day 23 <> degradation + overstim <> ten x fem!reader
kinktober masterlist
you're already crying and he hasn't even let you cum yet.
"look at you," ten murmurs, crouched between your legs, fingers rubbing slow circles over your clit. "all this, and i haven't even fucked you."
you arch off the bed, panting, tears brimming in your lashes. "t-tenâplease, pleaseâ"
he laughs. "you sound so stupid when you beg." he leans in, tongue flicking over your clit, just once. pulling back immediately when he pulls a scream from your throat.
"god, you're such a mess," he groans, thumb dipping lower to tease your entrance, not pushing in. "you get wet just from me calling you a dumb little slut, huh?"
"yes," you sob, hips twitching. "fuck, yesâ"
he grins, mocking. "so desperate for it. needy little thing. dripping for me like you've never been touched before."
you moan, thighs trying to close, but he grabs your knees and forces them open. "no. you take it. you take what i give you and you thank me for it."
"thank you," you gasp, body trembling.
"yeah? you grateful?" he sneers. "grateful for what, baby? i haven't even let you cum yet." his fingers finally push inside, deep and slow. your back arches, mouth falling open.
"that's it. cry for it." he teases, fucking you with his fingers rough and fast, palm grinding your clit with every thrust. you're moaning loud now, babbling, already so close.
"gonna cum," you gasp. "tenâplease, i'm gonnaâ"
"you gonna soak my fingers like a pathetic little whore?" he growls. "do it. fucking cum."
you fall apart. clenching, shaking, voice cracking as your orgasm tears through you.
but he doesn't stop.
your scream cuts off into a choked sob. "t-too muchâfuck, it's too muchâ"
"did i tell you i was done?" he snarls. "no. you're gonna cum again. you're gonna take it like a good girl."
your thighs are trembling, hands fisting the sheets. he leans up, mouth against your ear. "you like this," he whispers. "you love being treated like a fucktoy. look at youâcrying and begging and still letting me use you. you're so fucking perfect like this."
a third finger invades your entrance, pulling a scream from your throat. "cum again, now." he demands.
and you do. again. and again. and again.
he ruins you until you're barely coherent, until your body jerks with every touch, until your voice is completely gone. your legs are shaking, thighs sticky with cum, and you're gasping like you just ran a marathon.
what is it with these leeâs and lee-ving us? đ
first it was my first bias in enhypen
then it was my first bias in the entirety of kpop
and then it was my thai half-bro
itâs been a year since markâs solo album was released and i streamed the shit outta of it. too much it by far my favorite of the new songs on the album.
i still remember when paint me naked was released. this song will forever live in my head rent-free.
i wonât be including any of heeseungâs songs because i am boycotting all of hybeâs music (especially beshitâs). stay strong engene and nctzen.
VocĂȘ e seu namorado, Chittaphon, estavam aconchegados no sofĂĄ. Seus dedos afagavam a maciez dos cabelos do homem, enquanto ele inspirava profundamente, com os olhinhos fechados. A cabeça dele estava aninhada na curvatura do seu pescoço, onde, ocasionalmente, distribuĂa beijinhos nos seus pontos mais sensĂveis de propĂłsito. O Lee se divertia com seus resmungos dengosos, pedindo para nĂŁo te provocar assim. Contudo, suas queixas pareciam estimulĂĄ-lo a continuar, jĂĄ que as mĂŁos grandes e ĂĄvidas se aventuravam sob a camisa que vocĂȘ usava â a mesma que roubou do guarda-roupa dele hoje mais cedo, quando saiu do banho.
Apertou tua cintura, ouvindo seus arfares e sentido-a arquear as costas em busca de mais contato.
Nesses momentos, quando podem esquecer dos problemas e deixar as responsabilidades, ficam apenas de bobeira.
Se amigos ou familiares os convidam para uma resenha ou um jantarzinho de domingo, inventam alguma desculpinha para nĂŁo comparecer ao compromisso. NĂŁo que nĂŁo gostassem deles, mas quem, em sĂŁ consciĂȘncia, iria querer sair de casa, sendo que podiam ficar aqui de chameguinhos?
O homem dĂĄ um cheirinho no teu cangote e sobe roçando a pontinha do nariz na linha da tua mandĂbula, beija sua bochecha, depois a outra e por fim o cantinho da sua boca. Ele nĂŁo te beijaria agora, afinal, gostaria de te ver implorar, pelo menos um pouquinho.
Um dia, ele ainda vai te levar para o altar, colocar uma aliança em seu dedo e te fazer a senhora Lee â para poder encher o seu saco â para todo o sempre, pedido esse que vocĂȘ nĂŁo teria coragem de recusar.
O silĂȘncio da sala era quebrado apenas pelo som da TV, que passava um filme que vocĂȘ havia feito questĂŁo de que ele assistisse contigo, um daqueles clichĂȘs nostĂĄlgicos e um de seus favoritos, o famoso "10 coisas que eu odeio em vocĂȘ".
Nos primeiros minutos, Chitta atentamente te ouviu falar sobre como essa obra cinematogrĂĄfica mudou toda tua perspectiva sobre o amor e tudo mais.
Mas depois, o homem nĂŁo resistiu e começou com a manha costumeira. E, em pouco tempo, estavam perdidos no mundinho sĂł de vocĂȘs e jĂĄ tinham se esquecido completamente da trama que se desenrolava na tela. A concentração mĂștua foi quebrada somente pelo som estridente de um miado. E antes que pudesse reagir, um dos seus gatinhos, saltou no sofĂĄ, exibindo sua habitual ousadia felina. Parando ao seu lado, olhando fixamente para ti com aqueles olhos grandes e inquisitivos, esfregando-se nas suas pernas. NĂŁo satisfeito, o pequeno começou a empurrar Chitta com as patinhas, claramente reivindicando seu espaço.
