Jogo decisivo
Um amigo meu do trabalho, vascaíno “roxo”, me perguntou, pela milésima vez, se eu iria mesmo junto com ele ao estádio, assistir ao clássico dos clássicos do nosso futebol: Flamengo e Vasco. Além desse meu amigo saber a minha resposta, por mais que acontecesse alguma coisa, eu ainda estaria lá, junto com ele no estádio, já que foi ele quem comprou os ingressos, me dando de presente por causa do meu aniversário e nossas cadeiras são uma do lado da outra.
-Pedro? Você vai mesmo lá comigo, não é?
Revirei meus olhos, já perdendo o resto da minha paciência com o meu “não tão amigo assim” do trabalho. Ele estava mais para um daqueles colegas chatos que têm uma mesa perto de você e no meu caso, de frente para mim.
-Já falei que eu vou. Por que é que você me pergunta tanto isso? – perguntei não querendo saber a resposta porque a voz do meu colega já estava me irritando.
-É porque eu vou te apresentar uma garota que eu conheci e que estamos quase namorando.
Levantei minha sobrancelha esquerda, que significava que eu não tinha acreditado naquela história.
-Ela é linda! – resumiu meu colega e me deixando um pouco curioso, por mais que eu ache que ele esteja inventando essa história.
No mesmo dia, mais tarde e quase na hora de começar o jogo, eu esperava meu colega do trabalho, que infelizmente, ficara com meu ingresso. Sou daquele tipo de cara que gosta de curtir tudo, desde o começo, então, cheguei mais cedo e me enturmei com uma galera da torcida organizada do Flamengo, que além de animada, estava recheada de lindas torcedoras. Sem falar que eu gosto de chegar um pouco antes para fugir da multidão de atrasados, daquela “muvuca” de gente que se aglomera para entrar no estádio sem organização nenhuma.
Apreensivo, nervoso e ansioso pela demora do meu colega, eis que ele finalmente me aparece e ao lado dele, a mais bela visão do dia. A tal “quase namorada” do meu colega de trabalho, realmente, é linda!
De longe eu já comecei a gostar dela, porque a dita cuja estava usando a camisa do Flamengo e meu colega, fazendo caretas, com a sua camisa do Vasco. Eles não estavam de mãos dadas, o que para mim, significa também várias coisas. Ela é mais baixa do que eu, bem magrinha e loira. A camisa feminina do Flamengo é grande para ela, então a garota amarrou de um jeito que ficasse mais colada e fez com que a barriguinha dela aparecesse, para a minha felicidade, já que, chegando mais perto, vi um piercing no umbigo da loirinha. Usando uma minissaia jeans, não muito curta, mas o bastante para que eu pudesse apreciar as pernas dela, eu pensei:
“-Que delícia de flamenguista!”
Nem liguei muito para o meu colega do trabalho, mas assim que eu vi a “quase namorada” dele, só tive um interesse naquele momento.
-Pedro, essa é a Dani. – disse meu colega de trabalho, todo feliz por me apresentar aquela “beldade” para mim.
Assim que a gente se olhou, senti meu coração chegar à minha boca e fiquei ainda mais feliz com o olhar que a Dani me deu. Foi uma mistura de interesse com ousadia, tanto é que no tradicional “três beijinhos”, ela me deu uma lambida bem sutil, mas que fez meu corpo todo “aquecer”.
E como aqueles “três beijinhos” mexeram comigo. Além de sentir um leve e adocicado perfume que a Dani usava, ainda tive o prazer de tocar a cintura dela. Cintura esta, descoberta e assim que senti a pele, a carne daquela loirinha, quase tive um “troço”. Sabe quando você pega uma mulher pela cintura é quer colar seu corpo nela? Foi isso que eu queria fazer com a Dani e se não fosse pelo meu colega de trabalho, acho que já estaria em outro “clássico”, entre flamenguistas.
Como todo vascaíno “alucinado” por um clássico contra o Flamengo, meu colega começou a “vomitar” todas as informações dos antigos jogos entre nossos times, desde antigamente, passando pelas décadas de “ouro”, sem esquecer os resultados, os títulos, as grandes estrelas, do Vasco é claro e mais um monte de outras chatices, que, para a minha alegria, a Dani também revirava seus olhos como eu, perdendo a paciência.
“-Ela poderia ser mais a minha quase namorada do que a do meu colega.” – pensei, trocando olhares com a Dani, já sacando às intenções dela.
