TRABALHADOR É FEITO DE OTÁRIO no BRASIL + O Nacionalista. 17 mar 2025
Hoje vamos falar de como o trabalhador brasileiro é tratado como palhaço aqui pelas empresas do Brasil, se gostar do vídeo deixa o gostei !
“SALÁRIO A COMBINAR | A Nova Moda Das Empresas Na Entrevista De Emprego”, a mentalidade de muitas empresas está extremamente ultrapassada. Estimo que esteja pelo menos uns 40 anos…
#tbt #tocando com @sorayamoraes no #show do @realfredh que não veio... Rsrsrs esse foi um #show que o #contratante não #pagou, o #cantor que era a #atração #meteórica não veio, e depois a #galera que comprou o #ingresso #protagonizou um #quebra-quebra #generalizado... #Coisas da #vida de #músico... (em São Paulo, Brazil)
Dural é o demônio que acompanha Sindre em sua jornada, ele tem vida própria e pode agir por conta própria, também pode ser focado em batalha;
Vitalide de Dural: 40[Sob] + 120 // Dural irá se desfragmentar em pedaços após sua vida chegar a 0; Ele poderá ser reconstruido, mas antes disso isso não poderá mais agir;
[] Ordem Ofensiva Md2 (Mana de Dural)
Sindre ordena que Dural ataque o alvo; Causando 80 // (15)Mag + 20
[12+] Para ele atacar no final do turno; Com [19+] ele será enraizado;
[9+] De chance caso Sindre esteja com menos de 50% da vida
[] Ordem Defensiva Md2 (Mana de Dural)
Sindre pede que Dural o proteja, caso Dural o proteja ele usará a próprio corpo como armadura;
[12+] Para Dural proteger Sindre de algum ataque, Dural sofrerá o dano;
[9+] De chance caso Sindre esteja com menos de 50% da vida
[] Reconstruir Dural A4|M3
Reconstroi Dural fazendo ele restaurar 50% de vida(120) e restaurar sua mana completamente;
[A] Ataque de Supressão A2
Sindre começa a bater ao redor do inimigo, mirando especialmente os pés, fazendo-o desviar, e obrigando ele a prestar atenção completa em Sindre, facilitando o acerto de seus aliados naquele alvo.
O inimigo perde [-2] Chance de Esquiva até o inicio do próximo turno dele;
[A] Manipulação de Terra
Dural pode utilizar esta habilidade livremente - abrindo passagens pequenas na terra, fazendo uma arma de pedra, ou para arremessar um projétil em um inimigo.
[] Arma de Pedra A2 | M1
Mesmo dano da arma original, pode ser útil caso a arma principal seja roubada ou destruida.
[] Projetil Sísmico A2 | M2 (À distância)
PISA MENOS GATA, já atualizo pera
100 // (15)Hab + 40
[] Pilar Rochoso A2 | M2
Pode ser usado para mobilidade e também pode ser usado como escudo;
140 // (25)Hab + 40
[] Prender o Inimigo A2 | M2
Chance com Modificador[-2] de enraizar o inimigo ao chão; O inimigo enraizado tem menor chance de se esquivar e não pode avançar e nem recuar;
[A] Benção da Ravina A2 | M2
Dural utiliza sua magia de restaurar vida para curar ferimentos físicos, além de expelir status negativos (como envenenamento e paralisação). Esta benção também concede resistência ao dano do próximo golpe que receber.
[] Restaura 90 de Vida // (20)Mag + 10
Remove todos os efeitos negativos;
[] 30 de Resistência // (10)Sob; Aumenta a resistência até o inicio do próximo turno caso esteja com a vida cheia e sem debuff;
[A] Energizar e Executar A4 | M3
Sindre assume uma posição de combate e começa energizar um sua arma, não podendo desviar nem se mover até o inicio de seu próximo turno.
