Se a dois anos atrás me perguntassem como me imaginava no futuro, jamais seria da maneira que eu me encontro.
- M.
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Se a dois anos atrás me perguntassem como me imaginava no futuro, jamais seria da maneira que eu me encontro.
- M.
Quando escrevo é porque já não tenho muito o que falar.
- M.
Ultimamente eu me questiono todos os dias, o que eu tô fazendo aqui.
Pergunto a Deus também mas ele não responde.
- M.
“Maybe there's a cocoon around the world and we're all dying just to break through 'Cause we'll be butterflies”
To sendo forte, eu juro. Mas tá difícil, tá difícil conviver com essa nova versão de quem eu sou. Eu não sou assim. Nunca fui. Que droga! Eu não quero ser assim. Ele não merece essa minha versão. Eu não mereço. Ninguém merece.
Sinto falta de quem eu era, ela me fazia tão bem.
- M.
Se há dois anos me perguntassem como eu me vejo no futuro, não seria do jeito que eu estou agora. Com certeza.
Não me reconheço mais, essa não sou eu. Nunca fui. Como poderia? Minha vida estava perfeita.
Só precisou de dois anos, parece pouco. Mas foi muito, foi muita dor. Dois anos. Pandemia, crise de ansiedade, depressão, perdas, mortes.
Jamais pensei que você fosse embora tão cedo, jamais pensei que você fosse embora algum dia.
- M.