E assim, como eu previ, uma multidão se aglomerava na entrada do estádio e não estava tão ruim assim. Primeiro que meu colega foi na frente e eu não mais o escutava. E segundo porque eu fui atrás da Dani, que me ofereceu sua mão para que eu não me perdesse deles. Quer dizer, não ficasse muito longe dela.
Quando parávamos porque tudo ficou um caos, meu colega olhava para a gente, levantando os braços e um pouco longe. Já eu, segurava a Dani pela cintura, com o meu corpo bem próximo ao dela. A Dani é realmente bem baixinha, tanto é que quando eu “colei” meu corpo no dela, por trás, meu pau roçava muito acima do seu bumbum.
-Acho que eu deveria ter vindo de salto alto. – Dani me disse, olhando para mim, sorrindo e para a minha alegria, empinando sua pequena bunda.
Sorri de volta e “escondidos” pela multidão, comecei a deslizar minhas mãos por aquele corpinho maravilhoso de Dani. Passei minha mão esquerda na barriga dela, enquanto que com a mão direita, eu comecei a “massagear” o pescoço de Dani, que logo ficou toda arrepiadinha com os meus toques. Senti a mão de Dani subindo pelas minhas coxas e tocando meu pau. Andávamos junto com a multidão, bem devagar e com o meu colega não muito próximo. Assim que a Dani começou a apertar meu pau com sua pequena mão e por mais que fosse por cima do meu short, eu comecei a ter os pensamentos mais impuros:
“-Vou pegar a Dani e levá-la para a minha casa. Não. Não vai dar tempo. Vou levá-la para o meu carro e ali a gente se entende. Que loirinha linda de corpo e de rosto!”
Mas, um dos melhores momentos foi quando eu passei minha mão esquerda pela barriga da Dani e depois, “invadi” a minissaia dela, que para a minha sorte, não se abriu. Deslizei minha mão por entre as pernas de Dani, no meio da multidão e sentindo uma calcinha que mais parecia um biquíni, pelo tecido. Quando eu pressionei meu dedo do meio contra a boceta quente da Dani, ela quase foi ao chão, pois fechou suas pernas e empinou sua bunda de um tanto que foi possível dar uma bela encoxada nela.
Tirei meu dedo rapidamente e segurei a Dani, que me olhou com uma cara de safada... E ainda de frente para ela, cheirei o mesmo dedo que eu tinha roçado em sua boceta e Dani sorriu.
Aos gritos do meu colega, não conseguimos nos distanciar o bastante para uma “escapadinha” e sem tirar minhas mãos da Dani, chegamos, finalmente, às cadeiras reservadas para assistir ao jogo.
Dani disse que queria sentar entre eu e meu colega e ele nem ligou quando sua “quase namorada” me “comeu” com os olhos, passando a mão nas minhas coxas e fazendo uma cara de tarada. Eu tremia com aquilo tudo, louco para agarrar a Dani e ao que parecia, o desejo era mútuo.
A partida entre o Flamengo e o Vasco estava tensa. Os dois times estavam bem ruins e para o meu desespero, o Vasco jogava melhor do que o Flamengo. E a Dani, ao comentar no meu ouvido que odiaria ver o Vasco ganhando hoje, me fez uma declaração que quase me matou. Sussurrando no meu ouvido, sem que meu colega de trabalho percebesse, ela disse:
-Se o Vasco ganhar hoje, eu vou ficar tão triste que precisarei de um amigo flamenguista para me confortar.
Quase tive um treco com aquela voz meiga e sensual tão pertinho do meu ouvido, sem falar que meu pau começou a doer de tão duro que estava.
Toquei no braço de Dani e foi a minha vez de sussurrar no ouvido dela:
-Se o Flamengo ganhar, a gente vai fazer uma gostosa comemoração.
Dani riu, mordeu o lábio inferior e fez uma carinha que me deixou apaixonado.
E, para a nossa infelicidade, a Vasco faz o primeiro gol. Meu colega vibrou tanto com a galera do Vasco que deu um “tempinho” para que eu e a Dani conversássemos sobre um pouco de tudo.
-Onde você mora?
-Acabei de me mudar para o apartamento ao lado do seu amigo.
-Hum. Ele não é muito meu amigo. Está mais para um colega de trabalho.
-E ele não passa de mais um vizinho para mim, apesar de ele ter umas conversas estranhas para o meu lado, dizendo que a gente está quase que “oficializando” o nosso “compromisso”. Eu entendi errado ou ele acha que seremos namorados?
