MinHyun - NU’EST (Hentai)
Pedido feito no Social Spirit por ~Momo_Hwang
MinHyun POV
- Cara, você tem que fazer isso. – meus amigos diziam sem parar.
- Por que eu faria isso?
- Porque se você fizer isso nós vamos fazer seu dever por um mês.
- Eu não gosto dessas apostas.
- Está com medo de perder? – JR diz me fazendo ficar irritado.
- Eu nunca perco.
- Então isso é um sim? – Ren perguntou.
- O que eu tenho que fazer?
- Você tem que dormir com ela. – Aron disse sorrindo malicioso.
- Isso não é demais? A menina não fala com ninguém!
- Não interessa, aposta é aposta.
- Certo. – falei vencido.
Eu vou ter muito trabalho para ganhar aquela grana, mas são 2.000.000 de wons, faço qualquer coisa por essa quantia, e para ganhar essa grana eu tinha que seduzir ________, a menina mais nerd e quieta de toda a escola, e ainda por cima eu tinha que dormir com ela o que deixava tudo cem vezes pior. Ela era da minha sala e nunca tinha falado com alguém daquele recinto, nem mesmo com os professores, ela era estranha e ficava estranha com aqueles óculos enormes em seu rosto, seu cabelo sempre bagunçado ou sempre preso em um coque, diferente das outras meninas sua saia era na altura do joelho e ela usava meias junto o que deixava sua aparência mais ridícula.
- Oi, meu nome é Hwang MinHyun. – ela nem olha pra mim. – Ei, estou falando com você. – toco seu ombro e ela me olha assustada.
- Vo... Você está falando comigo?
- Sim. – falo sorrindo. – Meu nome é Hwang MinHyun. – ela sorri para mim e por um momento eu a acho fofa.
- Sou ________. – ela estende o braço e eu a cumprimento.
- Eu gostaria de saber se você poderia estar me dando umas aulas. – arranjei a desculpa mais esfarrapada de todas. – Eu sou horrível em matemática. – mentira.
- Erm... – ela ajeitou os óculos enormes. – Posso sim. – ela sorriu. – Quando você quer começar?
- Venha hoje á noite na minha casa. – anotei meu endereço no canto do papel que ela estava usando. – Esse é o endereço, é só aparecer a hora que quiser, eu não durmo cedo. – ela assentiu com a cabeça, eu sai dali e fui até meus amigos.
- Cara já marcou data e horário pra comer ela? – Baekho ri.
- Isso é uma coisa horrível de se dizer. – falei. – Ela é do tipo que você tem que amaciar pra carne ficar melhor. – eles riram.
- Ela vai ficar com trauma. – Ren diz.
- Foda-se, não é como se eu fosse me importar. – esfreguei minhas mãos uma na outra. – Nunca ouviu falar que as mais quietinhas são as piores? Quem sabe o que ela esconde ali.
- Mais nerdisse. – Aron ri. – Pode se preparar porque ela com certeza vai demorar em dar o que você quer.
- Ela pode demorar o quanto quiser.
Durante a noite fiquei esperando, _________ não iria demorar muito já que ela, com certeza, dorme cedo. Cerca de oito da noite escuto a campainha tocar e vou atender, era ela, com os mesmos óculos, o cabelo bagunçado, a roupa que cobria mais do que devia, tudo.
- Desculpe a demora, eu decidir vir depois da janta. – ela se curva.
- Nossa, eu até fiz janta para você. – brinquei.
- Me desculpa. – ela olha para mim com cara de dó. – Eu não sabia, eu como mesmo assim.
- Relaxa. – coloquei a mão na cabeça dela. – Eu estou só brincando, entra. – abri espaço e ela foi andando devagar. – Por aqui. – fui andando na frente e ela foi me acompanhando até meu quarto, sentamos em volta da mesinha que ficava no meio do quarto.
- Quais são suas dúvidas? – ela pegou o caderno dela e colocou na mesa.
- Eu posso fielmente dizer que é tudo. – eu ri.
- Então eu acho que devemos começar do que estamos aprendendo agora. – ela abriu o caderno que estava cheio de anotações tudo perfeitamente organizado, cores eram presentes para dividir títulos de outras coisas e o vermelho era constante em avisos cheios de pontos de exclamação.
- WAAAH! Você é organizada. – falei surpreso e vi suas bochechas adquirirem uma tonalidade roseada, sorri com aquilo, um ponto para mim.
- Eu quero entrar em uma boa universidade então eu tenho que estudar muito. – ela sorriu em minha direção.
