Día 56: Lo único que nos separa es un sello en mi pasaporte que legalice la entrada a tu corazón.
Un Chico Escribiendo.
seen from United Kingdom
seen from United States
seen from United States

seen from Saudi Arabia

seen from United States
seen from Brazil

seen from Romania

seen from United States
seen from France
seen from Türkiye

seen from Saudi Arabia

seen from Russia
seen from United States
seen from United Kingdom
seen from China
seen from United States

seen from T1
seen from United States
seen from Türkiye

seen from Türkiye
Día 56: Lo único que nos separa es un sello en mi pasaporte que legalice la entrada a tu corazón.
Un Chico Escribiendo.
Dia 56: A rotina do avesso
Chega aí, meu. Puxa a cadeira. Mais um dia pra conta. Deixa a jaqueta de lado e te acomoda, que hoje o balcão tá com aquela calmaria de final de expediente que a gente tanto precisa pra desarmar a cabeça.
Dá um gole nessa gelada e deixa o corpo entender que o compromisso com o mundo lá fora já acabou por hoje.
Engraçado como a mente da gente funciona. No começo, o mais difícil era o final de semana, o sábado à noite, o domingo de sol... aqueles dias que pareciam feitos sob encomenda pra se viver a dois. Mas hoje, no meio duma segunda-feira comum, o soco veio de onde eu menos esperava: da maldita rotina do dia útil.
Era o final da tarde, aquela hora em que o expediente vai morrendo e o corpo já tá pedindo o rumo de casa. Me peguei com o casaco na mão, olhando pra rua, e por um segundo o meu cérebro tentou repetir o caminho de sempre. Aquele reflexo de passar no mercado pra pegar o ingrediente que faltava pra janta dela, ou de calcular o tempo do trânsito pra dar carona. É um milésimo de segundo onde a realidade antiga tenta se sobrepor ao presente.
Aí o choque da realidade te puxa de volta pelo colarinho. Tu lembra que não tem carona, que a janta é qualquer sobra congelada ou um lanche pedido na pressa, e que o rumo de casa agora é um caminho solitário. Essa transição do automático pro vazio é o que mais gasta o vivente por dentro.
A gente passa o dia inteiro focado em prazos, em resolver os problemas dos outros, em parecer um profissional sério e centrado. Mas basta o sol sumir e a rotina do avesso começar pra gente perceber que a engrenagem ainda tá torta. A vida continua andando, o trabalho continua saindo, mas o compasso do cara que volta pra casa sozinho no início da semana ainda é o de quem tá tateando no escuro.
Desce mais uma bem gelada, meu. Hoje a gente bebe pra ver se o corpo esquece os caminhos que os pés não podem mais trilhar.
Dia 56: Flama suave...
Hace mucho tiempo aprendi que las flamas mas suaves y tranquilas eran las mas peligrosas, porque jamas sabrias cuando estallarian en un infierno sin fin... La noche fue amarga... vomite mucha sangre y mi corazon retumbaba de manera cruel y violenta, perdi el conocimiento ya con el sol saliendo...mi sueño fue tristemente esperanzador... Desperte porque “H” me llamaba al telefono, me cepille y demas para luego ir a verle... mis ojos estaban rojos y cansados... ella noto mi mal estado y pregunto sobre que habia pasado... le conte con detalles... Solo podia abrazarme y trata de subirme el animo... actue como si nada pasara, pero ella lo notaba... pasamos hablando toda la tarde, asi que pude mantener parte de mi mente muy lejos de “L” pero innevitablemente pensaba en ella... y dolia mucho.... Vivire lo que deba vivir... ayudare a quienes necesiten ayuda... morire en silencio y asi ha de ser... protegere a la Luna aunque mi cuerpo se desmorone...
56-Uma música que te lembra uma selva
Guns N’ Roses - Welcome To The Jungle (Um clichê porque criatividade nao tá tendo)
Día 56 (21 de Noviembre del 2014): Estoy buscando las palabras exactas para decirte que quiero irme sin hacerte daño. Me iré sin avisar para que no duela tranquilo que esté donde esté yo te cuidaré y si me voy, no es por ti; es por mi, porque a la larga cuando tú decidas irte, cuando tú quieras dejarme, yo no podría soportarlo, porque te buscaría de la misma forma que te busco ahora y eso que ni he llegado a tenerte, por eso me voy. Porque si me voy ahora quizás no me dolerá tanto como me hubiera dolido si me hubiese pasado las noches cuidando tus sueños y soñando despierta contigo durante el resto de mis días.
Marian Almaguer. (Diario 2, 23:24)
Dia 56: Uma música para soltar a franga.
Born This Way - Lady Gaga;
(...) Minha mãe me disse quando eu era jovem Que todos nós nascemos como super estrelas (...)
Nada melhor que Gaganás para soltar a franga.
Dia 56. Uma música para soltar a franga.
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK