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Raulzinho e a Paranoia na Escola
(Uma fábula moderna inspirada na música “Paranoia” de Raul Seixas – versão lúdica para todas as idades)
Era uma vez um menino gordinho chamado Raulzinho. Tinha bochechas coradas, cabelo bagunçado e um jeitinho tímido que encantava. Mas dentro daquele peito batia o coração de um pequeno rebelde com alma de trovador.
Na escola, chegou o grande dia da notícia:
— Atenção, crianças! Vai ter apresentação cultural no final do mês!
Era o Festival das Escolas Municipais. Cada turma deveria apresentar uma música com tema infantil, divertido e educativo.
Enquanto a maioria escolheu canções sobre frutas, animais e cores do arco-íris, Raulzinho levantou a mão e disse:
— Eu quero cantar... “Paranoia” do Raul Seixas.
As crianças riram. A professora ficou paralisada. O inspetor tossiu seco. Mas Raulzinho estava sério.
— Mas, Raulzinho... essa música é sobre... bem... sobre... — a professora hesitou.
— É sobre sentir o mundo estranho. E isso também é coisa de criança. A gente sente. Só não fala.
Em casa, Raulzinho contou pros pais. O pai, um homem gordinho e barbudo, com voz rouca de trabalhador e alma de roqueiro, abriu um sorrisão.
— Meu filho vai cantar Raul Seixas num palco? EU APROVO.
A mãe, ruiva de espírito livre e formada em teatro, ajeitou os cabelos e disse:
— Então vamos fazer direito. Você vai interpretar a música. Cantar, dançar e dizer com o corpo o que o coração sente.
Durante semanas, a sala virou palco de ensaio. A mãe ensinava expressão corporal, o pai cuidava do som. Raulzinho treinava cada verso com entrega e coragem. “Eu tô ficando louuco, louco, louco!” — ele gritava, dançando de pijama na sala, enquanto o gato fugia assustado.
Chegou o dia da apresentação.
Enquanto as outras turmas vinham com fantasias de abelhinhas, flores e robôs recicláveis, Raulzinho subiu no palco com uma capa preta feita pela avó, óculos escuros do pai e uma camisa com um raio desenhado pela mãe.
A luz baixou. Começou o instrumental.
“Eu tô ficando looouco!”
Raulzinho cantava e dançava como um pequeno profeta. Fazia caretas, rodava, pulava. O auditório ficou em silêncio. Pais e professores entre o susto e a curiosidade. Até que uma criança na plateia gritou:
— Mãe, ele é doido igual eu!
Risadas. Palmas. Raulzinho terminou a música com um giro dramático e caiu de joelhos, braços abertos, como num musical da Broadway.
Silêncio.
Depois, uma onda de aplausos tomou a escola inteira.
Raulzinho não ganhou o troféu de “música mais educativa”, nem o de “melhor figurino”. Mas ganhou algo melhor: olhares verdadeiros. Respeito. Liberdade.
Na volta pra casa, o pai ligou o rádio do carro, olhou pelo retrovisor e disse:
— Hoje, meu filho, você dançou com o caos e sorriu. É isso que o Raul queria.
E a mãe completou:
— E fez teatro de verdade. Com alma.
Raulzinho sorriu. Finalmente, sentia que sua esquisitice tinha um palco.
Fim.
Versão suave de A Lebre e a Tartaruga. Uma história infantil para dormir que mostra o valor da calma, da paciência e da persistência.
Conheça uma das histórias infantis clássicas com nova abordagem suave, ensinando planejamento e união de forma leve e encantadora.
Olha aí galera! Fui o vencedor na categoria conto infantil no Concurso Lusófono Trofa 2022, prêmio Matilde Rosa Araújo. Também foi vencedora a incrível @belezafilipa na categoria ilustração. Ano que vem tem livro infantil novo no mundo! Com texto meu e ilustrações da Filipa. .... O concurso da Trofa tem a participação de escritores e ilustradores de todos países de lingua oficial portuguesa, com objetivo de promover a literatura infantil. Agradeço a todos que acreditaram no meu texto e aos meus filhos, que me inspiraram para esse conto. #concursolusofonodatrofa #rarodeoliveira #contoinfantil https://www.instagram.com/p/Cll_lSmp-aW/?igshid=NGJjMDIxMWI=
A Fada
" Na vida, você tem poderes de construir castelos, mas será nas flores que você plantar, que irá encontrar a paz interior. A felicidade eterna, está nos pequenos detalhes ".
“O sonho de Luizinho”, um conto natalino dedicado às crianças, por Alceu Penna, 1935. #cultura #arte #ilutração #natal #acervoalceupenna #alceupenna #contoinfantil #amoalceupenna
" - Hahahaha. Encontrei o menininho que disse que eu não existo. - Corre Pedrinho a cuca achou a gente. - hummmm que delicia tem outro menino. Hoje vou ter um delicioso banquete. " - de CRIANÇA QUE NÃO DORME, A CUCA VEM PEGAR (no Wattpad) https://my.w.tt/UiNb/qHXISXu56G