A noite passou tranquila com ela explicando coisas de matemática que eu fingia não saber, e ________ ia à minha casa todas as noites, até minha mãe já a conhecia e a tratava como alguém da família, não que isso me incomodasse, mas estava ficando cada vez mais difícil para ela liberar o jogo pra mim, a gente nem se beijou ainda, eu tentei e continuo tentando, mas parece que ela tem medo de tudo.
Uma vez eu “sem querer” trombei nossas mãos e ela se afastou quase um quilômetro de mim, outro dia eu tirei uma mecha de seu cabelo que estava em seu rosto e ela assustou e foi embora correndo, outro dia eu beijei sua testa mesmo sendo complicado com aqueles dois fundo de garrafa que ela tinha de barreira ali e ela só ficou congelada por uns dez minutos, outro dia eu segurei a mão dela por um longo tempo e ela não fez nada, nem disse nada, só segurou minha mão em silêncio, eu não estava aguentando mais, ela é tão tediosa comparada com as outras meninas que eu saio, chega a ser irritante.
- ________ o que você acha de mim? – perguntei na maior cara de pau e o rubor em suas bochechas ficou bem presente.
- Como assim?
- O que você acha de mim? Você gosta de mim? Eu te incomodo? Sei lá.
- Você não me incomoda. – ela baixou a cabeça para falar. – Você é um garoto muito agradável.
- Agradável? – me aproximei dela.
- Sim, você não é igual às outras pessoas que vivem me ignorando por eu ser diferente. – ela sorri docemente e eu me sinto um pouco culpado com aquilo, mas eu não posso voltar atrás agora.
- Eu não te ignoro porque você é uma pessoa legal. – deposito minha mão atrás de sua orelha e a puxo para mais perto, eu juro que eu conseguia ouvir seu coração batendo rapidamente.
- M... MinHyun. – ela sussurrou e apertou seus olhos, eu me aproximei mais e beijei seus lábios, ela ficou assustada no início, mas logo começou a retribuir o beijo de um jeito bagunçado.
- Desculpa. – falei me separando dela.
- N... Não tem problema. – ela estava vermelha igual a um pimentão e sua mão tremia.
- Sabe, eu acho você uma menina interessante e divertida, só que você tem que se cuidar mais, não estou dizendo usar roupas vulgares ou maquiagem, só se arrumar mais, pentear o cabelo, esses óculos devem te atrapalhar muito, já tentou usar lentes? – falei sem pensar se eu iria magoá-la ou não.
- Eu uso lentes em casa, tenho medo de colocar elas de manhã, e tenho preguiça de pentear meu cabelo.
- Tente só um dia. – segurei suas mãos. – Por mim.
- Tu... Tudo bem. – agora ela está no papo.
- Não estou dizendo que eu não gosto de você assim, só estou dando dicas. – pisquei para ela.
No outro dia ela apareceu na escola de lente e seu cabelo estava arrumado, agora era possível ver seu rosto delicado com características bem desenhadas, ela era muito bonita e eu sabia disso, meu estômago revirou quando os garotos da escola começaram a mexer com ela, só eu podia mexer com ela e só eu podia fazê-la corar, ninguém mais. Quando ela chegou a minha a casa a noite ela estava usando uma calça larga e uma blusa de frio comprida, mas mesmo assim eu a achei bonita, seu cabelo penteado com os fios todos em seu devido lugar e aqueles óculos enormes não estavam mais escondendo seu rosto.
- Obrigada. – ela segurou minhas mãos e olhou em meus olhos.
- Pelo que?
- Por ter me feito mudar, agora eu tenho mais amigos e as pessoas gostam mais de mim.
- E você acha isso legal? – perguntei irritado e eu nem sabia o porquê. – Acha divertido as pessoas falarem com você só porque descobriram que você é bonita? Eu fiquei seu amigo antes! – segurei seu pulso com força.
- MinHyun você está me machucando. - ________ disse assustada me olhando com os olhos arregalados.
- Você não pode fazer isso? Você é minha, eu te descobri antes. – ela puxou seu braço com força e me encarou.
- Olha aqui, eu agradeço por você ter ficado do meu lado durante esse tempo, mas eu não lembro de estar escrito em algum lugar que você é meu dono. – ela ficava linda até brava, eu a queria pra mim, e não por causa da aposta, mas porque ela era bonita, inteligente e uma garota muito boa. – Eu falo com quem eu quiser, e não falo com quem eu quiser também.
- Você não disse que gostava de mim? – ela corou e eu sorri de canto.
- Eu disse que você era agradável, não que eu gostava de você.
- Então você não gosta de mim? – perguntei e me aproximei dela a encurralando contra a parede.
- Eu nunca disse isso também.