No próximo turno Sindre causará um grande dano e sua chance de acerto é aumentada com [+6]
[] Executar A3
Execultar apenas pode ser usado no turno posterior ao uso de Energizar;
Após ter energizado no turno anterior, causará neste turno agora um total de:
125(250) de Dano // (20)Des + 25
O Dano é dobrado caso o alvo esteja com menos de 50% da vida;
Sindre, que nunca conheceu seus pais, cresceu em uma loja de mobília que era gerenciada por um velho gentil que tomava conta dele. Quando tinha 17 anos, o velho morreu, Sindre vendeu a loja, e resolveu se mudar daquele lugar.
Ao visitar uma ravina próxima, que era o local que ele mais amava, e visitava sempre que podia para relaxar, ele conheceu o demônio que habitava e dava vida para aquele local. O demônio, Dural, ofereceu fazer um contrato com Sindre, dando assistência mágica e treinamento em armas físicas em troca de levá-lo para ver o mundo, já que não poderia sair das ravinas sem fazer um contrato com alguém.
Sindre aceitou, e o demônio cumpriu suas promessas. Eles estão até os dias de hoje explorando e visitando vários locais diferentes, Sindre sempre procurando algum lugar que o satisfaça para que ele possa criar raízes.
★ Personalidade
Relativamente quieto e reservado, normalmente tem uma natureza solitária. Pode ser um pouco orgulhoso e egocêntrico, mas no geral não gosta de ser
rude com quem não merece.
Sindre cresceu como assistente de uma loja de mobilha que era gerenciada por um velho. Seus pais haviam morrido enquanto era muito jovem para se lembrar, e esse fato lhe fazia se sentir sozinho, pois não cresceu com a companhia de muitas crianças, e nenhuma era de sua mesma espécie. Nenhum de seus amigos, ou o velho da loja, que era gentil com ele, pareciam fazer ele se sentir melhor. Sua solidão retornava sempre que ele não estava imediatamente interagindo com alguém, e mesmo no meio de interações sociais, o sentimento continuava. Isso parou de incomodá-lo depois de um tempo. Quando não estava trabalhando ou ajudando o velho (que era de idade avançada, e quando Sindre atingiu a adolescência, precisou cuidar cada vez mais dele), ele sempre ia para uma ravina que havia no bosque próximo de sua vila. Era uma caminhada relativamente longa, o lugar não era perto, mas também não era excessivamente longe. Com um rio passando no meio, as rochas com musgo cercando-o, ali se sentia em casa, e algumas vezes, passava a noite naquele local, mesmo sendo frio e molhado, aquilo não lhe incomodava.
Quando tinha cerca de 17 anos, em uma dessas vezes que passou a noite na ravina, o velho que cuidava dele e da loja faleceu. Sentindo a culpa de não estar ao lado dele em seus momentos finais, resolveu vender a loja e viajar para encontrar outro lugar para viver. Haviam memórias ruins naquele local, e ele nunca havia feito amizades. De qualquer forma, ele já havia decidido que quando nada lhe prendesse mais a aquele lugar, ele iria procurar por outro que pudesse ser melhor. Sua vila era de bom tamanho e não faltavam riquezas, mas sempre sentiu vontade de procurar por algo que lhe agradasse mais. A loja estava vendida, ele já havia pego todos os seus pertences e colocado na mala, e só restava uma coisa a ser feita: uma última visita ao seu santuário particular; o local que o havia lhe dado um pequeno gosto do que é se sentir realmente vivo e livre. Chegando lá, uma sensação de alívio nunca antes sentida, subitamente foi. Não havia mais que cuidar da loja, do velho, ou ouvir os problemas de outras pessoas, sem o mínimo interesse, mas não querendo ser rude. Não precisava mais voltar sempre para o mesmo local: agora estava livre, e com uma quantia decente de Amantinas. Jogando sua mala com seus pertences ao seu lado, sentando em uma rocha molhada, ouvindo o fluxo da água, sentindo aquele ar úmido, a sensação era de pura nostalgia, mas também um pouco triste, já que provavelmente nunca mais veria este local. Então, algo inesperado ocorre
-*Uhaaaaaaá*...
