Bons Frutos
Me descarta, como uma rosa velha Pétala por pétala, me desmascare No mal me quer que concebera No cerrar dos teus pulsos A flor do mal desaba em minha carne Antes de me mastigar me revira o estômago Me deixa avesso aos sentimentos densos E tortura-me com a prévia do deleite Para qualquer viúva que me cubra: Hei de beijar teus pés e incendiar vossa carne Prometo de alimentar na míngua do bem-estar E juro que para que possa clamar-me como um Augusto Espero todos corazones cálidos Vea el dolor pagano en el sangrado latinoamericano Y entiendo que todos somos una boca hambrienta Marginado a lo largo de las edades. No óleo dos teus ossos Eu sou a autonomia Óbvia que lhe faz chaga Iniciando a revolta Eu miro a deus em todas as ocasiões E encontro mais próximo dentro do teu ser As piscinas tingidas do azul sangue Escurecem minha agonia diurna
Se disfarce no meu toque Se esconda no meu toque Se perceba nos meus lábios Tal qual eu nos teus Eu me ato no meu veneno Eu me corto naquilo que eu sou Eu me firo na primavera da minha pele Que promete trazer-me a idade mais leve











