de retiragem.
Na opinião de lideres religiosos, a ciência deve procurar certamente soluções que melhoram a vida das pessoas por meios dessas pesquisas, a partir de que não altere a ordem natural criada por Deus, ou seja, não destruindo uma vida para ‘’possivelmente’’ salvar outra.
A meu ver a vida baseia-se na ideia de que o ser humano não pode ser tão cruel ao retirar a vida de alguém que nem ao menos possa se defender. Sou a favor da vida, de tudo aquilo que não vá contra os princípios criados por Deus, onde nenhum ser humano tem o direito de retirar a vida de alguém, e muito menos se igualar a soberania dele.
Mesmo para aqueles que não acreditam em Deus, esse assunto de uma forma se torna algo voltado à ética, pois o embrião é dotado de tudo para que um dia possa se tornar um ser humano, ele não pode ser usado como algo descartável, como se fosse apenas um monte de células.
Roger Bampi
Células tronco descobertas em defunto após 17 dias
Células tronco vivas foram encontradas no em corpos sem vida após 17 dias, tanto em humanos quanto em ratos, segundo os pesquisadores essa contagem pode ser maior ainda do que a marca de 17 dias Um dos motivos que leva a celula tronco a ser desativada, seria a falta de oxigenio e nutrientes