Protestando sob o corpo alvejante Alvejado de tiros Resgatada para o filo da carne Saboreado todo o final de mês O seu sangue é o licor Que enebria jovens Que fábrica intervenções Do espírito na líbido Cidadão Kane negocia outra bajulação Mexe peças do tabuleiro Transtornando peões em reis Para cada momento de guarda baixa O bispo de olhos vermelhos Esfrega as mãos em outra exclusiva A fala lenta que deixa-os ébrios Paráfrase do repouso noturno de Cinderela As narinas cadáveres O avante príncipe Em seu brilho verniz Confissão duque de Eurásia O inimigo espantalho: Cal, areia e um punhado de moedas Miséria, maldita miséria Moinho e revoltas, fogueira acessa Que a verve da terra que lhe cubra Assente-se em tuas face e peito Para enfim, provares sua anti refutação Se o deus egotrip não me veio elucidar em sonho, és falso...
Um Dia, Ambos Pressa e Toureiro Irão Falecer - Pierrot Ruivo