- Interessante. – falei e tomei seus lábios para mim, paramos quando o ar não era mais presente.
- Por que você fez isso? – ela olhou para mim profundamente.
- Porque eu gosto de você. – a peguei pelo ombro e caminhei até a cama com ela.
- MinHyun. – ela sussurra em meu ouvido me deixando louco.
- Fica calma, se quiser parar é só pedir. –tiro uma mecha de cabelo de seu rosto.
Deitei ________ delicadamente na cama e fiquei por cima dela, seu rosto estava vermelho e ela parecia aflita, tirei minha camiseta e deixei que ela me olhasse sem medo, peguei sua mão e levei até meu abdômen devagar para são assustá-la, cheguei perto dela e a beijei, suas mãos entrelaçaram por entre meus fios de cabelo dando leves puxadas no local, subi um pouco de sua blusa com a mão e fiquei massageando sua cintura, ela arfou baixo e aquilo me excitou de uma maneira incontrolável, tirei sua blusa por completo e ela não estava usando nada embaixo além do sutiã, me sentei em cima dela e a observei por um tempo, ela levou a mão ao rosto envergonhada.
- Não tenha vergonha, não de mim. – tiro as mãos dela dali e lhe dou um selinho.
Ela sorri, segura meu rosto e começa um beijo, minhas mãos vão de encontro com suas costas para achar o fecho da peça de roupa que tanto me impedia, ao achar o que eu queria eu soltei o fecho e desci as alças do sutiã pelo seu braço, sem parar o beijo, minha mão foi subindo de sua barriga até embaixo de seu seio o moldando com uma de minhas mãos, ela estremece embaixo de mim enquanto eu brinco com seu mamilo fazendo movimentos circulares, ela deixa um gemido baixo sair e morde meu lábio inferior, eu sorrio internamente, ela aperta minhas costas com delicadeza com medo de se machucar, sua mão desce até o início da minha calça e desabotoa a mesma, eu sorrio contra seus lábios ficando feliz com sua iniciativa, ela desce minha calça até onde podia e eu terminei de tirar com minha perna mesmo, tiro sua calça de uma vez só nos deixando quites.
- Por que você se escondeu esse tempo inteiro? – perguntei a olhando dos pés a cabeça. – Você é perfeita.
- O...Obrigada. – ela estava vermelha igual a um morango.
- Tem certeza que você quer continuar? – perguntei antes que minha excitação fosse tão grande que eu parasse de raciocinar.
- Sim. – ela assentiu com a cabeça. – Tudo bem se for com você. – por um momento eu senti uma pontada em meu estômago. – Só peço que seja gentil.
- Claro que eu vou ser gentil. – eu sorrio para acalmá-la e desço sua última peça de roupa, ela cruza as pernas me privando de vê-la. – Feche os olhos. – ela obedeceu. – Só abra quando você estiver pronta. – ela assentiu com a cabeça.
Abri as pernas dela devagar e eu conseguia sentir seu corpo pulsando no ritmo de seu coração acelerado e o meu não ficava muito para trás, subi minha mão delicadamente desde sua batata da perna até a parte interior de sua coxa, finalmente chegando a sua intimidade que estava bem úmida, começo a massagear o local e ela deixa escapar um gemido surpreso, eu rio e me aproximo de seu rosto, sem parar de estimular seu clitóris, começo um beijo calmo e ela vai abrindo os olhos quando eu paro o beijo para respirar, eu conseguia ver todo o desejo pedindo por mim naqueles orbes brilhantes, tiro minha boxer, jogo-a em algum canto, pego uma camisinha no criado-mudo que tinha do lado da cama e visto-a rapidamente, posiciono meu membro em sua entrada e a encaro, ela balança a cabeça afirmando e eu começo a invadi-la com cuidado.
- Ta doendo. – ela reclama e aperta meu braço.
- É normal, aguenta um pouquinho eu vou mais devagar. – diminui a velocidade em que eu estava a penetrando e meu corpo estava tremendo de prazer, ela era tão apertada e imaculada, tão diferente das outras, seu interior era quente e eu posso dizer que era até acolhedor.
- Certo. – ela morde meu ombro e aperta meu braço cada vez mais forte, cada centímetro meu que invade seu corpo libera uma onda de prazer em meu corpo, quando termino de penetrá-la por completo eu fico parado.
- Me diga quando eu puder me mexer.
- Ok. – ela me abraça com força e fica em silêncio por um tempo me permitindo ouvir sua respiração pesada. – Pode começar. – começo os movimentos bem vagarosamente para ela se acostumar com o movimento, por mais que aquilo estivesse me matando eu tinha que ser forte e ir devagar para não machucá-la. – Hyun mais rápido. – aquelas palavras pareciam músicas para meus ouvidos.
