2/17/2026 - Cronic
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2/17/2026 - Cronic
Ao meu passado eu devo quem eu sou. A minha ansiedade não me atinge mais. Ao meu passado, eu não sinto pena de que fui. Eu sinto orgulho. Ao meu passado eu abracei. Sinto-me bem com quem me tornei. No peito ficou escancarado e eu não tive medo. Nele fica minha ignorância. Pro meu futuro, trago o meu saber. Eu vivo o que tenho sonhado. E meu sonho, é minha base. Meu norte. Minha proteção.
Chiari Malformation Awareness month
September is chiari malformation awareness month. Just a few things about one of the conditions I have. I wasn’t diagnosed with it until I was 39 but I was born with it, until then I was told that I had a range of different things. It wasn’t until I lost the use of one side of my body + I had an MRI scan. Some of the symptoms I have are: severs headaches, neck + shoulder pain, balance…
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soy del 92 como el álbum: “The Chronic”, mando tus letras a las nubes y no es un cómic.
Faruz Feet X Proof - NOCIVOS
Budder/Sugar Wax 🔥😤🍯🇲🇽
(Made with mexican cronic, not hydro)
Scooby hooked it up
Crônica sobre voar
Um dia desses encontrei um passarinho ferido na pracinha ao lado de casa... Uma de suas asas estava quebrada, e ele estava ali no chão, vulnerável, indefeso, incapacitado de voar... Tomei ele em minhas mãos e levei pra casa, até chegar lá levei muitas bicadas, mas consegui levá-lo... Desde então já faz umas três semanas ou mais que estou cuidando dele, alimentando, oferecendo abrigo e proteção até que ele se recupere totalmente para poder voar de novo e ser livre... Por esses dias levei ele ali no parque ecológico, bem no horário em que os de sua espécie se reúnem nos eucaliptos para se aninharem e dormir... Percebi que ao chegar lá, arrepios ocorriam pelo corpo dele o tempo todo, ele olhava pra cima e gritava o tempo todo, era um instinto vindo à tona, ele queria voar, tentou umas duas vezes mas não conseguiu... Percebendo que ele ainda não estava pronto, trouxe ele de volta pra casa... Achei muito interessante a forma como ele se arrepiava ao ouvir e ver as outras aves no topo das árvores, ele nasceu pra aquilo, voar é parte de quem ele é e, assim que estiver pronto, serei o primeiro a ajudá-lo com isso, pois também quero voar, minha alma se arrepia cada dia mais, minhas asas se abrem e se alongam, em busca de voar, um dia vou conseguir, até lá, vou dando tempo às coisas, aproveitando os aprendizados do chão, antes de aprender sobre as alturas...
A irrevogável metamorfose
Pare por um instante e pense na pessoa que você era a exatamente um ano atrás. Aposto que pelo menos cinco coisas em você mudaram nesses 365 dias, provavelmente mais.
Não posso dizer exatamente o quê, mas tenho certeza que algo está diferente. Pode ser o comprimento do seu cabelo, seu peso, um novo emprego... Talvez algo mais sutil como um leve bronzeado, sua música favorita ou um novo hobby. Também é possível que a sua transformação seja interna: novos objetivos, novas convicções. E se porventura você for como eu, então talvez tudo isso esteja mudado.
Volte um pouco mais no tempo. Quem era você cinco anos atrás? Você se tornou a pessoa que pretendia ser naquela época?
Porque eu não me tornei.
Eis um segredo: Geralmente, nenhum de nós se torna. No entanto, isso não significa que não sejamos nossa melhor versão. Não significa que falhamos em qualquer instância. A cada dia que passa aprendemos um pouco mais sobre nós mesmos e sobre o mundo que nos cerca. Quando isso acontece, nossas prioridades mudam.
Eu sei que você tem essa pequena lista com tudo você mais queria na vida. Houve um dia em que você sacrificaria qualquer coisa por pelo menos um daqueles itens, e hoje não dá mais a mínima para isso. Tudo bem. Tudo isso faz parte do seu processo evolutivo. Você vive uma metamorfose constante e irrevogável.
A lição aqui é que você não precisa sustentar a mesma opinião para sempre. Não tenha medo de ser imprevisível. Não desista do que você quer hoje, por receio de decepcionar seu passado. Pouco importa se o seu antigo eu ia mudar o mundo. Ele não existe mais e você não lhe deve nada. Só é possível trairmos a nós mesmos, quando tentamos enganar quem somos agora.