E um longo bocejo veio de trás dele. E lá estava algo que parecia um golem e um demônio; um ser feito de pedras cinzas cobertas de musgo, igual à ravina. Não havia pernas ou cintura, mas seu torso acabava em um formato pontiagudo que flutuava do chão a uma altura semelhante às pernas de uma pessoa em pé. Tinha um rosto de indiferença e preguiça, e seu físico seria comparável ao de um homem extremamente forte, mas seu rosto não se assemelhava ao de um humano, e este possuía chifres enrolados, vindo do topo da cabeça e apontando para frente, não muito longos. Haviam pequenas asas em suas costas, embora não se movessem, e fossem aparentemente desnecessárias.
-Hm... Então chegou o grande dia?... *Uhaaaá*- A criatura bocejou novamente.
-Pensei que fosse demorar mais, mas aquele velho já estava bem acabado, eu presumo. Oh, bem...- Parou de bocejar, mas começou a alongar os braços e a se espreguiçar.
-Ah sim, preciso dar uma apresentação formal. *Que trabalho desnecessário...*
-Sussurou a última parte, mas de modo que ainda pudesse ouvir.
-Sou Dural, o espírito dessa ravina... Ou você chamaria de demônio? Ah, o que preferir. De qualquer modo... *Uhaaaaaá* é raro alguém vir a este local, e você andou vindo aqui toda semana por cerca de uma década. Acho que tem bom gosto por locais relaxantes... Enfim.- O olhar da criatura ficou sério, embora a expressão de preguiça ainda não tivesse sumido.
Dural: -Eu não posso ouvir seus pensamentos, mas sempre que vem a este local, posso sentir o que sente. Você parece... interessante. Então, eu quero lhe fazer a oferta de um *uhaaaaá* contrato.
Sindre: -...Seria um demônio, e... Você mencionou o velho, se não ouve meus pensamentos, como sabia sobre ele? Como posso saber se posso confiar em você, já que demônios enganam pessoas. *Supostamente*... E, o que seria um contrato?
Dural: -Ahhhh, perguntas, perguntas, mas acho que é necessário responder... *Uhaaaá* - os bocejos estavam começando a ser um leve incômodo - Primeiramente... O velho. Foi ligando os pontos. Por um tempo achei que fosse uma criança, mas... A sua sensação de responsabilidade por cuidar de outra pessoa, junto a de gratidão e respeito, me fizeram pensar em um velho, um que cuidasse de você quando mais jovem, mas que agora precisava dos seus cuidados.
Não teria esse sentimento de respeito se fosse uma criança... Ouviu a parte que eu disse poder sentir o que você sente?
É isso que eu quis dizer. **O demônio fala olhando para o lado, então como se retomasse a sí e o que estava falando, continuou:** Ahhh, sua desconfiança em demônios é decepcionante, mas natural, seria muito bom se fosse um dos que não nos temem mas, não posso fazer nada quanto a isso... **Ele voltou a se alongar** Hmmm, é sua escolha se confia ou não em mim? Eu tenho habitado essa ravina há mais tempo do que você e o velho juntos teriam em anos... E são muitos pelo que imagino, pela parte dele ao menos. Já me chamaram muitas vezes de "espírito da natureza", e prefiro pensar dessa forma... É... Agradável.
