Título: Equilibrista do Nictêmero Nankin sobre Papelão Nankin on Cardboard 29,7↔ x 21↕ cm
seen from France

seen from Germany

seen from United States
seen from China

seen from Australia
seen from United States
seen from United States

seen from Australia

seen from Netherlands
seen from Russia
seen from United States

seen from United States

seen from T1
seen from Argentina
seen from Japan

seen from United Kingdom

seen from United Kingdom
seen from Canada
seen from United Kingdom

seen from United Kingdom
Título: Equilibrista do Nictêmero Nankin sobre Papelão Nankin on Cardboard 29,7↔ x 21↕ cm
Corda Bamba
atravesso essa corda bamba estendida sobre o mar
e foco em não desequilibrar-me
pois sei que não posso cair
sei que não posso me jogar de cabeça
nessas belas águas cristalinas
porém, águas ácidas
que eu sei que irão me corroer por inteiro
mas o que eu faço?
se toda vez que eu direciono o meu olhar
para o imenso castanho dos teus olhos
essa corda balança e estremece
como eu faço pra me manter de pé?
se cada nova parte que descubro em você
me faz querer te descobrir cada vez mais
e eu sempre foi tão curioso...
mas que culpa tenho eu?
se você me aparece com esse seu jeito
de quem guarda o desconhecido dentro do peito
como um oceano de novas descobertas
que culpa tenho eu, então?
se sempre fui tão apaixonado pelo mar
Estou em uma corda bamba. De um lado o medo de estar apenas empurrando com a barriga e do outro o medo de me precipitar, o medo de tudo aquilo que eu não tenho controle algum.
Lorena Clemente.
A vida é corda bamba, tô brincando de slackline
Eu, só eu - segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017
O que é mesmo a VIDA? 🤔
Corda bamba: O lulismo como metamorfose e realização da EDP | Isabel Mansur
Algumas vezes me sinto em uma corda bamba no meio de uma rua sem saída, onde minhas opções são ter atitudes tóxicas para lidar com a situação ou sofrer com tudo que acontece e viver infeliz.
A questão é para qual lado cair.
Já estou na corda bamba não posso começar a correr
Ao meu redor espalha-se o medo e ele começa a atingir-me. Vou ficando em casa. Só daqui saiu se os bens essenciais começam a rarear no meu frigorífico e na minha despensa.
A Covid-19 faz-me isto. Ponho o pé na rua e logo sinto uma insegurança tremenda. Talvez porque começo a perder o hábito de me cruzar com pessoas. Quando sinto alguém a aproximar-se encosto-me o mais possível ao outro lado do…
View On WordPress