-Está mais para “quase namorados”, segundo ele me disse.
-Deus me livre. Ele é muito chato. Só vim com ele para cá porque seu colega comprou o ingresso.
-Só vim assistir ao jogo com ele porque ganhei o ingresso de presente de aniversário.
-Que dia foi seu aniversário?
-Último sábado. Mas, percebendo agora, o destino me deu você como “presente”.
-E quando você quer desembrulhar seu “presente”? – Dani piscou para mim, com uma cara de safada, que perdi a noção de qualquer coisa.
Porém, antes de agarrar o meu “presente” e levá-la dali, eis que o Flamengo empata. Quer dizer, eis que o zagueiro do Vasco faz um gol contra e a torcida do estádio, que era em maior número que a do Vasco, “explodiu” em emoção. Eu e a Dani nos abraçamos em comemoração, bem de frente ao vascaíno incrédulo, que além de não prestar mais atenção em nós, ainda ficou gritando com o zagueiro, falando palavrões e assim, começou a brigar com outros vascaínos.
A briga do meu colega com a sua própria torcida gerou uma confusão enorme e antes que a polícia intervisse, mais torcedores vascaínos e agora os flamenguistas, começaram a brigar.
Rapidamente peguei pela mão da Dani e a tirei de lá. O que eram cinco caras brigando, em poucos minutos, se transformou em cinquenta e rapidamente, mais de cem.
-Vamos embora! – falei para a Dani, correndo para longe dali, mais com medo de apanharmos do que por sacanagem.
E quando a polícia chegou, escutamos bombas de efeito moral explodindo, gás de pimenta se espalhando, assim como uma multidão se embrenhando, com pessoas correndo desesperadas de um lado para o outro e eu, sem soltar da mão de Dani, indo em direção à saída. Tudo isso acontecendo ainda no primeiro tempo.
-Está tudo bem com você? Não se feriu? – perguntei para a Dani, já fora do estádio e próximo a uma pilastra escura e longe daquela confusão toda.
Dani me puxou para perto dela e começamos a nos beijar na boca. Quando eu colei meu corpo no dela e a Dani encostou suas costas na pilastra, eu a peguei pelas coxas e a levantei. A minissaia encurtou de tal forma que senti quando meu pau ficou bem entre as pernas de Dani. Estávamos quase lá, quando outra bomba explodiu perto de onde estávamos e uma galera corria para todos os lados, interrompendo a nossa loucura.
-Vamos para o meu carro. – falei para a Dani, dando antes, um longo beijo nela, com direito a passar minhas mãos nos seus pequenos seios.
Meio que a gente já estava tirando a roupa antes de entrar no meu carro. Eu já estava sem camisa, procurando uma camisinha para colocar e “sem querer” eu tirei o sutiã da Dani, que assim que viu meu carro, debaixo de uma grande árvore que nos tornava invisíveis, ela simplesmente encostou-se ao capô do meu carro e levantou sua minissaia, empinando sua pequena e linda bunda para mim e disse:
-Não aguento mais. Vai! Me come!
Rasguei a calcinha da Dani com uma puxada forte, segurei a cintura dela com as minhas mãos e a penetrei com gosto. Senti meu pau “abrir caminho” por aquela boceta apertadinha e quente. Gemi de tesão e a Dani perdeu a força nas pernas, também gemendo muito.
Olhei à nossa volta, percebendo que estávamos relativamente sozinhos naquela área e mandava ver, socando meu pau com força dentro da Dani, que espalhava o seu corpo da cintura para cima, no capô do meu carro. Ela estava amolecida, com o cabelo tampando o rosto, de boca aberta, gemendo baixinho, sem parar, enquanto eu metia a minha rola sem dó dentro daquela bocetinha maravilhosa, apertando a cintura da Dani e de vez em quando, dando umas bofetadas com força naquela bunda com nádegas cheinhas.
Quando eu escutei a Dani me dizer “puxa o meu cabelo e me chama de vagabunda, que eu gozo”, eu também não aguentei muito tempo. Meu gozo foi tão surreal e sem palavras para me expressar, que fui para cima de Dani, também sem sentir minhas pernas.
Suados, um sentindo o outro gozar, de pernas bambas, eu e a Dani nos prometemos “juras de paixão”, como “quase amantes”, num jogo onde nós ganhamos.