Comecei a me mover mais rápido e ela começou a gemer perto de minha orelha me deixando louco, minha respiração estava pesada e eu comecei a ditar o ritmo que ficou mais rápido e profundo com o tempo, ela gemia e chamava meu nome com uma voz entrecortada, senti seu interior me apertar cada vez mais e um tempinho depois ela relaxou o corpo inteiro e gritou meu nome alto, eu me movi mais rápido dentro dela e cheguei ao meu orgasmo logo em seguida, saio de dentro dela e vou jogar a camisinha fora, volto para o quarto, deito na cama e cubro-nos com o lençol, ela se aconchega em meu peito e não demora para cair no sono, eu fico ali a observando dormir no meu peito, tão frágil e delicada parecia que até o vento poderia quebrá-la, acabo caindo no sono com toda a calma que ela transmitia enquanto dormia, mas não antes de ouvir seu celular apitar, e é como dizem, a curiosidade matou o gato, nesse caso eu sou o gato morto.
- Bom dia. – sussurro perto de seu rosto, e ela abre os olhos assustada.
- O que eu to fazendo aqui? – ela se senta rapidamente puxando o lençol para cobrir seu corpo nu.
- Você caiu no sono. – esfrego meus olhos tentando fazê-los se acostumar com a luz.
- Minha mãe vai me matar.
- Não se preocupe, ela mandou uma mensagem ontem durante a noite e eu respondi dizendo que você ia dormir na casa de uma amiga, ela disse que tudo bem. – sua feição já estava mais calma.
- A escola! – ela se desespera de novo. – A gente vai se atrasar. – ela sai correndo levando o lençol junto, me deixando ali, nu e com frio.
- Yah, relaxa. – falei me levantando devagar e indo tomar um banho. – Você não quer tomar um banho antes de ir? – grito do banheiro.
- Eu quero, mas não tenho roupa.
- Você pode usar sua roupa de ontem até chegar à escola e pegar um uniforme emprestado, não como se você tivesse suado, eu te empresto uma boxer. – sorri malicioso ao imaginá-la de boxer. - ________ você está me ouvindo? – o silêncio predominava ali. - ________! – sai do chuveiro, deligando o mesmo, me enrolei na toalha e fui ao meu quarto, ela estava sentada com meu celular em uma mão e a outra mão em sua boca, seu rosto estava cheio de lágrimas. – Eu posso explicar. – eu falei antes de tudo.
- EU TE ODEIO. – ela grita e arremessa o celular em mim que estava aberto em uma mensagem do Baekho “Se você demorar muito pra comer a nerdinha você vai perder a aposta e a grana”.
- ________ eu não estava mais participando dessa aposta. – a seguro pelo pulso.
- Não é o que parece. – suas lágrimas pararam de cair e seus olhos estavam pegando fogo de tanta irritação. – Vai com seus amigos e pega sua grana seu babaca. – ela coloca a roupa que estava ontem e sai pela porta.
Passou-se uma semana desde o acontecimento e ela não fala mais comigo, ela sequer olha para mim e aquilo só me remoía por dentro cada vez mais, como eu pude ser tão idiota de não acabar com a aposta no momento que eu percebi que eu estava gostando dela de verdade, não que eu saiba quando isso foi, mas indiferente, foi besteira minha e agora ela estava me deletando de sua memória.
Um dia quando o sinal para a educação física tocou e todos se levantaram eu fui até ela e não a deixei sair da sala.
- O que você quer? – ela perguntou friamente.
- Eu quero que você me escute.
- Não estou te impedindo de falar.
- Eu não vou dizer que eu não fiz a aposta, ou que eu fui falar com você porque eu tinha dificuldade em matemática, porque eu estaria mentindo. – ela olha para mim, me dando atenção pela primeira vez em muito tempo. – Mas eu acabei gostando de você de verdade e ainda gosto.
- Como eu posso saber se você não está mentindo.
- Por que eu estaria mentindo? Quer dizer, a aposta era só te levar pra cama e ganhar uma grana por isso, e isso eu já fiz. – ela olha irritada para mim. – É a verdade.
- Eu não sei. – ela olha pra mim e sorri um pouco.
- Me perdoa. – me aproximei dela e dei um leve selinho em seus lábios. – Por favor. – faço bico.
- Eu... – ela olha pra mim e cora. – Tudo bem, mas você vai ter que fazer alguma coisa para me recompensar.
- Olha só, vamos sair e jantar juntos, eu ganhei um dinheirão esses dias. – ela ri e nós vamos para a aula de educação física.
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