Sua última pergunta seria... O contrato, certo? Certo. Bom... Como mencionei, sou o espírito dessa ravina, e estou ligado a este local por quanto tempo eu estiver vivo, que seria até o fim da própria existência. É um local lindo, e eu amo ficar aqui, mas é muito monótono, até mesmo para mim *uhaaaaá*. Sabendo do seu sentimento de querer sair de sua localidade assim que o velho não lhe impedisse mais, e sabendo que você ama esse local, era só uma questão de tempo até ele morrer, você querer se mudar, e visitar esse local uma última vez. Eu teria me revelado para você antes, mas não era necessário e é tão trabalhoso *uhaaaaaá*... De qualquer modo, eu não posso sair daqui pois não tenho conexão com nenhum local fora daqui. Porém, por você ter uma afinidade tão forte com este local, eu poderia dizer que você essencialmente tem os requisitos para ser meu contratante *uhaaaá*. Então, minha oferta seria a seguinte, e ouça atentamente, eu não quero repetir:
-**Seu olhar se tornou sério novamente**
- Eu quero que aceite o meu contrato, me permitindo segui-lo para onde quer que vá, até a sua morte ou término do contrato, que pode ser quebrado a qualquer momento. Nesse caso, eu retornarei imediatamente para este local, e poderá vir aqui novamente se quiser fazer o contrato novamente. Hmmmm, em troca eu lhe darei assistência, caso precise. Tenho conhecimento de magias de cura e terra *uhuaaá*, além de poder manusear armas decentemente, no geral.
Poderei lhe ensinar, mas não espere que eu use com muita frequência em batalha, é trabalho excessivo *uhaaaá*. Ah, sim, tem mais o detalhe de que se entrar em um contrato comigo, não poderá usar magias, mas eu não creio que isso vá ser um problema para você, certo? Até onde tenho conhecimento, o deleitoso mundo mágico não concedeu suas bençãos a você. Então, essa é minha oferta. Gentilmente lhe peço para aceitar, mas é claro, a escolha é sua, e não irei contrariar. Como não deve saber, "demônios" são incapazes de mentir sobre os termos de um contrato. De qualquer modo, direi novamente que é sua escolha confiar em mim e aceitar o contrato, ou não. **Ele faz uma curvatura respeitosa e a mantém, aguardando uma resposta**.-Sindre: -...
Dural: -... **ainda mantendo a curvatura**
Sindre: -Então, esses são os termos? Não há nada escondido? Quando eu morrer, por exemplo, minha alma-
**Dural interrompe:** -Será sua, e irá para o céu, inferno, valhalla, a fria escuridão eterna e profunda, o que acreditar. E eu retornarei para essa ravina. Não existem termos escondidos. **Ele fala com seu olhar sério novamente, fechando os olhos na última parte**. -
Sindre: -Então, pode sair dessa ravina formando um contrato com alguém, então, como nunca encontrou alguém para fazer isso?-
Dural: -Oh, eu já fiz, mas não pode ser qualquer pessoa. Eu falei que sou muito mais velho do que qualquer um que possa conhecer, e já fiz uns... três, *provavelmente três*, contratos anteriormente. Não é só qualquer pessoa que venha aqui. Precisa ser alguém que tenha uma ligação profunda com este local. Em parte, eu sou a essência vital dessa ravina, e só alguém que realmente tenha um laço com esse cenário maravilhoso tem o potêncial de ser meu contratante. Além disso, a maior parte das pessoas que vinham aqui não frequentavam este local, ou apenas pararam para um descanso. Sem falar que, como você, muitos temem "demônios" **ele parece fazer uma expressão desconfortável toda vez que fala "demônio", provavelmente por não gostar do termo** ... Isso dificulta encontrar uma pessoa que tanto tenha o potencial quanto esteja disposta a aceitar o contrato *uhaaaaaá* **Estava demorando para ele bocejar**.-
Sindre: -...O que aconteceu com as pessoas que fizeram um contrato com você?-
Dural: -A primeira contratante, que ironicamente era uma arqueira, morreu com uma flecha que atravessou seu olho e metade do cérebro. Nem mesmo minha magia pode consertar um estrago desse tamanho. Nosso contrato durou quase duas décadas. O segundo contratante foi capturado enquanto eu estava inconsciente, e foi torturado, então por fim, arrancaram seus membros, e morreu de hemorragia. Nosso contrato durou entre duas e três décadas. O terceiro e último contratante teve uma morte tranquila, sendo que tinha 78 anos, e seu corpo havia chegado no seu limite. Morreu por falência renal. Minha magia é poderosa, mas não posso conceder imortalidade. O corpo mortal é frágil, e não pode ser remendado infinitamente. Nosso contrato durou cerca de cinco décadas.-
Sindre: -Então eu seria o seu quarto contratante.-
Dural: -Exato *uhaaaaaá*.