Louis, sem um pingo de vergonha, miou novamente e se acomodou no seu colo, como se dissesse que ali era o seu lugar e que Chittaphon devia pegar o beco.
Seu namorado soltou uma risada baixa ao ser "expulso" pelo animalzinho. E se afastou um pouco, erguendo as mãos em rendição.
VocĂȘ nĂŁo conseguiu conter a risada ao ver a cena. Ten, um Ădolo carismĂĄtico e desejado por milhares de fĂŁs ao redor do mundo, sendo intimidado por um gato pequeno e cheio de atitude.
â VocĂȘ ama mais ele do que eu, sĂł pode. â O homem fez um biquinho fingido, cruzando os braços. â Pelo visto 'tava errado ao acreditar que era o amor da sua vida⊠â Dramatizou, te fazendo revirar os olhos e, com um sorriso, o puxou pela gola da camisa para lhe dar um selinho.
VocĂȘ ri da atitude infantil e tenta acalmar os Ăąnimos, oferecendo carinho a ambos. Seus dedos passam pelos cabelos de seu namorado e pela pelagem macia do gatinho ao mesmo tempo, mas isso sĂł faz o homem reclamar mais.
A resposta morrera em seus lĂĄbios, substituĂda pela sensação quente da mĂŁo dele, deslizando audaciosamente por sua cintura, apertando-a levemente e arrancando um pequeno sobressalto seu.
â MĂŽ, o Louis 'tĂĄ aqui. â Protestou, rindo tentando afastar as mĂŁos dele de ti.
Obviamente, nĂŁo se contentou apenas com isso e aproximou-se ainda mais. Seus lĂĄbios, vermelhos e extremamente convidativos, a centĂmetros dos seus, imploravam para serem saboreados.
â VocĂȘ ainda nĂŁo me pediu⊠â A voz, baixa e aveludada, carregada de expectativa, soou.
Ele se deliciava te provocando, sabendo que te deixava cada vez mais ansiosa. Seus sorrisos de canto de boca e comentĂĄrios insinuantes eram como flechas certeiras, atingindo direto no seu ponto fraco.
Mordendo o lĂĄbio, desviou o olhar por um segundo, tentando nĂŁo dar o gostinho da vitĂłria tĂŁo rĂĄpido. Chittaphon, incapaz de esperar mais, decidiu apressar as coisas.
â MÎ⊠â O chamou baixinho, o tom carregado de uma sĂșplica implĂcita.
Os olhos dele brilharam com triunfo e finalmente capturou seus lĂĄbios em um beijo lentinho e gostosinho, os estalinhos Ășmidos ecoavam na sala, e o gato, percebendo que perdeu a batalha, saltou do seu colo para outro canto do sofĂĄ, se deitando ali com o rabo chicoteando de leve, como se estivesse ofendido.
â Agora sim, pediu direitinho. â Murmurou contra seus lĂĄbios, o sorriso cafajeste ainda presente, apesar da respiração acelerada. â âTĂĄ vendo? Era sĂł pedir, querida. Sabia que vocĂȘ nĂŁo ia aguentar.
â Cala a boca. â Resmungou, tentando soar firme, mas a voz saiu fraca demais para ser convincente.
â NĂŁo precisa ficar brava, princesa. â Brincou. â Eu sĂł queria garantir que vocĂȘ me queria tanto quanto te quero.
VocĂȘ tentou ignorar o arrepio que percorreu todo seu corpo, mas era mais simples do que parecia, Chittaphon tinha vocĂȘ na palma da mĂŁo, e sabia disso.
â Arrogante. â Bufou, empurrando de leve seu peito, embora a vontade de beijĂĄ-lo ainda fosse avassaladora.
â E vocĂȘ adora. â Piscou, se afastando apenas o suficiente para olhar em seus olhos com aquele brilho travesso.
VocĂȘ soltou uma zombaria, tentando recuperar o fĂŽlego e, ao mesmo tempo, a compostura que ele parecia levar embora sempre que estava tĂŁo perto.
Do outro lado da sala, o gato soltou um miado baixo, claramente frustrado por não ser mais o centro das atençÔes.
â âTĂĄ certo, eu sou toda sua e vocĂȘ todo meu. â Disse assim que se separaram.
O Lee sorriu vitorioso e, sem perder tempo, a puxou mais para perto, enterrando o rosto no seu pescoço novamente.
â Ătimo, porque eu nĂŁo terminei de te mimar. â Segredou contra sua pele, espalhando mais selares ali.
Sua risada contagiante se misturou ao som baixo da televisĂŁo, enquanto os dedos de Chittaphon deslizavam deliberadamente por cada centĂmetro do teu corpo.
Envolta pelo calor de seu corpo, se aconchegou ainda mais nele, ouvindo o ritmo constante de seu coração, uma melodia tão calmante quanto uma canção de ninar.
Seu coração derreteu com sua doçura, e suas bochechas esquentaram instantaneamente, um sorriso sonolento se formou nos seus låbios. Se afastou um pouquinho só para encarå-lo, as pålpebras dele pesadas, mas ainda meio abertas, te dando um vislumbre dos olhos do seu namorado, que estavam brilhando com aquela ternura infinita que era reservada só para ti.
â EntĂŁo me peça direito, Chittaphon. â Exigiu, traçando o maxilar dele e inclinando-se para depositar um beijinho no queixo dele que sorriu, todo molenga.