Capítulo 03 da história erótica: “Amantes em família - O segredo da tia Soraia”
Eu estava exausto por levar uma mulher ao gozo e por mais que eu ainda não tivesse gozado, estava lá muito satisfeito. Eu via aquela maravilhosa mulher, deitada em cima de mim, gostosa, toda suada e sorrindo, me achando o foda. Era ainda antes do meio-dia e só naquele momento é que eu comecei a sentir fome, já que eu só tomei um copo de café, literalmente, no café da manhã. E por mais que minha tia estivesse dormindo, minha vontade ainda era de continuar fodendo, já que estava excitado. Como não queria perder meu tempo, não muito delicadamente a tirei de cima de mim e quando minha tia abriu os olhos, sorrindo para mim e vendo o meu pau duro, me perguntou:
-Vamos tomar um banho juntos?
E mais uma vez, como se nada tivesse acontecido entre nós, ela se levantou e me puxou junto com ela, para irmos ao banheiro. Ela me disse para que eu fosse tomar uma ducha, pois ela prepararia a banheira. Eu estava ansioso, primeiro que nunca tinha tomado banho de banheira e segundo, acompanhado. Fiquei olhando para a minha tia, para o corpo dela, sem falar na cara de safada e tarada, me excitando cada vez mais até não aguentar ficar de pau duro. Minha tia pegou uma garrafa de vinho e duas taças, me dizendo que eu poderia beber outra coisa qualquer, mas aceitei o vinho mesmo. Ao entrarmos na banheira, minha tia pega uma enorme bucha macia e com os sabonetes líquidos, começa a me dar um banho. E por mais que eu estivesse com vergonha, estava adorando aquilo. Sem falar que eu passava as minhas mãos por todo o corpo dela. Com uma cara de safadinha, minha tia veio para cima de mim e num encaixe perfeito, voltei a sentir a boceta dela envolvendo meu cacete. Quão apertada aquela boceta é, me fazendo delirar. Beijando o meu pescoço, aquela deliciosa morena me comia com paixão. Segurando aquela bunda com as minhas mãos, apertando aquelas nádegas, puxava ela para mim com força, sentindo meu pau indo até o fundo daquela mulher, que voltou a gemer. Me abraçando com força, falando putarias no meu ouvido, dizendo que eu estava livre para fodê-la há qualquer momento, em qualquer lugar e do jeito que eu quisesse, me liberando até de gozar dentro dela, já que ela não poderia ter filhos, eu gozei muito.
Senti perdendo as forças, gozando sem parar dentro da minha tia que só parou de "cavalgar" em cima de mim, loucamente, enquanto meu pau estava duro, mas ainda gozando, eu acho. Nunca imaginei que uma mulher pudesse gozar e sentir tanto prazer em pouco tempo e ainda comigo.
Naquela banheira eu morguei e fiquei um tempo por lá, tomando toda a taça de vinho e vendo a minha tia, saindo, nua, me dando um longo beijo na boca e se secando sem tirar os olhos de mim.
Colocando uma calcinha enfiada e um sutiã, aquela delícia de morena vestiu um robe e disse que me chamaria para o almoço, que seria pizza com suco. Rebolando para fora do banheiro, eu me sentia o cara mais sortudo do mundo.