Sindre: -...O que os outros pensarão ao ver algo como você?-
Dural: **Seu rosto fica sério e ao mesmo tempo provocativo** -Não creio que você ligue para o que os outros pensarão. Uma boa parte vai pensar exatamente o mesmo que você havia anteriormente, que sou um demônio, mas provavelmente não irão lhe ver *muito* negativamente por isso.-
Sindre: -Que tipo de armas sabe manusear?-
Dural: -Lanças, alabardas, machados e espadas são minha especialidade. Tenho conhecimento básico de outras coisas, mas este é limitado *uhaaaaá*.-
Sindre: -...Eu aceito.-
Dural: -...Pensou e duvidou de mim muito menos do que eu pensei que iria. Mas nesse caso... Que assim seja. **Dural junta suas mãos, e uma luz ilumina certas partes de seu corpo que pareciam ser detalhes entalhados. Logo, a luz se espalha pelo chão em linhas finas, e sobe em Sindre, iluminando partes de sua pele por alguns segundos, e então desaparecendo completamente de ambos.** O contrato entre Dural, o Espírito da Ravina, e Sindre, o Heksune, foi estabelecido. É um prazer, mestre. **Ele fala em tom baixo mas sério, e faz uma curvatura novamente, esta durando apenas alguns segundos, então, bocejou novamente.** *uhaaaá*-
Sindre: -Por que você sempre boceja?-
Dural: -Se você ficasse alguns séculos parado exatamente na mesma posição sem mover nenhum milímetro, iria entender *uhaaaaaaaaaaá*.-
Sindre: -...Não tenho certeza disso. **Sindre fala olhando para, e continua a encarar a ravina mesmo após terminar de falar.**
Dural: **Como se entendendendo como Sindre se sentia, - e aliás, podendo sentir ele mesmo - Dural fala:** -...É. É um lugar lindo. Provavelmente vai sentir falta, mas sabe que pode voltar aqui se quiser. **Ele mesmo passa a encarar a ravina**.
Sindre: -...Seria melhor não. Vamos. **Ele levanta e começa a andar.-
Dural: -Oh? Muito bem então... **E vai seguindo, flutuando atrás do garoto.-
Então, Sindre comprou algumas armas de madeira com parte do dinheiro que tinha, e como prometido, Dural lhe treinou. Acabou masterizando espadas e machados, não gostando tanto das outras armas. Então, comprou um belo machado, relativamente pequeno, mas pesado. Sindre gostou desse aspecto, pois seu tamanho tornaria fácil de manusear, enquanto seu peso iria causar ataques mais poderosos. A escolha do machado foi feita com sugestões de Dural sobre qual deveria escolher.
Logo, estes foram viajando por vários locais diferentes, explorando, e etc viva todo mundo.
TCU decide que é vedada a retenção de pagamento de contratada que está em situação fiscal irregular
TCU decide que é vedada a retenção de pagamento de contratada que está em situação fiscal irregular
A elaboração de um edital não tem o condão de transmudar a Comissão Permanente de Licitação em órgão de fiscalização de tributos. O objetivo maior é a eficiência do certame, mesmo que diante de um imperativo de ordem legal e moral, quando a comissão deva aferir a regularidade fiscal do licitante. Essa regularidade, entretanto, deve ser restringida à relação dos tributos que incidem sobre a…